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quarta-feira, 1 de julho de 2015

CAINDO DE MADURA



Prezado senhor Presidente Ari Zanella,

                               É com prazer que acuso o recebimento da mensagem abaixo. Agradeço-lhe, também em nome do senador, o apoio externado à ação parlamentar de Sua Excelência. Manifesto ainda minha convicção de que somos um time só, em prol do Brasil e de suas instituições. Aproveito a oportunidade para informar-lhe que o senador Paulo Bauer apresentou, recentemente, o anexo PLS-Complementar nº 387, de 2015, que procura criar normas de governança mais sólidas para a gestão dos fundos de pensão. Saliento que esse projeto deverá tramitar em conjunto com outros dois já  apresentados. Um, pela senadora Ana Amélia (PLS nº 379, de2014) e, o outro, pelo senador Valdir Raupp (PLS nº 78, de 2015), também tratando de dar mais eficiência à governança aos fundos de pensão. Quando ao PDS nº 275, de 2012, também manifesto minha crença que, agora, com outra relatoria, a matéria deve “desencantar”. Encontro-me à disposição para ulteriores considerações.

Atenciosamente,

Geraldo Martins Ferreira
Chefe de Gabinete do senador Paulo Bauer

        Então é isso. O PDS 275/2012 voltou a tramitar no Senado, agora com nova relatoria de Delcídio Amaral do PT-MS, também governista, porém menos pernicioso que José Barroso Pimentel. O que me agrada neste projeto é que o Marcel é contra, logo deve ser bom para nós.
       O dado concreto é que a Resolução 26 está caindo de madura. Já produziu tudo de ruim que tinha que produzir. Com essa administração desastrada do PT e do PMDB não teremos mais superávit, menos pelas chances de um fabuloso ativo que temos e mais pelos investimentos equivocados e pela desnecessária exposição que temos em renda variável.
         Outra despesa que dói em nosso fundo é a tal da Tafic. Pela inoperância e falta de credibilidade desta instituição (PREVIC) arquitetada por Lula e seus asseclas para servir de gigantesco cabide de empregos pago pelos penalizados fundos de pensão, com a PREVI pagando quase 9 milhões/ano. Este dinheiro seria suficiente para aumentar o percentual das pensionistas de 60 para 80%.

         Mas a lei divina é inexorável. Estes carrascos nominados Lula, Dilma, José Barroso Pimentel,  Fernando Collor de Mello, José Dirceu e todos quantos colocaram o Brasil no abismo terão em breve suas recompensas. Não há mal que sempre dure nem mentiras que não venham à luz.
MANIFESTAÇÃO NA PORTA DO MOURISCO POR OCASIÃO DA NOVEMBRADA. "AERUS NOS LEMBRA QUE AMANHÃ PODE SER TARDE DEMAIS."

segunda-feira, 29 de junho de 2015

RELACIONAMENTO INCESTUOSO

      Ouve-se amiúde dentro da PREVI que ela é uma namorada muito cobiçada. Não há empresa brasileira que não queira flertá-la, evidentemente por interesse financeiro. Contudo, o maior galanteador é seu patrocinador, um pai guloso que egoisticamente quer tudo primeiramente para si. Os pobres associados são considerados estorvos que têm que lutar leoninamente, sem sucesso, para ter seus direitos reconhecidos. Ora, como o BB é uma estatal, seu "dono" (Governo Federal) utiliza-se dele para extrair o máximo de seu fundo de pensão. Por isso, as melhores cabeças do patrocinador estão dentro da PREVI para impor sua vontade voraz, contando, não raro, com a "colaboração" de eleitos vira-casacas do tipo Marcel Barros e José Ricardo Sasseron.
       No Conselho Consultivo, o menos influente entre os conselhos do fundo, o Banco coloca diretores e superintendentes regionais, caso de Tarcísio Hubner. Já os eleitos Waldenor Moreira Borges Filho e seu suplente Luiz Roberto Alarcão estão sempre ao lado do patrocinador apoiando o estupro. Quem sempre dá murros em ponta de facas sou eu, o Paulo Roberto Pavão e o meu titular, o Ângelo Celani, que infelizmente se encontra incapacitado de comparecer às reuniões por problemas de saúde.
       No dia 17 de julho as Afas da região sul promovem o tradicional encontro na AABB de Balneário Camboriú com as presenças já confirmadas do presidente Gueitiro e como sempre, o Marcel. Presente também estará a presidente da CASSI que o Banco considera uma filha bastarda. Em BC moram inúmeros aposentados que espero, assim como de cidades circunvizinhas, estejam lá para lotar o salão da AABB e nos ajudar nas cobranças à PREVI. Sem a união de aposentados e pensionistas, isto é, sem pressão, como faz a máquina lava jato, ficaremos cada vez mais desamparados e descalços. Eu estarei lá "incomodando" os "homi". Venha conosco você também!
CRÉDITO DESTA CHARGE BLOG  DOUTOR MEDEIROS

quinta-feira, 25 de junho de 2015

REVANCHISMO, PIRRAÇA E PERSEGUIÇÃO

De: jrossineto1@uol.com.br
Enviada: Quinta-feira, 25 de Junho de 2015 00:49
Para: azarizanella@gmail.com
Assunto: REVANCHISMO, PIRRAÇA E PERSEGUIÇÃO AOS TOMADORES DO ES COM FÓRMULAS PROIBITIVAS E CRUÉIS
Amigo Ari,
Tomara que o conteúdo do texto abaixo arranque a venda dos olhos dos dirigentes eleitos e que eles passem a ter perspectiva e dimensão corretas do que ocorre nas decisões sub-reptícias do ES, sobretudo no escamoteamento de informações de interesse dos participantes e assistidos, como é o caso da cobrança da Taxa de FQM sobre empréstimo simples liquidados espontaneamente pelos devedores e que não devolvidas.
                                                                                   OS FATOS
1 - O QUE ACONTECE, NO ÂMBITO DA PREVI, QUANDO MORRE UM ASSISTIDO (APOSENTADO)? O impacto imediato é que o Fundo deixa de pagar os 100% dos benefícios auferidos pelo “de cujus” e passa a pagar apenas 60% sobre esses benefícios para a sua esposa que, a partir do fato, receberá proventos na qualidade de pensionista.
Dou ênfase especial à figura da viúva, porque normalmente os óbitos ocorrem com mais frequência quando os titulares do plano estão com mais de 60 anos de idade e a essa altura, os seus filhos têm mais de 21 anos, estão formados, casados e não são mais dependentes, restando apenas a sua consorte.
2 - NESTE CONTEXTO, COMO FICAM OS DESEMBOLSOS DA PREVI? Obviamente, haverá uma economia compulsória de 40% e, por conseguinte, redução nas despesas com o assistido falecido, podendo chegar a 100%, caso o mesmo não possua dependentes.
3 – QUAL O DESTINO DO SALDO DA “RESERVA MATEMÁTICA”, VEZ QUE A SUA UTILIZAÇÃO, COM A MORTE DO ASSISTIDO-TITULAR, SERÁ INTERROMPIDA? Sem dúvida, esse Passivo Exigível, como o próprio nome explica, antes exigido gradualmente e quitado mensal, passa a ser Passivo Não Exigível, incorporando esse resíduo financeiro ao Ativo do Fundo.
4 - COMO FICA O SALDO DEVEDOR DE “ES” CONTRAÍDO PELO ASSISTIDO FALECIDO? Aplicam-se as normas de estilo, acionando o FQM para a quitação da dívida, encerrando-se a pendência. É justamente para isso que serve a taxa do FQM paga pelo tomador no ato da contratação do ES.
Embora o Financiamento Imobiliário siga rito parecido, abstemo-nos de tecer considerações a seu respeito, porquanto é o ES "complicado" pelas suas fórmulas abusivas a causa da enorme frustração e insatisfação do Corpo Social que é vilipendiado e tolhido no seu direito de usufruir dos recursos próprios do seu Fundo de Pensão, que servem de lastro para operacionalizar a linha de crédito criada à sua feição, altamente rentável e imune à inadimplência, mas que ao longo do tempo foi sendo cerceada, proibitiva e inacessível por fórmulas leoninas e lesivas intransponíveis.
Os paradoxos, a priori, em que pese tenham aparências e sentidos contraditórios, podem resultar no bem, como por exemplo, para obter a “Paz é preciso fazer a Guerra”, todavia, a tese paradoxal da Diretoria de Seguridade de proteger o dinheiro “poupado” pelos associados contra os próprios “donos desse dinheiro” é burra, maléfica e não tem final feliz, vez que os alija da melhoria da qualidade de vida, essência filosófica precípua e objetivo vital  que norteou a criação da PREVI.
Institucionalmente, a Diretoria de Seguridade deveria funcionar a todo vapor como agente mediador e facilitador voltado para satisfazer as necessidades dos associados, sobretudo nas suas reivindicações de crédito junto à sua casa (PREVI) e evitar que busquem fontes nocivas de provimento de recursos espalhadas no mercado financeiro.
Cabe salientar que se o dinheiro emprestado através do ES fosse de terceiros, captado no mercado a custo alto e reembolsável aos investidores, é claro que a política creditícia seria mais austera, contudo esse não é caso, porque os recursos são próprios e a custo “zero”. São meramente operações de repasse dentro do Fundo de Pensão.
No entanto, se estivéssemos cuidando da gestão de uma empresa privada, os empréstimos com os “donos”, “acionistas”, “cotistas”, etc., os negócios teriam natureza “caseira” e feitos à moda de “Adiantamentos a Sócios”, em condições amplamente favoráveis, porque, afinal de contas, “donos são donos” e, portanto, merecedores de tratamento diferenciado.
Na mesma linha de raciocínio, os associados na qualidade de donos dos recursos estocados no Fundo deveriam também ter tratamento especial nas suas pretensões de crédito. Nada impede a Diretoria Executiva da PREVI de enxergar as “Operações com Participantes e Assistidos” como negócios “CASEIROS”, conquanto na realidade são operações domésticas e em qualquer revés financeiro eles são convocados, conforme reza o artigo 21 da LC 109/2001, para equacionar os eventuais resultados deficitários (déficit técnico) do seu plano de benefícios.
É preciso dar a César o que é de César e dentro do mesmo espírito dos negócios com sócios das empresas, propiciar aos associados da sociedade civil sem fins lucrativos (EFPC), regras racionais, justas, favoráveis e descomplicadas na operacionalização do ES, por serem, repetimos, os proprietários do capital mutuado.
5 - QUAIS OS PARÂMETROS QUE MAIS PREJUDICAM OS MUTUÁRIOS NA CONCESSÃO DO EMPRÉSTIMO SIMPLES-ES? Vejamos, pois, os fundamentais que afetam os bolsos dos tomadores, prescritos no Regulamento da Carteira de Empréstimo Simples:
Art. 13 - Os valores máximos de concessão (Limites) das linhas de crédito serão definidos e alterados a qualquer tempo pela Diretoria Executiva com base em estudos efetuados pela área técnica gestora do produto, bem como de alterar o prazo de reposição.
Art. 16 - Letra c - Taxa para o Fundo de Quitação por Morte (FQM) – percentual definido com base em estudos atuariais e utilizado para constituir fundo garantidor destinado a quitar as prestações vincendas a partir do mês seguinte ao do falecimento do mutuário;  
         Letra d - Taxa para o Fundo de Liquidez/Inadimplência (FL) – percentual definido com base em estudos de risco, com a finalidade de constituir fundo garantidor destinado a quitar dívida inadimplida considerada irrecuperável pela PREVI após a adoção de todas as medidas cabíveis, inclusive judiciais.
Art. 18 - A Diretoria Executiva poderá rever periodicamente as taxas de FQM, FL e TA em virtude da ocorrência de alterações das projeções de longevidade, do risco de inadimplência e dos custos a serem cobertos.
Uma coisa que passa despercebida há décadas, que merece ser exigida, porque envolve valores vultosos, é que a TAXA DE FQM cobrada não é devolvida nas hipóteses de liquidações dos empréstimos por iniciativa dos devedores. A Diretoria de Seguridade não fala sobre essa questão e tão pouco a computa nos cálculos atuariais (engenharia financeira) para a formulação dos requesitos técnicos exigivéis para a concessão do ES.
Como são feitas milhares de “renovações” todas as vezes que os limites de crédito do ES são majorados e tendo presente que cada renovação implica em novo crédito, em operação mata-mata, na qual o saldo devedor “em ser” é descontado (liquidado) e o mutuário fica com o troco ou sobra, e, por não se tratar de uma liquidação por morte do devedor, a TAXA DE FQM recebida desde a formalização do contrato velho, primitivo, fica sem finalidade, NÃO É DEVOLVIDA, e reforça o Caixa da PREVI.
Existe uma versão mal explicada pela Diretoria de Seguridade, isto porque não apresenta planilha detalhada dos cálculos atuariais que englobam a operacionalização do ES, via da qual informa apenas, grosso modo, de que os valores arrecadados através do FQM não são suficientes para cobrir os saques feitos em face do elevado número de óbitos.
Entende-se, no entanto, que essa não é a realidade dos fatos, todavia, se a mesma fosse procedente, ainda assim, a culpa seria da própria Diretoria de Seguridade que subestima a taxa do FQM e, além disso, deixa de efetuar a revisão tempestiva dessa taxa, consoante previsto no artigo 18 do Regulamento da Carteira do ES.
A única saída satisfatória para aperfeiçoar o trâmite do ES, reduzir as amarras burocráticas e clarear a sistemática de cálculos atuariais, envolvendo risco, liquidez e rentabilidade, é o Diretor de Seguridade fazer o correto e computar todas as variáveis que interferem nas liquidações dos empréstimos motivadas pelos falecimentos dos devedores, a começar por considerar a redução abrupta de 40% nos valores dos desembolsos com os benefícios do morto, considerando que o Fundo se obrigará doravante ao pagamento apenas dos 60% da pensionista.
A situação ainda poderá ser minorada, caso o falecido não tenha dependentes, então, claro, essa redução se amplia para 100%. De qualquer maneira, o óbito vai ensejar saque no FQM, contudo, esse será mensal, em valor restrito ao pagamento da prestação vincenda do ES, motivo pelo qual julgamos improcedentes as lamúrias do Diretor de Seguridade em relação a falta de dinheiro no FQM para quitar os contratos dos falecidos.
Cessado parcial ou total (40% ou 100%) o desembolso do benefício do morto, essa economia forçada pela circunstância fúnebre deve ser sopesada dentre os fatores que dão sustentação ao cálculo atuarial do empréstimo, nas suas vertentes operacionais, a qual, por si só, seria bastante para quitar o saldo devedor em poucos meses. A verdade dura e crua é que a morte faz cessar tanto o recebimento de benefícios como a extinção da responsabilidade pela dívida relativa ao ES.
Afora isso, por onde andam os recursos correspondentes às taxas do FQM cobradas nos empréstimos liquidados antecipadamente com créditos novos (operações mata-mata), alvo das renovações, que igualmente devem integrar os aludidos cálculos do ES, por serem ingredientes significativos no aperfeiçoamento das fórmulas mais atraentes e facilitadoras do acesso ao ES pelos associados?
                                                                                         CONCLUSÃO
EM TERMOS PRÁTICOS, O QUE OS ASSOCIADOS QUEREM MODIFICAR NAS REGRAS DO “ES”? Pouca coisa. Basicamente elevar o prazo de reposição para 180 meses e o limite máximo para R$180 mil, mantendo-se inalteradas as demais exigências.
Falar sobre "Limite de Crédito" é quase perda de tempo, haja vista que o valor do empréstimo é limitado à existência da Margem Consignável de 30%, ou seja, poderia ser o limite-teto de R$ 500 mil que soaria utópico e inatingível, dado que tomador algum teria margem consignável suficiente para acessar 40% desse valor. Portanto, um limite ACIMA de R$ 200 mil é INOPERANTE, pois é a Margem Consignável de 30% que determina o valor do ES e ponto final.

JOÃO ROSSI NETO ENVIOU A MENSAGEM ACIMA AO PRESIDENTE DA PREVI, GUEITIRO MATSUO GENSO; DA MESMA FORMA AO PRESIDENTE DA ANABB, ANTONIO SERGIO RIEDE.

VALE LEMBRAR QUE O SR. GUEITIRO LÊ AS CORRESPONDÊNCIAS QUE LHE CHEGAM ÀS MÃOS, PROVA DISSO É QUE SUA DECLARAÇÃO EM GOIÂNIA SOBRE O ES-CAPEC FOI BASEADA NA CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA DO COLEGA ANTONIO AMERICANO DO BRASIL.
ES-PREVI VAI FICAR MUITO TEMPO SEM NOVIDADES BOAS.

LONGE DE MELHORIAS

      Apesar de alguns incômodos não posso me queixar do tratamento que me dispensam no Mourisco. O chefe do Gabin, Marcelo Coelho, comumente me chama de doutor, num especial deferimento a minha pessoa. Na porta do shopping onde tinha ido almoçar na sexta-feira, a simpática recepcionista em seu horário de almoço exagerou em simpatia comigo, são todos muitos receptivos.
        Por outro prisma, não ouvi nas reuniões qualquer alento que nos empolgasse. São números cada vez mais preocupantes, o que me leva a concluir que podemos esquecer pelos próximos dois anos perspectivas de mudanças dos atuais parâmetros. A exceção fica por conta do empréstimo imobiliário cujo alongamento de prazo está próximo de ser concretizado. O novo estudo pede alongamento dos atuais 80 anos (prazo final das prestações) para 85 anos. Esta providência alongaria o prazo em cinco anos para todos os que tomarem o empréstimo doravante e possivelmente seria aberta a repactuação para os que já são tomadores.
        A única objeção ao  empréstimo imobiliário é o atuarial. A PREVI é obrigada a cobrar 5% mais o INPC, o que torna o acréscimo final maior que os financiamentos da Caixa e do BB.
        O xis da questão é recessão com inflação que nos assombra. O PT jogou a nossa economia num caos nunca dantes visto nesse país. A corrupção não termina, a Lava Jato não chega a punir ninguém. Marcelo Odebrecht já preso envia um bilhete aos advogados ordenando "destruir e-mails RR". Tudo acontece em nossas caras e ninguém consegue punir exemplarmente. Chego a duvidar se o juiz Sérgio Moro possa fazê-lo.
         A aprovação pela Câmara da revisão das aposentadorias para que todas sejam de acordo com o mesmo parâmetro de quem ganha um SM, a meu ver, não ajuda em nada nesse momento. Mesmo que o Senado também aprove e a presidente sancione, na prática seu efeito será nulo, pelo menos nos próximos dois anos. É que o "plus" é o acréscimo da variação do PIB de dois anos anteriores. Em 2014, o PIB foi de 0,1% e seria somado ao INPC em 2016; em 2015 já há previsão negativa do PIB em 1,1% o daria em 2017 um aumento apenas pelo INPC.
      Conclui-se que não há luz no fim do túnel. 

segunda-feira, 22 de junho de 2015

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA PREVI


Participantes e Assistidos                                       Banco do Brasil
                                      Conselho Fiscal
                                      Conselho Deliberativo
                                      Diretoria Executiva
Presi         Diseg            Dipla            Dirin        Dipar          Dirad

Merece destacar que, em grau de importância, os três principais pilares da Diretoria Executiva (Presidente Executivo, Diretoria de Investimentos e Diretoria de Participação) ficaram na posse do patrocinador BB que indica as pessoas de sua absoluta confiança para o preenchimento desses cargos e o Conselho Deliberativo os nomeia, consoante está definido no Estatuto do Fundo. Assim, o Governo e o BB manipulam os nossos recursos a seu inteiro alvedrio.

O outro aspecto mais grave, do conhecimento de todos, é que a LC 108/2001 concentrou o poder decisório nas mãos do BB, ao determinar que o Presidente do CD seja escolhido dentre os três Conselheiros indicados pelo patrocinador, que além do voto próprio, terá direito ao Voto de Minerva.

Por ordem de prioridade e relevância está a DIRETORIA DE INVESTIMENTOS e nesses comentários resolvi focá-la, porque, quem realmente manda, é aquele que detém as decisões sobre a movimentação do dinheiro. Claro está que não existe Voto de Minerva na Diretoria Executiva, sendo as decisões colegiadas e as votações são resolvidas pela maioria simples de votos, contudo o time do BB é forte por votar em uníssono, acaba prevalecendo a vontade do patrocinador BB. Além disso, via de regra, conta sempre com o reforço de Diretores eleitos que a eles se somam, inclusive, no momento, temos o vira-casaca, Marcel, da Diretoria de Seguridade, do lado oficial, chapa-branca. Eis a síntese da abordagem:

DIRETORIA DE INVESTIMENTOS (DIRIN) - Responsável por gerir o Programa de Investimentos, avaliar e negociar os ativos que compõem os recursos garantidores e outras reservas sob a gestão da PREVI. Vinculadas a essa Dirin, estão as Gerências abaixo com a função, em tese, de assessoramento e execução das diretrizes estratégicas traçadas pelo órgão máximo da PREVI que é o Conselho Deliberativo. Portanto, essas gerências laboram na parte tática ou operacional de tarefas prosaicas, sem se envolver com a missão vital para a sustentabilidade dos pagamentos dos benefícios que é a gestão profícua do dinheiro. A falta de confiança da Diretoria será que deriva da incompetência dos técnicos ou é apenas mais uma maneira de aumentar os lucros do BB. 

GEROP - Operações Financeiras
a) gerir os ativos de renda fixa de emissão ou coobrigação do Tesouro Nacional e de instituição financeira;
b) operar nos mercados de renda fixa e de renda variável; e
c) gerir o fluxo de caixa de curto prazo.
GETEC - Análise Técnica
a) propor estratégias de alocação de ativos nos segmentos de investimento; e
b) elaborar análise fundamentalista e precificação de ativos mobiliários e imobiliários.
IMOBI - Investimentos Imobiliários
a) gerir os processos de aquisição, alienação e investimentos em ativos imobiliários; e
b) otimizar o desempenho das carteiras do segmento imobiliário.
GECAP - Mercado de Capitais
a) gerir os ativos de renda variável não vinculados a controle societário, e os títulos privados de renda fixa de emissão, de instituições não financeiras; e
b) gerir os processos de terceirização de recursos a serem alocados em carteiras administradas, fundos de investimentos, exceto aqueles que possuem lastro em recebíveis imobiliários.
GERIN - Investimentos Estratégicos
a) gerir os processos de investimento e desinvestimento em ações de controle;
b) gerir a Carteira de Participações; e
c) promover valorização e aumento de liquidez das ações da Carteira de Participações.

Nesse apêndice gerencial de luxo estão alocados altos funcionários que a Diretoria Executiva elogia tanto, em verso e prosa, como excepcional Corpo Técnico, todavia, sem revelar que esse pessoal é remunerado com salários mensais superiores a R$30.000,00, mas que, no entanto, não são capacitados para gerir os recursos que estão aplicados nos segmentos de Rendas Fixas, Rendas Variáveis, Imóveis, os quais estão sendo administrados pela BB-DTVM em “Gestão Terceirizada”, a quem o nosso Fundo paga cerca de R$ 50 milhões por ano por essa prestação de serviços, despesa gigantesca que poderia ser evitada.

Depreende-se que esse acervo técnico é mal aproveitado, dado que não se dedicando a sua função primordial de gerir o dinheiro destinado ao pagamento dos benefícios, conclui-se que, juntamente com o Diretor de Investimentos, ficam ociosos ou, no máximo, desperdiçam o seu tempo em ações banais, sem expressividade, como no cumprimento de rotinas burocráticas do dia-a-dia. Nessa letargia funcional e improdutiva, também está o Diretor de Participação e as suas subalternas gerências. Em resumo, a alta cúpula da PREVI está em eterno ócio nesse oásis babilônico de sombra e água fresca.

À distância não podemos emitir seguro juízo de valor, entrementes, se for falta de experiência e tino administrativo/financeiro do Corpo Técnico na condução de somas bilionárias no mercado de capitais, então, treine-o adequadamente ou contrate profissionais do mercado, extremamente qualificados, em número estritamente necessário para a gestão do dinheiro por conta própria.

Assume gastos exorbitantes com gestão terceirizada de recursos (BB-DTVM), esterilizando capital escasso pelo ralo e quando uma Reserva de Contingência que configura simples gordura para um inverno adverso, não é atingida, corta de chofre os nossos direitos (BET e volta das contribuições) e ardilosamente pagam Remuneração Variável (bônus de seis salários-fixos de Presidente e Diretores) pelo superávit pífio (R$ 12.5 bilhões) de 2014, comprovadamente insuficiente para respaldar os 25% da Reserva de Contingência (R$ 30 bilhões).

A equação matemática não fecha nem à custa de marreta e reza brava. Para os amigos do rei (Diretoria Executiva) as brechas da lei e para os adversários, os assistidos, os rigores da lei. Ocorre que, casa construída sob-base de areia, uma hora ou outra cai e o Judiciário com operações do naipe da “Erga Omnes” caminha celeremente para punir todos os tipos de delinquentes que antes desfrutavam de impunidade conferida pelo PT do Lula.

Autor: João Rossi Neto

sábado, 20 de junho de 2015

QUEM É QUEM NA PREVI

     Retornei há pouco do Rio após participar da reunião trimestral do CC do PB1, apesar dos percalços da volta devido a problemas climáticos de visibilidade no aeroporto Santos Dumont, cheguei mais satisfeito do que na ida. Aprendi mais, entendi mais no convívio com as pessoas meus pares de jornada. Logo na quinta-feira, na primeira apresentação da manhã, houve um aparte do representante do patrocinador, Marcos Moreira, dizendo que atendia um pedido do BB e pedia a minha não audiência naquela seção porque seriam abordadas estratégias de como a PREVI estava agindo nas ações judiciais, e eu como demandante, via minha Associação, a ANAPLAB, ficaria sabendo das artimanhas judiciais do lado oposto. Tudo bem. Educadamente aquiesci embora no meu modo de pensar isto não teria - como de fato não tem - qualquer relevância. Dos representantes do patrocinador eu nada questiono, afinal, eles estão agindo conforme reza a cartilha. O que é decepcionante é o nosso lado, que representa os associados cujo coordenador é o senhor Waldenor Moreira Borges, vice-presidente da AFABB-SP, eleito em 2012 pela chapa 6 e do colega Luiz Roberto Alarcão, igualmente suplente pela chapa 6 de 2012. Destes dois eu esperava que houvesse uma atitude firme para que eu ficasse na sala. Por tal gesto bem se conhece quem representa verdadeiramente os associados. Atiram pedras na Chapa 3 injustamente. Eis a chapa que nos ataca dentro da PREVI, não abertamente mas nos bastidores. Vou refrescar os componentes da referida chapa 06, eleita em 2012 com mandato findo em 2016:

Diretor de Seguridade: Marcel Barros
Conselheiro Delib titular: Rafael Zanon
Conselheiro Delib titular: Haroldo Rosário Vieira
Conselheiro Delib Supl.  : José Ulisses Oliveira
Conselheiro Delib Supl.  : José Souza de Jesus
Conselheiro Fiscal titular: Odali Dias Cardoso
Conselheiro Fiscal Supl. : Diusa Alves Almeida
Conselheiro Consultivo T: Waldenor Moreira B.
Conselheiro Consultivo S: Luiz Roberto Alarcão

Considerações:

Marcel Barros, formado em inglês pela Cultura Inglesa do Brasil, é membro efetivo do Comitê da ONU chamado PRI - Princípios Responsáveis nos Investimentos. Este cargo, pela lógica, deveria ser ocupado pelo Diretor de Investimentos e Participações da PREVI. Suponho que no caso do Marcel tenha havido uma escolha política do partido ao qual pertence, o PT. Foi o mesmo Marcel que em 2014 se debelou contra os eleitos da Chapa 3 pela divulgação no Congresso da Abrapp do Manifesto pela não ingerência política nos fundos de pensão.

Rafael Zanon, Haroldo do Rosário Vieira, Odali Dias Cardoso e Diusa Alves de Almeida estiveram recentemente no "trem da alegria" na viagem a Londres. Odali Dias Cardoso e Marcel Barros estiveram no lado de Dan Conrado por ocasião da Novembrada.

Nas discussões de temas nas reuniões do CC em que participo, Waldenor Moreira Borges sempre defende o lado do patrocinador, não questiona um "i" da Resolução 26 mas evoca a todo momento a LC 108/2001 que constitui o patrocinador como soberano do fundo. Este senhor já esteve no Deliberativo de 2008/2012 e para ele a PREVI deve pagar a renda variável aos diretores porque, segundo ele, são os melhores dos melhores dos quadros do BB e o patrocinador não pode "ceder" suas mentes brilhantes ao nosso fundo que, por consequência, tem a melhor administração de seus fundos, sem a contrapartida de ótimos salários. Citou o exemplo do Gueitiro que além de presidente da PREVI é presidente do Conselho da Vale e na INVEPAR.
     Amanhã eu retorno com outros assuntos da PREVI. Por hoje ficamos por aqui, com a intenção de esclarecer quem é quem na PREVI. Muitos dos nossos "representantes", na verdade, não estão nos representando senão o patrocinador. Dei nomes aos bois.
  CUIDADO! MUITOS DESTES VÃO QUERER CANDIDATAR-SE NOVAMENTE EM 2016.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

CENÁRIO DESANIMADOR

       Poucas vezes me senti tão pessimista quanto nesse tempo presente. Logo mais sigo para o Rio de Janeiro para a reunião ordinária do Conselho Consultivo do PB1 na qual tenciono fazer muitas colocações a respeito do nosso fundo. Levo na bagagem farta documentação de colegas que me chegam via blog. Já fiz um apanhado geral mas se alguém ainda quiser acrescentar pode fazê-lo nesta quarta-feira.
     A comunicação na PREVI começa dar uma melhorada graças aos constantes pedidos do doutor Medeiros, entretanto, a mim não basta a simples transparência se não houver severidade administrativa. O caso do abono (renda variável) continua sendo execrável, uma afronta ao corpo social. Não aceito de jeito nenhum. A ausência de teto continua e ninguém tem a mínima vontade de resolver e implantar. Essa mudança de condição para estatutário não está bem explicada. A mudança não poderia ocorrer ou deveria haver outra saída para a "exigência" da CVM comandada pelo partido no poder. Além disso, há acúmulos de cargos onde um diretor pode simultaneamente exercer o cargo e ser indicado para empresas participadas. Tudo isso é imoral. Sinceramente, não sei onde vamos parar. A nossa PREVI é um local de locupletação para servidores do BB - por extensão - do governo federal. Há uma clara intenção em usar politicamente o nosso fundo como fizeram com Postalis, Funcef e Petros.
       Já solicitei à Dr.ª Vânia que fizesse um estudo de viabilidade de ação judicial contra estas afrontas da PREVI ao nosso patrimônio. Se houver indicação de que poderemos vencer, entraremos incontinenti. Obviamente na justiça catarinense porque a justiça estadual do Rio não nos inspira muita confiança. A questão é que a PREVI, assessorada pelo jurídico do BB,é uma gigante contra o nosso Golias (ANAPLAB). Ah! Se tivéssemos os recursos de um acusado da Lava jato para pagar advogados exclusivos (e caros, coisa para 500 mil reais!). Mesmo assim vamos que vamos!
       Ademais, enfrentamos uma crise como há tempos não enfrentávamos. E lamentavelmente ela veio para ficar. Com sinceridade, não vejo luz no fim do túnel. Sem querer ser pessimista, mas já sendo.