sexta-feira, 25 de setembro de 2020

BRANDÃO VS NOVAES

    Brandão ao que parece conquistou a simpatia dos funcionários do BB. Na comparação inevitável com o seu antecessor, a impressão foi que Novaes teria sido muito limitado se comparado ao novo inquilino da presidência do banco. Lógico, a impressão inicial é a que fica.

    É preciso checar, entretanto, se a postura do banco vai mudar em relação aos créditos ao consumidor. Notamos no momento certa retração ou restrição ao crédito. Apesar de já ter liquidado um empréstimo, no meu caso as novas aberturas se encontram cadeadas. E vejam que sempre havia limite disponível. Sequer para renegociação. Talvez seja um caso particular.

     Os bancos como um todo não nos dão refresco na pandemia. Enquanto a Cooperforte está suspendendo as parcelas, o BB e o ES estão cobrando normalmente. O ES teve aquele momento de suspender dois meses e só. Vamos lá sr. Wagner da Seguridade, dê-nos mais alguma flexibilização, senão complica.

       Problemas de saúde têm me preocupado. Mas na graça de Deus estamos conseguindo atravessar esse momento tão difícil para muitas famílias brasileiras que tiveram perdas devido a essa nefasta pandemia que parece não querer afrouxar. Todo cuidado é pouco. Máscaras constantes, distanciamento, sem aglomerações, infectados isolados para não transmitir a outras pessoas, embora a disciplina brasileira deixe muito a desejar. Que todos continuem com os cuidados e na prevenção indispensável.


André Brandão novo presidente do BB

Crédito imagem: bp.blogspot,com

terça-feira, 15 de setembro de 2020

O BLEFE

O BLEFE DO NOVO CORONA VIRUS

Aristophanes Pereira

         Já são mais de nove meses de convívio com esse malsinado vírus, que dissemina a doença Covid-19, originário do populoso interior da China. Nesse curto período, por padrões históricos, ele bateu recordes de propagação e de contágio, alojando-se em quase todos os países do mundo, e marcando dolorosas presenças em seus cemitérios.

         Os momentos mais graves da doença foram atingidos no trimestre abril-maio-junho (2020), com o atingimento dos pontos mais altos da curva de mortalidade, em importantes países do primeiro mundo, notadamente no continente europeu.

         Esse cenário é bastante conhecido de todos, e não carece ser revisitado e explicado. No momento, estamos na expectativa, para ovacionar o vencedor da corrida pela produção, plena e confiável, da primeira vacina. Olhando pelo retrovisor, e avaliando os estragos, de dimensões planetárias, constatamos que esses estragos foram mais elevados do que o esperado, na relação causa e efeito. Para tanto, muito contribuiu a exacerbada, veloz e distorcida divulgação midiática da doença, apertando mais o botão do pânico do que o da sensatez científica, sem menosprezar a deletéria componente de interesses personalistas, políticos e mercantis.

         Para ilustrar esse descaminho, lembro uma historinha: Ao observar um foco de incêndio, no cinema lotado, o esperto “lanterninha” providencia a suspensão da exibição e, do palco, sem denotar pânico, avisa: “Atenção! Estamos realizando um treinamento contra incêndio. Sigam as instruções, e saiam pelas portas indicadas nas laterais e em frente. Primeiro crianças e idosos”. Tudo terminou bem, e o pessoal viu e cinema pegar fogo, já do lado de fora.

         Sei que o mundo não é um cinema, mas comportamentos racionais de governos e meios de divulgação menos alarmantes poderiam ter se associado de maneira mais construtiva e com união de esforços, no entendimento e enfrentamento da Covid-19.  Muito países procederam assim. Aliás é curioso lembrar como a própria China soube lidar competentemente com a “sua” doença. Um exemplo, ou um mistério?!

         Posso parecer um “engenheiro de obra acabada”, mas nem tanto, pois a obra ainda não está acabada, nem sequer bem avaliada. Ainda há muito o que se estudar, para projetar futuros meios de enfrentamento de novas pandemias, que certamente ocorrerão. Nas consequências médico-sanitárias e nos avassaladores desdobramentos socioeconômicos.

         No momento em que escrevo(14/9/20), valho-me de um mapa estatístico do Google(*), onde estão anotados 459 locais do mundo(países, territórios, ilhas, etc.), com as respectivas informações sobre TOTAL DE CASOS, CASOS POR MILHÃO DE HABITANTES, RECUPERADOS e MORTOS. Encabeçados pelos TOTAIS MUNDIAIS, registram-se 29.114.771(total de casos), 3.744(casos por milhão), 19.673.771(recuperados) e 926.576(mortos).  Tem gente que não gosta muito de estatística e enaltece, com gozação, erros deploráveis de interpretação. Mesmo assim, é melhor com elas do que sem elas.

         Posições singulares ocupam o Brasil e a China(Mainland China), nesse mapa do Google. Enquanto nosso país está em 3º lugar, dentre os que ostentam maiores ocorrências de casos, com 4.335.066 casos, assombrosa relação de 21.513 casos, por milhão de habitantes, e 131.736 mortes, a China fica na 87ª posição, marcando 85.194 casos, um modesto índice de 61 casos por milhão e 4.634 mortes. Ou seja: o Brasil tem 28 vezes mais mortes do que a China!

         Esses números, além de nos pedirem uma reflexão, nos permitem inferir que a Covid-19, no plano mundial, somente infectou, ostensivamente, 0,42%(29.114.771/7.000.000.000)  da população mundial e matou pouco mais de 0,01%(926.576/7.000.000.000)  dessa mesma população. Não é um apocalipse, ou fim dos tempos, mas deixo para o leitor curioso fazer seus ajuizamentos, nas comparações com outras pandemias do passado, ou recorrentes mortalidades anuais, por doenças conhecidas como gripe(influenza), doenças cardíacas, diabetes e outras. 

         Sabe-se, no caso de diversas doenças, que o nosso organismo exerce suas próprias defesas e se livra sozinho da enfermidade. Na Covid-19, estimam os Infectologistas que, “de dez infectados, oito se recuperarão naturalmente’’. Assim, temos uma elevada chance estatística de 80% saírem ilesos, no confronto com o maldito vírus. Recordando, também, no plano mundial, aqueles números de 0,42% da população mundial infectada e de 0,01% de mortos, parece-me que o “jogador” Covid-19, tinha chances pouco significativas de ganhar o jogo, mas blefou, virou a mesa e bagunçou tudo, com ajuda do dono do cassino.

         Na confusão, os medos hipocondríacos têm levado muitas pessoas, mundo afora, a utilizarem – sem evidências científicas claras e confiáveis –  alguns remédios e mezinhas que o “achismos” de alguns profissionais, governantes populistas e estudos sem estofo acadêmico, elegem para o tratamento, ou prevenção da Covid-19. Sem pretender discutir a correção desses comportamentos, apenas acomodamo-nos àquele velho dito popular: O que não mata engorda. Eu, também, diariamente, tomo  mel de abelha com suco de limão e a raspa de 3 bundinhas de tanajura.  Xô, Corona Vírus!

Jaboatão dos Guararapes(PE)15/09/20

(*)https://news.google.com/covid19/map?hl=pt-PT&gl=PT&ceid=PT%3Apt-150

 


 

 

sábado, 5 de setembro de 2020

A ÓPERA DO CRIOULO DOIDO


A ÓPERA DO CRIOULO DOIDO

Aristophanes Pereira

         O inesquecível  Sérgio Porto, sob o pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta, dentre suas numerosas sátiras, cravou na expressão “samba do crioulo doido” aquela situação emblemática, em que personagens verdadeiros interagem de forma distinta da história real, numa mixórdia absurda e hilária. É assim que, na letra errática do seu samba, o crioulo doido diz que “Chica da Silva obrigou a Princesa Leopoldina a se casar com Tiradentes”... , e outras sandices.

         Essa lembrança me veio à mente, ao tentar resumir o que tem ocorrido com o desenrolar do drama brasileiro, ou melhor, da nossa tragédia, mormente nos últimos tempos. Uma verdadeira “ópera” do crioulo doido!

         Neste ano, o mês de agosto, desviou-se da má fama de episódios desastrosos e fatos de triste memória, na História brasileira. Menos no estado do Rio de Janeiro, obviamente, onde a esculhambação é endêmica. A Covid-19 começou a dar sinais de cansaço benfazejo; Bolsonaro e seu clã(agora acrescido do caçula 04, que desponta) foram mais comedidos; Brasília, de um modo geral, esteve mais diligente, e nenhuma tragédia de grandes proporções, país afora. Parece que os bilhões da derrama emergencial confortaram insatisfações e desassossegos. Certo?! Pura ilusão, o que havia era fogo de monturo, que reacendeu nestes primeiros dias de setembro.  

         O meu recorrente sentimento de frustração e desânimo, com relação à amalucada ópera brasileira, tomou forma real quando, de repente, me defronto com quatro narrativas distintas. Todas, coincidentemente, encontradas na mesma edição de O Estado de São Paulo, de 3 do corrente. São ajuizamentos de origens diferentes, validados pelas competências técnicas e honestidade intelectual de afamados depoentes, além da correta compleição histórica dos fatos envolvidos. Juntando-os, enxergamos o caos em que estamos metidos.

         Primeiramente, para armar o cenário desse espetáculo adoidado, recorro à concisa análise do economista Roberto Macedo(PIB AFUNDOU AINDA MAIS NO BURACO EM QUE ESTÁ DESDE 2015), quando avalia que “a economia também está em estagnação desde os anos 1980, status em que ela cresce abaixo do seu potencial”. E diz que seu objetivo “é mostrar a enorme dimensão das dificuldades em que nossa economia se meteu, para ver se nossos políticos, autoridades públicas e a sociedade em geral refletem, caem nessa realidade e atuam em sentido contrário”.

         Em seguida, encontro uma Nota Técnica, do Secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, do Ministério da Economia, na qual adverte, dramaticamente, que o abandono do teto de gastos, (mecanismo que limita o avanço das despesas à inflação), poderia mergulhar o País numa recessão ainda mais profunda em 2020, reduzir o crescimento em 2021, além de elevar juros e inflação. Esse mecanismo, vigente há quatro anos, e com sobrevida de mais seis, está longe de ser uma unanimidade, nem técnica, nem política.

         Depois, na trincheira dos que defendem uma complacente perda de virgindade do teto de gastos, destaca-se o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, que, na entrevista ao Estadão/Broadcast, justifica: o Orçamento está todo amarrado e começa a espremer áreas que têm impacto econômico e social da maior importância, inclusive investimento. Investimento público no Brasil está caminhando para zero. E aí defende uma “flexibilização limitada e transparente do teto, associada a um compromisso firme do governo com as reformas.

        Fechando o quarteto, e por falar em reformas, é Everardo Maciel, consultor tributário e ex-secretário da Receita Federal(1995-2002), em seu artigo REFORMA TRIBUTÁRIA E MISTIFICAÇÃO, que denuncia as inverdades e  mutretas por trás de uma das mais importantes reformas de que carecemos, e postergada há anos. Pergunta, com desânimo: “Como podem os parlamentares deliberarem sobre a matéria, se as informações são sonegadas a eles e à sociedade?”

         Alinhavei esse combo de opiniões, tão somente, para exemplificar, a desarrumação de múltiplos aspectos que se incrustou em nossa Sociedade, há décadas e, lamentavelmente, não vem encontrando um caminho seguro que leve a soluções pensadas, racionais e combinadas, no âmbito de um amplo acordo de salvação nacional.

         Aquele meu declarado sentimento de frustração e desânimo, potencializado pela senectude que não me assegura um tempo para esperar, ainda mais se agrava quando vejo, ao redor, a pequenez dos pretensos dirigentes, o divisionismo ideológico, o partidarismo de interesses, as ambições personalistas, o emaranhado jurídico, sob uma Constituição retalhada, fantasiosa e impraticável, e os mistificados anseios  populares. É triste não ter uma palavra de esperança, num país que se conforma com a mesmice e a mediocridade.

Jaboatão dos Guararapes, 4/9/2020.



sexta-feira, 4 de setembro de 2020

NECESSIDADE DE CRÉDITO NA PANDEMIA

      Enquanto o governo e o congresso prolongam auxílios emergenciais em socorro aos mais desprovidos de rendas, o nosso fundo toma medidas muito tímidas em relação aos previanos.

     Claro que ninguém deseja desequilibrar o plano de benefícios, porém, há margem de manobra possível para auxiliar os associados. Para tanto temos a Seguridade que pode flexibilizar decisões como afrouxar o prazo de empréstimos para liberar margem consignável, principal entrave à tomada de empréstimos. O fato é que já se fala no congresso em liberar um 14º salário emergencial, mas não vemos nenhuma preocupação da Seguridade em socorrer os seus participantes. A bolsa se acha num patamar satisfatório, acima dos 100 mil pontos, que permite uma estratégia de remanejamento de recursos para a área de aplicação no ES. Sempre é bom lembrar que essa carteira está subutilizada, sendo possível até triplicar seu valor investido sem prejuízo das instruções regulamentares.

      Outro fator é a situação inesperada de pandemia que arrasou a economia mundial, exigindo medidas de salvamento até para a aquisição de alimentação básica, em que nos obrigamos a abrir novas frentes de socorro para suprir as condições desfavoráveis que o momento exige.

         Eventual queda na atividade econômica e sua consequência para o fundo podem ser revertidas em outros balanços. A economia é dinâmica e o que hoje desce amanhã sobe.

     Esperamos que a nova diretoria de Seguridade aja decisivamente em prol dos associados, olhando as variáveis que exigem tomadas firmes de decisões. Pelo menos temporariamente. Fica o pedido e a expectativa de atendimento urgente. Estamos em mar revolto e águas turbulentas que pedem sábias decisões financeiras. A Cooperforte é exemplo de flexibilização em seus empréstimos baixando a taxa a patamares mínimos. A PREVI não precisa mexer nas condições, a não ser a diminuição da taxa atuarial em função da baixa da taxa Selic. O que ajuda mesmo é criar condições de tomar empréstimos via margem consignável. Os valorosos técnicos da Seguridade saberão como proceder.

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

AQUI ESTÁ UM HOMEM LEVANTADO POR DEUS

      Pastor Antonio Júnior é destaque no meio propagador evangélico, em fazer chegar a cada um ser vivente nesses instantes finais, o genuíno evangelho de Jesus Cristo. Em seu canal no Youtube possui quase 5 milhões de seguidores o que o caracteriza como um dos mais vistos no universo religioso. Sem fazer críticas a ninguém busca somente a ligação criatura-Criador, por meio do ÚNICO redentor de toda a humanidade, Aquele que pagou todos os nossos pecados, SEM ter pecado algum. 

      Júnior embasa pari passu seu relacionamento com Deus através do Filho Jesus nas sagradas Escrituras, sem intrigas nem acusações a quem quer que seja. Seu modo de expressar-se com entonação e dicção quase perfeitas se tornam agradáveis a quem o ouve. Por todas as qualidades de homem de Deus, do Bem e a serviço da Verdade é alguém escolhido pelo Criador a orientar milhares de pessoas no caminho da salvação.

     Bendito seja o Senhor por nos colocar no caminho pessoa tão bem intencionada que nos mostra no dia a dia e através de milhares de vídeos que Cristo é o "caminho, a verdade e a vida". Sabemos quem são os verdadeiros pastores da obra redentora do Senhor pelos frutos que produzem. Pecadores todos somos mas a graça de Deus é infinitamente maior. Diz-nos o apóstolo Paulo: "Onde abundou o pecado, superabundou a Graça!"


UMA PEQUENA AMOSTRA DE ABORDAGEM NOS VÍDEOS DO PASTOR ANTONIO JÚNIOR, TODOS PRODUZIDOS COM EXCELENTE QUALIDADE.  

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

SÓ SEI QUE ESTÁ ERRADO

     Na Segunda Turma do STF, o ministro Celso de Mello está cuidando de sua saúde, fato plenamente justificável. Com isso, a turma fica com quatro ministros nos julgamentos, fator que beneficia os réus em caso de empate. Em casos da Lava a Jato os dois ministros conhecidos que querem livrar os já condenados, invariavelmente votam para livrar os que já tinham sido condenados, com alegação de que foi calcada apenas em delação premiada, em que pese vultosos recursos já tenham sido reavidos que provam a veracidade dos fatos. Isso evidencia que determinados ministros querem livrar políticos sabidamente corruptos, tornando-os inocentes por falta de provas. O bom senso diz que querem deturpar e inocentar os maiores criminosos que a nação já teve, indo de encontro ao combate efetivo da corrupção até aqui feito, tornando todos os esforços feitos inúteis.

      Decepcionante a condução do judiciário brasileiro, totalmente aparelhado pelos mesmos governos do passado que os colocaram nas funções de ministros do Supremo.

       O mais grave é pretender desfazer aquilo que tinha sido feito com acerto. O importante seria DORAVANTE fechar de vez o que fora feito de modo ilegal; jamais justificar com votos enganosos, o mal feito cometido.

        O Brasil não consegue mais estancar sua pérfida corrupção impregnada em sua vida política. Em plena pandemia, uma coisa eles não abrem mão: As eleições. Sempre viciadas e com o objetivo claro de se perpetuarem no poder. Uma ditadura democrática???

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

CAFEZINHO BEM BRASILEIRO

 


    O vídeo retrata uma situação peculiar brasileira que só tende a se agravar porque foi imposta sorrateiramente por supostos benfeitores mas que não passam de lobos devoradores. Os privilégios são elencados para beneficiar apenas criminosos; os cidadãos de bem são os indiretamente penalizados pois a ideia é introduzir legalmente que "o crime compensa". 

       Se houvesse um plebiscito para você escolher a implantação dessas medidas em vigor, você caro cidadão, as aprovaria?

      Para refletir e sopesar sob qual tipo de "justiça" estamos vivendo em nossa pátria. Será essa justiça que realmente queremos? Ou foi-nos imposta sem a vontade da maioria? 

       Pensem sobre o assunto.