segunda-feira, 20 de maio de 2013

NOSSAS DÍVIDAS DE CADA DIA


Segue solicitação de renegociação de dívidas feita ao BB por um nosso colega que, por razões óbvias, pediu para não ser identificado. A publicação tem como objetivo auxiliar outros colegas que estejam em situação similar.

Cidade...20 de maio de 2013  ( Encaminhado nesta data por e-mail )

BANCO DO BRASIL S.A
Diretoria de Empréstimos e Financiamentos - DIEMP
diemp@bb.com.br
 
Brasília - DISTRITO FEDERAL
Senhor Diretor
REFORMULAÇÃO DE DÍVIDAS - Porque o assunto aqui tratado não se situa na alçada de decisão da agência de meu relacionamento, respeitosamente me dirijo a essa Direção Geral. Esgotaram-se as tratativas no âmbito local. 
2.  Inicialmente, permito-me expor um brevíssimo histórico de meu vínculo com o Banco. Sou aposentado desde 1991, atualmente sob a condição de assistido da PREVI e fiel cliente desde minha posse em dez/1966, sem qualquer inadimplência ao longo desses 46 anos.   
3.  Procurando ser o mais objetivo possível, apresso-me a expor as razões desta carta.
4.  Embora o passado religiosamente adimplente, pressinto iminentes dificuldades batendo às minhas portas, temo que os esforços atuais não sejam suficientes para prevenir o descontrole de minha capacidade de pagamento. Estrangulam-me os compromissos a que sou obrigado honrar mensalmente.  
5.  Por essa razão, algumas providências a meu cargo, e que abaixo relaciono, foram há alguns dias adotadas. São elas:
a)  possuia três seguros Ourovida, agora somente dois, um foi cancelado há menos de uma semana, no dia 15/05/2013, após 32 anos de vigência, o mais caro deles com prêmio no valor de R$ 601,38;
b)  um plano saúde CASSI Família sob minha responsabilidade desde 1999, tendo como beneficiária uma de minhas filhas, no valor de R$ 263,52, já foi solicitado à CASSI que passe a emitir o respectivo boleto em nome dela e cancele o débito automático em minha conta corrente;
c)  o pagamento do seguro da CAPEC que mantenho na PREVI desde minha posse em 1966, no valor de R$ 222,48, ficará sob a responsabilidade de minhas três filhas, devidamente inscritas como beneficiárias.
6.  De minha parte, diretamente relativas ao Banco e à minha conta corrente, são as providências que adotei a meu cargo e alcance, todas com vistas a me ver com fôlego para suportar os próximos meses. 
7.  Outras medidas de contenção de despesas estou tomando em relação às obrigações familiares. Acredito desnecessário discriminá-las.
8.  Abaixo, busco ilustrar a minha situação atual no banco.
9.  Afora cheque ouro e cartão de crédito, mantenho atualmente vigentes dois CDC Renovação Funci, quatro BB CRÉDITO BENEFÍCIO e um BB CRÉDITO 13.SALÁRIO, cujas informações, todas extraídas em 15/05/2013 via Internet e na máquina de auto-atendimento, são abaixo especificadas:
a)  Modalidade: CDC RENOVAÇÃO - Número do contrato: 761102219 - data do contrato: 02/08/2010 - valor solicitado: R$ 78.062,73 - valor da prestação: R$ 1.680,92 - quantidade de parcelas em ser: 65;
OBSERVAÇÃO: O prazo contratado foi de 96 meses. Numa simulação de renegociação realizada em 15/05/2013 no auto-atendimento, este contrato registrou um saldo devedor de R$ 72.263,13, o que evidencia as seguintes condições: 31 meses de prestações pagas no vencimento, representando uma amortização de capital de apenas R$ 5.799,60, frente a um desembolso total, durante 31 meses, de R$ 52.108,52 (31 x 1.680,92 = 52.108,52);
b)  Modalidade: CDC RENOVAÇÃO - Número do contrato: 778794520 - data do contrato: 11/07/2011 - valor solicitado: R$ 34.527,27 - valor da prestação: R$ 842,37 - quantidade de parcelas em ser: 77.
OBSERVAÇÃO: O prazo contratado foi também de 96 meses. Numa idêntica simulação realizada, este contrato registrou um saldo devedor de R$ 38.090,47, o que evidencia as seguintes condições: 19 meses de prestações pagas no vencimento, representando um desembolso total de R$ 16.005,03 (19 x 842,37 = 16.005,03). Nota-se aqui que o capital sequer foi sensibilizado, antes a dívida está acrescida de R$ 3.563,20, mesmo diante de um desembolso superior a R$ 16.000,00 durante 19 meses;
  
c)  Modalidade: BB CRÉDITO BENEFÍCIO – Quatro contratos – datas dos contratos: diversas entre 2010 e 2011 - valor total solicitado: R$ 7.857,00 – valor total das prestações: R$ 359,16 – Quantidade de parcelas em ser: o de maior quantidade registra 39 parcelas.
OBSERVAÇÃO: O prazo contratado foi de 60 meses para todos os contratos. Na simulação realizada, estes quatro contratos registraram um saldo devedor total de R$ 6.663,10. Considerando todas as prestações pagas, o desembolso total é de R$ 10.189,96. Constata-se, pois: montante emprestado de R$ 7.857,00, saldo devedor de R$ 6.663,10, pagamentos já efetuados de R$ 10.189,96 e uma amortização de capital de apenas R$ 1.193,90;  
d)  Modalidade: BB CRÉDITO 13.SALÁRIO - Número do contrato: 804004476 - data do contrato: 21/11/2012 - valor solicitado: R$ 2.784,62 - valor da prestação: R$ 3.464,57 - quantidade de parcelas em ser: 01.
OBSERVAÇÃO: Vencimento previsto para 20/11/2013.
10. Observa-se, assim, uma situação dramática para um devedor que sempre se manteve em dia com os seus compromissos no banco. Permita-me reprisar a situação, penso que não seria ocioso:
-- no primeiro contrato CDC RENOVAÇÃO: empréstimo concedido de R$ 78.062,73, pagamentos realizados R$ 52.108,52, saldo devedor ainda existente R$ 72.263,13, amortização de capital R$ 5.799,60;
-- no segundo contrato CDC RENOVAÇÃO: empréstimo concedido de R$ 34.527,27, pagamentos realizados R$ 16.005,03, saldo devedor ainda existente R$ 38.090,47, sem qualquer amortização de capital, antes está acrescido;
-- e nos quatro contratos do BB CREDITO BENEFICIO: empréstimos concedidos de R$ 7.857,00, pagamentos realizados R$ 10.189,96, saldo devedor ainda existente R$ 6.663,10, amortização de capital de apenas R$ 1.193,90.
11. Resumindo e totalizando todas as informações, entre os anos de 2010 e 2011 tomei emprestado um montante de R$ 120.447,00, já paguei R$ 78.303,51 e ainda tenho um saldo devedor total de R$ 117.016,70, aí não incluído o BB CRÉDITO 13.SALÁRIO.  
12. Os números acima deixam caracterizado um forte golpe no meu histórico de fiel cliente adimplente, já que nenhuma nova disponibilidade de crédito me é oferecida ou se me apresenta como perspectiva, enquanto mantida ou mantiver tal condição.
13. Quanto aos demais compromissos que tenho no banco, como o cheque ouro e cartão de crédito, não os tenho como de difícil condução, pois estão dentro de minhas possibilidades de pagamento presentes e futuras.
14. Gostaria de esclarecer ainda que as condições contidas na linha de crédito “RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS” e disponíveis na máquina de auto-atendimento de forma automática, embora comportando todos os meus demais compromissos no banco, como cheque ouro e cartão de crédito, não atendem aos meus propósitos, pois a simulação -- sempre posição de 15/05/2013 -- exibiu uma prestação de R$ 3.895,53 para um prazo de 49 meses. Em nada fazendo, minhas obrigações mensais e atuais não atingem este montante. 
15. Diante do que me foi possível expor, e ainda de um histórico sem qualquer atraso em meus pagamentos, no banco ou em qualquer outro segmento do mercado financeiro/comercial, o quê desejo agora e solicito é uma reformulação do montante de minhas dívidas relativas aos CDC antes discriminados, aí incluído o CDC CRÉDITO 13.SALÁRIO, de modo a equacionar o meu endividamento e reduzir a prestação de R$ 2.882,45 que me é debitada no dia 20 de cada mês.
16. Por fim, gostaria de dizer que, precipuamente, minha intenção com esse pedido é honrar meus compromissos mensais no banco, bem como manter o meu histórico de pagamentos sempre nos vencimentos previstos.
Agradeço desde já a atenção.

INCUBADORA

Sf.  Ambiente (espaço, assistência, meios etc.) oferecido por instituições (universidade, empresa etc.) para fomentar e desenvolver grupo ou núcleo de determinada atividade. 

     A busca por união de associações de aposentados vem se arrastando por, no mínimo uns 5 anos, pontualmente por eclosão da ilegal resolução 26, em setembro de 2008.
     Um ilustre Anônimo pede para que eu seja este elemento aglutinador com o claro objetivo de formarmos chapas nas três eleições que brevemente acontecerão na Previ/Cassi e até na própria Anabb.
     Logo veio-me à lembrança que temos na prateleira um movimento aglutinador que agiu com muito brilhantismo nas eleições passadas: a Semente da União. O grupo já existe e foi objeto de minha postagem em 27.11.2011 sob o título "Semente de União".
http://arizanella.blogspot.com.br/2011/11/semente-de-uniao.html
     Desta postagem, preciso ressaltar, há pessoas com quem não tenho mais os mesmos laços de união.
     O título de hoje é para desafiar os leitores ao desenvolvimento de novas estratégias com o intuito de proporcionar aos nossos amigos de Plano de Benefícios Nº 1, um resto de vida mais tranquilo, protegidos por líderes que, de fato, deem a vida por suas ovelhas. Ou no dizer do Anônimo que sejam nossos olhos, ouvidos e mãos dentro da Previ/Cassi/Anabb. E que não sejam subservientes, mas bravos defensores.
     Em inglês, temos um provérbio lapidar: "the right man in the right place", ou "o homem (ou a mulher) certo(a) no lugar certo."
     Nosso maior desafio é achar a pessoa do provérbio. Aqueles nomes que já consagramos não desejam a empreitada. Ou a maior parte deles. Não adianta pedir ao Dr. Medeiros, ao Tollendal, ao Rossi. Então, faremos como se estivéssemos procurando namorada. Vamos trocar figurinhas e ideias. Podemos formar um banco de ideias, a incubadeira do título. Nele devemos sugerir nomes, estratégias ou táticas para enfrentarmos as batalhas. O preço de nossa tranquilidade é a eterna vigilância. Mande sua opinião para o endereço eletrônico azarizanella@gmail.com
Inclusive o fortalecimento do Movimento Semente da União. É isso meu amigo Luiz Dalton?

domingo, 19 de maio de 2013

ESCALANDO O HIMALAIA

     A Previ no topo com 161 bilhões de patrimônio e logo abaixo o Petros com 60, e o Funcef com 50, formam o Himalaia dos fundos de pensão no Brasil, todos de empresas estatais.
     Um Anônimo ao comentar na postagem anterior foi direto ao cerne do enredo do porquê estamos sendo tão vilipendiados pelo Governo Federal do Brasil nos últimos cinco anos. Seu comentário tem tudo a ver com os acontecimentos nefastos que nos têm atingidos, a Resolução 26 em primeiro plano.
     Com efeito, esta situação privilegiada em que vivem os aposentados da Previ, deveria ser espalhada a todos os fundos estatais ou, como isto não é possível, os assistidos do Plano 1 que se tornem iguais aos assistidos pelo Plano Previ Futuro. Este é o pensamento socialista do Partido dos Trabalhadores. A ruptura oficializada em 1997, embora sob domínio do governo FHC, deu-se com ideias de sindicalistas que hoje fazem parte do elenco político administrativo.
     Basta um instante para reflexão. Ao topo do Himalaia nenhum outro plano de fundo de pensão chegará mais. Já chega o péssimo exemplo da Previ. Palmas para o PT que assim consegue a proeza do nivelamento por baixo.




Anônimo disse...

Sr. professor, caros colegas,


Estamos desperdiçando munição, queimando cartuchos com o Pimentel, com o Marcel e tantos outros pseudo-atores que não passam de coadjuvantes, meros subalternos.
Tudo indica que o que nos acontece faz parte de um projeto maior, que se não for o de acabar com a Previ, é tomar posse definitiva dela, como já fizeram com a Vale.
Já faz tempo a gente ouve dizer que, pelo entendimento desse pessoal que tomou o poder, os benefícios que a Previ proporciona (ou proporcionava) aos seus ex-associados são uma regalia inaceitável para os demais trabalhadores.
Há muito se diz que pelo raciocínio deles, "ou esse privilégio é pra todo mundo ou não vai ter pra mais ninguém".
Isso vem lá de cima, ou alguém é tão ingênuo para supor que eles desconhecem o peso de todos esses bilhões?
Encontrarmos a saída para esse drama, sem peso político, sem mobilização, e com esse funcionamento precário das instituições, eis aí a grande charada.

E sem assinatura, pra não aumentar o prejuízo, não sou louco.

18/05/13 17:12
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sábado, 18 de maio de 2013

A PREVI ACHA QUE SOMOS BOBOS

"Surpreende-me tanto debate em torno de obviedades. A mudança da data do reajuste dos benefícios da Previ para janeiro poderia ter sido boa para os assistidos, caso o início da elevação dos pagamentos houvesse começado em janeiro.  Dada a defasagem de 5 (cinco) meses para implementar a medida, é claro que a PREVI obteve vantagem. Suas aplicações de curto prazo continuaram a render a seus cofres, durante esse período, 3,82% sobre o incremento do valor dos benefícios que deveriam ter sido desembolsados.  Se ela ganhou, seguramente alguém deixou de ganhar. Fomos nós."
( Egidio Piani, no blog Olhar de Coruja em Notícias da hora )


http://olharcoruja.blogspot.com.br/p/blog-page_29.html

No link acima, podemos ler a correspondência enviada à Previ através da FAABB da nossa estimada Isa Musa de Noronha. Acessem e leiam. É deveras muito pertinente. No mesmo blog da Leopoldina, se você clicar em "NOTÍCIAS DA HORA", abaixo do texto da Da. Isa, encontrará a íntegra do texto do fenomenal e catedrático Egídio Piani cuja leitura também recomendo.

     Para corroborar com o texto da Da. Isa Musa, vou colocar a minha perda real no caso do não reajuste do BET desde janeiro:
-Valor do meu BET em janeiro, sem o reajuste: R$ 1.091,37
-Valor em maio/13, já devidamente reajustado: R$ 1.147,53
-Diferença: R$ 56,16 X 4 meses = R$ 224,64

     Muitos dirão tratar-se de um valor irrisório, mas é de grão em grão que a galinha enche o papo. Por que nos subtrair um direito legítimo com desculpa esfarrapada, com conversa para boi dormir?
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PS - RESPOSTA DA CONSELHEIRA DELIBERATIVA CÉLIA LARICHIA AO QUESTIONAMENTO FEITO PELO PRESIDENTE DA AFAABB-RJ, SR. GILBERTO SANTIAGO, SOBRE O TEMA ABORDADO NESTA POSTAGEM:


From: Celia Larichia
Date: Sat, 18 May 2013 23:40:21 -0300
To: presi@aafbb.org.br
Cc:
Subject: Re: Enc: FW: REAJUSTE DE BENEFÍCIOS - BET

Prezado Gilberto,
Falei com o Diretor de Seguridade da PREVI, Marcel Barros aqui no CINFAABB, em Goiânia, e solicitei explicações sobre a ocorrência relatada em diversos e-mail que temos recebido na AAFBB, a respeito do não pagamento do reajuste sobre o BET. 
Ele me informou que por problemas na operacionalizacão do referido reajuste, este não foi aplicado sobre o BET.
O assunto já está sendo encaminhado a nível de Diretoria, que na próxima reunião autorizará a regularização da pendência, com a efetivação dos créditos desses valores. 
Entretanto, tendo em vista que a folha de maio já foi creditada, o acerto deverá ocorrer na folha de junho.
Segundo ele me informou o valor médio dos acertos será de 200,00.
Estas são as informações que tenho sobre o assunto,
Estou à disposição.
Celia Larichia 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

ENCONTRO COM A ANABB

      A ANAPLAB participou nesta quinta, 16, nas dependências da AABB de Coqueiros no Estreito em Florianópolis do Encontro Estadual da Anabb, etapa Santa Catarina. Estiveram presentes o presidente Antonio Sérgio Riede, o vice-presidente de comunicação Douglas Scortegagna, além dos diretores regionais Carlos Francisco Pamplona (anfitrião), Moacir Fogolari da regional oeste-SC e Alsione Gomes de Oliveira Filho da regional Joinville. Demais Afabbs de Florianópolis (Genésio Vegini), Joinville (Nelson F. Neitsch), Denise (APABB) e Gisele da Unidade Cassi-SC.
     Quero ressaltar e agradecer o tratamento a mim dispensado por todos os presentes, especialmente o presidente Antonio Sérgio Riede, bom falante e excelente conhecedor de nossas questões cruciais.
     Minhas intervenções foram no sentido de estimular cada vez mais o rumo da Anabb nas questões que nos afetam. Por sugestão do Jorge Teixeira abordei com Riede a participação da Anabb no diálogo com o BB para distribuição do superávit 2010/2012, equivalente a mais de um bilhão de reais. A resposta foi de que já estava tratando do assunto com o diretor Carlos Nery da Diref por tratar-se de pessoa com bom relacionamento com a Anabb. Prometeu voltar a tocar no assunto com o BB. Ultimamente a Anabb esteve em contato com parlamentares e pessoas influentes na área governamental para tentar reverter os artigos danosos da resolução 26. Deu como exemplo o fato de ter reunido numa mesma mesa, Ricardo Pinheiro Pena (CNPC) e o senador Paulo Bauer para debater o PDS 275/2012.
     Sobre a minuta de retirada de patrocínio, ressaltou algumas conquistas como o impedimento do patrocinador de sair sem o prévio consentimento da Previc; no caso daqueles que já não possuem mais reserva matemática ( devido à longevidade) o Plano é obrigado a manter os pagamentos por mais 5 anos. A reserva de contingência é imexível e somente dos participantes. O problema é a reserva especial que na visão dos membros do CNPC deve ficar atrelada ao princípio da resolução 26, então todos já sabemos o resultado do dia 20.
     Perguntei por que a Anabb não se envolveu no affair justiça trabalhista x justiça comum, no caso da Previ como ré. Respondeu-me que desconhecia o assunto e que eu fizesse a ele um relato por e-mail.
     Por fim, sugeri que o atual superávit fosse distribuído através de abono único e que fôssemos isento do IR no superávit, assim como a presidenta Dilma isentou o PLR deste tributo.
     Constatei que a Anabb está se voltando para nos ajudar a resolver nossos problemas cruciais. Mais do que nunca é necessária a nossa união. Sérgio disse que a Anabb estuda muito bem antes de entrar com ação judicial e desejou à ANAPLAB sucesso em nossa empreitada. Eu, em nome da ANAPLAB agradeci muito pelo apoio e colaboração.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

É SER MUITO CARA DE PAU


Último parágrafo da postagem anterior: 

Na audiência, o Senador José Pimentel (PT/CE) demonstrou conhecimento profundo dos temas tratados e está aberto ao diálogo, mesmo que para debater opiniões opostas. Para o senador, "só existe democracia se existir oposição".

     Beleza, senador! Logo, aqui na república tupiniquim não existe democracia pelo simples fato de não existir oposição.
     Senador, eu não presenciei essa audiência em que o colega soltou as pérolas acima. Melhor foi mesmo não estar presente, pois não me conteria e com toda a certeza Vossa Excelência seria agredido. Não com socos e pontapés senão com fortes argumentações.
     1. O senhor acha que pode haver debates a respeito de leis e da CF? O tempo para debatê-los era antes de terem sido promulgadas.
    2. O senhor como engenheiro da resolução 26, ciente de toda a sua ilegalidade, ainda quer nos "convencer" de que ela deve continuar?
   3. O senhor como senador serve a quem? Ao povo (nós) ou a seu governo e a seu partido?
   4. O senhor está ciente do grande roubo que está a subtrair dos aposentados?
   5. O senhor ainda está convicto que o patrocinador tem "direito" à devolução de valores? Em caso afirmativo, por favor, modifique com seus pares, a LC 109/2001.
     6. O senhor está ciente de que é considerado pela maioria como um verdadeiro Judas dos tempos modernos?
     Ninguém mais suporta tanta desfaçatez. Sempre estivemos irritados com o senhor, desde a criação nefasta desta malfadada resolução de procedência satânica. "Vade retro!"

terça-feira, 14 de maio de 2013

SEGUNDA ETAPA NA PRÓXIMA SEGUNDA

Terça-feira,  14/05/2013 - 10h45m
CNPC reúne-se no dia 20 para finalizar a votação da retirada de patrocínio
Nesta segunda-feira, 13 de maio, aconteceu a 10º reunião extraordinária do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) para discutir, especificamente, a edição da nova resolução que atualizará a antiga regulamentação da retirada de patrocínio. A ANABB acompanhou a reunião, representada pela equipe da VIRIN – Vice-Presidência de Relações Institucionais.
De início foi aprovada minuta de resolução com o texto original alterado pelas propostas debatidas pelos membros da CNPC, desde o ano passado. Em seguida foram apresentados destaques pontuais que foram avaliados um a um com amplo debate. Cada uma das mudanças foi votada pontualmente pelos conselheiros presentes. No próximo dia 20, uma nova reunião do CNPC irá votar os últimos seis destaques, finalizando o texto da resolução.

Participaram da reunião, o secretário de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Fazenda, Jaime Mariz; o representante da Secretaria de Previdência Complementar, José Edson Junior; os representantes da Previc, José Maria Rabelo e José Roberto Ferreira; o representante da Casa Civil, Luiz Alberto dos Santos; o representante do Ministério da Fazenda, Dyogo de Oliveira; o representante do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Murilo Barella; os representantes da ABRAPP – Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar, Reginaldo Camilo e Nélia Maria Campos; os representamntes da APEP – Associação dos Fundos de Pensão de Empresas Privadas, Marcelo Bispo e Gema Ribeiro Martins; os representantes da ANAPAR – Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão Claúdia Ricaldoni e José Ricardo Sasseron.

Jaime Mariz reforçou a importância de que o texto final fosse aprovado, pois a norma é um passo importante para a previdência complementar. “Há um ano e meio, o Conselho se esforça para chegar a um texto convergente, pautado pelo caráter democrático das discussões”, ressalta.
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SENADOR PIMENTEL E A RESOLUÇÃO 26


ANABB tem audiência com o senador José Pimentel para falar sobre a CGPC 26

No último dia 9 de maio, o Vice-Presidente de Relações Institucionais Fernando Amaral e a assessoria parlamentar da ANABB estiveram no Senado Federal em audiência com o senador José Pimentel (PT/CE), funcionário do Banco do Brasil e líder do Governo no Congresso Nacional.

No seu gabinete, o senador falou das suas funções como líder do governo no Congresso Nacional, dos temas polêmicos que estão em debate naquela casa, como a MP dos Portos, e dos avanços do Brasil no campo econômico, na inclusão social e no respeito aos direitos sociais. Também foi discutida a Resolução 26/2008 do Conselho de Gestão de Previdência Complementar (CGPC) e do Projeto de Decreto Legislativo do Senado (PDS 275/2012) do senador Paulo Bauer (PSDB/SC), que propõe suprimir artigos da Resolução CGPC 26/2008 que preveem a possibilidade de repartição de eventuais superávits de Plano de Aposentadoria com seus respectivos patrocinadores.

O senador reafirmou a sua convicção na justeza e na legalidade da resolução e todos os seus artigos, que foi fruto de quatro anos de debates e análises jurídicas. Informou ter apresentado requerimento para que, após a apreciação do PDS 275/2012, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) do Senado, que o mesmo seja encaminhado à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que é a comissão apropriada para a análise do mérito da matéria.

Segundo Amaral, “a ANABB entende que o artigo da CGPC nº 26 que trata do instituto de reversão de valores para a patrocinadora é inconstitucional, porque diz algo que não está previsto na Lei Complementar 108/2001, que hierarquicamente, está acima da Resolução 26, e havendo superávit, as alternativas seriam apenas de diminuir as contribuições futuras ou aumentar os benefícios”, explica o vice-presidente.

A ANABB defende que os recursos aportados nos fundos de pensão tenham a natureza de salário indireto e que o superávit não deve ser dividido com o patrocinador, mas utilizado para redução de contribuições ou melhoria dos benefícios.

Na audiência, o Senador José Pimentel (PT/CE) demonstrou conhecimento profundo dos temas tratados e está aberto ao diálogo, mesmo que para debater opiniões opostas. Para o senador, “só existe democracia se existir oposição”.
Fonte: Agência ANABB