Brasília está num intenso fogo cruzado motivado pela Corte, que jamais deveria atuar politicamente, fato corriqueiro nos últimos anos. Sem jamais desejar melindrar quem quer que seja, sentimo-nos no dever de abordar este tema espinhoso que decide o futuro de nós todos, brasileiros como eu e você.
Malu Gaspar, notável jornalista da Globo e da CBN, tem sido muito pontual e assertiva em seus comentários, como neste em que aponta três caminhos presumíveis para o desfecho da crise institucional brasileira.
O dado concreto é que o ministro André Mendonça tem incomodado a nossa acomodada Suprema Corte. Penso que sua conduta tem sido exemplar, porém não deveria mesclar sua nobre função com o viés religioso: O ofício judicial é uma coisa, a função de pastor de almas é outra completamente diferente. Por outro lado, temos mais de quatro ministros que só pioram as coisas pelo fato de serem iminentemente políticos. Fachin retirou de Moraes o famigerado inquérito (interminável) das Fakes News, mas o comunista Flávio Dino, sentindo-se ainda ministro de Lula, colocou a Polícia Federal em cima, foram ontem 49 mandados de busca e apreensão com o objetivo específico de incluir Flávio Bolsonaro como beneficiário de Vorcaro através dos investimentos na produção do filme "Dark Horse". Conclusão: Saiu Moraes, entrou Dino com toda a força para ajudar a campanha de Lula. Mamma Mia!!!
Não obstante, o que se busca em última análise e conciliação, com mudanças urgentes e necessárias na política brasileira. Que o vencedor das eleições focalize no Brasil, no povo sedento por justiça social e progresso. Que não haja nenhuma espécie de retaliação ou vingança. Que não se copie o que faz o atual governo que deseja o poder a qualquer preço. A nação precisa crescer, não brigar. Já estamos cansados de guerra!
E quanto ao nosso ES da Previ segue na via crucis de quando em quando conseguir algum minguado "trocadinho" nas renovações. E como dizia o nobre doutor Medeiros: "Vamos que vamos!"