segunda-feira, 2 de março de 2015

PRIMEIRO PRÊMIO PAGO

     Com alegria imensa, já creditamos na conta da ganhadora, uma pensionista da cidade mineira de Juiz de Fora. Ela foi contemplada em sorteio realizado no sábado, dia 28, pelo caminhão da sorte da loterias da Caixa. Seu número da sorte foi 14.925. O nome da felizarda é AURÉA MARANDUBA, sócia em dia com suas mensalidades, e recebeu a quantia de Mil Reais.


     Confira o resultado da extração nº 4949 da Loteria Federal do dia 28/02/2015:

1º Prêmio :  18.147
2º Prêmio :  44.606
3º Prêmio :  93.343
4º Prêmio :  25.908
5º Prêmio :  55.696

     O prêmio pontualidade contempla um (01) associado (a) com o sorteio de R$ 1.000,00 no último sábado de cada mês. O valor premiado é recebido integralmente, pois já tem o imposto de Renda pago pela ANAPLAB.

     Para concorrer, basta você manter suas mensalidades em dia. Fazemos mensalmente o acompanhamento da extração dos números pela Loteria Federal e divulgamos o nome do ganhador (a). O número premiado se dá com a junção dos 05 (cinco) primeiros algarismos de cada prêmio sorteado, na disposição vertical. No caso de não coincidir totalmente a numeração com os 05 (cinco) primeiros números da matrícula do associado, o prêmio é pago, conforme o Regulamento, ao associado que estiver adimplente e cujos cinco primeiros números da matrícula mais se aproximarem do número sorteado, na configuração acima explanada.


Gratos.


Equipe ANAPLAB





IGUALDADE DE REAJUSTE NO BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO JÀ -vamos lá, colegas. Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, colocou em pauta o projeto que estabelece o mesmo percentual de reajuste dos benefícios, tanto para quem ganha um salário quanto quem ganha acima.
Vamos pressionar nossos deputados federais enviando emails para cada um deles. Sem união não´há força. Sem força não há vitória.

Confederação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil - COBAP - Surge a chance de igualarmos o...
www.cobap.org.br

Jornal Online de Noticias de Aposentados e Pensionistas do Brasil - COBAP - Confederação dos Aposent...

sábado, 28 de fevereiro de 2015

OVO DA SERPENTE

Antes da festejada Constituição de 1988, tida como “Carta Magna Cidadã”, em tese, o poder emanava do povo e em seu nome era exercido, depois dela, inovações modificaram o texto e passou a vigorar que: “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos da fabulosa Constituição vigente”.
De tudo isso fica o agravante: Nós elegemos os nossos “representantes”, aqueles que em teoria irão exercer o poder em nosso nome, só que eles não precisam prestar contas daquilo que fazem, pelo contrário, fazem o que querem, como querem e quando querem. Tudo o que os nossos “representantes” executam é em benefício próprio, seja recebendo propinas através de esquemas corruptos para comprar apoio político para garantir a governabilidade e se eternizar no poder, bem como, evidentemente, para locupletar-se via do enriquecimento ilícito.
Logicamente o ex-presidente Lula e a Presidente Dilma são os poderosos “Chefões”, conhecem toda a complexa engrenagem criminosa, sabendo onde os roubos continuados são executados, todo o modus operandi e como se dá a divisão do butim. As quadrilhas estruturadas sob a forma piramidal tem no topo, invariavelmente, um superior hierárquico de costas largas que avaliza as operações vilipendiosas e promete “impunidade” que não têm autonomia para cumprir, caso factual disso é o dos réus do Mensalão que naufragaram em aguas rasas, foram julgados, condenados e presos, resultando fictícia a pseudo garantia de liberdade.
Sentença punitiva análoga deverá se repetir no episódio do Petrolão, cujas investigações, em adiantado estágio, para  desespero dos lideres petistas envolvidos nos delitos que não poderão deter a marcha das apurações de todos os roubos assombrosos perpetrados pelo PT, PMDB e PP  e descobertos na Petrobras, por enquanto, algo realmente estarrecedor que, proporcionalmente, redundará em penas superiores a cinquenta anos de prisão em regime fechado, permitindo-nos antever que muita gente “famosa” vai ver o sol nascer quadrado, em breve, para o regozijo do povo brasileiro.
Após eleitos, os supostos representantes somem dos eleitores e as suas ações visam o benefício próprio, dentro da seguinte filosofia: “O povo, ora o povo”! Em português castiço dir-se-ia: que se lasque! O tal “representante” faz alguma coisa errada, por exemplo: Descumpre a lei de responsabilidade fiscal (Dilma recentemente fez isso) e os “companheiros-representantes” fazem uma outra lei para que a coisa errada deixe de ser errada para ficar certa. E o povo? Alguém presta contas dessa marafunda à sociedade?
Qualquer um do povo, em seu mundinho, quando percebe que a sua receita está menor que a sua despesa, imediatamente reduz a despesa para que esta caiba na sua receita. O grande empresário, por maior que seja, também faz o mesmo. Por outro lado, os nossos “representantes”, contrariamente à vontade dos seus representados, aumentam a receita através do aumento da carga tributária. E ai daquele representado que não prestar contas nos mínimos detalhes das suas receitas e despesas aos seus “representantes”, em obediência ao requisito pétreo intransponível: “O povo já preencheu a declaração do Imposto de Renda”?
Neste país tudo é muito louco ou, como já disse o poeta, caminha no rítimo do "samba do crioulo doido" e a coisa degringolou mesmo foi nos governos petistas com a roubalheira incontrolável e a sucessão de escândalos abomináveis. Aqui o representante não presta contas ao representado, mas é o representado que presta contas ao representante. Se o representante faz alguma coisa errada, os companheiros-representantes tornam a coisa errada em coisa certa. Se o representado paga um tributo e, sem querer, erra o código do tributo, passa o resto da vida em filas tentando explicar que não foi sonegação, que foi só um erro de digitação.
Precisamos urgentemente recuperar a posse do nosso país dos nossos “representantes” para que eles sejam, efetivamente, representantes. Esses que estão por aí usurpando e roubando as nossas empresas estatais (Petrobras) e, como de resto, o nosso país como um todo, atolando na lama da corrupção desenfreada o glorioso nome do Brasil e ainda querem que paguemos pelos estragos, merecem é mofar na cadeia!
Precisamos colocar as coisas nos seus devidos lugares. Não podemos aceitar, em hipótese alguma, o jugo petista, a ditadura bolivariana copiada de Cuba e da Venezuela, nações economicamente irrelevantes e que enfraquecem a democracia e o Estado de Direito. Sem dúvida, a esquerda petista adota a prática de resolver no grito, na marra e na violência as questões sociais, ameaçando-nos de colocar nas ruas o exército de bandidos do MST, sabidamente protegido pelo Lula em seus governos e agora acoberto pela Dilma.
Para que isso aconteça é preciso que o POVO, aquele de quem o poder emana, exerça esse poder. Chega de sermos escravos dos nossos representantes, sobretudo do PT! Vamos resgatar os bons princípios alinhados na boa e velha Constituição e fazer com que os tais “representantes” voltem a sê-lo simples mandatários. Vamos fazer o movimento inverso, ou seja, “todo o poder emana do povo, e em seu nome será exercido”, ou “fora representante safado”.
O bravateiro Lula, receoso de ser indiciado na Operação Lava Jato, deixa a máscara cair e libera o seu instinto animal, numa nítida demonstração de que o “ovo da serpente” eclodiu, ao destilar a sua verborragia inconsequente no discurso de defesa da Petrobras, onde esbravejou em estilo tosco, próprio da ausência de cultura, produzindo ilação infeliz e alucinada de comparar os delinquentes vermelhos do MST ao majestoso Exército Brasileiro. O Lula apela para a desobediência civil ao exortar o seus seguidores à violência, transformando-se em um agitador perigoso que deve ser punido pelo Judiciário, uma vez que faz apologia à bagunça e à anarquia com o uso de movimentos sociais inadequados (MST) que ferem a democracia e o Estado de Direito, fazendo reviver o seu tempo de militante sindical que muitas vivia à margem da lei. 
O PT tenta virar a mesa do jogo democrático na base da valentia, da ignorância e da força bruta, intimidando autoridades constituídas (PGR), e utilizando, como é do seu feitio, de expedientes sujos e condenáveis para atingir os seus objetivos. Certamente o Judiciário não vai se sucumbir às fanfarronices e bazofias do Lula, cuja finalidade exclusiva é de conturbar o trabalho exemplar, digno de encômios, muito bem feito pela PF e MPF, o qual merece ser fechado com chave-de-ouro e mostrar que o Brasil ainda têm bastiões da Justiça isentos de negociatas e que não ouvem o canto da sereia vermelha.
( Autor : João Rossi Neto ) 



ARROGÂNCIA E MUITA OUSADIA

     Nosso glorioso Exército verde-amarelo está se borrando nas fardas. Acontece que o todo poderoso Lula, que ninguém consegue amansar, disse nesta semana no Rio, na sede da ABI, que o PT também tem seu exército, comandado por João Pedro Stedile (que estava na plateia), um dos líderes do MST (Movimento dos Sem Terra). Pois bem: Ameaçou os nossos militares, dizendo que ele Lula e seus seguidores parariam este país se não deixarem fazer as arruaças pretendidas. Ora, que roubos que nada! Eles não existem ou se existirem, não podem parar o país. Dilma tem que levantar a cabeça e governar! Quem está mandando no país é o PT e ponto final.
Lula é mais que um simples guerrilheiro. É um revolucionário igual a Che-Guevara ou Fidel Castro! Ele está obrando sobre as nossas cabeças e não poucos o aplaudem de pé. Em contrapartida, o Exército verdadeiro está com medo ou acovardado. Vejam a Manifestação do assim chamado Clube Militar.
Clube Militar chama Lula de 'agitador'
JOSE ROBERTO CASTRO - O ESTADO DE S. PAULO
27 Fevereiro 2015 | 10h 09

Em nota, associação de oficiais da reserva rebate declarações de Lula em ato pela Petrobrás e diz que há apenas 'um exército' no País

São Paulo - O Clube Militar publicou em seu site nota em que critica duramente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por seu discurso durante ato em defesa da Petrobrás, na terça-feira, 24, no Rio. O texto chama Lula de "agitador" e o acusa de incitar a discórdia. "É inadmissível um ex-presidente da República pregar, abertamente, a cizânia na Nação", diz a nota.
A associação, composta por oficiais da reserva, se queixa da fala do ex-presidente, quando disse que os petistas também sabem brigar "sobretudo quando o (João Pedro) Stédile (líder do MST) colocar o exército dele nas ruas". A declaração foi feita durante discurso a militantes que participavam do ato, cujo objetivo era defender a estatal em razão dos desgastes provocados pelas investigações de irregularidades. Stédile era um dos presentes no ato.
A fala gerou resposta dos militares. "Neste País sempre houve e sempre haverá somente um exército, o Exército Brasileiro, o Exército de Caxias, que sempre nos defendeu em todas as situações de perigo, externas ou internas", afirma o texto, repudiando a declaração do ex-presidente.
O texto questiona ainda a real intenção da manifestação de Lula e sugere que o petista teme as investigações em curso na Operação Lava Jato. "O que há mais por trás disso? Atitude prévia e defensiva de quem teme as investigações sobre corrupção em curso?".
Os petistas que protestaram no centro do Rio são criticados por mostrarem "despreparo com as lides democráticas" e acusados de reagirem fisicamente aos que gritavam 'fora, Dilma'. "Reagiram inconformados como se só a eles coubesse o "direito" da crítica aos atos de governo".
Abaixo, a íntegra da nota:
"O Brasil só tem um Exército: o de Caxias!
Ontem, nas ruas centrais do Rio de Janeiro, pudemos assistir o despreparo dos petistas com as lides democráticas. Reagiram inconformados como se só a eles coubesse o "direito" da crítica aos atos de governo. Doeu aos militantes petistas, e os levou à reação física, ouvir os brados alheios de "Fora Dilma".
Entretanto, o pior estava por vir! Ao discursar para suas hostes o ex-presidente Lula, referindo-se a essas manifestações, bradou irresponsáveis ameaças: " ..também sabemos brigar. Sobretudo quando o Stédile colocar o exército dele nas ruas". Esta postura incitadora de discórdia não pode ser de quem se considera estadista, mas sim de um agitador de rua qualquer. É inadmissível um ex-presidente da República pregar, abertamente, a cizânia na Nação. Não cabem arrebatamentos típicos de líder sindical que ataca patrões na busca de objetivos classistas.
O que há mais por trás disso?
Atitude prévia e defensiva de quem teme as investigações sobre corrupção em curso?
Algum recado?
O Clube Militar repudia, veementemente, a infeliz colocação desse senhor, pois neste País sempre houve e sempre haverá somente um exército, o Exército Brasileiro, o Exército de Caxias, que sempre nos defendeu em todas as situações de perigo, externas ou internas."


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

ULTRAPASSOU O TOLERÁVEL

     Essa reunião não oficial acontecida anteontem entre o Ministro de Justiça e o Procurador-Geral, às vésperas da entrega da lista de políticos citados na Lava Jato, não é tolerável, posto que pode conter ameaças veladas ao senhor Procurador, instruindo-o, por exemplo, a não citar políticos maiores, do tipo do ex-presidente e da atual presidente.
     Nos últimos 30 dias, o sr. José Eduardo Cardozo, ministro de Justiça do PT, encarregou-se de fazer vários atos de proteção a marginais, começando com aquela reunião com os empreiteiros da Petrobras para que não aceitassem a delação premiada. Depois teve outra reunião com a base alugada; culminando, agora, com essas "instruções" do Planalto ao Procurador Janot. O cargo de Ministro da Justiça deveria ser momentaneamente chamado de "Ministério para livrar a pele de políticos da base alugada".





 LULA TAMBÉM ESTEVE COM O PROCURADOR-GERAL RODRIGO JANOT HÁ QUATRO DIAS, DANDO-LHE ALGUNS "CONSELHOS DE AMIGO". MAMMA MIA!!!!

     Não é mais possível suportar tanta roubalheira neste país, e as tentativas de ocultação de cadáver. Chegamos além do fundo do poço. Somente uma rebelião popular, do tipo a que está se avolumando para o dia 15 de março, poderá fazer frente ao Comando Vermelho instalado na república. O protesto dos caminhoneiros já está sendo uma prova da força que brota da consciência coletiva, de brasileiros honestos e trabalhadores que se insurgem contra esta patifaria.
     Bastaram dois meses de um segundo desgoverno para a maioria entender o erro crasso das urnas em outubro passado. Inflação geométrica, combustíveis mais caros (na contramão do mercado em que o barril de óleo cru caiu muito), sustentação política ao governo fragmentada, e tanto outros motivos. E nem foi aberta a investigação sobre o BNDES, a maior de todas as falcatruas deste desgoverno. Aliás, o presidente desta instituição esteve recentemente no Senado, implorando para barrar qualquer tentativa de CPI.
     Com certeza veremos, nos próximos capítulos, muitas novas descobertas (que não o Pré-Sal) em curso e haverá, sem dúvida, muito choro e ranger de dentes.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

"NOSSA" PREVI PODE ESTAR CONTAMINADA

     Sei perfeitamente que esta minha posição crítica frente ao nosso fundo de pensão pode me custar retaliações. Pouco ou nada me aflige sobre reprimendas ou eventuais punições. Sou livre, não tenho rabo preso com ninguém, meu único desejo é trabalhar em proveito dos colegas aposentados do PB1 e das queridas pensionistas. Ademais, "pouco se me dá que a azêmola claudique, o que me apraz é acicatá-la".
O BLOGUEIRO, MESMO SEM VISÃO DO OLHO DIREITO, LUTA DESESPERADAMENTE EM PROL DOS SEUS PREVIANOS E DAS PENSIONISTAS. ONTEM, HOJE E SEMPRE, COMBATENDO INJUSTIÇAS.

     Na mesma linha crítica, encontra-se o meu dileto amigo João Rossi Neto, que nem necessitaria incomodar-se pelo patamar que já atingiu, entretanto o faz por puro altruísmo. Meu caro João está enxergando claramente a dura realidade em que vivemos:

Pelo tom de desabafo dos meus artigos, nota-se com facilidade a minha indignação com a ladroagem, corrupção e injustiça de que somos vitimas, notamente no âmbito da PREVI. Sem outro meio mais eficaz para combater o novelo de irregularidades, o recurso é denunciar as irregularidades pelos meios ao meu alcance. Se quiser pode publicar como comentário.

                   O MESTRE, AMIGO E ANALISTA  JOÃO ROSSI NETO

O líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), disse que o novo presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, vai recuperar a credibilidade da maior estatal brasileira ... Realmente a palavra mágica para essa missão, quase impossível, de tentar reerguer a espoliada petroleira é “CREDIBILIDADE”, atributo que o Bendine não possui para transferir à Petrobras, visto que foi denunciado por irregularidades que teria cometido durante a sua gestão como presidente do BB, sendo alvo de investigação pelo MPF e, do que emergir, poderá ser impedido de exercer o seu atual cargo na petrolífera.
Evidentemente, a escolha do presidente da Petrobras deveria recair sobre pessoa ilibada, proba, de conduta inatacável, caráter acima de quaisquer suspeitas e com vasta experiência nas atividades ligadas à exploração do petróleo, qualidades que o Bendine não detém.
A Presidente Dilma colocou um serviçal de sua confiança, não para resgatar o conceito da Petrobras como meta prioritária, mas sim com o objetivo precípuo de defendê-la de eventuais acusações e para limpar as suas impressões digitais, perdidas alhures nos labirintos tortuosos desse cipoal de roubos, onde só Deus sabe aonde vai desaguar, vez que novos agentes criminosos vêm à tona no contexto dessa espiral sórdida e delituosa.
Por analogia, comparo os ratos petistas ao pessoal da corrente “xiita” do Islam. Dialogar com esses terroristas extremistas é plantar no deserto, porquanto eles são vingativos, sanguinários e colocam a violência e assassinatos como chave mestra para equacionar as ideias conflitantes, em total desrespeito aos direitos humanos e a vida. Os lulistas, dilmistas e, enfim, “petistas”, da mesma forma são incorrigíveis e recalcitrantes carnes-de-pescoço e revanchistas que roubam a própria Pátria para saciar a sua sede infinita de poder a qualquer preço.
 Veja que no início da corrupção na Petrobras o interlocutor do PT era o Delúbio que após o julgamento do Mensalão, preso, foi substituído pelo João Vaccari Neto. Consta que o mensaleiro José Dirceu nem acabou de cumprir a sua pena e mesmo no curso do Mensalão, recebeu propina do Petrolão em valor superior a R$ 4 milhões. Essa farra da prestação de serviços de consultoria fictícia, hoje é sinônimo de roubo, segundo definição da Folha de S. Paulo. Portanto, esses ladrões vorazes não param nem quando estão dormindo, posto que maquinações e arranjos sejam arquitetados durante o sono pelas suas mentes maquiavélicas.
O único jeito para vetar esse vendaval de corrupção, é extirpando o PT da Presidência da República, já que o Chefe do Executivo Federal, de uma forma ou de outra, subjuga o Legislativo (compra de base política aliada) e o Judiciário pela petetização, em especial no STF, ou seja, tudo fica dominado.

DOIS MESTRES MÁXIMOS


Blogger Blog do Ed disse...


Mestre Ari
Há anos que a PREVI promete reduzir as aplicações em ações. Se entendo bem a LC 109/01, a PREVI não poderia ter tanta aplicação em ações na forma que tem. Isso se faz com base na LC 108/01 (um dos últimos artigos) que abre essa possibilidade, no meu entender como exceção.
Edgardo Amorim Rego
24/02/15 08:16

Amigo Ari,
Fiz uma resposta ao post do eterno e competente batalhador Edgardo.

Caro Ari,

Temo que a compreensão do valoroso colega Edgardo Amorim estampada em seu post de 24/2 das 08:16 esteja levemente equivocada, dado que as aplicações financeiras dos recursos dos fundos de reservas das EFPCs são disciplinadas pelo CMN, consoante determina o artigo 9º da LC 109/2001.
Isto posto, é da alçada daquele conselho, via da Resolução 3.792/09, a fixação de limites para a alocação do dinheiro nos cinco segmentos autorizados, que são:

Segmentos/rubrica                               Limite
 Máximo (%) – Res.3792.
Renda Fixa                                               100
Renda Variável                                          70
Investimentos Estruturados                      20
Imóveis                                                          8
Operações com participantes                    15

No último balanço de 2013 (o mais recente divulgado) a PREVI possuía 60,4% em Renda Variável, o que equivale dizer que estava enquadrada dentro do limite máximo de 70% fixado pelo CMN.
Com as crises financeiras mundiais, notadamente a de 2008, a deterioração das contas públicas, recrudescimento da inflação e a crise de confiança instalada no País com a ladroagem escancarada na Petrobras, onde quadrilhas criminosas foram montadas para gerir as Diretorias esquartejadas para atender o PT, PMDB e PP, ocorrendo o enriquecimento ilícito dos delinquentes dessas siglas partidárias, sobretudo dos donos de tais agremiações.
Deste modo, não é viável e nem possível esperar, depois de vários anos, que as aplicações em ações e fundos de ações produzam resultados superavitários, mesmo em largo horizonte temporal.
O tempo das vacas gordas nas Bolsas de Valores é passado que não volta mais, e compete a Diretoria Executiva da PREVI ter bom senso, competência e tino administrativo para diversificar, em operações seguras e conservadoras, enquanto é tempo, boa parte dos quase R$ 100 bilhões que estão represados em Rendas Variáveis.
Até cegos veem o que a Diretoria Executiva não tem a humildade de enxergar. A pulverização dos riscos é estratégia que se impõe, especialmente quando o paradigma exitoso, do passado, ruiu, ficou anacrônico e não cumpre o seu desiderato.
Qualquer administrador antenado com as adversidades e reveses, sabe com certeza que é preciso adequar-se as mudanças para sobreviver e se perenizar no mercado. Na PREVI a coisa não é diferente, sendo imperioso rever a sua tática negocial e fazer os dosados e graduais desinvestimentos em ações, dividindo os recursos em Rendas Fixas e outros ativos menos voláteis.
É sabido que o Brasil não figura mais na rota dos investidores estrangeiros, os quais procuram economias estabilizadas, seguras e sustentáveis para os investimentos dos seus capitais.
Lamentavelmente, a Presidente Dilma com a sua política intervencionista em setores vitais como o combustível e o elétrico fez desmoronar todos os indicadores econômicos. Hoje, mesmo que o Joaquim Levy consiga fazer um drástico ajuste fiscal, o PIB de 2014 será negativo, o de 2015 irrisório e podemos a ter alguma evolução somente a partir de 2016, caso o Ministro da Fazenda de fato tenha autonomia para fazer as mudanças.
Nós, assistidos pela PREVI, estamos sem perspectivas em curto prazo pela falta de superávits para amparar qualquer pretensão de melhoria nos benefícios, podendo a situação se complicar, caso o superávit de 2014 fique em torno de R$ 12 a 15 bilhões. Se isso se efetivar, tal “Superávit Técnico” ficará muito aquém da Reserva de Contingência (25% sobre a Reserva Matemática) estimada em torno de R$ 34 bilhões.
Não é justo que pessoas idosas, aposentadas do BB fiquem ao sabor das oscilações claudicantes (mais para queda de preços que para alta) das Bolsas de Valores, nesse efeito gangorra, com elevados riscos de amanhecermos na rua da amargura em face da falência do nosso Fundo de Pensão.
Na realidade essa concentração suicida de dinheiro em Rendas Variáveis ocorre à nossa inteira revelia e os culpados (Diretoria Executiva e CD da PREVI) ainda recebem festejados “Bônus Anual Extra” por uma prestação de um serviço de péssima qualidade, sem o atingimento da meta atuarial de rentabilidade, em face dos malogrados resultados pífios registrados nos balanços.

Inobstante a gestão deficitária, reputo vergonhoso o atrevimento e a ousadia dos paus-mandados do patrocinador BB de colocar as suas incompetências administrativas sobre as nossas costas e de nos mandar a fatura do mau desempenho, em forma do corte do BET e retorno das contribuições, numa notória inversão de papéis, onde os inocentes assistidos da PREVI pagam a conta em lugar dos trapalhões, inoperantes e irresponsáveis Diretores da nossa EFPC.

(Colaboração do Amigo João Rossi Neto)
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MANIFESTANTES PRÓ-PETROBRAS DEFRONTE À SEDE DA ABI NESTA TERÇA-FEIRA, 24.  ESTÁ BOM DE BOLIVARIANISMO OU AINDA QUEREM MAIS? LULA ESTAVA LÁ "DEFENDENDO" A PETROBRAS.







segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

PREVI MAIS SELETIVA EM 2015

Fundo de pensão dos funcionários do BB adota discurso de cautela; Invepar será seu canal de investimento para avançar em infraestrutura

Mônica Scaramuzzo

Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, a Previ, está adotando uma postura cautelosa em 2015. O ano será de ajustes para o maior fundo de pensão da América Latina, que na semana passada anunciou o executivo do Banco do Brasil, Gueitiro Matsuo Genso, como presidente da fundação. APrevi deverá ser mais seletiva em seus investimentos para fugir de riscos, mas vai manter suas apostas em infraestrutura, apesar de o setor estar no meio do olho do furacão com a Petrobrás no centro das investigações da Operação Lava Jato.

O veículo de investimento em infraestrutura da Previ será a Invepar, empresa que responde por concessões de transporte, com foco em rodovias, aeroportos e mobilidade urbana, na qual o fundo de pensão detém 25,5% de participação. A Invepar tem como sócios os fundos de pensão dos funcionários da Petrobrás (Petros) e da Caixa (Funcef) e a construtora a OAS.
Em meio à crise pela qual a OAS passa, envolvida nas investigações da Lava Jato, a Invepar, dona do aeroporto de Guarulhos, é considerada o melhor ativo da construtora, já colocado à venda. Além da venda das participação da OAS, a Invepar também deverá passar por uma reestruturação para poder aumentar seus investimentos este ano.

Em entrevista ao Estado,Marco Geovanne Tobias da Silva, diretor de participações da Previ, que até a semana passada era o presidente interino do fundo de pensão, afirmou que a Invepar deverá receber um novo sócio. Vários fundos de investimentos já demonstraram interesse em fazer parte do capital da empresa, em um aporte que pode ficar entre R$ 1 bilhão e R$ 2 bilhões. Se concluída essa injeção de capital, de pelo menos R$ 1 bilhão, a empresa poderá investir até R$ 4 bilhões, uma vez que são investimentos alavancados.

A crise da Petrobrás, que também afetou empresas de óleo e gás, que fizeram pesados investimentos na exploração do pré-sal, levou a Previ a perder dinheiro. Mas o fundo de pensão, que tem uma fatia de 2,81% na estatal (posição de setembro do 2014), diz que, apesar das perdas com ações da Petrobrás, seus resultados continuam positivos.
A expectativa é de que a Previ encerre a contabilidade do ano de 2014 "superavitária". Em 2013, o superávit acumulado foi de R$ 24,7 bilhões. Em 2014, deverá apresentar uma redução significativa, mas ainda sim acima dois dígitos. Até setembro, estava em R$ 21,9 bilhões.

Baixo risco. Com um total de 199,2 mil participantes, entre funcionários na ativa, aposentados e pensionistas, a Previ tem ativos que somam quase R$180 bilhões, distribuídos no Plano 1 (com R$ 170,3 bilhões), e o Previ Futuro (com R$ 5,5 bilhões). Com desembolsos de R$ 9 bilhões por ano para pagar aposentadorias, o fundo de pensão não quer correr grandes riscos.

"A Previ foi um agente importante na época das privatizações (anos 1990)", lembra Geovanne. O Plano 1 da Previ, encerrado em 1998, investiu em empresas como a Vale, Telemar Participações (atual controladora daOi), CPFL e Embraer. Agora, o plano é sair de alguns negócios. Mas sem pressa para não correr o risco de vender as ações na baixa.

Em outubro passado, a Previ vendeu por R$ 616,7 milhões sua fatia de 5,07% que tinha no capital da Usiminas para a Ternium, que faz parte do bloco de controle da siderúrgica. A venda desse ativo, do qual a Previ era sócia desde 1991, foi considerado "um ótimo negócio", segundo fontes, que citaram a disputa societária entre Temium e Nippon, que tem gerado volatilidade aos papéis da companhia.

De acordo com fontes de mercado, a Previ deverá se desfazer em um futuro próximo de outros ativos "complexos", (.....). O fundo de pensão não comenta esse assunto.

Na Vale, que tem sua receita afetada pela forte queda dos preços do minério de ferro no mercado internacional, a meta é concluir o projeto de Carajás, orçado em US$ 17 bilhões, que dará maior musculatura à mineradora, e desinvestir de ativos não estratégicos.

A Previ considera que mantém exposição em importantes empresas de energia, como a Neoenergia, com 49,01% de fatia, e a CPFL, com 30,03%, mas são os setores considerados resistentes, como o de alimentos e ativos imobiliários, a atual aposta do fundo de pensão.

Na BRF, na qual detém 11,73%, a ordem é investir com cautela, com expansão calcada no mercado internacional. Os ativos imobiliários, que somam R$ 9,5 bilhões e garantem renda anual de cerca de R$ 1 bilhão, são o porto seguro do fundo de pensão.
A Previ não quer ser vista como um grande "cofre" e diz que seu objetivo é garantir a aposentadoria dos funcionários do BB.

Maior rentabilidade

O fundo de pensão deverá reduzir sua exposição em empresas ligadas ao setor de varejo, que tem enfrentado restrição de crédito. As apostas serão em segmentos mais resilientes e em ativos imobiliários.



Previ vai ser mais seletiva em 2015
Data: 22/02/2015
Veículo: O ESTADO DE S. PAULO - SP
Editoria: ECONOMIA E NEGÓCIOS
Jornalista(s): Mônica Scaramuzzo
Página: B07


Se, como diz o texto no penúltimo parágrafo, a obrigação do fundo é pagar as nossas aposentadorias, pergunto ao senhor diretor de investimentos, se a melhor estratégia não seria migrar uns 30% da renda variável para o financiamento da dívida pública que remuneram a taxas generosas, sem correr muito risco? Será mesmo que os "experts" do fundo enxergam muito mais do que nós, meros espectadores da partida?
Pelos menos nos salários há um gigantesco abismo de disparidade.