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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

PEDIDO ESPERANDO CONFIRMAÇÃO

    Aguarda resposta nosso pedido junto à presidência da PREVI. Por ora, deixamo-la em "stand-by" esperando o acionamento da tecla "on". Pode ser que ocorra até o fim do curto mês de fevereiro. Caso não ocorra, precisamos bater em outras portas.

         Sempre observo com atenção as manifestações dos colegas que participam ativamente dos problemas que nos envolvem. Já externei meu pensamento que a PREVI deveria abandonar a ideia de criação de outro plano de aposentadoria. Causa a impressão de que se acham os "experts" da administração previdenciária no Brasil. Acresce-se o fato conhecido que as entidades fechadas de previdência não podem ter fins lucrativos. Iriam isentar, por exemplo, as famosas taxas de carregamento? É uma ideia natimorta, tão desnecessária quanto colocar os investimentos do Plano 1 em risco elevado como a renda variável. Teria sido inspirado no CASSI Família?                                                      

   Outro problema levantado foi a nociva declaração do presidente do BB de que ele seria muito mais rentável se fosse privatizado. É o que dá colocar no comando alguém que não é do ramo, um estranho no ninho.

       O meu amigo Célio está preocupado ou decepcionado com Bolsonaro. Calma Célio. O homem agora que se livrou dos problemas médicos. Quanto ao "affair" Bebiano, Bolsonaro sabe com quem está lidando. Ninguém é insubstituível, está esperando nomeação o amigo Magno Malta que tem livre trânsito no Congresso Nacional. Essas coisas são pontuais e não merecem nossas preocupações. Deixemos para julgar o atual presidente no final de mandato.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

SOLICITAÇÃO ENVIADA NESTA DATA

    Enviei à PREVI, ao senhor presidente José Maurício Coelho, um pedido de agendamento de data para receber os nossos representantes para um encontro amistoso entre a direção do fundo e associados para alguns esclarecimentos e sugestões que se fazem muito necessários.


Ari Zanella
13:16 (Há 9 horas)
para presi, GABIN

Prezado presidente José Maurício,

Solicito muito gentilmente abrir um espaço em sua agenda para qualquer período do dia para um encontro com alguns aposentados os quais serão nominados assim que houver a marcação de parte desta presidência, se possível com a presença dos demais diretores da governança corporativa.

Os assuntos da pauta serão os mesmos já conhecidos, alguns abordados pelo questionário da ANABB em análise nessa Entidade fechada de previdência, porém sem formalidade, isto é, de cunho informal.

Desta forma, contamos com seu pronto atendimento na marcação desta importantíssima (para os associados) reunião elucidativa. Declaramos que nos faremos presentes com todas as despesas arcadas por nós, os mais interessados, competindo a esta presidência tão somente a anuência e a marcação da data que esperamos ser na brevidade possível.

Aguardamos, pois, ansiosamente, por sua aquiescência.

Respeitosamente,

Ari Zanella - matrícula 1.194.650-4
Joinville/SC

      Muitos nos cobram atitudes concretas. Estamos assim procedendo, em pessoa física, já que o objetivo é colocar o associado frente a frente com a direção do fundo, manifestar o nosso ponto de vista, abordar temas cruciais com o ES, BET, investimentos, resoluções e demais temas pertinentes, inclusive CASSI.
Acreditamos piamente que nossa solicitação será atendida posto que não há qualquer razão para que não seja. Simples assim.
          Aguardemos confiantes.


sábado, 9 de fevereiro de 2019

DENÚNCIA NÃO É CONDENAÇÃO

   Estou deixando a postagem anterior em banho-maria devido ser de bom alvitre não se conjecturar no terreno das denúncias. É prudente deixar que a operação evolua no campo judicial sem proceder qualquer juízo de valor. Por tal, transformo o dito em rascunho não tanto pelo conteúdo mas mais pelo comentários que possam ensejar animosidades desnecessárias.
      Em substituição, catei um caso de estupro julgado no Brasil há quase 200 anos quando a família real portuguesa já habitava na terra de santa cruz. O juiz teria sido, para os nossos tempos de internet e redes sociais, "um pouquinho radical". Com toda a certeza o nosso avançado STF dos dias atuais reformaria radicalmente a sentença dada pelo nobre magistrado. Boa leitura em Português arcaico:


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

PODE ENTRAR QUE A CASA É SUA

    Nosso fundo de pensão deveria ser igual à casa de nosso melhor amigo, sempre aberta ao diálogo e pronta para nos receber, ou para discutir temas pertinentes ou simplesmente para tomar um cappuccino.
      Temos todo o direito de nos reunir com o Zé Maurício cujo salário elevadíssimo é pago por nós associados. Coelho no comando, ladeado pelos outros cinco diretores que detêm a chamada governança corporativa. Bastava uma reunião semestral com uns dez representantes de várias regiões do país. Apenas para citação de alguns nomes, o Gilberto (RS), Rossi (GO), Adaí (RJ), Aristophanes (PE), Adiel (BA) e outros que manifestarem interesse. Um encontro para discutir as razões e as contrarrazões sobre o não atendimento de pedidos de elevado interesse dos associados.
      Recordo-me que a "Novembrada" (2013) só foi marcada pela influência e responsabilidade da Leopoldina Corrêa (anda sumida em Leo?) que tinha dentro da PREVI o colega Aldo Alfano (falecido) o qual intermediou o agendamento. Foi o único encontro em que pudemos falar abertamente, olho no olho, com o presidente e demais diretores.
      Pela inércia das principais associações de aposentados, que até o presente pouco fizeram em prol dos aposentados, uma "Comissão de Voluntários" a nos representar seria muito bem-vinda. Mas torna-se imperioso o nosso fundo nos "abrir as portas" para que o intento seja efetivamente concretizado. Com certeza seria mil vezes mais útil aos associados do que a manutenção do inútil Conselho Consultivo, sem nenhuma função prática ao fundo, a não ser gerar gastos desnecessários.
      A PREVI necessita de um choque de gestão, não é de hoje. Menos exposição aos riscos, mais renda fixa (segura), menos ingerência nos investimentos. Enfim, tudo seria debatido nesses encontros com os donos do fundo.
Estamos a bater, abra-nos as portas PREVI.


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

ANABB CUTUCA A PREVI

    Através do ofício ANABB/PRESI 024/2019 DE 30.01.2019 o presidente da ANABB sr. Reinaldo Fujimoto argui ao presidente da PREVI, sr. José Maurício Pereira Coelho, interessantes questionamentos cujos temas são governança, investimentos, teto para estatutário, BET, Capec, longevidade, meta atuarial, déficit e superávit. Referidos temas, por representarem assuntos técnicos e complexos conforme a ANABB, necessitam de posicionamento da PREVI.

    A íntegra do ofício pode ser lida clicando no link abaixo:


      Bastante válida a iniciativa da ANABB, uma vez que é uma associação que congrega mais de 80.000 pessoas do mundo previano, com perguntas muito pertinentes, entre as quais esta:

4) Por que, após a aposentadoria, os aposentados continuam a contribuir para PREVI (verba C800)? Existe algum estudo para que seja retirada essa contribuição pós-aposentadoria?

      O assunto desta pergunta foi recentemente abordado aqui no blog em postagem do amigo João Rossi Neto, lembram-se? Inclusive o Rossi havia sugerido que se entrasse na justiça (através de associação) para barrar tais contribuições que a bem da verdade nada pesam no equilíbrio do fundo.
      Quanto ao teto de aposentadoria, o meu caro amigo Gilberto (meticuloso estudioso de assuntos PREVI/CASSI) recomenda uma teto escalonado, vinculado ao máximo do fundo (sem vinculação com o praticado no BB - não há razão para isso), sendo este teto de presidente de cifra em torno de R$25.000,00. Daí um diretor receberia 80% deste valor e assim por diante. Está aí uma sugestão bem realista e condizente com os serviços prestados.
      Vale a pena conferir as perguntas no link acima e depois conferir as respostas do fundo de pensão. Espera-se não ser aquelas respostas padrões tão conhecidas dos associados.
       Um excelente final de semana aos caros leitores e leitoras!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

CALOR INFERNAL

   Nunca dantes o verão no norte de Santa Catarina foi tão avassalador. Cada dia mais quente do anterior ultrapassando os 35 graus Celsius.
     A foto ilustrativa mostra dois pães deixados no sol por apenas duas horas (das 11 às 13h).

Antigamente não passava um calor tão intenso sem uma bela trovoada ao fim do dia. Hoje quase nada de chuva. Mamma mia!!!
     Aos poucos na CASSI chega-se a um termo em que o Banco não jogará para perder. No dizer de Satoru vamos chegar a um acordo que dure 75 anos, ou mais. Virão com aquela conversa que o Banco chega no limite. Caso não aceitamos de novo, a CASSI quebrará. 
      Paulatinamente, o desleixo da Vale vai ficando na triste memória do tempo. Os minérios são essenciais à economia, haverá multas e bloqueios, apelos para que não mais se repita, mas os investidores não irão deixar de nela acreditar. Segue o jogo!
      Nestes tempos apocalípticos os únicos que perdem somos nós. A serpente está aí agindo no egoísmo, na falta de solidariedade, na maçonaria, nos falsos profetas, na família despedaçada, no homossexualismo desmedido, na ganância, na inobservância das leis divinas e humanas. Diz o Salvador do mundo - Jesus Cristo - "Quando eu voltar porventura encontrarei fé?" (Lc 18:8).

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

NADA DE PUNIÇÕES

    Assim aconteceu com Mariana, assim vai acontecer com Brumadinho. Ninguém será punido porque tudo de ruim que ocorre em grandes empresas ou grandes administrações a grande culpada, do mesmo modo quando há ações bem sucedidas, é a famigerada governança corporativa.
       Se nada vai acontecer à diretoria da Vale, que dirá a meros conselheiros, no caso os dois que lá estão por indicação de nosso fundo de pensão. Nada obstante, estes conselheiros de nosso fundo deveriam ser penalizados por terem sido coniventes com uma situação que não estava (nem está) sob controle mínimo de risco de acidentes. A pena mais branda poderia ser a substituição pura e simples dos mesmos por outros de comprovada competência para o ramo. Afinal, a PREVI detém 17,55% do capital da mineradora e portanto, muito co-responsável.
       Pelo histórico o nosso fundo nunca puniu exemplarmente quem quer que seja. Mesmo o delator Antonio Palocci apontando para ex-dirigentes de nosso fundo, até hoje estão todos livres e de bem com a vida. E pensar que a nós, os pilares do fundo de pensão, sobra a triste fama de participarmos de empresas não comprometidas com o meio ambiente e mais gravemente, com a ceifa de preciosas vidas humanas. Muito triste mas é a pura verdade.