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sexta-feira, 30 de outubro de 2026

CASSI - VOCÊ TOPA PAGAR 915 MILHÕES? ELES PARCELAM EM DEZOITO VEZES

 Sou Cassi

A Comissão de Negociação que integra todas as entidades representativas do funcionalismo do Banco do Brasil obteve avanços na rodada de negociação com o banco, realizada nesta quinta-feira 29, visando um acordo que resolva a situação financeira da Cassi e garanta a sustentabilidade a longo prazo do Plano de Associados.

Após 11 rodadas de negociação, o Banco do Brasil apresentou uma proposta de aporte extraordinário de R$ 2,288 bilhões, comprometendo-se a assumir 60% desse montante, o equivalente a aproximadamente R$ 1,373 bilhão. Os 40% restantes, correspondentes a R$ 915 milhões, seriam de responsabilidade dos titulares do Plano de Associados.

A proposta será submetida à apreciação do corpo social em consulta nacional prevista para ocorrer entre os dias 18 e 25 de novembro de 2026.

A Comissão de negociação (composta pela Cassi, pela Contraf-CUT, pela Anabb, pelas entidades dos aposentados AAFBB e pela AFABB) considera que a proposta representa um passo importante para enfrentar as necessidades financeiras da Cassi e criar condições para a continuidade das discussões sobre um novo modelo de custeio, capaz de assegurar sua sustentabilidade no longo prazo.

Avanço resulta da mobilização e da ação das entidades

Para Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, o avanço é resultado da mobilização e da atuação das entidades representativas na mesa de negociação. “Conseguimos avançar em um ponto fundamental, que é a participação do Banco do Brasil na recomposição das reservas da Cassi. A proposta de o banco assumir 60% do aporte representa um compromisso importante, mas também é resultado da pressão e da atuação das entidades, que estão defendendo os interesses dos associados e a preservação da nossa Caixa de Assistência”, destaca.

A proposta inicial do BB previa que a parcela de responsabilidade dos associados fosse distribuída em 13 meses, a partir de dezembro de 2026. Nesse formato, a contribuição extraordinária seria de 2% sobre o valor da remuneração.

Preocupadas com o impacto dessa cobrança sobre o orçamento das famílias, as entidades representativas do funcionalismo defenderam a ampliação do prazo de pagamento para 18 meses.

Após a suspensão temporária da reunião para avaliação da reivindicação, o Banco do Brasil concordou com a proposta apresentada pelas entidades.

Com a alteração, o acréscimo mensal passa para 1,28 % sobre o valor da remuneração, reduzindo o impacto imediato sobre o orçamento dos associados. “Essa redução é muito importante para os funcionários da ativa, aposentados e pensionistas. Sabemos que qualquer contribuição adicional pesa no orçamento das famílias. Por isso, defendemos desde o início que o pagamento fosse distribuído em um prazo maior. A ampliação para 18 meses diminui o impacto mensal e demonstra a importância de uma negociação firme e comprometida com os associados”, afirma Fernanda.

O resultado demonstra a importância do diálogo e da atuação conjunta das entidades na defesa dos interesses do funcionalismo.

Aporte emergencial não substitui solução definitiva

Durante as negociações, os representantes das entidades ressaltaram que a recomposição das reservas é uma medida necessária e urgente, mas não pode ser confundida com uma solução definitiva para os desafios financeiros da Cassi.

Foi reconhecido o esforço da administração da Cassi na gestão dos recursos disponíveis, permitindo que a instituição mantivesse suas atividades e obrigações até o momento.

Entretanto, a sustentabilidade da Cassi exige mais do que medidas extraordinárias. Para os representantes dos associados e associadas, é indispensável avançar na construção de um modelo de custeio equilibrado, duradouro e capaz de acompanhar a evolução das despesas assistenciais, preservando a qualidade do atendimento e a capacidade contributiva dos associados.

“Não podemos tratar esse aporte como uma solução definitiva. Ele é necessário para recompor as reservas e garantir a continuidade da assistência, mas precisamos avançar na discussão de um modelo de custeio sustentável. A Cassi é um patrimônio dos funcionários do Banco do Brasil e precisa de condições para continuar oferecendo atendimento de qualidade, tanto para quem está na ativa quanto para aposentados e pensionistas”, ressalta a coordenadora da Comissão de Empresa.

Nesse sentido, ficou estabelecido que, caso a proposta de aporte seja aprovada, será instalada no início de dezembro uma comissão encarregada de discutir os critérios e princípios de um novo estatuto.

A previsão é que os trabalhos sejam concluídos até o final do primeiro semestre de 2027, quando a proposta deverá ser submetida à deliberação do corpo social.

Associados terão a palavra final

A proposta negociada ainda depende da aprovação dos associados da Cassi. A Caixa de Assistência disponibilizará um simulador para que cada associado possa consultar o valor de sua contribuição durante o período do aporte extraordinário.

A consulta ao corpo social está prevista para ocorrer entre os dias 18 e 25 de novembro de 2026. Antes disso, deverá ser firmado um memorando de entendimento formalizando os critérios negociados.

Se aprovada, a contribuição extraordinária dos associados terá início em dezembro de 2026, com pagamento distribuído em 18 meses.

Já a parcela de responsabilidade do Banco do Brasil será aportada em duas etapas, previstas para dezembro de 2026 e janeiro de 2027. “A decisão final é dos associados, que precisam ter todas as informações para avaliar a proposta. Nosso papel é garantir transparência, esclarecer os impactos e continuar acompanhando as negociações. A luta não termina com a aprovação do aporte: precisamos assegurar um modelo de custeio que preserve a Cassi e o direito à assistência à saúde de todos os seus associados”, conclui Fernanda Lopes.

(Com informações da Contraf-CUT)

UM JUDICIÁRIO PERNICIOSO E VICIADO

 

     Existe um princípio básico que se aprende no primeiro dia de aula de Direito Penal: O Estado é quem tem que comprovar a culpa do réu; não o contrário. E o que ocorre hoje é que o Estado faz acusações, na maioria levianas e infundadas e você tem que provar que é inocente. Mamma Mia!!!

     A acusação do STF contra o candidato derrotado é de que ele seria sócio oculto de Willer Tomaz, um empresário. Ora, o Banco Santander através de termo escrito declara que Flávio Bolsonaro nunca foi sócio da conta Master  da empresa de Willer Tomaz. Ou seja, sem processo algum e com acusação desmentida, o ministro Moraes ordenou a apreensão de passaporte e (ninguém duvide) a consequente prisão do acusado, caso não tivesse conseguido fugir para os Estados Unidos. 

      Mesmo numa inversão de papeis, restou provado que o acusador (Judiciário) fez acusação sem fundamento, isto é, leviana e portanto reprovável. E agora? 

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

NÃO HÁ VENCEDOR, HÁ PERDEDORES

 

    Não há motivo algum para comemorar. Com todo este imbróglio de uma ingerência indevida feita por ministro do STF para salvar alguns de seus pares e o próprio reeleito. O cenário econômico já desandou. Mais uns meses e o subsídio ao diesel vai ser retirado, caso contrário gerará muito prejuízo a Petrobras e ao país. Quem ainda não percebeu a gravidade está, ou muito otimista ou descolado da realidade. Isso somente no lado econômico, sem falar dos absurdos de perseguição política a que assistimos.

     O Brasil é tão rico em recursos naturais, é celeiro do mundo, tem água em abundância etc. Precisamos de bons gestores para colocá-lo nos trilhos. Entretanto, estamos vendo uma debandada de empresas para países vizinhos com previsão de aumento no desemprego. E agora José? 

terça-feira, 27 de outubro de 2026

GUERRA ESPIRITUAL E JUÍZO DE DEUS


     Pastor Antonio Júnior é um dos maiores pregadores evangélicos do Brasil. Seu canal no Youtube possui mais de dezesseis milhões de seguidores. Neste vídeo revelador ele aborda sonhos e visões proféticas de causar arrepios pela tremenda coincidência de acontecimentos políticos atuais no Brasil. Ele nos mostra que o julgamento começará pelo povo de Deus, que detêm o conhecimento das revelações divinas. Vale a pena assistir com interesse fraternal. E ele não faz distinção entre um lado político e outro. Cabe a nós leitores e ouvintes discernir qual dos lados está agindo em conformidade com a Palavra de Deus. Parafraseando uma passagem bíblica que diz: "A quem muito é dado, muito será cobrado!" Lc 12:48

JÁ VI ESSE FILME ANTES

     O que estamos presenciando em solo pátrio já o vimos ocorrer em países vizinhos. Venezuela o mais recente. Precisou uma intervenção estrangeira para conter a bagunça por lá. Maduro permitiu a contabilização paralela e ficou sem saída perante países democráticos da América e Europa. Aqui sequer permitiram fiscalização externa alegando "soberania nacional". Hoje sabemos o que representava esta pretensa soberania. Nada mais que um conluio entre esquerda comunista e seus asseclas no supremo tribunal federal contra os propósitos democráticos da direita.

E horas após a jogada de Zanin, que nada tem a ver com o TSE, ao canetear uma extensão na votação inconcebível aos mais elementares princípios democráticos, outro juiz do STF colocou os desejos do ditador Lula em prática, apreendendo o passaporte do concorrente à chapa fraudadora, digo, vencedora e caso este não tivesse fugido acabaria fatalmente preso.

     Por que isso, companheiros? Não ficaram contentes com as urnas amigas que deram milagrosamente uma vitória esmagadora ao ditador? Precisava mandar a PF de Lule atrás do perdedor para reter-lhe o passaporte e prendê-lo? Que coisa feia Lula. Você vai ter que prestar contas de seus atos, assim como seus indicados de STF, lá em cima, no Tribunal de Cristo. Ou se esquecem que a vida é bem maior do que 80 - 90 anos passados na terra? Lembrem-se das Escrituras: "De que vale ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder a sua alma?" Mt 16:26 e Mc 8:36 

      O PT afirmara com Lula e antes com Dilma que faria acordo até com o diabo para ganhar as eleições. Parece que o príncipe das trevas deu uma maozinha de fato, tendo em conta que o mundo jaz no Maligno. 


 

domingo, 25 de outubro de 2026

SISTEMA (STF) VENCEU NA PRORROGAÇÃO


      Não podemos deixar nosso coração se abater, tudo o que o povo podia fazer, fez. Agora, deixemos nas mãos do Senhor dos Exércitos, o Todo Poderoso que agirá no tempo oportuno. Quem sabe não foi mais uma provação que Deus nos colocou para melhorarmos cada dia mais?

sábado, 24 de outubro de 2026

HAJA ENGOV, DRAMIN OU SAL DE FRUTA


     Quem é Luiz Edson Fachin? É o atual presidente do Supremo Tribunal Federal. Tem fama de calmo e ponderado, todavia incapaz de dar um soco na mesa para restabelecer qualquer divergência. É facilmente dominado por seus pares mais "indisciplinados" do tipo Mendes ou Dino. Tem medo de enfrentar situações complexas.

    Prefiro falar sobre a nossa Previ, caso contrário, serei obrigado a ingerir antieméticos, com certeza. O novo limite do ES que deverá ser revelado em novembro, pela inflação galopante no período, deverá ser de R$330 mil reais. Qualquer centavo abaixo disso, colocarei a boca no trombone em sinal de protesto. Se fosse eu na Diseg já propunha R$ 350 mil para durar mais um ano posto que a inflação deve permanecer alta ou mesmo disparar nos próximos meses. O meu amigo Cláudio poderia usar o "Fale Conosco" do Autoatendimento do site da Previ para explanar ao diretor Wagner Nascimento da Seguridade o gol de placa que seria um aumento substancial na oferta de crédito de nosso fundo.

      O desafio está lançado. Como diria o Medeiros: "Alea Jacta est"!