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segunda-feira, 22 de abril de 2019

VEM AÍ A SUPER AGÊNCIA

    A notícia em primeira mão dada pelo sr. Paulo Guedes à GloboNews na quarta-feira próxima passada é de encher os olhos de todos nós associados de um fundo de pensão.
      A atual PREVIC nasceu de maneira pensada para não exercer o seu dever. Surgiu de mentes ardilosamente trabalhadas para conseguir roubar fundos como o Postalis, o Funcef, o Petros (os mais lesados) além de outros (menos lesados). Foi criada em 23.12.2009 por uma legião de demônios faceiros, membros do PT e do PMDB, ávidos por cargos dentro da autarquia. Todos no esquema do presidente-mor hoje devidamente enjaulado na república de Curitiba. Lançaram sorte sobre a "TAFIC" recém-criada tarifa de fiscalização. Os fundos mais ricos, caso da nossa PREVI, arcariam com percentual maior. Tarifas quadrimestrais, a nós cabendo mais de 3 milhões por quadrimestre ou mais de 9 milhões/ano. O primeiro saque nas poupanças dos aposentados. Pagando para ser fiscalizados! E que "fiscalização" foi essa que não pegou nenhum dos muitos rombos apontados no chamado petrolão! O duro foi acreditar que os nossos dirigentes apoiaram tudo sem dizer um "não".
     Graças a Deus que isso está passando. Paulo Guedes finalmente enxergou a desgraça. E apontou a senhora Solange Paiva Vieira, atualmente em atividade na SUSEP como superintendente, fluminense de Valença-RJ, ex-diretora da ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil, 50 anos de vida, como a mulher para endireitar o que a esquerda entortou. 
EIS A BELDADE QUE PODE DAR NOVOS RUMOS À GOVERNANÇA NOS FUNDOS DE PENSÃO. SOLANGE É A ECONOMISTA PREFERIDA DE PAULO GUEDES NESTE METIÊ.

     Que então venha a Solange! Que venha a nova Super Agência! E que venha sem "tafic" né PG?
Mesmo assim, obrigado Paulinho por agir em nosso favor. Se tudo der certo, prometo ir a Brasília para cumprimentá-lo. 

domingo, 21 de abril de 2019

A ETERNA PÁSCOA DE ONTEM, HOJE E SEMPRE

Aprendemos desde cedo que a palavra Páscoa significa Renascimento, porém, a origem da palavra no original hebraico vem de Pessach que significa LIBERTAÇÃO.

O povo hebreu passou 400 anos de escravidão nas mãos de faraós até Deus enviar Moisés para libertá-los, e naquela noite cordeiros foram mortos para que seus sangues servissem de sinal. Ali Deus instituiu a Páscoa, o povo seria liberto.

Aquilo tudo apontava pra Cristo, que morreu como um cordeiro, como oferta pra libertar todo aquele que n'Ele crer.
Seu sangue nos é sinal de salvação, sua morte e ressurreição nos é essa PASSAGEM, de escravidão para liberdade, de trevas para luz,  de morte pra VIDA.

Que possamos refletir no sacrifício que Deus fez através de Jesus.

"Por que Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho, para que todo aquele que n'Ele crer, não pereça, mas tenha vida eterna"
(João 3:16)

"Eis o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo!"


sábado, 20 de abril de 2019

VISLUMBRES DO CONSELHO FISCAL, ALELUIA!


RELATÓRIO DO CONSELHO FISCAL DA PREVI SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DA PREVI DE 2018.
O Parecer do Conselho Fiscal da PREVI, lavrado na página 127 e entranhado no Relatório Anual de 2018, diz “ipsis litteris”, o seguinte, acerca das contas do ano de 2018, apresentadas pela Diretoria Executiva, consubstanciadas nas Demonstrações Contábeis e Balanço Patrimonial:
 (...) “Com base no exame desses documentos, complementados por informações e esclarecimentos prestados por membro da Diretoria Executiva e por técnicos da PREVI, e considerando ainda o Parecer da Atuária Interna, o Parecer dos Auditores Independentes e a revisão das Demonstrações Contábeis realizada pelo Comitê de Auditoria, o Conselho Fiscal opina favoravelmente à aprovação das Demonstrações Contábeis da PREVI, relativa ao exercício de 2018”.
Restou patente que nem tudo que é elaborado pelo quadro técnico da PREVI e atestado pela Diretoria Executiva beira à perfeição e muito menos à exatidão contábil. As Demonstrações Contábeis prontas e acabadas, assinadas pelo Presidente da PREVI, Diretor de Administração, Contador e Atuária Interna, continham distorções e inconsistências inaceitáveis, tanto que foram devolvidas para serem revisadas pelo Comitê de Auditoria para, pós-correções e ajustes, serem submetidas novamente à apreciação do Conselho Fiscal.
Antes dos consertos, o Conselho Fiscal alega que ouviu um membro da Diretoria Executiva, sujeito que, gramaticalmente, se tornou indeterminado, dado que o seu nome e função não foram revelados, além de técnicos da PREVI ouvidos, que também ficaram no anonimato, sem falar que não houve transparência sobre gravidade, causas dos desvios contábeis e financeiros detectados e tampouco das condutas técnicas inadequadas implementadas, se derivadas de erros pontuais, dolo ou má-fé.
Esse tipo de situação inusitada acarreta melindres, despertam curiosidade e suspeição do Corpo Social. As irregularidades constatadas revelam inobservância das normas e controles rígidos preconizados pela Governança Corporativa, senão os erros crassos ora apontados, premeditados ou não, não teriam passado ao largo e por pouco aprovados.
A esta altura a credibilidade e a confiança dos associados nos números da Diretoria Executiva ficam abaladas. Tal fato especial e surpreendente salta aos olhos e carece de uma devassa pormenorizada na sua elucidação, com vistas a delimitar valores em jogo e motivação, não efetivado graças à ação tempestiva e reparadora do Conselho Fiscal que dessa vez, pelo menos, cumpriu o seu papel institucional.
Penso que se fosse um deslize simples e corriqueiro, o Conselho Fiscal não se daria ao trabalho de registrá-lo no seu relatório e daria o seu consentimento à aprovação das contas, após as devidas correções, sem mais delongas.
No entanto, não foi isso que ocorreu, porque depois das marchas e contramarchas para chegar de fato à mencionada revisão das Demonstrações Contábeis eivadas de imperfeições pelo Comitê de Auditoria, o Conselho Fiscal embutiu uma espécie de ressalva técnica na sua chancela, como que dizendo, o aval às contas foi dado no condicional e uma porta de escapismo ficará a nossa disposição, para nos isentar de responsabilidades futuras sobre outros furos que eventualmente emergirem e que tenham escapado do nosso pente fino.
Imagino a resistência, o disse que me disse, e a queda-de-braço travada entre a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal para os Diretores sanarem as falhas, compulsoriamente. Inobstante a sua eficiente atuação, entendo que o Conselho Fiscal fica devendo uma satisfação urgente para os associados sobre esse imbróglio.
Antecipamos o esclarecimento de que não vamos admitir a costumeira desculpa deslavada para sonegar a transparência desses fatos, com alegações falaciosas de que são informações estratégicas e privilegiadas, dado que o Balanço de 2018 já foi publicado, não há mais nada para preservar e esconder, sem esquecer o axioma de que lugar de lixo não é debaixo do tapete.
Demais disso, a PREVIC, na qualidade de órgão fiscalizador, é destinatária de cópia de toda documentação contábil da PREVI, de cada exercício contábil, a qual lhe deve ser entregue até 31/03/2019 para seu controle e fiscalização, isto em relação ao exercício de 2018.
Assim sendo, de posse dessa documentação do ano transato, por ter merecido reparos e colocada em evidência no Parecer do Conselho Fiscal, a PREVIC tem a obrigação de ofício de investigar a origem desses desvios, causa, motivação, valor das perdas que foram evitadas e neutralizadas pelo Conselho Fiscal, e a existência ou não de gestão temerária, fraude, dolo e eventual má-fé, publicando o resultado dessas diligências no seu site para conhecimento do Corpo Social da PREVI.
Talvez até coubesse uma denúncia à PREVIC para que ela se debruce sobre essa matéria, porque aonde tem fumaça tem fogo.
(João Rossi Neto)



Não é segredo que o Comitê de Auditoria da PREVI, é um órgão de assessoramento interno do Conselho Deliberativo e um indutor de boa governança, criado para exercer funções como a avaliação das auditorias internas e independentes, bem como a revisão de demonstrações contábeis, para que o Conselho Deliberativo tenha maior conforto para aprovar as Demonstrações Contábeis da Diretoria Executiva.
Por outro lado, não é praxe e nem obrigação do Conselho Fiscal, fazer referência no seu Parecer Anual, sobre esclarecimentos prestados pelo Parecer Atuarial, emitido por Atuário Interno, a informações complementares das Notas Explicativas e muito menos do Comitê de Auditoria, tanto que esse Comitê já existia em 2017 e não foi citado no Parecer do Conselho Fiscal de 09/03/2018, relativo ao exercício de 2017, conforme poderão constatar através da cópia anexa, seguramente porque a revisão das Demonstrações Contábeis não foi necessária.
O verbo “revisar” tem a finalidade precípua de corrigir falha, fazer emendas, remendos, consertos e, enfim, fazer ajustes cabíveis.  Será que sem motivo algum, o Conselho Fiscal, no seu Parecer de 28/02/19, iria registrar que o Comitê de Auditoria fez revisão das Demonstrações Contábeis? E quem à distância, sem exame de papéis contábeis, sem ingerência alguma, sem informações privilegiadas do fundo de pensão, sem lenço e sem documento, poderia afiançar, com segurança, que não foram feitas retificações nas Demonstrações Contábeis e no Balanço Patrimonial de 2018?
Digitalizei os Pareceres do Conselho Fiscal 2018 e 2019 e anexei as duas imagens, nos quais são patentes as discrepâncias entre os conteúdos desses documentos extra contábeis, de modo que eles não são iguais.  Oh, mas a diferença entre eles foi à menção do nome do Comitê de Auditoria e a revisão das Demonstrações Contábeis.  
Justamente, a “revisão” não é nenhuma figura de retórica, é contábil e nesse caso  é a pedra de toque da questão. De qualquer maneira, respeito às opiniões de terceiros, mas ficarei grato se a Diretoria Executiva ou o Conselho Fiscal abordarem o assunto, já que são responsáveis oficiais pela matéria.

sexta-feira, 19 de abril de 2019

ALTOS SALÁRIOS E ÍNDICES FORA DA REALIDADE (João Rossi Neto)


REMUNERAÇÃO MENSAL PAGA AOS FUNCIONÁRIOS E À ADMINISTRAÇÃO DA PREVI.

A poderosa PREVI, sem embargo de ser uma entidade sem fins lucrativos, tem uma política de salarial elevada e corre parelha com a remuneração paga aos altos executivos das maiores empresas privadas do Brasil.
Por exemplo, técnicos da PREVI, vide página 80, Notas Explicativas, do Relatório Anual de 2018, chegam a auferir R$ 36.362,88 mensais, próximo do que ganha um Ministro do STF (R$ 39.300,00), o que resulta em uma média salarial de R$ 14.551,93, muito superior a média recebida pelos aposentados (R$ 10.194,84).
Os Diretores estão ganhando, cada um, R$ 54.358,52, o Presidente da PREVI, R$ 64.138,30, os Conselheiros Deliberativos, R$ 16.034,58 e os do Conselho Fiscal, R$ 12.827,66.
A decantada competência dos técnicos do quadro, muito bem remunerados, deveria abarcar treinamentos superiores e melhor capacitação, com vistas a executar com eficiência todos os serviços da Caixa e evitar a terceirização das aplicações financeiras dos nossos recursos para a BB-DTVM, o que gera altas despesas.

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O INPC, POR DEFINIÇÃO EM LEI, É INADEQUADO PARA REPOR A INFLAÇÃO PASSADA PARA OS ASSOCIADOS DA PREVI, ERRONEAMENTE CHAMADO DE REAJUSTE.

A população-objetivo do INPC abrange as famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, residente nas áreas urbanas das regiões de abrangência do SNIPC, as quais são: regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia e Campo Grande.
Levando em conta que o salário mínimo vigente no país é de R$ 998,00, por conclusão matemática, multiplicando este valor por 5 salários, chegaremos ao montante de R$ 4.990,00 que é o limite máximo de abrangência de faixa de renda para a aplicação do INPC.
Segundo informações extraídas das Notas Explicativas, página 101, do Parecer Atuarial do Relatório Anual de 2018, nota 2.1.1, a remuneração média dos aposentados da PREVI é de R$ 10.194,84 e, de igual forma, o benefício médio das pensionistas é de R$ 7.606,30, logo, constatado está, de forma irrevogável e insofismável, que o INPC não é o índice adequado para repor as perdas dos associados da PREVI, conforme legislação em vigor. 
Portanto, não é justo, correto e legal, o enquadramento das remunerações pagas pela PREVI aos seus assistidos, porquanto os rendimentos noticiados acima são infinitamente superiores aos parâmetros definidos para o INPC. 
Ao trocar o IGP-DI pelo INPC, unilateralmente, a Diretoria Executiva e o Conselho Deliberativo do nosso fundo de pensão agiram ao arrepio da lei, nesse ato administrativo e financeiro equivocado, imoral e irregular e, ainda assim, para nossa surpresa, o órgão fiscalizador externo, PREVIC, comeu mosca e o autorizou. Que fiscalização é essa, meu Deus! 
O que causa estranheza e salta aos olhos, é que a par da flagrante irregularidade, o outro fiscalizador interno, o nosso Conselho Fiscal, não tomou as providências cabíveis para corrigir tal insanidade. Aonde vamos parar com essas Fiscalizações de faz de conta, para inglês ver!
A Diretoria Executiva que se diz cumpridora das normas, regras e leis, caber-lhe-á responder: Tem cabimento legal, lógico e racional, encostar grandezas diferentes e díspares entre si, dentro do mesmo balaio?
É possível colocar o valor dos benefícios dos assistidos da PREVI, de R$ 10.194,84, que corresponde a mais de 10 (dez) salários mínimos, dentro do teto de 5 (cinco) salários, definido para a incidência do INPC? 
É claro que não e está patente que esse indicador econômico e inflacionário não se ajusta ao caso dos aposentados da PREVI e tampouco ao das pensionistas. Em face disso, compete a Diretoria Executiva estudar urgente uma fórmula para repor os prejuízos massacrantes ora reclamados, os quais achatam ano a ano o nosso poder de compra. Estamos sendo lesados por interpretação absurdamente errada, conveniente e deliberada.
Vale lembrar que não pedi a volta do IGP-DI pelas conhecidas oscilações desfavoráveis, e sim o estudo de uma fórmula suficiente para repor o nosso poder de compra. Em face disso, descarto o IGP-DI.
Aliás, de uma forma geral, parece que todos os indicadores econômicos estão nivelados por baixo,cartelizados e não satisfazem as nossas necessidades.
A propósito, a expectativa do IPCA, índice oficial do Governo sujeito a manipulação, para 2019, é de 3,6%, enquanto que a inflação real gira em torno de 10%, discrepância enorme que nos acarreta perda financeira irrecuperável, em especial no longo prazo.
O ideal seria que a Diretoria Executiva adotasse uma espécie de gatilho de 5% (indexação), por compor a meta atual de rentabilidade, o qual seria disparado toda vez que a inflação fosse inferior a esse patamar e acima dele (5%), aplicar-se-ia o índice cheio e efetivo medido pelo órgão responsável,por exemplo, 5,5%, 6%, 7% e assim por diante.
(João Rossi Neto)

Observação do Blog: Os textos acima foram publicados na postagem "Nota de Pesar da ANAPLAB" mas em face da relevância do tema estão sendo alocados em nova postagem. Os assuntos são de grande pertinência, aflorando a transparência cristalina com dados cuidadosamente analisados de balanços/balancetes de nosso fundo.
O Blog gostaria de muito agradecer o colega João Rossi pelo seu exaustivo trabalho de pesquisas e por nos brindar com informações de grande valor.


quinta-feira, 18 de abril de 2019

MAIS FURTOS DO FACEBOOK


HÁ QUALQUER COISA NO AR, ALÉM DOS AVIÕES DE CARREIRA

ARISTOPHANES PEREIRA

O Barão de Itararé, codinome do gaúcho Apariccio Torelly(1895-1971), conhecido filósofo-humorista do século passado, dentre muitas frases que cunhou, tinha uma que no meu entender se presta para denunciar, com propriedade e sarcasmo, o momento brasileiro: “Há qualquer coisa no ar, além dos aviões de carreira”.
Nunca vi, em minha alongada observação da política brasileira, um presidente eleito democraticamente, e por folgada maioria de 56 milhões de eleitores, ainda no comecinho do mandato, ser tão augurado pela perspectiva de não terminá-lo. Uns falam de inapetência presidencial, outros de incompetência, criticam devoções exageradas, preveem renúncia e recomendam impeachment. Há até os que adulam o Vice. Vale tudo pra “botar água no chopp” dele, em meio a invencionices e meias verdades, que agora chamam “Fake News”.
Ao relembrar o brincalhão Barão de Itararé, diante de tão sombrio cenário, desconfio – sem desejar – que existe, realmente, “alguma coisa no ar”. Seria visão exageradamente otimista enxergar “céu de brigadeiro” e tapar os olhos para não ver “o mar revolto”. 
No Legislativo forças se organizam, no Senado e na Câmara, sob lideranças sonsas e cavilosas, para manter o "status quo" e derrotar, ou desfigurar as propostas reformistas urgentes e indispensáveis para o país sair da paralisia. Dentro de próprio Executivo, grupamentos separados por vaidades batem cabeça, sob bandeiras de duvidosas e sovadas ideologias e de interesses paroquiais. Os que deviam, com exemplo e sobriedade, vestir o Manto da Justiça, para resguardar a Lei e robustecer a segurança jurídica, preservando a sacralidade dos supremos julgadores, mergulham, eles próprios, na arena das paixões e conflitos pessoais.
O palco desse teatro de horrores se completa com os binóculos da Mídia, que magnificam episódios corriqueiros e descobrem “chifres em cabeça de cavalo”, dando-lhes distorcidas dimensões de crise e avisos falsos de distúrbios. 
As tristes e dolorosas tragédias e desastres, que ocorrem aqui e no mundo, têm nos mostrado, pela onipresença e velocidade das imagens, a importância e potencialização de uma nova qualidade de "gente do bem": os bombeiros! Mostram-se imprescindíveis, porém seria mais sábio prevenir do que remediar! 
Os animadores do caos – como esses que acabam de decretar a censura à inexpugnável liberdade de expressão – e os torcedores do quanto pior melhor, brincam com fogo. Talvez os bombeiros não cheguem a tempo, e, depois do rescaldo, para reconstruir, só usando tratores e máquinas pesadas por terra, mar e ar. Juízo pessoal!

Jaboatão dos Guararapes(PE),18/04/2019


QUEM APAGA OS FOCOS INCENDIÁRIOS DA CAPITAL DA REPÚBLICA? MUITO JUÍZO PESSOAL!

NOTA DE PESAR DA ANAPLAB

     Faleceu hoje no Rio de Janeiro o nosso associado fundador João Torres de Melo, genitor de nossa vice-presidente Administrativa Jane Torres de Melo. A ANAPLAB, com muito pesar, cumpre o doloroso dever de comunicar tão valiosa perda. Porém, "aos olhos do Senhor é muito preciosa a morte de seus santos", conforme diz o Salmo 116.
    À nossa estimada Jane formulamos votos de solidariedade neste momento muito difícil de perda, extensiva aos familiares.

terça-feira, 16 de abril de 2019

PELO FIM DAS APRESENTAÇÕES


    Furtei o texto do meu grande amigo Rossi da linha do tempo no Facebook. O João escreve muito bem e o assunto é de nosso interesse.
Data Venia.

João Rossi Neto
7 h
BALANCETE DE FEVEREIRO DE 2019 DA PREVI.
Após a divulgação dos resultados dos balancetes de janeiro e fevereiro/19, fica sem efeito prático e redundam em gastos supérfluos, infrutíferos e desnecessários, as despesas das andanças das caravanas da alegria da Diretoria Executiva para divulgar os números das Demonstrações Contábeis e Balanço Patrimonial de 31/12/2018, agora defasados e obsoletos.
Esse espetáculo circense que a Diretoria Executiva insiste em repetir, anos a fio, não acrescenta nada à efetiva transparência e poderia ser abolido a bem da felicidade geral e da saúde financeira do fundo.

Façam uma enquete que terão uma resposta, em uníssono, de que basta uma divulgação única pela internet para satisfazer as necessidades dos associados.
Em sequência, lançando luzes sobre o balancete de fevereiro/19, registre-se que o déficit de R$ 3.838 bilhões do mês reduziu o superávit acumulado de dezembro/18 (R$ 6.524 bilhões) para R$ 2.686 bilhões no corrente exercício financeiro (fev./19).
As aplicações em Rendas Variáveis (total de R$ 83.1 bilhões) foram responsáveis pela derrocada financeira, tendo em vista a sua rentabilidade negativa de – 3,07%, sendo que a vilã foi a Litel Participações S.A, com perda financeira de R$ - 5.602 bilhões no valor das Vale S.A. Atualmente, pós-desinvestimentos, a PREVI tem R$ 39 bilhões aplicados em ações da mineradora Vale S.A, via da Litel.
Por outro lado, o outro braço forte dos negócios da PREVI, as aplicações em Rendas Fixas, no montante de R$ 79.3 bilhões, obtiveram o rendimento de 2,43%, superando a meta atuarial de 1,73%.
Tudo o que acontece de ruim no nosso fundo de pensão é preocupante e os associados vivem com os nervos à flor da pele e a reboque das volatilidades e oscilações do mercado financeiro, dado que este é muito sensível a qualquer ruído econômico negativo e boato que representa ameaça à segurança jurídica e mudança nas regras do jogo, assusta investidores e derruba as Bolsas de Valores.
Como prova inconteste disso, a intervenção do Bolsonaro na Petrobras, ontem, ao sustar o reajuste do diesel, provocou forte queda na Bovespa, de quase 2%.
Com esse Governo claudicante, falastrão sobre pautas irrelevantes, perdido, mal avaliado pelo povo, sem norte, sem projetos exequíveis de políticas públicas, somos compelidos, pelas circunstâncias catastróficas, a antever um 2019 de grandes dificuldades para a Diretoria Executiva da PREVI bater a meta atuarial.
Ademais, no exercício financeiro em curso, se a Reforma da Previdência não for aprovada, as coisas poderão degringolar e temo até pela permanência do Jair Bolsonaro à frente do Governo para terminar o seu mandato.
Falo isso com a consciência tranquila e assumo a minha cota de responsabilidade, porque ajudei a eleger o Jair com o meu voto.