sábado, 28 de dezembro de 2019

DIVAGAÇÕES DE FIM DE ANO (Autor J.A.P)


DIVAGAÇÕES(SEM COMPROMISSO) DE FIM DE ANO
Aristophanes Pereira
         Esses tempos de passagem de um ano para o outro, em quaisquer medidas e lugares   - no calendário chinês, cristão, ou judaico – mexem com a cabeça das pessoas, provocando momentos de reflexão, sobre ganhos e perdas do passado, e alinhamento de esperanças, para o futuro. 
         Observo que o panorama da transição atual, marcada pelo fim da buliçosa vintena inicial do século XXI, vem sendo pintado, pelos observadores e cronistas de plantão, com cores fugidias e variadas. A velocidade e superposição dos eventos analisados não nos permitem enxergar, com nitidez, o que se passa e, muito menos, projetar, com segurança, tendências de acontecimentos futuros.
         As opiniões variam conforme a experiencia profissional, a formação acadêmica, a faixa etária, a religião, o gênero, a ideologia e, até, o humor momentâneo. O mínimo que se pode ponderar é que são muitas e diversificadas – e tendenciosas – as cabeças opinativas.

         Sei que não existem paradas, na trajetória evolucionista. As grandes mudanças físicas e biológicas por que passaram os humanos terráqueos foram significativas, mas se arrastaram por milhões de anos. As mudanças de comportamento e civilizatórias são recentes, e já marcadas na escala de “dezenas de milhares de anos”, como foi a mudança de nômades caçadores-coletores para agricultores estáveis. Na progressão, os saltos mudancistas têm sido exponenciais, a despeito de freios episódicos e pontuais.
         Não mais presenciarei o futuro de próximos feitos inovadores, mas sei que eles virão, com velocidade e repercussões sensíveis, haja vista que sou fruto escolado e contemporâneo de um tempo que, igualmente, presenciou grandiosas transformações, velozes e radicais.
         Assusta-me, contudo, o quadro que já começa a ser previsível e delineado, por cientistas e filósofos, das mudanças decorrentes de inovações  disruptivas, notadamente, nas áreas de automação, big data(grande conjunto de dados), inteligência artificial(AI) e biotecnologia. Os poucos detentores e gestores desses fantásticos poderes se apartarão do resto, que se subordinará a novos ambientes de servidão.
         Para ilustrar os motivos de minhas assombrações, recorro ao meu museu particular de mudanças tecnológicas, para mostrar, na minha foto abaixo, o que foi superado nos últimos 30 anos, pela força de um revolucionário “gadget” que o genial Steve Jobs, jovem fundador da Apple, anunciou ao mundo, em janeiro de 2007O iPhone! (ou, genericamente, Smartphone).
         Lá se foram, em curto período, as dispendiosas filmadoras e projetores, o efêmero FAX, pesados computadores, gerações de celulares, vídeocassetes e outros dispositivos eletrônicos. Uma parafernália, superada por um aparelhinho(iPhone assinalado no primeiro plano da foto), cômodo, versátil, de baixo custo, facilmente operado que, ajudado pelos apps inteligentes, destruiu consolidadas e seculares indústrias e serviços correlatos, de trilhões de dólares, trazendo veículos de inovações, também, aos comportamentos da Sociedade. Não dá pra duvidar das transformações em marcha, e quem não se antenar quebra a cara.
Jaboatão dos Guararapes, 28/12/2019
Obs:Foto do autor.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

SEM CRIAR MAIS POLÊMICAS E CONTENDAS

    Está contido na Sagrada Escritura que não devemos levantar contendas entre irmãos. Um princípio básico do Cristianismo cujo sustentáculo é o amor sem limites ao próximo quer seja amigo ou inimigo, justo ou injusto, grego ou troiano. Diz Jesus que "nisso conhecereis que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros".
     Com efeito, se queremos pertencer ao Cristianismo, é fundamental seguir a Cristo, ontem, hoje e sempre. A oração do Pai Nosso nos diz a quintessência pragmática do sentimento cristão. "Perdoai-nos ó Pai assim como nós também perdoamos e seja sempre feita a vossa vontade, tanto na terra como no céu."
      Em vista dos sábios ensinamentos do Livro Sagrado (a Bíblia), nossas atitudes não podem ser outras senão curvar-se diante das evidências. As discussões fora do contexto bíblico sempre serão estéreis ou inúteis. Realçar este ou aquele governante é pura insensatez, frivolidade que deve passar longe do verdadeiro cristão. Foi esta a razão pela qual deletei a minha postagem anterior, alertado por amigos de verdade que me fizeram reconsiderar. Agradeço-lhes por isso.
      No mais, é comentar sobre o já decidido descasamento de nossas aposentadorias com o INSS. A partir de março receberemos por outros bancos indicados, lembrando que cabe, a quem desejar, fazer a portabilidade para o banco de sua preferência. A questão da correção do IR vamos deixar que seja publicada eventual decisão.
      A todos um 2020 de muita paz e amor!

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

NOSSA IRMÃ ARGENTINA; CRISTINA RESSUSCITA PLANO DE MARIDO MORTO


     Os socialistas/comunistas brasileiros já têm uma nova opção para serem governados. Basta rumarem mais para o sul e cruzar a fronteira para uma nova Argentina. O articulista do vídeo acima, Professor Bellei, faz uma análise do "novo" governo argentino, baseado em seis pontos levantados pelo periódico "La Nacion", um dos principais jornais do país portenho.
      No sábado (madrugada de sexta) os congressistas de lá aprovaram um pacotaço de medidas que dão amplo poder ao governo. Incrível o que acontece quando um governo de esquerda (socialista/comunista) vence uma eleição, logo o poder legislativo dá amplo poderes ao executivo para agir sem oposição. Quanta diferença quando um governo de direita assume o poder não? Aqui outros poderes têm até mais poderes que o próprio presidente da república. O STF, o presidente da Câmara dos Deputados, o presidente do Senado Federal frequentemente "derrubam" decisões presidenciais. Até a imprensa suja (Rede Globo & Cia) questiona os métodos de concessão de indultos de Natal. (No JN de ontem). São petulantes e provocativos. Eu não teria a paciência de Bolsonaro. Absolutamente não. Com comunistas/socialistas não deve haver diálogo. Eles adoram a nossa democracia pois é muito tolerante e dá muitos direitos a eles (os verdadeiros bandidos).
     Os recursos que um réu tem para não ser preso são jabuticabas nossas, exclusivas. O Brasil tem a palavra democracia deturpada, ocorrendo que nós (o povo) liberamos bilhões do erário público para financiar campanhas políticas (onde somos beneficiados com isso?), para depois sermos governados por inescrupulosos do tipo Lula, Dilma, Temer, STF, partidos políticos corrompidos etc.
     Para não me alongar, o excelente governo atual corrigiu a tabela do IR em 56%, isentando a partir de 2020 quem ganha até 3.000 reais/mês. Na prática, isso paga o nosso reajuste da CASSI. O aumento de janeiro será real, sem compensação com outros gastos.
      
PS: Nesse primeiro ano de governo sério nada se ouviu de novos casos de corrupção (terminou com o governo Temer) e já foram criados um milhão de novos empregos!

sábado, 21 de dezembro de 2019

REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA

Prezado amigo e colega(do antigo Banco do Brasil:1851-1995) Edgardo Amorim.
       Ao concluir seu comentário, de 19 do corrente, às 0:39h, no precioso blog, do também amigo e colega Ari Zanella, você me propõe um “dever de casa” pesado, mas instigante, que acatei, ousadamente.
       Você diz, porque acredita, que se o Brasil continuar governado para o bem da camarilha de políticos de todos os níveis, desde vereador até presidente dos três poderes, nada adiantará. E a revolução democrática acontecerá.”  Sobre essa matéria, pede e aguarda minha dissertação.
       Cada um que recebesse esse dever, provavelmente, teria maneira distinta de interpretá-lo e responder. Vou dizer do meu jeito, mas não será uma notável dissertação...como você almeja. É, apenas uma opinião!

       Não sou um cético e desencantado, em relação ao meu país. Por vezes, fico decepcionado, indignado mesmo, ao me defrontar com situações pontuais de gritantes injustiças e decepcionantes consequências. Mesmo assim,  enxergo, como já afirmei, o copo meio cheio. Parece-me distorcida a visão daqueles derrotistas, que se autodepreciam e só encontram méritos e soluções sábias e vitoriosas na casa alheia. Elegem episódios negativos e realçam classificações depreciativas, em contextos isolados, para presumir e censurar “nosso deplorável desempenho”.
       Entendo que cada país é único e tem seu DNA próprio. Não vejo como comparar medidas e desempenhos do Brasil com outros da Suécia, Cuba, Austrália, China ou Estados Unidos...
       Entenda-se, entretanto, que deveremos estuda-los e interpretá-los, inteligentemente, como referências e balizamentos, na formulação e construção de nossos próprios programas, projetos e comportamentos. Mas, de uma posição altiva, no patamar de uma das maiores economias do mundo, um enorme e rico território, onde vivem 210 milhões de pessoas, que têm consciência de suas fraquezas e lutam para superá-las.

       Com esse pano de fundo, se bem captei o sentido da sua “revolução democrática”, tenho como pressuposto que ela já vem acontecendo há bom tempo e, como toda revolução democrática, de forma lenta e gradual.       Para ficar em tempos não muito longínquos, recordo que suas raízes estão enterradas nos 21 anos(1964-1985) em que vigoraram os governos militares, credores de notáveis reformas e conquista de elevados degraus de desenvolvimento, porém entortados por excessivo nacionalismo estatizante. Tudo isso sob a bem intencionada conduta de “cinco ditadores”, com uma média de 5 anos por ditador(sic).Típica jabuticaba brasileira!
       Os anos seguintes 1985-2002 – testemunham períodos conturbados, pelos anseios de nos desfazermos dos supostos “entulhos da ditadura”, pelas crises mundiais do petróleo e da dívida externa, pela hiperinflação e pela retomada de conflitos ideológicos. Essa a matéria prima que serviu para a feitura de uma nova constituição(1988), ambiciosa, utópica, prolixa e pormenorizada, que seu patrono – Ulisses Guimarães – denominou Constituição Cidadã. É a nossa Carta Magna, já 100 vezes emendada, que se vê questionada por cidadãos equilibrados e de saber jurídico, quando perguntam se o Brasil deve se arrastar com ela, ou se desfazer de suas utopias, enfrentando a realidade.
       No período seguinte, os governos populistas, com viés comuno-estatizante(2002-2014), aproveitando a plataforma de um Brasil já melhor arrumado,  exageraram a tal ponto a sua ânsia de poder e aparelhamento do Estado, que não respeitaram limites para a mentira, a desmoralização de pessoas, de instituições e a corrupção sistémica. Os fins justificavam os meios.
       A ruptura do impeachment, em 2016, dentro de modos democráticos constitucionais, nos trouxe à nova fase em que vivemos. Considero-a uma fase saneadora, da lenta e gradual revolução democrática. Por ser dinâmica e mutante, é difícil delinear as suas conquistas. Vejo outro Brasil, melhorado, no culto aos princípios éticos fundados na Operação Lavajato e consciente de seus gargalos socioeconômicos a resolver.

       Bolsonaro, que ajudei a ser nosso presidente, por algum tempo, foi, apenas, o melhor instrumento, em grave momento, para derrubar o muro do comuno-ladro-petismo, e mudar o curso da História. Não era o melhor, mas era o possível, nas circunstâncias, nem tem carta branca. É mais uma etapa da grande revolução democrática, de que devemos cuidar, permanentemente, e que está se desenrolando e avançando, com a ajuda de outras revoluções subsidiárias deste revolucionário Século XXI.
       Cordial abraço do contemporâneo amigo e colega. Aristophanes Pereira.
Jaboatão dos Guararapes, 21/12/19.
                  IMAGEM COPIADA NO GOOGLE DO SITE IDENTIFICADO (SINTRAJUFE-RS)

MUDANÇAS E NOVOS DESAFIOS

    2020 está às portas. 2019 marcou pelas profundas mudanças com que temos que nos deparar no próximo ano, certamente com aumento de nossas despesas junto à CASSI que afetam mais àqueles que possuem dependentes.
      Como lenitivo o aumento de janeiro pelo INPC (quase  4%), dependendo do índice de dezembro que alguns preveem em torno da unidade, aliviando um pouco o aumento na Caixa de Assistência.
        Outro fator a nosso favor (já foi aprovado na respectiva CCJ) é a isenção total do IR nas aposentadorias. (A matéria está no site da Anabb).
        Entre boas e más notícias vamos fechando mais um ano sem eclodir, como muitos vaticinam, a 3ª guerra mundial. Isso, seria conforme os entendidos, apenas questão de tempo. A chamada WW3 já está na agenda globalista e acontecerá nos próximos anos.
        Enquanto não acontece vamos curtir a paz entre nós, colocando nossa fé integral em nosso Deus vivo e verdadeiro, Deus de Abraão, Isaque e Jacó. E em nosso único Salvador e Mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo.
         Um alegre e feliz Natal a todos e que tenham um venturoso Ano Novo!

GAROTA PROPAGANDA DO ROSTO DO SÍTIO DE BANCO DO BRASIL PARA  DELEITE DO COLEGA GENÉSIO GUIMARÃES.

sábado, 14 de dezembro de 2019

CRIME ORGANIZADO E DESORGANIZADO


Aristophanes Pereira
              No Brasil – com destaque para Rio de Janeiro e São Paulo, nossos dois maiores centros populacionais, econômicos e culturais – vemos, com frequência e indignação, pelo noticiário televisivo e outras mídias, a ocorrência de graves acidentes e crimes pavorosos cujos enredos se encaixam no que, em Filosofia, se estuda há séculos: o, “dilema do bonde”, na denominação atualizada.
         Recordo que a versão mais intuitiva desse clássico dilema trata da tomada de decisão, ante o conflito ético, na forma de “um bonde desgovernado que se dirige a um grupo de trabalhadores, imobilizados nos trilhos. Coloca-se, sem alternativas, a opção de desviar o bonde, acionando uma alavanca, para salvar os trabalhadores, mas jogando-o, deliberada e fatalmente, contra outra pessoa”. É um pouco parecido com o popular “dilema do bicho”, que experimentamos diariamente: “se correr, ele pega; se ficar, ele come”.
         Levanto essa questão, por catalogar inúmeras ocorrências graves que se identificam, frequentemente, com o “dilema do bonde”, como – só para exemplificar – os confrontos belicosos entre polícia e traficantes, e a menina Agatha fuzilada no meio; o distúrbio na festa de Paraisópolis, com ação policial repressiva e o tropel enlouquecido de milhares de assustados, com 9 jovens pisoteados no meio, ou o tiroteio, na porta do banco, entre guardiões do patrimônio e bandidos ensandecidos, com o pacato aposentado baleado no meio.
         Em muitas situações críticas e extremas, o “dilema do bonde” se repete, notadamente, nas guerras. Em Hiroshima e Nagasaki, certamente, os estrategistas americanos, se defrontaram com o cruel dilema: aterrorizar o Japão e o mundo, com a explosão pioneira e terrível da bomba atômica, matando mais de 200.000 civis, para antecipar o fim da guerra – como aconteceu – ou prosseguir com a carnificina convencional, com perdas de milhares de soldados americanos...? No âmbito dos costumes, as mulheres das décadas de 60-70, conviveram com dilema atroz: assumir o uso da pílula anticoncepcional, para uma nova vida, ou render-se às severas restrições da moral religiosa e de possíveis danos à saúde: Usa ou não usa... Hoje não se fala mais no assunto. Venceu a revolução libertadora.
         O Brasil vive dilemas cotidianos assemelháveis, na guerra aos crimes organizado e desorganizado. Entretanto, ainda não explicitamos a discussão ética da questão, somente abordada, momentaneamente, em seus aspectos individuais e circunstanciais. Matamos os bandidos e criminosos, sob o risco de atingir, fatalmente, seres queridos e inocentes, ou delimitamos, com freios penais, a ação combativa dos agentes da Lei?
         A recente aprovação do chamado “Pacote anticrime”, pelo Legislativo, ainda pendente de sanção presidencial, trata, com cautela, a ação de agentes de segurança pública, quando envolvidos em conflitos, em situação de risco. Sob a égide do pomposo nome de “excludente de ilicitude”, concede-se àqueles agentes – confrontados com o dilema do bonde – alguma tímida proteção, para o exercício de suas ações de ataque e defesa.
         Esse claudicante avanço legal, reconhece uma realidade, mas, ainda, dissimulada por hipocrisias, e repudiada por justos clamores, ante a triste perda de vidas inocentes. Cada episódio é um drama sem fim, que deixa desencontros éticos, tragédias pessoais e arranhões na Autoridade. É o preço da guerra suja contra o crime.

Jaboatão dos Guararapes-PE, 13/12/19

                                  Foto copiada de site de imagens, via Google.

sábado, 7 de dezembro de 2019

COPO MEIO CHEIO (Dr. Aristophanes Pereira)

VENDO O COPO MEIO CHEIO
Aristophanes Pereira
         Quase chegando ao fim deste marcante 2019, vejo perspectivas positivas para 2020, pelo menos aqui no Brasil. Os “analistas” e outros videntes animam-se, com sinais pibianos de retomada do desenvolvimento, além do termômetro da BOVESPA, cravando os 110.000 pontos, na parte dos ricos, e prenúncios de melhorias em programas de distribuição de renda, na parte dos pobres. Na Praça dos Três Poderes, seus residentes e frequentadores parecem ter acertado o passo, na caminhada menos acidentada, para arrastar a jamanta Brasil a melhor destino. Até a Família Presidencial parece mais reservada, sob a tutela do paizão, igualmente, mais contido.
         Isso, a despeito de um cenário de dúvidas, em alguns lugares do resto do mundo. Nuestros Hermanos descontentes e pedindo mudanças. O Reino Unido, ainda indeciso, depois do tiro no pé, que deu com a garrucha do Brexit. A União Europeia – clube de conflitos, de antecedentes milenares –  zombando das pitorescas tiradas do enfraquecido aliado, Sheriff Trump, que não se entende com a China, e recebe recados ameaçadores do belicoso e rechonchudo  ditador da Coreia do Norte. E, por aí, vai!
         Eu, otimista racional, me animo com aquelas promissoras perspectivas brasileiras e, como cidadão do mundo, comungo, com entusiasmo da fundamentada análise do  jornalista curitibano Jones Rossi, na qual elege alguns significativos parâmetros comparativos, como guerras, longevidade, fome, doenças, pobreza, poluição, trabalho e cultura, para concluir comprovadamente, no título do seu artigo, que  “o mundo está cada vez melhor”(GAZETA DO POVO, 4/12/19).
         Esse ambiente de alegria, potencializado pelo recebimento de cartões de “Natal e Feliz Ano Novo”, agora, enviados por e-mail, com design digital, foi ainda mais enriquecido pelas animadas prosas com um velho e querido amigo, emigrante – como eu – dos sertões da pequenina e heroica Parahyba. Dizia-lhe de minhas ocupações e perguntei se estava muito atarefado, neste fim de ano. Meio lamurioso, exclama: “Que nada! tô encangando grilo”, querendo enfatizar, com essa expressão engraçada, que estava sem fazer nada, desocupado. Mais adiante, no correr da conversa, perquirindo a situação de um amigo comum, ele resume com outra tirada gostosa, quase impublicável: “Tá mais apertada do que feofó de sapo...”
         Captei a jocosa expressão, mas fiquei curioso, e indaguei se havia alguma evidencia cientifica, para sustentar aquela “espantosa” anatomia do popular batráquio. Respondeu, em cima da bucha: “`Porque, quando pisado pelo carro-de-boi, sai tudo pela boca, e não pelo traseiro, como seria natural...” CQD.
         Termino com mais uma nota de contentamento: A simpática e competente chanceler alemã, Angela Merkel, em visita, ontem(6/12), ao memorial de Auschiwitz-Birkenau, na Polônia –  triste e histórico símbolo do Holocausto, onde os alemães mataram mais de um milhão de judeus e mais milhares de outros prisioneiros – em solene discurso, se disse “envergonhada” pelos crimes cometidos pelos seus compatriotas. Há 14 anos no poder e conhecedora amargurada de todos os campos de concentração e extermínio, ela reitera o que disse em 2008, em discurso no Parlamento de Israel, quando lembrou a vergonha que mancha os alemães. Coragem em externar uma forte palavra, que crucifica seu grande povo. Pelo seu alcance, poderiam lhe conferir o prêmio Nobel da Paz.

Jaboatão dos Guararapes-PE, 7/12/2019 (Hoje, 78 anos do ataque Japonês a Pearl Harbor-USA, que acompanhei pelo Repórter Esso)
 
Nota: Foto copiada do Google.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

BOVESPA NOS CENTO E ONZE MIL PONTOS

    Para o nosso fundo de pensão, com 40% em renda variável, as previsões de alta do índice Bovespa poderiam soar como perspectivas de bons ganhos neste segmento.
    Ocorre que a maioria de nossa RV está em empresas participadas através de consórcios como a Litel, que investe na Vale. Mas nem por isso a subida deve deixar de nos beneficiar posto que as ações da Vale são negociadas na bolsa de valores.
    Eu não entendo porque um fundo de pensão não pode ter uma carteira de ações negociadas diretamente na Bovespa; ou, se puder, por que isso não é administrado pelo fundo, ou até mesmo por empresas contratadas para esse fim?
     Afinal, nosso capital pode ser aplicado no longo prazo, e como dizem, no longo prazo o lucro é quase certo, com baixo risco. Numa carteira de ações o estrategista analisa muito bem as empresas, e pode, cambiar as integrantes conforme o desempenho. Se a Magazine Luiza - apenas como exemplo - já rendeu bastante, não tendo mais muito potencial de crescer, basta vender as ações e comprar outra de maior potencial. É um jogo comum que o mercado sabe muito mais do que eu como fazer.


      Posso estar dando palpite furado, mas a gente vê muitos ganharem muito em RV e pergunta que se faz é: Por que não nós? Fica aí a indagação para ser respondida pela área técnica. Nesse assunto o nobre doutor Medeiros é um expert.
        Para terminar, saiu o INPC de novembro, surpreendentemente alto. Nosso reajuste em janeiro poderá passar dos 3%. Eis o resumo:
INPC de novembro foi de 0,54%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de novembro foi de 0,54%, enquanto, em outubro, havia registrado 0,04%. Este resultado é o maior para um mês de novembro desde 2015. A variação acumulada no ano ficou em 3,22% e, no acumulado dos últimos doze meses, o índice acelerou para 3,37%, acima dos 2,55% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2018, a taxa foi de -0,25%.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

UMA NOVA CASSI ESTÁ NASCENDO

    Com as dívidas equacionadas, mais receitas que hoje equalizam com as despesas, e sob forte manejo racional da boa e sã administração, os próximos anos poderão confirmar a excelente escolha feita no voto de confiança, dados por 81.982 associados.
     Uma outra empresa de saúde, a AGEMED, com forte atuação no estado de SC e no resto do Brasil, teve sua situação complicada no dia de hoje, por decisão da ANS. Se não tivéssemos equacionado, amanhã poderíamos ser a nova AGEMED.
       Mas podemos nos alegrar porque estamos por mais 5 ou 10 anos mais ou menos seguros. É o que todos esperamos. Sempre lembrando que precisamos agregar novos produtos ao plano CASSI, meios de pagamentos personalizados em que possamos ter participação nas receitas (Cartão de Crédito CASSI), sociedade com laboratórios para fornecer aos associados no programa PAF etc.
        Os nichos mercadológicos estão aí para garantir um plano maduro e perene.