Dentre os poderes constituídos o Supremo Tribunal Federal, mesmo sem o voto popular (democrático) assume o comando executório no país. O poder Executivo e o Legislativo são meros coadjuvantes submissos ao STF.
Alcolumbre esteve por diversas vezes em condição de colocar em votação o impeachment de Moraes. Preferiu impedir este procedimento necessário por razões que todos sabem. Agora vê-se na berlinda na CPMI que investiga o caso Master. Uma hora a casa cai, não dá para servir a dois senhores ao mesmo tempo.
No Supremo temos os mais experientes: Gilmar está no topo. Depois vem Moraes e Dias Tofolli como executores; Tofolli na limpeza do caso Master, Alexandre na tarefa que todos sabemos de cor e salteado. Os demais estão apenas para cumprir tabela.
No vídeo abaixo, o advogado André Marsíglia traça um esboço do atual quadro político que rivaliza o poder na capital do Brasil. Se o nome do Brasil deriva do pau cor de brasa na origem do nome, podemos afirmar que a situação é como brasa ardente. O pau está comendo e o fogo parece sem fim. Que inferno hein?
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