sexta-feira, 29 de maio de 2020

O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

     Rafael Bitencourt diz muito bem explanados, no vídeo a seguir, os motivos de tanta celeuma no momento presente, ocasião em que o mundo vive momentos muito tensos devido aos interesses de algumas nações comunistas ávidas por conquistar outros países. Hoje em dia, ser conservador parece ser um crime. Mamma mia!!!

                                         LINK PARA O VÍDEO

https://www.youtube.com/watch?v=k14_ROlufYs 

quinta-feira, 28 de maio de 2020

THE END OF OUR LIBERTY


     O inquérito sobre youtubers havido ontem no Brasil só tem paralelo na escuridão de um país mais populoso da Ásia. Não há justificativa plausível para tal ação. Que me desculpe o ministro Alexandre de Moraes mas este procedimento cheira a abuso de poder do nosso supremo judiciário. É o início do fim de nossa liberdade. Não haverá mais democracia no mundo, apenas a "democracia" que convém ao sistema opressor dominante.
     O pior de tudo é que há muitos irmãos aceitando a imposição. Por medo ou por comodidade. Não há a menor dúvida que o princípio das dores, da dominação dos reinos deste mundo começam a se agigantar. Tudo previsto nas sagradas Escrituras, desde a criação do mundo até o último livro da Revelação. Os próximos anos serão de grande tribulação em pleno reino da besta. Somente a verdadeira fé em Deus, em Jesus Cristo nosso Único Salvador poderão ser nossa fortaleza para suportar os horrores que haverão de vir.
     O consolo para os que creem é que não seremos desamparados. O Senhor protegerá os fiéis, muitos dos quais serão martirizados, porém, nunca é demais compreender a sabedoria de que aqueles que desejam salvar a vida corporal irão perder a vida espiritual (eterna) ou seja, por um prato de lentilhas, perderão a salvação como preferiu o personagem bíblico Esaú, irmão de Jacó.
      Quanto tempo ainda resta aos habitantes da terra? Cinco, dez, talvez quinze anos? Quando o filho da Perdição for revelado, sentando-se no trono de Deus querendo parecer Deus, sabemos que restam três anos e meio ou 42 meses ou 1.260 dias conforme revelado no Apocalipse. Será um tempo de grande angústia como jamais houve nem nunca mais haverá. Lembrem-se das palavras de Jesus: "Muitos serão os chamados mas poucos os escolhidos!" Mt 22:14

domingo, 24 de maio de 2020

THE FAMOUS BRAZILIAN MINISTERIAL MEETING

INTERPRETANDO A REUNIÃO MINISTERIAL
Aristophanes Pereira
            Desde o começo deste já findante mês de maio, circula no cenário político midiático, a reunião ministerial, realizada no dia 22 de abril, sob a batuta do presidente Jair Bolsonaro, da qual participou o, ainda ministro, Sérgio Moro. Por motivos exaustivamente divulgados, essa reunião viria a se tornar peça importante, em processo que investiga fatos e atos relacionados ao presidente Bolsonaro, por suas supostas interferências indevidas, no âmbito da Policia Federal, em seu interesse pessoal.
         Por se tratar de assunto sério, comentado pelos quatro cantos do país, e até no exterior, dediquei-me, para meu próprio ajuizamento, ao acompanhamento do caso. A bala de prata do episódio tomou forma, nesta última sexta-feira, 20/5, quando o ministro do STF, Celso de Melo, relator do processo, autorizou a divulgação ampla de toda aquela reunião ministerial, sob as formas de vídeo e transcrição ipsis litteris. Bomba! Não se fala noutra coisa, nos jornais, nas revistas tradicionais e, especialmente, na TV.
         Como disse, dediquei-me ao assunto para formar o meu próprio juízo. Modesto, evidentemente, mas que me conforta. Essa dedicação personalizada significou a leitura e busca de entendimento de cada palavra e frases, ao longo de um texto de 21.120 palavras, em 35 páginas, na contagem automática do MS-Word. Mais de três horas de cuidadoso escrutínio.
         Ao contrário de uma pauta midiática, em que muitos se dizem “perplexos” e “atônitos”, com o que viram e ouviram, nas diversas passagens pinçadas da reunião divulgada, penso, serenamente, que não há motivo, alí, para essas exageradas avaliações. E muito menos para a divulgação escandalosa e distorcida dos fatos. Vejamos os meus porquês:
         A já “histórica” reunião ministerial foi, na verdade uma reunião de trabalho, convocada para a apresentação e discussão preliminar de um esboço de plano de retomada do desenvolvimento, ou coisa parecida, sob o nome de  Programa “PRO-BRASIL”.
         Conforme consta dos registros da reunião, a condução dos trabalhos foi feita sob a coordenação do Ministro Gen. Braga Netto, com a participação de umas 40 pessoas – Presidente, Vice-Presidente, Ministros, presidentes de bancos, assessores e agregados – sem presença da Imprensa. Desconsiderando pequenos apartes e comentários marginais, além do coordenador e do presidente Bolsonaro, manifestaram-se, ordenadamente, sobre o programa PRO-BRASIL, 13 ministros e 4 presidentes de bancos. Surpreendentemente, o Vice, Gen. Hamilton Mourão, não se manifestou.
         A exposição de cada um versou sobre o estado de sua respectiva área de atuação, com especial aderência ao programa PRO-BRASIL, antes explicado em seu escopo geral. Exposições com competência e propriedade, sem palavrões e termos chulos, salvo algumas incontinências dos “militares”, talvez pelo estilo “sargentão”, trazido da caserna, o que infelizmente Weintraub e Paulo Guedes imitaram, desnecessariamente.
         Quando certos críticos deploram suposta desatenção, no trato da doença Covid-19, é justo lembrar, entre outras manifestações, a dissertação, na medida certa, do sóbrio, então, Ministro Nelson Teich. Sobre os “absurdos deploráveis” que falaram os ministros Ricardo Salles, Damares e Waintraub, pode haver censura, mas sem as perplexidades realçadas.
         O super ministro da Economia, Dr. Paulo Guedes, mereceu, logo de inicio, lugar proeminente, nas palavras do dono do “Posto”, quando anunciou: “Vamos dar a palavra ao Paulo Guedes, acho que é ... com todo respeito aos demais, acho que é o ministro mais importante nessa missão aí”.
         O insigne ministro não se fez de rogado. Marcou posição, insinuando o “despreparo enorme” de seus pares e a impropriedade de gastar dinheiro público, no financiamento de planos de desenvolvimento. Braga Netto, Marinho e Tarcísio, os “três mosqueteiros” do PRO-BRASIL, civilizadamente, responderam, sem polemizar. No encerramento da reunião, novamente, coube ao Dr. Paulo proferir sua “aula magna”, com destaque para sua atuação à frente do Ministério da Economia, as certezas de sua doutrina liberal e, no exemplo das privatizações, a provocação ao presidente do Banco do Brasil, que não consegue realizar o sonho de privatizá-lo.
         Aqui, dou o meu pitaco, como egresso do Banco do Brasil, desde funcionário concursado a seu diretor, com outras experiencias nos setores públicos e privado: O Banco do Brasil, em seus mais de 200 anos, tem um currículo rico de histórias, feitos e experiências. Hoje, é muito diferente de seus perfis passados e, já se confunde com o perfil privado. Realmente, não é “cobra nem tatu”: É o singular Banco do Brasil, que junto à Caixa Econômica e ao BNDES, compõe o tripé indispensável, para equilibrar o competente, mas distorcido sistema bancário brasileiro. É o “padrão comparativo” necessário, para os bancos privados puros.
         Termino, como não poderia deixar de fazê-lo, com o meu entendimento sobre a presença do Presidente Jair Bolsonaro, na malfalada reunião ministerial do dia 22/4. Não entro no “affair Bolsonaro-Moro”. A Justiça já está ocupada, no que lhe diz respeito. No mais, o que vi, foi um presidente angustiado com as pressões sobre seu Governo, que explicitou as suas preocupações, demoradamente, no seu estilo escancarado, pedindo aos seus ministros que  cuidassem e se preocupassem Com isso que tá aqui, o Pró-Brasil, mas também com a questão política”.
         É o meu singelo pensar. Agora, vou procurar entender o que disse Lula, na sua bendição ao novo Corona vírus, e o General Heleno, na sua NOTA de advertência. Aff!
Jaboatão dos Guararapes, 24/5/20

                                    Crédito imagem Globo-Época, no Google.

A PEDIDO DO MEU AMIGO EDGARDO COLOCO NESTE FINAL O VÍDEO DO PRESIDENTE DA FIESP SOBRE AS AÇÕES DO GOVERNO E PREFEITURA DE SP NO COMBATE AO COVID-19.

quinta-feira, 21 de maio de 2020

LIXO É MUITO POUCO!

    Falar é muito fácil. Criticar sem apresentar solução é mais cômodo ainda. A mídia irresponsável, sem qualquer preocupação nacionalista, comprometida com a Nova Ordem Mundial (globalista) deita e rola nas acusações a um governo legitimamente eleito. Nesse âmbito a Rede Globo, apelidada de Rede Esgoto, é a maior (ir)responsável. Eles querem é mentir acusando uma pseudo situação de caos para, assim, manterem-se financiada pelo capital externo que encontra em Bolsonaro uma barreira ferrenha às suas pretensões de domínio do Brasil. Que ninguém pense que a Globo quer o bem do nosso povo. Jamais! O que eles querem é continuar recebendo verbas governamentais cortadas pelo governo. Dos jornais da emissora, se retirarmos a Covid-19 (que eles nunca vão atribuir qualquer culpa à China mas foi de lá que veio) e as críticas ao senhor Jair e família sobram apenas o tradicional "boa noite".
    A esquerda é realmente comunista, regime que não deu certo em lugar algum do mundo, além de retirar as liberdades básicas do cidadão, constantemente vigiado pelas câmeras e dados de cada um armazenados em suas sofisticadas redes de internet. Parece que sentem prazer em perder a preciosa liberdade desde que se mantenham no poder. Olhem o exemplo da China. Lá não há liberdade. Vá fazer em território chinês o que a Globo faz aqui para ver se ela continua no ar! É claro que não!
    Hoje vi um vídeo de celular acontecido no Ceará em que dois policiais mandaram uma pessoa retirar a bandeirola do Brasil que estavam no carro. É só o início da privação da liberdade. Se fosse uma bandeirola vermelha talvez poderia ficar. Mamma mia!!!
    OS CRISTÃOS DEVEM ESTAR PREPARADOS PARA MORRER POR CRISTO.

terça-feira, 19 de maio de 2020

A CIÊNCIA É QUE SALVA?

  No Fantástico do domingo passado, os apresentadores falando sobre a epidemia em Manaus, ponderaram que a "só a ciência pode nos salvar", obviamente no tocante à pandemia. (quem assim falou foi a apresentadora Poliana Abrita).
      Por essa abordagem se nota o esquecimento do compromisso com a fé no Deus Criador do céu e da terra, por extensão, de toda ciência já desenvolvida e ainda por se desenvolver em todo o nosso universo, sabido que vem de Deus. Aliás, normal para quem defende o "politicamente correto" ou outras aberrações que somente uma agenda mundana pode ter. E assim o mundo jaz no maligno e esquece de Deus. Não foi à toa que Jesus nos alertou: "Quando o Filho do homem voltar porventura encontrará fé na terra?"
     O medo não vem de Deus. A escritura está repleta de "não temais, Eu estou convosco". Mas o homem tem medo porque não crê em Deus. Tudo foi revelado ao homem mas como diz João "Veio para os seus e os seus não o receberam. O mundo está prestes a matar os que seguem Jesus. O ataque contra cristãos logo deve recrudescer no mundo sendo a Igreja a mais perseguida. A Igreja verdadeira, que segue o ensinamento contido nas Escrituras. Não aquelas onde Satanás já conseguiu infiltrar-se. Essa é a fase apocalíptica em que o Deus dá poder aos inimigos para declarar guerra aos santos e vencê-los.
    E assim a mídia prossegue em seu ritual de amedrontar, em repetir quarentenas sufocantes, de adiamento da curva. Por acaso não sabem que é necessário que 60 a 70% da população adquiram a imunização ao desenvolver anticorpos? São esses "recuperados" que vão frear a disseminação do vírus. Eles representam mais de 80% dos infectados. Outro fato intrigante é como a China, maior população mundial, teve tão poucos óbitos em relação aos demais países. Lá, durou menos de três meses. "Very strange"!

sexta-feira, 15 de maio de 2020

A EXPLICAÇÃO DA PREVI: "VAI PASSAR"

Notícias

14/05/2020

Resiliência para enfrentar a crise

Previ está preparada para enfrentar a queda dos mercados causada pela pandemia de Covid-19

Estamos vivendo a maior crise do último século. Não apenas econômica, mas também de saúde – a pandemia de Covid-19 continua a atingir países por todo o mundo, assim como as suas consequências. Até o dia 13/5/2020, são mais de 188 mil casos da doença no Brasil, com 13.149 mortes. No mundo são 4,17 milhões de casos, com mais de 287 mil mortes.    
Em uma conjuntura tão difícil, os indicadores financeiros caíram drasticamente. O segmento mais impactado é o da renda variável. O Ibovespa caiu 36,86% no primeiro trimestre – só no mês de março, o recuo foi de 29,90%. O reflexo desses números nos planos de benefícios da Previ é inevitável. O resultado acumulado do primeiro trimestre de 2020 é negativo em 12,39% no Plano 1, com um déficit de R$ 23,59 bilhões, e de 12,14% no Previ Futuro. 
Diante de um cenário de incerteza, é normal ter dúvidas. O presidente da Previ José Maurício Pereira Coelho fez um vídeo respondendo aos principais questionamentos dos associados:
Nos momentos desafiadores, é importante lembrar que os investimentos da Previ são sólidos, compostos por empresas da economia real, de setores produtivos e que investem vultosos recursos em seus negócios. Os números comprovam a resiliência dos nossos ativos, mesmo em um cenário tão negativo. Ao compararmos o desempenho dos fundos da Previ com outros do mercado, estamos perdendo menos – o que é um efeito da qualidade dos investimentos e da diversificação da carteira. 
Dados apurados pelo sistema da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) mostram que os fundos de ações do mercado tiveram, em média, um desempenho negativo de 33,41%. O segmento de renda variável do Plano 1 recuou bem menos: 25,98%. No Previ Futuro, ao compararmos a rentabilidade do Perfil Agressivo (que tem de 40% a 60% dos seus ativos alocados em renda variável) com a média de perfis semelhantes em outras entidades de previdência, a diferença também é considerável: o desempenho no mercado foi negativo em 25,83% e o do perfil da Previ foi em 20,01%. Confira os dados completos do Plano 1 e do Previ Futuro no boletim de março:
Numa situação adversa tão brutal como a que estamos presenciando, ter investimentos com rentabilidades que recuam menos que as do mercado são um sinal importante de resiliência das carteiras de ativos. Não à toa, já superamos diversas crises em nossos 116 anos de história – inclusive algumas relativamente recentes, como a de 2015, quando o país vivia uma recessão e o Plano 1 teve um déficit conjuntural de R$ 16,14 bilhões. A rentabilidade dos anos seguintes foi positiva até a reversão completa do quadro em 2018, quando o Plano 1 teve um resultado superavitário de R$ 6,52 bilhões no fechamento do ano. 
Com uma governança fortalecida, a Previ está preparada para enfrentar esta fase turbulenta. A Entidade tem uma excelente liquidez de curto prazo, o que garante recursos suficientes em investimentos que podem ser convertidos facilmente em caixa para o cumprimento da missão, de pagar benefícios a todos nós, associados, de forma eficiente, segura e sustentável. E o melhor: a liquidez da Previ garante a capacidade de continuar a pagar aposentadorias sem necessidade de vender os investimentos em condições desfavoráveis. Isso proporciona tranquilidade para esperar pela recuperação do valor das ações.  
Mesmo com o choque intenso no curto prazo os mercados vão se recuperar, ainda que lentamente. Continuamos a monitorar constantemente o cenário e os investimentos, durante a crise ainda mais do que em condições normais. Dessa forma, além de ser possível acompanhar o eventual impacto nas diferentes categorias de ativos, também podemos identificar e avaliar possíveis oportunidades que surjam. A crise, como tantas outras que já enfrentamos, vai passar. E, quando ela passar, a Previ continuará sólida e pagando benefícios, como fez durante toda a sua história.


 "A crise, como tantas outras que já enfrentamos, vai passar. E, quando ela passar, a Previ continuará sólida e pagando benefícios, como fez durante toda a sua história."

quarta-feira, 13 de maio de 2020

SAUDADES DO TEMPO EM QUE AS ABELHAS SÓ NOS DAVAM O MEL

   Até agora, as tradicionais abelhas conhecidas como africanas, apenas e tão somente trabalhavam em favor do homem, dando-lhe um alimento conhecido milenarmente.
   Mas em tempos de Covid-19 estão acontecendo fatos intrigantes, para se dizer o mínimo. A mais recente ameaça, desconhecida ainda de como veio parar na América, é uma super abelha, voraz e assassina, que pode ter sido criada em laboratório, não se sabe com exatidão, pelo menos por enquanto.
      Se alguém tiver uma explicação para a nova abelha assassina, por favor, deixe nos comentários. Mais um enigma nesse mundo tão pestilento quanto enigmático em que estamos vivendo. Mamma mia!