terça-feira, 31 de março de 2020

AS PESSOAS NÃO SÃO INTELIGENTES

                       (VÍDEO 2 : NÃO VOU ME CALAR!)

    O Brasil vai quebrar! Nem por isso o número de infectados vai diminuir. Não adianta isolar. Puro engano. Vejam o absurdo do STF querendo soltar preso por causa do covid!!! Por acaso, a prisão não está sendo a CASA dos presos no momento??? Será que estão todos cegos? Não enxergam o mal que estão causando à maioria?
    Agenda global. Nova Ordem Mundial. Conseguem impor seus objetivos porque somos trouxas. Esperem para ver o abismo que nos espera. Mamma Mia!!! 

segunda-feira, 30 de março de 2020

NOVA ERA - VIGILÂNCIA E MONITORAMENTO - SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS


     Tecnologias como 5g, inteligência artificial, milhares de câmeras de monitoramento, controle estatal, a Nova Ordem Mundial e demais ações contra a nossa privacidade e em nossa liberdade.
       Disse Jesus: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Eu sou o caminho, a verdade e a vida."
       Porventura os países comunistas são livres? Seguem a Jesus Cristo? Cuidado para que não vos enganem! Sejamos fieis a Cristo, o Cordeiro de Deus, mesmo que para isso percamos a vida temporal, essa vida terrena, da carne, que não tem valor. O Espírito é que dá a vida.
     "De que vale ao homem ganhar o mundo inteiro se vier a perder a sua alma? Mt 16:26
       Quem quer agradar a Deus, despreze o mundo. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Busquemos o Senhor enquanto ainda podemos encontra-Lo. Caros, instruamo-nos na Palavra de Deus, as Sagradas Escrituras. O tempo está muito próximo do juízo de Deus!

domingo, 29 de março de 2020

AMEAÇA AO BRASIL! DESRESPEITO INACEITÁVEL

Por: José Aparecido Ribeiro – Jornalista / Licenciado em Filosofia – BH-MG

Globo manda às favas a ética jornalística e parte para o ataque a Bolsonaro, esquecendo-se da sua responsabilidade social, de que não é dona da verdade e nem da concessão que usufrui.
A Rede Globo de televisão deixou a ética jornalística de lado e parte para o ativismo político determinada a derrubar o Presidente Jair Bolsonaro.
Colocou todo o seu arsenal tecnológico e humano a serviço de um massacre jamais visto na história de qualquer pais civilizado do ocidente.
Tem a seu favor o Coronavírus e um confinamento obrigatório de uma população desprotegida intelectualmente, com baixos níveis educacionais, incapaz de fazer juízo crítico do que consome na frente da TV.
A guerra a Bolsonaro já não é mais velada, tornou-se escancarada e desproporcional, levando a uma inversão de papéis que atenta contra a democracia brasileira.
A Globo não é dona dos destinos do país e nem da verdade, precisa de limites URGENTE. Na condição de jornalista não posso me furtar a manifestar repúdio a colegas que se prestam a fazer o jogo sujo da emissora em um momento de aflição e vulnerabilidade do povo e do próprio governo. Os profissionais que produzem o conteúdo da emissora perderam a noção de ética e razoabilidade.
As noticias manipuladas e contextualizadas de acordo com os interesses da direção da Globo passam pelas mãos de jornalistas sujeitos à códigos subliminares, a um juramento que precisa ser lembrado e honrado. Por ordem de superiores não deviam tripudiar de um presidente eleito democraticamente seja ele quem for.
Não tenho procuração para defender Bolsonaro, acho que ele também precisa de limites, precisa ouvir os profissionais que ele confia, especialmente os da comunicação, porém o que estão fazendo é um desrespeito não só a ele, mas ao povo brasileiro.
A população vem sendo submetida a uma lavagem cerebral em um momento que a televisão desempenha papel estratégico de informação e de segurança nacional.
Por acidente, acompanhei o Jornal Nacional desta quarta feira (25) e o que assisti me chocou como a milhões de brasileiros. Um espetáculo de sordidez inaceitável contra a imagem de um chefe de estado, sem direito ao contraditório.
Do inicio ao fim o Bolsonaro foi alvo de ilações, acusações e manipulação de informações que receberam recursos áudio visuais distorcendo a verdade para massacrar o presidente sem que ele pudesse se defender.
Devo lembrar que a emissora entra na casa de 92% da população e que esta briga começou antes mesmo da posse, motivada pelos cortes em verbas publicitárias portentosas que a Globo sempre usufruiu em governos anteriores.
Porém, o resultado desse desentendimento ganha outros contornos na medida em que a veracidade do jornalismo na maior emissora do pais é corrompida. A Globo tem concessão pública e o dever de falar a verdade, sem manipulação ou artifícios no seu conteúdo jornalístico com propósitos descabidos. Se a Globo deixou de produzir noticias e passou a agir como um partido político, sua concessão precisa ser cassada imediatamente.
No rastro da canalhice produzida por profissionais do jornalismo, governadores mal intencionados como João Dória e Witzel estão se aproveitando, da mesma forma que políticos que nunca fizeram nada pelo país, como o garoto mimado David Alcolumbre e Rodrigo Maia, ambos sinônimos de oportunismo.
A classe jornalística não pode se submeter a este papel.
As manifestações de Bolsonaro não são libelos, estão recheadas de oportunidades para seus adversários, mas não podem ser distorcidas ao bel prazer dos inimigos políticos e nem de editores interessados em chantagear o presidente e seus ministros.
Com efeito, Bolsonaro tem defeitos, é humano, mas não se curva a chantagens de empresários da comunicação acostumados a usar e abusar do dinheiro público.
A ciência já mostrou que o vírus representa maior risco para pessoas com morbidades e idosos, mostrou tambem que COVID 19 não é ameaça para população economicamente ativa, e que se os cuidados de higiene forem tomados, a população não precisa deixar de trabalhar.
Para a Globo não é a saúde do povo brasileiro que importa, e sim a destruição do chefe da nação e dos sonhos de quem acredita nele apesar dos seus defeitos.
Chega de CANALHICE, o Brasil é maior do que os interesses de uma emissora de televisão, tá na hora de um basta nessa perseguição covarde.





quinta-feira, 26 de março de 2020

NÃO POSSO ME CALAR

NÃO FICO CALADO
Aristophanes Pereira
         Essa hecatombe grandiosa(desculpem o pleonasmo), mortífera e destrutiva, certamente, vai ficar na História, com algum nome marcante. Também, só num tempo futuro, será melhor compreendida, sem as distorções das avaliações contemporâneas, carregadas de pressa, facciosismo e emoções.
         Iniciada, modestamente, em novembro de 2019, no interior da China, a doença, que viria a ser chamada de Covid-19, se alastrou pelo país. A experiência chinesa em lidar com essas epidemias de estranhos vírus da Família Corona, logo montou uma reação nacional eficiente, mas, dessa vez, realçada por um rigoroso isolamento social de milhões de pessoas, em detrimento de uma freada em sua grandiosa economia. É o pouco que sabemos da misteriosa China, que, felizmente, já festeja a progressiva normalidade social e a retomada das atividades produtivas. Em menos de cinco meses!
         Qual efeito dominó, com pequenas defasagens, os países, mundo afora, foram sendo derrubados pelo nova doença viral. Sua abrangência é planetária, mas as formas de percebê-la, interpretá-la e combatê-la, não têm sido uniformes, por conta das múltiplas diferenças entre países e regiões.
         Um traço singular de seu pernicioso perfil é o fato de a doença Covid-19, atacar como uma força resultante de três componentes:(1) a própria natureza letal do novo vírus, (2) a dispersão cibernética, em tempo real, das reportagens e narrativas informativas e (3) a politização tendenciosa da pandemia. Não menos singular é o fato de o vetor inicial de dispersão da doença ter sido viajantes abastados, conduzidos por velozes aeronaves, adentrando gigantescos aeroportos de países ricos.
         O sucesso da China, ao superar, em pouco tempo, a dispersão da doença, a despeito da pouca informação liberada, parece ter sido a implantação severa do chamado  “protocolo de isolamento social”, combinado com um conjunto de instrumentos logísticos, nas áreas de recursos humanos, sanitários, hospitalares, e de prontidão no isolamento assistido de doentes.
         O preço da rigorosa aplicação desse protocolo, copiado e aplicado por diversos países, foi a parada brusca das atividades produtivas, na indústria, no comércio, nos serviços, na educação, e em tantas outras, movimentadas pelos humanos, com exclusão aleatória de alguns “setores essenciais”. Esse corte violento, sem precedentes, inimaginável pelos mais ousados roteiristas de filmes de ficção, começa a “dividir a casa” dentro de cada país, entre os que pregam o rigor do protocolo, a qualquer custo, e os que sustentam a sua moderada aplicação seletiva, preservando as atividades econômicas, cujo colapso ceifa, também,  silenciosamente, vidas humanas, notadamente entre os milhões que não podem parar de trabalhar, na busca do pão-de-cada-dia.
         O Brasil – com suas tristes peculiaridades de uma sociedade profundamente marcada pelas diferenças, entre uns poucos bem assistidos e milhões de “diaristas” – enfrenta o grave dilema de aplicação do “protocolo de isolamento social”, em sua maior extensão, ou sua aplicação seletiva, liberando o exercício de atividades que preservem a grande e diversificada máquina de sustentação do país.
         Lamentavelmente – sem trazer para cá imbróglios assemelháveis de outros países – mergulhamos, estupidamente, naquela terceira componente da “politização tendenciosa da pandemia”. De um lado, o Presidente Bolsonaro, bem intencionado, porém traído pelo estilo tosco do “capitão”, adverte a nação sobre o custo incomensurável da obediência cega ao protocolo.  De outro, mídias televisivas e jornalísticas, “capitaneadas”, respectivamente, pela TV-Globo e o Estadão, se esforçam, além dos limites do senso lógico e da honestidade profissional, em moldar os fatos, na forma de seus interesses, dividindo, vergonhosa e insensatamente, “a casa”, com a pregação subversiva do desmanche da Presidência da República. Foi o que aconteceu, ontem, na edição de uma hora e meia do “Jornal Nacional” e, hoje(26/3), no ferino editorial do Estadão(BOLSONARO PASSOU A SER AMEAÇA À SAUDE PÚBLICA).
         Minha autoridade para falar é, somente, a vivencia de um idoso indignado e a insuspeita isenção de quem ocupa a mais elevada classificação no grupo de risco da maldita doença. Não fico calado!! Termino, repetindo o que disse, em publicação de 12 do corrente(AS DUAS PÓLVORAS CHINESAS):
         A sensatez, neste grave momento de verdadeira guerra, deveria nos levar à pronta montagem de um equilibrado “estado maior” multidisciplinar, para assessoramento e enfrentamento integral e coerente das ações e políticas públicas”.

Jaboatão dos Guararapes(PE), 26/3/20
 Imagem copiada do Blog Marcos L. Lucherini, no Google.

PEDINDO VÊNIA AO AMIGO ARISTOPHANES, AUTOR DO TEXTO ACIMA, E NA MESMA LINHA DE RACIOCÍNIO INCLUO UM VÍDEO DE DÉBORA G. BARBOSA (DO YOUTUBE) SOBRE A PRINCIPAL MÍDIA BRASILEIRA DO MOMENTO QUE DE PATRIOTA NÃO TEM NADA:

 
QUEM TEM QUE PARAR É GLOBO, NÃO O BRASIL
 

terça-feira, 24 de março de 2020

ANIVERSÁRIO DO MESTRE ARISTOPHANES!!!PARABÉNS!!!

VAMOS COMEMORAR!
Aristophanes Pereira
       Neste aniversário natalício(24/3/2020), inicio mais uma volta na roleta da vida, de número 89, na esperança de continuar girando, para o ingresso no carismático clube dos nonagenários.
       A Previ, meu precioso fundo de pensão, usa, em seus cálculos atuariais, uma Tábua de Mortalidade(BR-EMSsb-V.2015) de valores acima da realidade brasileira, que projeta para os participantes da Entidade uma expectativa de vida média de 86,19 anos, para os homens. Isso me alegra e me entristece, ao mesmo tempo. De um lado, a satisfação de já estar no lucro, com quase 3 anos acima. De outro, não me agrada saber, pelos números da mesma Previ, que somente 1.021(1,25%) do nosso contingente de 82.000 aposentados, estão na parte íngreme da escada, que vai de 90 a 105 anos. Aos trancos e barrancos! Mas, fazer o que?!
       E, agora, tem esse “covid19”, que deveria ser chamado “covarde19”, terrorista que desrespeita o Estatuto do Idoso, discriminando os velhinhos já combalidos. Tão terrível, que fechou, até, a “fábrica de sonhos dos  brasileiros”, por medida extrema das loterias da CEF.
       Com tudo isso, mantenho a cabeça fria. “Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe”. E tem outra que diz: “depois da tempestade vem a bonança”!
       Uma coisa é certa: essa pandemia aloprada tem começo, meio e fim. Entretanto, vai deixar a marca histórica de um estrago brutal, notadamente nas correias de transmissão da Economia e nos arranjos das relações sociais. Logo mais as coisas voltam a se recompor e a vigorosa reconstrução criativa recuperará riquezas e trará novas conquistas.
       Muitos perecerão, pessoas físicas e jurídicas. O planeta e países aprenderão a grave lição, sob o peso da dolorosa palmatória viral. No plano individual, serão perdas humanas irreparáveis, mas nas estatísticas oficiais ficará “uns poucos tantos por cento”. Quem viver verá!  Vamos comemorar!

Jaboatão dos Guararapes(PE),24/03/2020

sábado, 21 de março de 2020

A MORTE EM TEMPO DE PANDEMIA


Amigo(a)s.
            A crise por que passamos, ao meu ver, é grave e sem precedentes. Tudo cabe ser avaliado, com realismo. É o que faço, no texto abaixo, que levo à apreciação de vocês. Abraço cordial. Aristophanes.
A MORTE EM TEMPO DE PANDEMIA
Aristophanes Pereira
         Todos nós, desde a concepção biológica, estamos marcados para morrer. Na verdade, a vida é a sala de espera da morte, com variadas arquiteturas e decorações.
         Adquirimos a percepção da morte, desde a mais primitiva agressão sensitiva que nos toque. Primeiro, sob a forma de reações puramente animais. Depois, pelas sensações defensivas de medos e impulsos, até alcançarmos a madura compreensão e o convívio com uma serena certeza da morte que, em situações críticas, alguns agoniados antecipam.
         São variadas as trajetórias, até a chegada ao ponto final, na permanente maratona de tantos competidores, que se revezam, em contínuas gerações. Percorrem trajetos alongados, caminhos com obstáculos retardatários, mas sem ultrapassar um tempo que a Natureza administra. O grande conforto é saber que não existem privilegiados, apenas raros longevos, que ficam um pouco adiante da grande maioria, ceifada em tempos de menor duração.
         O indecifrável mistério cósmico da vida e da morte, desde tempos imemoriais, produziu medos, perplexidades, dúvidas e convicções, por ignorarmos de onde viemos, e acalentarmos, pela fé, a esperança de um destino renovado, porém obscuro. Esse mistério, trabalhado por espertos xamãs e sacerdotes, autodesignados mensageiros divinos, produzem, em corpos carentes, o conforto da vida eterna, atraente habitat de almas premiadas e virtuosas. Para outros, agnósticos, contentam-se com a solução de um fim definitivo.
           Mantemos uma estreita familiaridade com a inevitável ocorrência da morte, e cultivamos um relacionamento pacífico e compreensivo com a malvada “Senhora da Foice.” Rotineiramente, ela age sem alarde: Ataca um coração debilitado, trava os freios do veículo, entope um pulmão enferrujado, ou derruba um avião. Na mortandade das guerras e dos desastres naturais, esconde-se nas estatísticas insensíveis. São fatalidades que aceitamos conformados, compreensivos e, muitas vezes, coniventes.
         Entretanto, quando a “velha senhora” quebra a regra da “morte natural”, e começa a matar, sem motivo pessoal e indiscriminadamente, qual terrorista ensandecido, espalha o pânico, o inconformismo e o desespero. Como já fez inúmeras outras vezes, aproveita a fraca memória, a imprevidência e a escassa solidariedade dos humanos. Agora, sua ceifadeira é um sádico e recorrente vírus da China, para maltratar e destruir homens, mulheres e crianças e suas construções econômicas e sociais.
         Estamos pagando um preço incomensurável e assistindo, em tempo real, com alcance planetário, um desastre impensável e sem precedentes, na forma e consequências. Vamos reconstruir, chorando a ausência de numerosos entes queridos, e seremos vitoriosos se a reconstrução melhorar, também, o Homo Sapiens.
Jaboatão dos Guararapes(PE), 20/3/20

segunda-feira, 16 de março de 2020

NA CASSI, O PLEITO COMEÇA HOJE...

    A disputa na CASSI já começou. A ANAPLAB, sempre presente nos momentos decisivos de nossas caixas, está irmanada com as nossas coirmãs AFABB-RS e AFABBJ (Joinville) em apoio à chapa 06 e 55 - TODOS PELA CASSI. Inclusive já colocamos o nosso apoio em nossa folha de rosto de nossa página na web:


    Sempre lembrando que nunca é demais dizer do caráter opinativo, consciente, de nossa indicação. Sugerimos análises pessoais sobre cada candidato, preferivelmente sem rótulos ou resquícios de lembrança de outros pleitos já realizados, nem a busca de eventuais responsáveis pela situação presente da nossa Caixa de Assistência. Procure por propostas exequíveis e que de fato atendam as soluções dos atuais e inadiáveis pontos de estrangulamento do plano.
    Confiamos na capacidade de discernimento de cada associado. Em hipótese alguma devemos nos "deixar levar" por propostas demagógicas, sem condições de serem levadas a cabo. Os meios de votação estão colocados no sítio de nossa Caixa, sendo o mais utilizado o terminal de autoatendimento.
    Fraterno abraço a todos e a todas os que decidem o futuro tanto da CASSI quanto, daqui a pouco, da PREVI.

quinta-feira, 12 de março de 2020

PÓLVORA PANDÊMICA

AS DUAS PÓLVORAS CHINESAS
Aristophanes Pereira
         A mortífera e milenar pólvora, invenção acidental de alquimistas chineses, quando, paradoxalmente, buscavam o almejado “elixir da longa vida”, é, como todos sabemos, uma mistura de três ingredientes – enxofre, carvão e salitre – que, isoladamente, não explodem, nem são usados para matar.
         Nos dias atuais, 20 séculos depois, os mesmos chineses reinventaram uma nova pólvora, desta vez composta de três outros ingredientes: bilhões de corona vírus, milhões de barris de petróleo e uma dosagem imensa de estupidez humana, espalhada pelas ondas cibernéticas.
         A nova pólvora – estado da arte – funcionou além das expectativas e se espalha pelo mundo, ceifando vidas humanas, exponencialmente contaminadas pelas ondas planetárias da www, e causando danos inimagináveis nas desequilibradas estruturas econômicas, sociais e de saúde.
         Temos que reconhecer que a nova pólvora é uma nova realidade, pandêmica, mas com relações de causa-e-efeito distintas, por países e continentes, conforme seus respectivos perfis. Não cabe aqui identificar e analisar essas diferentes situações.
         No Brasil, seriamente vulnerável aos danos da nova pólvora –  menos pelo vírus e mais pelas comorbidades preexistentes, nas áreas social, econômica, de saúde e de governabilidade – cabe uma séria e urgente reflexão de suas autoridades, dos maiores níveis, para evitar dispersão de esforços, de recursos, e interpretações negligentes e distorcidas.
         A sensatez, neste grave momento de verdadeira guerra, deveria nos levar à pronta montagem de um equilibrado “estado maior” multidisciplinar, para assessoramento e enfrentamento integral e coerente das ações e políticas públicas. Sua primeira recomendação deveria ser o desmanche político, extemporâneo e provocativo, dessa programada manifestação do próximo dia 15. Até por razões de saúde e prevenção.
Jaboatão dos Guararapes, 12/03/20.

terça-feira, 10 de março de 2020

II GUERRA APENAS EM TÓQUIO X CORONA VÍRUS


Aristophanes Pereira




REVERENCIANDO O 10 DE MARÇO DE 1945
         Há 75 anos, precisamente, no alvorecer do dia 10 de março de 1945, mês em que este octogenário completava seus 14 aninhos, 300 Fortalezas Voadoras B-29 – o mais moderno e tecnológico avião, utilizado no final da II Guerra Mundial, pelos americanos – apareceram, surpreendentemente, nos céus de Tóquio. Não era uma exibição pacífica, de uma parada aeronáutica. Vinham despejar, sobre a capital japonesa, com suas antigas edificações de madeira, 1.500 toneladas de bombas incendiárias, para consumar o mais mortal bombardeio da história da humanidade (History's deadliest air raid happened in Tokyo during World War II and you've probably never heard of it- Conferir em https://edition.cnn.com/2020/03/07/asia/japan-tokyo-fire-raids-operation-meetinghouse-intl-hnk/index.html.
         Cerca de 100.000 pessoas foram mortas e, aproximadamente, um milhão feridas, na maioria civis – adultos e crianças. Comparativamente, essa monstruosa mortandade – verdadeiro holocausto, ou genocídio, como se queira denominar civilizadamente – superou os 70.000 mortos iniciais de Hiroshima e os 46.000 de Nagazaki(conf. US Dept. of Energy: https://www.osti.gov/opennet/manhattan-project-history/Events/1945/hiroshima.htm), que viriam a ser bombardeadas em agosto do mesmo ano, com as emblemáticas bombas atômicas de notórias consequências.
         Como disse em artigo anterior(O VIRUS POP STAR-6/3/20), fiquei encucado com o alarde, quase pânico, que se vem fazendo, com os recursos da comunicação, sem precedentes, da Iternet, relativamente à doença provocada pelo novo Corona Virus Covid-19. Exageros pouco claros, cientificamente, e interesses geo-políticos obscuros.
         Na linha dessa perplexidade, causa-me profunda decepção a berrante diferença entre aquelas mortandades – calculadas, premeditadas, de um triste passado que presenciei –  e a histeria desproporcional que vêm fazendo, neste atual 10 de março, com esse vírus de 3ª categoria, alçado à condição de “pop star killer”. 
         Os mortos de Tóquio, em 10 de março de1945, merecem muito mais memória e reverências do que a meia dúzia de doentes do elitista Covid-19.
Jaboatão dos Guararapes(PE), 10/03/20.
Imagem copiada de https://edition.cnn.com/2020/03/07/asia/japan-tokyo-fire-raids-operation-meetinghouse-intl-hnk/index.html.

sábado, 7 de março de 2020

NOVO VÍRUS GANHA FAMA


Aristophanes Pereira



O VIRUS POP STAR
Aristophanes Pereira
          São incontáveis os relatos sobre terriveis doenças que afligiram os seres humanos, neste seu habitat terreno. Nos tempos a.C., já eram assustadores os condenados pela lepra(hanseníase). Na Idade Média, pragas como a Peste Negra, dizimaram boa parte de populações euroasiáticas. E, até meados do século passado, doenças, ainda não controladas, como gripe, tuberculose, varíola, sarampo, malária, tifo e outras febres, apavoravam países e populações.
         Ainda bem perto, no tempo, lembramos que a famosa Gripe Espanhola –   que, diferentemente do nome, começou nos Estados Unidos, em 1918, no final da  I Guerra Mundial – matou dezenas de milhões de pessoas, em todo o mundo, inclusive o presidente brasileiro Rodrigues Alves(1848-1919), mudando  a história do Brasil.
         Mas, onde quero chegar, com essa dissertação de estilo “ENEM”, sobre epidemias, pandemias e endemias? Ora! Quero fazer um contraponto, para denunciar uma curiosidade que me assola a cabeça. Já estou ficando saturado e maltratado, por essa avalanche midiática, em torno da doença do novo corona vírus, batizado de Covid-19(de Corona Vírus Disease 2019).
         Passados os primeiros momentos de necessárias informações, não entendo porque se tem dado tão grandiosa e alarmante dimensão – sem precedentes – de contornos sociais, sanitários e econômicos, a uma doença que tem seu perfil científico bastante identificado, conhecidos meios de propagação e previsíveis instrumentos de controle. Estamos longe dos tempos da Peste Negra, quando a ignorância matou os gatos, poupando os ratos, verdadeiros disseminadores da doença, como hospedeiros das malignas pulgas.
         Em passado recente, dois outros corona vírus, “primos” do Covid-19, batizados na literatura médica como SARS (Severe Acute Respiratory Syndrome-2002) e MERS (Middle East Respiratory Syndrome-2012), com características de contágio e disseminação elevados e alta letalidade, ocasionaram muita preocupação, mas sem o alarde, que agora se faz, do jovem “parente” recém chegado.
         Como é sabido, a doença começou na China, há cerca de 4 ou 5 meses, cercada por características curiosas: parece ter passado de animais silvestres para humanos; espalhou-se, rápida e sutilmente, entre habitantes da cidade-província de Wuhan; o médico chinês que primeiro alertou sobre  a eclosão da nova doença – Dr. Li Wenliang de 34 anos – foi censurado pelo Governo e caiu em desgraça, por sua inconfidência cientifica. Pouco tempo depois, morreu, vitimado pela  doença que denunciou, apesar de jovem e classificado em faixa etária de baixo risco...
         De lá para cá, conhecemos a avalanche de fatos relacionados com o novo corona vírus que, diga-se de passagem, tem um lindo design furta-cor(vide abaixo). A China, usina incansável de trabalho, parou e submeteu milhões a quarentenas(sic) de 15 dias, enquanto mostrava ao mundo sua capacidade de construir gigantescos hospitais, em apenas 10 dias. O planeta inteiro, em assustada escalada, apavorou-se, suspendeu viagens e intercâmbios, cancelou voos e desviou navios. Museus, escolas, igrejas e teatros fecharam, e jogos empolgantes foram postergados. Países ricos, entre os quais o Brasil, montaram, rapidamente, heroicas expedições aéreas transcontinentais, para resgatar grupos selecionados de patrícios, supostamente ameaçados, em quarentenas chinesas. Nada de juntar gentes, potenciais transmissores da doença. Aprendemos novas formas de lavar as mãos e jeitos protegidos de tossir e espirrar. Máscaras protetoras cobrem milhões de rostos medrosos. Verdadeiras patrulhas médico-sanitárias rastreiam a vida de suspeitos e seus contatos. Já sugerem, até, substituir o tradicional aperto-de-mão por um delicado toque-de-pés.
         Esse ambiente de terror-do-bem feriu economias de empresas e de países, mundo afora, derrubou bolsas, reduziu juros, desvalorizou moedas e empurrou pra baixo PIBs trilionários, distorcendo a percepção de outras assombrosas realidades de nosso dia-a-dia: em 13 dias do intolerável e ilegal motim de policiais cearenses, 225 pessoas foram mortas; dados do Conselho Federal de Medicina registram uma média de 5 mortes, por hora, no Brasil, por acidentes de trânsito; a popular e manjada dengue levou pra cama, em 2019,  mais de 1,5 milhão de brasileiros e matou mais de 700. A velha e conhecida gripe(influenza), para a qual existem vacinas atualizadas, continua a infestar, em surtos sazonais, cerca de 5% a 15% de populações, resultando em aproximadamente 3 a 5 milhões de casos graves e em 250 a 500 mil mortes no mundo, por ano.

         O momento do Covid-19 requer calma e sensatez, sem pânico e alvoroço, como tem sido o tom moderado da OMC. Por que dar status desproporcional de “pop star” a esse vírus de 3ª categoria, modesto membro, recém chegado, da maldosa família Corona? Ele mesmo vai se acomodar, render-se a uma próxima vacina e conviver conosco, matando aqui e acolá, sem arruaças. Estou certo, ou será que existe alguma conspiração tenebrosa por trás dessa espetaculosa epidemia ?!

Jaboatão dos Guararapes(PE), 6/3/20