domingo, 24 de maio de 2020

THE FAMOUS BRAZILIAN MINISTERIAL MEETING

INTERPRETANDO A REUNIÃO MINISTERIAL
Aristophanes Pereira
            Desde o começo deste já findante mês de maio, circula no cenário político midiático, a reunião ministerial, realizada no dia 22 de abril, sob a batuta do presidente Jair Bolsonaro, da qual participou o, ainda ministro, Sérgio Moro. Por motivos exaustivamente divulgados, essa reunião viria a se tornar peça importante, em processo que investiga fatos e atos relacionados ao presidente Bolsonaro, por suas supostas interferências indevidas, no âmbito da Policia Federal, em seu interesse pessoal.
         Por se tratar de assunto sério, comentado pelos quatro cantos do país, e até no exterior, dediquei-me, para meu próprio ajuizamento, ao acompanhamento do caso. A bala de prata do episódio tomou forma, nesta última sexta-feira, 20/5, quando o ministro do STF, Celso de Melo, relator do processo, autorizou a divulgação ampla de toda aquela reunião ministerial, sob as formas de vídeo e transcrição ipsis litteris. Bomba! Não se fala noutra coisa, nos jornais, nas revistas tradicionais e, especialmente, na TV.
         Como disse, dediquei-me ao assunto para formar o meu próprio juízo. Modesto, evidentemente, mas que me conforta. Essa dedicação personalizada significou a leitura e busca de entendimento de cada palavra e frases, ao longo de um texto de 21.120 palavras, em 35 páginas, na contagem automática do MS-Word. Mais de três horas de cuidadoso escrutínio.
         Ao contrário de uma pauta midiática, em que muitos se dizem “perplexos” e “atônitos”, com o que viram e ouviram, nas diversas passagens pinçadas da reunião divulgada, penso, serenamente, que não há motivo, alí, para essas exageradas avaliações. E muito menos para a divulgação escandalosa e distorcida dos fatos. Vejamos os meus porquês:
         A já “histórica” reunião ministerial foi, na verdade uma reunião de trabalho, convocada para a apresentação e discussão preliminar de um esboço de plano de retomada do desenvolvimento, ou coisa parecida, sob o nome de  Programa “PRO-BRASIL”.
         Conforme consta dos registros da reunião, a condução dos trabalhos foi feita sob a coordenação do Ministro Gen. Braga Netto, com a participação de umas 40 pessoas – Presidente, Vice-Presidente, Ministros, presidentes de bancos, assessores e agregados – sem presença da Imprensa. Desconsiderando pequenos apartes e comentários marginais, além do coordenador e do presidente Bolsonaro, manifestaram-se, ordenadamente, sobre o programa PRO-BRASIL, 13 ministros e 4 presidentes de bancos. Surpreendentemente, o Vice, Gen. Hamilton Mourão, não se manifestou.
         A exposição de cada um versou sobre o estado de sua respectiva área de atuação, com especial aderência ao programa PRO-BRASIL, antes explicado em seu escopo geral. Exposições com competência e propriedade, sem palavrões e termos chulos, salvo algumas incontinências dos “militares”, talvez pelo estilo “sargentão”, trazido da caserna, o que infelizmente Weintraub e Paulo Guedes imitaram, desnecessariamente.
         Quando certos críticos deploram suposta desatenção, no trato da doença Covid-19, é justo lembrar, entre outras manifestações, a dissertação, na medida certa, do sóbrio, então, Ministro Nelson Teich. Sobre os “absurdos deploráveis” que falaram os ministros Ricardo Salles, Damares e Waintraub, pode haver censura, mas sem as perplexidades realçadas.
         O super ministro da Economia, Dr. Paulo Guedes, mereceu, logo de inicio, lugar proeminente, nas palavras do dono do “Posto”, quando anunciou: “Vamos dar a palavra ao Paulo Guedes, acho que é ... com todo respeito aos demais, acho que é o ministro mais importante nessa missão aí”.
         O insigne ministro não se fez de rogado. Marcou posição, insinuando o “despreparo enorme” de seus pares e a impropriedade de gastar dinheiro público, no financiamento de planos de desenvolvimento. Braga Netto, Marinho e Tarcísio, os “três mosqueteiros” do PRO-BRASIL, civilizadamente, responderam, sem polemizar. No encerramento da reunião, novamente, coube ao Dr. Paulo proferir sua “aula magna”, com destaque para sua atuação à frente do Ministério da Economia, as certezas de sua doutrina liberal e, no exemplo das privatizações, a provocação ao presidente do Banco do Brasil, que não consegue realizar o sonho de privatizá-lo.
         Aqui, dou o meu pitaco, como egresso do Banco do Brasil, desde funcionário concursado a seu diretor, com outras experiencias nos setores públicos e privado: O Banco do Brasil, em seus mais de 200 anos, tem um currículo rico de histórias, feitos e experiências. Hoje, é muito diferente de seus perfis passados e, já se confunde com o perfil privado. Realmente, não é “cobra nem tatu”: É o singular Banco do Brasil, que junto à Caixa Econômica e ao BNDES, compõe o tripé indispensável, para equilibrar o competente, mas distorcido sistema bancário brasileiro. É o “padrão comparativo” necessário, para os bancos privados puros.
         Termino, como não poderia deixar de fazê-lo, com o meu entendimento sobre a presença do Presidente Jair Bolsonaro, na malfalada reunião ministerial do dia 22/4. Não entro no “affair Bolsonaro-Moro”. A Justiça já está ocupada, no que lhe diz respeito. No mais, o que vi, foi um presidente angustiado com as pressões sobre seu Governo, que explicitou as suas preocupações, demoradamente, no seu estilo escancarado, pedindo aos seus ministros que  cuidassem e se preocupassem Com isso que tá aqui, o Pró-Brasil, mas também com a questão política”.
         É o meu singelo pensar. Agora, vou procurar entender o que disse Lula, na sua bendição ao novo Corona vírus, e o General Heleno, na sua NOTA de advertência. Aff!
Jaboatão dos Guararapes, 24/5/20

                                    Crédito imagem Globo-Época, no Google.

quinta-feira, 21 de maio de 2020

LIXO É MUITO POUCO!

    Falar é muito fácil. Criticar sem apresentar solução é mais cômodo ainda. A mídia irresponsável, sem qualquer preocupação nacionalista, comprometida com a Nova Ordem Mundial (globalista) deita e rola nas acusações a um governo legitimamente eleito. Nesse âmbito a Rede Globo, apelidada de Rede Esgoto, é a maior (ir)responsável. Eles querem é mentir acusando uma pseudo situação de caos para, assim, manterem-se financiada pelo capital externo que encontra em Bolsonaro uma barreira ferrenha às suas pretensões de domínio do Brasil. Que ninguém pense que a Globo quer o bem do nosso povo. Jamais! O que eles querem é continuar recebendo verbas governamentais cortadas pelo governo. Dos jornais da emissora, se retirarmos a Covid-19 (que eles nunca vão atribuir qualquer culpa à China mas foi de lá que veio) e as críticas ao senhor Jair e família sobram apenas o tradicional "boa noite".
    A esquerda é realmente comunista, regime que não deu certo em lugar algum do mundo, além de retirar as liberdades básicas do cidadão, constantemente vigiado pelas câmeras e dados de cada um armazenados em suas sofisticadas redes de internet. Parece que sentem prazer em perder a preciosa liberdade desde que se mantenham no poder. Olhem o exemplo da China. Lá não há liberdade. Vá fazer em território chinês o que a Globo faz aqui para ver se ela continua no ar! É claro que não!
    Hoje vi um vídeo de celular acontecido no Ceará em que dois policiais mandaram uma pessoa retirar a bandeirola do Brasil que estavam no carro. É só o início da privação da liberdade. Se fosse uma bandeirola vermelha talvez poderia ficar. Mamma mia!!!
    OS CRISTÃOS DEVEM ESTAR PREPARADOS PARA MORRER POR CRISTO.

terça-feira, 19 de maio de 2020

A CIÊNCIA É QUE SALVA?

  No Fantástico do domingo passado, os apresentadores falando sobre a epidemia em Manaus, ponderaram que a "só a ciência pode nos salvar", obviamente no tocante à pandemia. (quem assim falou foi a apresentadora Poliana Abrita).
      Por essa abordagem se nota o esquecimento do compromisso com a fé no Deus Criador do céu e da terra, por extensão, de toda ciência já desenvolvida e ainda por se desenvolver em todo o nosso universo, sabido que vem de Deus. Aliás, normal para quem defende o "politicamente correto" ou outras aberrações que somente uma agenda mundana pode ter. E assim o mundo jaz no maligno e esquece de Deus. Não foi à toa que Jesus nos alertou: "Quando o Filho do homem voltar porventura encontrará fé na terra?"
     O medo não vem de Deus. A escritura está repleta de "não temais, Eu estou convosco". Mas o homem tem medo porque não crê em Deus. Tudo foi revelado ao homem mas como diz João "Veio para os seus e os seus não o receberam. O mundo está prestes a matar os que seguem Jesus. O ataque contra cristãos logo deve recrudescer no mundo sendo a Igreja a mais perseguida. A Igreja verdadeira, que segue o ensinamento contido nas Escrituras. Não aquelas onde Satanás já conseguiu infiltrar-se. Essa é a fase apocalíptica em que o Deus dá poder aos inimigos para declarar guerra aos santos e vencê-los.
    E assim a mídia prossegue em seu ritual de amedrontar, em repetir quarentenas sufocantes, de adiamento da curva. Por acaso não sabem que é necessário que 60 a 70% da população adquiram a imunização ao desenvolver anticorpos? São esses "recuperados" que vão frear a disseminação do vírus. Eles representam mais de 80% dos infectados. Outro fato intrigante é como a China, maior população mundial, teve tão poucos óbitos em relação aos demais países. Lá, durou menos de três meses. "Very strange"!

sexta-feira, 15 de maio de 2020

A EXPLICAÇÃO DA PREVI: "VAI PASSAR"

Notícias

14/05/2020

Resiliência para enfrentar a crise

Previ está preparada para enfrentar a queda dos mercados causada pela pandemia de Covid-19

Estamos vivendo a maior crise do último século. Não apenas econômica, mas também de saúde – a pandemia de Covid-19 continua a atingir países por todo o mundo, assim como as suas consequências. Até o dia 13/5/2020, são mais de 188 mil casos da doença no Brasil, com 13.149 mortes. No mundo são 4,17 milhões de casos, com mais de 287 mil mortes.    
Em uma conjuntura tão difícil, os indicadores financeiros caíram drasticamente. O segmento mais impactado é o da renda variável. O Ibovespa caiu 36,86% no primeiro trimestre – só no mês de março, o recuo foi de 29,90%. O reflexo desses números nos planos de benefícios da Previ é inevitável. O resultado acumulado do primeiro trimestre de 2020 é negativo em 12,39% no Plano 1, com um déficit de R$ 23,59 bilhões, e de 12,14% no Previ Futuro. 
Diante de um cenário de incerteza, é normal ter dúvidas. O presidente da Previ José Maurício Pereira Coelho fez um vídeo respondendo aos principais questionamentos dos associados:
Nos momentos desafiadores, é importante lembrar que os investimentos da Previ são sólidos, compostos por empresas da economia real, de setores produtivos e que investem vultosos recursos em seus negócios. Os números comprovam a resiliência dos nossos ativos, mesmo em um cenário tão negativo. Ao compararmos o desempenho dos fundos da Previ com outros do mercado, estamos perdendo menos – o que é um efeito da qualidade dos investimentos e da diversificação da carteira. 
Dados apurados pelo sistema da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) mostram que os fundos de ações do mercado tiveram, em média, um desempenho negativo de 33,41%. O segmento de renda variável do Plano 1 recuou bem menos: 25,98%. No Previ Futuro, ao compararmos a rentabilidade do Perfil Agressivo (que tem de 40% a 60% dos seus ativos alocados em renda variável) com a média de perfis semelhantes em outras entidades de previdência, a diferença também é considerável: o desempenho no mercado foi negativo em 25,83% e o do perfil da Previ foi em 20,01%. Confira os dados completos do Plano 1 e do Previ Futuro no boletim de março:
Numa situação adversa tão brutal como a que estamos presenciando, ter investimentos com rentabilidades que recuam menos que as do mercado são um sinal importante de resiliência das carteiras de ativos. Não à toa, já superamos diversas crises em nossos 116 anos de história – inclusive algumas relativamente recentes, como a de 2015, quando o país vivia uma recessão e o Plano 1 teve um déficit conjuntural de R$ 16,14 bilhões. A rentabilidade dos anos seguintes foi positiva até a reversão completa do quadro em 2018, quando o Plano 1 teve um resultado superavitário de R$ 6,52 bilhões no fechamento do ano. 
Com uma governança fortalecida, a Previ está preparada para enfrentar esta fase turbulenta. A Entidade tem uma excelente liquidez de curto prazo, o que garante recursos suficientes em investimentos que podem ser convertidos facilmente em caixa para o cumprimento da missão, de pagar benefícios a todos nós, associados, de forma eficiente, segura e sustentável. E o melhor: a liquidez da Previ garante a capacidade de continuar a pagar aposentadorias sem necessidade de vender os investimentos em condições desfavoráveis. Isso proporciona tranquilidade para esperar pela recuperação do valor das ações.  
Mesmo com o choque intenso no curto prazo os mercados vão se recuperar, ainda que lentamente. Continuamos a monitorar constantemente o cenário e os investimentos, durante a crise ainda mais do que em condições normais. Dessa forma, além de ser possível acompanhar o eventual impacto nas diferentes categorias de ativos, também podemos identificar e avaliar possíveis oportunidades que surjam. A crise, como tantas outras que já enfrentamos, vai passar. E, quando ela passar, a Previ continuará sólida e pagando benefícios, como fez durante toda a sua história.


 "A crise, como tantas outras que já enfrentamos, vai passar. E, quando ela passar, a Previ continuará sólida e pagando benefícios, como fez durante toda a sua história."

quarta-feira, 13 de maio de 2020

SAUDADES DO TEMPO EM QUE AS ABELHAS SÓ NOS DAVAM O MEL

   Até agora, as tradicionais abelhas conhecidas como africanas, apenas e tão somente trabalhavam em favor do homem, dando-lhe um alimento conhecido milenarmente.
   Mas em tempos de Covid-19 estão acontecendo fatos intrigantes, para se dizer o mínimo. A mais recente ameaça, desconhecida ainda de como veio parar na América, é uma super abelha, voraz e assassina, que pode ter sido criada em laboratório, não se sabe com exatidão, pelo menos por enquanto.
      Se alguém tiver uma explicação para a nova abelha assassina, por favor, deixe nos comentários. Mais um enigma nesse mundo tão pestilento quanto enigmático em que estamos vivendo. Mamma mia!

sexta-feira, 8 de maio de 2020

A PALAVRA DO MESTRE



DESASTRE INCOMENSURÁVEL
Aristophanes Pereira
              A nossa percepção das “coisas” é muito pouco confiável, pois varia conforme a natureza, posição e grandeza de muitas variáveis. Tanto nas coisas do mundo físico, como nas coisas subjetivas. Para uns, o copo pode parecer meio cheio, para outros, meio vazio. Incontáveis civilizações passaram milênios, desenvolveram teorias e sacrificaram apóstatas, até chegarmos – quando o Brasil acabava de ser descoberto –  ao consenso científico  e religioso, de que o Sol é o astro central do Sistema Solar e a nossa Terra esférica é, apenas, um dos planetas, girando em torno dele. Pra variar, ainda tem muitos que acham que ela é plana...
         Essas distorções e dificuldades de percepção são mais agravadas pelas insuficiências físicas de muitos dos nossos sentidos. Só ouvimos sons dentro de uma estreita faixa de ondas sonoras, e só enxergamos dentro de curto espectro de radiações luminosas. No âmbito dessas formas restritas e enganosas de nos apercebermos do mundo físico, ao nosso derredor, padecemos, pra complicar, de insuficiências cognitivas graves, que ocasionam sensíveis distorções no processo de avaliação de determinados fenômenos: é a nossa estreita sensibilidade para a ordem de grandeza numérica de quantidades e medidas das coisas.
         Perdemo-nos nas insignificâncias das nano dimensões, como o tamanho de um vírus de 700 nanômetros(unidade que representa 1 milionésimo de milímetro) e ficamos abismados, quando nos explicam que o mais próximo buraco negro, a 1000 anos-luz de distância(um ano-luz igual a quase 10 trilhões de Km.), “acabou” de engolir uma estrela. Para a maioria dos viventes, mesmo ilustrados, a percepção da ordem de grandeza, no mundo real, varia entre tamanhos e quantidades em torno de 0,0001 e 1 trilhão! Abaixo, ou acima, desses valores, perdemos as referências. E para tantos não escolarizados, ficam entre a unidade e o milhar do “jogo de bichos”! Felizmente(ou infelizmente?) algoritmos da nova Inteligência Artificial(IA), combinados com a Neurociência,  desenvolvem-se para reparar essas naturais deficiências humanas.
            Por essas divagações um tanto abstratas, o leitor, talvez, esteja me considerando meio tonto, atoleimado, por desvios resultantes da longa reclusão social, das expectativas da doença pandêmica, dos riscos de morte, das mortes de milhares e do terrorismo do noticiário, nas incontáveis mídias. Não! Estou bem, equilibrado e consciente de todas as inquietações físicas e existenciais deste grave momento.
         Tais elucubrações decorrem da exagerada e enganosa repercussão que se tem feito, nos anúncios e explicações do fenômeno pandêmico, dos diversos aspectos resultantes da doença viral. Infectados, doentes, reclusos, recuperados, mortos, testados, vacinas e remédios e tantas outras variantes de vitimados, direta ou indiretamente, pela Covid-19. Tudo isso ilustrado por imagens repetidas e requentadas de cemitérios, funerárias, hospitais e ruas fantasmagóricas, bem como informes, avaliações, comparações, porcentagens, gráficos em linhas, colunas e pizzas, curvas em sino, ou aplainadas, e progressões exponenciais com fatores aleatórios. Um alentado compêndio de matemática, geometria, estatística e contabilidade a que se adicionam outros números: os desastres na Economia, os juros, o dólar, a Bolsa e os bilhões dos auxílios, para abrandar as penúrias de milhões. Só não conseguiram, ainda, reproduzir mensagens e entrevistas do Além!
         Essa síndrome de pânico midiático, expandida pelo disse-me-disse, e deturpada pela nossa natural incapacidade de discernimento, no que respeita a ordens de grandezas e relações comparativas, soma-se ao posicionamento atrabiliário do Governo, pelo comportamento dúbio e abusivo do presidente da república, tanto no irreverente desprezo pela “gripezinha” e desmonte das ações de saúde pública, como pela provocação de inadmissível e corrosiva instabilidade institucional. Está tudo na contra mão do que deveriam nos entregar, em momento tão grave e letal: A união de todas forças de governos e governados, na dimensão heroica e compreensiva de um plano nacional, inteligente, integro e coerente, sensato, didático, reparador e elucidativo dos males decorrentes da grave epidemia que a todos aflige.
         Começamos a pandemia com o ufanismo de um épico resgate transcontinental de duas dúzias de brasileiros, reclusos na China. Agora, estamos no meio da matança, “sem lenço, sem documento”. E sem um médico-chefe confiável, para interpretar os números do que poderá ser um desastre incomensurável.

Jaboatão dos Guararapes(PE), 7 de maio de 2020.

Imagem de antigo almanaque: Lição dos jumentos, no Google.

DIAS DE GRANDE PROVAÇÃO

    O ser humano é enigmático. Em vez de usar sua inteligência para a fraternidade no mundo, faz dela uma maneira para se comparar ao Criador, utilizando-se da mente diabólica para robotizar os humanos (com a inteligência artificial) tentando "perpetuar" a espécie humana. Para essa agenda conta com a mais moderna tecnologia (5G) de informação. Ou seja, em vez de usarem os recursos para ajudarem milhares de pessoas famintas no globo, preferem utilizá-los para fabricar máquinas inteligentes que fatalmente substituirão pessoas e suas necessidades básicas de sobrevivência.
    O Covid-19 chinês é apenas o começo de um período turbulento. Logo virão outras pestilências que nos colocarão de vez em polvorosa. Ninguém sabe quanto tempo vai durar, a não ser a Grande Tribulação que está inserida nesse tempo e que durará sete anos, na metade da qual, três anos e meio ou 1.260 dias ou 42 meses, surgirá o Anticristo, o filho da perdição conforme as escrituras.
     O período atual requer uma mudança radical de conceitos e paradigmas. Não há mais tempo a perder com coisas mesquinhas, terrenas. Chegou o tempo do Juízo de Deus e ainda há tempo para buscá-Lo.
Eis um trecho da Carta de Paulo aos Tessalonicenses:

"Irmãos, sempre temos de dar graças a Deus por vocês. Para nós é certo fazer isso porque a fé que vocês têm está crescendo cada vez mais, e o amor que vocês têm uns pelos outros está se tornando cada vez maior. É por isso que nas igrejas de Deus falamos com orgulho sobre vocês. Nós temos orgulho de vocês por causa da paciência e da fé que vocês mostram no meio de todas as perseguições e sofrimentos. Esta é uma prova que Deus é justo na sua maneira de julgar. Como resultado disso, vocês se tornarão merecedores do seu Reino, pelo qual estão sofrendo. Deus fará o que é justo: ele trará sofrimento para aqueles que fazem com que vocês sofram e dará descanso a vocês e também a nós, que sofremos. Ele fará isso quando o Senhor Jesus vier do céu e aparecer junto com os seus anjos poderosos, no meio de chamas de fogo, para castigar os que rejeitam a Deus e não obedecem ao evangelho do nosso Senhor Jesus. Eles serão castigados com a destruição eterna e ficarão longe da presença do Senhor e do seu glorioso poder. Isso acontecerá naquele dia, o dia em que Ele vier para ser louvado por todo o seu povo e para receber homenagens de todos os que creem. Vocês também estarão entre eles, pois creram na mensagem que nós anunciamos.
É por isso que sempre oramos por vocês, pedindo que o nosso Deus, que chamou vocês para a nova vida, façam com que sejam merecedores dela. Pedimos também por ele, pelo seu poder, realize todos os desejos que vocês têm de fazer o bem e complete o trabalho que fazem com fé. Assim Jesus, o nosso Senhor, será louvado por causa do comportamento de vocês, e vocês serão elogiados por Ele, por meio da graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo. (2Ts1:3-12).