sábado, 13 de setembro de 2014

AS DUAS CARAS DA PREVI

12/09/2014

Plano 1: Esclarecimento sobre o Empréstimo Simples

Em julho de 2014 foi realizada uma revisão dos parâmetros do Empréstimo Simples. As alterações implementadas, que englobaram o aumento do valor do teto e a flexibilização do prazo, atenderam quase a totalidade dos mutuários. 

Propostas para atender o pequeno grupo que não conseguiu renovar as operações foram recebidas e analisadas pela PREVI. Nenhuma delas se mostrou factível. Renegociar os valores esbarrou em falta de margem consignável ou em aumento de prazo que ultrapassaria 200 meses, o que impactaria muito o Fundo de Quitação por Morte. 

A PREVI tem a preocupação constante de buscar as melhores condições e benefícios adequados à realidade dos participantes. As propostas recebidas não são viáveis tecnicamente e, por isso, a Diretoria Executiva da PREVI considera que não há alternativas para uma alteração dos parâmetros vigentes neste momento. 

     Quando não se tem boa vontade em achar soluções, não se acha mesmo. "As propostas recebidas não são viáveis tecnicamente..." Para o inferno com estas respostas pré-formatadas à moda de Pilatos ao lavar as mãos. Prestem atenção todos da diretoria Executiva da PREVI: Somente com a EXCLUSÃO do valor da verba C800 PREVI CONT PESSOAL MENSAL do cálculo da margem consignável já resolveria o problema da falta de MC. Como foi uma medida arbitrária e sem necessidade de ser tomada, nada mais sensato do que dispensá-la do cálculo da margem, porém, medidas simples que são para o nosso socorro vocês não tomam. Já sabemos seus "modus operandi" de outros carnavais. Lembram da Novembrada? Nenhum apelo foi atendido. Estão sempre cegos e surdos aos nossos clamores. Para que tanta gente competente nesse fundo, ganhando bônus por produtividade (só se for a produtividade no BB), salários nababescos, maiores até que muitos presidentes de muitos países, para, no frigir dos ovos, divulgar uma Nota no site dizendo laconicamente que "não foi possível tecnicamente atender os muitos pedidos". É o fim da picada. Queira Deus que a oposição vença estas eleições e defenestre, de uma vez por todas, esta corja que se instalou em nosso fundo de pensão. É muito sofrimento meu Bom Deus! Não permitais que Satanás pinte de vermelho o nosso torrão verde-amarelo!

                                                                                                             

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

PONTO E CONTRAPONTO

VISTO, LIDO E OUVIDO


COMENTÁRIOS ENVIAR PARA:  
circecunha@gmail.com e arigcunha@ig.com.br  



Auditoria independente já! 
Antes que a nova presidência assuma há necessidade de se apresentar um laudo técnico e isento sobre as finanças dos Fundos de Pensão como o Petrus , o Postalis, o Previ, Funcef  e outros fundos mantidos com o dinheiro do trabalhador. Também o FGTS deve ter suas contas analisadas numa eventual auditoria externa. Outros aspectos das finanças públicas devem ser observados com a atenção, como é o caso dos empréstimos  e dos perdões feitos à muitos países do terceiro mundo. Ainda devem merecer atenção dos auditores   as obras no exterior feitas com dinheiro público . Uma radiografia para ser completa não pode deixar de examinar também  a situação dos sindicatos, das ONGs e das empreiteiras bem como suas econômicas com o estado.  Aspectos com o  enriquecimento de pessoas e partidos devem fazer pauta da mesma auditoria. Não se trata aqui de caça às bruxas, mas tão somente de cuidar do suado dinheiro do povo. Caso o eleito despreze esse alerta é bem provável que ele conheça o verdadeiro significado da expressão herança maldita. 
As frases que foram pronunciadas: 
“Ensinar exige rigorosidade metódica” (Paulo Freire) “Avaliar também” (Paulo Cardim) 
RESPOSTA DA PREVI:

Sr. Colunista, 


Em função de ter sido citada em sua coluna, na edição de hoje (10/09/2014), do Correio Braziliense, a PREVI, em respeito aos seus participantes, registra o seguinte posicionamento, que gostaríamos de ver publicado, para melhor esclarecer os leitores deste veículo: 


1) A PREVI possui cerca de 200 mil participantes e nunca deixou de honrar rigorosamente seus compromissos. Anualmente, tem pago mais de R$ 9 bilhões em benefícios aos seus aposentados e pensionistas;

2) Para tanto, pratica a gestão ativa dos recursos sob sua administração, por meio da diversificação dos investimentos, estratégia que tem se mostrada acertada e que nos permitiu registrar um superávit acumulado de R$ 21,4 bilhões em junho/2014.

3) Nos últimos dez anos (2004 a 2013), a rentabilidade da PREVI, de 374,1%, superou significativamente a meta atuarial de 199% e benchmarkings de mercado, tais como Taxa Média Selic (216,9%) e Ibovespa (131,4%);

4) O patrimônio da entidade continua crescendo: terminou o primeiro semestre de 2014 em R$ 173,5 bilhões contra R$ 165,1 bilhões em 2013 e R$ 170,1 bilhões em dezembro de 2013;

5) Os planos administrados pela PREVI são auditados sistematicamente por empresa de auditoria externa independente, de grande porte e reconhecida internacionalmente, cujo parecer é livre de qualquer ênfase ou ressalva e encontra-se disponível no site www.previ.com.br

6) O modelo de governança prevê a segregação de funções entre as áreas que compõe o corpo técnico, bem como a paridade entre dirigentes eleitos pelos associados e indicados pelo patrocinador, nas diversas instâncias de governança. Além disso, a estrutura de fiscalização da PREVI conta com uma gerência de Auditoria Interna subordinada ao Conselho Deliberativo e uma área de Controles Internos subordinada à Presidência. 

Face ao exposto, refutamos a afirmação de que “há necessidade de se apresentar um laudo técnico e isento sobre as finanças da PREVI”. Os números da Entidade estão sujeitos ao escrutínio de diversas instâncias fiscalizadoras internas e externa e são divulgados sistematicamente pelos veículos de comunicação institucional, pelo Relatório Anual e por apresentações periódicas feitas pela Diretoria aos participantes do Fundo.

A PREVI reafirma assim seu compromisso com seus participantes e com sua Missão de garantir o pagamento de benefícios de forma eficiente, segura e sustentável.
CONTRAPONTO DE JOÃO ROSSI NETO:
CÚPULA DA PREVI, CUIDADO QUE MENTIRA TEM PERNA CURTA E O SANTO É DE BARRO.

Usando o direito de resposta, a Diretoria Executiva da PREVI encaminhou, ontem, esclarecimentos para rebater a matéria publicada no Correio Brasiliense pelo jornalista Ary Cunha.
Vejam a força que tem a propaganda enganosa. Quem é neófito em questões relativas à Previdência Complementar e lesse tais explanações seria iludido em verde e amarelo e ao mesmo tempo ficaria maravilhado com o seu Fundo de Pensão.
Para enganar o LADO EXTERNO, a opinião pública, os Diretores falam a verdade pela metade, mostram os pontos positivos e ocultam as mazelas.
Uma entidade que no balancete de junho/14 registrou um superávit técnico de R$21 bilhões num semestre, segundo foi dito, os incautos vão concluir que ela está nadando em dinheiro.
O que a Diretoria Executiva ilusionista e manipuladora não revela é que o Ativo Total subiu para R$170 bilhões à custa dos associados, que foram julgados, condenados e apenados com o corte do BET e retorno das contribuições, exatos 24,8% que foram retirados compulsoriamente dos seus benefícios.
Outra coisa que a Diretoria da PREVI escamoteia é que este resultado poderia ser bem superior, não fosse à teimosia de aplicar equivocadamente cerca de 60% dos recursos em ações e fundos de ações, a chamada “Renda Variável”, sujeitando-nos a pagar a fatura pelos prejuízos acarretados pelas volatilidades das Bolsas de Valores.
Elevam a PREVI aos píncaros da glória e Presidente Dan Conrado a descreve, em tintas fortes, como sendo um oásis de água fresca e cristalina, adornado por palmeiras exuberantes, tudo que qualquer andarilho perdido no deserto almeja. Digo que foi o Dan Conrado o autor dessa proeza exagerada, porque nada vai para a mídia em nome da Caixa sem a sua anuência.
Para o LADO DE DENTRO, os associados, a história é completamente diferente. Alegam que o BET não foi mantido porque os superávits técnicos foram insuficientes para cobrir os 25% da Reserva de Contingência.
No balanço de dez/2013 os superávits totalizaram R$24.7 bilhões e faltaram cerca de R$6 bilhões para respaldar a Reserva Técnica, donde se conclui que a situação foi agravada, porque com apenas os R$ 21 bilhões de junho/14, hoje, o rombo em relação à RC é de R$10 bilhões. Isto eles não contam a imprensa nem sob tortura. Como eu gostaria que a PREVI fosse esse mar de rosas desenhado pela hipócrita Diretoria Executiva.
De resto, vejo que a Diretoria Executiva, nos últimos dias, voltou a publicar notícias sobre o ES. Certamente não é bom sinal e tudo indica que em novembro próximo nada vai ser feito e não teremos outras alterações. Fica valendo a antecipação paliativa autorizada em julho/14. A esta altura deitaram o “bode na sala”.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

SISTEMA FISIOLÓGICO NA PREVI (João Rossi Neto)

Publiquei essa mensagem na minha página do facebook. Penso que os eleitos (Cecília e Carvalho) estão muito preocupados em rebater as denúncias contra a PREVI, como a última divulgada pela imprensa sobre a compra de títulos podres da Argentina. É claro que o Governo da Dilma estava por detrás dessa negociata. Se quer ser bonzinho com os bolivarianos, que então  meta a mão em vespeiro e use recursos do Tesouro que a população implode a reeleição dessa Presidente que disse não ter a mínima ideia dos roubos na Petrobrás, que já vêm sendo  chamado de o  2º Mensalão do PT. 


Vejam como as palavras dos nossos “Representantes Eleitos” têm peso relativo para os seus pares, demais gestores indicados pelo BB, os quais os libera, induz e instrui para falar em defesa da Caixa, de acordo com as suas conveniências pontuais, repetindo o discurso combinado adredemente, numa velada manipulação, como se fossem papagaios de piratas. Cair no canto da sereia é fácil, o difícil é desfazer os nós da lavagem cerebral.
Assim, na hora de somar forças, mesmo que heterogêneas, para apagar os incêndios, dissipar os focos de suspeitas e boatos perante a opinião pública, em especial junto ao mercado, os eleitos servem e são acionados para reforçar e ratificar os esclarecimentos do Presidente Dan Conrado, a quem cabe à representação da PREVI (Artigo 38, parágrafo único do Estatuto) e a obrigação institucional de rechaçar as críticas e denúncias levantadas por terceiros, no lato sensu.
Noutra ponta, quando é para repassar informações, notícias e aprovação de propostas destinadas a beneficiar os associados, eles são descartados e tidos como adversários e se tornam inúteis, momento atípico em que a parceria perde a serventia e os eleitos voltam para mordaça em consequência do Regulamento Interno e da LC 108/2001 (Voto de Minerva).
O “máximo” que os eleitos deixam escapar a titulo de informações é muito “pouco”, de forma dissimulada e pisando sobre ovos. Normalmente explicam os indeferimentos das nossas pretensões e das vantagens financeiras negadas, inclusive usam o mesmo linguajar do Diretor Marcel.
É de uma nitidez solar o cerceamento do direito de expressão. Patrulham com rigor sistemático eventuais opiniões dos eleitos nas redes sociais, com vistas a instaurar os processos administrativos disciplinares, caso haja quebra de sigilo julgada prejudicial ao Fundo.
Na realidade, os representantes eleitos estão servindo, sem perceber, de “Caixa de Ressonância dos Indicados” na divulgação de medidas impopulares, como cortes de direitos conquistados. 

O sigilo continua firme e forte até para matérias prosaicas, sendo guardadas debaixo de sete chaves as informações negociais estratégicas previstas no artigo 7.1.4 do Código de Ética, ficando evidenciado que prevalece o “Manto Negro” encobrindo as ações administrativas e financeiras nocivas ao Corpo Social, como a sorrateira aprovação do bônus para os Diretores Executivos do Fundo.
Abordando o falacioso Código de Ética da PREVI, compete-nos salientar que as “desvantagens” são bem maiores do que as “vantagens” e isso nos conduz para uma péssima relação custo/benefício, suficiente para decretar a sua extinção sem prejuízo para as partes, dado que o “ponto positivo” é de ser enxuto e de fácil compreensão, no entanto, tem como “ponto negativo” o fato de ser mentiroso de cabo a rabo e eivado de flagrantes contradições, onde a teoria não é aplicada na prática, como demonstraremos nos parágrafos que virão na sequência, com foco nos artigos 4 e 8 desse código, os quais são descumpridos acintosamente.

ARTIGO 4.3
É cabalmente falso e vergonhoso afirmar que o artigo 4.3, no qual reza que os funcionários da PREVI e demais colaboradores preservam suas imagens e o PATRIMÔNIO DA ENTIDADE. Pura falácia, posto que a Diretoria Executiva deliberou por aplicar as diretrizes irregulares e as graves ilegalidades contidas na Resolução-MPS-26/2008, em completa e explicita desobediência ao artigo 20 da LC 109/2001, instrumento jurídico superior e da lavra do Congresso Nacional, único e legítimo regulamentador da Previdência Complementar Fechada e Aberta.

A função precípua do ex-CGPC-MPS, pai da Resolução, atual CNPC-MPS, é apenas de NORMATIZAR o que consta, estritamente, do texto da lei, de sorte que nunca poderia nela entronizar a figura da ardilosa e desonesta “Reversão de Valores”, por essa não fazer parte do texto da aludida lei. Essa sagaz manobra jurídica irregular implantou a devolução ilegal e imoral de dinheiro das contribuições pagas, aos patrocinadores das EFPCs, o que configura assombroso “enriquecimento ilícito”.
Qualquer advogado mediano sabe que resoluções não têm autonomia para inovar, alterar e modificar leis, tarefa da competência exclusiva do Poder Legislativo. Efetivamente, a Resolução 26/2008 criou, sem autonomia, e, por consequência, ILEGALMENTE, “Direitos e Obrigações Pecuniárias”. Neste contexto, sem a menor dúvida, essa válvula de escape jurídica, espúria, é nula, porquanto somente AS LEIS possuem poderes para tal. Deste modo ficou patente descumprimento do artigo 4-3 do Código de Ética.

ARTIGO 8.1
Há vários anos intensificamos as nossas reclamações e denúncias contra a falta de transparência na PREVI, sobretudo pela péssima qualidade das respostas expedidas para os nossos questionamentos. São insuficientes, chapa-batida, no atacado, apelando para o argumento esfarrapado de que tudo é feito em consonância com às normas vigentes. Enfim, é uma vergonhosa embromação. Definitivamente os funcionários da Caixa não cumprem o artigo 8.2.1 do Código de Ética.

Também discordo do teor redacional deste artigo 8.2.1, haja vista que por ser um Código de Conduta Ética, um compêndio de regras a serem respeitadas, é imprescindível que o texto tenha determinação impositiva no sentido de fazer ou prestar os serviços para satisfazer as necessidades do seu público alvo (Corpo Social), declinando os verbos no TEMPO FUTURO ao invés do TEMPO PRESENTE, por exemplo, consta do artigo 8.2.1 o seguinte: “Que os funcionários e demais colaboradores pautam-se pela transparência, prestam informações de maneira cortês, exata e tempestiva, com base nos normativos da PREVI e asseguram a efetividade no atendimento”. Isto é uma deslavada mentira, eis que o atendimento é precário, incompleto e de uma imprecisão abissal. A redação correta e apropriada seria: Deverão pautar-se; Deverão prestar informações com cortesia, exata e tempestiva, portanto, com o verbo no “futuro do presente”.
Em suma, penso que os Representantes Eleitos deveriam se abster de tentar justificar os casos escabrosos como o dessa noticiada compra desastrada de ativos sem procedência, pela PREVI. A milhas de distância, pelo mau cheiro que exala dos títulos da dívida pública da falida Argentina, pela notória ausência de liquidez, dessumi-se que essa compra é para inglês ver, vez que na realidade seria uma DOAÇÃO disfarçada para os argentinos, acostumados a dar calotes em credores estrangeiros.
Desta feita a bola da vez são os chamados Investidores Abutres, portadores de grande quantidade de papéis podres da Argentina. Não seria nenhuma novidade se essa operação estivesse em andamento para salvar o País vizinho, a exemplo do que ocorreu com o desvio de recursos públicos dos brasileiros para a Venezuela, Bolívia e Cuba. O PT é mestre na arte de fazer gentileza com o chapéu alheio, gastando mal o dinheiro do povo para estreitar relações com as repúblicas bolivarianas.
No Governo do Lula e da Presidente Dilma é recorrente a tática de soltar balões de ensaio e de colocar bode na sala, nos negócios de elevado risco, de baixa rentabilidade, retorno duvidoso, praticamente a “Fundo Perdido”, para avaliar a repercussão. Havendo forte pressão social contrária, simplesmente abortam a transação e negam a existência de tratativas preliminares para fechamento do negócio micado.

Acho que é melhor os eleitos se fingirem de mortos e deixar que o Presidente da PREVI, homem designado para a representação do Fundo faça as honras da casa nesses negócios impossíveis, inviáveis e construa a defesa da Caixa sozinho, pois, mentira tem perna curta e no final da conta, quem pariu Matheus que o embale.


João Rossi Neto, profundo conhecedor do sistema bancário e do fundo de pensão PREVI. Neste blog tem sempre as portas abertas para repicar suas muito bem elaboradas postagens.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

MAIS PROPINODUTOS REVELADOS

     A nossa maior empresa estatal, orgulho nacional há muito tempo, está na mídia no olho do furacão, com reportagens reveladoras das revistas de circulação nacional. Eu assino a Isto É e, nela, vem estampada a "PROPINOBRAS" na qual o ex-diretor da Petrobras e agora delator, Paulo Roberto Costa, revela que o dinheiro ilícito abasteceu contas de governadores, ministro, 12 senadores e quase 50 deputados que apoiam a presidenta Dilma Rousseff.


     Não foi à toa que o ex-presidente Lula jamais quis uma CPI da Petrobras, segundo ele, ela devia ser evitada "a todo o custo" pelos aliados da sustentação ao governo. Porém, teria tido ele esta preocupação toda se os envolvidos fossem somente os revelados até o momento? Claro que não. Para bom entendedor uma palavra é uma frase com sujeito, predicado e complementos. Ainda não chegamos ao cerne da refinaria de Pasadena, ali o bicho vai pegar.
    A Petrobras perdeu  mais da metade de seu valor de mercado, devido à perda de receitas pela defasagem de preços praticados a mando do governo federal, com o escopo de manter a inflação sob controle.
     A justiça tarda mas não falha. O inimigo nº 1 dos associados da PREVI, senador José Pimentel é um dos delatados por Paulo Roberto Costa. Este senhor, Pimentel, fez-nos tanto mal com a criação da sua Resolução CNPC 26 que dificilmente alcançará perdão da classe dos aposentados e pensionistas. O 100% pensionista não é possível implantar por causa da 26, também devido a ela, as revisões do Plano de Benefícios Nº 1 não é permanente, porque esta maldita resolução, além da reversão de valores, resulta em benefícios temporários. Pimentel, a tua hora está chegando, o colo do capeta é logo ali.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

O BB NÃO É MEU

     O colega Medeiros nem bem tomou posse de segundo mandato na Afabb-RS, já rumou para Brasília-DF, distante 2000 km de Porto Alegre. Na capital federal participa de um encontro promovido pela ANABB e hoje quem foi à tribuna foi a propaganda enganosa "bom para todos". Medeiros confessou-se decepcionado com o representante que o Banco enviou, o conselheiro deliberativo suplente da PREVI, nomeado pelo patrocinador, Carlos Eduardo Leal Neri. Medeiros esperava o presidente ou, no mínimo, o vice-presidente do BB. No entanto, para a pouca importância de quem promoveu o encontro, penso que está de bom tamanho. Vale lembrar que este Carlos Eduardo Leal Neri é aquele mesmo que assinou o Acordo do superávit de 2010, do lado do BB e depois não cumpriu o Termo de Compromisso. Só queria mesmo dar os 7,5 bi ao patrocinador. E como o Antonio Sérgio Riede é um grande defensor do BB, esta figura se derramou em elogios ao seu bondoso "patrão", que satisfez seus acionistas sendo o mais lucrativo de 2013, satisfez o governo, os petistas dos altos escalões, os funcionários da ativa (PLR)...e tudo graças a pessoas altamente qualificadas, expoentes que prestam serviços ao BB, um deles, é claro, o sr. Aldemir Bendine. Pena que ninguém pôde fazer qualquer tipo de pergunta, foi um discurso de cima para baixo. O que Neri não disse é que usa de meios espúrios através de patrocinador da PREVI para inflar seus balanços, com ativos podres, mas que produzem os resultados que desejam. São pessoas inescrupulosas como este cidadão que irão aposentar-se pela PREVI, sem teto, recebendo como aposentado cerca de 58.000,00, roubando de quem contribuiu por 35/40 anos para o fundo de pensão.
     Assim o BB pode ser do Bendine, do Lula, do Mantega, da Dilma, dos sem-tetos salariais, dos que ainda estão na ativa, dos sindicalistas usurpadores, do Henrique Pizzolato, das grandes empreiteiras. O BB atende plenamente os interesses do governo. Nem me importaria se eles deixassem de assaltar a nossa Caixa de Previdência. Se ficassem somente em sua atividade-fim que é a intermediação financeira.
A PREVI é um fundo de pensão, sem fins lucrativos, cuja única missão é pagar os complementos de aposentadorias. O que o BB tira de seu fundo, dando bônus a diretores e engordando seu próprio balanço, é imoral, vergonhoso, e rapinagem! Faz-nos muita falta. Aos aposentados e principalmente aos pensionistas. O Ministério Público deveria intervir. Contribuições patronais não são investimentos. No balanço estão em "Valores Diferidos", sem direito a retorno.

PS: Hoje entra finalmente no ar o novo site da Chapa 3 - www.previlivre.com.br

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

CONFIAR DESCONFIANDO

     Diante das notícias de que a PREVI estaria no rol dos fundos que juntamente com o BNDES teriam ofertado sessenta centavos de dólar americano para cada dólar de dívida de títulos argentinos, os quais se encontram nas mãos de credores internacionais apelidados de "Abutres", houve comunicado oficial no site da PREVI o qual reproduzimos ao final.
     Muito bom que assim seja pois nos deixa menos temerosos quanto a um possível "mico", no entanto o jornal "El Clarin" noticiou que as 
tratativas estariam sendo feitas entre os dois governos, entre os ministros Guido Mantega e o seu colega argentino. Se assim for, estaria o nosso fundo de pensão imune a uma determinação superior, isto é, do Ministério da Fazenda, via patrocinador BB? Em outras palavras, se o patrocinador mandasse os seus indicados na PREVI atender o pedido, os eleitos teriam condições de barrar sem o voto de qualidade?
     Teremos que rezar para que o governo brasileiro não aceite este negócio, porque se aceitar, não há como a PREVI dizer não.





Sras. e Srs. Conselheiros, 

Encaminhamos, para conhecimento, posicionamento da PREVI publicado no site sobre suposta negociação de títulos da dívida argentina por parte dos fundos de pensão brasileiros. 

Atenciosamente, 

Roberto Sabato 
Gerente Executivo 

PREVI / Ascom 


PREVI esclarece informação improcedente sobre títulos da dívida argentina 
Em função de matéria publicada pelo jornal argentino Clarín, em 30/8/2014, sobre uma suposta negociação de títulos da dívida argentina por parte de fundos de pensão brasileiros, a PREVI tem sido demandada pela imprensa e identificado dúvidas de alguns participantes, quanto à veracidade da informação. 

Para evitar especulações indevidas e melhor esclarecer nossos associados, ressaltamos que a Entidade não possui, não está negociando e nem pretende utilizar esse tipo de investimento. Além disso, a classificação de risco daquele País não nos permitiria fazer qualquer aplicação dessa natureza. 

Os investimentos e desinvestimentos dos ativos dos planos administrados pela PREVI são realizados em consonância com as Políticas e normas vigentes, bem como divulgados sistematicamente pelos veículos de comunicação oficiais e pelo Relatório Anual." 


terça-feira, 2 de setembro de 2014

ADIANTAMENTO PROVISÓRIO


De: jrossineto1@uol.com.br
Enviada: Segunda-feira, 1 de Setembro de 2014 16:31
Para: presi@previ.com.br
Assunto: ADIANTAMENTO PROVISÓRIO PARA ACERTO EM 2015 E SUSPENSÃO DAS CONTRIBUIÇÕES.
À ESPECIAL ATENÇÃO DOS PRESIDENTES DA PREVI E DO CONSELHO DELIBERATIVO.
Pouco interessa a denominação que se dá, como bônus, renda variável, remuneração extraordinária, etc., para pagar vantagens financeiras aos funcionários e dirigentes, a título de produtividade, ora feito pelo Conselho Deliberativo da PREVI para remunerar os Diretores Executivos, utilizando o deplorável e imoral Voto de Minerva.

Aí forçaram isonomia e equivalência para emparelhar remuneração de Diretores Estatutários do BB “S.A”, com a dos Diretores Executivos da PREVI, sociedade civil sem fins lucrativos, a primeira sob as regras do BACEN e CVM e a segunda sob a batuta da LC 108 e 109/2001 e regulada pelo CNPC-MPS e CMN.
 Enfim, sem o menor escrúpulo e pudor ético, aplicaram para os DESIGUAIS incomunicáveis sob os aspectos jurídicos e contábeis, a estropiada analogia inexplicável, incabível e inaceitável do impossível princípio da igualdade para esse caso específico.
Essa interpretação tendenciosa, parcial, paternalista não tem o menor cabimento, pois aqui não cabe, em hipótese alguma, a flexibilização dos ditames da lei para favorecer Diretores de sociedade civil sem fins lucrativos que não têm nenhum tipo de conexão e ou vinculação com o patrocinador BB, uma S.A, de rito totalmente diferente.  Demais disso, tais Diretores são muito bem pagos, porquanto auferem cerca de  R$50.000,00 por mês de salário. Essa teoria da isonomia é tão imprópria que sem medo de errar, podemos invocar a conotação desse caso concreto, casuísta com o erro grotesco de chegar ao cúmulo de expor uma tela de Picasso com molduras paupérrimas, destoantes em relação à riqueza da obra que emoldura.
As melhorias nos nossos benefícios foram aprovadas na destinação da Reserva Especial em 24/11/10, no entanto, como o cenário econômico da PREVI piorou em 2013, a ponto de não cobrir a Reserva de Contingência de 25%, a Diretoria Executiva INTERROMPEU o uso dos superávits apartados no Fundo de Destinação, reduzindo os nossos proventos, de súbito, drasticamente, em 24,8%a – BET (20%) e contribuições (4,8%) – sabendo de antemão que um corte dessa envergadura, monumental, seria inadministrável e que, obviamente, iria nos colocar de joelhos e com os pires nas mãos, como efetivamente estamos.
Sabidamente desnecessário, adiável e comprovadamente injusto, desproporcional e precipitado, esse grave ato administrativo produziu o efeito de âncora de transatlântico nas nossas depauperadas finanças e nos arrastou para abaixo do fundo do poço, sem direito à luz solar, deixando a maioria dos associados em completo desespero pela penúria descontrolável e no clima de terra arrasada.
Em exame isento de revanchismo, de excesso de zelo e de cumprimento cego da Resolução 26/2008, esse corte de 24,8% deveria ser efetivado de forma gradual, como, por exemplo, reduziria apenas o BET para 10% e conservaria suspensa a contribuição. Após o fechamento o balanço de 2014 da PREVI, analisado o comportamento dos números, seriam feitos os ajustes cabíveis.
O superávit técnico de R$24.7 bilhões em 2013, em que pese a sua robustês bilionária, foi suficiene para cobrir 21%, o que não seria motivo causar pânico, isto porque o Fundo continua superavitário e sem risco à saúde financeira, tanto que os compromissos estão em dia e que a reduzida falta (4%) decorreu de fatores conjunturais plenamente passíveis de contemporização.
Essa atitude inconsequente e arbitrária do corte massacrou e penalizou sem piedade somente os associados, os quais, em última análise, são os mais inocentes nesse processo mal gerido. Esse tipo de coisa, seguramente não se coaduna com a missão dessa Caixa que, em tese, foi constituída para melhorar a qualidade de vida de todos, sejam eles assistidos ou pensionistas.
O que não podemos tolerar é o uso de dois pesos e duas medidas. Se faltou dinheiro para os verdadeiros donos do Fundo de Pensão para exigir o corte dos 24,8% nos benefícios, por que o mesmo argumento não se aplica para os Diretores Executivos? Em momento de escassez não se deve beneficiar ninguém, uma vez que o volume dos gastos adicionais com o pagamento da remuneração variável, em maior ou menor escala, de qualquer sorte, vão impactar negativamente o resultado do exercício financeiro e as regalias e benesses não deverão ser pagas e  sim, suspensas.
Ponderando que a BOVESPA reagiu de forma significativa, extrapolando os emblemáticos 60.000 pontos, performance capaz de produzir superávits acima da Reserva de Contingência, ou seja, em excesso, indicativo para nova destinação da Reserva Especial no final de 2014, seria de bom tom, para amenizar o sofrimento dos participantes e assistidos, conceder um ADIANTAMENTO PROVISÓRIO, REEMBOLSÁVEL de 10% sobre o total dos proventos, retroativo a 01/08/14, a vencer em 30/06/15, com as contribuições suspensas por igual período.
Encerrado o exercício de 2014 o CD e Diretoria Executiva da PREVI se reuniriam com as entidades representativas para fazer os ajustes necessários e elaborar proposta para ser submetida ao patrocinador BB visando outra destinação de superávits, claro que, para isso se materializar, o balanço deste exercício findante deverá satisfazer as exigências do artigo 20 da LC 109/2001.

A medida alvitrada poderá acalmar relativamente os ânimos, enquanto não se encontra a solução definitiva, desejada, e os associados poderão ter um Natal alegre e aguardar o Ano Novo com a expectativa de cumprimento do Realinhamento do Plano prometido no Termo de Compromisso pactuado em 24/11/10. Impende ressaltar que o Adiantamento provisório de 10% até 30/06/15 e a suspensão das contribuições são medidas de alçada do CD e Diretoria Executiva, não dependendo do aval da PREVIC.