A jogatina legalizada, as famosas "Bets" (bet significa aposta ou o verbo apostar) estão transformando o nosso país num imenso cassino a céu aberto, endividando milhares de famílias das classes menos favorecidas a níveis jamais vistos. O nosso governo, ou a falta dele, aproveitou a fome por novos impostos (estamos atingindo sucessivos recordes na arrecadação) e concedeu liberdade plena (mas não aos presos pelo golpe de estado do dia 08.01, NÃAAAOOO") às entidades que manipulam apostas esportivas veiculadas na mídia toda, incluídas as redes sociais, enchendo os cofres do Estado democrático de direito e esvaziando os bolsos do coitados brasileiros de menor poder aquisitivo.
O vídeo do Ben Zruel, um economista judeu radicado aqui que fala de um jeito todo peculiar, explana toda a mazela e culpa totalmente o Estado Brasileiro por isto estar ocorrendo "in Brazil".
Porventura, algum nobre leitor teria uma solução ideal para o caso? Ou será melhor deixar nas mãos do Paulo Guedes? Quem sabe fazer apostas somente nos postos Ipiranga que substituiriam as apostas no jogo do bicho. Aliás, quem aí ainda faz sua "fezinha" no veado, na vaca ou no avestruz?😁😂😃
2 comentários:
Professor, as apostas esportivas vêm causando sérios impactos sociais, especialmente entre as famílias de menor renda, com aumento do endividamento e comprometimento da renda familiar. Embora a regulamentação tenha sido apresentada como forma de controlar o setor e arrecadar impostos, o governo não adotou medidas suficientes para proteger a população dos riscos do vício em jogos. É preciso maior responsabilidade do poder público, com fiscalização rigorosa, limites à publicidade e políticas efetivas de prevenção, para que a busca por arrecadação não se sobreponha ao bem-estar das famílias brasileiras.
Boa parte dos benefícios sociais está na mira da desgraça das drogas e das jogatinas. Enquanto a sanha arrecadatória dos cofres públicos fomenta os penduricalhos dos cargos do antro de sinecuras, as vítimas sofrem as consequências sociais de um cassino relativizado ao arrepio da lei.
Postar um comentário