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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

LULA, O MAIOR MENTIROSO DO MUNDO



Tenho pena do verdadeiro trabalhador brasileiro, aquele que levanta na madrugada, chova raios e trovoadas ou faça frio e na maioria das vezes sem um café da manhã decente e sai como um herói anônimo para enfrentar horas em um transporte desumano para chegar ao emprego e ganhar o merecido pão de cada dia para si e para sua família.

Honestos e pertinazes na labuta diária, esses cidadãos e cidadãs que a sociedade respeita e admira é que fazem à maiúscula “Democracia”, não os corruptos, canastrões, usurpadores, mentirosos, aproveitadores e enganadores, como o petismo de Lula e Dilma.

São essas sanguessugas parasitas que vicejam à margem da lei, como ervas daninha, que são as desgraças do Estado de Direito, eis que sempre viveram à sombra de cargos públicos e funções remuneradas em sindicatos e instituições esquerdistas improdutivas e mercenárias como a CUT, MST, MTST que são braços armados e pagos pelo PT para engrossar os movimentos de ruas.

Efetivamente, esses desocupados profissionais, malandros e espertos, ao longo da existência nefasta crescem na lama da improdutividade e se sustentam à custa da exploração do pobre trabalhador que entrega, em março de cada ano, um dia do seu trabalho para essa corja vermelha que só serve para espalhar o ódio, fomentar confusão e anarquia na defesa de bandeiras que o grosso da população repudia, além de serem beneficiárias de vultosos recursos públicos, notadamente na era petista.

O preguiçoso líder Lula que nunca estudou e trabalhou na vida e, por isso mesmo, espezinha os funcionários públicos concursados, fundou o PT em 1980, um partido que em tese nasceria sob o signo da ética, mas que uma vez no comando do país, lambuzou-se no mel do poder, descambou para a corrupção generalizada e instalou uma organização criminosa que misturou o público com o privado, ou seja, figuras das hostes governamentais como José Dirceu, Antônio Palocci, Guido Mantega, Paulo Bernardo, Erenice Guerra, etc., eram autoridades e ladrões a um só tempo.

Em treze anos no Governo, o “General” Lula, denominação cunhada pelo MPF e PGR, comandou as quadrilhas refinadas e nesse interregno criaram os mais sórdidos e sofisticados esquemas de roubos, inclusive era tanto o cinismo e a certeza da impunidade, que burlaram às claras os acanhados sistemas de fiscalização e controle das autoridades eleitorais, limitadas ao mero exame de papéis.

O embuste era tão simples e escancarado que recebiam as propinas da Petrobras de forma sossegada através de simuladas “Doações Oficiais” e na etapa seguinte, da prestação de contas pós-eleições, tudo era contabilizado e declarado à Justiça Eleitoral e o TSE prestava aos meliantes o serviço de lavanderia especial de dinheiro sujo do crime organizado, na medida em que esses recursos branqueados, com aparência legal, passavam despercebidos na esteira das contas aprovadas.

Agora, depois que delações premiadas de diversos informantes apontaram o caminho do dinheiro e desvelou a estratégia operacional criminosa, comprovou-se que esse artifício foi utilizado efetivamente nas campanhas de 2006 do Lula e, ainda, nas de 2010 e 2014 da Dilma, o que configura crime, uma vez que as eleições foram fraudadas com dinheiro de propina da Petrobras.

Esses bandidos ousados e atrevidos, sem respeito à lei, não só cutucavam a onça com vara curta, como vão além. Devido ao destemor das consequências supervenientes e confiantes de que os crimes não seriam descobertos, chegaram a mamar na própria onça parida ao fazer de otário o Tribunal Superior Eleitoral, visto que esse alheio aos esquemas criminosos, inocentemente limpava as impressões digitais dos crimes e conferia legalidade oficial a tais atos espúrios.

Justamente em decorrência dessa tática quase perfeita, cansamos de ouvir os reiterados esclarecimentos do Presidente do PT, Rui Falcão, que dizia que as doações eram oficiais, legais, declaradas a Justiça Eleitoral e que as contas das campanhas foram aprovadas, como que debochando do sistema.

Esse rato Rui Falcão, que nunca foi indiciado, apesar de ter participado de toda essa trama desonesta e criminosa, logicamente manipulou a fantástica massa de recursos oriundos do Petrolão e o PT deve ter um volume gigantesco de dinheiro escondido, sei lá onde, para ser gasto em campanhas eleitorais, tanto assim que, milagrosamente, milhares de beneficiários do programa Bolsa Família e desocupados do MST estão fazendo doações em espécie para candidatos petistas nesta eleição.

Evidentemente que o dinheiro doado vem do PT e que este usa apenas o CPF desses pobres coitados para viabilizar a operação e assim dar outra rasteira técnica e legal do TSE.

Desta vez, o Ministro Gilmar Mendes, presidente do TSE, vai ser enganado se quiser e por não mandar investigar as falcatruas tempestivamente, porque a imprensa já divulgou com antecedência esse modus operandi.

Fico espantado, curioso e indignado, por que o Rui Falcão ainda não foi preso? Estão esperando mais o quê?

Os americanos dizem que os brasileiros tem o chamado complexo de vira-lata, pois se preocupam em excesso com o que os outros pensam a respeito dos seus atos, decisões e atitudes. De certa forma, não deixam de ter alguma razão.

Neste contexto, nota-se que o extraordinário Juiz Sérgio Moro tem postergado a prisão do Lula sem motivos plausíveis, porque tem provas suficientes para isso, por temer à repercussão desse ato de ofício. É claro que qualquer culpado desmascarado exerce o direito de estrebuchar e de espernear e com o Lula não seria diferente, mas, hoje, depois que o PT foi apeado do poder, o cenário é outro, e o povo tem ciência da podridão do petismo, de sorte que a prisão se impõe e a sociedade anseia por ela.
Insultos de praxe serão vociferados pelos advogados dele e pelo próprio “Lulone” (Lula mafioso em pele de cordeiro), que perdeu o juízo e a compostura em relação à desobediência civil, a Democracia e ao Estado de Direito.

Sempre politiza os crimes cometidos, sem entrar no mérito e explicar as denúncias bem fundamentadas contra si, além de mentir de forma deslavada que se trata de perseguição política para tirá-lo da disputa de 2018 a Presidência da República. Aliás, é preciso acabar esse leva e traz nas mídias. O lugar ideal do réu se defender é no processo, nos autos e não em entrevistas coletivas à imprensa.

A Dilma disse ontem que o Juiz Moro não tem coragem de autorizar essa prisão, porque não é burro e a mesma transformaria o Lula em herói. Quer dizer que ex-presidente que virou ladrão de colarinho branco e ao inverso do Robin Hood, se juntou aos empresários ricos, para roubar e se locupletar com propinas de vários setores do erário público, pensa que o povo vai aplaudir os seus desatinos.

Acho que o Juiz Sérgio Moro foi açodado e não deveria ter revogado, sem investigar a veracidade sobre doença da esposa do Mantega, pois existe versão da própria filha do ex-ministro de que a sua madrasta não iria fazer cirurgia alguma e sim uma simples endoscopia, um exame de rotina, já que o tratamento do câncer foi finalizado em 2011.

Deste modo, pegou mal o retrocesso feito no caso e o conserto poderia se dar com uma nova prisão do Guido Mantega, para reposição do delinquente no seu devido lugar, isto é, na cadeia.
De resto, é uma humilhação que envergonha e enxovalha a classe trabalhadora do Brasil, dizer que esse partido de corruptos e ladrões é a agremiação que abarca os honestos e corretos trabalhadores que lutam para o engrandecimento desta Nação.

Os que conseguirem escapar da cadeia podem refundar e mudar o nome desse covil de larápios (PT), de sorte que não manche e nem comprometa a reputação de pessoas dignas, decentes e trabalhadoras que não merecem serem usados como massa de manobra desse inescrupuloso nove dedos, que caiu junto com o seu malsucedido projeto de poder, por ser portador dessa grave psicopatia que sempre consistiu em mentir e ludibriar o povo mais humilde.

Mesmo sem ter estudado, esse cabra da peste é mil vezes pior do que o Eduardo Cunha em matéria de esperteza, safadeza e enriquecimento ilícito. Digitando-se a frase “o maior mentiroso do mundo” no Google, surge o ex-presidente no topo da lista dos loroteiros.
(Texto enviado por João Rossi Neto)

AMANHECER NO PÓRTICO DE ENTRADA DA CIDADE DE JOINVILLE (SEXTA-FEIRA 30 DE SETEMBRO DE 2016)

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

AFRONTA AO BOM SENSO


Notícias

27/09/2016

Conheça as alterações nas regras para déficits

Mudanças realizadas pelo CNPC no início de 2016 permitem que cada entidade tenha tratamento diferenciado


Desde o início de 2016, as novas regras para apuração de resultado, destinação e utilização de superávit e equacionamento de déficits nos planos de benefícios previdenciários entraram em vigor. As alterações, que foram realizadas pelo Conselho Nacional de Previdência Complementar nas Resoluções CGPC 18/2006 e 26/2008, permitem tratamento diferenciado adequado às características de cada entidade e atendem a necessidade de adequar as normas do Brasil aos padrões internacionais.
Com as novas regras o limite de déficit que um plano de benefícios pode atingir sem precisar do equacionamento é calculado levando em consideração o horizonte médio dos prazos de pagamento de benefícios, a duration. O plano de benefícios precisa equacionar o déficit se ultrapassar um determinado limite, definido pela seguinte fórmula: 1% x (duration do plano -4) x reserva matemática. Lembrando que a reserva matemática é o valor que o plano precisa ter hoje para atender os compromissos futuros, sabendo que ainda receberá contribuições e terá rentabilidade.
Antes das mudanças, os limites de superávit e déficit eram fixos; 25% para superávit e de 10% em caso de déficit. Um plano que tivesse déficit superior a 10% da reserva matemática em um determinado ano, ou de qualquer percentual abaixo de 10% por três exercícios consecutivos, precisava de um plano de equacionamento integral do déficit a partir do exercício seguinte. Com a nova regulamentação, se o limite calculado pela fórmula for de 15% e o plano tiver um déficit de 14%, é necessário informar a situação à Previc, mas sem precisar tomar medidas especiais. Se o déficit for de 20%, o plano deve aprovar um plano de equacionamento para os cinco pontos percentuais que excederam o limite do déficit. O plano de equacionamento deve ser elaborado e aprovado no ano seguinte ao déficit, com medidas para tratamento apenas do valor que ultrapassar esse limite.
Como planos maduros, como o Plano 1, têm horizontes de prazo de pagamento mais curtos, onde há menos tempo para aguardar pelo retorno das aplicações, é natural que o limite para ajuste deles seja menor, cada vez mais próximo de zero. As alterações na regulamentação permitem que os fundos de pensão equacionem suas contas de forma responsável, mas gradualmente e sem sacrifícios excessivos. A nova regra do Conselho Nacional de Previdência Complementar sinaliza que é aceitável, em um setor que trabalha com o longo prazo como o de previdência, conviver com déficits momentâneos.
Em um cenário econômico internacional e nacional cheio de desafios, o Plano 1 da PREVI fechou 2015 com um déficit acumulado.  De acordo com as novas regras, precisam ser equacionados R$ 2,90 bilhões, caso o resultado de 2016 não seja suficiente para compensar o limite de tolerância estabelecido. Se for necessário o acionamento desse plano, o déficit será equacionado de acordo com a proporção contributiva em relação às contribuições normais vigentes no período de apuração do resultado, dividido entre o Banco do Brasil, de um lado, e participantes e assistidos, de outro.
A PREVI está construindo uma proposta para o Plano de Equacionamento, que analisa diversas variáveis, como o método que será utilizado para o cálculo das prestações, o percentual de contribuição extraordinária para os associados e o prazo e a taxa de juros que serão adotados no cálculo do Plano de Equacionamento. Também é necessário que sejam criadas novas metodologias nos sistemas de trabalho na PREVI para que o plano seja colocado em prática. A Entidade tem até dezembro de 2016 para definir um Plano de Equacionamento, que, após aprovado pelo Conselho Deliberativo, tem que ser implementado em até 60 dias.
Temos o patrimônio sólido de um fundo de pensão com 112 anos de experiência e muitas décadas pela frente. A economia é feita de ciclos e nenhuma crise dura para sempre. Nos cenários mais difíceis a boa gestão é mais valiosa. É preciso mirar o longo prazo: as dificuldades atuais são conjunturais e não estruturais. No futuro, a curva de crescimento das rentabilidades tende a ser retomada, melhorando os resultados. É importante ressaltar que, mesmo ocorrendo déficit prolongado e a existência da necessidade de recomposição das reservas, a PREVI tem fluxo de caixa suficiente para continuar pagando os benefícios normalmente aos associados, por muitos anos.
( Site da PREVI )

       Por ora, a minha inteligência muito pequena não consegue digerir estas mentes brilhantes do CNPC (Conselho Nacional de Previdência Complementar) o mesmo que criou a fantástica Resolução CGPC nº 26, uma verdadeira obra-prima da legislação brasileira quando foi criado um novo beneficiário nos fundos de pensão, o patrocinador.
              Destaquei em amarelo e por vezes sublinhei, as "pérolas" destas cabeças brilhantes, todos com direito ao Nobel em economia. Não vamos focar em outros fundos de pensão que sabemos foram arrebentados pela roubalheira política. Vamos focar na nossa casa, posto que roupa suja se lava em casa. Pois bem. Considerando um patrimônio liquido de 150 bilhões de reais, alguém acha que pode haver déficit em sã consciência? Somente a ganância do patrocinador explica que devemos investir 45% do nosso patrimônio em renda variável. E chegou a quase 60% tempos atrás. O que explica ter ingressado num complexo turístico na Bahia, com anos a fio de déficit em cima de déficit, e ainda dentro dos investimentos? E por que pagar tanto para ter uma renda de aluguéis no aeroporto de Garulhos? E para que investir em imóveis para locar? Aí vem os complacentes órgãos governamentais para "equacionar déficits" como se estivessem salvando a lavoura! Mamma mia!!!
Façam o simples, PREVI. Fecha a casinha (como se diz no jargão futebolístico) para não tomar de goleada. Aplica no tesouro direto ou na renda fixa pois os juros estão altíssimos no Brasil, e nunca mais ouvirão falar em déficit.
Ah! Mas isso não é fácil, Ari, mudar tudo do ontem para hoje e do hoje para amanhã. 
Se "virem nos trinta". Não fui eu quem colocou o plano 1 nesta situação, tampouco ganho quase 50 mil mensais para cuidar dele. O problema é de vocês, não meu!

NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2016, OS INVESTIMENTOS DA PREVI MOSTRAM RECUPERAÇÃO. TERIA SIDO PORQUE MUDOU O GOVERNO NO BRASIL?

terça-feira, 27 de setembro de 2016

GOL CONTRA

    Está saindo do ar, como uma perda de um pai ou de uma mãe, o líder absoluto de audiência blog do Medeiros. Espero não ter sido devido a uma referência que fiz na postagem anterior, na qual o próprio Medeiros, respondendo a um comentário no seu blog, tratou de corrigir-me ao dizer que eu havia interpretado mal o seu texto. Com efeito, marquei um gol contra.
Agora estamos órfãos deste mestre inigualável. Aprendi a admirá-lo desde a Novembrada naquele discurso memorável que ele fez perante a diretoria Executiva da PREVI. Através dele tive a oportunidade de participar de uma eleição na PREVI, creio que a primeira e a última. Caro Medeiros, perdoa este seu discípulo que às vezes coloca os pés pelas mãos. Mas como bem disse o mestre Aristóphanes que seja simplesmente um "até breve".
      Não é função da PREVI ficar monitorando o que seus associados dizem nas redes sociais, tampouco afirmar como dogma que não se pode "denegrir a imagem" de nosso fundo, ou seja, não se deve falar mal do fundo. Ora. o que denigre mais é o fato do fundo ter um ativo de mais de 150 bilhões de reais, e mesmo assim dar um prejuízo (deficit) de 28 bilhões; é cortar 12 parcelas do BET dos aposentados e pensionistas; é impor a volta das contribuições; é continuar com aposentadorias acima da realidade (sem tetos); é conceder bônus para diretoria que não produz superavit; é ter diretores muito bem remunerados; é pagar valor astronômico a uma entidade criada por Lula e que serve de fiscalização "faz de conta", sem nenhuma autoridade para sequer impor um teto de benefícios.
     A lei da mordaça, criada pelo patrocinador, envergonha nosso fundo de pensão. Para que serve tanto segredo dentro dos assuntos tratados nas reuniões? Será que ali são tratados assuntos de segurança nacional? 
     Os assuntos verdadeiramente relevantes, aqueles que impactam nos resultados do fundo, são tratados de modo passivo como cordeiro que aceita tudo sem reclamar. Claro, é muito mais fácil seguir as ordens do patrocinador do que debelar-se e arriscar perder o cargo. Merece aplausos, contudo, as negativas para entrar no projeto de Dilma, o trem bala, e na usina de Belo Monte.
       Enfim, vamos seguir firme em nossa postura de combater o bom combate, sem agredir, com postura civilizada, esperando vencer pelo convencimento. Uma hora vão perceber que o rei está nu.
DOUTOR MEDEIROS, SEGURAMENTE O MELHOR CARÁTER QUE JÁ CONHECI. QUE DEUS LHE CONCEDA MUITA SAÚDE E VIDA LONGA!
 

domingo, 25 de setembro de 2016

HOUVE OU NÃO INGERÊNCIA POLÍTICA NA PREVI?

   No 35º Congresso da Abrapp: fundos de pensão como agentes de desenvolvimento, realizado em São Paulo de 12 a 14 de novembro de 2014, a Chapa 3 que havia vencido as eleições na PREVI daquele ano, assinou um Manifesto em conjunto com outros fundos de pensão como o Funcef, Petros e Postalis, mais para manifestar solidariedade a esses fundos que haviam sido estuprados pela ingerência política conforme hoje amplamente sabido pelas notícias da mídia.
     A PREVI, liderada pelo diretor de Seguridade, combateu veementemente essa nossa atitude, dizendo em alto e bom som que em nosso fundo não havia qualquer ingerência política. Pois bem, nesta semana a Revista IstoÉ, mais a Revista Época especificamente, contemplam reportagens baseadas no envolvimento do ex-ministro Guido Mantega (veja no link enviado por comentário neste blog) na recente fase da Lava Jato, chamada de Arquivo X por envolver depoimentos do empresário Eike Batista.


Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "ES PREFIXADO É MAIS VANTAJOSO PARA TODOS":

Estava demorando, há pouco, consignei que brincavam com o patrimônio alheio, ou seja, o da FUNCEF(http://istoe.com.br/as-gravacoes-que-comprovam-fraude-de-r-2-bi-na-funcef/), mas, agora o alvo foi o nosso:


http://epoca.globo.com/tempo/expresso/noticia/2016/09/mantega-pressionou-fundo-de-pensao-investir-em-empreendimento-da-odebrecht.html
Os investigadores da Lava Jato têm mais um caminho a trilhar. O ex-ministro Guido Mantega fez pressão para que o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, a Previ, investisse mais de R$ 800 milhões em 2012 num empreendimento imobiliário gigantesco da Odebrecht em São Paulo. O empenho de Mantega no assunto contribuiu para que a Previ voltasse a investir em imóveis depois de um mico bilionário: colocar dinheiro no complexo turístico da Costa do Sauípe, na Bahia.


    Não há aqui nenhuma intenção de entrar no mérito dos investimentos da PREVI, se foram excelentes ou não. O fato a ser averiguado é se houve esta pressão do ex-ministro ou não e se esta hipotética pressão gerou alguma propina indevida. Essa é a tarefa (sem trocadilho) da Força Tarefa da Lava Jato. (Retiro aqui uma interpretação equivocada que fiz do blog do Medeiros a quem peço escusas pela incorreta interpretação.)
     De resto, muitas novas revelações ainda estão para vir à tona. Cuidem-se todos aqueles que têm o rabo preso. O ministro Teori dizia que "de cada pena puxada, sai uma galinha", hoje já se pode afirmar que em vez de galinha, sai um peru.
 HORA DA VERDADE: MUITAS NOVAS REVELAÇÕES AINDA VIRÃO À TONA. A LAVA JATO NÃO PARA E MUITO POUCOS TÊM A CONSCIÊNCIA TRANQUILA.
 

sábado, 24 de setembro de 2016

ES PREFIXADO É MAIS VANTAJOSO PARA TODOS

    Não tenho mais qualquer dúvida, o ES da PREVI é melhor tanto para o fundo quanto para o associado se praticado na modalidade prefixada. Sou, além de beneficiário da PREVI, professor efetivo de inglês no estado de Santa Catarina. Devido a problemas visuais estou afastado das atividades, em via de aposentação por invalidez permanente por baixa acuidade visual. Recentemente, nesta condição, habilitei-me junto à Caixa Econômica Federal, a fazer um empréstimo consignado. Quem cuida da margem consignável de cada servidor do estado de SC (ativo ou aposentado) é o Consignum que atua em todo o Brasil mas tem vida própria em alguns estados que possuem o devido convênio. Neste caso, a MC é de 40%, não de 30%. Eu tinha uma margem consignável de R$ 677,05 a qual utilizei integralmente para realizar um empréstimo consignado, nas condições e prazo abaixo relatados:

Valor Empréstimo      Prazo     Taxa Juros a.m

R$ 29.200,10             96 meses     1,88%

      Como não tenho formação na área de exatas, pus-me a realizar os próprios cálculos da maneira como fazem os leigos no assunto. Peguei a taxa de 1,88% e multipliquei por 96 meses, obtendo um percentual de 180,48% ao final deste prazo. Logo, apliquei os 180,48% em cima dos 29.200,10 do empréstimo e cheguei à conclusão de que meu empréstimo viraria, na hora, quase R$ 82.000,00. Com este saldo devedor, dividido em 96 vezes, teria uma prestação inicial (e final) de R$ 854,00. Entretanto, o sistema não funciona do jeito empírico que eu havia imaginado e os computadores da CEF me apresentaram os valores reais a serem pagos no curso de 96 meses: R$ 677,05 (Seiscentos e Setenta e Sete reais e cinco centavos).
     Então, se eu for tomar um ES nestas condições prefixadas da CEF eu pegaria 29.200,00 por 96 meses pagando prestações mensais fixas de 677,05, certo? Então, vou me valer de uma informação de um anônimo na minha postagem anterior (PREVI DE COSTAS PARA O ASSOCIADO):


Anônimo Anônimo disse...

Prof.

Ou é teimosia ou os comentários no blog não são lidos.

Taxa de 1,35% a.m pré-fixada, prazo 120 meses, capital R$ 160.000,00,

a prestação é R$ 2.700,19.

Mesmo valor, mesmo prazo, INPC mais 5% a.a. (ES PREVI), á prestação inicial

é R$ 2.228,00.

SÓ A SUSPENSÃO DAS PARCELAS RESOLVE. POR ORA. O FUTURO A DEUS PERTENCE.

Abraços


21/09/16 13:44

    Não sei como o nobre colega chegou a estes cálculos, pois eu tenho ES no prazo de 120 meses cujo saldo devedor é R$ 146.498,00 e minha prestação é de R$ 2.228,00. No exemplo que ele deu o valor é de R$ 160.000,00, como pode dar a mesma prestação que eu pago?
     Na taxa da CEF (1,88% a.m.) o valor de 29.200,00 multiplicado por 5 equivale ao valor dos 146.000,00 do meu ES na PREVI. Neste valor de 146 mil (na CEF) respeitando a proporcionalidade, temos uma prestação de R$ 3.385,00, só que com o prazo de 96 meses e com a taxa de 1,88%. Na PREVI o prazo é de 120 meses e a taxa não superior a 1,35% (poderia até ser menor...)
      Contudo, mesmo que o nobre colega Anônimo tenha razão e que a diferença seja, de fato, de 2.700,00 (pré) para 2.228,00 (pós) pelos atuais reajustes do pós-fixado, em dois anos os valores já se equivaleriam e a partir de então o modelo pós-fixado vai ser muito mais desvantajoso que o prefixado.
      Para dirimir todas as dúvidas, com o intuito de convencimento, faça sua própria simulação pela tabela Price, clique  AQUI sugerido pelo nosso colega Anônimo, provavelmente o mesmo que fez a simulação nesta postagem e que foi o primeiro a comentar. Eu fiz a minha simulação (está nos comentários) e cheguei à conclusão que a modalidade pós-fixada é melhor apenas no primeiro ano; depois vai perdendo "de lavada".
      Um grande abraço a todos(as) e fiquem com Deus neste belo final de semana!

"Porque o Senhor é justo, e ama a justiça; o Seu rosto está voltado para os retos." Salmos 11:7

Leiam também o meu blog "Pão Celestial - Jesus é o único caminho." Para acessá-lo, clique aqui


O EMPRÉSTIMO SIMPLES DE ANTIGAMENTE PRECISA SER MODERNIZADO, IGUAL A UM ANTIGO BORDÃO DO BB: "TRADIÇÃO QUE SE MODERNIZA"

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

PREVI DE COSTAS PARA O ASSOCIADO

    Tantos apelos, tantos pedidos, tantas súplicas e o nosso fundo de pensão fica impassível e insensível diante de tanto sofrimento. Com um olho nos polpudos vencimentos e outro na rígida obediência ao patrocinador que "deita e rola" em sua subsidiária, os dirigentes negligenciam a atividade-fim de um fundo de pensão: o aposentado e a pensionista.
           O Empréstimo Simples (ES) representa pouco mais de 2% dos ativos do fundo. É rentável, mesmo nos tempos bicudos, diferentemente dos 45% dos ativos aplicados em renda variável. Apesar disso, os bem remunerados gestores fazem vistas grossas e ouvidos de mercador aos ulos desesperados de boa parte dos proprietários (que podem muito bem ser chamados de próprios otários), tamanha a desfaçatez com que são tratados. Os mais de 95.000 associados e pensionistas não conseguem reagir contra o domínio do patrocinador, que ainda se dá ao luxo de contar com os 18.879 associados do PB1 da ativa os quais se aliam aos indiferentes colegas do PREVI Futuro (Plano 2). Eu mesmo enviei a proposta do Rossi a cada diretoria (Dirad, Dirin, Dipar, Dipla e Presi, tendo simplesmente ficado sem resposta. Telefonei à Dirin para pedir o apoio do Marcus Moreira de Almeida, meu ex-colega do Consultivo e a resposta que recebi da secretária foi de que estava "numa reunião importante" e que me retornaria. Desde segunda de manhã estou esperando pelo retorno.
        O que nos resta fazer, então? Um colega anônimo pergunta se não podemos apelar ao MPF, ou mesmo à presidência ou talvez a senadores que sempre estão ao nosso lado. Eu respondo que esta matéria é de foro interno e quem pode resolvê-la é o ministro da Fazenda que indica os dirigentes do patrocinador. São desses dirigentes que emana a política praticada em nosso fundo de pensão. Se o Paulo Caffarelli quiser ele pode exigir do presidente da PREVI uma linha de conduta mais justa do fundo em relação aos associados. Se Paulo, nomeado pelo atual ministro Meirelles, não quiser, continuará tudo como dantes no quartel de Abrantes.
          O mínimo que se esperaria da diretoria de Seguridade seria apresentar alternativas aos tomadores de ES. A mais fácil de ser implementada é a modalidade pré-fixada de juros. Poder-se-ia começar pela criação desta linha à taxa de 1,35% ao mês. E quem quisesse poderia trocar de modalidade, com a liberação simultânea à liquidação do pós-fixado. Alguma coisa precisa ser feita, sem mais delongas.
PAULO CAFFARELLI, NOMEADO PRESIDENTE DO BB EM 31.05.2016.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

PROPOSTA À DIRETORIA EXECUTIVA DA PREVI

À ESPECIAL ATENÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA PREVI

PROPOSTA: 210 MESES DE PRAZO PARA REPOSIÇÃO DO ES

Em 01/09/16 a Diretoria de Seguridade repetiu, pela enésima vez, explicações para informar que o prazo de reposição do ES não pode ser superior a 120 meses. Essa é uma matéria controversa, insepulta e que sempre vem à tona porque nunca foi pacificada.
É imperioso enfatizar que a questão do prazo é o principal ponto de discórdia, da parte do Corpo Social, em relação a essa linha de crédito, isto porque existem margens operacionais e espaço técnico viável para enquadrar a dilatação do prazo para 210 meses.
Não é preciso uma análise acurada dos fatos para se concluir que os argumentos repetidos pela Diretoria de Seguridade não têm nexo causal, são frágeis, vazios, inconsistentes e sem fundamentação lógica e racional, inclusive a própria autora está cônscia disso, tanto que a todo o momento retorna ao assunto para justificar o injustificável, obviamente, sem sucesso.
Abro parênteses para o que disse a Diretoria Executiva: ”Existe risco no ES? Sim, existe um pequeno risco de inadimplência, por se assemelhar a um empréstimo consignado, e risco natural de morte do participante, principalmente em relação às faixas etárias mais elevadas”.
Justamente por não haver inadimplência no ES é que a credora (Diseg), em posição confortável, não tem motivos para elevar o prazo de reposição. Ganharia o quê? Por isso encara a proposta dos associados de aumentar o tempo de reposição como um despautério e pouco lhe interessa saber se num arrocho extremo, à base da exaustão e quase a custo de entregar o próprio sangue que os devedores estão honrando o ES.
É razoável e lícito que todo devedor que se sinta oprimido pelo seu credor tenha o direito de buscar fórmula que amplie o prazo de pagamento e baixe os valores das prestações mensais, notadamente quando a fonte do dinheiro emprestado foi constituída a partir da contribuição deste. Essa linha de crédito está à disposição dos associados e se vale dela quem deseja e precisa. Portanto, não há que se falar que aqueles que não tomam o empréstimo são prejudicados.
Nessa discussão técnica, cabe a seguinte analogia: É fácil levar um cavalo até à beira rio, mas o difícil é obrigá-lo a beber. Em sentido parecido, os participantes e assistidos levaram, através do voto, o Marcel para a Diretoria de Seguridade, todavia, não podem forçá-lo a defender as suas propostas, principalmente aquela que objetiva aumentar o prazo do ES para 210 meses, porque após a posse os eleitos se julgam donos dos mandatos, somem, não prestam contas, cospem nos pratos que comeram, julgam-se senhores das suas ações e ignoram as necessidades orçamentárias dos seus eleitores.
Sem alternativa, os 210 meses solicitados para reposição do ES é a única saída para mitigar a crise financeira que aflige os aposentados, por longo período, e sem perspectivas de reversão, porquanto inexiste, no momento, Reserva Especial (superávit) para revisão do plano e o horizonte futuro é negro e desanimador no que tange à obtenção de novas sobras técnicas suficientes para cobrir os 25% da Reserva de Contingência e excesso para constituição da RE.
Nós estamos cansados de saber que os eleitos não têm autonomia para autorizar nenhuma melhoria nos benefícios dos associados, entrementes, para votar contra as nossas reivindicações, negá-las, travá-las e fazer coro os interesses do patrocinador, para isso eles têm autoridade de sobra.
Em tese, o que se espera de cada eleito, por dever ético, é o cumprimento regulamentar da sua missão institucional de representar bem os eleitores e lutar pelos seus direitos e conquistas, mas, infelizmente, na prática ocorre o inverso. Na maioria das vezes os eleitos pulam o balcão para o lado do patrocinador na busca de cargos nos Conselhos de Administração das empresas participadas e ganhos adicionais, pois a saco da ambição não tem fundo.
Um exemplo de desleixo e menosprezo aos legítimos pleitos dos associados está consubstanciado na decisão desleal da Diseg de não defender e tampouco de submeter à concessão do prazo de 210 meses para quitação do ES ao colegiado da Diretoria Executiva, isto porque esse diretor é contrário ao deferimento dessa substantiva proposta, de forte impacto financeiro nos proventos dos 55.072 mutuários do ES (posição de junho/16).
Insensível e de costas para os ativos e aposentados, sem se preocupar com a melhoria da qualidade de vida destes, o diretor age como aquele pai negligente e irresponsável que joga fora a criança junto com a água do banho.
Contextualizando o caso no âmbito da PREVI, pelo seu turno, esse citado diretor assiste passivamente os legítimos donos do fundo de pensão sucumbir sob os efeitos deletérios da espiral inflacionária massacrante da conjuntura econômica mundial adversa e os joga à sanha dos agiotas financeiros do capitalismo selvagem, quando poderia ajudar na solução parcial do problema se levasse à apreciação da Diretoria Executiva, o pedido de elevação do prazo do ES para 210 meses.
Pelo bem ou pelo mal e inobstante seja duvidosa e questionável, a defesa da Diretoria Executiva de eleger a conjuntura externa como única culpada pelo déficit técnico de R$ 16.1 bilhões em 2015, foi aceita pelo Conselho Fiscal e Auditoria Independente.
É evidente que fatores negativos estruturais e erros de gestão, como a tática negocial suicida e equivocada de investir e concentrar cerca de R$ 25 bilhões apenas em uma empresa (Vale S.A), em cabal inobservância da pluralidade que é fundamental para pulverizar riscos e evitar perdas, no segmento Renda Variável, de alta volatilidade e gigantesco risco operacional, transação que sozinha acabou respondendo pela parcela de R$ 7.5 bilhões do déficit de R$ 16 bilhões.
Então, por que no vácuo desta linha de saída escapista, a mesma conjuntura não serve para explicar que é a causadora da ruína financeira dos associados, agravada ainda mais pela descabida e intransigente decisão de manter o prazo de 120 meses para o ES, o qual é patentemente insuficiente, conquanto fixasse prestações de valores elevados e reduz o já minguado poder de compra de quem é devedor do empréstimo.
Dentro da antítese de que para conseguir a “Paz”, é preciso fazer a “Guerra”, do mesmo modo, para reduzir o valor das parcelas do ES, a um patamar que caiba confortavelmente dentro do orçamento, no bolso, é necessário elevar matematicamente o prazo de pagamento para 210 meses, senão a equação não fecha.
Isto ocorrendo, essa medida justa e providencial resultará em um desafogo financeiro significativo no montante dos benefícios auferidos da PREVI, hoje, tão sacrificado com os gastos estratosféricos em remédios, de uso contínuo, que sobem frequentemente em decorrência da elevada inflação real do mercado.
Claro que aqui não estamos nos referindo ao irreal e manipulado IPCA. Pontualmente foi lembrado o item remédios por esse representar grande peso nos desembolsos, sem esquecer que os demais, obrigatórios e inadiáveis, estão pela hora da morte.
O FINIMOB e o ES são duas linhas de crédito vinculadas ao guarda-chuva do segmento “Operações com Participantes e Assistidos”, lastreadas com recursos dos próprios tomadores e se diferenciam uma da outra, pelo prazo e finalidade, onde a primeira é específica para compra de imóvel e prazo máximo de 420 meses e na segunda o uso do dinheiro liberado é livre e se destina ao suprimento do caixa do tomador, no prazo de reposição em 120 meses. Ambas propiciam rentabilidade que bate a meta atuarial e têm liquidez garantida, dado que o FQM contratado garante a quitação de cada contrato em caso de morte do devedor.
A Diretoria Executiva para negar um prazo adequado para o ES tem dito o seguinte (vide site):
[...] “O que pode acontecer se a PREVI elevar demasiadamente o prazo de pagamento do ES? Aumentar ainda mais o prazo significaria trazer risco de insolvência para o Fundo de Quitação por Morte ou, para que isso não ocorra, seria preciso incrementar a taxa a tal ponto que tornaria a operação inviável”.

Esse é outro posicionamento infeliz da Diseg, tendo em vista que o ES funciona com plena normalidade há décadas, sob a égide das regras atuais do FQM e não houve a ocorrência de situação alarmante de desequilíbrio. Com efeito, se é operacionalizado com 120 meses de prazo, com sucesso, não é elevando para 210 meses que o sistema vai se desmoronar abruptamente.

Uma prova disso é o FINIMOB que é pactuado com o prazo de até 420 meses, mais do que o triplo do ES, e o FQM nunca foi insuficiente para quitar os saldos devedores nos casos de morte dos devedores. Só falta invocar a hipótese absurda e bizarra de admitir que o fenômeno da natureza (morte) atinge mais os devedores do ES do que os mutuários do FINIMOB.

Em pequena escala, o ES é liquidado em cash, mas o grosso, as milhares de operações são quitadas antecipadamente mediante renovações (empréstimos mata-mata), casos em que os prêmios do seguro FQM pagos sobre esses negócios e não utilizados, perdem o objeto primitivo, transformando-se em receitas líquidas para o fundo, pois, como não houve óbitos dos devedores, é óbvio que o FQM não foi acionado.

Neste contexto, considerando somente os empréstimos liquidados nos últimos vinte anos via de renovações, fica difícil dimensionar o volume dos prêmios de seguro do FQM vertidos e que ficaram à deriva, sem utilização, dado que as liquidações foram antecipadas e sem a morte dos devedores. Onde está contabilizada essa fantástica massa de dinheiro do FQM?

Doutra parte, toda vez que morre um associado, automaticamente a PREVI fica isenta do pagamento dos benefícios futuros do falecido, algumas vezes pelo valor total, quando ele não possui dependente e parcial, com a redução para 60% se existir pensionista.

Assim, vamos admitir o pior cenário que seria a PREVI complementar o saldo do FQM para liquidar eventual ES deste devedor morto, caso em que haveria uma compensação financeira, basicamente um encontro de contas, e com poucos meses de economia, o benefício não mais desembolsado devido à morte do associado, seria mais que suficiente para repor o FQM contabilizado em despesas.
  
Por todo o exposto, pedimos a elevação simples do prazo de reposição do ES para 210 meses, em caráter excepcional ou que se crie uma linha de crédito especial para o saneamento do saldo devedor do ES, com encargos financeiros prefixados de no máximo, 1,35% ao mês, com a liquidez garantida pelo FQM e sem garantias reais, de sorte que se acolherem a segunda sugestão não precisarão mexer no intocável e sagrado prazo do ES.

João Rossi Neto