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quinta-feira, 24 de maio de 2018

O PRÉ-FIXADO NA CRISTA DA ONDA


Notícias

29/11/2017

A força do mútuo

O diferencial que faz a Previ mais forte.

O mutualismo é uma forma de associação solidária baseado na reciprocidade e na distribuição de cooperativa de riscos entre os seus participantes. Este é o fundamento base de entidades como a Previ, que em 1904, pelas mãos dos seus 52 associados fundadores, instituiu a seguridade social no País, antes mesmo da criação do INSS, antecipando-se às mudanças sociais e às necessidades de seus participantes.
Ainda nos dias atuais, espírito do mútuo e da solidariedade seguem presentes e permitem a oferta de produtos e serviços em condições favoráveis aos participantes da Previ, como o Empréstimo Simples, por exemplo.
Assim, ao contrário do que acontece no mercado financeiro, em geral, onde os custos das operações com empréstimos aumentam na mesma proporção do risco dessas operações - em função, por exemplo, da idade dos mutuários –, na Previ este custo é suavizado pelo efeito da solidariedade presente no mútuo.

Risco dividido

Com base neste conceito, o risco é dividido entre todos os associados do Plano de Benefícios, de forma que os participantes das faixas de maior risco não precisam custear sozinhos o custo integral dessas operações, como pode-se observar na tabela abaixo, que descreve a incidência do FQM (Fundo de Quitação por Morte) nas diversas faixas de risco, com e sem o efeito da solidariedade.

SIMULAÇÃO
Taxas de FQM - R$ 160 mil / 120 meses
Até 59 anos60 a 64 anos65 a 69 anos70 a 74 anos75 a 79 anos80 a 84 anos85 a 89 anosA partir de 90 anos
Taxas sem solidariedade (%a.a.)0,33%0,62%0,98%1,86%3,14%4,96%7,82%13,13%
Taxas com solidariedade (%a.a.)0,60%1,00%1,20%2,50%3,50%4,00%4,50%5,00%

Como consequência, os participantes nas faixas de menor risco, têm um custo ligeiramente maior que aquele calculado atuarialmente para suas faixas, o que propicia a cobrança de taxas menores para os participantes nas faixas de maior risco, e para si mesmos, ao passo em que suas idades aumentam e passam a integrar faixas de maior risco, diluindo o custo do FQM no decorrer do seu período de relacionamento com a Previ.
OPERAÇÕES DE EMPRÉSTIMO
Quantidades e Valores por Faixa Etária
Até 59 anos60 a 64 anos65 a 69 anos70 a 74 anos75 a 79 anos80 a 84 anos85 a 89 anosA partir de 90 anos
Quantidade17.95912.5199.3364.8414.0352.3301.203576
Saldo devedor (R$ Bilhão)1,561,030,830,480,420,200,080,03

A força do mútuo faz com que a união dos esforços de cada participante produza os melhores resultados para a coletividade dos associados da Previ, tornando nossos planos, produtos e serviços mais eficientes, seguros e sustentáveis.

     Aqui entra a possibilidade da PREVI ganhar mais e o associado, por consequência, receber mais opções de crédito. Para comprovar essa assertiva (o leitor já descobriu que falo da modalidade PRÉ-FIXADA), vamos tomar de paradigma o FQM da faixa mais alta (acima de 90 anos = a 5% ao ano). Tal percentual equivale a 0,42% ao mês (arredondados). É o mesmo percentual mensal do atuarial (que é o ganho real da PREVI). Ora, como o FQM hoje cobrado é o solidário (a faixa até 59 anos paga 0,60% ao ano = 0,05% ao mês) possui um percentual quase insignificante.
Importante ressaltar que é nesta faixa (até 59 anos) onde se encontra o maior volume de contratos (17.959) com recursos de 1 bilhão e 560 milhões de reais. Já o segmento que tem o FQM mais alto tem apenas 576 contratos com aplicação de somente 30 milhões de reais. Que se quer ressaltar com isto? Simples, se a FQM e o INPC são baixos, o atuarial evidentemente sobe de 0,42% ao mês para, no mínimo, o dobro, considerando uma taxa pré-fixada de 1,30% ao mês. 
      Para concluir, a taxa atuarial passaria, no mínimo para 10% ao ano, tornando um investimento mais atrativo para o fundo, preservando a FQM embutida conforme as faixas acima. Esta taxa (1,30% ao mês) é a mais baixa do mercado. E sem a complexa contabilização dos diversos segmentos de contas da pós-fixada. No primeiro e no segundo ano a prestação fica um pouco acima na pré-fixada mas depois começa a cair porque é fixa.
      O nosso fundo precisa acordar. Não pode ficar jogando dinheiro pelo ralo. Já recusam o débito de mensalidades na folha de associações (perda de receita) e agora hesitam em aplicar esta nova modalidade tão reclamada pelo corpo social. Obviamente, não se trata de substituição do modelo pós-fixado, absolutamente não. É mais uma forma de empréstimo a qual poderia até ser implantada experimentalmente.
VAMOS NESSA IMPLANTAR ESTA NOVA MODALIDADE, COLEGAS MARCEL, MÁRCIO E GOTO?

terça-feira, 22 de maio de 2018

NORMA PODE AFETAR PREVI NA ÁREA IMOBILIÁRIA

https://www.discrepantes.com.br/2018/05/21/norma-pode-vetar-imovel-em-fundo-de-pensao/


     No link acima podemos ler detalhes de uma possível reforma da resolução 3792, do CMN, Conselho Monetário Nacional, a qual prevê a extinção da aquisição de imóveis físicos por parte dos fundos de pensão. A reunião está marcada para o dia 24.05 (quinta-feira) e se não houver alteração no projeto, os fundos poderão aplicar neste segmento somente através de fundos imobiliários.
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"Conforme Raphael Santoro, líder de investimentos da Mercer Brasil, a Previc parece estar preocupada com a questão da liquidez desses ativos físicos. "É uma questão sensível aos fundos, pois alguns planos mais maduros podem enfrentar dificuldades com a baixa liquidez dos imóveis."
O regulador também pretende poupar as fundações de administrar carteiras de imóveis, diz Santoro. "A Previc quer que os fundos sejam mais diligentes em seus investimentos", pondera.
Em relação à carteira imobiliária atual dos fundos de pensão, não há previsão de que as entidades tenham de limpar os portfólios, mas a tendência, segundo um gestor, é que, de maneira gradual, os ativos de tijolos acabem se transformando em aplicações estruturadas. As cinco maiores fundações no Brasil carregam um estoque de R$ 21,5 bilhões em investimentos imobiliários."
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      Não tenho os números exatos mas em São Paulo há empreendimentos do nosso fundo cujos valores são parecidos com os aplicados no ES (operações com participantes). Só para lembrar ao nosso fundo que aplicar mais no empréstimo simples não encontra nenhuma restrição.

domingo, 20 de maio de 2018

PERCALÇOS, OBSTÁCULOS E CONTRATEMPOS

   O foco na transparência, ou na falta dela, é a nossa via-crúcis em nosso fundo de pensão. Como exemplo, o corpo social não consegue dar um simples palpite sobre onde e como é investido nosso patrimônio.

    O caso mais emblemático é o ES. Essa tecla já está gasta de tanto uso. Por causa dela, eu e o amigo João Rossi Neto, já sofremos processo judicial e fomos penalizados porque usamos palavras consideradas "duras" pelo magistrado. Mas como utilizar palavras "brandas" numa batalha inglória? Deveríamos dizer "vossa excelência" ou o "nobre colega" para expressar um sentimento de revolta. É o politicamente correto.

  Focando no ES, estes quase 5 bilhões aplicados (representam 3% do ativo da PREVI) são considerados "a menina dos olhos" dos investimentos. Só dão lucros, nunca prejuízos. E se houver uma simples ameaça à inadimplência, aperta-se o torniquete do FQM como válvula de escape a perdas, como se estas perdas fossem diferentes daquelas havidas na 7Brasil, nos investimentos estruturais (aeroportos), na carteira imobiliária (CARIM) ou mesmo em nossa maior fatia de investimentos, a Cia Vale do Rio Doce. Se, eventualmente, tivermos pequenos prejuízos no ES não terão jamais a relevância dos demais 97% dos investimentos. Afinal, os "causadores" de eventuais prejuízos serão os próprios donos do dinheiro emprestado. Os argumentos são irrefutáveis: Aumentem o prazo e o limite, emprestem mais no ES, atinjam os 10% dos 15% previstos; e todos os problemas dos associados estarão resolvidos, pois não buscarão mais créditos em outros lugares, seguramente com juros bem maiores. Se for o caso para o incremento, que se crie a modalidade pré-fixada, com juros de 1,30% ao mês, numa nova modalidade "C" posto que existe ES-A, ES-B, sendo o pré-fixado o ES-C. Com certeza os tomadores iriam "esquecer" as demais ofertas de crédito das demais instituições financeiras. O santo de casa faria milagres.

      Contudo o nosso fundo é turrão. E a ordem para assim agir vem de cima, do patrocinador. Ele se considera o senhor absoluto. É como ele quer e pronto! A Assessoria Accenture esteve na PREVI. Deu consultoria somente na área administrativa. Não apitou na área de investimentos. É possível que administrativamente tenha freado eventual descontrole de gastos. Era mais do que necessário. Foi feito o correto.

   Na aplicação dos recursos tem um só soberano: o Banco do Brasil. A falta de transparência está intimamente conexa à ação do patrocinador. Interessa a ele que a coisa caminhe camuflada. Que não haja questionamentos por parte dos eleitos, que muito bem remunerados se curvam ante esta exigência. Nos bastidores, é claro! Porque nas aparências reina a mais pura paridade (democracia) com a ressalva que a nossa metade eleita (pelo voto) diz "amém" ao bondoso Rei BB. O dr. Medeiros já o apelidou de "guloso" por desejar os manjares todos para si.

       Portanto, quando a chapa eleita diz que deseja "melhorias" no ES, faz mero jogo para a torcida (as urnas) com o intuito de vitória. Não teremos melhorias coisa alguma! Continuará tudo como dantes no quartel de Abrantes! Mudar para que? Para o BB perder os empréstimos que faz junto a este maravilhoso público? Deixa de bobagens Arizinho! Não te metas na minha seara! Para corroborar, meses atrás uma agência do BB ligou para o amigo Nelson F. N. propondo-lhe que liquidasse seu ES na PREVI com um prefixado do BB, à taxa de 1,37%, convencendo-o de que em 96 meses seria mais vantajoso do que o ES da PREVI. E no pré-fixado torna-se mais vantajoso mesmo, por mais incrível que possa parecer.

     Nossa luta é desproporcional. Não se iludam. Estamos lutando muito mais contra um lobo do que contra um cordeiro. É hora de acordarmos. Só mais uma "novembrada neles!", não é mesmo amigo Gilberto?
HOJE A NOSSA NOVEMBRADA NÃO É CONTRA O REGIME MILITAR (1979 em Florianópolis); É CONTRA O REGIME IMPOSTO PELO BANCO DO BRASIL NA PREVI.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

"IN A BAD SITUATION"

Diagnóstico aponta principais desafios da Cassi 

Matéria veiculada na AGN – agência de notícias internas do BB, em 16/05/2018

A atual situação econômica e financeira da Cassi tem levado o Banco do Brasil a enviar uma série de boletins aos associados nos últimos meses. As iniciativas de comunicação do BB buscam esclarecer os associados, ativos e aposentados, sobre os temas que fizeram com que o Plano de Associados da Cassi apresentasse sucessivos déficits nos últimos anos. Somente em 2017, o resultado recorrente apresentou um saldo negativo de R$ 622 milhões.

Os déficits do Plano de Associados originam-se do fato de que as receitas correntes não têm sido suficientes para fazer frente ao crescimento das despesas com consultas, exames, internações e outros procedimentos médicos e hospitalares. Por conta disso, as reservas financeiras da entidade esgotaram-se no final do ano passado. Como solução provisória, o Banco do Brasil antecipou receitas para o Plano de Associados, no valor de R$ 323 milhões, referentes às contribuições futuras do 13º salário dos anos de 2018 a 2021.

Esses recursos adicionais destinados pelo BB têm sido consumidos mensalmente. A previsão da Cassi aponta que, se nada for feito, no segundo semestre deste ano, as reservas financeiras do Plano de Associados estarão novamente esgotadas. Portanto, não haverá mais recursos para cobrir os déficits mensais, podendo comprometer a assistência médica aos associados.

Diagnóstico

Para melhor compreender a extensão dos desafios da entidade, o Banco - a partir de memorando de entendimentos com entidades representativas dos funcionários e dos aposentados - contratou uma das principais empresas de consultoria do país, a Accenture, que estudou profundamente os números, os processos e a governança da Caixa de Assistência.

O diagnóstico da Accenture aponta a necessidade de melhoria da eficiência operacional e ajustes na arquitetura organizacional e no modelo de custeio. Além disso, as soluções para a entidade passam pela necessidade de encontrar novas fontes de receitas e pelo aprimoramento da relação com os prestadores de serviços, o que impõe uma melhor gestão das despesas com hospitais, clínicas e laboratórios. Só o aumento das receitas não é suficiente para reequilibrar o Plano de Associados. É preciso garantir também um enorme esforço de eficiência que projeta economia de recursos da ordem de R$ 3,3 bilhões em 10 anos.

Diante de sua relevância, a íntegra do estudo da Accenture foi disponibilizada no  site da Cassi, no menu “Associados” (basta digitar o email cadastrado e senha). O associado também pode acessar um índice remissivo do Diagnóstico no site bbnegociacaocoletiva.com.br, seção Informativos. “É fundamental que todos leiam esse material para que possam fundamentar sua opinião sobre os desafios da Cassi”, afirma João Gimenez, gerente executivo da Diretoria Gestão de Pessoas.

O objetivo do BB com esse esforço de comunicação é estimular o debate sobre a sustentabilidade da Caixa de Assistência, principalmente por meio da apresentação dos temas que têm impactado a atuação da Cassi.


quarta-feira, 16 de maio de 2018

O BOM FILHO NÃO FOGE À LUTA

     Amigos iguais aos que tenho são impagáveis. Merecem qualquer sacrifício. Tinha decidido parar, não vou fazê-lo, não vou fazer o desejo do inimigo. Como diz o poeta: "A vida é combate que os fracos abate; os bravos e fortes só pode exaltar." Os preciosos amigos, conselheiros insubstituíveis, dão-me a certeza de ficar e prosseguir. Não será um desqualificado qualquer, um lixo a quem devo enviar ao aterro sanitário, em definitivo, que far-me-á esmorecer. O 'Arizinho' continua com assuntos previanos para desespero dos meus algozes. Infelizmente, para não incomodar-me mais, vou ter que impedir a participação de anônimos. Os bons pagam pelo iníquo mas é preciso que assim seja. Não esqueçamos que "o mundo jaz no maligno" como diz a apóstolo João. Por outro lado, os assuntos aqui tratados não serão exclusivos de PREVI/CASSI, podem ser ecléticos.
       Quero agradecer as comoventes declarações de solidariedade. Dizer que o blog faz parte de sua leitura diária obrigatória já me é suficiente para encher-me de brios e desejos de continuar. O que recebo em troca de meu trabalho não tem preço. Se eu falasse a língua de Trump diria que é "priceless".
           Só para colocar um tempero de manjericão nesta prosa, devemos lembrar que a recente eleição em nosso fundo não encerra os visíveis problemas existentes, antes muito pelo contrário. Vamos continuar comentando nossa delicada situação ante os inúmeros casos estruturais dos quais somos vítimas. Ontem mesmo recebi um telefonema de alguém do sul do Brasil sugerindo-me uma nova "Novembrada". Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Nossa obrigação é cobrar dos novos eleitos suas promessas de campanha. E a contínua falta de transparência.


terça-feira, 15 de maio de 2018

ESTOU INDO EMBORA

Caros colegas,

Estou me despedindo dos assuntos que sempre nortearam este blog. Cansei de ser vilipendiado. Apanhei demais pela causa. Materialmente nada ganhei, somente perdi. Minha alegria foram os amigos inesquecíveis que arranjei aqui. A eles e somente a eles minha eterna gratidão.
PREVI e Banco do Brasil me odeiam. Não posso continuar com esta inimizade. Mas o fator mais relevante que me fez tomar esta dura decisão foram as mais recentes participações de um "anônimo" que na sequência de suas manifestações, 20 no total, que não foram publicadas, deixa transparecer quem é. Vou continuar com assuntos escatológicos. Sei que a audiência deverá rarear. Porém, muito melhor me sentirei neste ambiente do que neste em que acabo de desligar o disjuntor.

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Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIFICULDADES NOS FAZEM MAIS FORTES": 

Se a Afabb Rs tem as mensalidades debitadas, a incompetência é da Anaplab mesmo porque a afabb rs também É combativa, portanto, presidente vamos trabalhar pra resolver isso, o problema está com a anaplab 

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Ari Zanella em 11/05/2018 17:58

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIFICULDADES NOS FAZEM MAIS FORTES": 

Eu particularmente acho que o problema é a incompetência do Presidente da Anaplab que só trabalha em benefício próprio 

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Postado por Anônimo no blog Ari Zanella em 11/05/2018 17:39

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O BB está certíssimo. Vai que se abre a caixa - preta dessa associação e leva o cordeiro BB ao sacrifício, sem culpa, só para desmoralização. Como dizia o evangelista Marcos: "nada trás tanta desgraça quanto a traição de um "amigo"". 

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Ari Zanella em 11/05/2018 18:15

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIFICULDADES NOS FAZEM MAIS FORTES": 

Como associado estou indignado em ter que pagar boleto ao invés de debitar na conta no BB, o Presidente da Anaplab tem obrigação de resolver isso 

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Ari Zanella em 11/05/2018 21:12

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A falta de gestão na Anaplab assusta . Como pode todas as outras associação, conseguirem débito em conta no BB? E somente a Anaplab não. A associação da Iza consegue, a Iza é mais combativa ainda que a Anaplab , portanto onde está o problema ? Porque só a Anaplab ? Sr. Presidente , resolvi isso 

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Ari Zanella em 12/05/2018 09:49


Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIFICULDADES NOS FAZEM MAIS FORTES": 

Quando leio a matéria acima, e vejo Mestre que o problema é com o Presidente da Anaplab e não com a associação, nos os associados não deveríamos pagar por isso . Em qualquer empresa quando o Presidente atrapalha, ele não é demitido? Sim. 

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Ari Zanella em 12/05/2018 12:17

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Realmente muito triste ver a nossa associação que até conselheiro na Previ tinha, agora perder prestígio 

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Ari Zanella em 12/05/2018 12:49

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIFICULDADES NOS FAZEM MAIS FORTES": 

Colegas aposentados precisamos todos tentar entender porque isso está acontecendo somente com a Anaplab, a Afabb Rs consegue. A Afabb Rs do Dr Medeiros também tem ação contra Previ e BB , porque só a Anaplab não pode ter o débito na conta ? 

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Ari Zanella em 12/05/2018 13:10

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIFICULDADES NOS FAZEM MAIS FORTES": 

Ainda não me conformo, porque somente com a Anaplab? Afabb Rs foi a grande patrocinadora de ações de cesta Alimentação, portanto não justifica aceita Afabb Rs e anaplab não 

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Ari Zanella em 12/05/2018 13:36

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIFICULDADES NOS FAZEM MAIS FORTES": 

É muito triste tudo isso . Mestre, essa ação unilateral do BB vai comprometer a nossa arrecadação mensal? 

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Ari Zanella em 12/05/2018 13:58

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Já não estaria na hora de fazer uma fusão da Anaplab com a Afabb Rs? Eles conseguiriam administrar muito melhor a entidade 

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Ari Zanella em 12/05/2018 16:34

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13:10 É 13:36 a única explicação para isso seria o desgaste do Presidente, para o bem da nossa associação ele deveria renunciar, colocando talvez a Jane ou a Dona Rosalina pessoas respeitadas 

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Ari Zanella em 12/05/2018 17:32

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIFICULDADES NOS FAZEM MAIS FORTES": 

"no caso da ANAPLAB mensalmente o BB transfere de minha conta para a Associação o valor estabelecido a título de "mesada" ou algo semelhante"

Boa sugestão nesse caso deveria chamar "mesada do Presidente " bem apropriado 

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Ari Zanella em 12/05/2018 17:39

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIFICULDADES NOS FAZEM MAIS FORTES": 

A Apprevi não tem esse tipo de problema la tem uma gestão muito eficiente, talvez seja o caso de fazer uma fusão das duas associação 

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Ari Zanella em 12/05/2018 17:45

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIFICULDADES NOS FAZEM MAIS FORTES": 

13:10 veja que é possível ser combativo como a Afabb Rs e não atrapalhar a associação. 

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Ari Zanella em 12/05/2018 17:51

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIFICULDADES NOS FAZEM MAIS FORTES": 

Sr. Presidente , vossa senhoria não se constrange em ser anuncia associação que não tem débito na conta no BB? A justificativa que é combativa não convence , outras associação também tem ação contra o BB e Previ, e mesmo assim tem débito em conta . Não tá na hora de pedir pra sair ? Colocar alguém competente, eleito pelos associados da Anaplab para gerir ? 

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Ari Zanella em 12/05/2018 17:58

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIFICULDADES NOS FAZEM MAIS FORTES": 

Continuarei com certeza a autorizar debito em conta a esta instituição respeitada e querida por todos Arriba ANAPLAB.
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Ari Zanella em 12/05/2018 19:49

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIFICULDADES NOS FAZEM MAIS FORTES": 

Professor, quem planta vento colhe tempestades, portanto está na hora de repensar a atuação, como outros associação também combativa conseguem?

Altair, Formiga MG 

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Ari Zanella em 12/05/2018 19:51

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIFICULDADES NOS FAZEM MAIS FORTES": 

Eu vi que tanto os advogados da Anaplab quanto a empresa de contabilidade são de Curitiba, não seria o caso de juntar com uma associado bastante ativa de Curitiba que não me lembro o nome? Joel de Pinhais PR 

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Ari Zanella em 12/05/2018 20:17

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIFICULDADES NOS FAZEM MAIS FORTES": 

"Talvez, no próximo ano, a política possa mudar. Novos governantes, novos ministros da Fazenda e novos dirigentes do BB. Como diz o ditado: "Nós não crescemos quando há facilidades; nós crescemos quando enfrentamos desafios!""

Os incompetentes ao invés de resolver as coisas transfere a responsabilidade aos outros, impressionante.... 

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Ari Zanella em 12/05/2018 20:22