domingo, 5 de julho de 2020

CHAPA DOIS - MAIS UNIÃO

      Em uma semana começa a votação na PREVI para escolhermos o novo diretor de Seguridade, uma diretoria das mais importantes tendo em vista referir-se exclusivamente e prioritariamente a nós associados. Lógico que todas são importantes mas a Seguridade nos envolve diretamente.
     Há muito tempo essa diretoria vem sendo controlada por uma só tendência ligada a sindicatos e cargos, política peculiar de partidos políticos, a qual não deve continuar, sob pena de continuidade perniciosa, pois temos que ter em conta a salutar alternância de comando. O que a atual diretoria pode fazer pelo associado está deixada de lado principalmente nesses severos períodos de pandemia que assola nosso país.
    Apoiamos 100% a chapa 2 - Mais União cujo candidato - Ítalo Lazzarotto - tem a juventude e a capacidade de mudar o nosso relacionamento no binômio PREVI X ASSOCIADOS.
    Sabemos das dificuldades que teremos pois é notório o uso da "máquina" de propaganda que está sendo utilizada pela chapa opositora. Praticamente 100% dos beneficiários do fundo estão sendo alcançados através dos emails cadastrados. Quase todos já recebemos propaganda da chapa da situação e não podemos dizer o mesmo da chapa da oposição. A injustiça já começa por aí, aliada a um baixo interesse dos aposentados e pensionistas, abalados com o peso da idade e dificuldades e no trato com a operacionalização digital da votação.
    A ANAPLAB dedica-se integralmente em apoio à chapa 2 - Mais União e conclama a todos para a RENOVAÇÃO dessa diretoria, que repetimos, trata diretamente com os associados. Temos certeza que o relacionamento será bem melhor.
     Portanto, arregacemos as mangas sem pestanejar, fazendo o necessário uso das redes sociais para conquistar novos votos para a chapa 2 - Mais União. Contamos com cada um de vocês para mudarmos os rumos na política da diretoria de Seguridade. A Afabb-RS e a Afabbj (Joinville) já se engajaram na tarefa. Alie-se você também, caro amigo, pelo bem geral da PREVI e dos previanos.
 

domingo, 28 de junho de 2020

UM PLANO PARA O PÓS-PANDEMIA

UM PLANO PARA O BRASIL POS COVID19
Aristophanes Pereira
Cultivamos uma incontrolável inquietação, na busca de causas e causadores, em face de efeitos e consequências. Curiosidade atávica da nossa espécie. É o que está acontecendo, agora, com a passagem dessa surpreendente, devastadora e mudancista pandemia da Covid-19, que se abateu sobre os humanos.
         Já completando mais de oito meses, desde a sua descoberta cientifica, o vírus, logo identificado como impiedoso serial killer da família Corona, se alojou em todos os países do mundo, desde sua terra natal, a misteriosa China, até ilhas remotas como a Islândia. Diferentemente de outras pandemias, esta da Covid-19 abalou o mundo e aterrorizou populações, com características sem precedentes. Muito já se especulou e se escreveu sobre ela, com ênfase na sua trajetória diferenciada. Não se realçou, entretanto, que tal proeminência eclodiu porque encontrou o solo fértil de um novo tempo: o Século XXI, inusitado vetor de disseminação da doença e catalizador de suas degradantes ações, nos planos econômico, social e político.
         A transmissibilidade do vírus, pelo ar que respiramos, multiplicou a doença letal, com apoio de milhares de aviões e grandiosos navios, dando mobilidade veloz a milhões de pessoas de quaisquer perfis etário, social e econômico, de e para lugares próximos e distantes, habitados por vulneráveis populações. Poderia ser uma “gripezinha”, SE não fossem a elevada potencialidade das transmissões, a ausência de uma vacina preventiva, a incerteza de tratos medicinais e a insuficiência de suporte hospitalar. Em menos de três meses, o mundo do século XXI, assombrado, desarmado e confuso, passou a conviver e sofrer com essa moderna pandemia.
         Em meio às dúvidas carregadas pela doença traiçoeira, o melhor remédio foi recuar, não enfrentar o inimigo, no seu terreno contagioso, e de forma preventiva e cautelar FICAR EM CASA, desligando, por algum tempo, importantes engrenagens criativas e produtivas, em todos os países. Na ponderação custo-benefício, essa estratégia não logrou consenso universal, e alguns líderes – caprichosos, desinformados ou claudicantes – transformaram a doença pandêmica em entreveros de interesses políticos locais, partidários e pessoais. O Brasil tem sido terreiro fértil e quase isolado, na prática dessas ações desagregadoras, já pagando preços altíssimos, em valiosas e queridas vidas e nos estragos em muitos setores da sociedade. Não cabem comparações, mas já nos diferenciamos, vergonhosamente, perante outras nações.
         Um velho e confortador ditado ensina: “Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe”. Felizmente, já começam a surgir notícias alvissareiras sobre promissoras vitórias dos humanos contra o vírus matador. Alguns países já livres da doença, remédios preventivos, ou saneadores, e vacinas a curto prazo. Logo, passaremos a catalogar a Covid-19, como mais uma virose. No futuro, sem menosprezar os dramas e tristezas individuais, será uma modesta estatística pandêmica, singularizada por ocorrências especiais e até pitorescas e inovadoras.
         Já proliferam as análises, estudos e ajuizamentos que procuram delinear o ritmo da reconstrução pós-Covid-19. Quase todos são conservadores, pessimistas alguns e outros de comedido otimismo. Mesmo sem fundamentos rigorosamente cientificas e, sequer, sem suportes acadêmicos, ouso, a sentimento, lançar uma previsão otimista sobre o futuro da recuperação pós Covid-19.
         Vejo um mundo materialmente inteiro, sem danos significativos no seu instrumental produtivo, nem nos recursos humanos. Algumas atividades mais vitimadas já padeciam comorbidades estruturais, e cerca de US$10 trilhões foram injetados, mundo afora, para animar e compensar perdedores. A capacidade ociosa, na maioria dos setores, será rapidamente revitalizada, para atender as demandas reprimidas. A inquietação e criatividade, nas reclusões compulsórias, anteciparam procedimentos e novas práticas de trabalho de maiores produtividade, eficiência e bem estar, com apoio em vasto arsenal tecnológico(home-office, e-commerce, delivery, EaD, streeming, webnar, Zoom, etc.). O amplo campo da saúde, se denunciou fraquezas, abriu espaço, também, para o fortalecimento da universalização e humanização dos sistemas de saúde pública. E o efeito “I can’t breathe”, no último suspiro de George Floyd, junta-se aos sufocos da Covid-19, em triste coincidência, para pautar atitudes de maior solidariedade, renuncias e tolerância, que marcarão os novos tempos do Século XXI.
         Na onda desse otimismo, imagino que – se o Brasil construir uma harmonia institucional sábia e negociada, com união equilibrada dos poderes republicanos e arregimentação inteligente dos instrumentos políticos e produtivos – poderemos orientar as capacidades da iniciativa privada e de outros agentes, inclusive ambientais, para consolidarmos uma era de desenvolvimento, assentada na vocação e  potência da nossa AGROINDÚSTRIA.
         O novo mundo, que caminha para um teto de 12 bilhões de pessoas, trilhará caminhos de traçados ainda imprevisíveis, porém não prescindirá de matérias primas, alimentos e produtos do agronegócio. Fornece-los com racionalidade, competência e soberania não apequena nossa potência econômica, nem enxovalha nosso status. O que erigimos até hoje veio, essencialmente, dessas vigorosas fontes primárias e do agronegócio consequente, desde a cana-de-açúcar, as madeiras e os minerais colonizadores, passando pelo café, com sobras modernizadoras, até o contingente de exuberantes commodities renováveis que nos garantem, hoje, reservas seguras, sem precedentes, de mais de US$350 bilhões, enquanto o agregado da Agricultura pulou de uma participação de 10%, no PIB, 10 anos atrás, para atuais 25%!
         Na esteira dessa promissora e crescente economia do agronegócio virão a necessária DESMETROPOLIZAÇÃO, a melhoria e expansão das infraestruturas, e uma nova indústria seletiva e competitiva. Essas as linhas diretoras de um plano para o Brasil. O resto vem por gravidade, se arrumarmos a casa inteligentemente.
Jaboatão dos Guararapes, 13/6/20

                                       IMAGEM TIRADA  DO GOOGLE

quarta-feira, 24 de junho de 2020

FOGUEIRA DE SÃO JOÃO

O “MELÉ 142”
Aristophanes Pereira
         Pelo que vejo e pelo que sei, de vivência e por meu próprio sentimento, a quase totalidade dos 210 milhões(pouco mais, ou pouco menos) dos cidadãos brasileiros não vive, obsessivamente, preocupada com as ameaças que dizem pairar sobre a nossa “Democracia”. Estão lá, no Preâmbulo e no Artigos 1º, de nossa atual Constituição, exuberantes declarações de que a República Federativa do Brasil é instituída como um "Estado Democrático", formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constituindo-se em "Estado Democrático de Direito". E tem mais: outros três artigos, do 2º ao 4º, com seus parágrafos e alíneas, definem fundamentos, poderes, objetivos e relações que devem ser satisfeitos e respeitados para a conformação do Brasil como nação soberana e democrática. Só faltou desenhar!     
         Essa a contundente e pétrea disposição constitucional, em que acreditam – por aprendizado, por ouvir dizer, ou porque não se importam –  aqueles milhões de brasileiros, homens, mulheres, crianças, estudantes, profissionais, ocupados e desocupados, aposentados, pensionistas e, principalmente, os soldados que juraram, por patriotismo e profissionalismo, defender a Constituição e suas emendas. 
         A despeito disso, uns poucos 300, de um lado, e 301 de outro, digladiam-se, em protestos confusos, incoerentes e antagônicos, pregando com absurdas palavras de ordem, bandeiras coloridas, foguetórios e puxões de corda, ora o desmonte, ora a defesa do nosso “Estado Democrático de Direito”. Para tanto, pedem a distorcida intervenção das Forças Armadas, definidas consoante reza um enigmático e extenso “Artigo 142”(Caput, 3 parágrafos e 10 itens), da prefalada Constituição. Enquanto isso, no país real, grassa, sem cuidados, uma crise de vastas dimensões, na Saúde, na Educação, na Segurança, na Economia e redondezas. Enfim, ignoram um abismo profundo e letal, do qual só nos livraremos com união, concórdia e ações inteligentes. 
         Na verdade, essas tão, levianamente, requisitadas Forças Armadas, são compostas por três grandes comandos diferenciados –   Exército, Marinha e Aeronáutica – que incorporam, cada um com suas especialidades e estruturas bélicas, centenas de milhares de homens e mulheres armados, equipados, instruídos e treinados. Encontram-se espalhados, estrategicamente, por todo o território nacional, e alguns em nobres missões de paz no exterior. Agem harmonicamente, e dificilmente se dividem, pois são de formação avessa à cizânia. Portanto, vamos deixar de devaneios e mimimi, com essas enganosas, dissimuladas e hipócritas hermenêuticas e cavilosas interpretações do endeusado "Artº.142"
         Os mais recentes decifradores desse “artigo-chave”,  na sequência de uma   competente e oportuna ‘Liminar’, proferida pelo Ministro Luiz Fux, do STF, dizem, na palavra do presidente do STF, que “as FFAA(sic) sabem muito bem que o artigo 142 da Constituição não lhes confere o papel de poder moderador”; enquanto uma “nota tripartite”, não menos suprema, assinada por um improvisado “triunvirato” (Pres. Bolsonaro, Vice Mourão e Ministro Fernando Azevedo), enfatiza o que está lá no 142: “as FFAA destinam-se à defesa da pátria, à garantia dos Poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”. Mas lembram, com indisfarçável tom ameaçador, que as Forças Armadas “estão sob a autoridade suprema do Presidente da República” e, já partindo para a ignorância, proclamam que elas “não cumprem ordens absurdas, como p. ex. a tomada de Poder. Também não aceitam tentativas de tomada de Poder por outro Poder da República, ao arrepio das Leis, ou por conta de julgamentos políticos”. Confesso que não entendi esse confuso e contraditório jogo de palavras. Vou esperar o “sábio tempo” esclarecer.
         Parece que o “142”, pelas versáteis e enganosas interpretações que lhe conferem, tornou-se a carta mágica do “melé”, ambicionada por todo jogador que quer trapacear, pra montar sua jogada. Conforta-me o entendimento de que existe uma verdade subjacente, um outro universo, “o consenso” de um Estado Maior Conjunto”, onde se vigia e se respeita a trajetória de “um ponto crítico", acima da “autoridade suprema do Presidente da República”, e só “eles” decidirão qual o momento de “atravessar o Rubicão”. E como cultivam a perigosa arte da guerra e da surpresa, “isso” é um segredo militar e constitucional.  Releiam a História, esquecidos! E voltem para cuidar do abismo profundo.
Jaboatão dos Guararapes, 24/06/2020

                                             A POSE DO TRIUNVIRATO - Foto de Marcos Correa - site da UOL

                               ESTADO MAIOR CONJUNTOS DAS FORÇAS ARMADAS (EMCFA - 2018)
 

SEGUNDA ONDA SERIA MUITO PIOR

Dr. Anthony Wong,  com vasto conhecimento epidemiológico nos dá um diagnóstico sobre a alta possibilidade de haver uma segunda onda do covid-19 tal qual pode estar surgindo na China e na Alemanha. E se tal ocorrer, poderia ser mais agressiva como aconteceu com a gripe espanhola. Tomara que não aconteça. O Brasil é muito afetado porque seu povo não segue uma disciplina rigorosa, fator indispensável para a não disseminação de novos casos.

                SOBRE AS VACINAS, QUEM GANHARÁ A CORRIDA? DR. WONG

segunda-feira, 22 de junho de 2020

E O RACHADÃO QUE ACONTECEU NO BRASIL?

    O assunto do momento é a rachadinha que apenas um deputado do RJ praticou. Outros podem até ter praticado mas não há interesse em acusá-los. O foco está dirigido para o "inimigo" comum da esquerda, que foi eleito para não fazer conchavos. Como o país foi aparelhado para os conchavos, torna-se muito difícil governar com perdedores inconformados.
    No tempo de Jesus o crucificaram e soltaram um notório ladrão (Barrabás). Qualquer semelhança é mera coincidência.
    E o então senador Jorge Viana que reclamou dos gastos com o judiciário em vídeo da TV Senado? Parece que aqui o custo é 1,3% do PIB sendo que na maioria dos países é 0,2%.

sábado, 20 de junho de 2020

VIVER É LUTAR (JÁ DIZIA GONÇALVES DIAS)

ATENÇÃO!

A ordem é retirar Bolsonaro antes que ele possa indicar ao menos um nome ao STF e antes das eleições para presidência da Câmara.

Com um nome dentro do STF, ele ainda seria minoria, mas poderia atacar o sistema de dentro para fora, escancarando tudo de errado que há lá dentro.

Por sobrevivência, Bolsonaro se uniu ao Centrão e o sistema (mecanismo) já entendeu que é grande a chance de se eleger um presidente da Câmara alinhado ao poder executivo.

O desespero bateu e é por isso que o STF ataca sem parar … e vai piorar.

Estão querendo que o presidente vire a mesa ou, no mínimo, rachar a direita, desunir seus apoiadores … e estão conseguindo.

Não vamos permitir!

Por favor entendam, nesse momento Bolsonaro nada pode fazer, está agoniado como nós … se pudesse, já teria agido.

Não é simples, foram 30 anos de aparelhamento de todos os segmentos da sociedade … em algumas frentes, Bolsonaro luta sozinho.

Por favor, entendam mais ainda, que numa guerra assimétrica como essa, perderemos peças, teremos que entregar cabeças, mas é assim que funciona.

Sei que é difícil dizer isso para quem foi preso, mas assim funciona uma guerra … você não pode abandonar o seu general porque ele perdeu um soldado.

É estressante ver um bom ministro balançar no cargo, alguém que nos representa tão bem, mas repito, é uma guerra, é passo a passo … perde hoje, ganha amanhã.

Esses próximos meses serão absurdamente estressantes para nós.

A grande mídia, o STF, Maia e Alcolumbre irão trabalhar incansavelmente contra nós.

Surgirão escândalos, surgirão narrativas, irão forçar de todas as maneiras possíveis para nos amedrontar, nos calar, nos fazer abandonar o barco, virarmos isentos, deixarmos Bolsonaro sozinho … não podemos, de jeito algum, ser atingidos por isso.

Preparem os físicos, as almas e os corações para uma guerra, uma guerra severa, mas que iremos vencer.

É Bolsonaro no poder ou a esquerda corrupta e comunista de volta, não tem outro destino.

Não vamos abandonar o capitão, não vamos deixar abandonado quem quase deu a vida por esse país.

Tenham certeza absoluta que todas as revoltas internas que nós estamos sentindo, ele também está.

Bolsonaro está liderando uma guerra com o que tem, como pode.

Em janeiro de 2021, ele estará mais forte … vamos levar muita porrada, mas vamos suportar e levá-lo até lá.

Vamos juntos, vamos lutar, vamos vencer!

Você vai abandonar o Brasil?

Fábio C. Ferreira
16/06/2020”

quarta-feira, 17 de junho de 2020

QUEM ESTÁ AGINDO COM AUTORITARISMO É O JUDICIÁRIO

Bolsonaro começou a sequência de dez mensagens afirmando que o histórico do governo dele "prova que sempre estivemos ao lado da democracia e da Constituição brasileira. Não houve, até agora, nenhuma medida que demonstre qualquer tipo de apreço nosso ao autoritarismo, muito pelo contrário".
Em seguida, disse que "em janeiro 2019, após vencermos nas urnas e colocarmos um fim ao ciclo PT-PSDB, iniciamos uma escalada do Brasil rumo à liberdade, trabalhando por reformas necessárias, adotando uma economia de mercado, ampliando o direito de defesa dos cidadãos".

E acrescentou que "suportamos a todos esses abusos sem desrespeitar nenhuma regra democrática, até mesmo quando um militante de esquerda, ex-membro de um partido da oposição, tentou me assassinar para impedir nossa vitória nas eleições, num atentado que foi assistido pelo mundo inteiro".
Na sequência, disse que o governo reduziu "todos índices de criminalidade, eliminamos burocracias, nos distanciamos de ditaduras comunistas e firmamos alianças com países livres e democráticos. Tiramos o Estado das costas de quem produz e sempre nos posicionamos contra quaisquer violações de liberdades".
Depois, afirmou o presidente, "o que adversários apontam como "autoritarismo" do governo e de seus apoiadores não passam de posicionamentos alinhados aos valores do nosso povo, que é, em sua grande maioria, conservador. A tentativa de excluir esse pensamento do debate público é que, de fato, é autoritária".
Escreveu também que "vale lembrar que, há décadas, o conservadorismo foi abolido de nossa política, e as pessoas que se identificam com esses valores viviam sob governos socialistas que entregaram o país à violência e à corrupção, feriram nossa democracia e destruíram nossa identidade nacional".
"Queremos, acima de tudo, preservar a nossa democracia. E fingir naturalidade diante de tudo que está acontecendo só contribuiria para a sua completa destruição. Nada é mais autoritário do que atentar contra a liberdade de seu próprio povo", escreveu.
Na sequência, disse que "do mesmo modo, os abusos presenciados por todos nas últimas semanas foram recebidos pelo governo com a mesma cautela de sempre, cobrando, com o simples poder da palavra, o respeito e a harmonia entre os poderes. Essa tem sido nossa postura, mesmo diante de ataques concretos".
E concluiu afirmando: "Luto para fazer a minha parte, mas não posso assistir calado enquanto direitos são violados e ideias são perseguidas. Por isso, tomarei todas as medidas legais possíveis para proteger a Constituição e a liberdade do dos brasileiros".
Na sequência, disse: "Só pode haver democracia onde o povo é respeitado, onde os governados escolhem quem irá governá-los e onde as liberdades fundamentais são protegidas. É o povo que legitima as instituições, e não o contrário. Isso sim é democracia".

(parte de mensagem recebida por email) 

FORÇAS ATRÁS DA CAMPANHA DIFAMATÓRIA CONTRA UM GOVERNO LEGITIMAMENTE ELEITO. CÂMARA, SENADO, STF SÃO OS ATUANTES PARA ATENDER  OS USURPADORES DE SEMPRE. (Vídeo do cientista político PAULO MOURA)