sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

BOVESPA NOS CENTO E ONZE MIL PONTOS

    Para o nosso fundo de pensão, com 40% em renda variável, as previsões de alta do índice Bovespa poderiam soar como perspectivas de bons ganhos neste segmento.
    Ocorre que a maioria de nossa RV está em empresas participadas através de consórcios como a Litel, que investe na Vale. Mas nem por isso a subida deve deixar de nos beneficiar posto que as ações da Vale são negociadas na bolsa de valores.
    Eu não entendo porque um fundo de pensão não pode ter uma carteira de ações negociadas diretamente na Bovespa; ou, se puder, por que isso não é administrado pelo fundo, ou até mesmo por empresas contratadas para esse fim?
     Afinal, nosso capital pode ser aplicado no longo prazo, e como dizem, no longo prazo o lucro é quase certo, com baixo risco. Numa carteira de ações o estrategista analisa muito bem as empresas, e pode, cambiar as integrantes conforme o desempenho. Se a Magazine Luiza - apenas como exemplo - já rendeu bastante, não tendo mais muito potencial de crescer, basta vender as ações e comprar outra de maior potencial. É um jogo comum que o mercado sabe muito mais do que eu como fazer.


      Posso estar dando palpite furado, mas a gente vê muitos ganharem muito em RV e pergunta que se faz é: Por que não nós? Fica aí a indagação para ser respondida pela área técnica. Nesse assunto o nobre doutor Medeiros é um expert.
        Para terminar, saiu o INPC de novembro, surpreendentemente alto. Nosso reajuste em janeiro poderá passar dos 3%. Eis o resumo:
INPC de novembro foi de 0,54%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de novembro foi de 0,54%, enquanto, em outubro, havia registrado 0,04%. Este resultado é o maior para um mês de novembro desde 2015. A variação acumulada no ano ficou em 3,22% e, no acumulado dos últimos doze meses, o índice acelerou para 3,37%, acima dos 2,55% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2018, a taxa foi de -0,25%.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

UMA NOVA CASSI ESTÁ NASCENDO

    Com as dívidas equacionadas, mais receitas que hoje equalizam com as despesas, e sob forte manejo racional da boa e sã administração, os próximos anos poderão confirmar a excelente escolha feita no voto de confiança, dados por 81.982 associados.
     Uma outra empresa de saúde, a AGEMED, com forte atuação no estado de SC e no resto do Brasil, teve sua situação complicada no dia de hoje, por decisão da ANS. Se não tivéssemos equacionado, amanhã poderíamos ser a nova AGEMED.
       Mas podemos nos alegrar porque estamos por mais 5 ou 10 anos mais ou menos seguros. É o que todos esperamos. Sempre lembrando que precisamos agregar novos produtos ao plano CASSI, meios de pagamentos personalizados em que possamos ter participação nas receitas (Cartão de Crédito CASSI), sociedade com laboratórios para fornecer aos associados no programa PAF etc.
        Os nichos mercadológicos estão aí para garantir um plano maduro e perene.

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

O SIM PODE TER ERGUIDO A CASSI

     Foi por uma margem muito pequena de votos que poderá levar a CASSI a reoxigenar suas finanças, reconduzindo-a a uma estabilidade financeira que pode (por que não?) ser de longo prazo.
       Após uma direção externa (ANS), seguramente os atuais dirigentes farão seu melhor para não cair em desequilíbrio novamente. As ações dos últimos meses, cujos resultados foram positivos, demonstraram que sanados os desequilíbrios anteriores, o nosso plano pode ir bem além do que muitos apregoam. A atual administração precisa continuar perseguindo  os resultados superavitários, aliando o bom gerenciamento aos adequados serviços profissionais recebidos pelos associados.
       Outra faceta mercadológica é a combinação de receitas extraordinárias através de produtos agregados, por exemplo o cartão de crédito CASSI com o qual o associado pagaria sua parcela (coparticipação) diretamente ao profissional ou entidade prestadora. 
       Assim, tanto a atual, quanto futuras administrações da CASSI, tendo já um norte a seguir, poderiam realizar uma supervisão segura que dê ao plano o necessário colchão de liquidez para não repetir revezes anteriores.
                 VITÓRIA APERTADA PODE DAR À CASSI O FÔLEGO ESSENCIAL À NOSSA SAÚDE.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

ELOGIO AO BB

     Estou no hospital em Joinville fazendo companhia à minha querida esposa, Terezinha da Silva Zanella, diagnosticada com uma doença degenerativa (E.L.A. - Esclerose Lateral Amiotrófica) que lhe retirou o simples gesto de andar. Aliado a esse fator neurológico, uma infecção urinária devido a uma retenção maléfica da urina na bexiga, em função do comprometimento neurológico, agrava a situação, obrigando a realizar 4 vezes ao dia, uma incômoda ação de sonda pela via uretral a fim de cumprir uma função básica do aparelho excretor.
         Foi nessa situação que ontem recebi um telefonema de minha gerente de conta, da central do BB em Ribeirão Preto-SP. Carla, muito atenciosa e gentil, deu-me a boa notícia em contrapondo a um procedimento de portabilidade, em curso para o Banco Santander. Tal banco havia me dado a taxa de 1,35% ao mês para realizar a portabilidade. No BB a taxa estava em 1,84%, e apesar de meus pedidos não havia conseguido baixar. São dois empréstimos consignados, descontados em folha, de minha aposentadoria com o Estado de SC, Secretaria da Educação. Sou professor aposentado. Além deste consignado de taxa 1,84% eu tenho outro cuja taxa era de 1,39% mas que não foi objeto de portabilidade agora.
Em resumo: O BB englobou os dois empréstimos num só com a taxa de 1,07% ao mês. Da prestação anterior (980,00 englobando as duas operações) obtive um redução de 113 reais/mês (novo empre pelo mesmo prazo, 62 meses ficou em 867 reais/mês). Que maravilha!
      Podemos, às vezes, criticar o patrocinador. Mas quando é preciso, vamos elogiar. Ele merece! Uma economia para compensar, em parte, o aumento na CASSI. Valeu Carla! Valeu querido BB! 
Anteriormente, meus três empréstimos CDC, já tiveram seus juros reduzidos para 0,97% ao mês. 
       PRESIDENTE DO BB PEDE COBRANÇA DE JUROS MENORES. TAL PEDIDO JÁ  ACONTECENDO NA PRÁTICA.

domingo, 24 de novembro de 2019

BRASÍLIA NA NOSSA EMPREITADA

    Enquanto a votação para a sobrevida de nosso plano de saúde caminha para seu final, com notória tendência para a vitória do "sim", o nosso foco passa para outros aspectos ou novos procedimentos, com o intuito de não desejar que as coisas mudem fazendo-as do mesmo jeito. 
     Um amigo de verdade lá da região dos pampas, vizinho de Osório-RS, que da janela do nono andar de seu edifício em Capão da Canoa vislumbra as ondas e a imensidão do Atlântico, vivendo e perscrutando, "twenty-four hours a day", os nossos problemas com as possíveis soluções.
       Neste bater contínuo das marolas nas rochas, o nosso filósofo pragmático nos aponta que o corpo a corpo, ou melhor, o olho no olho é a solução mais evidente para aparar arestas. "Como gostaria de morar nas cidades onde há o poder decisório sobre as agruras que nos afligem: Rio de Janeiro por ser sede da PREVI e Brasília por ser sede da CASSI mas que manda muito mais que o Rio, pois o nosso fundo de pensão está na cidade maravilhosa, porém, é da capital federal que recebe as ordens.
      Associações de classe, até agora, foram na maioria inócuas (Anabb, Faabb, sindicatos) para negociar um plano de saúde robusto e duradouro. Tampouco as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro possuem em suas AFAs, ambas com numeroso número de associados, sem a devida contrapartida da representatividade.
      O que Gilberto sugere é o contato iniciado por pessoas físicas, moradores de Brasília e Rio, uma espécie de regência do baixo clero formando células de duas, cinco, dez, vinte pessoas, com a finalidade de tomar a sopa quente pelas beiradas. Em prévias reuniões para traçar metas, nossos bandeirantes marcariam encontros diretamente com quem tem o poder na capital do Brasil: Presidente, Vice, senadores, deputados, sedes do BB, da CASSI, do Ministério da Economia (inclusive com o assessor de Guedes que falou mal do nosso plano de saúde). Com a dra. Solange, responsável pela administração dos fundos de pensão. Tudo "olho no olho", assuntos já previamente estudado e com argumentações insofismáveis. Por exemplo: Fazer lembrar às autoridades que o BB. ao longo dos últimos 30 anos, já nos surrupiou 200 bilhões de reais, em valores corrigidos. Por que agora, não quer dar sua cota de sacrifício? Contra-argumentar a surrada técnica usada pelo Banco e por advogados contratados de que "caso não seja como o Banco quer, ele "quebra"! Enfim, mostrar a verdade nua e crua a quem hoje tem o poder decisório.
Nossos colegas de Brasília têm um grande trunfo que poderia favorecer a todos, qual seja, a facilidade do "tête-à-tête" que pode desfazer equívocos cujos danos são irreparáveis.
     Com efeito, tais procedimentos, simples e viáveis, teriam efeitos muito mais benéficos a todos nós do que as inertes grandes associações que nos representam.

 

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

BOLETIM DE DESEMPENHO EM APP (Dr. Aristophanes)

EXPLORANDO O LADO OCULTO DA LUA.
Aristophanes Pereira

       Merece um registro de elogioso reconhecimento a divulgação do BOLETIM DE DESEMPENHO, que a Previ vem fazendo, mensalmente, de uns tempos para cá, das contas que compõem a sua grande carteira de aplicações, em especial – e o que mais nos interessa – as relacionadas com o Plano 1
        Se a divulgação anual constitui um mandamento legal frouxo, com gosto de descaso, divulgar, espontaneamente, tal análise, mensalmente, é elogiável, mas não é feito tão excepcional. É um período aconselhável, mormente, por se tratar da gestão de um grandioso patrimônio, de R$185.000.000.000,oo sensível a variações de um Mercado instável e complexo, onde as duas principais sub carteiras, dentre 6 – RENDA VARIÁVEL E RENDA FIXA – acumulam cerca de 90% do total! Ademais, essa prestimosa apuração de contas diz respeito à gestão de um patrimônio pertencente a, aproximadamente, 112.700(junho-2019)  participantes/assistidos. Mesmo que tão árdua prestação de contas só despertasse a atenção de 5% deles, seriam 5.600 atentos e respeitáveis interessados, merecedores da informação.
       No meu distante conhecimento dos corredores administrativos da Previ, e muito menos entendimento de seus caprichos, ainda assim me parece que o BOLETIM DE DESEMPENHO, que está voltado, somente, para um lado da questão, o desempenho das APLICAÇÕES, caberia ser ampliado – com louvável ganho de transparência – para uma versão que poderia intitular-se BOLETIM DE DESEMPENHO AMPLO.  Seria um BALANCETE simplificado, informal, montado com informações de FONTES E USOS dos recursos, cobrindo, mensalmente, sucessivos períodos de três meses, sendo um atual e dois imediatamente anteriores.
       Para realçar o significado e importância da informação comparativa, vemos em cada Boletim de Desempenho da Previ uma informação, perdida no texto, que diz, em cada mês, isoladamente: “O Plano 1 permanece com superávit acumulado de R$3,53 bilhões(AGOSTO)” (...) R$4,36 bilhões(JULHO) e (...) R$4,89 bilhões(JUNHO). Em todos os 3 meses, separadamente, e distanciados no tempo, os valores são superavitários, porém só percebemos a deterioração de tais valores, no exame comparativo, anotando, com esforço, uma série de dois ou mais meses. No caso, entre JUNHO e AGOSTO, perderam-se R$1,36 bilhões, na formação do superávit(ou déficit) anual.
       Não tenho dúvidas de que o competente corpo técnico da Previ, prontamente,  entenderá o alcance de minha sugestão e, facilmente, se houver vontade superior, saberá montar esse novo corpo de informações, graças à disponibilidade de recursos contábeis, atuariais e tecnológicos existentes no maior fundo de pensão da América Latina, agora energizado por painéis solares.
       Mesmo assim, para deixar mais clara a minha sugestão, construí, no QUADR0 abaixo, um exemplo do que poderia ser o complemento de um novo BOLETIM DE DESEMPENHO AMPLO, esperando que a formatação, no Excel, seja preservada, a saber:

PREVI PLANO 1 – DEMONSTRAÇÃO SINTÉTICA DE FONTES E USOS DE RECURSOS.

DISCRIMINAÇÃO DAS CONTAS
%
JUNHO
%
JULHO
%
AGOSTO
NOTAS
I - FONTES







1 - Resultados de Aplicações







1.1.RENDA VARIÁVEL







1.2.RENDA FIXA







1.3.INVESTIMENTO IMOBILIÁRIOS







1.4.0PERAÇOES COM PARICIPANTES







1.5.INVESTIMENTOS ESRUTURADOS







1.6.INVESTIMENTOS NO EXTERIOR







2. Receitas de Planos







2.1. CAPEC







2.2.PLANO DE GESTÃ0 ADMINISTRATIVA







2.3. OUTROS







3.Receitas de Contribuições







3.1. Dos Associados







3.2. Do Patrocinador







3.3. De outras origens







4.







5.







6.







TOTAL-A







II - USOS







1. Administração/Gestao







1.1.  SUPERIOR







1.2. GERAL







1.3  AUDIORIA E CONSULTORIA







1.4. OUTROS







2. Custeio de Benefícios







2.1. APOSENTADOS







2.2. PENSIONISTAS







2.3. OUTROS







3. Custeio de Planos







3.1. CAPEC







3.2.PLANO DE GESTÃ0 ADMINISTRATIVA







3.3. OUTROS







4.







5.







6.







TOTAL-B







SUPERAVIT/DEFICIT(A-B)







          
           Na elaboração do QUADRO, como sugestão bem intencionada, buscando levar aos donos da Previ, dados compreensivos, consistentes e correntes, apoiamo-nos nas vastas informações contidas no padrão de relatório anual da entidade que é, sem dúvida, um tesouro de sabedoria. Entretanto, são mais de 130 páginas, dificilmente interpretadas e de cansativa leitura.
       Na continuidade desse processo de divulgações transparentes, o projeto BOLETIM DE DESEMPENHO poderia rapidamente evoluir para  apresentação sob a dinâmica forma de um APP, com a incorporação de outros dados e informações,  como os que constam da SALA do PARTICIPANTE, inclusive com um solene OBITUÁRIO.
       Ficam as sugestões, já que não temos melhores novidades.

Jaboatão dos Guararapes, 17/10/19 (Republicação em 21.11.2019)