terça-feira, 17 de setembro de 2019

A PALAVRA DO MESTRE

FORA AS PULSEIRAS, PARA SALVAR AS MÃOS
Aristophanes Pereira
         Os fatos noticiados, diariamente, tratando da crise há muito enraizada no Brasil, bem como da administração de recursos e meios, pelos governos da Federação, em todos os níveis, emanam, principalmente, de três fontes, por motivações distintas. Tomam formas variadas, desesperadoras, dispersivas, criativas e, algumas, cínicas.
         De um lado, estão os que manejam as tremendas dificuldades de Caixa, os déficits recorrentes, a exaustão dos limites legais de gastos e a impossibilidade de atendimento de demandas legitimas, inadiáveis e vitais. Devotam-se à busca de soluções, reformas estruturais de equilíbrio fiscal, racionalidade tributária e reorganização simplificadora da máquina estatal.
         De outro lado, em número menor, mas de notável poder de autopromoção e de manipulação das leis – quase todos dentro da máquina do Estado, ou pendurados em suas tetas subsidiárias – os que não abrem mão de protecionismos promíscuos e de vantagens explicitas, ou camufladas. E ainda buscam amplia-las, elaborando ideologias de privilégios, quase de origem divina.
         Entre esses dois polos dominantes, pela força de suas decisões, mandamentos e práticas, desdobra-se a parte maior, composta de milhões de brasileiros, o povo, que sofre as consequências, no lar, na educação, na segurança, na saúde, no ir-e-vir e em tantos outros meios de vida e subsistência.
         Todos estão de acordo(ou fingem que estão), quanto ao reconhecimento da complexa matriz de problemas que atormenta o país. Entretanto, cada lado fala à sua maneira e enxerga segundo a sua ótica, sem comungarem o encontro de soluções tempestivas e apropriadas, caindo na clássica armadilha: Em casa que falta pão, todos brigam e ninguém tem razão.
         A semana que termina, neste nono mês do novo governo – uma gestação cheia de expectativas e atribulações  – nos oferece três exemplos marcantes da “torre de babel” que nos confunde e dificulta os entendimentos: Reformas urgentes e inarredáveis que se arrastam, sabotadas por confrontações ideológicas e rixas político-partidárias, em meio a incompetências e conflitos de interesses; Intolerância para não aceitar a necessária quebra dos ovos, na feitura do omelete, sob a alegação de distinções corporativas e propriedade de direitos pétreos, que ainda deploram como insuficientes e “miserês”.  Vozes, ou porta-vozes, desautorizadas, mas ousadas, que culpam a Democracia, pela sua natural engrenagem de freios e marcha lenta.
         Esses três ingredientes, que já se misturam na panela de pressão do povão, formam um fermento indigesto e capaz de azedar o caldo. É nessa hora que aparecem cozinheiros, oferecendo   brioches e outras iguarias, como esse que quer baixar o fogo da Democracia.
         A despeito do berço esplendido de resignação e tolerância em que dorme a nossa sociedade, é bom lembrar que vivemos novos tempos de protestos, aspirações e impaciência. Está na hora de sentar à mesa da concórdia, das concessões e da negociação de sinceras soluções, sem viés fundamentalista,  jogando fora as pulseiras, para salvar as mãos.


Jaboatão dos Guararapes-PE, 14/9/19

                                       Crédito de imagem assinada, copiada do Google.

sábado, 14 de setembro de 2019

CONTRA-ATAQUE DO BENDITO ZEZINHO

    Há 50 anos sou fã do Pe. José Fernandes de Oliveira, o famoso Padre Zezinho. Por coincidência, neste idêntico período temporal existe a não menos famosa Rede Globo de Televisão, que pela qualidade de sua produção televisiva, tornou-se respeitada no mundo inteiro.
    Em tudo na vida existe o nascimento, o crescimento, o apogeu e seu inexorável declínio. A queda desse império midiático teve início com a ascensão ao poder de um governo do qual a emissora não desejava que fosse vitorioso. Teve início da parte do novo governo um drástico corte de verbas publicitárias cuja maior parte ia para a emissora ainda hoje líder de audiência. Tal atitude foi fatal à saúde financeira da empresa que parece estar com os dias contados para sua derrocada definitiva.
     Em paralelo, o nosso estimado Zezinho, meu respeitado e zeloso homem de Deus, assim escreveu sobre um episódio ousado divulgado pela emissora cadente:

Padre Zezinho reage à Globo em defesa da família brasileira.
Beijo na boca entre pai e filha, carícias íntimas entre pai e filha no BBB da Globo motivaram reação do padre.
Leiam:

Se querem diálogo, dialoguemos. Se querem confronto, confrontemos.
A Globo não tem medo de nós e nós também não temos medo da Globo.
Não sei se você percebeu, mas o conflito e a ojeriza que se instalou entre a família tradicional e a família “mutante e avançada” foi causado pelos novelistas da Globo.
A Globo ganhou rios de dinheiro com as audiências que os novelistas lhe deram. E eles foram ficando cada dia mais ousados.
Quando veio a reação, lenta, mas inquietante para quem moveu bilhões de $$$, a Globo não sabe como voltar atrás.
O SBT, a RECORD e a BANDEIRANTES, não porque sejam mais respeitosas em outros programas, mas porque nas suas entrevistas e outras mensagens defendem a família tradicional, estão carreando para si a audiência das famílias feridas na sua autoridade, na sua fé e nos seus conceitos de homem, mulher e filhos.
Foi e continua sendo uma guerra de conceitos. E os novelistas, na sua maioria, vestiram a camisa da Globo; e, com exceção de alguns artistas, a Globo vestiu a camisa e a nudez dessas novelas.
Quando levaram o debate para auditórios entre o que é “avançado” e o que é “tradição”, o conflito atingiu os artistas, porque estes agora já não estavam representando o que os novelistas escreviam, mas sim defendendo, como artistas, as suas próprias ideias. Sobrou para os artistas.
Agora, o povo religioso – são milhões, mais do que a audiência da Globo – distingue entre deputados, artistas e diretores sérios, e os inimigos de pais, mães, filhos e família.
Se o conflito persistir, não haverá governo para subsidiar as perdas deste canal!
Se existe uma coisa que um canal de TV teme é a perda de audiência e de anunciantes. E acho que é isso que vai acontecer quando as igrejas baterem de frente contra essas mensagens que as desrespeitam.
A Globo está perdendo o coração e a cabeça do povo! Perdendo muito. Não adianta dizer que chegam a 100 milhões de telespectadores. As igrejas chegam a 180 milhões, embora nem todos frequentem. E nem os 100 milhões são fanáticos pela Globo.
Duvido que os atuais novelistas sejam capazes de mudar os seus temas e o excesso de erotismo e sexo que tanto incomodou as famílias nestes últimos vinte anos!
Se querem diálogo, dialoguemos. Se querem confronto, confrontemos.
Não é a modernidade contra o passado: são 4 mil anos de fé judaica e cristã contra o ateísmo de quem acha que pai e mãe não têm mais poder.
A babá-TV está perdendo o seu charme.
Religiosos de todas igrejas, divulguem isso: vocês têm força. Nós temos força! Cansamos de ver sem reagir!
Pe. Zezinho, scj



quinta-feira, 12 de setembro de 2019

FILOSOFIA DA MENDICÂNCIA

   Embora eu tivesse sido graduado pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Joinville na década de 70 (hoje se chama Univille), não me considero de forma alguma "filósofo". Prefiro ser considerado "versado em letras" e nesse segmento, um apaixonado pelos escritos bíblicos.
        Dentre os 73 livros que compõe a Bíblia (para os evangélicos são 66 porque Lutero retirou os livros que não foram escritos em hebraico) os mais fascinantes são os quatro evangelhos pelos ensinamentos contidos e pela singeleza dos escritos todos inspirados pelo Santo Espírito de Deus.
     Além deles, o Atos dos Apóstolos encanta pelo enfrentamento das dificuldades iniciais do Cristianismo e pelas sábias decisões tomadas pelos discípulos de Jesus Cristo. A epístola de Paulo aos Romanos, a mais extensa de suas cartas, embasa a tese de Lutero da salvação pela fé. E pela graça. A primeira epístola escrita por Paulo foi a Epístola aos Tessalonicenses.
       Há muito para se aprender com as pequenas cartas de João e Pedro, com a de Tiago, as de uma ou duas páginas de Paulo a Timóteo e a Filêmon. De João vem o melhor do Messias e conhecimento futuro de reino de Deus na terra. O evangelho de João é diferente dos demais. Começa com a maravilhosa descrição: "No princípio o Verbo estava em Deus e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós." Depois escreve cartas muito carinhosas onde nos chama de "Filhinhos". E culmina com o revelador livro do Apocalipse.
     Não querendo comparar João a Paulo, porém, ambos, e todos os escritores do Novo Testamento, citanto ainda Lucas, nos dão a dimensão exata do que é preciso para a nossa salvação. O ponto mais alto dos ensinamentos de Jesus Cristo, o Filho de Deus, se resume em "Eu sou o caminho, a Verdade e a Vida!".
      Tudo para concluir falando de mendigos que infestam a cidade "Manchester Catarinense". Na minha rua há vários deles que se abrigam embaixo das marquises. Moro ao lado de uma igreja católica, ocasionando o pedido de esmolas no entrar e sair de missas. À noite, param automóveis de pessoas caridosas que lhes dão o pão necessário. Pelas câmeras de segurança assisto a esse quadro e me questiono: Seria Lázaro descrito na parábola de Jesus igual a um desses mendigos de Joinville?
RUA DAS PALMEIRAS NO CENTRO DE JOINVILLE, REMONTA AO PERÍODO DO IMPÉRIO, AS PALMEIRAS FORAM DOADAS POR DOM PEDRO II AO MUNICÍPIO RECÉM-FUNDADO.

domingo, 8 de setembro de 2019

IDEOLOGIA DE GÊNERO por Aristophanes Pereira

DESVENDANDO A IDE0LOGIA DE GÊNERO
Aristophanes Pereira

              Nas falas e escritos especializados, de quaisquer atividades – Economia, Direito, Sociologia, Religiões, Futebol, etc. – a dinâmica das línguas e a constante evolução de comportamentos sociais e de instrumentos tecnológicos criam termos e expressões que, nem sempre, são amplamente assimilados e compreendidos, e ficam confinados nos espaços culturais e científicos de cada “turminha”.
         Na minha leiguice, em relação a certas modernidades, desconhecia, até pouco tempo, o significado da expressão “ideologia de gênero”. Passava por ela, desinteressadamente. Depois, reconheci que é expressão complicada, jovem, pretensiosa e carrega uma forte dosagem de claudicante teorização, relativamente a uma gama de comportamentos sexuais dos humanos. Aplica-se a conceitos que pretendem construir a ideia de que não existem apenas os gêneros masculino e feminino, mas um elenco diversificado de outros gêneros, fundados no princípio de que o sexo biológico é distinto do sexo assumido(identidade de gênero). Ser homem, ou mulher, não dependeria, apenas, do corpo biológico em sua totalidade, mas de padrões culturais e comportamentais. Como toda teoria, foi desenvolvida para tentar explicar realidades já existentes, mas não comprovadas, ou bem compreendidas.
         A insofismável realidade do binômio universal sexo-gênero remonta a eras primordiais e foi logo capturada pelos dogmas religiosos, como a historinha de Adão e Eva. A despeito de sua ululante realidade, foi embrulhada em segredos, tabus, hipocrisias, preconceitos, ritos e tolerâncias romanceadas. Somente no último quartel do século passado irromperam, num crescendo, as realidades e verdades sobre comportamentos sexuais que, até então, se escondiam sob o manto dominante e exclusivista dos dois gêneros: masculino e feminino.
         Sou um vivente híbrido, com 69 anos de Século XX e mais os contemporâneos 19 do XXI. Como testemunha ocular da História, recordo, na minha própria linha do tempo, situações que configuram aquele antigo e enrustido estado de coisas, no âmbito dos comportamentos sexuais de pessoas e no entendimento de instituições.
         Apesar da gritante obviedade biológica do sexo, vetor da reprodução e da vida, comportamentos sexuais só eram assumidos no restrito espaço do “natural e sagrado” acoplamento entre homem e mulher. Variações desse padrão se escondiam numa caixa-preta misteriosa, de fantasias, histórias mal contadas, segredos de alcova e regras de conduta, sem contraditório, transmitidas de geração para geração. Meninos e meninas separados. Homossexualidade de lésbicas, eunucos, pederastas e avulsos, deplorada e comentada em segredinhos irônicos. Virgindade, virtude suprema da mulher, só rompida no sagrado casamento. Meretrício e bordéis – mal necessário – eram escapes sabidos mas não questionados. Práticas individuais secretas chegavam com a puberdade, mas combatidas, pelos “malefícios” e citações bíblicas de Onam. A “camisa-de-vênus”, guardada no fundo de gavetas, se justificava pela não ampliação da prole. Pessoas mais escolarizadas recorriam a ensinamentos ginecológicos, nas leituras do bestseller “Nossa vida sexual”, do Dr.Fritz Kahn. E as leituras, além dos clássicos, conheciam a sexualidade em livros como “Iracema, a virgem dos lábios de mel”, de José de Alencar, e ousavam um pouco mais com A Carne, de Júlio Ribeiro.
         Esse mundo de sexualidade cerceada – em práticas e em gêneros disciplinados e acatados compreensivamente – não era um inferno insuportável, nem motivo de conflitos, discussões e repulsas coletivas. Era assim. Era uma época. Parecia tudo tranquilo e imutável.
         Eis que o fogo-de-monturo de duas guerras mundiais, com seus horrores e quebra de paradigmas comportamentais, os movimentos migratórios, o cinema, o avião, a Televisão, num processo revolucionário crescente, lançam as bases do feminismo, rebentam a caixa-preta dos acidentes sexuais e denunciam a ditadura dos dois gêneros, masculino e feminino.        
         É sobre essa realidade, abafada e deturpada durante séculos, por variados disfarces e artimanhas, que se procura, nos dias correntes – em gradações diferenciadas, em países e culturas diversas, num mundo sem fronteiras e em meio a conflitos de gerações e muros de religiosidade – elaborar teorias, no modelo da ideologia de gênero, para explicar e consolidar o entendimento de um novo projeto de sexualidade e coexistência entre diversas identidades de gênero, condensadas na sigla LGBTQ+ e outras mais confusas, que o Google explica.
         O leitor notará a dificuldade de exploração ampla e compreensiva deste tema. Ousei faze-lo movido por minha inquietação intelectual, quando me defrontei, esta semana, com alguns fatos e episódios que aguçaram a minha curiosidade sobre o recorrente tema da sexualidade: O seriado futurista “Years and Years” há pouco iniciado pela HBO, ressalta a explicita relação matrimonial entre três “homens”, num triângulo amoroso cheio de inquietações... No filme “Bohemian Rhapsody”, a biografia do vocalista Fred Mercury, da banda Queen, trata menos de música, preferindo enfatizar a instabilidade de gênero do cantor, que atinge o clímax, quando diz à sua amiga e esposa: “Eu acho que sou homossexual...” E aqui no Brasil, ainda permeia no noticiário, a proibição da apostila de ciência, que trata de diversidade sexual nas escolas, fato que o Governador de São Paulo repudia, dizendo que “não aceitamos apologia à ideologia de gênero”, enquanto no Rio de Janeiro, o Prefeito censura o “beijo gay”, desenhado num livrinho de HQ, exposto na festejada Feira do Livro.
         Por tudo isso, não podemos fazer cara de paisagem, nem jogar para debaixo do tapete o momentoso tema da ideologia de gênero e a consequente definição da diversidade de gênero. Penso que o primeiro capítulo deve ser o inarredável dever-de-casa, entre pais e filhos. Um pouco mais tarde, o estudado na escola, sem teorias duvidosas e tendenciosas e, mais adiante, soltos no rebuliço mundano, cada um tome seu rumo.

Jaboatão dos Guararapes(PE), 7/9/19.

 Crédito de imagem: DEPOSITPHOTOS, no Google.

sábado, 7 de setembro de 2019

TREMENDO PUXÃO DE ORELHA

Boa noite amigo Ari

Que desânimo é esse?  Vc.nunca se deixou abater!
Escuta bem:  apesar de todos os defeitos, barbáries e grosserias  acho que deve mesmo responder à altura dos jornalecos idiotas imbecis que querem continuar com a corrupção e a impunidade,  Bolsonaro teve a coragem de fazer o que mais ninguém teria!  enfrentar a ORCRIM e ao menos tentar dar um basta nas lambanças e roubalheiras de inúmeros bandidos safados corruptos da pior espécie e sem escrúpulos, e pior ainda, blindados e liberados por um STF permissivo e anti-patriótico.
   Mais triste ainda é termos colegas torcendo contra e a favor do quanto pior melhor... Deveríamos sim era estar muito felizes só pelo fato de Bolsonaro  nos ter livrado do maldito e diabólico pt...imagina se Haddad tivesse ganho... a desgraça em que estaríamos e pior do que a Venezuela!
Nosso Capitão está sendo bombardeado de tudo que é jeito.  A tv globo, então, dá nojo de ver. Gasta horas falando mal e malhando.
Não conheço o Aras, mas pelo fato de o pt ser contra já é bom sinal.
Sem contar que ele precisa se cercar de pessoas de sua confiança que possam de alguma forma ajudá-lo e defendê-lo nessa hercúlea missão!
Vamos lá, ânimo Ari e continue com seu ótimo blog. Sei que como eu tb torce por ele e por um Brasil melhor.
Temos que frear e dar um pau nesses maus brasileiros.   Parece que querem a volta do sem dedo... Deus nos livre e nunca mais!

Fica com Deus e um grande abraço.        

PS  gosto dos textos: naquele tempo...quase decorei todos no colégio Marista

JOSE MERINI NETTO

    O Merini é um precioso amigo morador em Blumenau-SC, uma cidade singelamente bela cuja principal característica e o renascer pela força de vontade de seu laborioso povo de descendência germânica e italiana, em sua maioria. Em 1983, a cidade estava abatida, após sofrer pesadas perdas pelas enchentes que a assolava, reergueu-se de forma exuberante, sendo seu ponto de partida para reanimar sua combalida população, a criação da "Oktoberfest", uma réplica da festa original alemã, com o tempero e a garra bem brasileiros. Neste ano, no mês de outubro ocorrerá a 36ª edição da tradicional festa, marco turístico no calendário nacional. Neste evento há promessa da presença do presidente Jair Messias do Brasil para agradecer o inestimável apoio que recebeu dos catarinenses nas urnas, mais de 72% dos votos.
     Fique tranquilo amigo Merini (carreou muitos votos à nossa chapa na PREVI em 2014, quando lá estive junto com o Carvalho). Continuarei apoiando o capitão pelas razões que você tão bem descreveu. Mesmo com indicações que me desagradam, todavia, ouvindo suas ponderações acabei concordando. Teríamos o Dalagnol, a quem eu apoiaria, mas Jair nos disse que ele é ferrenho defensor da ideologia de gênero! Logo, o leque de escolha era bem restrito. Entre prós e contras ficamos com Augusto Aras. Tomara que ele seja um PGR que tenha numa mão a bandeira verde amarela e na outra o bem estar dos brasileiros, sem nenhum viés ideológico.
UM DOS PAVILHÕES DA PROEB ONDE É REALIZADA A OKTOBERFEST TODO ANO.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

BOLSONARO ERRA FEIO

   Jair Messias Bolsonaro indica a um dos cargos mais importantes do país, o de Procurador-Geral da República, uma pessoa alinhada no passado com o MST, Frei Leonardo Boff, Che Guevara; com diversas críticas no passado ao radicalismo de direita (segundo ele). Augusto Aras jamais poderia ser indicado por um governo de direita. Jair errou feio e vai arrepender-se, embora seja tarde demais.
    O cargo de PGR é independente, podendo até indicar o impeachment do próprio presidente. Quem deve estar rindo à toa com a indicação é o pessoal da esquerda. Afinal, é gente da linhagem deles, com pensamento esquerdista que se opõe radicalmente à operação Lava a Jato. Estou profundamente decepcionado e não vou mais defender este governo. Tem coisas em que você não pode falhar, senão pode custar-lhe muito caro. Essa indicação é uma delas. E o presidente teve semanas para refletir sobre a escolha.
    Pudera, depois de ter visitado e elogiado o templo de Salomão, a fé de seu instituidor (Edir Macedo), nada mais se pode esperar de Bolsonaro. É evidente que a réplica do templo em São Paulo não coloca Jesus Cristo no centro de nossa vida. Para essa seita o Antigo Testamento tem muito mais valor do que o Novo Testamento, quando é o contrário. Cristo é o Messias prometido desde a transgressão de Adão e Eva e o verdadeiro Templo é o coração de cada um de nós, onde habita o Santo Espírito de Deus. Como se pode elogiar alguém que age em oposição aos ensinamentos de Jesus? Jesus nunca viveu na opulência, cheio de dinheiro. Viveu 33 anos em completa humildade, na oração e no jejum. Sem comparação com determinados pastores modernos, entre eles o dono da rede Record. Outro dia, o presidente, fazia uma "live" ao lado de Valdomiro Santiago. Mamma mia!!!

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

ANS PROÍBE CASSI DE INCLUIR NOVOS

     Brasília(DF), 03 de setembro de 2019
Prezado associado(a),

A partir do dia 6 de setembro, o Plano de Associados da CASSI estará suspenso por 90 dias para novas adesões, conforme medida noticiada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), em 30 de agosto de 2019. Ou seja, fica proibida a inclusão por parte do Banco do Brasil de novos titulares no Plano.
Importante esclarecer que a suspensão não interfere na entrada/inscrição de cônjuge ou companheiro e filhos dos já associados e também não afeta o atendimento assistencial aos beneficiários, que está assegurado.
Em relação ao Plano CASSI Família II não há mudança, mantendo-se a possibilidade de inscrição no Plano para parentes até o quarto grau consanguíneo ou segundo grau por afinidade de funcionários do Banco do Brasil (pais, filhos, tios e primos, por exemplo).
A suspensão acontece em função de reclamações feitas diretamente à ANS relacionadas à garantia de atendimento, situação em que a CASSI muitas vezes nem mesmo é acionada pelo participante, gerando impacto direto nos índices acompanhados pelo órgão regulador. Destaca-se ainda que muitas delas são contabilizadas mesmo sendo solicitações improcedentes. Por isso, é fundamental que o associado procure primeiro os canais de atendimento da Instituição, que são: Fale com a CASSI, Central CASSI (0800 729 0080), Ouvidoria CASSI ou diretamente na Unidade da sua região.
A Caixa de Assistência reitera o compromisso em buscar sempre o atendimento mais adequado à necessidade do participante. Apenas no ano passado, a CASSI autorizou mais de 400 mil procedimentos cirúrgicos, 23 milhões de exames e 4,6 milhões de consultas médicas.

Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil – CASSI

terça-feira, 3 de setembro de 2019

COOPERFORTE E CASSI

   Um amigo, em difícil situação financeira, tinha uma prestação na Cooperforte que beirava os mil e quinhentos reais por mês. Dirigiu-se àquela cooperativa de crédito, munido do artigo 4549 do Conselho Monetário Nacional, relatando sua impossibilidade de continuar descontando de seu contracheque uma importância tão significativa em seu orçamento. O pessoal da Cooperforte, então, concedeu-lhe a permissão para continuar pagando a metade do valor, cerca de 730 reais, sem juros segundo me confidenciou. Bola dentro uma vez mais à nossa querida Cooperforte. Fica o registro.
      Na complicada negociação entre nós e patrocinador, um fato que vem à baila é o famoso acordo de Basileia que tem impacto no BB pelo somatório dos planos BD (produtos de ativos ou passivos atuariais reconhecidos semestralmente) tem igualmente impacto da PREVI PB1 neste mesmo cálculo. Os maiores fatores a impactar a variação do ativo/passivo atuarial - são as taxas de juros (taxa de retorno para valor presente) e a Tábua Atuarial utilizada; modificada neste semestre de AT2000 (expectativa de vida de 75 anos) para a SB250 (expectativa de vida de 86 anos) elevando o passivo atuarial da CASSI de 9 para 13 bilhões e provocando déficit atuarial na PREVI de quase 7 bilhões. Mesmo assim, não houve qualquer interferência do índice de Basileia.
    Enfim, o Banco sabe muito bem que está fazendo gerenciamento do BD para "mobilizar" com campanhas de ameaças para que os empregados - tão apaixonados pelo Banco - reduzam/eliminem seu passivo e facilitem a venda/privatização. (Por Martha, no Whatsapp).
      Eis parte da discussão sobre o equacionamento da CASSI que ocorre em grupos de zap. Mamma mia!

22Muitos dirão a mim naquele dia: ‘Senhor, Senhor! Não temos nós profetizado em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios? E, em teu nome, não realizamos muitos milagres?’23Então lhes declararei: Nunca os conheci. Afastai-vos da minha presença, vós que praticais o mal.