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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

SOU LÁZARO E AGRADEÇO A DEUS

   O título pode induzir o leitor a supor que eu esteja fazendo uma postagem para o Pão Celestial ou para o mais recente DESÍGNIOS DE DEUS PARA A HUMANIDADE, ambos de cunho escatológicos; mas não é isso, é neste mesmo blog previano para o qual redijo, embora tenha a ver com os dois meus comandados.
    Refleti um pouco sobre a pessoa do atual presidente do Conselho Deliberativo da PREVI, sem exagero, um dos cargos mais relevantes de nosso fundo de pensão. Lembrei-me que aquela descomunal admoestação quando ainda Conselheiro Consultivo está assinada por este indivíduo. E agora, na infeliz decisão de 25.11 sobre a fixação do teto de benefícios, lembrei-me que o principal interessado na fixação de um teto "elevado" foi igualmente o mesmo indivíduo, o qual tendo 47-48 anos de idade continua no cargo de Vice-Presidente de distribuição de varejo e gestão de pessoas do BB, cargos assumidos após a aposentadoria de Robson Rocha de quem os cargos no BB e no CD da PREVI foram herdados e cuja aposentadoria futura lhe valerá o teto ora estabelecido na PREVI. Certamente, sua aposentadoria será menor do que hoje ganha como vice-presidente do BB e como conselheiro deliberativo da PREVI (12.000,00 para uma reunião mensal).
     Ele é partidário ferrenho do PT conforme informa O Antagonista cujo link pode ser acessado em:


    Na entrevista concedida em 28.07.2013 ao Jornal da Cidade de Bauru, sua terra natal, a repórter Ana Paula Pessoto lhe pergunta sobre seu irmão, o padre Ricci, pessoa muito benquista em Bauru:
"Perto dele, a minha religiosidade é minúscula. Ele é um abençoado. Eu digo que sou a traquinagem da família e ele, a sabedoria."
Pois é. Alguém poderia decifrar o substantivo "traquinagem"?
Veja a entrevista completa ao JC de Bauru clicando AQUI
     De resto, pouco ou nada custava ao nosso bem sucedido "Businessman", votar, na mesma reunião do dia 25.11.2016, a suspensão temporária de três parcelas do empréstimo simples, socorrendo a muitos "lázaros" famintos de nosso fundo de pensão. Será que fosse seu irmão, o bondoso padre Ricci de Bauru, em seu lugar, não o faria? Que Deus te abençoe e a toda a tua família, caro Paulo Roberto Lopes Ricci!

"Amem os seus inimigos e orem por aqueles que vos perseguem" Jesus Cristo em Mateus 5:44 

sábado, 3 de dezembro de 2016

COMO VOTOU, CONSELHEIRO?

   A PREVI diz no texto "por maioria de votos" dos seis membros do Conselho Deliberativo, porém, o associado gostaria muito de saber quem votou a favor e quem votou contra. Pescando em águas turvas, pela falta de transparência em nosso fundo de pensão, completamente dominado pelo patrocinador, Banco do Brasil S.A., deixo espaço aberto nos comentários para o conselheiro eleito que queira declarar o seu voto. Esta atitude é dispensada aos indicados pelo patrocinador que estão nos postos para cumprir as ordens de seu empregador.
     Provavelmente, o mesmo escore aconteceu na diretoria executiva na decisão de não suspender as parcelas do ES no três meses adiante. Posso estar errado, posto que nos foram negadas as informações de "SIM" e "NÃO", mesmo assim gostaria de dar o meu palpite: 05 votos pelo "SIM" (não suspensão na diretoria e teto no CD) e 01 voto pelo "NÃO" em ambas as decisões.
     Declino os nomes dos eleitos, retirado do sítio do fundo:
DIRETORIA EXECUTIVA:
Cecília Mendes Garcez Siqueira - Administração
José Carlos Reis da Silva (Zeca)- Planejamento
Marcel Juviniano Barros  -  Seguridade
CONSELHO DELIBERATIVO - CD
Carlos Alberto Guimarães de Souza
Wagner de Souza Nascimento
Antonio José de Carvalho
     Vale lembrar que na recente votação das 10 medidas, incluindo as emendas madrugada a dentro, não foram omitidos os votos. Recebi relatório dos deputados federais por Santa Catarina que votaram a favor das emendas imorais da madrugada. Pois então, na PREVI houve eleição direta para os acima escolhidos, não vale para nós a mesma regra democrática?
     Infelizmente, o nosso patrocinador é o grande censor. Não é de seu desejo que tudo seja feito às claras. Entretanto, precisamos saber para cobrar "nossos" eleitos. Sequer sabemos a pauta de cada reunião. Somos sempre pegos de surpresa. Elegemos para a democracia "faz de conta" mas estamos alijados das decisões mais importantes de nosso fundo. #MudaBrasil

Notícias

Lista de destaques

25/11/2016

PREVI aprova Teto de Complemento de Benefícios

Conselho Deliberativo decidiu em 25/11 estabelecer Teto para o Plano 1

Na reunião de hoje, 25/11, o Conselho Deliberativo decidiu, por maioria dos votos, estabelecer um Teto de Complemento de Benefícios para o Plano 1, tema que vinha sendo debatido nas instâncias de governança da PREVI há vários anos. É importante ressaltar que a PREVI  sempre esteve  em total conformidade com a Legislação. 
O Teto de Complemento de Benefícios do Plano 1 será correspondente ao valor da remuneração da maior função privativa dos funcionários de carreira do Banco do Brasil, que atualmente é o cargo de Diretor.
Para a implementação efetiva do Teto o regulamento precisa ser alterado e aprovado de acordo com os trâmites legais, que envolve  o patrocinador Banco do Brasil, os órgãos de controle e a Previc.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

O PRINCIPAL FOI RESOLVIDO

   O principal entrave que incomodava os dirigentes em nosso fundo de pensão está resolvido. O teto de benefícios foi estabelecido bem acima das expectativas. São mais de sessenta salários mínimos vigentes em nosso país, portanto, inatingível para a maioria, tornando-se privilégio de uma casta que talvez não ultrapasse a cem sortudos. Sorte deles que estamos num plano BD (Benefício Definido) pois fosse pelo atual regime CD (Contribuição Definida) as reservas matemáticas jamais lhes garantiriam atingir este patamar.
    Neste contexto - até pelo princípio da transparência em voga num estado democrático - a PREVI precisa divulgar em seu sítio os valores que correspondem ao vencimento de um diretor do BB, tomado como base do referido teto. Além, os associados eleitores têm o direito de saber como votaram os eleitos na definição da matéria. É muito importante para nós saber se houve empate, consequentemente, se foi usado o chamado "voto de qualidade" para decidir a celeuma. Ou se o Banco do Brasil, principal interessado no assunto, conseguiu dar uma "goleada" de seis a zero. Com a palavra a direção da PREVI.
     Resta-nos a esperança de que referido valor seja contestado e não liberado pelos órgãos de fiscalização e controle das estatais (Ministérios da Fazenda e Planejamento, DEST e Previc) que poderão, entre outros argumentos, contra-atacar alegando que nosso fundo de pensão não pode ultrapassar os limites constituídos no maior vencimento de servidor público, ou seja, 33.700,00.
     Enquanto isso, nós, donos dos recursos do fundo, sequer conseguimos um mísero adiamento de três prestações de nosso empréstimo! Eta mundo cão!


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

ALÔ DOUTOR MARCEL!

   Ontem, em meio à comoção pelo acidente aéreo que vitimou o querido "Verdão do Oeste" de SC, chegou-me um apelo feito pelo grupo "Reagir", dirigindo a mim um pedido de intermediação junto à PREVI, trazendo uma sugestão muito válida na tentativa de destravar o motivo gerador da não-suspensão das parcelas do ES.
    De pronto, repassei a mensagem às cinco diretorias do nosso fundo bem como ao presidente Gueitiro, reforçando o pedido recebido que está reproduzido abaixo, ao final destas minhas ponderações.
    Aproveito para sugerir ao Marcel, nosso mui digno diretor de Seguridade, um roteiro de estudo sintetizado para reverter o chamado "Anatocismo bancário" praticado no ES:
1) Transformar o ES em prefixado.
2) Sugerir uma taxa de juros pré ao redor de 1,3% ao mês na qual estariam englobadas: atuarial 0,45% ao mês, INPC 0,35% ao mês, FQM 0,5% ao mês para todas as faixas. 
Na contabilização pela PREVI cada percentual iria para a conta específica. Com essa prática estaria assegurado um superávit na rubrica FQM posto que você põe nela mais que o atuarial e mais que a inflação.
3) Simulação feita na internet, as condições do meu ES mantido no fundo hoje:
-Prazo em meses: 120
-Taxa de juros:  1,300% ao mês
-Valor tomado: R$ 140.000,00
-Valor prestação fixa: R$ 2.310,40
-Valor pago hoje ES:   R$ 2.228,17
    O corpo técnico do fundo, leia-se equipe do Manoel Jorge, está plenamente capacitado para efetuar simulações ainda melhores do que a minha. Solicito, para o bem geral, que o nobre diretor autorize um estudo detalhado da matéria e coloque à apreciação dos demais membros de diretoria e Conselho Deliberativo. Creio que esta mudança é fundamental para sobrevivência de todos.
     A seguir a transcrição de inteiro teor da remessa eletrônica enviada à PREVI no dia 29.11.2016:

Ilustre Presidente Gueitiro Genso,

Ilustres Diretores: Marcel J. Barros, José Carlos Reis da Silva, Marcus M. Almeida, Renato Proença. Cecília Garcez

Repasso sugestão tal qual recebida considerando-a plenamente exequível. Peço humildemente que analisem esta possibilidade real de cobrança das três parcelas referentes ao FQM com a finalidade de atender ao principal entrave pela suspensão das parcelas referente a dezembro/2016, janeiro e fevereiro/2017. Desta forma, endosso o pedido feito na mensagem abaixo, ao tempo em que reforço a necessidade da suspensão tendo em conta  a precária situação financeira pela qual atravessam muitos usuários de ES.

Cordialmente,

Ari Zanella
Joinville/SC

De: Grupo Reagir [mailto:gruporeagir@gmail.com] 

Enviada em: terça-feira, 29 de novembro de 2016 01:10
Para: azarizanella@gmail.com
Assunto: SUSPENSÃO DAS PRESTAÇÕES DO ES


Prezado Zanella,
Tenho acompanhado a dramática situação da maioria dos colegas que contavam com a suspensão da cobrança das parcelas dos meses DEZ/JAN/FEV do ES para poderem ter um Natal menos ruim e que, pela decisão da PREVI, se a mesma prevalecer, terão que amargar, com certeza, o pior fim de ano de todas as nossas vidas.
No entanto, enquanto houver diálogo, deve haver esperança.
Por acreditar que ainda seja possível o atendimento do pleito justo dos tomadores do ES, arvoro-me em encaminhar a você, uma sugestão que, se julgada sensata, peço que a encaminhe à PREVI para que seja estudada. 
Parece que o problema em que a PREVI se ampara, para negar a suspensão das parcelas do ES, está no impacto que esta suspensão causa no FQM, o que, evidentemente, é um argumento difícil de contestar, já que, durante o período de suspensão, deixam de ser vertida para o referido fundo, as parcelas a ele referentes, causando assim, uma arrecadação muito menor que nos meses em que são descontadas as parcelas normalmente. 
Ora, talvez possamos oferecer à PREVI uma saída para o impasse, qual seja: que sejam abatidos dos valores das prestações a serem suspensas, os valores respectivos do FQM relativos aos meses de suspensão e que tais valores sejam destinados, imediatamente e de uma única vez, àquele fundo. Assim, o recolhimento do FQM não sofreria solução de continuidade, podendo ser corrigido atuarialmente, inclusive com uma rentabilidade ainda maior que o normal, pois seriam aplicados, de única vez, os valores referentes aos meses de suspensão. 
Com relação à 2ª justificativa da PREVI, a qual alega que os valores referentes à suspensão são corrigidos atuarialmente e lançados para o final, o que acabará por gerar um saldo que terá necessidade de ser refinanciado, também, não podemos negar que a PREVI tenha razão em sua precaução. No entanto, entendo que poderíamos propor que os valores suspensos fossem atualizados atuarialmente e as respectivas diferenças fossem cobradas nos meses de MARÇO, ABRIL e MAIO, juntamente com as parcelas normais, não mais ficando para o final a dita diferença atuarial.
Esta é apenas uma forma para negociar com a PREVI e que não abalará, de nenhuma forma, a tão propalada sustentabilidade dos fundos. 
Penso que todos os colegas aceitariam fazer tal acordo com a PREVI e, assim, ela poderia atender ao pleito e às verdadeiras necessidades de todos os participantes que contrataram o ES. 
Envio esta sugestão ao prezado colega, para sua apreciação, autorizando desde já as alterações que entender serem necessárias, solicitando que, caso aprovada, faça-a chegar às mãos da Diretoria da PREVI.

Em tempo: A presente sugestão vai em caráter confidencial, cabendo ao nobre colega a decisão de divulgá-la ou não.     
Atenciosamente,
José Madeira


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

OBEDECE QUEM TEM JUÍZO

     Alguns membros de nosso fundo pensam que quero depredar o nosso patrimônio, que não zelo pela imagem da PREVI, que sou um contumaz perseguidor da PREVI.
  Nenhuma destas atitudes, entretanto, espelham a realidade. Pelo contrário: Quero o bem do meu fundo de pensão, que seja sempre abastado, que consiga atravessar em pleno êxito toda a expectativa que sobre ele é gerada.
     Um objetivo, porém, nunca deve ser esquecido: O de que o fundo existe única e tão somente em função do pensionista, ou seja, dos associados ex-laborais do Banco do Brasil, este na função de patrocinador como a semântica da palavra indica:

PATROCINADOR:

Adjetivo ou substantivo masculino

       1.       que ou o que patrocina.

   2.    diz-se de ou indivíduo, ou empresa, que arca com os custos da realização de um espetáculo, competição esportiva, programa de televisão ou de rádio etc., com objetivos de publicidade ou marketing.

     O único “ganho” financeiro de um patrocinador é a publicidade e marketing. Neste caso é um diferencial interno para atrair no mercado os melhores profissionais, retribuindo-lhes além do salário, um plano fechado de aposentadoria que logicamente não será do patrocinador, mas do próprio associado. Isto soa como óbvio e ululante!
     Inobstante, vê-se tudo ao contrário na PREVI.  Vamos demonstrar nas fatídicas e equivocadas decisões do dia 25 de novembro de 2016: O nobre Conselho Deliberativo, órgão máximo do poder decisório do nosso fundo, vira as costas para os associados, verdadeiros donos do fundo, desprezando a votação de maior interesse para os tomadores de ES, no caso os associados, bons pagadores, adimplentes, que nem reclamam em pagar juros compostos de uma contabilidade perversa, etecetera e tal. Em contrapartida, este Conselho resolve, depois de anos de engavetamento da questão, aprovar o TETO DE APOSENTADORIA pelo soldo de um diretor do Banco do Brasil, seu patrocinador. A desfaçatez é tão grande que sequer se atrevem a revelar valores! O teto é o mesmo do que ganha um diretor do Banco mas qual é este valor? É o vencimento-padrão ou são todas as verbas elencadas no holerite? Por que nenhum dos membros do CD questionou isso na reunião? Qual é o valor do teto?
  Meus amigos, a maior remuneração legal no país é de um ministro do STF. E o valor nos é revelado: R$ 33,7 mil, este é o teto do funcionalismo público. No privado não há teto. Mas o BB é considerado estatal, portanto, público, tanto que seu presidente é nomeado pelo Executivo. A PREVI é regida pelas normas do DEST (Departamento de controle das estatais). Então, qual o valor que recebe um diretor do BB? 48, 50, 55 ou 60 mil? Cadê a transparência?
     Vale lembrar que a última chapa vencedora na PREVI, a número 3, tem, além do diretor reeleito Sr. Marcel J. Barros, sob o qual estão subordinadas as operações do ES, elegeu concomitantemente DOIS membros titulares e DOIS membros suplentes no Conselho Deliberativo. Os titulares têm direito a voto, os suplentes só participam dos debates nas reuniões. No caso atual, o CD da PREVI é composto por: Três indicados pelo patrocinador; dois eleitos neste ano (da Chapa 3 do Marcel); o Carvalho (titular) e o Medeiros (Suplente) da antiga Chapa 3 eleita em 2014. Por esta constituição fica fácil perceber porque o ES foi sumariamente ignorado nesta reunião.
     O ES não representa nem 3% do total dos ativos da PREVI. Será que ele pode quebrar a PREVI? Não seriam os outros ativos que deveriam ser melhores avaliados? Depois ficam me acusando de terrorismo. Sou eu que sujo a água, bebendo na foz do rio enquanto outros se refestelam na fonte!

PALAVRAS SENSATAS DO PREFEITO ELEITO NELSON MARCHEZAN JÚNIOR, PARA A CAPITAL PORTO ALEGRE(RS). ATUALMENTE É DEPUTADO FEDERAL PELO RS. (BAH! TCHÊ!)
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ADENDO (DE CAUSAR INVEJA)

Colegas,

Para conhecimento.Depois de privatizar e com isto reduzir drasticamente o quadro de pessoal, está sobrando para os que ficaram no Plano.

Tania Vera

Valia: Distribuição de superávit para plano BD

A Valia aprovou junto ao seu conselho deliberativo proposta de criação de um novo fundo e distribuição de superávit para o plano de benefício definido (BD). Segundo a fundação, o atual fundo, que viabiliza o pagamento mensal equivalente a 25% do benefício liquido de contribuição, deve ser extinto em 2017.
A forma de distribuição do novo fundo de distribuição de superávit deverá privilegiar a manutenção do pagamento mensal equivalente a 25% do benefício. A distribuição de superávit do plano BD ocorre de forma ininterrupta desde 2007, mas o pagamento mensal equivalente a 25% do benefício líquido não tem caráter permanente, ocorrendo apenas enquanto houver recursos no fundo de distribuição de superávit. A proposta ainda deve ser encaminhada para a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) para aprovação.

(Agência Investidor Online)

sábado, 26 de novembro de 2016

AINDA É TEMPO DE CORRIGIR

       Como é do meu feitio, procuro não individualizar situações. Mas, no plano institucional, opino, buscando interpretar o porquê das ações que atingem o grupo, ou o   coletivo. No caso da notícia da Previ, hoje, sobre os “aperfeiçoamentos” que tornam o “Empréstimo Simples cada vez mais sustentável”, pela não suspensão das parcelas DEZ-JAN-FEV,  considero-a um escárnio, carregado de irritante cinismo e repugnante hipocrisia.
     Como que se dirigindo a um bando de debiloides (54.800 tomadores do ES), dos quais a grande maioria (77,31%) são menores de 70 anos, num universo cuja auspiciosa expectativa de vida é 82 anos, a Previ centra suas baterias,  no sentido de explicar e mostrar os riscos do FQM, enaltecer o seu injusto princípio da solidariedade e evitar o perigoso endividamento dos mais velhos(>80 anos), ou sejam 6,86% do total !
   Ao contrário do terrorismo praticado com seus números, a Previ devia ter dito que o seu injusto e discricionário FQM vai muito bem obrigado; sua meia-solidariedade, ao arrepio do Estatuto do Idoso, tem gerado, sucessivamente, saldos positivos e sua tabela etária de prazos regressivos é um exitoso espantalho, para inibir a tomada, ou renovação, de empréstimos pelos “pé na cova”.
   A tentativa de explicar “as oportunidades (sic) que são geradas pelas mudanças” é um jogo, intelectualmente desonesto, de palavras e contradições, pois, na prática, pouco, ou nada se aproveitará da forma de cálculo da nova margem.  O parágrafo onde a douta Previ diz: “O principal fator que influencia a margem negativa são os débitos de compromissos financeiros. Esses débitos deixarão de ser efetuados se a margem for negativa e partir de janeiro de 2017” é um primor de redundância e enganação. E daí, Cara Pálida?!  O que deveriam ter dito é que a legalização da nova margem-previ (primeiro eu), ocasionará transtornos e restrições junto a outros credores, mas isso não é problema dela Previ... A “correção de benefícios”, com índice irreal(entre 6 e 7%), somente repõe a “inflação oficial” passada e será logo “comida”, pela metade, com CASSI(+1%), IRPF, contribuições proporcionais e outros penduricalhos Acertaram quando grifaram o hipotético e alegado “troco”, pois,  como o próprio grifo indica, é sinônimo de resto.
      A não suspensão das prestações, com essas explicações falaciosas, improcedentes e cavilosas, não engrandece a Previ, nem pelo lado técnico, nem pelos objetivos sociais. Vivemos um momento de grandes dificuldades, na administração de orçamentos domésticos. A suspensão não é uma anomalia, ou excrescência, a Previ já a praticou inúmeras vezes, é opcional, e no passado se contratava o ES, já optando, ou não, pela suspensão. A Cooperforte dá de presente de aniversário... Pra que essa mesquinharia, Senhores?!

(Texto de autoria de José Aristophanes Pereira)


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

PELA DIRETORIA, NÃO HAVERÁ SUSPENSÃO

   No site da PREVI há explicações detalhadas sobre o "novo" empréstimo simples. Deixaram de esclarecer porque não estudam a mudança para o modo prefixado, através do SAC (Sistema de Amortização Constante) empregado por todo o sistema financeiro. O modelo atual em uso de cobrança pós-fixada de juros e correção tem os mesmos defeitos da dívida que os estados brasileiros têm com a União, sendo que o STF em princípio já sinalizou que a cobrança deve ser pelos juros simples. Mas a diretoria de Seguridade sequer se dá ao trabalho de analisar uma situação prefixada, de juros simples, cujo saldo devedor baixa velozmente. É melhor para a PREVI, para os associados, enfim, "Bom para Todos". No começo poderia operar com ambos os sistemas, quem quisesse permanecer no atual poderia, mas que se oportunizasse quem desejasse mudar.

25/11/2016

Empréstimo Simples cada vez mais sustentável

Novas regras de consignação têm impacto no ES. Confira as mudanças.


A contratação do Empréstimo Simples está limitada, por força da lei, a margem consignável de 30% da remuneração disponível, que corresponde à diferença entre a renda bruta e as consignações obrigatórias. Como foi divulgado no site da PREVI em 18/11, os parâmetros de consignação na folha de pagamento para débitos de entidades foram alterados. A partir de janeiro de 2017 será aplicado um limitador de desconto de entidades nos contracheques dos aposentados e pensionistas.
Quais oportunidades são geradas por essa mudança?
Essa medida, que será adotada a partir da folha de janeiro de 2017, trará uma oportunidade para os associados que nos últimos dois anos não estão conseguindo renovar suas operações de Empréstimo Simples por conta de margem negativa, gerada por débitos financeiros diversos.  A partir da adoção da medida os associados poderão renovar de acordo com o seu caso específico, podendo ser com “troco” (diferença de valor recebido após a renovação de uma operação), mantendo a mesma prestação, alongando prazos e reduzindo o valor da prestação, entre outras opções.
Além das medidas acima, outro fato importante que acontece em janeiro de 2017 é a correção dos benefícios, que causa naturalmente o aumento das margens, ajudando mais ainda a oportunidade de renovação.
Lembramos que ao permitir a renovação com o enquadramento das margens, os associados, dependendo de datas combinadas, além da possibilidade de dinheiro novo, ganham possibilidade de pagar a primeira prestação em até 50 dias.
Quais fatores contribuem para margem negativa?
O principal fator que influencia a margem negativa são os débitos de compromissos financeiros. Esses débitos deixarão de ser efetuados se a margem for negativa a partir de janeiro de 2017.
Outro fator foi a suspensão da cobrança das parcelas do Empréstimo Simples que aconteceu em 2014 e 2015, que gerou diversos impactos: quanto maior o prazo de interrupção do pagamento das prestações, maior o desequilíbrio do contrato, já que os saldos devedores dos empréstimos continuam sendo corrigidos no período da suspensão sem que exista amortização. O efeito da suspensão das prestações também gera a possibilidade de resíduos no fim do contrato, que devem ser quitados juntos com a prestação ou refinanciados, a critério da PREVI, como dispõe o Regulamento do ES.

A suspensão também trouxe consequências negativas para a formação do Fundo de Quitação por Morte (FQM). Do total de mutuários da carteira do Plano 1 do ES, que em setembro tinha 54.800 associados, 62% possuem idade a partir de 60 anos. Como a não cobrança das parcelas é uma situação que não ocorre nas condições normais do Empréstimo Simples, a possibilidade de liquidação dessas prestações pelo fundo não estava prevista nos cálculos atuariais de dimensionamento do FQM. No trimestre de julho a setembro de 2016, a utilização do fundo consumiu 97,6% da arrecadação no período. A matéria “Empréstimo Simples no Plano 1: o que é FQM?” traz mais informações sobre o Fundo de Quitação por Morte.

Estes itens foram considerados em estudo sobre a viabilidade da suspensão da cobrança das parcelas do Empréstimo Simples. A Diretoria Executiva da PREVI, pensando na sustentabilidade do Fundo de Quitação de Morte, decidiu após análise que as prestações de dezembro de 2016 e de janeiro e fevereiro de 2017 serão cobradas dos mutuários normalmente, conforme o cronograma previsto na contratação.
Entendeu-se que fazer as mudanças no critério de consignação, permitindo que muitos associados pudessem voltar a renovar o Empréstimo Simples inclusive com recursos novos, era uma medida muito mais benéfica e sustentável para a maioria dos associados.

O que é o Empréstimo Simples?

O Empréstimo Simples é composto por linhas de crédito pessoal para os associados da PREVI. O ES representa um importante segmento de investimento que a PREVI utiliza para diversificar a alocação dos recursos. De acordo com estratégia de diversificação dos investimentos adotada pela PREVI, o Empréstimo Simples e o Financiamento Imobiliário compõem as chamadas Operações com Participantes, um dos segmentos de investimento de que a entidade dispõe para cumprir a sua missão, que é a de garantir o pagamento de benefícios para os associados de forma eficiente, segura e sustentável. Outros segmentos disponíveis são Renda Variável (ações), Renda Fixa, Imóveis, Investimentos Estruturados e no Exterior.

De acordo com a Resolução Bacen/CMN 3.792, de 24/09/2009, na cobrança dos encargos, a PREVI é obrigada a praticar valor superior ao mínimo atuarial, ou seja, os encargos cobrados seguem os mesmos índices utilizados para correção dos benefícios pagos, acrescida a taxa real de juros (atualmente 5% ao ano). Isso representa uma proteção para o próprio associado, uma vez que a rentabilidade da operação influencia no volume de recursos utilizados para pagamento dos benefícios. Vale ressaltar que diversos fundos de previdência, ao contrário da PREVI, cobram valores acima do mínimo legal.

25/11/2016

Empréstimo Simples no Plano 1: o que é o FQM?

Conheça o Fundo de Quitação por Morte, que atua como mitigador do risco de crédito do pagamento do empréstimo


Os associados que possuem Empréstimo Simples no Plano 1 pagam mensalmente a taxa de FQM. Mas você sabe o que ele é? O FQM, ou Fundo de Quitação por Morte, é o responsável pela quitação da dívida do ES no caso da morte do mutuário. Ele atua como um mitigador do risco de crédito do pagamento do empréstimo.
O Fundo de Quitação por Morte precisa contar com os recursos necessários. O valor de arrecadação é calculado em função de um percentual no pagamento das prestações, amortizações e liquidações dos empréstimos vigentes, e concessões da modalidade ES-13º.

fqm.jpg
No trimestre de julho a setembro, a utilização do FQM foi praticamente igual a arrecadação: 97,6% do que foi arrecadado foi utilizado para quitar dívidas de mutuários falecidos. Confiram a evolução contábil do FQM em 2016:
<
TRIMESTRESALDO CONTÁBIL% EVOLUÇÃOARRECADAÇÃOUTILIZAÇÃO% UTILIZAÇÃO DA ARRECADAÇÃO
Janeiro a MarçoR$ 124,6 milhões0,2%14,8 milhões14,5 milhões98,1%
Abril a JunhoR$ 135,4 milhões8,7%28,6 milhões17,8 milhões62,4%
Julho a SetembroR$ 135,9 milhões0,3%19,8 milhões19,3 milhões97,6%


arrecadacao_utilizacao.jpg

Em setembro de 2016 existiam 54.800 mutuários do Empréstimo Simples, sendo 3.756 com idade acima de 80 anos. Esse público tem um saldo devedor de R$ 318 milhões. O saldo do FQM é de aproximadamente R$ 135 milhões, cerca de um terço do valor emprestado apenas para essas faixas etárias de maior risco. Confira o perfil dos associados do Plano 1 que possuem operações de Empréstimo Simples na tabela abaixo:
 
IDADEQUANTIDADEPERCENTUALVALORES (R$)PERCENTUALSALDO MÉDIO (R$)
Até 59 anos21.05738,43%1.772.970.596,3437,45%84.198,63
De 60 a 69 anos21.30738,88%1.774.213.645,5437,48%83.269,05
De 70 a 79 anos8.68015,84%868.691.324,2218,35%100.079,65
De 80 a 89 anos3.2495,93%280.599.900,785,93%86.365,00
Acima de 89 anos8070,93%37.680.351,690,80%74,320,22
Total54.800100%4.734.155.818,57100%86.389,70

Solidariedade
Desde janeiro de 2015, a cobrança das taxas do Fundo de Quitação por Morte é dividida em cinco faixas etárias. O FQM funciona dentro do regime de solidariedade: no grupo de maior risco, a partir de 90 anos, conforme apontam estudos atuariais, a taxa deveria ser de 13,05%, mas é de 4,0%. Para a faixa de 80 a 89 anos, a taxa cobrada é de 3,5% quando deveria ser de 5,9%.  Isso significa que os mais jovens pagam alíquotas mais elevadas para compensar as reduções para os mais velhos, o que exige estudos aprofundados e periódicos da PREVI, visando a medição constante da solvência e dos fundos. Veja na tabela abaixo como são as alíquotas do FQM com solidariedade e como seriam se ela não existisse na carteira:
 
IDADEALÍQUOTA COM SOLIDARIEDADEALÍQUOTA SEM SOLIDARIEDADE
Até 59 anos0,6% a.a.0,3206% a.a.
De 60 a 69 anos1,2% a.a.0,7617% a.a.
De 70 a 79 anos3,0% a.a.2,4595% a.a.
De 80 a 89 anos3,5% a.a.5,8996% a.a.
Acima de 89 anos4,0% a.a.13,0553% a.a.

Com o objetivo de mitigar o risco, a PREVI pratica a redução de prazo de acordo com a idade do participante, ou seja, a partir de 77 anos o prazo para pagamento do ES diminui a cada mês até o mínimo de 36 meses para participantes com idade a partir de 84 anos.

Quer mais informações sobre o ES? Visite a seção Soluções para você >> Empréstimo Simples no portal da PREVI e saiba mais sobre modalidade, limites, prazos e valores do ES.