sexta-feira, 25 de setembro de 2020

BRANDÃO VS NOVAES

    Brandão ao que parece conquistou a simpatia dos funcionários do BB. Na comparação inevitável com o seu antecessor, a impressão foi que Novaes teria sido muito limitado se comparado ao novo inquilino da presidência do banco. Lógico, a impressão inicial é a que fica.

    É preciso checar, entretanto, se a postura do banco vai mudar em relação aos créditos ao consumidor. Notamos no momento certa retração ou restrição ao crédito. Apesar de já ter liquidado um empréstimo, no meu caso as novas aberturas se encontram cadeadas. E vejam que sempre havia limite disponível. Sequer para renegociação. Talvez seja um caso particular.

     Os bancos como um todo não nos dão refresco na pandemia. Enquanto a Cooperforte está suspendendo as parcelas, o BB e o ES estão cobrando normalmente. O ES teve aquele momento de suspender dois meses e só. Vamos lá sr. Wagner da Seguridade, dê-nos mais alguma flexibilização, senão complica.

       Problemas de saúde têm me preocupado. Mas na graça de Deus estamos conseguindo atravessar esse momento tão difícil para muitas famílias brasileiras que tiveram perdas devido a essa nefasta pandemia que parece não querer afrouxar. Todo cuidado é pouco. Máscaras constantes, distanciamento, sem aglomerações, infectados isolados para não transmitir a outras pessoas, embora a disciplina brasileira deixe muito a desejar. Que todos continuem com os cuidados e na prevenção indispensável.


André Brandão novo presidente do BB

Crédito imagem: bp.blogspot,com

terça-feira, 15 de setembro de 2020

O BLEFE

O BLEFE DO NOVO CORONA VIRUS

Aristophanes Pereira

         Já são mais de nove meses de convívio com esse malsinado vírus, que dissemina a doença Covid-19, originário do populoso interior da China. Nesse curto período, por padrões históricos, ele bateu recordes de propagação e de contágio, alojando-se em quase todos os países do mundo, e marcando dolorosas presenças em seus cemitérios.

         Os momentos mais graves da doença foram atingidos no trimestre abril-maio-junho (2020), com o atingimento dos pontos mais altos da curva de mortalidade, em importantes países do primeiro mundo, notadamente no continente europeu.

         Esse cenário é bastante conhecido de todos, e não carece ser revisitado e explicado. No momento, estamos na expectativa, para ovacionar o vencedor da corrida pela produção, plena e confiável, da primeira vacina. Olhando pelo retrovisor, e avaliando os estragos, de dimensões planetárias, constatamos que esses estragos foram mais elevados do que o esperado, na relação causa e efeito. Para tanto, muito contribuiu a exacerbada, veloz e distorcida divulgação midiática da doença, apertando mais o botão do pânico do que o da sensatez científica, sem menosprezar a deletéria componente de interesses personalistas, políticos e mercantis.

         Para ilustrar esse descaminho, lembro uma historinha: Ao observar um foco de incêndio, no cinema lotado, o esperto “lanterninha” providencia a suspensão da exibição e, do palco, sem denotar pânico, avisa: “Atenção! Estamos realizando um treinamento contra incêndio. Sigam as instruções, e saiam pelas portas indicadas nas laterais e em frente. Primeiro crianças e idosos”. Tudo terminou bem, e o pessoal viu e cinema pegar fogo, já do lado de fora.

         Sei que o mundo não é um cinema, mas comportamentos racionais de governos e meios de divulgação menos alarmantes poderiam ter se associado de maneira mais construtiva e com união de esforços, no entendimento e enfrentamento da Covid-19.  Muito países procederam assim. Aliás é curioso lembrar como a própria China soube lidar competentemente com a “sua” doença. Um exemplo, ou um mistério?!

         Posso parecer um “engenheiro de obra acabada”, mas nem tanto, pois a obra ainda não está acabada, nem sequer bem avaliada. Ainda há muito o que se estudar, para projetar futuros meios de enfrentamento de novas pandemias, que certamente ocorrerão. Nas consequências médico-sanitárias e nos avassaladores desdobramentos socioeconômicos.

         No momento em que escrevo(14/9/20), valho-me de um mapa estatístico do Google(*), onde estão anotados 459 locais do mundo(países, territórios, ilhas, etc.), com as respectivas informações sobre TOTAL DE CASOS, CASOS POR MILHÃO DE HABITANTES, RECUPERADOS e MORTOS. Encabeçados pelos TOTAIS MUNDIAIS, registram-se 29.114.771(total de casos), 3.744(casos por milhão), 19.673.771(recuperados) e 926.576(mortos).  Tem gente que não gosta muito de estatística e enaltece, com gozação, erros deploráveis de interpretação. Mesmo assim, é melhor com elas do que sem elas.

         Posições singulares ocupam o Brasil e a China(Mainland China), nesse mapa do Google. Enquanto nosso país está em 3º lugar, dentre os que ostentam maiores ocorrências de casos, com 4.335.066 casos, assombrosa relação de 21.513 casos, por milhão de habitantes, e 131.736 mortes, a China fica na 87ª posição, marcando 85.194 casos, um modesto índice de 61 casos por milhão e 4.634 mortes. Ou seja: o Brasil tem 28 vezes mais mortes do que a China!

         Esses números, além de nos pedirem uma reflexão, nos permitem inferir que a Covid-19, no plano mundial, somente infectou, ostensivamente, 0,42%(29.114.771/7.000.000.000)  da população mundial e matou pouco mais de 0,01%(926.576/7.000.000.000)  dessa mesma população. Não é um apocalipse, ou fim dos tempos, mas deixo para o leitor curioso fazer seus ajuizamentos, nas comparações com outras pandemias do passado, ou recorrentes mortalidades anuais, por doenças conhecidas como gripe(influenza), doenças cardíacas, diabetes e outras. 

         Sabe-se, no caso de diversas doenças, que o nosso organismo exerce suas próprias defesas e se livra sozinho da enfermidade. Na Covid-19, estimam os Infectologistas que, “de dez infectados, oito se recuperarão naturalmente’’. Assim, temos uma elevada chance estatística de 80% saírem ilesos, no confronto com o maldito vírus. Recordando, também, no plano mundial, aqueles números de 0,42% da população mundial infectada e de 0,01% de mortos, parece-me que o “jogador” Covid-19, tinha chances pouco significativas de ganhar o jogo, mas blefou, virou a mesa e bagunçou tudo, com ajuda do dono do cassino.

         Na confusão, os medos hipocondríacos têm levado muitas pessoas, mundo afora, a utilizarem – sem evidências científicas claras e confiáveis –  alguns remédios e mezinhas que o “achismos” de alguns profissionais, governantes populistas e estudos sem estofo acadêmico, elegem para o tratamento, ou prevenção da Covid-19. Sem pretender discutir a correção desses comportamentos, apenas acomodamo-nos àquele velho dito popular: O que não mata engorda. Eu, também, diariamente, tomo  mel de abelha com suco de limão e a raspa de 3 bundinhas de tanajura.  Xô, Corona Vírus!

Jaboatão dos Guararapes(PE)15/09/20

(*)https://news.google.com/covid19/map?hl=pt-PT&gl=PT&ceid=PT%3Apt-150

 


 

 

sábado, 5 de setembro de 2020

A ÓPERA DO CRIOULO DOIDO


A ÓPERA DO CRIOULO DOIDO

Aristophanes Pereira

         O inesquecível  Sérgio Porto, sob o pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta, dentre suas numerosas sátiras, cravou na expressão “samba do crioulo doido” aquela situação emblemática, em que personagens verdadeiros interagem de forma distinta da história real, numa mixórdia absurda e hilária. É assim que, na letra errática do seu samba, o crioulo doido diz que “Chica da Silva obrigou a Princesa Leopoldina a se casar com Tiradentes”... , e outras sandices.

         Essa lembrança me veio à mente, ao tentar resumir o que tem ocorrido com o desenrolar do drama brasileiro, ou melhor, da nossa tragédia, mormente nos últimos tempos. Uma verdadeira “ópera” do crioulo doido!

         Neste ano, o mês de agosto, desviou-se da má fama de episódios desastrosos e fatos de triste memória, na História brasileira. Menos no estado do Rio de Janeiro, obviamente, onde a esculhambação é endêmica. A Covid-19 começou a dar sinais de cansaço benfazejo; Bolsonaro e seu clã(agora acrescido do caçula 04, que desponta) foram mais comedidos; Brasília, de um modo geral, esteve mais diligente, e nenhuma tragédia de grandes proporções, país afora. Parece que os bilhões da derrama emergencial confortaram insatisfações e desassossegos. Certo?! Pura ilusão, o que havia era fogo de monturo, que reacendeu nestes primeiros dias de setembro.  

         O meu recorrente sentimento de frustração e desânimo, com relação à amalucada ópera brasileira, tomou forma real quando, de repente, me defronto com quatro narrativas distintas. Todas, coincidentemente, encontradas na mesma edição de O Estado de São Paulo, de 3 do corrente. São ajuizamentos de origens diferentes, validados pelas competências técnicas e honestidade intelectual de afamados depoentes, além da correta compleição histórica dos fatos envolvidos. Juntando-os, enxergamos o caos em que estamos metidos.

         Primeiramente, para armar o cenário desse espetáculo adoidado, recorro à concisa análise do economista Roberto Macedo(PIB AFUNDOU AINDA MAIS NO BURACO EM QUE ESTÁ DESDE 2015), quando avalia que “a economia também está em estagnação desde os anos 1980, status em que ela cresce abaixo do seu potencial”. E diz que seu objetivo “é mostrar a enorme dimensão das dificuldades em que nossa economia se meteu, para ver se nossos políticos, autoridades públicas e a sociedade em geral refletem, caem nessa realidade e atuam em sentido contrário”.

         Em seguida, encontro uma Nota Técnica, do Secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, do Ministério da Economia, na qual adverte, dramaticamente, que o abandono do teto de gastos, (mecanismo que limita o avanço das despesas à inflação), poderia mergulhar o País numa recessão ainda mais profunda em 2020, reduzir o crescimento em 2021, além de elevar juros e inflação. Esse mecanismo, vigente há quatro anos, e com sobrevida de mais seis, está longe de ser uma unanimidade, nem técnica, nem política.

         Depois, na trincheira dos que defendem uma complacente perda de virgindade do teto de gastos, destaca-se o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, que, na entrevista ao Estadão/Broadcast, justifica: o Orçamento está todo amarrado e começa a espremer áreas que têm impacto econômico e social da maior importância, inclusive investimento. Investimento público no Brasil está caminhando para zero. E aí defende uma “flexibilização limitada e transparente do teto, associada a um compromisso firme do governo com as reformas.

        Fechando o quarteto, e por falar em reformas, é Everardo Maciel, consultor tributário e ex-secretário da Receita Federal(1995-2002), em seu artigo REFORMA TRIBUTÁRIA E MISTIFICAÇÃO, que denuncia as inverdades e  mutretas por trás de uma das mais importantes reformas de que carecemos, e postergada há anos. Pergunta, com desânimo: “Como podem os parlamentares deliberarem sobre a matéria, se as informações são sonegadas a eles e à sociedade?”

         Alinhavei esse combo de opiniões, tão somente, para exemplificar, a desarrumação de múltiplos aspectos que se incrustou em nossa Sociedade, há décadas e, lamentavelmente, não vem encontrando um caminho seguro que leve a soluções pensadas, racionais e combinadas, no âmbito de um amplo acordo de salvação nacional.

         Aquele meu declarado sentimento de frustração e desânimo, potencializado pela senectude que não me assegura um tempo para esperar, ainda mais se agrava quando vejo, ao redor, a pequenez dos pretensos dirigentes, o divisionismo ideológico, o partidarismo de interesses, as ambições personalistas, o emaranhado jurídico, sob uma Constituição retalhada, fantasiosa e impraticável, e os mistificados anseios  populares. É triste não ter uma palavra de esperança, num país que se conforma com a mesmice e a mediocridade.

Jaboatão dos Guararapes, 4/9/2020.



sexta-feira, 4 de setembro de 2020

NECESSIDADE DE CRÉDITO NA PANDEMIA

      Enquanto o governo e o congresso prolongam auxílios emergenciais em socorro aos mais desprovidos de rendas, o nosso fundo toma medidas muito tímidas em relação aos previanos.

     Claro que ninguém deseja desequilibrar o plano de benefícios, porém, há margem de manobra possível para auxiliar os associados. Para tanto temos a Seguridade que pode flexibilizar decisões como afrouxar o prazo de empréstimos para liberar margem consignável, principal entrave à tomada de empréstimos. O fato é que já se fala no congresso em liberar um 14º salário emergencial, mas não vemos nenhuma preocupação da Seguridade em socorrer os seus participantes. A bolsa se acha num patamar satisfatório, acima dos 100 mil pontos, que permite uma estratégia de remanejamento de recursos para a área de aplicação no ES. Sempre é bom lembrar que essa carteira está subutilizada, sendo possível até triplicar seu valor investido sem prejuízo das instruções regulamentares.

      Outro fator é a situação inesperada de pandemia que arrasou a economia mundial, exigindo medidas de salvamento até para a aquisição de alimentação básica, em que nos obrigamos a abrir novas frentes de socorro para suprir as condições desfavoráveis que o momento exige.

         Eventual queda na atividade econômica e sua consequência para o fundo podem ser revertidas em outros balanços. A economia é dinâmica e o que hoje desce amanhã sobe.

     Esperamos que a nova diretoria de Seguridade aja decisivamente em prol dos associados, olhando as variáveis que exigem tomadas firmes de decisões. Pelo menos temporariamente. Fica o pedido e a expectativa de atendimento urgente. Estamos em mar revolto e águas turbulentas que pedem sábias decisões financeiras. A Cooperforte é exemplo de flexibilização em seus empréstimos baixando a taxa a patamares mínimos. A PREVI não precisa mexer nas condições, a não ser a diminuição da taxa atuarial em função da baixa da taxa Selic. O que ajuda mesmo é criar condições de tomar empréstimos via margem consignável. Os valorosos técnicos da Seguridade saberão como proceder.

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

AQUI ESTÁ UM HOMEM LEVANTADO POR DEUS

      Pastor Antonio Júnior é destaque no meio propagador evangélico, em fazer chegar a cada um ser vivente nesses instantes finais, o genuíno evangelho de Jesus Cristo. Em seu canal no Youtube possui quase 5 milhões de seguidores o que o caracteriza como um dos mais vistos no universo religioso. Sem fazer críticas a ninguém busca somente a ligação criatura-Criador, por meio do ÚNICO redentor de toda a humanidade, Aquele que pagou todos os nossos pecados, SEM ter pecado algum. 

      Júnior embasa pari passu seu relacionamento com Deus através do Filho Jesus nas sagradas Escrituras, sem intrigas nem acusações a quem quer que seja. Seu modo de expressar-se com entonação e dicção quase perfeitas se tornam agradáveis a quem o ouve. Por todas as qualidades de homem de Deus, do Bem e a serviço da Verdade é alguém escolhido pelo Criador a orientar milhares de pessoas no caminho da salvação.

     Bendito seja o Senhor por nos colocar no caminho pessoa tão bem intencionada que nos mostra no dia a dia e através de milhares de vídeos que Cristo é o "caminho, a verdade e a vida". Sabemos quem são os verdadeiros pastores da obra redentora do Senhor pelos frutos que produzem. Pecadores todos somos mas a graça de Deus é infinitamente maior. Diz-nos o apóstolo Paulo: "Onde abundou o pecado, superabundou a Graça!"


UMA PEQUENA AMOSTRA DE ABORDAGEM NOS VÍDEOS DO PASTOR ANTONIO JÚNIOR, TODOS PRODUZIDOS COM EXCELENTE QUALIDADE.  

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

SÓ SEI QUE ESTÁ ERRADO

     Na Segunda Turma do STF, o ministro Celso de Mello está cuidando de sua saúde, fato plenamente justificável. Com isso, a turma fica com quatro ministros nos julgamentos, fator que beneficia os réus em caso de empate. Em casos da Lava a Jato os dois ministros conhecidos que querem livrar os já condenados, invariavelmente votam para livrar os que já tinham sido condenados, com alegação de que foi calcada apenas em delação premiada, em que pese vultosos recursos já tenham sido reavidos que provam a veracidade dos fatos. Isso evidencia que determinados ministros querem livrar políticos sabidamente corruptos, tornando-os inocentes por falta de provas. O bom senso diz que querem deturpar e inocentar os maiores criminosos que a nação já teve, indo de encontro ao combate efetivo da corrupção até aqui feito, tornando todos os esforços feitos inúteis.

      Decepcionante a condução do judiciário brasileiro, totalmente aparelhado pelos mesmos governos do passado que os colocaram nas funções de ministros do Supremo.

       O mais grave é pretender desfazer aquilo que tinha sido feito com acerto. O importante seria DORAVANTE fechar de vez o que fora feito de modo ilegal; jamais justificar com votos enganosos, o mal feito cometido.

        O Brasil não consegue mais estancar sua pérfida corrupção impregnada em sua vida política. Em plena pandemia, uma coisa eles não abrem mão: As eleições. Sempre viciadas e com o objetivo claro de se perpetuarem no poder. Uma ditadura democrática???

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

CAFEZINHO BEM BRASILEIRO

 


    O vídeo retrata uma situação peculiar brasileira que só tende a se agravar porque foi imposta sorrateiramente por supostos benfeitores mas que não passam de lobos devoradores. Os privilégios são elencados para beneficiar apenas criminosos; os cidadãos de bem são os indiretamente penalizados pois a ideia é introduzir legalmente que "o crime compensa". 

       Se houvesse um plebiscito para você escolher a implantação dessas medidas em vigor, você caro cidadão, as aprovaria?

      Para refletir e sopesar sob qual tipo de "justiça" estamos vivendo em nossa pátria. Será essa justiça que realmente queremos? Ou foi-nos imposta sem a vontade da maioria? 

       Pensem sobre o assunto.

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

O INÉDITO DESAFIO VINTE VINTE

     LIÇÕES DO COVID-19


01 - A VIDA é curta.

02 - A MORTE é certa.

03 - Os empregos são TEMPORÁRIOS.

04 - Riqueza mesmo é ter SAÚDE.

05 - O AMANHÃ não é garantido.

06 - Tudo acontece RÁPIDO DEMAIS.

07 - Devemos valorizar nossa FAMÍLIA.

08 - O mundo precisa de mais EMPATIA.

09 - Precisamos ser mais HUMANOS.

10 - Sem DEUS nada somos.

 


sexta-feira, 21 de agosto de 2020

MESTRE EDGARDO EM POUCAS LINHAS

       O comentário feito na postagem "Depois dos 50" pelo nosso amado Edgardo Amorim do Rego traduz com fidelidade uma realidade presente nas maiores instituições das quais fazemos parte, quer em todas quer em algumas delas.

       Eis o comentário:


"Triste, lamentável história., essa da cooperativa da ANABB! Transparência!... A PREVI gaba-se merecidamente de seu sucesso. Até a década de 70 foi dirigida por colegas completamente abnegados, interessados exclusivamente pelo bem comum. Hoje em dia, os cargos administrativos de PREVI, CASSI e ANABB são disputados em feroz luta política, sobretudo em razão da remuneração empresarial que, por sua natureza não lucrativa, não deveriam proporcionar.Tornaram-se um cabide de enriquecimento, da formação do grupo do 1% que abocanha a riqueza, sugando renda que deveria nutrir os 99% do corpo restante da associação."
 

        Não poderia ter sido mais realista com tais afirmações. Com efeito, a natureza lucrativa pela qual transformaram-se os cargos em disputa tem sido a inadmissível disputa de poder em sociedades que não têm fins lucrativos. Se focarmos apenas na PREVI, essencialmente uma caixa de previdência SEM fins lucrativos, não há a menor razão para pagamentos de remunerações vultosas só comparadas às grandes instituições privadas. Só poderia ocorrer num país que perdeu o bom senso com a coisa pública, com um grau de comprometimento de verbas enraizadas no imenso cabide de emprego em que se transformou nossa república, sobretudo no aparelhamento do Estado, com salários nada condizentes com o regramento mundial ou de mercado. Em Brasília, tem ascensorista no serviço público ganhando mais que médico, engenheiro etc. Coisa de absoluta insanidade no trato com a coisa pública, em prejuízo direto aos menos favorecidos.

        Quem poderá resolver essa perniciosa anomalia?

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

DEPOIS DOS CINQUENTA

      Depois dos 50 você descobre que o amor é adolescente, irracional e inconsequente.

       E que chorar faz bem e que hidrata o coração.

       Descobre que o espelho do banheiro começa a mostrar a neve em seu cabelo.

       O tempo escoa feito areia entre os dedos.

       Descobre que a solidão de uma casa de três quartos é a mesma de uma estilo meia água.

       Descobre que a televisão é chata e que o trânsito é um problema e que o celular incomoda muito.

        Descobre que não devemos brigar por pequenas coisas. Há coisas que são pequenas demais.

        Descobre que as palavras têm muita força e que depois fica difícil apagá-las.

       Descobre que você não deve guardar ressentimento. Faz mal a você guardá-lo.

         Descobre que deve pedir desculpas, pedir perdão. Você vai sentir-se bem por muito pouco.

       Descobre que deve doar alguma coisa mas deve doar de coração, sem nada em troca.

        Descobre que a multidão em seu redor, com egos infláveis, faz você sentir-se só. Mas se você tem um amigo, tem um tesouro.

        Você descobre que vai gastar dinheiro com sua saúde que perdeu justamente para ganhar dinheiro.

         Descobre que tem mais passado que futuro.

     É preciso viver desesperadamente o presente.                                                                     

          Você vai sentir vontade de voltar no tempo e misturar-se com as crianças. Jogar bolas, soltar pipa, andar de bicicleta. Mas esse tempo não volta mais. E ele passa por nós todos os dias.

          Você descobre que não existe um caminho definido para ser feliz. Existem estradas diferentes.

          Descobre que nasceu sem nada, brigou por tudo e vai partir de mãos vazias, porque caixão não tem gaveta. E que o solo que você hoje pisa será o seu teto amanhã.

         Descobre que tudo isso foi vaidade...Pense nisso e viva bem!


        

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

DESCULPEM A INSISTÊNCIA

         O velho e bom empréstimo simples precisa estar sempre na ordem do dia. Agora o foco é único e exclusivamente o aumento de prazo. Sem isso não chegaremos ao famoso "bom para todos" que já foi slogan no Banco do Brasil.

         Por ora, a Seguridade da PREVI continua irredutível na manutenção dos atuais prazos, embora, sem argumentação convincente. Espera-se que a nova diretoria tenha o bom senso de alongar o prazo, tendo em vista uma abrangência maior de tomadores em virtude da liberação de margem consignável, fator que delimita o acesso.

        Deve haver mais empenho dos potenciais tomadores no sentido de solicitar ao fundo a dilatação do prazo. Será pela insistência nos pedidos que poderá mudar o pensamento decisório do nosso fundo. Daí a validade de encaminhar-se pedidos para tal fim, da parte de interessados. Mãos à obra!

terça-feira, 11 de agosto de 2020

PANDEMIA ZERO NUM SÓ GOVERNO MUNDIAL, É ISSO?

 


        Quem pode perceber o conteúdo deste vídeo sem paixões ou interferências pré-concebidas? Quem pode compreender? Por que alguns governos conseguem controlar a pandemia e outros não? Por que nas ditaduras é mais fácil? O que fez a China para ter tão poucos mortos "oficialmente"? Seria porque lá não se tem liberdade democrática e consequente obediência cega? O mundo todo deveria ser assim? Pelas evidências que o vídeo mostra parece que sim.
      Ressalto que estou apenas evidenciando o óbvio, sem quaisquer paixões políticas ou seja lá  outro tipo de sectarismo. Minha paixão, com todo o meu amor, é Jesus Cristo, único Salvador que morreu (e ressuscitou! E VIVO está!) por nós na cruz (não existe amor maior). Por isso, eu confesso diante de todos os homens, com todas as minhas forças: Meu Salvador é Jesus, e Jesus me conduz pelos caminhos da Paz!

Mateus 10
32Assim sendo, todo aquele que me declarar diante das pessoas, também eu o declararei diante de meu Pai que está nos céus. 33Entretanto, qualquer que me negar diante das pessoas, também Eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus.

domingo, 9 de agosto de 2020

PRAZO MAIS LONGO É IMPERIOSO

     O aumento de limite no ES ajuda mas não beneficia uma considerável fatia dos tomadores pelo simples fato de não desafogar a margem consignável, responsável pela não efetivação do empréstimo. Nesse sentido apenas a dilatação do prazo resolveria esse grande impasse.

       Já tem sido muito sugerida uma fórmula igual a do 180 X 180 (Cento e oitenta mil e Cento e oitenta meses), sem, contudo, sensibilizar a diretoria de Seguridade. Talvez agora, com a eleição ganha, o novo diretor tenha mais sensibilidade e passe a estudar um aumento no prazo dos atuais dez anos para algo mínimo de doze a quinze anos. 

       No quesito investimento nada seria comprometido tendo em vista que a carteira suporta até 15% dos valores globais investidos. Bastaria retirar da carteira Renda Variável e reaplicá-la no Empréstimo Simples. O fato é que nos patamares atuais o produto ES está aquém de seu real valor que poderia ser destinado.

      Tal condição resolve ou ameniza a situação de imenso contingente de associados que na atualidade têm limite mas não têm MC. É o caso do sr. Wagner Nascimento refletir nesta sua nova empreitada, levando em consideração as atuais condições impostas pela nova pandemia. O tempo é implacável e somente o pequeno acréscimo no limite quase nada resolve para a maioria.

        Com a palavra o novo diretor que deve assumir em breve. Afinal a prioridade da chapa 1 (vencedora) não é o Associado?

sábado, 8 de agosto de 2020

A MORTE PREMATURA DE VALTER MALIENI, DIRETOR DO BB

      Surpresos todos pela morte do colega Valter Malieni Júnior, aos 50 anos de idade, diretor de Atacado do BB e cotado para assumir a presidência em lugar de Rubens Novaes. Teve um mal súbito numa reunião de trabalho, foi levado ao hospital com problemas cardíacos, foi atendido mas infelizmente não resistiu. Nossos sentimentos de pesar aos familiares e amigos.

      Acontecimentos assim nos remetem a viver mais intensamente o evangelho e a vida cristã. Nada na vida vale mais depois que a perdemos. Todos nós morreremos. Por isso, amados irmãos, deixemos de lado as contendas, o ódio, a intolerância. Abracemos o amor. Deus é amor. Foquemos na vida espiritual e eterna. Pratiquemos somente o bem e sigamos à risca todos os mandamentos divinos e vivamos na prática o amor solidário. Nunca é demais repetir: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.

        Que o Senhor nosso Deus tenha misericórdia de todos nós que reconhecemos ser pecadores. Estejamos sempre prontos a perdoar como o Senhor nos perdoa. E sempre nos arrepender dos erros e com firmes propósitos de não mais cometê-los, Amém.

Mensagem

A vitória vem para aqueles que mesmo cansados seguem lutando, mesmo em circunstâncias difíceis seguem acreditando e mesmo tudo sendo contrário seguem crendo que Deus está no controle...

A vitória é desejo de muitos, mas troféu para poucos, pois muitos se entregam ao cansaço, outros desistem pelo caminho, mas somente os que têm fé continuam, não por serem mais fortes, mas principalmente por serem mais determinados.

Ser perseverante nos seus desejos e objetivos fará com que você se torne um vencedor...Siga sempre lutando que uma hora a vitória chega. 

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

DEMOCRACIA EM PERIGO

      A democracia brasileira corre sérios riscos. Os inimigos do atual presidente avançam céleres para cercá-lo e forçar sua renúncia. A mídia global é a principal aliada. A Globo por exemplo foca exclusivamente na família do presidente no intuito de fazer um furacão de um caso absolutamente corriqueiro, que acontecia em demasia na assembleia carioca. O congresso aprova leis, o presidente veta mas o veto é derrubado pelo próprio congresso. O STF tornou-se um poder paralelo com ingerência maciça no Executivo. Daqui a pouco vão inocentar o ex-presidente comprovadamente corrupto. Há ministros afinados que só maquinam esse fim.

     O presidente deveria reagir e colocar seu plano em ação. Mas são tantas as ingerências em contrário que parece estar pisando em ovos. É com aparência democrática que ditaduras se perpetuam no poder como na Venezuela, país claramente dominado por países comunistas. Querem chegar aqui também. Uma democracia forte como a dos Estados Unidos consegue se impor. Aqui é diferente e cedo ou tarde iremos sucumbir ante a força dos globalistas mundiais interessados em nossa economia. Vejo o nosso futuro com muito pessimismo. Provavelmente vão conseguir colocar seus prepostos com aval do Supremo cujos ministros estão todos contra a direita vencedora em 2018.

      Somente a mão firme do atual presidente, não se quedando às críticas oportunistas da esquerda orquestrada, e tendo as instituições delineadas de "cada um no seu quadrado", podem segurar este ímpeto voraz dos opositores em não deixar governar. Países estão nos bastidores incentivando os rebeldes, inclusive com apoio financeiro, para depois se locupletarem com nossas riquezas minerais. As nossas forças deveriam estar todas unidas para evitar esse estado lastimável de ocupação. A nossa divisão nos torna fracos. Nessa implacável pandemia, se estivéssemos de fato unidos, já estaríamos em bem melhor situação. A divisão derruba a efetividade das ações. A união torna as medidas mais eficazes e produtivas. O Uruguai sabe disso. Lá há união de 100% entre todos. Aqui é pedra para todos os lados em cima do Executivo federal no intuito de fazer crer que o governo não é competente. O Mal avança no Brasil e parece que estamos em campanha política todos os dias.

     Que Deus tenha piedade de nós, embora muitos teimem em viver sem Deus. O castigo virá em breve. Veja o que diz Mt 16:26-27

26 De fato, de que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro mas perder a sua vida? Que poderá alguém dar em troca de sua vida?
27 Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta.

quinta-feira, 30 de julho de 2020

O SONHO DESFEITO

O SONHO DESFEITO

Aristophanes Pereira

              Notícia sobre o  Banco  Brasil – ou BB, na intimidade – é, sempre, matéria de interesse, sob quaisquer pontos de vista. Uns corriqueiros, pontuais, de âmbito restrito. Outros, podem adquirir dimensões nacionais e, até, internacionais. Sem exagero! Não me desvio, aqui, pra demonstrar, porque desnecessário.

         A questão recorrente mais significativa, e de maior interesse, na mesa das chamadas “privatizações”, diz respeito aos palpites e proposições, relacionados com a privatização do Banco do Brasil S.A., do qual a União participa, diretamente, com pouco mais de 50% do capital de mando, ficando o restante com numerosos acionistas O propósito de vender o BB recrudesceu, e passou a ser um projeto em pauta, desde o começo do Governo Bolsonaro.

          O ex-poderoso ministro da Economia, Paulo Guedes, também referido como “Posto Ipiranga”, pela delegação, entre jocosa e carinhosa, que lhe deu o Chefe, nunca negou ser o BB a “joia da coroa” de seu programa de desestatização, marca de sua doutrina liberal. Entretanto, as coisas não têm sido fáceis, para o arrastado programa e, no caso do Banco do Brasil, já se configura um caso de menor atenção.

         O chão começou a tremer na famosa, e já histórica, reunião ministerial de 22 de abril que, tornada pública, por determinação judicial, mostrou a face oculta do Governo Bolsonaro, haja vista o baixo calão de algumas exposições, os atentados grotescos a pessoas e instituições, as amostras de mau-caratismo de alguns ministros e as propostas não republicanas de alguns.

         Nessa memorável tertúlia governamental, um trecho da exposição do ministro Paulo Guedes, de que participam o presidente do Banco do Brasil Rubem Novaes – e o próprio presidente Bolsonaro, é marcante, por denunciar toda frustração do ministro com o Banco do Brasil, a fraqueza do presidente do banco e o cala-boca do presidente Bolsonaro, conforme reproduzo abaixo, pela sua contundência:

 

PAULO GUEDES:”O Banco do Brasil não é tatu nem cobra. Porque ele não é privado, nem público. Então se for apertar o Rubem, coitado. Ele é super liberal, mas se apertar ele e falar 'bota o juro baixo', ele: 'Não posso, senão a turma, os privados, meus minoritários, me apertam.' Aí, se falar assim 'bota o juro alto', ele: 'Não posso, porque senão o governo me aperta'. O Banco do Brasil é um caso pronto de privatização"(...) "O senhor já notou que o BNDES e a Caixa, que são nossos, públicos, a gente faz o que a gente quer. Banco do Brasil, a gente não consegue fazer nada e tem um liberal lá. Então, tem que vender essa porra logo".

Em  continuidade, Paulo Guedes provoca o presidente Rubem Novaes, pedindo-lhe: Confessa o seu sonho” e ele responde, titubeando: “Privati... em relação à privatização..” No que é, prontamente, interrompido pelo presidente Bolsonaro: : “Faz assim, só em 23 você confessa, agora não”.

 

         Identifico nessa conversa – por isso a reconstruí –  raízes do pedido de demissão do presidente Rubem Novaes. Além disso, o solo de Brasília pareceu-lhe muito estrumoso e movediço. Não encontro, também, na trajetória de vida, já septuagenária, do presidente renunciante, pontos significativos, que pudessem se ajustar ao perfil requerido para o exercício da presidência do Banco do Brasil. Economista, professor, escritor, comportamento sóbrio, sem gosto pelas travessuras da Politica, conforma-se mais com um consultor do que com um executivo flexível e matreiro. Aceitou o cargo, certamente, acreditando na missão acalentada pela sua ideologia liberal de privatizar o grande BB. Ledo engano! De um lado, externamente, bateu de frente com o cala-boca do presidente Bolsonaro e o silencio cabisbaixo do seu Posto Ipiranga. De outro, internamente, com a arraigada cultura estatizante da corporação funcional e aparelhada do banco, apoiada por seus suportes sindicalistas, de associações afins e extensões legislativas.

          É meio suicida a missão de ocupar a presidência do Banco do Brasil, comprometido com a tarefa de vende-lo à iniciativa privada. Poderia dar aqui as razões para isso, como já falei em outras manifestações, mas seria repetitivo, no momento. Digo, apenas, que isso, um dia, poderá acontecer, se assim se tornar necessário, e a Sociedade brasileira o permitir. Enquanto isso não ocorrer, o ministro Paulo Guedes fale menos e aja mais. Vá cuidar de outros importantes deveres do seu superministério, das emergentes desarrumações causadas pela pandemia da Covid-19 e das reformas postergadas há tanto tempo.

         Quanto ao Banco do Brasil, bote lá um dirigente experimentado(cuidado com o currículo), com habilidades políticas, na interação com os públicos internos e externos. Versado nas lides bancárias, com visão de futuro, para entender – como já vem fazendo o nosso competente Banco Central – as profundas e revolucionárias mudanças comportamentais e tecnológicas que estão ocorrendo no mundo da moeda e do credito. Do contrário, não haverá sequer o que vender, pois o novo banco não é bem físico. É quase virtual, feito de confiança, expertise, um pouco de gente e muita Inteligência Artificial. Boa sorte ao novo presidente do Banco do Brasil.

 

NOTA: VENDA DE CREDITOS AO BTGPACTUAL-Pelo que conheço, e me recordo da linha operacional do BB, não faz muito sentido essa suspeição que se quer levantar sobre uma velha e corriqueira prática de venda, com expressivo abatimento, dos chamados “créditos podres”, encostados em “créditos em liquidação”, por força de regulamentos internacionais(BIS-Acordo Basilea).No BB nada se faz pelo mando e  vontade de uma só pessoa, mas pelas recomendações, justificadas ao longo de uma extensa linha hierárquica, da Agencia à Direção Geral. A conferir.

 

Jaboatão dos Guararapes, 30/7/2020.


terça-feira, 28 de julho de 2020

PREVI FUTURO SERIA CHAPA DOIS, EM TESE

    Nem gostaria de abordar mais esse tema. Para encerrá-lo digo que o Plano Futuro, chamado Plano II, teria fortes motivos para eleger a chapa 2, uma vez que o candidato a diretor de Seguridade na chapa pertence ao Plano II; justo o contrário da chapa vencedora. Então, alguns comentários na postagem anterior não batem pela lógica. 
     Para corroborar com isso, vem o blog do Vicente do Correio Braziliense dizer que o BB sofreu derrota na PREVI com a vitória da chapa 1. No frigir dos ovos o fator privatização pesou. Neste sentido muitos votos foram carreados à chapa 1 por causa dessa tendência e tendo em vista que a chapa (sindicalista) é contrária à privatização. Pode ser como pode não ser esse o motivo da derrota. Mas eu creio que tem a ver.
      Página virada. Não se pode mais mudar nada. É torcer para que o novo multifunção dê certo no cargo. Com certeza, vai ser o continuísmo da atual administração na Seguridade.

quarta-feira, 22 de julho de 2020

SÓ NOTÍCIA BOA

SÓ NOTICIA BOA
Aristophanes Pereira
          De uns tempos pra cá, conheci um site, casualmente, do qual passei a receber frequentes notificações de notícias atuais e interessantes. É o SONOTICIABOA, em www.sonoticiaboa.com.br  São noticias nacionais e internacionais, objetivas, de comprovadas fontes e, obviamente, como diz o nome, só veicula notícia boa. É um verdadeiro antídoto para o noticiário seletivamente pessimista de grande parte da mídia. Faz bem à cabeça atormentada pelo clima doentio da Covid19 e por outros desprazeres do dia-a-dia.

         Inspirado por esse mensageiro de boas notícias, comecei, eu mesmo, a semana – na 2ª Feira, dia 20, que nos trás, mensalmente, um momento de passageira alegria – anotando um conjunto animador de boas notícias, sobre as quais discorro a seguir:

         Preliminarmente, destaco: Com o clima mais ameno do noticiário produzido pelos ventos, usualmente, tempestuosos do planalto brasiliano, o Brasil está mais calmo, encaminhando seus afazeres, sem maiores zoeiras e grandes conflitos. As “gripezinhas” e as ‘quedas domésticas’, certamente, contribuíram para isso. A Bolsa, termômetro sensível e claudicante retornou ao patamar dos confortáveis 100.000 pontos(Olha aí, Previ!).

Segundo: Conforme notícia já apontada pelo colega Celso Bernardes(Blog, 17:28, 19/20) está no radar a edição, a qualquer momento, de uma Medida Provisória, de efeito imediato, que entre outros mandamentos, permitirá o aumento de, aproximadamente, 5% na Margem Consignável, que passaria dos atuais 30 para 35%, beneficiando, apenas aposentados e pensionistas do INSS. Isto, adicionado à bondade do Governo, que isentou o IOF até outubro, para tais empréstimos(consignados), poderá ser um bom e oportuno suspiro para aquelas duas categorias. A Previ, no âmbito do Convênio Prisma, com foco no  Plano1, certamente, regulamentará a matéria, no que respeita ao seu ES-Rotativo. Cruzem os dedos!

Terceiro: As previsões indicam valiosas conquistas medico-cientificas, que apontam – inclusive com notória participação do Brasil – a breve produção, em massa, de pelo menos três vacinas,  de já comprovada prevenção da Covid19, e que dentro de alguns meses poderão estar  disponíveis, para aplicação imunizante de grandes populações. Entrementes, já são festejados alguns medicamentos que diminuem sensivelmente os sintomas e a letalidade da Covid19, com alívio para doentes e para a estrutura de serviços de saúde hospitalar.

Quarto e último(e de leitura chata): Os prognósticos para o resultado da eleição na Previ, já traçam, neste 9º dia de votação, com base nos números divulgados até agora(9ª prévia), uma linha, que aponta tendências possíveis, prevendo-se uma disputa de final apertado, na concorrência das duas chapas.

         Não tendo compromissos compulsórios, desfrutando a ociosidade da definitiva aposentadoria, por idade e opção, e robustecida pela reclusão do Corona vírus, ousei e arrisquei fazer algumas estimativas, relativamente ao atual processo de eleições na Previ, declaradamente  viciadas pela minha simpatia maior pela Chapa 2. Vejamos:

  • Os números básicos são 198.093 votantes qualificados como ATIVOS(90.277), APOSENTADOS(83.984), PENSIONISTAS(22.580) e OUTROS(1252), A votação é opcional, distribuída por três canais de votação(SISBB-WEB-TAA).
  • A apuração, na primeira parcial de 13/7 indicou um elevado percentual de votantes, pelo SISBB(61,6%), que são, nitidamente da ATIVA, integrantes do Plano Previ-FUTURO. De outra parte 38,3% votaram pelos TAA e WEB(Internet:PC, Tablet e Ceulular), e que passarei a identificar como APO’s(*).
  • Esses tão distintos resultados têm como elemento fundamental, no meu entender, a divisão dos votantes em dois grupos decisórios: (1) PESSOAL DA ATIVA (SISBB=90.277) e (2) APO’s(WEB e TAA=107.816). Outro dado importante é a correta presunção de que os ATIVOS são fortemente adesistas da Chapa 1, enquanto a maiorias dos APO’s aderem à Chapa 2. Por isso, um olhar analítico sobre esses números e essa distinção de simpatias mostra, claramente, que o general vencedor dessa guerra chama-se  Abstenção.
  • Assim, com essas considerações, demonstramos a aritmética de 3 cenários previsíveis,  com números arredondados, na elaboração, com recursos do MS-Excel, conforme QUADRO abaixo, onde os dados fixos são afetados por   variáveis(abstenção, opções dos votantes e votos nulos e brancos) a saber:
ELEIÇÕES PREVI - SIMULAÇAO DA VOTAÇÃO 
(VIDE QUADRO ABAIXO)

          As estimativas no QUADRO trabalham, apenas, com três hipótese extremas, com resultados que dão vitórias robustas às Chapas 1 e 2, nos cenários construídos, respectivamente, com as variáveis das colunas V-1 e V-III. A hipótese de um resultado final apertado, que denominei PAU A PAU, está montado com as variáveis da coluna V-II. Infinitas simulações poderiam se elaboradas, entretanto, sem maior interesse.
         Os três cenários mostrados – a esta altura do campeonato, ainda no limiar do 10º dia de votação(22/7), faltando 6 para o encerramento(27/7) – podem servir para orientar os esforços dos contendores, no fortalecimentos das variáveis mais decisivas e passiveis de mudanças. No caso da Chapa 2, diminuir a abstenção costumeira <25 b=""> e angariar votos no terreiro inimigo <13 b="" divirtam-se="">

(*) Cumpre ressaltar que existem pequenas e irrelevante diferenças entre dados divulgados pela própria Previ.
Jaboatão dos Guararapes(PE),21/07/20




REPRODUÇÃO DO QUADRO ELABORADO PELO ARISTOPHANES DEVIDO A NÃO ABRIR EM ALGUNS NAVEGADORES.

quinta-feira, 16 de julho de 2020

ELEIÇÃO NA PREVI


ELEIÇÕES PREVI – CHAPA 2 MAIS UNIÃO – SUGESTÕES
Aristophanes Pereira
       Vejo com animação as declarações de votos dados à Chapa 2, que tem méritos e melhores propósitos, nesta eleição para Conselhos e Diretoria Executiva do nosso fundo de pensão.  Parecem traduzir o sentimento de aversão ao situacionismo, marcado pela administração do diretor de Seguridade, que se despede, sem deixar saudades, no Plano 1.
       Tenho contidas e realistas esperanças na tendência administrativa dos candidatos que formam a Chapa 2, em especial o executivo, na Seguridade. Contidas e realistas porque a Previ é um grande Iceberg, do qual só visualizamos a menor parte, sabendo que seu volume maior se acomoda ao sabor das correntes subterrâneas do Patrocinador.
       Mesmo assim, nesses tempos de mudanças e inovações, seria uma grande conquista se pudéssemos contar, pelo menos, com dois compromissos dos membros da Chapa 2, a saber:

  1. Transparência de informações. Até as soluções adversas, ou aquém das nossas expectativas, são absorvidas com amenidade, se informadas prontamente e com clareza, nas necessárias explicações, sem subterfúgios. Somos uma comunidade(Plano 1 + Futuro) de dezenas de milhares(quase 200.000), com cabeças distintas, diferentes níveis de compreensão e diversos comportamentos. A Internet, que já era uma “janela para o mundo”, com a Covid19  se reinventou e escancarou todos os espaços. Guardadas as conveniências de sigilos estratégicos, poderemos ter encontros, palestras, webnários, EaD, etc., por conexão direta(on line) com a Previ. Reuniões, com peregrinações físicas pelo pais, são dispendiosas, demoradas, improdutivas e de público limitado. São coisas do passado.

  1. Revisão coerente, justa e não discriminatória do Empréstimo Simples Rotativo(ES). Diga-se, de início, que este é, sem concorrente, o tema mais reclamado por parte dos participantes do Fundo. Suas principais variáveis e condicionantes suscitam propostas de mudanças, alterações pontuais e parâmetros quase personalizados. Impossível a fórmula milagrosa e universal. Entendo, entretanto, que:

    • Um novo prazo máximo de 150 meses é factível e tolerável.
    • O limite máximo do valor poderia chegar a R$180 mil. Significaria somente uma atualização monetária realista.
    • A Margem Consignável, conquanto balizada por Lei, poderia encontrar uma melhoria compreensiva, retirando de sua composição o débito da Contribuição(devolução) mensal à própria Previ. Não se trata de uma “obrigação”, criada e assumida pelo tomador, mas uma “invenção estapafúrdia”  alheia à sua vontade e deliberação. É duplamente penalizado.
    • Os encargos (juros+correção) comportariam uma revisão, dentro da nova composição da política monetária do governo, com SELIC negativa.

  1. Sob este mesmo item(ES), cabe um destaque para a absurda e discriminatória “tabelinha progressiva” dos prazos, incidente sobre a idade dos malsinados “super velhos”. Desde uma infeliz reformulação que data de 2015, os prazos do ES(quantidade de prestações) passaram a ser reduzidos, progressivamente, em função da idade dos tomadores, de tal forma que, para maiores de 80 anos, o prazo se estabiliza, reduzido a “módicas” 36 prestações. Ou seja: menos de 30% do atual maior prazo(120 meses), para os “jovens”.  Mas não é só!. Ainda se adiciona aos encargos.(INPC+juros a.a.) o fúnebre FQM(Fundo se Quitação por Morte), também progressivo, que chega, para os “oitentões” à taxa de 5,0%!
Essa discriminação, na quantidade de prestações, se já não fosse absurda, legalmente, porque afronta o Estatuto do Idoso, é moralmente indecorosa porque fere o princípio da solidariedade, dentro do Grupo. Acredito que, também, é inédita, sem semelhantes na Cooperforte e no BB. 
Pelos dados mais recentes da Previ, calculo que podem ser “beneficiados”, por essa malvada distinção, 13.618 maiores de 75(75-89) anos e mais 1006(90-105) maiores de 90 anos (ou 14.626 “super velhos” =16% do total de 90.349). Se estimarmos que apenas 50% seriam tomadores, somente, 8% do total comporiam o “grupo de risco” diferenciado pela idade. Uma ninharia!
Por trás dessa distorção, felizmente,  se pratica uma contraditória e meio cínica  válvula do bem. Isto porque o ES, sendo rotativo, renovável a cada carência de 6 meses, na prática, o que se tem é um prazo ilimitado, de X inicial e, depois +6+6+6+6... distribuído pela engenhosa repartição das modalidades A,B, C e D, com o adicional oneroso, em cada renovação, da Taxa de Administração+IOF(que o Covid19, generosamente, suspendeu até outubro).
Como ficou demonstrado, a aplicação desse mecanismo destrói, aritmeticamente, o propósito de delimitação do prazo. Na continuada renovação de 6 em 6 meses, o prazo se alonga indefinidamente... ou até que a morte nos separe.
O mal maioroneroso, incompreensível e intolerável – está plantado lá atrás, no inicio, quando se funda o empréstimo tronco, com aplicação da famigerada tabela de redução progressiva dos prazos. Aí se define, o valor das prestações que, obviamente, será tanto maior quanto menor o prazo. Só para exemplificar – e para que essa maldade inútil fique bem clara – um oitentão que contrate um ES-Rotativo de R$50.000,00, em (compulsoriamente) 36 prestações, juros + FQM(4,75+4.50 a.a.) pagará prestações de R$1.595,57. Repetindo a operação, com 120 prestações, a prestação cairá para R$563,24(*). Como se vê, uma diferença sensível, dentro de um mês, que também diminui a Renda Disponível e  a Margem Consignável. Verdadeiro “gerocídio”, para lembrar a retórica do Ministro(STF) Gilmar Mendes.
  
Há que se reconhecer que o ES-Rotativo é um bom produto, para a Previ, que o pratica com nosso próprio dinheiro, e para nós que, infelizmente, muitas vezes precisamos dele. Respeitado esse equilíbrio, nada impede que seja melhorado, nas condicionantes comentadas, principalmente essa aberração da “tabelinha gerocidio”, que deveria ser extinta.

       Por fim, registro que o destaque dado aos tópicos acima, não esmorece uma permanente atitude de vigilância, reparo e cobrança, com relação a outros “affairs” pendentes, como a velha e ilegal Resolução 26, o calote do BET e a preservação do nosso poder de compra, deteriorado por reajustes irreais.

       É de se esperar que a vitória da Chapa 2 faça prosperar um novo tempo de MAIS UNIÂO entre a Previ e seus donos, apagando a prevenção e suspeição que têm prevalecido nas nossas tumultuadas relações.

PS. As apurações parciais de ontem(dia 15, no site da Previ) mostram, no 3º dia, a votação já realizada por 30% do público-alvo(198.093). É expressivo o comparecimento pelo SISBB, que sugere a votação do pessoal da ativa, com 65% dos que já votaram(59.316), e suposta inclinação pela Chapa 1. Nos TAA e WEB, a votação só alcança a participação de 35%, dentre os que já votaram, que se presume de aposentados, inclinados para a Chapa 2. Ainda tem muito chão pela frente, MAS É PRECISO TRABALHAR! ACORDA PESSOAL!
(*) Cálculos do autor, meramente exemplificativos, com simulação pela “Calculadora do Cidadão”, do BCB.
Jaboatão dos Guararapes-PE-16/07/2020.