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quinta-feira, 28 de maio de 2015

BB ESTREITANDO LAÇOS COM APOSENTADOS?

     Qual seria a real intenção do BB em apelar para essa estranha "integração" depois de tanto tempo nos roubando a metade dos superávits? Será que agora querem nos dar um pirulito para nos convencer a aceitarmos pagar mais pela CASSI sem a contrapartida dele, BB?
O verdadeiro motivo deste estranho convite saberemos muito em breve. Programa Integração...Oras bolas!




quarta-feira, 27 de maio de 2015

FALEMOS UM POUCO DA CORTE

     Nossa notável presidenta pode estar atravessando momentos embaraçosos no movediço terreno político-partidário. Acontece que o exímio jurista Miguel Reale Jr. acaba de compor uma acadêmica petição endereçada à PGR (Procuradoria Geral da União). Praza aos céus que não tenha sido "esquecida" na petição, além das conhecidas pedaladas, seu maior crime de lesão aos cofres da estatal Petrobras, o eloquente escândalo da compra da Refinaria de Pasadena no Texas-USA cujo desvio é superior a um bilhão de reais, compra aprovada pela então presidenta do Conselho de Administração da Petrobras, nada mais nem menos do que Dilma Vana Rousseff.
     Outra decisão paradoxal, se considerarmos a subserviência de alguns membros do STF, foi a decisão tomada nesta terça por este órgão, relator Luiz Fux, derrubando o sigilo do BNDES nas operações com o frigorífico Friboi. Esta empresa tem relação com o ex-presidente Lula, haja vista a participação nela, ainda que informal, do seu filho conhecido como Lulinha.
     Os dois lances deste intrincado jogo de xadrez podem levar os dois, ou pelo menos um deles, a um verdadeiro xeque-mate. Eu disse "pode", nada conclusivo.
DILMA E LULA PODEM SOFRER PRESSÃO PARA ESCLARECER FATOS OBSCUROS DOS QUAIS SÃO PROTAGONISTAS. O PESSOA QUE ASSINOU A DELAÇÃO PREMIADA TAMBÉM PRECISA ABRIR O "BICO".

terça-feira, 26 de maio de 2015

CADA UM NA SUA

     Sempre fui favorável a que cada plano de benefícios administre o que é seu. O PB1 administrado por quem é do plano um e desta forma o PREVI Futuro. A Capec pode ser dividida entre PB1 a quem pertencer a este, e ao Futuro quem a este pertencer. Outro enfoque é mudar urgentemente nossa sede para um lugar próprio ou menos oneroso, já que o Mourisco se mostra inadequado, oneroso e sem ventilação natural. Há muitos centros do BB (antigos CESECs e agências) que poderiam sediar as novas PREVIs.
     Obviamente, essa proposta desagrada alguns diretores, entre eles Marcel Barros. O motivo é óbvio: com gestão unificada os sindicatos têm muito mais chances de eleger seus candidatos pois têm o pessoal da ativa, maioria de Previ Futuro como eleitores cativos.
     É preciso mudar, nem que para tanto seja necessário uma consulta aos associados.
  DELENDA CARTHAGO - VAMOS SAIR DO CENTRO EMPRESARIAL MOURISCO!

sábado, 23 de maio de 2015

A POLÍTICA NOS FUNDOS DE PENSÃO

     Quando em novembro de 2014, por ocasião do Congresso da ABRAPP em São Paulo, os eleitos dos principais fundos de pensão emitiram Nota repelindo a intervenção política nos fundos, a nossa PREVI através da ASCOM, representando a opinião dos indicados pelo BB e do "eleito" diretor de Seguridade Marcel Juviniano Barros, emitiu "Nota de Repúdio" àquele grupo que protestava, incluídos todos os eleitos presentes ao evento da Abrapp, pertencentes à vitoriosa Chapa 3.  Pois bem, agora o Diário do Poder do bem informado Cláudio Humberto traz a seguinte notícia:

GOVERNO RETOMA O CONTROLE DOS BILHÕES
DA VALE
Sem alarde e utilizando de artifícios marotos, o
o governo retomou o controle da Cia Vale do Rio
Doce, privatizada em 1997. Os fundos de pensão Previ (Banco do Brasil), Funcef (Caixa) e Petros (Petrobras) além do BNDESpar, controlados pelo Planalto, somam agora 52,5% da mineradora. Isso garante à "cumpanherada" proximidade dos negócios bilionários da Vale. Sem licitações, sem TCU e sem MPF por perto.
Para disfarçar os investimentos na Vale, os fundos criaram uma empresa, LITEL, da qual a PREVI tem 78,4% das ações. Para assumir o controle da Vale, os fundos investiram mais do que a lei autoriza, e agora tentam "desenquadramento" para fugir da ilegalidade.
O ministro Carlos Gabas, da Previdência, pressiona a PREVIC, que fiscaliza os fundos de pensão, a "buscar uma solução" para não puni-los.
      Será que agora a PREVI vai emitir uma nova "Nota Oficial" para rebater o que disse o jornalista Cláudio Humberto? Será que é possível tapar o sol com a peneira? Vale lembrar que foi exatamente pelos nossos elevados investimentos na Vale que amargamos vultosos prejuízos em 2014 que nos custaram a perda do BET e a volta das contribuições.
     E agora Marcel? A PREVI está livre das ingerências políticas? Mais uma vez o tempo prova que você, seu sindicato e o patrocinador estão errados. Pior de tudo é que sobra para nós, associados. Os bônus da diretoria continuam...

terça-feira, 19 de maio de 2015

QUESTIONAMENTOS PREMATUROS

     O que foi dito na reunião de Goiânia sobre o ES não nos habilita a responder qualquer questionamento a respeito. É necessário que haja, antes de tudo, decisões tomadas e estudadas pela área de seguridade. Tudo o que se diz agora são especulações que podem redundar - ou não - em efetivas modificações de alguns parâmetros a serem implementados no mês de julho, já que, pelo segundo ano consecutivo teremos mexida no meio do ano, uma espécie de ajuste semestral.
     Tentei saber junto à equipe técnica da Seguridade, porém, até agora, também eles só ouviram falar a respeito, isto é, nada chegou ao nível operacional. Por enquanto, dúvidas persistem como limite de valores, prazos, público-alvo (serão realmente os 7.000?) e apenas eles? E tantos outros questionamentos que somente as regras poderão clarificar.
     O assunto sempre mexe com os combalidos associados, ávidos por novidades que lhes possam amenizar as penúrias do custo de vida. O ideal é que não precisássemos de nada disso, que fossem nossos salários reajustados condignamente como preceitua a lei 109 mas a ingerência política no fundo não deixa que o normal aconteça. Criaram a 26 como arma para obstruir as nossas legítimas pretensões, e cá estamos nos agarrando a qualquer migalha que nos atiram, tal qual cachorro a abanar o próprio rabo, posto que nos castraram, nos retirando as ferramentas de que dispúnhamos o nosso poder de reação.


sábado, 16 de maio de 2015

REUNIÃO DE GOIÂNIA - 15.05.2015

Hoje, 15.05, o Presidente da PREVI, Gueitiro Genso, acompanhado dos Diretores Décio e Marcel, do Presidente do Conselho Fiscal, Odali, da suplente do Conselho Fiscal, Dilza, e do Conselheiro Deliberativo Carvalho, promoveu duas reuniões aqui em Goiânia: a primeira, na parte da manhã, com os funcionários da ativa e a segunda, das 14 às 18 horas, com os aposentados e pensionistas.
Com uma explanação que durou 45 minutos, o Presidente fez uma radiografia da situação da PREVI, sempre fazendo questão de frisar que nossa Caixa de Previdência é diferente dos demais fundos de pensão, pois que adota um sistema de Governança, através do qual as decisões são sempre colegiadas. Ressaltou, também, que a PREVI está com uma posição sólida e tendo preocupação mais acentuada apenas com a Sete Brasil, onde tem aplicados R$180 milhões, mas espera que seja recuperado pelo menos este capital.
A forte queda nas ações da Vale do Rio Doce, empresa onde temos uma cifra considerável aplicada, foi a principal responsável pelo déficit de R$12 bilhões experimentado no ano de 2014.
Após o Presidente, falaram o Conselheiro Carvalho e o Presidente do Conselho Fiscal, tendo o primeiro feito uma explanação sobre vários assuntos, principalmente sobre a mudança que ocorrerá na comunicação com os associados, que serão informados das questões discutidas nos Conselhos e na Diretoria, exceto aquelas que envolverem estratégias de mercado e alguma confidencialidade. O colega Odali, Presidente do Conselho Fiscal comentou sobre o trabalho severo de vigilância que o colegiado mantém sobre as contas e todas as atividades da PREVI, tranquilizando os colegas sobre o profissionalismo com que são tratados os assuntos em toda a Organização.
Em seguida, foi aberta a oportunidade para perguntas e sugestões e eu fui o primeiro a fazer uso da palavra.
Inicialmente, fiz uma homenagem póstuma aos colegas Raul Avellar e Aldo Afano e comentando a morte dos dois reiterei o pedido à Diretoria para que analisasse a possibilidade de nos conceder uma reposição de 10% em nossos benefícios, pois estamos com dificuldades agora e não sabemos se estaremos aqui amanhã para aguardar a recuperação do mercado financeiro, o que, por certo, ocorrerá. Citei inclusive os argumentos alinhavados no ofício da AAPBB. Entretanto, o Diretor Décio foi enfático de que isso agora é impossível de ser implementado. Então pedi que ficasse permanentemente na pauta, uma vez que é anseio de todos.
INVEPAR - Solicitei informações sobre a situação atual da INVEPAR, especificamente quanto ao Aeroporto de Guarulhos, tendo em conta o envolvimento da OAS com o Petrolão e o seu pedido de recuperação judicial. O Presidente Gueitiro noticiou que há um grupo interessado na compra da participação da OAS no referido consórcio e que o retorno do investimento, que ainda está sendo feito, acontecerá a partir de 2020.
TETO DE BENEFÍCIOS E BÔNUS DA DIRETORIA - Ao solicitar informações sobre esses itens, o Presidente respondeu que a questão do Teto deverá ser resolvida até o final deste mês e o problema do Bônus até junho.
DESPESAS ADMINISTRATIVAS - Citei que em 2010 as despesas administrativas chegaram a R$219 milhões e saltaram para R$318 milhões em 2014, um acréscimo de 45%. O que estão fazendo para estancar esses aumentos ou até reduzir as despesas? O Presidente informou que para este ano já está definido que os gastos não poderão ultrapassar os de 2014 e que medidas estão sendo estudadas visando à redução dos mesmos.
LIMITE DE GASTOS PARA AS CAMPANHAS ELEITORAIS - Solicitei a toda a Diretoria que inclua no regulamento das eleições um item limitando os gastos com as campanhas eleitorais dos pleitos da PREVI, hajas vista que a situação está se tornando muito mercantilizada e até partidarizada politicamente. O Carvalho ficou de pautar o assunto no Conselho Deliberativo.
Dentre as abordagens de outros colegas, ressalto os seguintes pontos:
EMPRÉSTIMO SIMPLES - O Presidente Gueitiro informou que já está em "fase bastante adiantada" um estudo para socorrer o universo de 7.000 colegas que estão em dificuldades por falta de margem consignável. O caminho, em princípio, será o alongamento do prazo para pagamento do saldo hoje existente, com garantia do seguro da CAPEC, abrindo margem para contratação de novo valor.
ELEIÇÕES SEPARADAS PARA O CONSELHO FISCAL - O objetivo seria desvincular o Conselho Fiscal da chapa única como ocorre hoje. Houve alguma discussão mas o assunto ficou em aberto.
No início das apresentações também usaram da palavra a Presidente da AAFBB, Célia Larichia, e o Presidente da AFAGO, João Antônio MAIA Filho.
Observei, ainda, que tendo em conta que a AAFBB participou do Encontro em Porto Alegre e estava participando desse nosso aqui em Goiânia, que a PREVI procurasse integrar também a ANABB nos próximos eventos.
Algo pode ter passado batido, mas em resumo foi o que aconteceu aqui.


Macilene (Goiânia) - Movimento SEMENTE DA UNIÃO

terça-feira, 12 de maio de 2015

BB USURPADOR ( João Rossi Neto )

Uma coisa é o BB patrocinador e outra coisa é o BB S.A, distinção muito nítida quando se analisa as ações deletérias de ambos sobre os associados. O primeiro (patrocinador com o Voto de Minerva) viabiliza os interesses/pleitos do segundo (banco oficial do Governo - acionista majoritário), concedendo-lhe privilégios que persistem há décadas e que se agravaram com a edição da Lei Complementar 108/2001.
De fato o BB S.A é um explorador insaciável dos recursos da PREVI, em suas diversas modalidades. Sempre recebeu a custo “zero” o líquido dos nossos benefícios, hoje, na casa dos R$400/500 milhões mês, além de usufruir de receitas em torno de R$ 40 milhões ano, pela gestão terceirizada (BB gestão de recursos DTVM S.A) de R$ 94.8 bilhões do PB-1, R$ 1.9 bilhão do Previ Futuro e R$ 106.5 milhões da CAPEC. É praxe no mercado as instituições financeiras comprarem as Folhas de Pagamentos  das empresas e pagar valores vultosos, tudo para agregar novos clientes à sua carteira e na esteira ampliar outras transações financeiras . Com a PREVI, no entanto, a coisa é diferente, na contramão do mercado, sem nada exigir, gentilmente, como se fosse um garçom de luxo, entrega bilionárias reservas de bandeja.
Afora isso, a PREVI tem no seu portfólio R$ 7.02 bilhões em ações do BB, que poderiam estar em melhores mãos, com rentabilidade superior. Devido a essa aplicação, o BB ocupa a primeira posição dentre as seis maiores empresas participadas em Rendas Variáveis, R$ 46.8 bilhões em Renda Fixa também concentrados nesse sanguessuga, sendo R$ 34.2 bilhões no BB-Renda Fixa IV e R$ 12.6 bilhões no BB-Renda Fixa Liquidez.
Evidentemente, as Diretorias Executivas antecessoras e a atual receberam determinações específicas para canalizar essa montanha de dinheiro para o BB, em regime de fidelização forçada, “ad eternum”, e nós, aposentados e clientes, não temos, da parte desse banco, retribuição consentânea ao nível dos nossos recursos aplicados para favorecê-lo graciosamente, os quais lhe rendem fortunas gigantescas de lucros. Sequer o BB nos oferece atendimento diferenciado ou nos considera como clientes com o mínimo de status. Somos jogados na vala comum, um zero à esquerda.
Pelo exposto, ficou patente que, “NA PRÁTICA”, o BB S.A é mais “beneficiário” do nosso Fundo de Pensão que os próprios assistidos e pensionistas que, “EM TESE”, são chamados de donos da Caixa de Previdência, todavia, falácias e conversas para inglês ver, porque em última análise não mandamos em nada. O BB pela sua descomunal ambição, cresceu os olhos sobre o montante invejável do patrimônio do nosso Fundo e tramou com o ex-CGPC a odiada Resolução 26/2008 que lhe concedeu 50% da Reserva de Especial (superávits), que é constituída todas as vezes que o Superávit Técnico extrapola a Reserva de Contingência, ou seja, a RE é a sobra do Superávit Técnico após cobrir os 25% da RC. Enfim, esse BB guloso é ingrato e aético!
Considerando que o Ativo Líquido Total exarado no balanço de 2014 é de R$ 134.6 bilhões e as Provisões Matemáticas de R$ 122.1 bilhões (representa o valor das reservas suficientes para honrar os benefícios dos atuais assistidos e os futuros do pessoal da ativa a aposentar), sobraram R$ 12.5 bilhões de superávit técnico no exercício, fato positivo que contra-indica a cobrança de “contribuições”, posto que  estando, como realmente está, o Fundo de Pensão superavitário e desfrutando de ótima saúde financeira, meter a mão no bolso dos associados, neste momento de folga financeira, é excesso de zelo, exagero, extorsão, covardia e falta de bom senso. Se estivéssemos  discutindo uma situação de "déficit", é claro que a conclusão seria outra.
Que a Reserva de Contingência, em 2014, está aquém dos 25% fixados pela Resolução 26/2008, isto é fato, entrementes, a regra é insana, pois a RC representa gordura a ser estocada para futuros reveses, a qual, por sinal, nunca foi utilizada, porque em caso de qualquer déficit é a primeira que se desintegra e vira pó. O que custa protelar a reposição dessa reserva para época mais folgada, sem sacrificar os associados. Demais disso, partindo da premissa de que as EFPCs não foram constituídas para gerar “superávit” e muito menos “déficits”, portanto, os repetidos superávits registrados nos dez exercícios passados são anomalias e distorções que deveriam ser corrigidas , eis que escapam do ponto de equilíbrio que deve nortear as receitas e despesas dos Fundos para manter em dia o pagamento das aposentadorias.

Fazer sangrar os associados que já estão vivendo em total penúria, mediante a cobrança de contribuições (4,8%) para reconstituir uma gordura, um colchão de liquidez de 25% denominado “Reserva de Contingência, é uma atitude desumana e inócua porque essa contribuição nunca será suficiente para cobrir os R$ 17 bilhões da RC de 2014 que ficaram a descoberto. Se fosse para cobrir déficit estrutural, tudo bem, posto que a LC 109/2001 é clara nesse aspecto e prevê a convocação dos patrocinadores, participantes e assistidos para equacioná-lo.
Enquanto o BB lucra nababescamente com os nossos recursos, nós, associados, somos penalizados pelo que não fizemos, pois não temos ingerência na administração da PREVI e sempre somos chamados para pagar a conta por má gestão da Diretoria Executiva. O velho adágio é procedente: "A corda só arrebenta do lado mais fraco". Sequer podemos contratar o empréstimo simples (ES) em condições menos restritivas, dado que o crivo da Diretoria de Seguridade é exorbitante, fora dos padrões, porquanto o rigor transcende até mais rigorosas exigências dos bancos de varejo, aqueles do capitalismo selvagem. Esse diretor Marcel é o nosso carrasco e o diabo em figura de gente.
Expurgar esses sindicalistas mal-intencionados e tendenciosos a executar ordens dos patrocinadores, de cargos na PREVI não é tarefa fácil, máxime porque  existe no PB-1 um contingente de 24.548 ativos e mais 81.595 no Previ futuro, que totalizam 106.143 funcionários, contra 72.022 aposentados e 17.034 pensionistas, no total de 89.056 assistidos, de sorte que nas eleições dos pseudos representantes do Corpo Social, esse universo reacionário de ativos votam nos crápulas dos sindicatos que acabam levando a melhor, sobretudo porque o alto  número dos aposentados que deixam de votar terminam por beneficiar os sindicalistas profissionais da laia do Sr. Marcel, hoje, notoriamente aboletado no time do patrocinador.
Sem que a atitude configure desobediência e favorecimento sem causa aos associados, os Conselheiros e Diretores indicados, a par das regalias bilionárias que contemplam o BB, mercê do uso continuado do nosso dinheiro para auferir lucros, a custo “zero”, poderiam levar, a título de compensação parcial, proposta ao BB no sentido de extinguir a contribuição a favor da PREVI para assistidos que tenham vertido mais de 360 contribuições como ativos e aposentados e, no mesmo passo, pedido para elevar o limite do ES para R$ 160 mil e o prazo de reposição para 180 meses.
É mais que justo que os associados também possam beber alguma água limpa dessa fonte -- PREVI --, onde o patrocinador tem se fartado indevidamente através de meios inconfessáveis e sem princípios morais, a começar pela Resolução 26/2008. O BB é aquele predador voraz que sempre tira bilionários nacos no nosso patrimônio, sob a gestão e guarda da infiel-depositária Diretoria Executiva de aluguel, que abre o cofre alheio com se essa fosse a sua missão de ofício. O apelo ora feito é quase que esperar por um milagre, mas quem sabe ainda reste um mínimo de dignidade e caráter na mente desses vendilhões do templo.