quarta-feira, 29 de abril de 2020

BEM-AVENTURADO AQUELE QUE CRÊ

Em lágrimas, idosa de 92 anos relata experiência com Deus: “Ele me abraçou”

Um vídeo emocionante mostra Esther Pereira, 92 anos, contando que Jesus apareceu e a abraçou enquanto estava orando.

fonte: Guiame
Atualizado: Quarta-feira, 15 Abril de 2020 as 10:29
Vídeo emocionante mostra Esther Pereira contando que Jesus apareceu e a abraçou enquanto orava. (Foto: Reprodução/Facebook)
Vídeo emocionante mostra Esther Pereira contando que Jesus apareceu e a abraçou enquanto orava. (Foto: Reprodução/Facebook)
A paixão com que uma idosa relata sua experiência com Deus têm emocionado milhares de pessoas nas rede sociais. Em um vídeo gravado por sua neta, Esther Pereira, 92 anos, contou aos familiares que estava orando e Jesus apareceu e a abraçou.
“Ele me abraçou com os dois braços. Jesus é lindo, lindo, não dá para explicar a beleza que envolve Ele, que é uma beleza misturada com poder, com amor, com salvação, com discernimento, com tudo. Então não dá para explicar”, disse a idosa em lágrimas, ao lado da filha, Elisabeth Dancuart.

“O que sai de dentro Dele é maravilhoso, o que sai de dentro Dele te alcança. Não se pode comparar a nada”, acrescentou Esther.
“Obrigada Jesus, eu não mereço isso. Mas Ele é muito bom. Ele pega a menorzinha, que não vale nada, e vem e abraça”, completou a idosa, emocionada, que aconselhou: “Peça para Ele te abraçar”.
O vídeo foi publicado no Facebook pela neta de Esther, Sulamita Dancuart, na terça-feira passada (7). Na legenda, ela disse que a avó tem experiências semelhantes a essa com frequência.
“O mais lindo é que Jesus aparece para a vovó com uma certa frequência desde que eu era criança, mas ela sempre fica assim, em êxtase e extremamente grata, sem achar que ela é algo a mais do que qualquer outra pessoa, mas com o entendimento correto do Evangelho que é tudo sobre Ele, sobre quem Ele é e não sobre quem nós somos”, disse Sulamita.
“O Evangelho é vivo!”, a jovem acrescentou. “Não dependemos de religião, de mediadores, nem de templos para nos relacionarmos com Deus! A vovó vive este Evangelho, dentro de casa! Peça para Jesus te abraçar, Ele está aí e te ama, Ele quer te abraçar e Ele não tem pressa de ir embora, Ele nunca te abandona! Ele é apaixonado por você!”
Assista:
                                                    VÍDEO DO YOUTUBE

segunda-feira, 27 de abril de 2020

VOCÊ ACREDITA EM POLÍTICOS PROFISSIONAIS?

   Via de regra os políticos bastante rodados na tradicional democracia brasileira não são dignos de crédito. Nem preciso elencar nomes, pois vocês já os conhecem sobejamente. Nossa política é ficha suja pois além de não ajudarem o povo, pensam apenas em seus próprios umbigos. Exemplos são dados aos montes, não enxerga quem não quer ver. No STF, com raras exceções, o quadro é o mesmo. Nada de novo estou revelando, mas vale lembrar que há mais de dois mil anos os judeus crucificaram quem somente pregava o amor e a caridade entre irmãos. Claro, sem comparação mas os insensatos preferem quase sempre os malvados, outrora com Barrabás, hoje com os enganadores de sempre.
     Só peço que busquem as coisas do alto, que não se percam em assuntos humanos. O Criador está acima de qualquer criatura. A vida plena e abundante não dura 70/80/90 anos. Tem essa duração a acirrada disputa aqui em nosso planeta. Com que finalidade? Para perder a vida eterna? Se cada um de nós conhecesse a verdade revelada por Deus (o Deus de Abraão, Isaque e Jacó) estaríamos todos libertos. Mas a maioria esmagadora prefere as trevas do que a luz. Piedade Senhor!

sábado, 25 de abril de 2020

DEMOCRACIA NO BRASIL?

    Um presidente eleito com 56% dos eleitores brasileiros simplesmente não pode governar porque outros poderes querem tomar conta do Executivo.
    Desde a campanha eleitoral a emissora de televisão lançou feroz campanha contra na base do "Ele não". Essa emissora recebia muita verba do poder central (ou seja, dinheiro público). É uma entidade que deve bilhões em impostos ao governo (ou seja, ao contribuinte) e que só tem um objetivo: derrubar o governo. O congresso nacional, em suas duas casas, seus dois presidentes se arvoram o direito de boicotar o poder Executivo. Deixam caducar MPs, como a que dava o 13º salário aos que recebem o Bolsa Família, tudo para não dar aval a uma possível reeleição do presidente.
    Agora vem o golpe fatal contra a maioria do povo: o pedido de impeachment. Moro já não vinha agindo como ministro nomeado pela presidência. Jamais mandou apurar quem foram os mandantes de Adélio Bispo (autor da facada). Não trabalhava em sintonia com a presidência. Parecia um estranho no ninho. Pelas acusações feitas ao presidente parecia mesmo um inimigo do governo. Ora, o presidente tem o direito constitucional de demitir quem quer que seja, independente de acordos prévios. Quem é dirigente exige lealdade de seus subordinados.
     O discurso do ódio parece que cabe bem a quem o acusa. Como diz o ditado da esquerda: "Acuse daquilo que você faz ou é"; uma mentira repetida mil vezes vira verdade.
A verdade é que os que dominam o mundo estão se aliando aos nossos aproveitadores e certamente vão conseguir dominar a nossa pátria. A democracia só tem valor se essas pessoas estiverem no comando. É o que se pode deduzir. Estão contra Bolsonaro: STF, Congresso Nacional, OAB, muitos governadores, alguns dos quais eleitos pela associação com Bolsonaro caso de João Dória Jr.
    É muito triste o que estão fazendo com nosso país. Estão saqueando as nossas reservas. A China vai comprar quase tudo aqui dentro. Vocês verão depois desse colapso pandêmico criado pelo dragão vermelho. E sairão como salvadores da pátria.
Pobre povo brasileiro.

                             Seu Mizuka

quinta-feira, 23 de abril de 2020

SOLTANDO AS AMARRAS E MÃOS À OBRA!

BEM-VINDO AO “PRÓ-BRASIL”, SEM AMARRAS!
Aristophanes Pereira       
       Vejo com entusiasmo e certo sentimento de coparticipação o anúncio, ontem(22/4), pelo Governo – ainda em linhas gerais – de um “programa de avanço do desenvolvimento do país para o período pós-pandemia”, batizado, oficialmente, de PRÓ-BRASIL e que abrangeria um período de 10 anos, com investimentos da ordem de 300 bilhões de reais(menos de US$60 bilhões, uma ninharia, “troco de americano”).

       O entusiasmo e pronta solidariedade que dou ao PRO-BRASIL decorrem do fato de vir defendendo há bastante tempo, em modestos escritos, o que tenho denominado de projeto de construção nacional. Tal projeto teria características pouco ortodoxas, e suas três maiores diretrizes apontariam para:

  1. a valorização e construção de uma infraestrutura social, condizentes com as enormes carências das populações marginalizadas(habitação condigna, requalificação de favelas, edificações escolares, aprimoramento do SUS, transportes urbanos, rede logística nacional);
  2. correção dos graves desequilíbrios regionais, pelo incentivo e direcionamento na localização de projetos estruturantes(privados) e estímulos às pequenas e médias empresas, em posições viáveis e estratégicas, na combinação com estados e municípios e
  3. outras iniciativas de ocupação de “ociosidades(humanas e materiais)”, promoção de inovações, realocação de instrumentos antiquados para áreas de avançadas tecnologias e de maior produtividade.

       Tal projeto, impulsionado por um ESTADO INDUTOR, seria financiado por fontes de RECURSOS PÚBLICOS E PRIVADOS, conforme as peculiaridades dos empreendimentos, sendo OS RECURSOS PÚBLICOS delimitados, NÃO POR RÍGIDAS REGRAS ORÇAMENTÁRIAS, com tetos intransponíveis e cacoetes fiscais impeditivos, MAS PELAS ACOMODAÇÕES AO PRINCIPIO MAIOR DA MODERNA TEORIA MONETÁRIA(MMT), na expansão de nossa própria moeda fiduciária(Real). Necessariamente, controles seriam exercidos, sob a batuta do Banco Central do Brasil, o nosso “Fed”: controle rigoroso da inflação, taxa de juros próximas de zero, equilíbrio cambial e reservas externas.

       Anunciado ontem(22/4), pelo GABINETE GESTOR DA CRISE, comandado pelo Ministro da Casa Civil, o militar Gen. Braga Neto, o PRÓ-BRASIL, que não contou com o entusiasmo da Equipe Econômica do Super Ministro da Economia Paulo Guedes(bom de prosa), já amanheceu, HOJE(23/4), bombardeado pelos ortodoxos da velha, imutável e vigente política monetária e fiscal, pedindo freios de gastos, contenções e costumeiras alegações, para não fazer nada, em nome de um inútil equilíbrio das contas públicas. OK! Então digam o que esse bom comportamento de suspeitas doutrinas exógenas antiquadas(Faça o que eu digo, mas não faça o que faço) ofereceu de bons resultados, no crescimento do Brasil, nesses últimos 30 anos(exceto por bons empurrões da economia global), sob uma Constituição Cidadã, também travada!!!
       SENHORES! O BRASIL – federação consolidada, fantástico país de riquezas naturais, população descontraída, diversidades, e amplos espaços para crescimento sustentável – está, PARADOXALMENTE,  com a “língua de fora”, com 70 milhões(1/3 da população) de desempregados, informais, “cadunicos”, MEI’s e “sem teto”, descrentes e  revoltados. Quando “esse povo”(sim, esse é o legitimo povo) sair do Covid19, com uma nova visão do mundo, vai querer – juntamente com os restantes 140 milhões, também descrentes e revoltados, respostas e soluções concretas e objetivas.
JÁ ESTAMOS NO PIOR DOS MUNDOS! SOLTEM AS AMARRAS E MÃOS A OBRA, com discernimento, tolerância de coalizão e competências.



Foto do Autor(anexa): Onde mora o povo do “auxilio de R$600,00”!

terça-feira, 21 de abril de 2020

PROJETO DE ÂMBITO NACIONAL

É A MODERNA TEORIA MONETÁRIA, ESTÚPIDO!
Aristophanes Pereira
             
PARTE I - ANTECEDENTES
         O nevoeiro, com nuvens carregadas de desentendimento, desunião,  incompreensão e asneiras, está tão denso, no Brasil de hoje, que, para usar uma velha expressão, “dá pra cortar de faca”. Na verdade, não é só de hoje. Vinha se formando há muito tempo. Agravou-se, com a chegada dos ventos doentios da pandemia do Covid-19. Ai embaralhou tudo!
         Para sairmos bem dessa situação insuportável, devemos ter discernimento, tolerância de coalizão e competências, com o que poderemos “transformar o limão em saborosa limonada”. É difícil?! É, mas é factível.
         Pelo poder do discernimento, devemos assumir – patrioticamente, sem sectarismo – que chegamos ao ponto limite do nosso equilíbrio institucional, em prejuízo da governabilidade. Qualquer passo em falso pode derrubar o edifício, em equilíbrio instável. Portanto, a solução de sustentação e de reversão para a estabilidade impõe uma coalizão das forças mais expressivas. O pequeno e sábio Israel acaba de chegar a esse entendimento, bem como a amadurecida Inglaterra do Brexit. Depois, virá o aproveitamento e aprimoramento das competências disponíveis, para a formulação de um projeto diversificado de novas construções. Não disse reconstrução!
         Tenho falado, com certa insistência sobre esse tema, e volto, buscando, aqui, melhor clarear a questão. No plano político-institucional, começamos com o impeachment da presidenta, quase nos afundamos no mar revolto de um governo transitório, debilitado e poluído pelos detritos da velha corrupção sistêmica. A eleição democrática de um novo governo não se deu pela via de programas e projetos para o desenvolvimento nacional, mas pela emoção momentânea, causada por um candidato pitoresco, tosco e vitimado, porém claramente devotado ao banimento da ideologia corrupto-destrutiva do aparelhado comuno-petismo. Nas circunstâncias, foi o possível.
         Infelizmente, em vez de resolvermos os problemas pretéritos, arranjamos mais um, dissimulado pelos exaltados cantos da vitória, pelas manifestações de grupos divisionistas e, principalmente, pela expectativa frustrada de um projeto de desenvolvimento nacional consistente.
         De lá para cá, perdemos tempo precioso, tentando implantar – em meio àquelas nuvens de desentendimento, desunião, incompreensão e asneiras – reformas velhas, que enferrujaram nos armários legislativos, ficaram desatualizadas e incompatíveis com o novo mundo que a doença do Covid-19 viria revelar.

PARTE II – O QUE FAZER
         Ainda assim, há esperança de se fazer a limonada, porque há frutos, em novos ramos, maduros e proveitosos. Tais frutos desabrocharam pelas mudanças heroicas e críticas que fomos capazes de exercitar, no enfrentamento da crise pandêmica, e que evidenciaram amplas possibilidades de se tornarem mutações permanentes. Há toda uma nação ainda capaz de reagir.
         Vicejou, também, o entendimento de que velhos paradigmas podem e devem ser quebrados, e desenvolvidos novos modelos. Uns de eficácia já comprovada, no enfrentamento da crise de saúde, que transbordou para os planos  social e econômico,  e outros, como rebentos indisciplinados, que se rebelaram contra o status quo antes vigente. Há um pais capaz de construir.
         Em síntese, se alguém estranhasse o que poderia animar esse novo ambiente de construções, eu me arriscaria, pra responder, a adaptar aquela resposta de James Carville, ao explicar a surpreendente vitória do matuto Bill Clinton sobre  Bush, com o pais em recessão: “É a moderna teoria monetária, estúpido”!
         Sim, existe uma Moderna Teoria Monetária(MMT,no original em Inglês), todavia rechaçada por 99, dentre 100, acreditados economistas das diversas escolas, mundo afora. Alguns sequer querem saber de que se trata!
         Eu, apesar de não ser um especialista nos saberes da ciência(sic)  econômica, tenho algumas leituras e vivências, como bancário e engenheiro de projetos econômicos. Sempre estranhei o abandono pelos Estados Unidos da América do chamado “padrão ouro”, em 1971. Proclamou, então, unilateralmente, que o seu dólar não seria mais conversível em ouro, e passou a imprimi-lo sem lastro, apoiado na pujança da nação e na preferência dos países por uma moeda de reserva global, ampla e alegremente aceita.
         Hoje, entendo que estava, na prática, lançando há meio século o pilar fundamental da Modern Monetary Theory(MMT), cujo teorema principal estabelece:

Um país com sua própria moeda fiduciária, (como o Real do Brasil), não precise se preocupar com o acumulo de sua dívida, vez que sempre pode imprimir mais dinheiro para pagar suas despesas.

         Este revolucionário postulado da MMT é complementado por alguns importantes corolários, como a severa disciplina no controle da inflação; uma saudável recomendação para gastar em empreendimentos produtivos, além de juros baixos e outros procedimentos nas áreas fiscal e cambial, que não cabe aqui alongar.
         Desconfio que o vírus dessa Moderna Teoria Monetária(MMT) já está circulando em muitos ambientes acadêmicos e, até, em centros de decisões econômicas. Um dos pais do Plano Real, André Lara Rezende, enaltece a teoria no seu recente livro "SENSO E CONTRASSENSO: POR UMA ECONOMIA NÃO DOGMÁTICA" (Portfolio-Penguin), O acreditado economista Roberto Macedo, em recente coletânea de artigos, no “Estadão”, tem defendido a prática do “Quantitative Easing(QE)”, que traduz como “afrouxamento monetário”, e pode ser um parente próximo da MMT. Também, o Banco Central do Brasil, sob a batuta de Roberto Campos Neto(excelente linhagem) já derrubou, de forma inédita, a inexpugnável taxa básica de juros, controla a inflação, administra com dosagens equilibradas o câmbio e, mais recentemente, despejou dinheiro nos bancos, liberando bilhões do antes amealhado “depósito compulsório”. Por fim, a própria freada das atividades econômicas, por força do confinamento social, no mundo e aqui, mostrou que é possível e necessário botar dinheiro vivo no mercado, aos trilhões, abrindo as casas-da-moeda dos Governos, inclusive o brasileiro, com seu “Orçamento de Guerra”.
         Creio que o Brasil, com uma economia de grande porte e diversificada –  no agronegócio, nas indústrias e nos serviços – mas padecendo ociosidades, obsoletismos e recessão, com desemprego perturbador e anseios sociais inadiáveis, carece, urgentemente de uma sacolejada vigorosa, sob a égide de um projeto de âmbito nacional, coerente e integrado, como temos sugerido em artigos anteriores, e voltaremos e explicitar num próximo encontro.
         Nada disso terá factibilidade se persistirem as nuvens de desentendimento, desunião, incompreensão e asneiras.

Jaboatão dos Guararapes(PE), 21 de abril de 2020


PS. Dedico este escrito à memória de Tiradentes, rebelado contra a política monetária e fiscal do Colonizador. (Imagem:Crédito do DNOCS, no Google)

ENTRE A CRUZ E A ESPADA


       Não há mais volta. Vai acontecer como os globalistas desejam. O cidadão de qualquer país vai perder sua liberdade. Ou já perdeu e nem está ciente disso.
      Essa pandemia não tem o escopo de salvar vidas. Por acaso nos livramos do vírus com o isolamento? A mídia insiste nisso porque está sendo monetizada pelos senhores do mundo. O plano é que haja um "alívio" somente lá por setembro. Então, até lá, as atuais empresas independentes estarão falidas. A maioria de nós estará falida. No vídeo acima da brasileira Débora G. Barbosa, que fala com conhecimento de causa, a situação está muito clara. Assista-o e tire suas próprias conclusões. O presidente do Brasil será o primeiro a ser abatido porque ele não faz o jogo do sistema da escravidão.
     Dói muito ver tantos irmãos indo como boiada ao abatedouro. Entrando pela porta larga e espaçosa que conduz à perdição. Quem ainda não percebeu que volte, faça um exame de consciência com Deus. Que procure urgente a porta estreita que conduz à vida, que pratique a caridade sem limites, que venda seus bens e reparta aos necessitados. Sem renúncia às coisas terrenas não podemos seguir o Salvador, Filho de Deus, que deu a Sua vida por nós, provando que prova de amor maior não há.
                                              VÍDEO CASEIRO ATUAL DO PADRE ZEZINHO, SCJ.
  

sexta-feira, 17 de abril de 2020

UM OLHAR OTIMISTA

UM PROJETO PARA O DIA SEGUINTE
Aristophanes Pereira
         São frequentes e numerosas as avaliações e opiniões sobre o que se passa com o Brasil. Uns fazem estudos aprofundados e análises abrangentes. Outros, mais superficiais, individuais, na linha do “achismo”. Entre Pessimistas e Otimistas, o resultado é desanimador: Algo como “aquele 7x1”, a favor dos Pessimistas.
         Particularizando, na atual temporada, continuo no time dos Otimistas. É distorção crônica, adquirida nas primeiras décadas do século passado. Afinal, não dá pra ser Pessimista, quem começou num vilarejo do alto sertão da antiga Parahyba do Norte, bebeu agua de pote de barro, sem vacinas simples ou tríplices, enfrentou distâncias, escuridões, guerras quentes e frias, anos plúmbeos e dezenas de alegres carnavais. E está vivo, mexendo, pra contar a “história”, e estudar as “21 lições para o século 21”, do celebrado professor Yuval Noah Harari.
         Por isso, vejo a tempestade provocada, em todo o planeta, pela pandemia do vírus chinês(gostem, ou não, ele nasceu lá, em Wuhan) com  cauteloso realismo, nos planos comunitário e pessoal. Mas não é o fim do mundo! Será, certamente, sob múltiplos aspectos, um notável ponto de inflexão, na alongada curva da humanidade, caracterizada por muitos “V”, com descidas e subidas.
         Confesso, entretanto, que meu otimismo vacila, ao ver desencontros, incompreensões e distorções, no enfrentamento objetivo de um inimigo comum, tanto no mundo, como aqui, no Brasil. Já externei, modestamente, opiniões sobre o assunto, em artigo sob o título AS DUAS PÓLVORAS CHINESAS(12/3/20), quando anotei o aconselhamento:A sensatez, neste grave momento de verdadeira guerra, deveria nos levar à pronta montagem de um equilibrado “Estado Maior” multidisciplinar, para assessoramento e enfrentamento integral e coerente das ações e políticas públicas”. De forma mais explícita, quis dizer que, para enfrentamento do inimigo, em estado de guerra cruenta, se impõe, união de comando e inteligência,  na avaliação do arsenal disponível, para  formulação das ações estratégicas  e políticas públicas, aplicáveis, em cada tempo e espaço, sem descuidar da permanente ponderação da relação custo/benefício.
            Agora, quando ainda estamos juntando os cacos da inglória Batalha de Verthori (*), ainda cultivo uma visão otimista deste crucial momento. Em meio ao desespero de tantos outros países, não estamos vivendo o pior dos mundos. O Brasil é, sabidamente, um país único, diferente de tantos outros, continental, união federativa, regiões distintas, altas e baixas densidades populacionais, espontânea miscigenação horizontal, profundas diferenças de renda e de níveis culturais, e regido por uma constituição soberana, porém utópica e ineficiente para tempos de guerra.
         Esse desastre pandêmico do Covid-19, como tantos outros, teve começo, está no meio e terá fim. Todavia, além das sentidas mortes, tirou a roupa de muitos reis e mostrou a igualdade, em meio às desigualdades. Já foi dito, até, que este é o real começo do século XXI.
         No Brasil, essa grave evidência deveria nos levar, não só à manutenção do “estado de guerra”, mas, ainda, à urgente elaboração de um “projeto nacional” de novas construções, assentado na quebra de obsoletos paradigmas. Na Saúde, o SUS mostra-se um promissor caminho a ser melhor burilado e ampliado. Na Economia, abandonem-se as escolas estrangeiras(Chicago, Oxford, Sorbonne, Keynes e outras) e as apostilas monetárias e fiscais de venerandas instituições. Não por ideologia, mas para trabalharmos com parâmetros nativos e contemporâneos. O Estado indutor pode ir muito além, no desmanche de freios fiscais e monetárias, motivando e animando o Mercado e seus agentes, para cumprir uma agenda voltada para o social, na construção de habitações dignas, na implantação de sistemas funcionais de transportes urbanos, na integração logística de produtiva malha de transportes e na dispersão inteligente de grandes projetos estruturantes, para equilibrar diferenças regionais. Nada de trens-bala, palácios em Brasília e manutenção de privilégios. Será só o começo – e é muito –  pois o resto cai por gravidade.
(*) Inventei esse neologismo, para fixar na História, com um nome charmoso, de sonoridade italiana, o enfrentamento bizarro, entre os generais Bolsonaro e Mandetta, comandantes  dos exércitos VERTical e HORIzontal.
Jaboatão dos Guararapes, 17/04/2020



                                     Mapa da pandemia, copiado do Google.

MEDIDA PROVISÓRIA 905. FALTA SENADO E SANSÃO PRESIDENCIAL

PONTOS DE INTERESSE APROVADOS NA MP 905
 
  • CONVÊNIO INSS X PREVI
Esse é um dos pontos que estavam sendo trabalhados pela ANABB e representa uma vitória para os associados e funcionários do Banco do Brasil. Foi mantida a possibilidade do INSS celebrar contratos com entidades fechadas de previdência complementar, conforme emenda incluída pelo deputado Christino Áureo no artigo 117 da Lei nº 8.213/91. Isso significa que os benefícios do INSS poderão continuar tramitando na folha de pagamentos da Previ, sem impactos para os associados. A articulação para incluir essa emenda teve importante participação da ANABB, Previ e Abrapp.
     Veja outros tópicos no seguinte link da Anabb:

quinta-feira, 16 de abril de 2020

CHINA E A BABILÔNIA DE NABUCODONOSOR

      A Babilônia antiga do tempo do famoso rei Nabucodonosor, cuja estátua objeto de um sonho do rei interpretado pelo profeta Daniel, se assemelha fortemente à moderna China de nossos dias.
(BABILÔNIA ERA A CABEÇA DE OURO, OS OUTROS REINOS QUE SE SUCEDERAM ERAM DE PRATA, BRONZE, FERRO E FERRO MISTURADO COM BARRO.)

    Para os estudiosos em escatologia, a cabeça de ouro representava as maravilhas do império babilônico, juntamente com a vontade do rei em ser adorado como um deus. A Bíblia nos revela que no tempo final surgirá um Anticristo que se "assentará no trono de Deus querendo parecer Deus" (2Ts2:4). E o Apocalipse capítulo 13 as duas bestas que surgirão uma da terra e outra do mar, as quais farão grandes prodígios a ponto de enganar até os próprios eleitos; e por causa destes os dias do fim serão abreviados, se não fossem abreviados, ninguém se salvaria.
    A China, pelo seu avanço tecnológico e progressivo domínio global, certamente será uma das bestas que maravilharão o mundo, levando os homens ao materialismo enganador. Conforme o capítulo 12 de Apocalipse, o diabo, a serpente primitiva, será lançado a terra pois não se achou mais lugar para ele no céu. E tentará de todas as formas seduzir a humanidade, sabendo que pouco tempo lhe resta. No capítulo 13:4 do livro do Apocalipse São João nos diz que  " 4Passaram a adorar o Dragão, o qual tinha transferido autoridade à Besta, então todos também começaram a adorar a Besta, exclamando: “Quem é semelhante à Besta? Quem pode guerrear contra ela?” 
Ora, o dragão representa hoje a China. A besta terá "olhos como homem" que podem representar as milhares de câmeras de vigilância e controle existentes naquele país. Reforça-se a isso a Inteligência Artificial, tecnologia 5G (e 6G), além da extraordinária capacidade de realizar projetos em tempo recorde. Lá, bem recentemente, construíram um hospital para o covid-19, com mil leitos, em apenas dez dias.
    A China não segue Jesus Cristo, tampouco creem no verdadeiro Deus de Abraão, Isaque e Jacó. O corona, nascido lá, consegue fechar igrejas em todo o mundo. Não é deveras assustador? Mas o nosso Deus nos tranquiliza: "Vocês não estão sozinhos nessa luta contra o Mal. Eis que estou convosco até o fim."

quarta-feira, 15 de abril de 2020

BRASILEIROS, ACORDEM!!!


         Vamos deixar de lado conceitos pré-formados, com nítida tendência eleitoreira, num momento tão crucial da vida humana.
            As ações de governadores estão na contramão do desejo popular. Eles se aliaram ao STF, Congresso Nacional (ambas as casas) e à mídia partidária. É necessário tudo isso minha gente? Atitudes truculentas da PM batendo em cidadão (vídeo abaixo) é de dar inveja aos maiores regimes ditatoriais.
   Inacreditável que estejamos vivendo isso hoje.

segunda-feira, 13 de abril de 2020

FELIZ A NAÇÃO CUJO DEUS É O SENHOR

    A nação está sendo arrastada violentamente por pessoas que se autoproclamam os senhores da verdade absoluta. Para não sacrificar o sistema de saúde vale paralisar o ganha pão do brasileiro, tirando do cidadão o seu sagrado direito ao trabalho. Que se tomem todas as medidas preventivas necessárias - ninguém é contra - como máscaras obrigatórias, luvas, distanciamento mínimo, proibição de aglomeração, uso amiúde de higienização etc. No prognóstico mais sombrio, os óbitos no Brasil com a economia em atividade, supostamente atingiriam no pico, previsto para maio e junho, algo como quinze/vinte mil preciosas vidas. Se pararmos para refletir esse número não fica muito além do que ficaria se continuarmos com o isolamento horizontal vigente. Trata-se muito mais de uma questão de conscientização da população sobre as medidas obrigatórias, mas que não confine o cidadão ao reduto do seu lar, fazendo-o por si mesmo um prisioneiro, que não lhe garante a imunidade.
    Outra situação são as diferenças regionais. Curitiba até agora teve menos de 10 mortes pelo covid-19. Santa Catarina, que hoje retornou com seu comércio de rua, está percebendo que seu parque hospitalar, incluindo os hospitais privados, suportam atendimentos para casos mais graves. O mesmo se supõe no Rio Grande do Sul.
    Nota-se uma grande preocupação política intrínseca ao vírus. A mídia procura alarmar mais do que auxiliar os governos afinados com a federação, ao tempo em que elogia aqueles afinados com a Organização Mundial da Saúde a qual é sabidamente controlada pela China. Aliás, esse país de onde partiu toda essa pandemia, teve menos de 4.000 mortos! Lá a imprensa é tão livre que não escondem nada. "Transparência pura". Mamma mia.
    Não sei se o povo brasileiro está percebendo o desejo da Globo, Folha, Data, Estadão etc apoiados por países comunistas em desestabilizar o Brasil, provocar o caos, para em seguida oferecer a solução para uma pandemia por eles (China) criada. Estão marcando o povo como se marca o gado que vai para o abatedouro. A China quer comprar o nosso país porque sabe que é estratégico para o período de fome que se avizinha. Além de ser riquíssimo em minérios. Mas o povo quer é saber de big brother, de novelas, alienando-se da realidade perversa dos que nos querem dominar.
    Quanto à PREVI ela é mais uma vítima do sistema econômico. Lembremo-nos que se a economia vai mal, nosso fundo não pode ir bem porque há pesados investimentos na economia para garantir nossas aposentadorias. Se na época das vacas gordas já contribuíamos com o fundo, que dirá agora na época de vacas magras!
    O quadro está caótico, meus caros, como se diz "o mar não está para peixe". O dragão vermelho de Apocalipse 12 está arrastando tudo. Existe um país muito populoso cujo símbolo é um dragão vermelho. Qual será esse país?
 A CHINA VAI TER PAPEL MUITO IMPORTANTE NA BATALHA FINAL QUE SE APROXIMA. QUEM VIVER VERÁ. A QUEM ELA SE ALIARÁ? COM QUALQUER UM MENOS UM PAÍS CRISTÃO, NÃO ACHAM?

domingo, 12 de abril de 2020

RESUMO DE PÁSCOA

Nessa vida nada é para sempre, muito menos a própria vida.

Melhor que evitar a tormenta é saber atravessá-la.

Jesus Cristo, além de vencer a morte, soube passar por ela como se fosse um portal.

Como paradigma ressuscitou dentre os mortos para a VIDA eterna!

Essa é a mensagem de vida eterna para os que NELE creem!

Feliz Páscoa!

quarta-feira, 8 de abril de 2020

CASSI E ENTIDADES PRECISAM AGIR

   A nossa Caixa de Assistência precisa tomar atitudes proativas nesse tempo de contágio viral. Medidas simples como o fornecimento de máscaras, álcool gel, luvas e outros produtos necessários à proteção dos aposentados e de seus dependentes.
    Como sugestão adquirir uma quantidade significativa de máscaras, algo em torno de um milhão de unidades, cujo preço unitário seria bem baixo em função da quantidade comprada; e distribuir nas unidades de atendimento CASSI presentes em todo o Brasil.
     A ANABB - cujos associados são igualmente membros da CASSI - pode contribuir com ajuda financeira para a Caixa de Assistência, no intuito de auxiliar na despesa de aquisição do material. Seria como utilizar um mês de arrecadação para um fim humanitário. Não faria muita diferença para uma associação que arrecada vultosa soma mensal. Tudo como gasto emergencial em função da situação de calamidade já decretada pelos governos.
    O dado concreto é que os aposentados estão se sentindo um tanto desamparados nesse momento de angústia. Parece que vão abrir um canal de informação e consultas sobre o Covid-19 mas é pouco para a prevenção se os meios que dificultam a entrada do vírus não estiverem à mão. É preciso fazer mais e urgente!
 

terça-feira, 7 de abril de 2020

FREI JESUÍTA DE SÃO PAULO MANDA DURO RECADO À TV GLOBO

                     FREI JORGE DA PAZ FICA REVOLTADO COM O DESRESPEITO DA EMISSORA

    Não é de hoje que a Globo apoia agendas liberais contrárias à fé cristã. Temas como a ideologia de gênero, aborto, homossexualismo são seguidamente defendidos pelo grupo de comunicação de maior audiência no Brasil, com exceção da atualidade onde o mais importante é o aspecto político (queda ou enfraquecimento do atual governo) para o qual a emissora dirige todo o seu arsenal tendo como pano de fundo a pandemia do Covid-19.
    Imaginem a nossa posição de autossuficiência se o dinheiro gasto para sediar a Copa do mundo (2014) bem como as Olimpíadas (2016) tivesse sido canalizado exclusivamente para a saúde no Brasil. Certamente Manaus, em vez da Arena Amazônia, estaria hoje equipado com moderno hospital para atender as vítimas do corona. A China não deu nenhuma atenção ao esporte (futebol) e hoje produz 90% de todo insumo hospitalar do mundo. 
      No carnaval o vírus já circulava entre nós e nenhuma providência foi tomada para suspender o evento. É mais fácil mandar fechar igrejas onde o culto a Deus "não é tão necessário". Mamma mia! 

segunda-feira, 6 de abril de 2020

SENSATEZ E EQUILÍBRIO


    O estimado leitor já percebeu que atualmente no mundo as pessoas parecem morrer exclusivamente do vírus criado e exportado pela China? Parece que ninguém mais morre de câncer, de acidente, infarto, dengue, por arma de fogo, ou mesmo morte natural. 
   Longe de mim liberar geral. Cuidados especiais temos que ter. A higiene é a principal. Proteção nunca é demais. Máscaras, distanciamento, proibição de viagens, evitar aglomerações, isolamento do grupo de risco e demais medidas preventivas são vitais. Nesta pandemia vale o ditado: "Nem tanto ao mar nem tanto à terra." Temos que ter discernimento, evitar o extremismo.
    A mídia presta um desserviço à medida em que coloca o fator político em evidência, com apoio da China (na surdina) e de organismos internacionais controlados pela China (caso da OMS cujo presidente é declaradamente comunista). Ora, querer antecipar uma eleição que somente ocorrerá em 2022, não deixa de ser uma insanidade. Promover ministros alinhados com a ideologia deles, como se esses ministros fossem independentes, é insensatez pura. Ou seja, o ministro é ótimo mas quem o designou não presta.
   Tudo isso não deveria fazer parte da solução da doença, já por si, atemorizante. Temos que ouvir todos os lados e analisar a peculiaridade do Brasil, os fatores, o clima, a densidade demográfica etc. Não criar pânico na população. Educar para a vigilância permanente. Nesse sentido o senhor Osmar Terra, do RS, um político moderado, médico, que já enfrentou, num passado recente, três epidemias causadas por vírus, poderia auxiliar muito o país nesse momento de crise e angústia.
    Com muita fé em Deus, com oração, com altruísmo. coragem e determinação, o Brasil logo sairá deste flagelo. Lembrando que para Deus nada é impossível. Basta crer, pedir insistentemente, converter-se, mudar de rumo, buscar antes as coisas do alto, o Reino Eterno, sem nos preocuparmos com esse mundo efêmero do qual nada levaremos.
 

sábado, 4 de abril de 2020

AGRADECIMENTOS À PREVI

    Ontem à tarde o nosso fundo de pensão nos brindava com a boa notícia da suspensão por dois meses da cobrança de ES (maio e junho), obviamente, apenas àqueles que formalizarem a intenção de utilizar deste benefício.
    Na quinta-feira a ANAPLAB enviou um pedido de reconsideração a toda diretoria (Presidência,Investimentos, Participações, Seguridade, Administração, Planejamento). Não sabemos se foi decisivo, porém, sentimo-nos recompensados. Aproveitamos para agradecer e felicitar o nosso fundo pela reconsideração e valioso socorro financeiro aos mais necessitados. Parabéns PREVI e muito obrigado!
    Abaixo segue nossa missiva enviada.

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À PREVI – CAIXA DE PREVIDÊNCIA DOS FUNC. DO BB
Rio de Janeiro – RJ.
Senhor Presidente,
Assunto: Suspensão de cobrança do ES por 03 meses
Razões

Tendo em vista a inusitada vigência da pandemia do covid-19 e a necessidade premente de um colchão de liquidez para enfrentarmos a crise generalizada, a ANAPLAB se une às demais solicitações consideradas humanitárias de suspensão temporária na cobrança das prestações do Empréstimo Simples, prática já adotada por esse fundo em ocasiões anteriores de necessidade muito menor que a atual.
Na prática, a “suspensão” já existe de outra forma, na realização de renovação do ES a cada seis parcelas pagas. Como existem quatro modalidades (A,B,C,D), após a carência, ocorre novo empréstimo, porém, ONERADO pelo IOF e taxa de administração. Com a suspensão da cobrança o beneficiário não paga tais taxas, o que é um ganho financeiro; e a PREVI não sofre qualquer prejuízo, apenas deixa de receber a taxa de administração uma vez que o IOF vai para os cofres do governo.
Outros fundos, como o FUNCEF e o PETROS, já suspenderam. Outro fator favorável é que nosso limite nas operações com participantes está bem abaixo dos 15% permitidos pelo Regulamento. Portanto, se não há outras razões impeditivas, solicitamos excepcionalmente aplicar tal medida, haja vista que nem todos os tomadores de ES desejam o benefício, mas somente aqueles que OPTAREM pela suspensão.
Embora o fundo já tenha se manifestado a respeito do tema, insistimos na RECONSIDERAÇÃO, tendo em conta a situação de penúria de muitos assistidos.
Nesses Termos,
Pedimos Deferimento.
Ari Zanella – Presidente Administrativo – ANAPLAB.

http://www.anaplab.com.br/home.php 

quarta-feira, 1 de abril de 2020

ES - EMPRÉSTIMO SIMPLES - ANÁLISE DO MESTRE


Aristophanes Pereira



QUAIS AS RAZÕES DA PREVI?

Nesse tempo de crise, não tenho visto pedidos de ajuda à Previ, que possam ser considerados absurdos, improcedentes e capazes de por em risco o equilíbrio financeiro do nosso patrimônio previdenciário. Cessaram até os justos reclamos pela devolução do BET e pela retirada da contribuição.
      Uma avaliação dos pedidos, nos blogs mais visitados, com destaque para o Medeiros e o Ari Zanella, mostra razoável peditório relacionado ao Empréstimo Simples(A-B-C-D), com ênfase na suspenção de até 3 prestações. Um ponto fora da curva foi o pedido da ANABB, pela esquisita suspensão de 12 prestações. Feito para dizer que fez, e ser negado!

      Como sabemos, o produto ES está, praticamente congelado:

  • Uns bateram no limite já defasado de R$170 mil;
  • Outros não têm margem consignável;
  • Os mais idosos são penalizados pela redução do prazo(36 meses), com o ônus discriminatório de elevadas prestações e taxa do FQM.
  • O aumento da quantidade de prestações, em nível já razoável(10 anos!) é um reclamo insistente, mais induzido pela disfarçada  necessidade de  aumento indireto da “margem consignável”.

      No que respeita à Previ, os números por ela própria publicados, mostram que há folga no teto de “APLICAÇÕES COM PARTICIPANTES”, e a rentabilidade dessa rubrica está acima da previsão atuarial. Portanto, não seria esse o impedimento, para uma expansão dessa modalidade de aplicação, via ES.
      Uma sutileza da matemática financeira do ES(A-B-C-D), pouco comentada, é que,  com a possiblidade de renovação a cada período de 6 meses, cumprido o pagamento de 6 prestações, na prática o que se tem é um interminável alongamento do prazo, em cada modalidade A-B-C-D. É simples programar um “ESQUEMA ROTATIVO”, em que se poderia fazer uma sequência  de renovações, de tal forma que a cada dois meses, por exemplo, se poderia ter um “dinheirinho”(diferença entre o novo limite disponível e o empréstimo a liquidar), mantida a mesma margem consignável. Foi uma “malandragem do bem” engendrada pela Previ, que  quebra um galho.
      Faço essas observações para deduzir, sem “achismo”, que o volume de recursos aplicado, atualmente, pela Previ, via  produto ES(A-B-C-D) permanece, praticamente, estável, com tendência a diminuir, e com rentabilidade positiva. A suspensão de 3 prestações, como tem sido postulado,  seria um socorro mais imediato, opcional, durante 3 meses, mas quase desnecessário, para quem usa o ESQUEMA ROTATIVO.
      Gostaria – eu e muitos – de conhecer com clareza as razoes da Previ, para não fazer essa concessão, que não prejudica sua liquidez, preferindo ficar na contramão do que tem sido feito, heroicamente, por tantos outros, para amenizar essa crise colossal que está ceifando tantas vidas.

Jaboatão dos Guararapes(PE), 31/03/2020.

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ESCLARECIMENTO COMPLEMENTAR
      Depois de ver alguns comentários, aqui no blog, e, em especial, essa resposta da Previ ao colega Josué Jorge Junior(01/04/2020 12:37), senti-me provocado a voltar ao tema da postagem de hoje(1/4/20), por caber alguns acréscimos.
      De certa forma, nessa resposta ao Josué, a Previ deu “as suas razões” para não suspender prestações do Empréstimo Simples(ABCD). Não trato aqui do IMOBILIÁRIO, pois são contratos distintos.
      Com toda consideração à Previ, foi uma resposta que não respeita a inteligência de seus participantes, e esconde, sem necessidade, razões objetivas. Não dá sequer pra replicar, tal a inconsistência do seu arrazoado. Não faço apreciações, também, à afirmação – já bastante alegada, e de gritante obviedade – de que “a Previ precisa assegurar o pagamento em dia dos benefícios de todos os seus participantes”.
      Preliminarmente, faço, a seguir, alguns exercícios explicativos, para depois dizer como a Previ deveria responder, sem embromação, ao “andar de baixo”. Vejamos:

      Ao criar o sistema ES(ABCD), com 4 possibilidades parciais, simultâneas, ou não, de contratação do ES, a Previ permitiu, respeitados outros parâmetros (Margem Consignável, Limites de Crédito, Prazo/Parcelamento por idade, etc.) a renovação do respectivo empréstimo(ABCD) depois de pagas 6 parcelas.
      Não fiz a conta rigorosa, mas “a sentimento”, em cada renovação, é como se a Previ, a cada 6 meses, devolvesse cerca de 4(quatro) prestações, das 6 recebidas,  cobrando, adicionalmente, uma Taxa de Administração e o IOF. Por exemplo:

  1. ES-A: Caso Renovação. Depois de 6 meses, pagas 6 prestações  de R$2.000,00 (6 x = 12.000,00) respeitada a disponibilidade da Margem Consignável e o mesmo prazo de 36 prestações(depende da faixa etária).
  2. SALDO DEVEDOR: (empréstimo a ser  liquidado), na data da renovação R$51.200,00.
  3. NOVO LIMITE DISPONÍVEL: R$59.500,00.
  4. Despesas de renovação: Taxa de administração(R$120,00) e IOF(R$280,00)
  5. Valor líquido a ser creditado:59.500,00 menos (51.200,00+120,00+280,00) = R$7.900,0.
  6. Isto significa que a Previ, generosamente, lhe devolveu R$7.900,00, ou o equivalente a quase 4 prestações.

Nota: ESSE PASSO A PASSO É DIDATICAMENTE ORIENTADO NO SITE DA PREVI, NA PÁGINA DO EMPRÉSTIMO SIMPLES.

      Essa modalidade de renovação, que denomino ESQUEMA ROTATIVO, é, como vimos, vantajoso e oportuno, para “pegar um troco”, de vez em quando, mas é implicitamente onerosa(Taxa e IOF),restaura o saldo devedor e empurra de forma recorrente o prazo. Mas, como diz a cartilha do devedor necessitado, “dinheiro caro é o que não existe”.
     
      Assim entendida a questão, a Previ, sem rodeios, poderia ter respondido ao JOSUE JORGE JUNIOR:

Josué.
Em atenção à sua consulta, cumpre-nos informar que a Previ, não cogita de promover quaisquer modificações nas condições vigentes para o seu produto EMPRÉSTIMO SIMPLES.
Conquanto reconheça a momentosa crise, decorrente de necessidades excepcionais impostas pela epidemia do novo Corona vírus, acredita desnecessária a suspensão de prestações do Empréstimo Simples, em quaisquer de suas modalidades ABCD. Isto porque o mecanismo de renovação, facultado após o pagamento de 6 parcelas, já proporciona uma oportuna e substancial contribuição pecuniária, em reforço do orçamento do mutuário, ao mesmo tempo que não prejudica a rentabilidade do produto, e preserva os  regulamentos.”