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segunda-feira, 30 de abril de 2018

PERDEMOS!

    Anunciamos o resultado final da eleição que fez história em nosso fundo de pensão:

Chapa 1  -   33 mil     votos

Chapa 2  -   38 mil     votos

Chapa 3  -    3 mil      votos

Chapa 4  -   18 mil     votos

Chapa 5  -   11 mil     votos


A RELATIVIDADE DO ÚLTIMO DIA

     O eterno diretor do BB, José Aristophanes Pereira, me diz que esqueci do Einstein mas o grande judeu é físico, não matemático, em que pese para ser bom físico é necessário ser ótimo matemático. Por isso, ainda que tardia, a teoria da relatividade está na presente postagem, tendo em conta que nas posições do grid final das chapas, o relativismo está atuante. Ninguém vota na CHAPA 1 se não tiver a relação de confiabilidade inerente a qualquer bom produto, no caso, o material humano.
     Por outro ponto de vista, este do extraordinário e fraterno amigo Fernando Lamas - diretamente de Valinhos-SP - sugeriu no blog do amigo Medeiros que não falemos de chapas concorrentes até o final do dia 30. Eu também acato com prazer esta sugestão e nesta segunda o foco é CHAPA 1 - MAIS UNIÃO NA PREVI de cabo até o fim. Em homenagem ao nobre Fernando, vamos citar um versículo bíblico, tão presente em qualquer participação do irmão em Cristo.
"Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai a não ser por Mim. Ninguém conhece o Filho senão o Pai; e ninguém conhece o Pai a não ser o Filho, e aquele a quem o Filho o desejar revelar...Pois por meio dele tanto nós como vós temos pleno acesso ao Pai, por um só Espírito!" Jo 14:6
     Então é isso. Tudo azul na América do Sul. E vamos na onda azul desta segunda-feira, o dia da grande revelação para uma nova era dentro de nosso fundo de pensão!

sábado, 28 de abril de 2018

NÚMEROS QUASE PRECISOS

    Além dos meus conhecimentos cartesianos, já sobejamente contestados pelo amigo Medeiros, agora solicitei uma mãozinha de outro instrutor meu, muito precioso, o conhecido Arquimedes. Deixei de lado o Pitágoras porque o negócio dele é ângulo mas, à certa altura, clamei ao Euclides. Todavia o René Descartes continuou sendo o balizador.
      Vamos sem mais delongas ao meu método científico. Alerto que de meus últimos cálculos houve um acréscimo no consolidado, chegando a superar a votação de 2016. O princípio norteador foi a votação realizada entre as 17 horas do dia 25.04.2018 até o mesmo horário de 27.04.2018 (sexta-feira). O percentual destes dois dias úteis (quinta e sexta) é o mesmo de sábado, domingo e segunda (para os aposentados e pensionistas) e de somente segunda-feira para os que votam pelo SISBB (ativos). Então, vamos direto à sofisticada pesquisa:

25.04.2018                                        27.04.2018

                     ATIVOS (84.336)

55.582 - 65,9%                          60.251 - 71,4%

      Diferença : 4.669   -  5,5%

Logo, ao final teremos: 

Votantes: 64.889 - Percentual de 76,9%
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               APOSENTADOS/PENSIONISTAS

37.193  - 31,7%                      44.823  -  38,3%

       Diferença :  7.630  -  6,6%

Logo, no final, também teremos:

Votantes: 52.556  -   44,9%
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TOTAL CONSOLIDADO: 117.445

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     Apenas uma coisa não muda, Nosso amor pela Chapa 1 - Mais União na PREVI a quem pedimos o seu precioso voto até o último segundo de votação.
      

quinta-feira, 26 de abril de 2018

APOSTA COM O DOUTOR MEDEIROS

    Faltando 5 dias corridos dos quais três úteis na corrida eleitoral para o preenchimento de duas diretorias em nosso fundo (Administração e Planejamento) vou fazer um "bet" com o grande doutor Medeiros (bet = aposta) no que concerne aos números que serão conhecidos ou revelados às 18h do dia 30.04.2018.
    O caro colega Paulo César Fernandes (sangue bom das Minas Gerais) me cutuca sobre as perspectivas dos números em relação à última eleição (2016) na PREVI, na qual tivemos o seguinte resultado matemático:

Chapa 1..................................... 23.542
Chapa 2..................................... 17.892
Chapa 3..................................... 27.201
Chapa 4.....................................   4.575
Chapa 5..................................... 16.300
Votos em branco.......................   7.685
Votos nulos............................... 13.745
                                                     --------
Total.........................................110.940

     No meu entendimento, esse total poderá não ser ultrapassado. Deste jeito, com algarismos finais muito semelhantes, o tabuleiro só mudará na distribuição das chapas. Segundo aprendi com as coordenadas cartesianas, em meu curso científico, a nova configuração se daria desta forma (números arrendondados):

Chapa 1 - Mais União na Previ.............. 38.000
Chapa 2 - Previ para os associados...... 27.000
Chapa 3 - Solidez e Atitude..................   5.000
Chapa 4 - Autonomia e Inovação......... 14.000
Chapa 5 - Futuro se Constrói Agora.....    6.000
Votos brancos.....................................    7.000
Votos nulos.........................................  13.000
                                                               ---------
Total................................................... 110.000

      Então, nobre doutor Medeiros, onde aumentaria e onde diminuiria? Valendo a aposta? Ou melhor, o "bet"?


quarta-feira, 25 de abril de 2018

SIMPLES ASSIM: EU VOTO CHAPA UM - MAIS UNIÃO NA PREVI

    Estamos trabalhando para a Chapa 1 - Mais União na PREVI, gratuitamente. Não recebemos um centavo sequer. Este blogueiro é atacado até na justiça com processos estúpidos, como se não vivêssemos numa democracia. Mas eu faço tudo na esportiva porque sei onde impera a honestidade e onde impera a mentira. Os leitores que têm discernimento também sentem que a nossa Chapa 1, a mais apedrejada, está no caminho certo. E precisamos muito da colaboração de cada eleitor, considerado um multiplicador. Não posso deixar de elogiar o perfeito trabalho do Dr. Medeiros. Desde que ergueu a bandeira da Chapa 1 - Mais União na PREVI - tem conquistado votos preciosos para a nossa chapa. É que se analisarmos os candidatos, veremos que os nossos são os melhores. Pura constatação.

     Abaixo as recomendações do nosso diretor eleito na CASSI, Luiz Satoru Ishiyama, no Grupo Mais-SC desta terça-feira:

Temos que lutar até o último minuto do dia 30/04.

Estamos enfrentando profissionais de marketing poderosos das outras chapas.

Um dos adversários conta com toda estrutura eleitoreira que presta apoio aos candidatos dos partidos políticos, e ainda conta com mais de mil militantes, não estamos enfrentando amadores.

O outro Grupo tem toda uma estrutura de gráfica, produção midiática, telemarketing e jurídica em Brasília, especializada em prestar serviços aos candidatos e está apoiando uma das chapas.

E há chapa financiando chapa para tirar votos da CHAPA 1.

Não podemos dar um minuto de trégua.

Temos que lutar palmo a palmo pra conquistar corações e mentes, sem baixarias, com uma campanha programática e propositiva.

Ninguém vai conseguir segurar nossa



"ONDA POSITIVA"

CHAPA 1 NA PROA !!



Aliás, se há amadores nesta campanha, são os integrantes do MAIS UNIÃO.

Mas é isso justamente que estava faltando.

Ninguém aguenta mais a política e a baixaria que virou.

Por isso, quanto mais baixarias, mais "fakes", mais mentiras, mais crescemos.



A ONDA POSITIVA tornou-se irresistível.


1 POR TODOS,

TODOS PELA CHAPA 1 !!



     Mestre Satoru está correto. Você quer na PREVI um grupo que gasta tanto dinheiro para eleger-se? Você deve conhecer muitos políticos que assim procedem, e que depois de eleitos dão as costas para os eleitores. Pela baixaria praticada você conhece quem não é verdadeiro!


segunda-feira, 23 de abril de 2018

ENXERGANDO A CONTAMINAÇÃO

     Os sindicatos já prestaram as obrigações a que estavam sujeitos nas décadas de 70,80,90 e na primeira década do século XXI. Encheram as burras com os fatídicos impostos sindicais, hoje quase acabados. A fonte secou e o grande incentivador está preso.
      Este preâmbulo para dizer que por mais de 50 anos as relações de trabalho no Brasil estavam atreladas às negociações salariais entre empresas X sindicatos. Hoje, a situação mudou completamente e novos empregos estarão sujeitos a uma relação de trabalho, com leis novas que privilegiem a relação trabalhador X patrão, com acordos de trabalho.
      Mas o ranço sindical ainda perdura. O sindicalista Lula foi abrigar-se num sindicato, antes de entregar-se à justiça.
Este mesmo braço sindical está inserido nas eleições da PREVI. Uma diretoria já é deles. Agora desejam as outras duas, para, reinarem integralmente dentro do nosso fundo. Por isso, todo o cuidado com a chapa 2, são lobos travestidos de cordeiros. As eleições no Brasil parecem seguir o mesmo caminho sujo, seja ela para qualquer finalidade, política ou em órgãos que rendam ótimos cargos e salários. Está tudo contaminado!!!
      Há rumores que a chapa 5 recebe ajuda da chapa 2 no intuito de servir a esta no assim chamado "voto útil", ou seja, tirar votos da chapa 1 - Mais União, a ÚNICA independente.
Devemos nos focar nos aposentados e pensionistas. São os únicos que podem livrar a PREVI destes aproveitadores que não querem o bem dos aposentados mas locupletarem-se dos cargos e dos penduricalhos.
      Olho vivo, pessoal. Nosso fundo precisa ser descontaminado. Precisamos vencer os vírus que não deixam o fundo crescer. Daremos o nosso voto de confiança a Ítalo Lazzarotto Júnior na Administração; e a Arnaldo Vollet no Planejamento. Se você conhece um amigo ou parente aposentado, ou pensionista, ou familiares que possam influenciá-los a votar, não perca tempo. Incentivem-nos a derrotar a famigerada chapa 2, a terrível. Uma coisa que não falta a esta chapa são recursos e a logística de grandes associações e sindicatos.
      Comece a semana motivado. O percentual de votação entre os aposentados e pensionistas está em 20,4%. Vamos fazer chegar nos 50%. Se tal ocorrer, a Chapa 1 - Mais União na PREVI, estará com as duas mãos no pódio. Força aposentados!!! Força pensionistas!!!
Chapa 1 na cabeça! E vamos que vamos!!!

CHAPA UM - MAIS UNIÃO - A ÚNICA INDEPENDENTE!!! VOTEM NESSA!!!










sábado, 21 de abril de 2018

VOTE NUMBER ONE

     A número Um - Mais União na PREVI - é disparada a melhor. Vote na número um. O percentual de votantes até ontem, dia 20, entre aposentados e pensionistas, é de 20 por cento.
Considerando os três primeiros dias úteis de votação (de um total de nove), penso que o percentual esteja razoável posto que a meta é de 50%, ou seja, metade dos 117 mil, correspondente a 58.500 pessoas , as quais terão, majoritariamente, preferência pela Chapa 1. Destas 58.500 vou dar uma "quebra" de 8.500, então, o número mágico, além do UM, é 50 mil amadas pessoas. Deste montante, eu atribuo à Chapa 1 um percentual de 60% (por baixo, podendo ser maior). Ora, com 30.000 votos já é possível vencer uma eleição na PREVI. Lembrem-se que em 2016 venceu quem fez 27 mil e poucos votos. Neste ano de 2018, levando-se em consideração a eleição na CASSI, teremos um avivamento dos votos que tradicionalmente são dados pelos aposentados e pensionistas, quase que dobrando este percentual. Ora, não precisa ser nenhum matemático de renome para deduzir o produto final.
      As reações agonizantes da chapa 2, a chapa da CUT e da grande cúpula de associações vintenárias, é mostra clara que o desespero bateu por lá. Fazer o que, não é Riede?
      Para finalizar, quero entoar loas a um amigo bem acima da média, o nobre Doutor Medeiros. Que postagem certeira "AGORA É COM VOCÊ, VOTE NA UM"! Medeiros, obra-prima Mestre! Se eu falasse a linguagem de Trump, eu diria com pulmões cheios: "C-o-n-g-r-a-t-u-l-a-t-i-o-n-s!!!"




LINK PARA ACOMPANHAR OS NÚMEROS DA ELEIÇÃO:

http://www.previ.com.br/a-previ/eleicoes/

sexta-feira, 20 de abril de 2018

UM EXÉRCITO DE CENTO E DEZESSETE MIL

    Se existe uma chapa que nivela a eleição na PREVI por baixo, esta é a chapa dois. Que chapa abjeta! De seus quadros quatro quintos são sindicalistas, dos quais o mínimo que se pode dizer é que não são afeitos ao trabalho. São pessoas à caça de cargos bem remunerados e com diversos penduricalhos extras. São pessoas que não medem esforços para denegrir os outros, evidentemente, se tal lhes trouxerem proveito próprio. São sempre cheios de si e ninguém melhor do que eles (segundo eles mesmos) são melhores do que eles. São os fariseus, no linguajar de Jesus, que não entram e tampouco deixam os outros entrarem.
     Mas contra esse veneno temos um exército de 117.193 pessoas do bem, entre aposentados e pensionistas. Se conseguirmos fazer com que 40% desta valiosa multidão vote teremos 45.000 preciosos votos suficientes para derrubarmos a odiosa chapa mencionada no primeiro parágrafo. Hoje, dia 20, o aposentado vai às agências do BB para "conversar" com o TAA. Que cada um deles deposite seu voto de protesto pela continuidade do que estamos vivendo. É a mesma chapa defendida pela atual diretoria de Seguridade que maltrata os aposentados, sonegando-lhes o crédito de um simples empréstimo que é bom para o fundo e para todos nós. Diga não à diretoria de Seguridade votando na chapa que apresenta os melhores quadros para os cargos de diretores em disputa. Não há entre os candidatos de todas as chapas melhor que Ítalo Lazzarotto Júnior e o nota dez Arnaldo Vollet. Seguramente, ambos irão dar um choque de gestão em nosso fundo.
     Dos 45.000 votos esperados, eu calculo que a chapa 1 deva embolsar 30.000. Do pessoal da ativa (84.336) eu espero 10.000 sufrágios, que nos daria uma vitória retumbante. Contudo, o maior deleite é esmagar a cabeça da serpente (chapa 2), ou melhor, o estancamento da continuidade na falta de compromisso com o aposentado. Estou crente que vamos conseguir nosso objetivo. Com a sua ajuda, caro eleitor! Este país tem jeito. Vamos arrumando as peças, aqui e acolá para, em outubro, escolhermos a decisão final, a tacada definitiva, a base para uma nova sociedade, onde impere a justiça social, a soberania nacional e a pujança de um país livre das travas de um STF, de um PT, de um PSDB e de um MDB. Que assim seja! Mais "Moros" e menos "Mellos".



quarta-feira, 18 de abril de 2018

PRIMEIRO DIA DE VOTAÇÃO

   


    Começa hoje uma das mais renhidas eleições dentro do nosso fundo de pensão. Velhos e conhecidos personagens estão na disputa querendo continuar ganhando ou usufruindo das benesses de nosso fundo, que pouco se assemelha a um fundo de pensão pelas mordomias de recebimento de penduricalhos extras, como remuneração variável, participação em conselhos de participadas. O propósito da Chapa 1 (a que nós indicamos para votar) é recusar desde o início a remuneração variável e cortar toda e qualquer remuneração cumulativa. O propósito se estende na melhoria da qualidade dos nossos ativos. Não podemos continuar como hoje, dependendo do bom humor da bolsa na renda variável. O Arnaldo Vollet é muito bem preparado para a DIPLA, a diretoria mais estratégica do nosso fundo.
     Portanto, a Chapa 1 quer dar um choque de produtividade na PREVI, cortando o que é supérfluo e qualificando melhor nossos ativos. Trabalho árduo mas que dará bons resultados. E se o trem entrar nos trilhos, pouco a pouco, poderemos deixar de contribuir e melhorar nossas condições de associados, sob uma transparência que hoje não existe. Vamos todos cravar o nosso voto na chapa 1 - Mais União. É nessa que vai nascer o verdadeiro choque de gestão.


segunda-feira, 16 de abril de 2018

O VOTO DE VINTE MIL PENSIONISTAS

 Marcelo Odebrecht diz à PGR que Guido Mantega sabia de propina em negócio com a PREVI. 
https://oglobo.globo.com/brasil/marcelo-odebrecht-diz-pgr-que-guido-mantega-sabia-de-propina-em-negocio-com-previ-22477102 
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   A diferença arrasadora que perturba quem está distante delas; mas é a alegria daqueles que tem a felicidade de tê-las no apoio do precioso voto...São mais de 20.000 votos, o suficiente para abrir o caminho para a vitória. É sobre este enorme contingente valioso que nós, seguidores da Chapa 1 - Mais União na PREVI, devemos focar nesta semana inicial de votação.
       Por esta razão, todo simpatizante da Chapa 1 - Mais União deve empenhar-se em convencer pelo menos uma pensionista, em sua cidade ou região. Em Joinville conheço mais de 20 que irão engrossar nossas fileiras. Procure nos grupos sociais, Facebook e Whatsapp, pensionistas que você conheça e vamos ao "corpo a corpo". Este contingente não pôde votar na CASSI e agora deve fazer toda a diferença! Força apoiadores da Chapa 1!
      Por outro lado, é um fator negativo para a chapa da Contraf-Cut, a fatídica chapa 2 que deseja perpetuar-se na PREVI. É nosso ponto de honra abatê-la, nocauteá-la, surrá-la. E pouquíssimas pensionistas, para não dizer nenhuma, apoiarão esta chapa 2 caçadora de cargos.
       Então, vamos de um por todos e todos por um! A vitória começa depois de amanhã!

sexta-feira, 13 de abril de 2018

ANTECIPANDO O DIA TRINTA

      O quadro acima serve de parâmetro para o meu raciocínio lógico na antecipação, via previsão intuitiva, do resultado da eleição que será conhecida oficialmente no pôr do sol do dia 30 de abril de 2018.
       No quadro acima (2016) a chapa 3 conquistou a reeleição do atual diretor de Seguridade com 27.201 votos. Desta vez (2018) esta chapa da continuidade é representada pela chapa 2, que pelo meu vaticínio continuará na faixa dos 27 mil votos (não haverá acréscimos). É o famoso prognóstico "já deu o que tinha que dar". Talvez nem em segundo lugar chegue.
         No mesmo quadro a atual Chapa 1 "Mais União na PREVI está englobando a mesma chapa 1 com a chapa 5 (que foi a Semente da União). Na minha modesta previsão a Mais União fará a soma das duas (23.542 + 16.300 = 39.842). Otimismo exagerado? Não. Realismo puro.
        Para um perfeito racionalismo, vamos à recente eleição da CASSI: Houve um crescimento fenomenal entre os aposentados, que eu chamo de avivamento. Em 2016 votaram em torno de 25% deles. Já na CASSI, a nossa votação foi de quase 50%. Vale lembrar que o crescimento é somente entre nós, aposentados, que desta feita recebem as estimadas pensionistas.
        As demais chapas não têm chances. A última, por exemplo, terá o mesmo desempenho da chapa 4 de 2016, ou seja, menos de 5 mil sufrágios. Confrontem no dia 30 com os prognósticos de agora e verifiquem quem mais se aproximou da realidade.
Tenham todos os nobres aposentados e pensionistas um ótimo final de semana!


quarta-feira, 11 de abril de 2018

CHAPA UM EM JOINVILLE

    Terça-feira agitada na maior cidade de Santa Catarina com a presença da chapa sensação do momento, a Mais União na PREVI, chapa 1 - a primeiríssima. Veio com o reforço do vencedor na CASSI, Luiz Satoru Ishiyama, de grande versatilidade sobre assuntos cruciais de nossas caixas. Presente o candidato a diretor de Administração Ítalo Lazzarotto Júnior que pertence ao Plano 2 - PREVI Futuro, pessoa altamente qualificada para o cargo, muito bem impressionou a todos os presentes às dependências da AABB-Joinville.
SATORU (À ESQUERDA) E ÍTALO LAZZAROTTO JÚNIOR (À DIREITA)

     Lazzarotto fez brilhante explanação da necessidade de corte de gastos no fundo, a exemplo do que faz hoje o BB donde comanda a Gerência de Controles Internos para a região sul do Brasil (GECOI). Disse que lutará contra os privilégios remuneratórios e as regalias, inclusive, os candidatos do Mais União, se eleitos, abrem mão do direito ao bônus variável (agora com o nome de remuneração variável) até que se regulamente a sua extinção. Na esteira da eficiência e austeridade eliminar por completo automóveis exclusivos com motoristas ou penduricalhos de qualquer espécie. Redução da taxa de carregamento.
        Quanto à governança, propor mecanismo de eleição independente para o Conselho Fiscal (não é prudente que colegas de chapas fiscalizem seus outros colegas das mesmas chapas eleitas) e uniformização dos meios de votação. Propor critérios rigorosos de formação de diretores e Conselheiros, segundo Ítalo Júnior, os indicados pelo Banco estão em patamares superiores aos eleitos. A única exceção será o Arnaldo Vollet (DIPLA) que se eleito estaria num patamar acima dos indicados, pelo seu vasto conhecimento técnico adquirido enquanto diretor da BBDTVM no BB. Vollet é reconhecido por todas as chapas como o melhor candidato (mais bem preparado) para a importante DIPLA que é uma diretoria estratégica e que pertence aos eleitos. Satoru teceu rasgados elogios ao Arnaldo (que não esteve presente) e também ao Lazzarotto que possui formação nos controles internos e "Compliance".
FOTO NO ALMOÇO, DA ESQUERDA PARA A DIREITA: ARI S. DOS SANTOS (AFABBJ), IVO RITZMANN (ANAPLAB), ÍTALO LAZZAROTTO JR (CANDIDATO À ADMINISTRAÇÃO NA PREVI), LUIZ SATORU ISHIYAMA (DIRETOR ELEITO NA CASSI), ARI ZANELLA (PRESIDENTE DA ANAPLAB), EDITH VICENZI, AURORA MARINA E MÍRIAM (TRIO TROPA DE CHOQUE DEFENSORAS DA MAIS UNIÃO)

     Por fim, a pretensão de uma gestão coordenada da taxa atuarial com as exigências do mercado. A ideia é processar mudanças na carteira de investimentos do perfil atual de concentração (mais de 80% dos nossos ativos em RV e nas participadas estão em 12 (doze) empresas somente.  A tendência é de pulverização. Para o PREVI Futuro a tarefa é revisar a política de investimentos, com novas opções nesta área. Outro fator é reduzir o tempo de carência para mudança de perfil de investimento.
           No que tange ao Empréstimo Simples o diretor do BB presente disse que está afeto à Seguridade. Nada impede, no entanto, que o assunto seja discutido em nível da governança, desde que o assunto venha à baila. (É preciso alguém pautar...) Então deverão ser processados novos estudos para conveniência de alteração de prazo e limite.
       Para concluir, a chapa um causou aos presentes uma ótima impressão, elementos super capacitados, realistas, com grande vontade de alterar o quadro presente no fundo notadamente melhorar sensivelmente o planejamento, a eficiência, a transparência, a governança e a política de investimentos. Agora teremos um candidato ao Planejamento e à Administração que realmente farão a diferença. Podem acreditar.
PLATEIA ATENTA, MULTIPLICADORES DA CHAPA UM MAIS UNIÃO NA PREVI. (Carlos Valentim Filho, o 2º da esquerda para a direita)

domingo, 8 de abril de 2018

EU QUERO O FIM DAS CONTRIBUIÇÕES DOS APOSENTADOS


A Previ que eu quero

José Aristophanes Pereira

         Nestes tempos de eleição para cargos na Previ, lembrei-me da persistente campanha da TV Globo, exibindo, exaustivamente, depoimentos de brasileiros de todos os rincões, que dizem “o que querem para o Brasil”. Copiando, resolvi perguntar, sem tanto espalhafato, o que os participantes e assistidos da Previ querem para seu fundo de pensão.

         Para encaminhar a minha enquete, faço, antes, alguns registros e considerações.  

      Não é redundância anotar que a Previ é um fundo de pensão moderno e definido, legalmente, como EFPC(ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR). Carrega uma longa e singular história, eivada de ensinamentos e peculiaridades. Tudo começou com o pioneirismo de sua criação, em 1904, com 52 sócios fundadores, funcionários do, então, quase secular Banco do Brasil, confiantes na solidariedade do empregador, que se associou ao empreendimento, declarando, solenemente, que Não seria digno do Banco desamparar seus servidores na velhice e na invalidez”.

        Essa cláusula, com força pétrea, cultivou uma prolongada convivência de mão dupla, nas relações de interesses previdenciários e sociais, entre o Banco e seus empregados, adubando, ainda, o terreno para ramos complementares, como a CASSI e as AABB. As mútuas concessões e tolerâncias das partes deram guarida à implantação e manutenção de uma das mais curiosas e peculiares simbioses de que se tem memória, entre o Patrocinador e o fundo de pensão de seus empregados. Mormente, por se tratar de uma relação assentada em fluxos financeiros, com ativos e passivos monetários, controlados, direta ou indiretamente, pelo próprio Patrocinador, segundo princípios contábeis de seu interesse e criatividade, sob a égide da crença: o que é bom para o Banco é bom para nós.
           
        Acontece que, de forma paulatina e imperceptível, “as coisas” foram mudando, nesses últimos 100 anos de ocorrências fantásticas, no mundo, no Brasil, no Banco do Brasil e na Previ. Em três gerações, o País se transformou, sensivelmente, acompanhando as mudanças mundiais, ou promovendo as suas próprias mutações. Os 41 milhões de brasileiros, em 1940, com expectativa de vida em torno de 45 anos, sendo somente 31% viventes em cidades, são, agora, 207 milhões, com expectativa de vida acima de 75 anos, dos quais 81% habitam regiões metropolitanas. Os avanços e diversificações na Economia nos alçaram de um PIB per capita de US$2.950, em 1967, para US$9.690, em 2017, posicionando-nos num respeitável lugar, dentre as 10 maiores economias do mundo.
           
       Sem pretensão de aprofundar análises econômicas e sociológicas, quero, apenas, realçar pontos de um cenário de profundas mudanças que influenciaram a vida dos brasileiros, notadamente, nos campos legislativo e institucional, com marcantes repercussões funcionais e operacionais na trajetória do Banco do Brasil. O Banco foi mudando e, de maneira furtiva, foi esmaecendo a cláusula de 1904 e a veracidade daquela ingênua crença. Nem tudo mais era “bom para nós”.  
           
         A Previ foi se diversificando, por força de emergentes legislações previdenciárias, ao sabor dos interesses do Governo e do Patrocinador e, no histórico e doloroso parto de 1997, os funcionários passaram a compor dois grupos, de épocas e culturas distintas, com ranços de desigualdades:  o PLANO1 para os antigos e o Previ-Futuro para os novos. Hoje, diversas classes de participantes e beneficiários se distinguem, em subgrupos: Uns aposentados às expensas do próprio Banco, os Pré-67, os pós 97, os externos, pensionistas, sem teto, os abonados e, do lado de fora, os milhares de injustiçados PDVistas da hecatombe de 1995. Esse diversificado e heterogêneo contingente de mais de 200.000 almas vivas, algumas penadas, com idades de 20 a 100 anos, despacham, de toda parte, mensagens variadas: muitas oportunas e pertinentes, outras com propostas inusitadas e, até, reclamos raivosos. É o universo humano fora da fortaleza da Previ, onde se protegem e pontificam os donos da sabedoria e do poder.
           
         A despeito da aparente democratização, com a reforma que introduziu o modelo de gestão participativa na PREVI e promoveu a ampliação da participação dos associados nos destinos da entidade, pouco prosperou na tomada de decisões, por iniciativas dos representantes eleitos pelos associados, prevalecendo a vontade do Banco do Brasil, por seus prepostos nomeados, fortalecida, ditatorialmente, pelo voto de qualidade. A Previ exibe  individualidade formal e proclama objetivos institucionais, mas os exerce sob o protetorado do seu Patrocinador,  que hipertrofiou a sua definição clássica, para acrescentar a condição fraudulenta de ser, também, “beneficiário”.
           
          Em respeito à realidade, não se pode dizer, generalizadamente, que a Previ padece de má governança e desvios escandalosos. Sua maior deformação é a amputação de autonomia e, violentada,  se conforma com o usufruto compensatório de uma escola de competências, que lhe repassa o Banco do Brasil, ao preço de um protetorado que recolhe, gulosamente, vantagens exclusivas para si, em prejuízo dos negócios e do patrimônio dos naturais participantes e beneficiários do fundo. O uso do cachimbo entortou a boca, e a Previ se satisfaz com o restrito cumprimento de sua missão: Garantir o pagamento de benefícios a todos nós, associados, de forma eficiente, segura e sustentável.
         O Banco do Brasil, a Previ e suas respectivas histórias curriculares são as partes principais e ostensivas que estruturam o grande palco, onde se desenrolam os feitos que nos atingem – participantes e beneficiários do fundo. São peças, com enredos variáveis, que, infelizmente, não se subordinam à nossa crítica e censura prévias. Somos, apenas, espectadores passivos, dispersos, diversificados e – por que não confessar?! –  desorganizados. Reprisando, para recordar: foi para essa plateia que se apresentou, de supetão, o Renda Certa;  montou-se a farsa  da partição e a tragédia da suspenção do BET; desenrolam-se as sigilosas políticas de aplicações e investimentos; decide-se a retomada da cobrança de contribuições; pratica-se, sem criatividade, a mesquinha atualização de benefícios; engendram-se as medidas para a formação de sobejas reservas e, com as cortinas fechadas, promovem o  secreto ritual  da  auto concessão da imoral remuneração de dirigentes.  Para o bem, ou  para o mal, somos, apenas, pós-informados.  Os nossos(sic) representantes eleitos, cooptados pelas benesses do rei, não dão notícia do que fazem – se é que fazem – e quando provocados, se esquivam, ou alegam juramentos de confidencialidade.
            Senhores! Estamos vivendo um novo tempo de novas relações sociais, que devem repercutir no nosso teatro da Previ e seu Patrocinador. Não há mais espaços para segredos e enganações. O Plano1 está terminando a fase de transferências de ativos para aposentados. Somente por mais uma geração disporemos de recursos humanos nativos para a gestão de nosso estratégico e valioso patrimônio. Muitas incertezas e dúvidas carecem de equacionamento, com a tempestiva antecedência, atentando-se às profundas mudanças tecnológicas e negociais que sofrerá o próprio Banco do Brasil, com o  entendimento de que acabou o encanto das amenidades.
          Assim pensando, com esse pano de fundo, deixo de lado os efeitos e miro as causas, para dizer que quero uma Previ verdadeira, independente, aberta ao diálogo, sem regulamentos imutáveis e capacitada a conviver com o Patrocinador, sem concessões prejudiciais aos autênticos donos do patrimônio que lhes foi reservado. ... E Vocês o que querem?!
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            Hoje – 7 de abril – é um dia histórico, que marca, com a melancólica prisão de Luiz Ignácio LULA da Silva, ex-presidente do Brasil, o coroamento de um movimento saneador de nossos costumes, na política e na gestão da coisa pública, com benéficas repercussões sobre toda a vida nacional. Agora, temos uma data-símbolo definitivo, de moralidade e ética, mesmo faltando, ainda, muito a realizar.
  
Janga, Paulista(PE), 7/4/2018



sexta-feira, 6 de abril de 2018

REMUNERAÇÃO VARIÁVEL NA PREVI

      Uma das sugestões que farei, quando a chapa 1 (Mais União na PREVI) estiver aqui na cidade é para que tome a iniciativa de pedir a abolição da indecente remuneração variável, também chamada de bônus variável, cuja manutenção foi admitida mesmo em anos cruciais para o fundo, de extremos resultados negativos, conforme se depreende do quadro abaixo. É de se ressaltar que em 2014 veio o corte do nosso BET, apesar de não terem sido cortados os bônus. Trata-se de situação muito constrangedora e angustiante para os aposentados.
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PREVI - PLANO 1 - HISTÓRICO DE DESEMPENHO

O slide abaixo evidencia que os anos de 2014 e 2015 foram os piores  da história da PREVI em termos de resultados.

Nesse período os déficits anuais  alcançaram R$ 40,8 BILHÕES. 

E o déficit acumulado alcançou R$ 16,1 BILHÕES.

Graças a esse horroroso desempenho o BET foi cancelado e voltamos a contribuir mensalmente para a PREVI, onerando ainda  mais os nossos combalidos bolsos.

E o pior é que mesmo com esse desastre financeiro houve pagamento de REMUNERAÇÃO VARIÁVEL na PREVI em 2014 e 2015.

Algumas pessoas vinculadas à  CHAPA 5 estavam na DIPLA - DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, nesse período.

Seria muito bom que essas  pessoas  esclarecessem se eles receberam REMUNERAÇÃO VARIÁVEL em 2014 e em 2015 também.

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    Esta excreção afrontosa, de pagamento de bônus enquanto o associado tem cortado seu BET e ainda precisa voltar a contribuir, é uma situação que não pode perdurar. Por tal, há necessidade premente de estancar esta sangria de recursos em nosso fundo. Chapas de anos anteriores, vencedoras em 2014 e 2016 nada fizeram para coibir esta discrepância inominável. Por conseguinte faz-se necessário dar um basta na dança da cadeiras.

       
      Estou muito animado com os mesmos aposentados que deram vitória à chapa de Satoru/Faraco na CASSI. O mesmo "Grupo Mais" promete fazer história na PREVI. É a dobradinha com aqueles que disputam cargos não para se locupletarem dos mesmos, senão para dar voz e vez aos aposentados e pensionistas que das vezes anteriores foram enganados pelos que atualmente nos dirigem (os eleitos, bem entendido.)

NÃO RESISTA LULA!

     A tua cela é a melhor de nossas prisões, meu caro. Já disseram que tu não vais ser algemado. Vais ter um tratamento V.I.P. (termo inglês para a frase "Very Important Person" - Pessoa muito importante). Por isso, tu não irás sentir diferença no teu novo habitat. É melhor ser obediente. Cristo foi muito obediente. Cristo é Deus, tu não és. Não te esqueças que o Senhor detesta a arrogância, o humilde encontra graça diante do Altíssimo.
     O Lula não é má pessoa. Fez algumas coisas erradas mas todo mundo faz. Portanto, se fosse possível aconselhar-lhe eu diria que não fosse influenciado por maus advogados, sindicalistas, movimentos que querem vencer a qualquer custo. Causa repulsa o ministro Marco Aurélio Mello querer a todo custo exercer o comando de uma pretensa liberação de um novo "habeas corpus". O que é isso companheiro? No Twitter, o sr. Leandro Ruschel aborda alguns aspectos muito interessantes sobre o tema. É a famosa "presunção INFINITA de inocência!". Mamma mia!!!


quarta-feira, 4 de abril de 2018

CHAPA UM - MAIS UNIÃO NA PREVI


São Paulo (SP), 04 de abril de 2018
À
ANAPLAB – Associação Nacional dos Participantes do Plano PB1


Sr. Presidente,

Muito nos honra dirigirmo-nos à presença de V.Sa, preliminarmente para registrar o mais profundo agradecimento pelo importante apoio dessa Associação à Chapa MAIS UNIÃO – Chapa 4, na eleição da CASSI.
Na eleição para a CASSI rompemos o paradigma de que os aposentados estão sempre acomodados e não costumam participar de pleitos eleitorais das nossas duas importantes Casas: CASSI e PREVI.  Certamente a ANAPLAB teve um papel relevante nessa mudança, os números nos mostraram isso.
A Chapa MAIS UNIÃO,  está presente novamente, desta feita, para o pleito eleitoral pela PREVI, como Chapa 1. Apreciaríamos novamente poder contar com o apoio dessa Instituição à nossa Chapa.
Nesta eleição, talvez poucos tenham se atentado, a PREVI introduziu uma mudança significativa. Introduziu a figura de AETQ como função do Diretor de Planejamento. AETQ significa: Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado. O Banco Central do Brasil definiu as seguintes atribuições para o AETQ: “responsável pela gestão, alocação, supervisão, controle de risco e acompanhamento dos recursos garantidores de seus planos e pela prestação de informações relativas à aplicação desses recursos”, de acordo com a RESOLUÇÃO Nº 4.275, de 31 de outubro 2013. A PREVIC por sua vez, por intermédio da Instrução PREVIC DC no. 6 de 29.05.2017, exige para o AETQ, além de outras a seguinte: Art. 5º, inciso V, parágrafo 1º.  “Para o AETQ, que será indicado dentre os membros da diretoria ­executiva, exigir­-se-­á experiência mínima de três anos na área de investimentos”.
Nem a Comissão Eleitoral da PREVI tinha observado essa exigência da PREVIC. O que confirma essa afirmação é que após a PREVI ter sido alertada pela Chapa MAIS UNIÃO, após a publicação do seu edital, precisou editar  uma nota posterior, confirmando essa exigência da PREVIC (http://www.previ.com.br/menu-auxiliar/noticias-e-publicacoes/noticias/detalhes-da-noticia/voce-sabe-o-que-e-aetq.htm ). Ora, então corríamos o risco de elegermos uma chapa e o Diretor de Planejamento não se habilitar perante a PREVIC por falta de comprovação da sua experiência mínima de 3 anos na área de investimentos? A resposta é simples: SIM.
Para atender a essa nova exigência, a Chapa MAIS UNIÃO, escolheu como candidato à DIPLA, o mais qualificado profissional para cuidar dos nossos ativos. Estamos falando de R$ 160 bilhões de reais, de um plano maduro e em fase de desinvestimento. Qualquer movimento inadequado nesse cenário, uma variação mínima poderá acarretar perdas extraordinárias.
Escolhemos para a DIPLA, o nosso colega Arnaldo Vollet que foi Gerente da GEROF por muitos anos, com resultados significativos durante a sua gestão e posteriormente Diretor da BBDTVM, maior DTVM da América Latina, experiência no mercado privado na área de investimentos e cotado recentemente a assumir Vice Presidência da CEF.  Para a Diretoria de Administração o nosso indicado é o Ítalo Lazzarotti Jr, atual Gerente Executivo da área de Controles Internos do BB em São Paulo, que tem sob sua jurisdição quase a metade do Brasil.
Com total isenção, que sempre norteiam as ações dessa Associação, pedimos que analisem os currículos dos demais candidatos à DIPLA.
Demais candidatos a outros cargos em disputa, são igualmente bem qualificados, cujos currículos já foram amplamente distribuídos nas redes sociais.
Essas são algumas das razões pelas quais a CHAPA 1 - MAIS UNIÃO, comparece à presença de V.Sa., solicitando novamente o importante apoio que outrora recebemos dessa Instituição.

Milton Murakami
Coordenador da Campanha
MAIS UNIÃO – Chapa 1