terça-feira, 26 de agosto de 2014

CONSELHO DELIBERATIVO

     Eu, você e todo o mundo já sabe da importância do Conselho Deliberativo em qualquer corporação. Na PREVI não é diferente, sendo coadjuvante essencial com relação às decisões tomadas pela diretoria. Só para termos uma ideia basta relembrar que a decisão equivocada da diretoria, em dezembro passado, precisou ter o aval do CD que, infelizmente, nem precisou lançar mão do voto de Minerva posto que nossos eleitos se deixaram passivamente influenciar pelo patrocinador. Com a chegada no CD do Antônio José de Carvalho (titular) e do Medeiros (suplente) já assistimos uma salutar mudança de atitude de parte dos eleitos remanescentes.
     Tenho insistido com o Carvalho e o Medeiros para propormos a volta do BET e a retomada da suspensão das contribuições. Me informa o Carvalho que o primeiro fica fora de cogitação, pelo menos neste ano. O que poderia ser conseguido com maior facilidade, a partir de 01.01.2015 é a volta da suspensão das contribuições. Mesmo porque os resultados estão a demonstrar que a situação da PREVI era momentânea e causada (logicamente) pela renda variável. Certamente os diretores que hoje ainda continuam nos cargos devem estar se descabelando só em pensar na besteira que fizeram ao suspender o BET e fazer voltar as contribuições. Estão certamente arrependidos de seus intempestivos atos que fulminaram com milhares de velhinhos indefesos. Bastaria dosificar o remédio: ou se mantivesse o BET com a volta das contribuições, ou vice-versa. No entanto, predomina a velha história de se achar (o Banco) dono da PREVI e apenas olhar o seu lado, como se o Banco fosse criado somente para cuidar de SEU fundo de pensão, por seu belo patrimônio.
     Acreditamos que a suspensão das contribuições será retomada em janeiro porque beneficia principalmente o patrocinador, é de seu interesse. Porém, sei que a proposta do Carvalho, novamente muito justa, é isentar somente aqueles que já contribuíram com os 360 meses, quer na ativa ou como aposentado.
Se tal proposta lograr êxito, terá sido uma das mais justas já implantadas na PREVI, porque é uma tremenda injustiça muitos terem contribuído, do próprio bolso, com 30, 35 e até 40 anos, enquanto os da ativa atualmente estão a se refestelar com a contribuição vinda dos fundo de reservas. Isto é uma vergonha!
     De sorte que doravante a preocupação maior é derrotar o partido que sabe de tudo sobre a nossa situação, mas que além disso, ainda aparelha as estatais para dela tirar todo o proveito em detrimento de seus verdadeiros donos. Votação maciça na oposição, qualquer que seja. O mais importante é tirar o poder das mãos destes nossos abutres.

domingo, 24 de agosto de 2014

SINUCA DE BICO

De: jrossineto1@uol.com.br
Enviada: Domingo, 24 de Agosto de 2014 15:55
Para: presi@previ.com.br
Assunto: BONECOS DE VENTRÍLOQUOS AGEM SEM ÉTICA NA PREVI.


Exmo. Sr. Dan Conrado.

Ilustre Presidente da PREVI.

Senhor Presidente,

 

                            Esse Conselho Deliberativo e Diretoria Executiva da PREVI efetuaram destinações da Reserva Especial (superávits), em três oportunidades, uma em 2005, outra em 2007 e a última em 2010 (R$15 bilhões), isto focando apenas o triênio que queremos destrinchar.

As duas primeiras (2005 e 2007) foram tranquilas, justas, honestas, com supedâneo na LC 109/200, onde 100% dos superávits foram canalizados corretamente para revisão do PB1 e revertidos em melhorias dos benefícios dos legítimos proprietários, já que a ILEGAL, desonesta, fraudulenta e vilipendiosa Resolução MPS-CGPC-26/008 só foi assinada pelo traidor José Pimentel em 29 de setembro de 2008.

                           Após a sua edição irregular e desrespeitosa, instalou-se o caos e emergiu o conflito de normas (antinomia) e oficializou-se o rombo nos nossos recursos financeiros para favorecer o patrocinador BB (R$ 7.5 bilhões em 24/11/10).

                          Contribuições foram suspensas no período de 01/2007 a 12/2013 e como na destinação de superávits em 2010, ninguém havia vertido nada a favor da PREVI nesse intervalo temporal, sobretudo o patrocinador BB, utilizou-se as contribuições vertidas nos últimos três exercícios (2004 a 2006) que antecederam a janeiro/2007, data do início da supressão integral, fato que ensejou a aplicação da “Proporção Contributiva” prevista no § 1º do artigo 15 da Resolução 26/2008, cuja redação foi reproduzida no final para facilitar o entendimento da matéria.

Portanto, utilizadas as contribuições do patrocinador BB  recolhidas nos anos de 2004 a 2006  para viabilizar a distribuição de superávits de 2010, caso não retomasse o pagamento das contribuições a partir de janeiro de 2014, mesmo estando a Resolução 26/2008 em vigor, as artificiais e irregulares manobras “Reversão de Valores” e ”Proporção Contributiva” não poderiam ser novamente computadas para efeito de recebimento dos 50% em futuras destinações das Reservas Especiais, a partir de 2014, posto que queimadas/consumidas na destinadas de 2010, usá-las novamente (contribuições passadas -2004/2006), efetivamente, seria empregá-las em duplicidade ou repetidas vezes, o que redundaria em absoluta IMORALIDADE, afora o fato de que soaria indevidas e inaceitáveis.

 

                           Os números da PREVI, uma vez fechados, os resultados técnicos dos balanços são analisados de forma isolada, ano a ano, sejam positivos ou negativos. Deste modo, concluo que a volta da cobrança das contribuições foi uma ordem do BB para não tisnar as normas e vetar a sua graciosa meação (50%) em futuros superávits.  De igual forma, acredito que o corte do BET também deriva de determinação do banco, sempre no seu papel de aproveitador, por vias tortuosas, de dinheiro privado, carimbado para  honrar os benefícios pactuados com o Fundo de Pensão.

                     De outra parte, nesse coliseu moderno, chamado de PREVI, os Leões são famintos, insaciáveis e os associados foram entregues as feras metafóricas. Pagam por erros administrativos equivocados dos atuais gestores, tendo como ponto estrangulador, a recalcitrante e desastrosa decisão de concentrar a maior fatia do dinheiro em “Rendas Variáveis” (+ de 60% do Ativo Total) e nós, associados, somos os únicos penalizados e submetidos, depois de velhos, aos altos e baixos das Bolsas de Valores, gerando clima de ansiedade, aflição, tristeza e angústia.

                          A situação financeira que já era péssima, insustentável, agravou-se e despencamos no abismo da insolvência total, sem margens de reabilitação e o corte dos 24,8% nos benefícios foi o pingo d’água que faltava para transbordar o copo, ratificado o adágio de que àquilo que é ruim pode piorar.

                      Os cenários econômicos do passado não servem para o presente. Antes as Rendas Variáveis produziam altas rentabilidades e mascarava a incompetência dos dirigentes, mas, hoje, a conjuntura hodierna é outra, as situações favoráveis ruíram em consequência das crises financeiras mundiais e os defeitos de gestão aparecem com o não atingimento das metas de rentabilidade (5% + INPC), evidenciando táticas negociais mal calibradas.

                     As aplicações em Rendas Variáveis (Bolsas de Valores) sempre foram e são negócios de elevadíssimos riscos, agora agravadas depois da emblemática crise de 2008, ainda não debelada, resultando em baixa rentabilidade e desinvestimentos complicados.

                          Desfazer-se de grandes volumes de Ativos descartáveis (ações) é quase impossível. Investimos exagerado em ações e criamos armadilha própria e intransponível. A sinuca é de bico e o preço para sair é alto, podendo redundar em expressivos prejuízos, caso a desmobilização não seja gradual. Inundar o mercado com ações negociáveis e fechar vendas é suicídio e efetivação concreto de prejuízo, eis que sai do déficit contábil, virtual, para uma realidade negativa, nua e crua.

 

                        O pior cego é aquele que não quer ver a tragédia iminente. Enfim, os tempos são outros, sendo imperioso adequar-se aos novos rumos do mercado mundial, diversificando as aplicações financeiras para coibir déficits.

                          Essa Caixa com essa insistência absurda e irresponsável de manter o grosso dos recursos em ações e fundos de ações, sem dúvida, transformou-se em uma máquina de fabricar doentes mentais. O Corpo Social está em processo de ebulição e pode explodir a qualquer momento, utilizando como arma democrática, o poder do “Voto” nas urnas contra as ações nocivas praticadas pelo Governo da situação, coadjuvado pelo seu lacaio BB.

                          Tomem medidas corretivas necessárias, enquanto podem, revisando a rota dos planejamentos estratégicos, minorando o massacre aos associados, tendo em vista que o Governo e o patrocinador BB não são donos da PREVI, as ordens deles emanadas são verbais, sem recibos, impressões digitais e outras provas cabais, suficientes para comprometê-los e são vocês, Diretores Executivos, que poderão ser processados, amanhã, por “Gestão Temerária”. Em suma, deem a César o que é de César, ou seja, ao Corpo Social o que lhe é de direito. Aguardamos análise e providências urgentes sobre o aqui exposto.

 

 “Da Proporção Contributiva

Art. 15. Para a destinação da reserva especial, deverão ser identificados quais os montantes atribuíveis aos participantes e assistidos, de um lado, e ao patrocinador, de outro, observada a proporção contributiva do período em que se deu a sua constituição, a partir das contribuições normais vertidas nesse período.

§ 1º Na hipótese de não ter havido contribuições no período em que foi constituída a reserva especial, deverá ser considerada a proporção contributiva adotada, pelo menos, nos três exercícios que antecederam a redução integral, a suspensão ou a supressão de contribuições, observada como limite temporal a data de 29 de maio de 2001”.

 (Correio eletrônico enviado a Dan Conrado, por João Rossi Neto)

sábado, 23 de agosto de 2014

BB GULOSO É QUEM MANDA

     Na tentativa de  retornar o BET interrompido sem necessidade, assim como a suspensão das contribuições, alguém lembrou muito bem num comentário da postagem anterior que há de se obter a anuência do patrocinador.
                                   CHARGE CREDITADA AO BLOG DO MEDEIROS

     Ocorre que se uma proposição der entrada no CD (Conselho Deliberativo), órgão máximo da PREVI, o BB está ali representado pelos conselheiros Robson Rocha (aquele do voto de Minerva, seu suplente é Carlos Eduardo Leal Neri), Alexandre Corrêa Abreu, suplente Eduardo Cesar Pasa, e Paulo Roberto Lopes Ricci, suplente Carlos Alberto Araújo Netto. Neste caso, a aprovação do patrocinador estaria implícita na aprovação do retorno do BET cuja interrupção foi uma medida precipitada. Quanto à suspensão das contribuições poderia ser levada a cabo somente para os aposentados,  mantida a cobrança ao patrocinador e dos ativos. Já sugeri a presente ideia ao Conselheiro eleito de minha chapa Antônio José de Carvalho e a seu suplente José Bernardo de Medeiros Neto, já na próxima reunião do CD, dia 29.
     Ficamos na expectativa de que algo novo possa nos ajudar antes mesmo das eleições de outubro. Um grande abraço a todos e um ótimo final de semana.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

CABE VOLTAR ATRÁS

     É sempre prudente quando se pratica uma injustiça que afeta tantas pessoas, retornar ao ponto do erro e corrigir o malfeito. Esta assertiva se aplica integralmente à diretoria e ao Conselho Deliberativo da PREVI. Não me refiro ao hediondo bônus, execrado e malfadado por todo o corpo associativo, mas ao corte indevido do BET e à volta das contribuições.
     Os atores e atrizes que participaram da farsa, Célia, Zanon e Haroldo pelos eleitos no CD; os diretores Paulo Assunção, Vitor Paulo e Marcel e demais indicados pelo BB nos dois colegiados. Célia, Paulo e Vitor estão fora. Caberia ao Décio, à Cecília e ao Carvalho iniciarem a discussão imediata da volta do pagamento do BET, retroativo a janeiro e a imediata suspensão das contribuições. Os novos indicados pelo Banco certamente iriam aceitar, até mesmo para ofuscar a péssima imagem deixada com a implantação do bônus.
     Razões há de sobra para esta proposição. O PT, responsável por esta bagunça na economia, vai cair em outubro; a bolsa de valores vai se valorizar cada vez mais porque sabe que o próximo governo vai ser austero; o corte de gastos é programa da oposição; e o nióbio vai ser a nossa grande salvação.
     Então eu convoco os eleitos a tomar esta atitude corajosa e necessária. Não tenham medo de nada. Nós temos um contingente enorme nos dando suporte. Mais de 60.000 que votaram na oposição nas eleições de maio, agora nos exigem esta medida arrojada. Vamos agir Cecília, Décio e Carvalho. A hora é agora!
Vamos bater chapa! Vamos confrontar os números! A situação da PREVI já é de restabelecimento das reservas. Vamos que vamos!

"Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo; mas qualquer um pode recomeçar e fazer um novo fim."  (Chico Xavier)
              CECÍLIA, DÉCIO E MEDEIROS NO DIA DOIS DE JUNHO NA PREVI.

COMENTÁRIO QUE VALE POSTAGEM

     Observem que bela manifestação do colega e notável amigo João Rossi Neto, numa inequívoca sensibilidade ao analisar situações que constantemente nos atormentam:

Anônimo João Rossi Neto disse...

Mestre Ari,

Em diversas oportunidades, vi colegas desanimados e com justa razão, com a falta de ética, de transparência e da falta de vergonha na cara, dos INDICADOS pelo BB para atuar no Fundo, os quais nos lesam, dilapidando os nossos recursos estocados na Fiel Depositária PREVI para quitar as aposentadorias, em favorecimento do patrão Governo/BB, inclusive com o uso recorrente do privilegiado Voto de Minerva, ferramenta aprovada aos patrocinadores, pela IMORAL LC 108/2001 que coloca os participantes de joelho, pois configura um deplorável ENTULHO AUTORITÁRIO.

Foram golpes engenhosos (Res. 26/2008) e tramados por delinquentes do colarinho branco, com largo conhecimento em Previdência Privada, pagos regiamente, todavia, não passam de pessoas sem escrúpulos, meros "sabujos" que se vendem e prestam os serviços sujos e rasteiros, subtraindo o dinheiro dos aposentados com artimanhas jurídicas de quinta categoria, porém eficientes.

Pois bem, diziam os colegas, sofridos e castigados pelo "relho governamental" que o ininterrupto e hercúleo trabalho feito nos BLOGs, de forma gratuita, por amor à causa -- defesa intransigente dos direitos dos associados -- não surtiam os resultados almejados e que a Diretoria Executiva da PREVI não dava a mínima atenção para as publicações, pautando-se pela máxima: "Enquanto os cães latem, a caravana passa".

Ocorre que restou provado o contrário, eis que incomodado com as criticas veiculadas nos BLOGs sobre o BÔNUS para os Diretores, o próprio Presidente, O Imperial, Dan Conrado, levantou-se do seu majestoso "Trono" do Palácio de Cristal e veio apresentar falsas justificativas aos participantes, claro que inaceitáveis, mas se deu ao trabalho de prestar contas.

O jogo democrático funciona desta maneira, os prejudicados denunciam as tramoias, registram o repúdio e protesto contra os malfeitos orquestrados e ou buscam a reforma das irregularidades na Justiça. Tudo tem que ser feito corretamente, de forma civilizada, legal e ordeira, vez que não podemos vencer pela valentia ou pela Lei de Talião.

Devemos, sim, valorizar os canais de comunicações e usá-los à medida das nossas necessidades, dado que as redes sociais são realidades que vieram para ficar, os contatos são em tempo real, globais e já se tornaram um patrimônio da humanidade.

Contudo, nem tudo que brilha é ouro. É preciso sempre ter a cautela e prudência de verificar as fontes das matérias divulgadas, não as tendo como verdades absolutas, sob pena de propagarmos intrigas e calúnias indevidas.

Por fim, antevejo que a BOVESPA, hoje, vai bater o seu record após crise financeira mundial de 2008, fechando o pregão com mais de 59.000 pontos, ou seja, um pulo para o emblemático número: 60.000 pontos. Parodiando o inoxidável amigo Divany, tudo indica que este ano vai chover na nossa roça.
   
21/08/14 12:21





quarta-feira, 20 de agosto de 2014

PSDB ATACA PT PELOS BÔNUS NA PREVI

      O que esperamos firmemente é que a notícia abaixo, publicada no site do PSDB, não seja somente um ataque eleitoral, mas, sobretudo, uma nova e diferente conduta deste partido em direção a uma nova abordagem quanto aos fundos de pensão. Eu tomo esta matéria como um compromisso do candidato Aécio Neves de mudar a legislação hoje existente (Resolução 26, ítens da LC 108 que retiraram o corpo social da administração efetiva da PREVI, etc.)
Vamos cumprir o que prometem e fazer diferente, não é FHC? Somente criticar não basta. Se chegarem ao poder, MUDEM! 

PT garante bônus para caciques da Previ

19 de agosto de 2014 
Banco-do-Brasil-Foto-George-Gianni-1


Em razão da má rentabilidade de seus ativos no ano passado, a Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil) suspendeu este ano o pagamento de um benefício, o BET (Benefício Especial Temporário), e voltou a cobrar contribuições de seus participantes. Apesar disso, os diretores da instituição decidiram conceder a si mesmos um bônus de R$ 500 mil, retroativo a 2011.
O descalabro é mais uma prova da péssima gestão que o PT adota nas empresas públicas, com medidas ideológicas que favorecem alguns poucos – em geral pessoas ligadas ao partido – e prejudicam muitos.
Mas o que o PT tem a ver com essa decisão da Previ? É simples. O conselho da Previ é composto por um presidente e seis conselheiros, dos quais três são eleitos pelos funcionários do BB e três são indicados pela diretoria do banco, ou seja, pelo governo. Os três conselheiros eleitos pelos funcionários votaram contra esse bônus milionário. Os três indicados votaram a favor. A decisão pró-bônus, então, foi tomada com o voto de minerva do presidente do conselho, também indicado pelo governo. Mais especificadamente pelos caciques do PT, que aparelharam não só o Banco do Brasil, como também as demais estatais que deveriam pertencer a todos os brasileiros.
A insatisfação com a influência do PT na entidade é muito grande. Pela primeira vez em 14 anos, a facção majoritária do Sindicato dos Bancários, ligada ao partido, perdeu uma eleição para a diretoria e os conselhos.
Todo bônus deve ser atrelado ao desempenho dos diretores que vão recebê-lo. Isso torna o caso da Previ ainda mais escandaloso. Porque o desempenho no ano passado foi pífio, com um buraco de R$ 4 bilhões, obrigando a instituição a suspender o BET e a voltar a cobrar contribuições dos participantes. Estas estavam suspensas desde o superávit registrado pela Previ em 2010. E o BET vinha sendo pago desde a mesma época para 118 mil funcionários e pensionistas do banco.

DUAS CAMISAS

O título que também pode ser DUAS GALINHAS.

"Quando a gente pensa que sabe todas as respostas, vem a vida e muda
todas as perguntas." Pura realidade ...

"Se você tivesse dois apartamentos de luxo, doaria um para o partido?"
- "Sim" - respondeu o militante.
- "E se você tivesse dois carros de luxo, doaria um para o partido?"
- "Sim" - novamente respondeu o valoroso militante.
- "E se tivesse um milhão na conta bancária, doaria 500 mil para o partido?"
- "É claro que doaria" - respondeu o orgulhoso companheiro.
- "E se você tivesse duas galinhas, doaria uma para o partido?"
- "Não" - respondeu o camarada.
- "Mas porque você doaria um apartamento de luxo se tivesse dois, um
carro de luxo se tivesse dois e 500 mil se tivesse um milhão, mas não
doaria uma galinha se tivesse duas?"
- "Porque as galinhas eu tenho."

Como disse o Presidente francês Jacques Chirac sobre o Lula:
" - Para o Presidente Lula, o que é dele é dele, e o que é dos outros pode ser dividido."

Esperidião Amim (ex-governador de SC), disse:
" - O pior atentado que se pode cometer contra Lula, além de alvejá-lo com um mortífero dicionário, é atirar-lhe uma Carteira de
Trabalho."