quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

SEDE PELO PODER É ENDÊMICA NO PT

AMBIÇÃO, COBIÇA E ÂNSIA PELO PODER, NO PT, SÃO ENDÊMICAS. ( Texto abalizado de João Rossi Neto )

Petróleo na camada do pré-sal, a mais de seis mil metros de profundidade, mesmo que exista na quantidade prospectada, não quer dizer muita coisa, dado que é mera expectativa de patrimônio e de direito. Enquanto o óleo não estiver aqui na superfície, dentro de barris, os bens são abstratos e não há jeito de contabilizar tais ativos realizáveis no balanço da Petrobrás, a não ser na marreta.
O petróleo do pré-sal alardeado nos discursos ufanistas do Lula e da Dilma, como a redenção para a saúde pública, educação, segurança e investimentos em infraestrutura, na realidade, agora, é uma miragem, visto que são necessários gastos vultosos para a sua extração, dinheiro esse que a desfalcada petrolífera não possui para quitar a sua parcela de recursos próprios e contrapartida como sócia do empreendimento. Os royalties do petróleo, naco que caberia a cada Estado, produtor ou não, já havia sido antecipadamente estipulados, numa nítida demonstração de que contavam com o ovo nas entranhas da galinha.
A situação é tão crítica e grave que a Auditória Independente não quer emitir o seu parecer técnico sobre o balanço do 3º trimestre deste ano, sobretudo porque com a PF no circuito, investigando tudo e passando o pente fino nas trapaças da organização criminosa, ninguém agora topa botar o guizo no gato, elaborando notas técnicas distanciadas da verdade para justificar o injustificável e resolver problemas de má gestão do Governo Central.
Seguramente a Petrobras apresentou balanço maquiado para ser auditado, com objetivo de cumprir as exigências legais a qualquer preço e com isso dar uma satisfação para os investidores, contudo, números arranjados, fantasiosos, neste momento, de caça à bruxa, não passam nem vaselinados, daí o impasse com os auditores independentes.
Os ladrões do PT, PMDB e PP fizeram uma devastação tão monstruosa na Petrobras que o clima é de terra arrasada. A impressão e comparação mais lógica e fidedigna que nos vem à mente é aquela do Caixa do banco explodido à base de dinamite, por assaltantes, em cidade do interior, onde tudo fica em pedaços, inclusive o prédio da agência. A decepção com os Governos Lula e Dilma, por permitir a roubalheira, é algo que escapa a dimensão e imaginação de pessoas decentes e de bem.
Ficou provado que na esteira da pilhagem do patrimônio, vem à crise de confiança dos investidores, nacionais e estrangeiros, a contaminação do conceito, da seriedade e da honestidade da empresa, no presente e no futuro, é algo indelével que vai ficar na história deste País. O PT do Lula e da Dilma conseguiu arrasar a reputação da Petrobras de forma irrecuperável, trata-se de uma ida sem volta, coisa que só a privatização pode resolver.
O PT foi um algoz terrível do ex-presidente Collor no seu processo de impeachment, o qual foi arrancado do poder por muito menos, bem menos, mesmo, do que esses escândalos avassaladores, com roubos estratosféricos ora desvendados pelo PF, devidamente comprovados por provas materiais e testemunhais robustas, não cabendo aos culpados negar os crimes, pois, contra fatos não existem argumentos. Se tiver um pouco de honestidade e vergonha, a Presidente Dilma deveria renunciar e pedir desculpas ao povo brasileiro.

JOÃO ROSSI NETO, UM CRÍTICO QUE COMENTA COM CONHECIMENTO PORQUE TEM CONHECIMENTO SEGURO DO QUE COMENTA.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

LULA FEZ SUBIR O NÍVEL DO MAR

     Uma das comparações do governo Lula é feita pelo octagenário Delfim Neto, ministro da Fazenda do Brasil no governo Médici, época do primeiro milagre econômico brasileiro. Delfim faz um paralelo entre FHC e Lula, o primeiro por ter alcançado a estabilidade econômica e o segundo por ter contado com uma maré de crescimento na conjuntura internacional. Ironiza Delfim: "Lula era o capitão do barquinho Brasil. O nível da água subiu no oceano onde seu barquinho navegava, devido, sobretudo, à forte demanda da China, e Lula creditou essa elevação a méritos dele próprio."
     Ainda hoje muitos compatriotas o endeusam, sem falar nos correligionários e outros corruptos que insistentemente pediam a sua volta; o que estranhamente ocorre é que ninguém o investiga por eventuais crimes financeiros que tenha encabeçado e matreiramente utiliza-se de "laranjas" que assumem seus riscos de condenação. O próprio Paulo Roberto da Costa diz que Lula e Dilma sabiam de tudo das operações ilegais do Lava Jato. Polícia Federal calada, embora saiba, dos financiamentos públicos (via BNDES) aos hoje considerados bilionários "barões da carne" do grupo JBS-Friboi onde também está anonimamente o filho do ex-presidente. Surpreende que ministros de bem como Ricardo Levandowski, Teori Zavascki, Dias Tófolli, Luiz Barroso, Carmem Lúcia e outros nada façam em busca da verdade oculta, preferindo preservar seus cargos.
     Um dos métodos muito empregado pelo PT, para rebater denúncias de envolvimento é de que prestavam "consultoria" àqueles envolvidos nos escândalos. Engraçado, que estas "consultorias" invariavelmente tinham empresas que pagavam as ditas consultorias para participar dos negócios com empresas estatais. Foi assim com José Dirceu, Palocci e até mesmo com Sérgio Rosa (ex-PREVI) que teria recebido R$ 720.000,00 da OAS, envolvida nos escândalos da operação Lava Jato.
VÍDEO MOSTRA A DETERIORAÇÃO DA PETROBRAS NOS ÚLTIMOS TEMPOS. SERÁ QUE AINDA HÁ TEMPO DE SALVÁ-LA?


     Não deveríamos mais estar falando de corrupção. Que os culpados sejam logo punidos e devolvam o que levaram. Precisamos urgentemente cuidar do futuro, saneando o presente, senão vamos morrer todos dentro do mesmo barco. Falo do povo honesto e trabalhador porque os usurpadores, caso não sejam punidos, gozarão de vida boa fora do país. Não podemos deixar que tal aconteça. Mas como fazer, se o povão os manteve no poder?

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

A PREVI É ISENTA DE INFLUÊNCIA POLÍTICA?

     O Manifesto lançado durante o 35º Congresso da Abrapp, em São Paulo, de 12 a 14 de novembro/14, assinado pelos representantes dos fundos PREVI (Eleitos independentes), PETROS E FUNCEF, provocou a ira do então presidente da PREVI, Dan Conrado e do diretor eleito de Seguridade Marcel J. Barros, culminando com divulgação pela ASCOM, de Nota de Repúdio, na qual afirmava "não haver qualquer tipo de ingerência política em nosso fundo, que as aplicações eram todas calcadas em decisões técnicas e na boa governança corporativa."
     O caso assim chamado de "petrolão", traz à tona certos investimentos que aparentemente reforçam a tese da defesa, no entanto, num olhar mais detalhado, escancara o viés político da operação. Senão vejamos: O então presidente da PREVI, Ricardo Flores, nomeado por Dilma em 2010, manda vender 2,1 bilhões de investimentos em renda fixa e aplica em ações (renda variável) da estatal Petrobras, para reforçar investimentos no pré-sal. Esta decisão teria partido dele ou teria vindo do Palácio do Planalto? Analisemos a notícia da época:
PREVI E PETROS PARTICIPAM DA CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRAS


A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, participou com R$ 2,1 bilhões da oferta pública de ações da Petrobras. Segundo o presidente da Previ, Ricardo Flores, o investimento está alinhado à estratégia do fundo. “A exploração da camada pré-sal será uma atividade de longo prazo, assim como devem ser os investimentos realizados pela Previ.” (Brasil Econômico)

Previ e Petros compraram  R$ 3,9 bilhões em novas ações da Petrobras. “A Previ acredita  na capacidade da Petrobrás enquanto um dos mais importantes agentes do desenvolvimento econômico e social do País, gerador de empregos e renda”, disse o presidente do fundo, Ricardo Flores, que se comprometeu a adquirir 2,1 bilhões em papéis da companhia*. A entidade, que já tinha cerca de 3% do capital da empresa, faz a compra para “obter boa rentabilidade com o investimento no longo prazo, tendo em vista o bom posicionamento e a tecnologia detidos pela empresa, especialmente para a exploração do pré-sal”. A Petros, que já possuia R$ 1,5 bilhão em ações da Petrobrás, está adquirindo mais R$ 1,3 bilhão, além de desembolsar R$ 500 milhões. (O Estado de S. Paulo)

Fonte: ABRAPP


(*) grifo do blog (comprometeu-se com quem?)

     A Sete Brasil do mesmo modo foi criada para suportar a exploração do Pré-Sal. Hoje é investigada na Operação Lava Jato. Entramos com 200 milhões (120 do PB1 e 80 de PREVI Futuro) que já é considerado como mico certo.
Também esta sugere uma aplicação política, aliás, tenho dito reiterada vezes que este Pré-Sal é mais um engodo do que um negócio viável. Todos tiraram dividendos políticos da "descoberta" -  dele saíram investimentos (através dos royalties) para a educação, à saúde e principalmente, na política. Contaram com o ovo no semblante da galinha e cadê o ovo??? Quem tem cacife e "know how" para retirar óleo a uma profundidade de 6 mil metros? Só enxergaram os bônus, esqueceram dos ônus... Mamma Mia!!!...
     Neste caso de investimentos na Petrobras até cabe um ação indenizatória por parte da PREVI, porém de difícil prognóstico posto o caráter de investimento sugerido no mercado de capitais. O álibi é o mau uso do dinheiro público, usado de forma fraudulenta pela diretoria da estatal para financiamentos de campanha dos políticos da base aliada do governo. É o que está a comprovar os depoimentos da Operação Lava Jato. O que deve ser feito é recuperar a parte possível do dinheiro subtraído ilegalmente, cuja boa parte se encontra em bancos no exterior. E lógico, a punição exemplar dos envolvidos, podendo chegar ao nível presidencial, caso não se prove inocência.
 JUIZ FEDERAL SÉRGIO MORO, UM DOS POUCOS DE QUEM NOS ORGULHAMOS, TRABALHA NA LINHA DE JOAQUIM BARBOSA.

sábado, 13 de dezembro de 2014

ESCÂNDALOS APOCALÍPTICOS

     Vou parar de ler revistas de informações semanais, tipo Veja, Época e Isto É para não pirar de vez. O colunista Cláudio Humberto, de "O Diário do Poder" nos revela que o presidiário Delúbio Soares, agora em prisão domiciliar, ex-tesoureiro do PT e do Mensalão, aproveita seu "emprego" na CUT para exortar os demais sindicalistas a apoiar o governo Dilma em razão do escândalo de corrupção na Petrobras. Delúbio adverte "que está para acontecer algo muito grande com o PT no plano nacional" e apela aos sindicalistas para que "não pulem do barco."
     Na Veja diz que "Políticos recebiam a propina em domicílio" ( http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/petrolao-politicos-recebiam-a-propina-em-domicilio)
RAFAEL ÂNGULO LOPEZ (À ESQUERDA) ENTREGAVA O DINHEIRO EM DOMICÍLIO, VIAJANDO DE AVIÃO COM O DINHEIRO AMARRADO AO PRÓPRIO CORPO. DE SÃO PAULO (ORIGEM) PARA DIVERSOS DESTINOS DO PAÍS. QUANDO ERA MUITO DINHEIRO, LEVAVA JUNTO ALGUNS COMPARSAS. TEM TUDO ANOTADO. ERA O BRAÇO DIREITO DE YOUSSEF E TAMBÉM DEVE PEDIR A DELAÇÃO PREMIADA. (CRÉDITO DE IMAGEM: VEJA)


     Outro assunto parece ter virado moda: se o ex-presidente pôde enricar o filho, por que eu também não posso? Assim deve ter pensado Aloízio Mercadante, vejam o que escreveu Cláudio Humberto, em www.diariodopoder.com.br/coluna/


  • 13 DE DEZEMBRO DE 2014
    A Petra Energia S/A, que tem como vice-presidente Pedro Barros Mercadante Oliva, filho do ministro Aloízio Mercadante, faturou R$ 148,1 milhões do governo federal entre 2013 e 2014, quando o petista se transformou no poderoso chefe da Casa Civil. Segundo o Sistema Integrado de Informações Financeiras do Governo Federal (Siafi), a verba foi empenhada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, que foi comandado pelo mesmo Aloizio Mercadante nos anos de 2011 a 2012.
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  • Da verba empenhada pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do ministério, R$ 47,1 milhões já foram pagos à Petra Energia.
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  • Em 2013, o ministério empenhou R$ 42,8 milhões para a Petra Energia em agosto, e mais R$ 47,6 milhões no mês seguinte, setembro.
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  • Fundada em 2008 para explorar petróleo e gás, a Petra virou a maior  concessionária de blocos de terra do País, tem áreas em MG, MA e AM
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  • O presidente da Petra, Roberto Viana, já perfurou 16 poços na Bacia de São Francisco (MG), e tem expandido negócios para África. Hum…
  •           CHARGE SPONHOLZ NO  WWW.DIARIODOPODER.COM.BR

    Mais algumas de Cláudio Humberto para fechar, e uma perguntinha, será que vem o segundo "impeachment" da história por aí?


  • O ex-presidente Lula continua se fingindo de morto, diante do escândalo de corrupção instalado na Petrobras durante seu governo. Certamente aposta que vai escapar de fininho, como no mensalão.
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  • Para investigar negócios da Petrobras nos Estados Unidos, como a compra superfaturada da refinaria de Pasadena, o Departamento de Justiça trabalha com indícios envolvendo maracutaias desde 2006.
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  • Figura central na ladroagem do mensalão, o presidiário e ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, em prisão domiciliar, está liberado para articular apoio a Dilma. Se a presidenta não se importa, a Justiça tampouco.
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  • Deputados do PSDB querem condicionar o apoio a Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para presidente da Câmara à garantia de que ele aceitará eventual pedido de abertura de impeachment contra presidenta Dilma.
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  • Líder do Solidariedade, Arthur Maia (BA) aponta a “fraqueza inédita” do PT no governo Dilma. “Desde a redemocratização, é a primeira vez que PT não tem força para lancar candidato ao comando da Câmara”.
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  • Passou completamente em branco, no site da Marinha, a visita da presidenta Dilma à maquete do estaleiro do submarino nuclear. Com R$ 2,7 bilhões públicos já torrados, a empreiteira Odebrecht, uma das estrelas da Operação Lava Jato, concluiu apenas o prédio principal.
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  • Milionária doadora de campanhas petistas e citada no mensalão em 2005, a Focal Confecção e Comunicação Visual, em São Bernardo (SP) é controlada por Carlos Roberto Cortegoso, sócio do jornal Rede Bom Dia, de J. Havilla, dono do grupo de marketing esportivo Traffic.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

ONDE VAMOS PARAR?

     O desempenho da bolsa paulista é assustador. Encerrou a semana com queda de 3,73%, chegando ao patamar de 48.001. Nossa dor de cabeça aumenta quando se sabe que o problema possa ser os escândalos de corrupção da maior estatal brasileira. Lógico que os baixos preços internacionais de commodities corroboram, todavia a credibilidade de uma S/A é essencial para um mercado tão volátil.
     É uma hora propícia para privatizar a Petrobras. Nos mesmos moldes que a Embraer, há exatos 20 anos, com a habilidade de alguns abnegados encabeçados pelo veterano Osires Silva. No começo, com a oposição de Lula e dos sindicatos, conta Osires que foram apedrejados na entrada da bolsa de valores. No segundo mandato, Lula, num encontro de empresários em São Paulo, tomou Osires Silva pelo braço e disse: "Companheiro, eu sempre apoiei as privatizações que deram certo." É claro que cada caso é um caso, mas hoje a Embraer tem mais de 19 mil funcionários e seu valor de mercado é de 18 bilhões de reais. Num ano em que a bolsa se desvalorizou 3%, as ações da Embraer subiram 28%, e ficou com o capital majoritariamente nacional. Que beleza!
     A PREVI participa das duas empresas, na privatizada Embraer como participada e na estatal Petrobras como acionista. Se fosse privatizada, poderíamos ser participantes de uma da maiores estatais do mundo,  a ser transformada em empresa polivalente em combustíveis tradicionais e inovadores, com capital majoritário brasileiro. O governo faria um bom negócio, sairia de um negócio em que constitucionalmente não deve estar e a empresa cresceria geometricamente, bem administrada fora das ingerências políticas. 
DELENDA CARTHAGO - POR UMA PETROBRAS PRIVATIZADA, REMODELADA, NACIONAL, LIVRE DAS AMARRAS E INFLUÊNCIAS DO PODER POLÍTICO CORROMPEDOR.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

UM OLHAR SOBRE O NOVO ES

               A informação repassada pela PREVI a respeito da margem consignável esconde o verdadeiro motivo da mudança a ser implementada no empréstimo simples, a partir de 21/01/2015.




                    Vejamos como é feito o cálculo da atual margem consignável dos 30%:

                    Calcule 30% do total das verbas de remuneração (com a competência da FOPAG do mês), diminuindo do resultado os débitos abaixo:
                    - CONTRIBUIÇÃO PREVI;
                    - CAPEC (na FOPAG PREVI, hoje dispensada);
                    - CASSI (contribuição pessoal);
             - COBRANÇA DE ADIANTAMENTO PARA COBRIR SALDO DEVEDOR;
                    - EMPRÉSTIMO SIMPLES;
                    - CONSIGNAÇÕES DO INSS;
                    - PAS (apesar de não transitar no espelho PREVI, o BANCO DO BRASIL informa diariamente a cobrança do PAS, o que reduz a margem consignável em seu espelho).

                      Nova margem consignável divulgada pela PREVI
                      Metodologia 30%:

                     Consiste em calcular 30% do total de benefícios da folha (Complemento PREVI e INSS) deduzindo-se as contribuições mensais para a PREVI, Cassi e as prestações do Empréstimo Simples, além das consignações de empréstimo, financiamento e seguro de outras entidades. O valor resultante deste cálculo é a margem consignável de 30% disponível.
                       Comparando-se a metodologia de cálculo das duas margens, percebe-se claramente a tentativa da PREVI de se adequar à lei 10.820 (Lei do consignado). Digo tentativa, pelo fato do STF e STJ já terem pacificado entendimentos no sentido de que todos os valores debitados a título de empréstimos e financiamentos na conta onde se recebem proventos de aposentadoria ou salário são equiparados a um empréstimo consignado. Se fizermos uma abstração desconsiderando as financeiras que mantêm contrato com a PREVI para débito na FOPAG, e considerarmos apenas EMPRÉSTIMO SIMPLES e CDC do BANCO DO BRASIL já configura desrespeito à lei do consignado e a PREVI poderá ser acionada judicialmente da mesma forma.


                        O novo cálculo da margem consignada só trará prejuízos para quem tem empréstimos de terceiros transitando pela FOPAG. Mesmo com a elevação de valores e prazos alardeados no ES, a grande maioria dos assistidos ficará sem poder renovar seus empréstimos, quer seja na PREVI ou em cooperativas/financeiras.

( Análise feita pelo competente José Gilvan Pereira Rebouças, magnânimo Tesoureiro da ANAPLAB )

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

QUEM AGUENTA TAMANHA DESFAÇATEZ?

     O ministro de Justiça assiste ao Procurador da República pedir a demissão de toda a atual diretoria da Petrobras e logo em seguida defende, a pedido da presidente, veementemente, a Sr.a Maria das Graças Foster, que todos sabem é de inteira confiança de Dilma Rousseff. Torna-se muito claro que essa defesa intransigente da presidente da Petrobras, é, em última análise, a defesa da presidente da República e do próprio PT.
     Por outro lado, os fundos de pensão, entre eles a nossa PREVI, podem selar o destino da Petrobras. A ação movida por investidor em Nova Iorque deve ter adesão de fundos estrangeiros que detêm papéis da estatal, mas depende da decisão dos próprios, PREVI, PETROS e FUNCEF, para reaver as perdas nas ações de Petrobras. Veja em:
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/fundos-de-pensao-brasileiros-poderao-definir-destino-da-petrobras
     Os escândalos estão sendo escancarados. Não há governo que resista a tanta corrupção. Parece que já atingiu o nosso fundo de pensão, com a propina recebida pelo ex-presidente Sérgio Rosa da empreiteira OAS, revelada na operação Lava Jato, que também está no site da Veja: http://veja.abril.com.br/
     Detalhes como a libertação de Renato Duque da prisão em Curitiba, a qual teria ocorrido após ameaça de Duque de que envolveria a presidente Dilma, caso não fosse solto. Coincidência ou não, dois dias após, o ministro do STF, Teori Zavascki, determinou sua soltura.
     São tantas anomalias reveladas que todos estamos de cabelo em pé. Qual será a próxima?
A PETROBRAS JÁ PERDEU MAIS DA METADE DE SEU VALOR. HOJE VALE 142 BILHÕES DE REAIS E SUA AÇÃO ESTÁ COTADA A POUCO MAIS DE DEZ REAIS. SERÁ QUE PODE REVERTER?