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terça-feira, 4 de agosto de 2015

O QUE NOS ESPERA?

       Intrigante o desenrolar dos acontecimentos em terras próximas e distantes. A chamada delação premiada está culminando com fatos desconcertantes, caso da prisão nesta segunda do homem mais importante, depois de Lula, do Partido dos Trabalhadores e - com certeza - o mais influente  nos treze anos de governo petista. E a cada dia surgem novas delações premiadas que podem nos surpreender ainda mais.
        Louva-se a atitude condizente do STF que até agora tem dado seu aval ao juiz Sérgio Moro. Obviamente o magistrado paranaense precisa mesmo de respaldo posto que está lidando com pessoas deveras influentes, as quais, presume-se, não irão cruzar os braços diante da prisão de amigos e aliados de longa data.
         Por outro lado, para nossa tristeza, a área econômica parece não conseguir descolar-se deste universo de corrupção que atingiu em cheio a nossa outrora gigantesca Petrobras com todas as empresas que a ela presta(va)m serviços, muitas delas criadas para entrega e prestação de serviços específicos como a contrução de sondas de perfuração de poços. Ademais, caiu mundialmente o preço do óleo o que obstaculiza ainda mais a extração do pré-sal.
        O amanhã somente a Deus cabe conhecer. Os acontecimentos inusitados destes últimos anos, entretanto, são sinais que não podem ser desprezados, nos inquietando sobre o futuro próximo. Com efeito estamos pisando em ovos.
OUTRORA OURO NEGRO, HOJE TRANSFORMADO EM FONTE DE PREOCUPAÇÃO.

domingo, 2 de agosto de 2015

DESCIDA VERTIGINOSA DO REAL





Desde que o Plano Real foi lançado, em Primeiro de julho de 1994, até 1º de julho de 2015, a moeda se desvalorizou 80,1%. Com isso, a nota de R$ 100, na prática, vale hoje R$ 19,90, segundo cálculos do matemático financeiro José Dutra Vieira Sobrinho.






A nota de R$ 10,00 com a perda de seu poder de compra tem valor equivalente a R$ 2,00; assim como a nota de R$ 5,00 vale em torno de R$ 1,00




No começo do Plano Real, R$ 1,00 podia ser encontrado na forma de cédulas e moedas. A nota deixou de ser impressa, e a moeda agora tem valor equivalente a R$ 0,20



A moeda de R$ 0,50 também com a perda de 80,1% do seu valor, vale R$ 0,10 na prática.
Assim, também, a moeda de R$ 0,25 vale hoje R$ 0,05 e a de R$ 0,10 vale R$ 0,02
A moeda de R$ 0,05 na prática equivale a R$ 0,01

  

A moeda de R$ 0,01 ainda existe, mas a inflação de 402,4% ao longo dos 21 anos do Plano Real fez com que, na prática, ela não valha mais nada.

O GRANDE DESEJO DO POVO BRASILEIRO ERA VER SEU LÍDER MAIOR ESTAMPADO EM QUALQUER NOTA DO REAL, AINDA QUE A NOTA TIVESSE APENAS UM VALOR IRREAL, COMO É O CASO DO HOMENAGEADO. 

sábado, 1 de agosto de 2015

E O POVO APLAUDE!

           A semana finda com um memorável discurso dado numa cerimônia do Pronatec.
Que dizer de pessoas que aplaudem um disparate desses? Seria cômico se não fosse trágico.
              O meu dileto amigo João Rossi Neto diz sobre uma entrevista do FHC, num comentário da postagem anterior, o seguinte:

"É muito curioso o FHC dizer que a Dilma é honesta. Onde existe honestidade nas pedaladas fiscais que a Dilma deu, as quais foram superiores as do Lula e do próprio FHC juntos, em apenas quatro anos de governo?

Não sei por que o PSDB deixa esse velho caduco manifestar-se em nome do partido? Ele não precisa ter medo das suas pedaladas serem investigadas, já que as suas contas foram aprovadas pelo TCU e não tem mais volta.

Caso a Dilma fosse de fato honesta, não teria autorizado, de próprio punho, em decisão isolada, de sua única responsabilidade, a compra fraudulenta da Refinaria de Pasadena, no Texas que resultou num prejuízo de US$1,3 bilhão à Petrobras.

Demais disso, ela não servia para ser Presidente da República por incompetência, omissão, leniência e conluio, dado que não enxergou essa assombrosa e assustadora rede de corrupção que arrasou a Petrobras, nesse estrepitoso arrastão da roubalheira comandada pelo PT, PMDB, PP, funcionários de estatais e empreiteiras, onde a propina correu solta. Dizer que não sabia de nada não é crível e não convence a ninguém.

Embora a palavra de FHC não tenha valor algum, alguém precisa por um fim nos seus devaneios inoportunos e improcedentes. Piedade e consideração com os mais velhos também têm limites, pois enchem o saco."

              Endosso cada palavra que disse o nosso grande Rossi. Com efeito FHC é bananeira que já deu cacho e não merece mais qualquer consideração. Que fique na sua insignificância e cale de vez seu discurso fora de moda.
                Voltando à vaca fria das metas não estabelecidas mas mesmo assim dobradas, essa senhora já fez tanto mal à nação brasileira e mesmo assim, se desconhece até que ponto ainda pode chegar. Mesmo com aprovação no piso, popularidade no chão, parece que temos medo de perder a democracia. Eu prefiro perder a democracia, as eleições, tudo... pela honestidade! Será que não temos pessoas honestas neste Brasil continental? Eu confio em nossas instituições que já provaram suas idoneidades: Exército, Marinha e Aeronáutica. Que eles intervenham por alguns anos, o suficiente para moralizar nossa nação. A tarefa não é difícil, basta assumir o comando deste país, agir doravante com honestidade, sem o congresso nacional. Apenas com o Judiciário na punição dos corruptos, como já está em curso. Os poderes corrompidos hoje são o Executivo e o Legislativo. 
            Sem uma solução definitiva (e rápida) nos afundamos cada vez mais, tornando cada dia mais sofrível a redenção do Brasil.
JÔ SOARES QUE MUITAS VEZES NO SEU PROGRAMA DIVULGA AS "PÉROLAS" DE ESTUDANTES DE VESTIBULARES E ENEM, PODERIA FAZER AGORA UMA PARÓDIA DAS "METAS"  DA SUA "RAINHA".
                       

quarta-feira, 29 de julho de 2015

QUEIXAS CONTRA O PATROCINADOR

       Tal qual camaleão o patrocinador da PREVI tem se camuflado acintosamente especificamente apontando seus canhões de grosso calibre na direção dos pós-laborais. Parece que em poucos anos nos tornamos os principais inimigos desta instituição para a qual laboramos com ardor, tendo sido seus pilares por 20, 30, 40 anos, ou mais. Vou escrever de mim. Tenho um CDC - Renegociação de dívidas cuja prestação é de 1.091,00 em 60 meses. Paguei 25, restando 35. Eles não renegociam mais, exceto se for com juros altos. Mesmo extrapolando minha margem de 30% não entrei com a Ação 30%. Em 2013 abrimos, eu mais o Gilvan, a conta jurídica da ANAPLAB. No DCO da Associação a tarifa é elevada (1,45 por lançamento) o que nos faz perder uma receita mensal de mais de 2.300,00. E ainda o Gilvan precisa fazer mensalmente todos os comandos manuais, ou seja, o BB nada precisa fazer, o seu sistema faz. E nos obrigam (para manter a tarifa) a aplicar em OuroCap que todos sabem só é bom para quem vende. Nem vou escrever hoje sobre as nossas ações judiciais que sofrem violentos ataques da parte do patrocinador. Deixemos para um outro dia.
           Na CASSI, o imbróglio é o mesmo. Querem forçar a barra sobre cláusulas convencionadas desde o início do plano. O carrasco é sempre o mesmo, um tal de Carlos Neri, o mesmo que negociou aquele acordo espúrio do superávit de 2010. A diretoria do BB é toda comandada pelo PT e PMDB, dois partidos que estão atolados na Lava Jato. Concordo uníssono com o Dr. Medeiros lastreado na posição tomada em Xerém-RJ na reunião das associações comandadas pela FAABB, da Isa Musa de Noronha. Essas investidas do BB contra os aposentados NÃO PASSARÃO. Vamos que vamos votar NÃO! Todos contra o BB em alto e bom som. O nosso mote já está pronto: "NÃO PASSARÃO"! Valeu Medeiros!!!

AS MEDIDAS QUE O BB QUER NOS IMPOR NA MESA DE NEGOCIAÇÃO #NÃOPASSARÃO. TODOS COM ESSA "HASHTAG" NA CABEÇA E NO CORAÇÃO.   

terça-feira, 28 de julho de 2015

EDITORIAL DA GAZETA DO POVO (PR) DE ONTEM

EDITORIAL
Duas CPIs mais que necessárias
As motivações nada republicanas de Eduardo Cunha para instalar CPIs não tiram a importância da investigação sobre os empréstimos do BNDES e a gestão dos fundos de pensão
·        Gazeta do Povo
Texto publicado na edição impressa de 27 de julho de 2015
Quando voltarem do recesso, em agosto, alguns deputados federais terão trabalho novo: a CPI do BNDES, que terá o objetivo de vasculhar os empréstimos feitos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social desde o início do primeiro mandato do presidente Lula. A comissão foi instalada pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha, em 17 de julho, pouco depois de anunciar publicamente seu rompimento com a presidente Dilma Rousseff. A CPI do BNDES, cujo requerimento de instalação foi feito pelo paranaense Rubens Bueno, já era uma necessidade havia muito tempo; é uma pena que, agora, sua criação se dê quase que única e exclusivamente como vingança pessoal de Cunha contra Dilma – o deputado culpa o Planalto por sua inclusão na lista de políticos investigados na Operação Lava Jato. Mas as motivações nada republicanas de Cunha não tiram a importância da investigação.
Em dezembro do ano passado, os congressistas incluíram na Medida Provisória 661, que autorizava um repasse de R$ 30 bilhões do Tesouro Nacional ao BNDES, um dispositivo que levantava o sigilo nas operações de crédito do banco de fomento. A iniciativa veio da Câmara e foi mantida pelo Senado. Dilma, no entanto, vetou o fim do sigilo em maio deste ano. A oposição está especialmente interessada nos dados relativos aos empréstimos que viabilizam vultosas obras de infraestrutura em países cujos governos são ideologicamente afinados com o petismo, como os de Cuba, Angola, Argentina, Equador e Venezuela. Além disso, o BNDES foi participante ativo na equivocada política de escolha de “campeões nacionais”, empresas selecionadas a dedo com critérios nem sempre transparentes, muitas vezes capazes de se expandir para o exterior com dinheiro próprio, em vez de obter empréstimos a condições camaradas com um banco de fomento que poderia direcionar mais recursos aos empresários que efetivamente deles necessitam.
O “capitalismo de compadres” e o aparelhamento da máquina pública são fundamentais para se entender o Brasil sob o comando do PT
E, em uma demonstração de que os escândalos acabam se entrelaçando, entre os grandes beneficiários de empréstimos do BNDES está a empreiteira Odebrecht. O presidente da empresa, Marcelo Odebrecht, está preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, por suspeita de envolvimento nas roubalheiras da Petrobras, investigadas pela Operação Lava Jato. Além disso, a empreiteira seria uma das beneficiadas pela ação do ex-presidente Lula, investigado pela Procuradoria da República no Distrito Federal por suposto tráfico de influência. Ou seja, o potencial explosivo da CPI do BNDES é imenso, e por isso é compreensível a apreensão no Planalto, por mais que os líderes do governo tentem mostrar tranquilidade.
Outro motivo para tensão, aliás, é a CPI dos fundos de pensão na Câmara (já existe uma sobre o mesmo tema no Senado). Sua criação, também motivada por requerimento de Bueno, foi autorizada por Eduardo Cunha, mas ela não começará a trabalhar logo: por causa do limite de comissões que podem funcionar simultaneamente, ela terá de esperar pelo encerramento de alguma CPI – mais provavelmente, a do Sistema Carcerário. A investigação deve se centrar no uso político e em irregularidades cometidas na gestão de Funcef, Petros, Previ e Postalis, fundos de pensão respectivamente da Caixa Econômica Federal, Petrobras, Banco do Brasil e Correios. Em alguns deles o rombo é tão grande que surgiu a proposta de elevar a contribuição previdenciária dos servidores para compensar o estrago.

As duas investigações, se bem realizadas, poderão ajudar a lançar muita luz sobre estes pouco mais de 12 anos de petismo no poder. Por mais que a máquina de propaganda petista tente manchar as CPIs como produto da vingança pessoal de Cunha, sua importância não pode ser minimizada. O “capitalismo de compadres” fomentado por Lula e Dilma e o aparelhamento insaciável da máquina pública, incluindo os fundos de pensão, são fundamentais para se entender o Brasil sob o comando do PT.
ROMPIDO COM O PLANALTO, CUNHA AUTORIZA DUAS CPIs QUE VÃO DE ENCONTRO COM OS ANSEIOS DO GOVERNO FEDERAL.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

ESTAMOS PERDENDO FEIO

            Nossa condição de aposentados enfrenta, de novo, após 21 anos de estabilidade, o dragão da inflação, em meio a uma conjuntura econômica que derrubou nossa reserva especial de 24 bilhões de reais, posição de dezembro/2013, para alguma coisa ao redor de 5 bilhões nos dias atuais (números sem confirmação oficial mas com tendência a virar pó em dezembro deste ano.) Talvez esta previsão não divulgada tenha sido o real motivo da perda do BET no início de 2014 com o retorno das contribuições.
            O pior é que as medidas tomadas até agora não estão surtindo efeito no terreno inflacionário, a nossa perda de poder de compra. Eis um paralelo da inflação do ano passado em comparação com o ano presente, realçando que, via de regra, a cada ano de abril a agosto, a tendência sempre foi de queda, menos neste ano de 2015. Mau sinal.

MESES           2014         2015

Janeiro           0,63          1,48
Fevereiro        0,64          1,16
Março              0,82          1,51
Abril                0,78          0,71
Maio                0,60          0,99
Junho              0,26          0,77
Julho               0,13             ?
Agosto            0,18              ?
Setembro        0,49
Outubro           0,38
Novembro        0,53
Dezembro        0,62

           A tendência não é animadora. Ainda mais se perdermos o grau de investimento pelas agências de risco. Na prática ao que parece isso já está acontecendo com a recente decisão de revisão das metas na esfera federal. Contribui o fato de não ter havido cortes no custeio, continuamos com 38 ministérios e 105 mil cargos comissionados. Falam que o ministro Levy não vê com bons olhos os super salários dos apaniguados em estatais, incluídos os fundos de pensão. Será? Se assim fosse sugeriria à presidenta mudanças, não acham?
            O amigo Carvalho, em que pese todo seu esforço, tentou convencer o Conselho Deliberativo para aprovar o adiantamento de 7% a ser compensado em janeiro/2016. Tudo o que conseguiu foi adiar a decisão para final de agosto. Será que não faltou empenho do Haroldo e do Rafael? Estes dois estão nos devendo, afinal, foram eleitos e por que não brigam por nós? A não ser que haja algum motivo impeditivo como, por exemplo, falta de fluxo de caixa. Pouco provável pois o presidente Gueitiro afirmou em Balneário Camboriú que a PREVI sempre trabalha com fluxo de caixa folgado justamente para evitar contratempos. Ou então, seria o acréscimo de 5.000 novos colegas que aderiram ao PAI neste mês de julho? Se não aprovarem, com certeza nos devem explicações.

sábado, 25 de julho de 2015

QUANDO NÃO SE QUER, NADA SAI

Quando não se quer resolver absolutamente nada se cria o chamado grupo de trabalho para cuidar de determinado assunto. Hoje, na Previ, o “mantra” é que as coisas estão em estudo ou em estado avançado com vistas a uma definição (vide ES-Capec). “Estudam” tanto mas não chegam a conclusão alguma. Aliás, estou sendo injusto. Quando o assunto envolve os membros da diretoria logo se chega a uma conclusão que, sempre, contraria os interesses do corpo de associados. No caso específico do adiantamento de 7% não houve consenso entre os membros da diretoria executiva. Pode-se inferir, sem exageros, que apenas os eleitos, Décio e Cecília, foram os que se manifestaram favoráveis à antecipação. O assunto subiu para o conselho. Não será surpresa, imagino, que semelhante decisão possa vir a acontecer com o consequente empate entre os conselheiros eleitos, a favor da antecipação, e os indicados votando contra. Mais uma vez a coisa poderá ser decidida, contra os nossos interesses, mediante aplicação do malfadado voto de minerva. Confesso que não estou sendo, de forma alguma, pessimista nas minhas colocações. O decorrer do tempo e dos acontecimentos fazem com que eu me comporte da forma a mais realista possível, a fim de evitar maiores decepções diante da expectativa que foi criada em torno dessa reunião do DELIB de amanhã, 24.07.2015.

(Comentário de Jorge Teixeira - dia 23.07 na postagem
  "DOIS MESES DECISIVOS")

Nota do Blog

Atendendo pedido do colega Ricardo Albuquerque, retirei do ar o comentário de Arnaldo Jabor que a mim também agora pareceu com certo exagero.