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segunda-feira, 22 de abril de 2019

VEM AÍ A SUPER AGÊNCIA

    A notícia em primeira mão dada pelo sr. Paulo Guedes à GloboNews na quarta-feira próxima passada é de encher os olhos de todos nós associados de um fundo de pensão.
      A atual PREVIC nasceu de maneira pensada para não exercer o seu dever. Surgiu de mentes ardilosamente trabalhadas para conseguir roubar fundos como o Postalis, o Funcef, o Petros (os mais lesados) além de outros (menos lesados). Foi criada em 23.12.2009 por uma legião de demônios faceiros, membros do PT e do PMDB, ávidos por cargos dentro da autarquia. Todos no esquema do presidente-mor hoje devidamente enjaulado na república de Curitiba. Lançaram sorte sobre a "TAFIC" recém-criada tarifa de fiscalização. Os fundos mais ricos, caso da nossa PREVI, arcariam com percentual maior. Tarifas quadrimestrais, a nós cabendo mais de 3 milhões por quadrimestre ou mais de 9 milhões/ano. O primeiro saque nas poupanças dos aposentados. Pagando para ser fiscalizados! E que "fiscalização" foi essa que não pegou nenhum dos muitos rombos apontados no chamado petrolão! O duro foi acreditar que os nossos dirigentes apoiaram tudo sem dizer um "não".
     Graças a Deus que isso está passando. Paulo Guedes finalmente enxergou a desgraça. E apontou a senhora Solange Paiva Vieira, atualmente em atividade na SUSEP como superintendente, fluminense de Valença-RJ, ex-diretora da ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil, 50 anos de vida, como a mulher para endireitar o que a esquerda entortou. 
EIS A BELDADE QUE PODE DAR NOVOS RUMOS À GOVERNANÇA NOS FUNDOS DE PENSÃO. SOLANGE É A ECONOMISTA PREFERIDA DE PAULO GUEDES NESTE METIÊ.

     Que então venha a Solange! Que venha a nova Super Agência! E que venha sem "tafic" né PG?
Mesmo assim, obrigado Paulinho por agir em nosso favor. Se tudo der certo, prometo ir a Brasília para cumprimentá-lo. 

domingo, 21 de abril de 2019

A ETERNA PÁSCOA DE ONTEM, HOJE E SEMPRE

Aprendemos desde cedo que a palavra Páscoa significa Renascimento, porém, a origem da palavra no original hebraico vem de Pessach que significa LIBERTAÇÃO.

O povo hebreu passou 400 anos de escravidão nas mãos de faraós até Deus enviar Moisés para libertá-los, e naquela noite cordeiros foram mortos para que seus sangues servissem de sinal. Ali Deus instituiu a Páscoa, o povo seria liberto.

Aquilo tudo apontava pra Cristo, que morreu como um cordeiro, como oferta pra libertar todo aquele que n'Ele crer.
Seu sangue nos é sinal de salvação, sua morte e ressurreição nos é essa PASSAGEM, de escravidão para liberdade, de trevas para luz,  de morte pra VIDA.

Que possamos refletir no sacrifício que Deus fez através de Jesus.

"Por que Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho, para que todo aquele que n'Ele crer, não pereça, mas tenha vida eterna"
(João 3:16)

"Eis o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo!"


sábado, 20 de abril de 2019

VISLUMBRES DO CONSELHO FISCAL, ALELUIA!


RELATÓRIO DO CONSELHO FISCAL DA PREVI SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DA PREVI DE 2018.
O Parecer do Conselho Fiscal da PREVI, lavrado na página 127 e entranhado no Relatório Anual de 2018, diz “ipsis litteris”, o seguinte, acerca das contas do ano de 2018, apresentadas pela Diretoria Executiva, consubstanciadas nas Demonstrações Contábeis e Balanço Patrimonial:
 (...) “Com base no exame desses documentos, complementados por informações e esclarecimentos prestados por membro da Diretoria Executiva e por técnicos da PREVI, e considerando ainda o Parecer da Atuária Interna, o Parecer dos Auditores Independentes e a revisão das Demonstrações Contábeis realizada pelo Comitê de Auditoria, o Conselho Fiscal opina favoravelmente à aprovação das Demonstrações Contábeis da PREVI, relativa ao exercício de 2018”.
Restou patente que nem tudo que é elaborado pelo quadro técnico da PREVI e atestado pela Diretoria Executiva beira à perfeição e muito menos à exatidão contábil. As Demonstrações Contábeis prontas e acabadas, assinadas pelo Presidente da PREVI, Diretor de Administração, Contador e Atuária Interna, continham distorções e inconsistências inaceitáveis, tanto que foram devolvidas para serem revisadas pelo Comitê de Auditoria para, pós-correções e ajustes, serem submetidas novamente à apreciação do Conselho Fiscal.
Antes dos consertos, o Conselho Fiscal alega que ouviu um membro da Diretoria Executiva, sujeito que, gramaticalmente, se tornou indeterminado, dado que o seu nome e função não foram revelados, além de técnicos da PREVI ouvidos, que também ficaram no anonimato, sem falar que não houve transparência sobre gravidade, causas dos desvios contábeis e financeiros detectados e tampouco das condutas técnicas inadequadas implementadas, se derivadas de erros pontuais, dolo ou má-fé.
Esse tipo de situação inusitada acarreta melindres, despertam curiosidade e suspeição do Corpo Social. As irregularidades constatadas revelam inobservância das normas e controles rígidos preconizados pela Governança Corporativa, senão os erros crassos ora apontados, premeditados ou não, não teriam passado ao largo e por pouco aprovados.
A esta altura a credibilidade e a confiança dos associados nos números da Diretoria Executiva ficam abaladas. Tal fato especial e surpreendente salta aos olhos e carece de uma devassa pormenorizada na sua elucidação, com vistas a delimitar valores em jogo e motivação, não efetivado graças à ação tempestiva e reparadora do Conselho Fiscal que dessa vez, pelo menos, cumpriu o seu papel institucional.
Penso que se fosse um deslize simples e corriqueiro, o Conselho Fiscal não se daria ao trabalho de registrá-lo no seu relatório e daria o seu consentimento à aprovação das contas, após as devidas correções, sem mais delongas.
No entanto, não foi isso que ocorreu, porque depois das marchas e contramarchas para chegar de fato à mencionada revisão das Demonstrações Contábeis eivadas de imperfeições pelo Comitê de Auditoria, o Conselho Fiscal embutiu uma espécie de ressalva técnica na sua chancela, como que dizendo, o aval às contas foi dado no condicional e uma porta de escapismo ficará a nossa disposição, para nos isentar de responsabilidades futuras sobre outros furos que eventualmente emergirem e que tenham escapado do nosso pente fino.
Imagino a resistência, o disse que me disse, e a queda-de-braço travada entre a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal para os Diretores sanarem as falhas, compulsoriamente. Inobstante a sua eficiente atuação, entendo que o Conselho Fiscal fica devendo uma satisfação urgente para os associados sobre esse imbróglio.
Antecipamos o esclarecimento de que não vamos admitir a costumeira desculpa deslavada para sonegar a transparência desses fatos, com alegações falaciosas de que são informações estratégicas e privilegiadas, dado que o Balanço de 2018 já foi publicado, não há mais nada para preservar e esconder, sem esquecer o axioma de que lugar de lixo não é debaixo do tapete.
Demais disso, a PREVIC, na qualidade de órgão fiscalizador, é destinatária de cópia de toda documentação contábil da PREVI, de cada exercício contábil, a qual lhe deve ser entregue até 31/03/2019 para seu controle e fiscalização, isto em relação ao exercício de 2018.
Assim sendo, de posse dessa documentação do ano transato, por ter merecido reparos e colocada em evidência no Parecer do Conselho Fiscal, a PREVIC tem a obrigação de ofício de investigar a origem desses desvios, causa, motivação, valor das perdas que foram evitadas e neutralizadas pelo Conselho Fiscal, e a existência ou não de gestão temerária, fraude, dolo e eventual má-fé, publicando o resultado dessas diligências no seu site para conhecimento do Corpo Social da PREVI.
Talvez até coubesse uma denúncia à PREVIC para que ela se debruce sobre essa matéria, porque aonde tem fumaça tem fogo.
(João Rossi Neto)



Não é segredo que o Comitê de Auditoria da PREVI, é um órgão de assessoramento interno do Conselho Deliberativo e um indutor de boa governança, criado para exercer funções como a avaliação das auditorias internas e independentes, bem como a revisão de demonstrações contábeis, para que o Conselho Deliberativo tenha maior conforto para aprovar as Demonstrações Contábeis da Diretoria Executiva.
Por outro lado, não é praxe e nem obrigação do Conselho Fiscal, fazer referência no seu Parecer Anual, sobre esclarecimentos prestados pelo Parecer Atuarial, emitido por Atuário Interno, a informações complementares das Notas Explicativas e muito menos do Comitê de Auditoria, tanto que esse Comitê já existia em 2017 e não foi citado no Parecer do Conselho Fiscal de 09/03/2018, relativo ao exercício de 2017, conforme poderão constatar através da cópia anexa, seguramente porque a revisão das Demonstrações Contábeis não foi necessária.
O verbo “revisar” tem a finalidade precípua de corrigir falha, fazer emendas, remendos, consertos e, enfim, fazer ajustes cabíveis.  Será que sem motivo algum, o Conselho Fiscal, no seu Parecer de 28/02/19, iria registrar que o Comitê de Auditoria fez revisão das Demonstrações Contábeis? E quem à distância, sem exame de papéis contábeis, sem ingerência alguma, sem informações privilegiadas do fundo de pensão, sem lenço e sem documento, poderia afiançar, com segurança, que não foram feitas retificações nas Demonstrações Contábeis e no Balanço Patrimonial de 2018?
Digitalizei os Pareceres do Conselho Fiscal 2018 e 2019 e anexei as duas imagens, nos quais são patentes as discrepâncias entre os conteúdos desses documentos extra contábeis, de modo que eles não são iguais.  Oh, mas a diferença entre eles foi à menção do nome do Comitê de Auditoria e a revisão das Demonstrações Contábeis.  
Justamente, a “revisão” não é nenhuma figura de retórica, é contábil e nesse caso  é a pedra de toque da questão. De qualquer maneira, respeito às opiniões de terceiros, mas ficarei grato se a Diretoria Executiva ou o Conselho Fiscal abordarem o assunto, já que são responsáveis oficiais pela matéria.

sexta-feira, 19 de abril de 2019

ALTOS SALÁRIOS E ÍNDICES FORA DA REALIDADE (João Rossi Neto)


REMUNERAÇÃO MENSAL PAGA AOS FUNCIONÁRIOS E À ADMINISTRAÇÃO DA PREVI.

A poderosa PREVI, sem embargo de ser uma entidade sem fins lucrativos, tem uma política de salarial elevada e corre parelha com a remuneração paga aos altos executivos das maiores empresas privadas do Brasil.
Por exemplo, técnicos da PREVI, vide página 80, Notas Explicativas, do Relatório Anual de 2018, chegam a auferir R$ 36.362,88 mensais, próximo do que ganha um Ministro do STF (R$ 39.300,00), o que resulta em uma média salarial de R$ 14.551,93, muito superior a média recebida pelos aposentados (R$ 10.194,84).
Os Diretores estão ganhando, cada um, R$ 54.358,52, o Presidente da PREVI, R$ 64.138,30, os Conselheiros Deliberativos, R$ 16.034,58 e os do Conselho Fiscal, R$ 12.827,66.
A decantada competência dos técnicos do quadro, muito bem remunerados, deveria abarcar treinamentos superiores e melhor capacitação, com vistas a executar com eficiência todos os serviços da Caixa e evitar a terceirização das aplicações financeiras dos nossos recursos para a BB-DTVM, o que gera altas despesas.

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O INPC, POR DEFINIÇÃO EM LEI, É INADEQUADO PARA REPOR A INFLAÇÃO PASSADA PARA OS ASSOCIADOS DA PREVI, ERRONEAMENTE CHAMADO DE REAJUSTE.

A população-objetivo do INPC abrange as famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, residente nas áreas urbanas das regiões de abrangência do SNIPC, as quais são: regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia e Campo Grande.
Levando em conta que o salário mínimo vigente no país é de R$ 998,00, por conclusão matemática, multiplicando este valor por 5 salários, chegaremos ao montante de R$ 4.990,00 que é o limite máximo de abrangência de faixa de renda para a aplicação do INPC.
Segundo informações extraídas das Notas Explicativas, página 101, do Parecer Atuarial do Relatório Anual de 2018, nota 2.1.1, a remuneração média dos aposentados da PREVI é de R$ 10.194,84 e, de igual forma, o benefício médio das pensionistas é de R$ 7.606,30, logo, constatado está, de forma irrevogável e insofismável, que o INPC não é o índice adequado para repor as perdas dos associados da PREVI, conforme legislação em vigor. 
Portanto, não é justo, correto e legal, o enquadramento das remunerações pagas pela PREVI aos seus assistidos, porquanto os rendimentos noticiados acima são infinitamente superiores aos parâmetros definidos para o INPC. 
Ao trocar o IGP-DI pelo INPC, unilateralmente, a Diretoria Executiva e o Conselho Deliberativo do nosso fundo de pensão agiram ao arrepio da lei, nesse ato administrativo e financeiro equivocado, imoral e irregular e, ainda assim, para nossa surpresa, o órgão fiscalizador externo, PREVIC, comeu mosca e o autorizou. Que fiscalização é essa, meu Deus! 
O que causa estranheza e salta aos olhos, é que a par da flagrante irregularidade, o outro fiscalizador interno, o nosso Conselho Fiscal, não tomou as providências cabíveis para corrigir tal insanidade. Aonde vamos parar com essas Fiscalizações de faz de conta, para inglês ver!
A Diretoria Executiva que se diz cumpridora das normas, regras e leis, caber-lhe-á responder: Tem cabimento legal, lógico e racional, encostar grandezas diferentes e díspares entre si, dentro do mesmo balaio?
É possível colocar o valor dos benefícios dos assistidos da PREVI, de R$ 10.194,84, que corresponde a mais de 10 (dez) salários mínimos, dentro do teto de 5 (cinco) salários, definido para a incidência do INPC? 
É claro que não e está patente que esse indicador econômico e inflacionário não se ajusta ao caso dos aposentados da PREVI e tampouco ao das pensionistas. Em face disso, compete a Diretoria Executiva estudar urgente uma fórmula para repor os prejuízos massacrantes ora reclamados, os quais achatam ano a ano o nosso poder de compra. Estamos sendo lesados por interpretação absurdamente errada, conveniente e deliberada.
Vale lembrar que não pedi a volta do IGP-DI pelas conhecidas oscilações desfavoráveis, e sim o estudo de uma fórmula suficiente para repor o nosso poder de compra. Em face disso, descarto o IGP-DI.
Aliás, de uma forma geral, parece que todos os indicadores econômicos estão nivelados por baixo,cartelizados e não satisfazem as nossas necessidades.
A propósito, a expectativa do IPCA, índice oficial do Governo sujeito a manipulação, para 2019, é de 3,6%, enquanto que a inflação real gira em torno de 10%, discrepância enorme que nos acarreta perda financeira irrecuperável, em especial no longo prazo.
O ideal seria que a Diretoria Executiva adotasse uma espécie de gatilho de 5% (indexação), por compor a meta atual de rentabilidade, o qual seria disparado toda vez que a inflação fosse inferior a esse patamar e acima dele (5%), aplicar-se-ia o índice cheio e efetivo medido pelo órgão responsável,por exemplo, 5,5%, 6%, 7% e assim por diante.
(João Rossi Neto)

Observação do Blog: Os textos acima foram publicados na postagem "Nota de Pesar da ANAPLAB" mas em face da relevância do tema estão sendo alocados em nova postagem. Os assuntos são de grande pertinência, aflorando a transparência cristalina com dados cuidadosamente analisados de balanços/balancetes de nosso fundo.
O Blog gostaria de muito agradecer o colega João Rossi pelo seu exaustivo trabalho de pesquisas e por nos brindar com informações de grande valor.


quinta-feira, 18 de abril de 2019

MAIS FURTOS DO FACEBOOK


HÁ QUALQUER COISA NO AR, ALÉM DOS AVIÕES DE CARREIRA

ARISTOPHANES PEREIRA

O Barão de Itararé, codinome do gaúcho Apariccio Torelly(1895-1971), conhecido filósofo-humorista do século passado, dentre muitas frases que cunhou, tinha uma que no meu entender se presta para denunciar, com propriedade e sarcasmo, o momento brasileiro: “Há qualquer coisa no ar, além dos aviões de carreira”.
Nunca vi, em minha alongada observação da política brasileira, um presidente eleito democraticamente, e por folgada maioria de 56 milhões de eleitores, ainda no comecinho do mandato, ser tão augurado pela perspectiva de não terminá-lo. Uns falam de inapetência presidencial, outros de incompetência, criticam devoções exageradas, preveem renúncia e recomendam impeachment. Há até os que adulam o Vice. Vale tudo pra “botar água no chopp” dele, em meio a invencionices e meias verdades, que agora chamam “Fake News”.
Ao relembrar o brincalhão Barão de Itararé, diante de tão sombrio cenário, desconfio – sem desejar – que existe, realmente, “alguma coisa no ar”. Seria visão exageradamente otimista enxergar “céu de brigadeiro” e tapar os olhos para não ver “o mar revolto”. 
No Legislativo forças se organizam, no Senado e na Câmara, sob lideranças sonsas e cavilosas, para manter o "status quo" e derrotar, ou desfigurar as propostas reformistas urgentes e indispensáveis para o país sair da paralisia. Dentro de próprio Executivo, grupamentos separados por vaidades batem cabeça, sob bandeiras de duvidosas e sovadas ideologias e de interesses paroquiais. Os que deviam, com exemplo e sobriedade, vestir o Manto da Justiça, para resguardar a Lei e robustecer a segurança jurídica, preservando a sacralidade dos supremos julgadores, mergulham, eles próprios, na arena das paixões e conflitos pessoais.
O palco desse teatro de horrores se completa com os binóculos da Mídia, que magnificam episódios corriqueiros e descobrem “chifres em cabeça de cavalo”, dando-lhes distorcidas dimensões de crise e avisos falsos de distúrbios. 
As tristes e dolorosas tragédias e desastres, que ocorrem aqui e no mundo, têm nos mostrado, pela onipresença e velocidade das imagens, a importância e potencialização de uma nova qualidade de "gente do bem": os bombeiros! Mostram-se imprescindíveis, porém seria mais sábio prevenir do que remediar! 
Os animadores do caos – como esses que acabam de decretar a censura à inexpugnável liberdade de expressão – e os torcedores do quanto pior melhor, brincam com fogo. Talvez os bombeiros não cheguem a tempo, e, depois do rescaldo, para reconstruir, só usando tratores e máquinas pesadas por terra, mar e ar. Juízo pessoal!

Jaboatão dos Guararapes(PE),18/04/2019


QUEM APAGA OS FOCOS INCENDIÁRIOS DA CAPITAL DA REPÚBLICA? MUITO JUÍZO PESSOAL!

NOTA DE PESAR DA ANAPLAB

     Faleceu hoje no Rio de Janeiro o nosso associado fundador João Torres de Melo, genitor de nossa vice-presidente Administrativa Jane Torres de Melo. A ANAPLAB, com muito pesar, cumpre o doloroso dever de comunicar tão valiosa perda. Porém, "aos olhos do Senhor é muito preciosa a morte de seus santos", conforme diz o Salmo 116.
    À nossa estimada Jane formulamos votos de solidariedade neste momento muito difícil de perda, extensiva aos familiares.

terça-feira, 16 de abril de 2019

PELO FIM DAS APRESENTAÇÕES


    Furtei o texto do meu grande amigo Rossi da linha do tempo no Facebook. O João escreve muito bem e o assunto é de nosso interesse.
Data Venia.

João Rossi Neto
7 h
BALANCETE DE FEVEREIRO DE 2019 DA PREVI.
Após a divulgação dos resultados dos balancetes de janeiro e fevereiro/19, fica sem efeito prático e redundam em gastos supérfluos, infrutíferos e desnecessários, as despesas das andanças das caravanas da alegria da Diretoria Executiva para divulgar os números das Demonstrações Contábeis e Balanço Patrimonial de 31/12/2018, agora defasados e obsoletos.
Esse espetáculo circense que a Diretoria Executiva insiste em repetir, anos a fio, não acrescenta nada à efetiva transparência e poderia ser abolido a bem da felicidade geral e da saúde financeira do fundo.

Façam uma enquete que terão uma resposta, em uníssono, de que basta uma divulgação única pela internet para satisfazer as necessidades dos associados.
Em sequência, lançando luzes sobre o balancete de fevereiro/19, registre-se que o déficit de R$ 3.838 bilhões do mês reduziu o superávit acumulado de dezembro/18 (R$ 6.524 bilhões) para R$ 2.686 bilhões no corrente exercício financeiro (fev./19).
As aplicações em Rendas Variáveis (total de R$ 83.1 bilhões) foram responsáveis pela derrocada financeira, tendo em vista a sua rentabilidade negativa de – 3,07%, sendo que a vilã foi a Litel Participações S.A, com perda financeira de R$ - 5.602 bilhões no valor das Vale S.A. Atualmente, pós-desinvestimentos, a PREVI tem R$ 39 bilhões aplicados em ações da mineradora Vale S.A, via da Litel.
Por outro lado, o outro braço forte dos negócios da PREVI, as aplicações em Rendas Fixas, no montante de R$ 79.3 bilhões, obtiveram o rendimento de 2,43%, superando a meta atuarial de 1,73%.
Tudo o que acontece de ruim no nosso fundo de pensão é preocupante e os associados vivem com os nervos à flor da pele e a reboque das volatilidades e oscilações do mercado financeiro, dado que este é muito sensível a qualquer ruído econômico negativo e boato que representa ameaça à segurança jurídica e mudança nas regras do jogo, assusta investidores e derruba as Bolsas de Valores.
Como prova inconteste disso, a intervenção do Bolsonaro na Petrobras, ontem, ao sustar o reajuste do diesel, provocou forte queda na Bovespa, de quase 2%.
Com esse Governo claudicante, falastrão sobre pautas irrelevantes, perdido, mal avaliado pelo povo, sem norte, sem projetos exequíveis de políticas públicas, somos compelidos, pelas circunstâncias catastróficas, a antever um 2019 de grandes dificuldades para a Diretoria Executiva da PREVI bater a meta atuarial.
Ademais, no exercício financeiro em curso, se a Reforma da Previdência não for aprovada, as coisas poderão degringolar e temo até pela permanência do Jair Bolsonaro à frente do Governo para terminar o seu mandato.
Falo isso com a consciência tranquila e assumo a minha cota de responsabilidade, porque ajudei a eleger o Jair com o meu voto.

domingo, 14 de abril de 2019

CONJUNTURA # ESTRUTURA

     56 milhões de brasileiros decidiram alterar a estrutura do Brasil. Ora pois, mexer na estrutura não é tarefa para 100 dias de governo, quiçá para quinhentos.
    Nesta semana que passou, na segunda metade, o nosso glorioso Jair teve que agir numa conjuntura de aumento esdrúxulo do óleo diesel. Irritou o amigo Medeiros que já pediu a cabeça do Messias. Nada tenho contra os nobres investidores da estatal, porém, o Brasil não pode conviver com sua política de preços, antagônica e perversa aos interesses do país. A Petrobras foi criada para servir o país, não o oposto. É óbvio que no momento o Brasil não tem alternativas ao transporte rodoviário (baseado no diesel), por tal a medida foi providencial.
     A estrutura montada pela esquerda que governou a nação por 16 anos se faz notar por toda parte, sendo a mais perniciosa na educação. O vídeo abaixo da jornalista Regina Vilela diz tudo:
     É muita oposição barulhenta querendo ditar a mesma estrutura reinante. Acabou a velha estrutura! Tudo tem que ser remontado. Certamente Bolsonaro está assustado com a quantidade de demônios que encontrou rodeando o poder. São pessoas que não pensam no país senão exclusivamente nos seus interesses. É nesse contexto que o Jair falou: "Não nasci para resolver toda essa podridão."
    Talvez Bolsonaro devesse apenas pensar, não se manifestar. Temos muitos abutres só esperando ver o circo pegar fogo. Congressistas como o deputado federal Zeca (filho de José Dirceu), a deputada Maria do Rosário, José Nobre Guimarães, Gleisi e mais um grande elenco simplesmente não desejam que o Brasil mude. 

sábado, 13 de abril de 2019

O GRÃO DE AREIA

     Uma das coisas mais empolgantes para quem escreve é levantar o contraditório. Como diz meu caro Medeiros, o blog não para de bombar. Aconteceu nesta última postagem feita com argumentos já há muito debatidos cuja intenção maior era cambiar a anterior, "A marca da besta" cujo tema não é afim com os assuntos do blog. Porém, "A marca da persistência" foi permeada por fato inusitado, o telefonema do Marcel para o Gilberto.
        Eu conheço o Gilberto, rapaz de excelente formação que reside no litoral gaúcho. Soube que é e que foi arguto observador muito interessado em solucionar os incômodos espinhos da nossa CASSI e da nossa PREVI. Trabalhou lá atrás na área de auditoria do INSS. Ganhou uma bolsa de estudos para cursar em Portugal da qual declinou porque preferiu tomar posse no BB cuja opção à época lhe pareceu muito mais vantajosa. Dentro do BB contribuiu com algumas sugestões de procedimentos práticos no serviço que mais tarde foram incorporadas pelo Banco à sua CIC. Inspetor na agência, Gilberto era seu contato imediato para perguntas de interesse do investigador.
     Há um mês o Gilberto me solicitou o número do telefone da Seguridade. Eu lhe passei porque tinha desde os tempos de conselheiro consultivo. Passei-lhe dizendo que a secretária que provavelmente o atenderia se chama Denise. Com efeito, aconteceu que a Denise lhe disse que naquele momento o Marcel se achava em reunião e que ele retornaria a ligação assim que possível. Quando recebeu a chamada conseguiu dizer tudo o que tinha em mente, que o referido diretor ficou deveras sensibilizado e lhe prometeu estudar as questões com mais profundidade. Poderá não resultar em nada assim como poderemos ter ótimas notícias no tempo certo. Agradeço ao Gilberto por sua boa vontade e insistência em procurar ser atendido pelos canais disponíveis e democráticos.
     Um excelente fim de semana.

terça-feira, 9 de abril de 2019

A MARCA DA PERSISTÊNCIA

   Enquanto a Inteligência Artificial irá propiciar ao homem as maravilhas temporárias para levarem o ser humano a se esquecer do seu Criador - na longa batalha entre o Cristo e o Anticristo (demônio), os associados da PREVI aguardam novas atitudes de seu fundo de pensão a fim de minorar os percalços financeiros daqueles que, embora pertencentes ao PB1, se aposentaram com reservas matemáticas menores que os demais da assim chamada velha guarda (old generation).
    O atual diretor de Seguridade, responsável por cuidar da área específica que nos afeta, eleito democraticamente, poderia, sem afetar a saúde financeira do fundo, digamos iniciar entre seus pares, "an internal start-up", isto é, um arranque inicial que vise a uma série de mudanças em prol dos tomadores de empréstimos simples do fundo. Tal medida incrementaria a carteira do ES atualmente subutilizada. A linha de crédito prevê aplicação de até 15% do ativo global que hoje chega aos 25 bilhões de reais. Não temos aplicados nem 5 bilhões. Assim sendo, o competente diretor Marcel pode notar que se pode avançar com tranquilidade, uma vez que a PREVI está sabendo para quem empresta. As garantias são inequívocas. Desta forma, nada custa ao nobre diretor iniciar mudanças salutares que beneficiarão tanto ao fundo quanto aos associados.
     Entre as medidas exequíveis, sem autorização necessária de órgãos externos, estão o alongamento do prazo (o ideal seria 240 meses para adequar-se à nova tábua de mortalidade), a retirada da margem consignável das prestações do empréstimo imobiliário (tem garantia do próprio imóvel), o aumento do teto a ser emprestado (pode chegar a 240 mil pois a MC é o seu limitador natural). Eventualmente, a exemplo do BB, criar a modalidade ES-prefixado com taxa de 1,29% ao mês para todos. Este percentual cria uma espécie de âncora etária uma vez que todos pagariam a mesma taxa de FQM cujo saldo daria um salto gigante formando um belo colchão de liquidez por morte.
      Para exemplificar com números, na taxa de 1,29% ao mês estão contidos:
-0,45% referente ao atuarial (5% ao ano); no caso o percentual de 0,45% ao mês ultrapassa o atuarial ao ano.
-A correção monetária pelo INPC, que por segurança atribuir-se-ia um percentual de 0,4% ao mês seguindo histórico anual do INPC e perspectiva de inflação futura).
Nestes dois itens temos o índice de 0,85%, então, restaria para o FQM 0,44% que é a diferença entre 1,29% menos 0,85%.
     Como o valor arrecadado é pelo total (1,29%) eventuais ajustes do INPC (para se adequar ao índice real se retiraria ou acrescentaria a diferença ao FQM, na contabilização interna.
       Evidente que o nosso setor de Seguridade é muito mais competente para fazer os cálculos e chegar a um melhor equacionamento. Um fato, porém, salta aos olhos. A PREVI não teria mais problemas de liquidez no FQM, pois estará sendo cobrada taxa de mais de 5% ao ano de TODOS. O saldo desta rubrica, ao meu ver, é a grande preocupação do diretor Marcel.
       As operações pós-fixadas (em vigor atualmente) podem seguir seu curso normal, sem prejuízo algum aos seus tomadores.
      Para terminar, a cereja do bolo para todos é a retirada da cobrança da verba C800 PREVI CONTR PESSOAL MENSAL. Então sim todos os diretores da PREVI seriam muito ovacionados/elogiados. O excelente portfólio de investimentos aliados com a novo ES vão, com certeza, compensar a perda desta receita. Se necessário para implementar, o CD - Conselho Deliberativo - aí está para aprovar uma pequena alteração estatutária!
MUDANÇAS NECESSÁRIAS EM FAVOR DOS ASSOCIADOS DA PREVI.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

A MARCA DA BESTA

     A inteligência artificial aliada à tecnologia 5G foi discutida no "Mobile World Congress" evento que neste ano aconteceu em Barcelona entre os dias 25 e 28 de fevereiro.
     Aparentemente é apenas mais um congresso sobre telefonia celular e informações de comunicação sem fio, mas no seu bojo traz o que estava faltando para o domínio da besta neste mundo. Vai acabar a emissão de papel-moeda. Todas as transações de compra e venda serão feitas através de um chip implantado sob a pele do indivíduo. A que isso nos remete? Ao livro de Apocalipse, capítulo 13:

Se alguém tem ouvidos, ouça.
Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos.
E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão.
E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.
E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens.
E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.
E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.
E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,
Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

Apocalipse 13:9-18


sábado, 6 de abril de 2019

NÃO NASCI PARA SER PRESIDENTE!

    O Jornal Nacional quase foi à loucura nesta edição do dia 04, azo em que dois jornalistas da Globonews Gérson Camarotti e Natuza Nery foram convidados pelo Planalto a tomar suco de laranja em reunião do presidente na qual o capitão Bolsonaro, além de prenunciar a saída do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez Lattes, saiu-se com a afirmação de que "Nasceu para ser militar, não para ser presidente".

     Faltou muito pouco para a Globo dizer para o presidente: "Por que o senhor não se afasta então?" "Nós do sistema Globo estamos muito mal depois que o senhor nos cortou as verbas publicitárias! Se continuar assim iremos à falência!"

     Alguns acharam ruim o que o presidente comentou. Eu achei ótimo, supimpa, o mais alto grau de honestidade. Na verdade, o que Bolsonaro desejou dizer é que governar o Brasil não é fácil com essa pilantragem enraizada, lidar com políticos além de corruptos que, afinal, são os que fazem mais barulho! O Paulo Guedes depois de ir ao Congresso chamou a esquerda (PT) de minoria barulhenta. Com efeito eles não desejam que o Brasil melhore, que entre nos trilhos. Querem eles continuar com as vantagens e o país que se exploda!

      O demônio já tomou conta deles e nós já estamos num período da história em que o mal está prevalecendo contra o bem. Os filhos das trevas são mais espertos que os filhos da luz (Lucas 16:8), portanto, nós, as pessoas de bem temos a obrigação de provar a este mundo (perdido) que somos o sal da terra. A ONU já está totalmente dominada pela esquerda pois os países submissos a regimes esquerdistas/socialistas têm um povo cativo, bem à feição de se tornar massa de manobra para os líderes mundiais ou a elite dominante, também conhecida como Nova Ordem Mundial.

     De sorte que estamos nas mãos dos povos que não cultuam o Deus de Israel (único verdadeiro). A China é totalitária e sem culto a Deus. Os países árabes prestam culto a Allah e seu único profeta Maomé. Allah não é o Deus de Israel e dos cristãos. O islamismo não crê que Jesus Cristo é Filho de Deus.

     Comecei a mencionar um fato no governo brasileiro e passei para o domínio já sensível do governo do Anticristo. Mas tem tudo a ver. Quero com isso ressaltar que Deus Pai nos concedeu um governo do bem. Lamento divergir de pensamentos não alinhados com os meus. Queiramos ou não está bem próxima a ascensão do "príncipe deste mundo", o filho da Perdição, o homem do pecado como diz o apóstolo Paulo em 2 Tessalonicenses 2.

      Então presidente, aguenta firme aí porque tu tens uma missão relevante a cumprir.


LUIZ SHIMOYAMA, AUTOR DO VÍDEO ACIMA PUBLICADO EM 03.09.2018, ESTAVA NO JAPÃO E VOLTOU NESTE ANO PARA O BRASIL. ELE TEM UM CANAL NO YOUTUBE CHAMADO "CANAL REINO ETERNO" DO QUAL SOU UM FÃ DE CARTEIRINHA PELO MODO SIMPLES E OBJETIVO COM QUE TRATA A BÍBLIA, SENDO UM DE SEUS DECODIFICADORES MAIS ILUSTRES NO MUNDO INTEIRO.

QUANDO LUIZ RETORNOU DO JAPÃO ESTEVE HOSPEDADO NA CASA DE UM IRMÃO DE SANTA CATARINA (EM VITOR MEIRELES) LOCAL ONDE O VISITEI EM FEVEREIRO DESTE ANO.

sexta-feira, 5 de abril de 2019

OS REFLEXOS NEGATIVOS DO ERRO

    O Gilberto de Capão da Canoa é daquelas pessoas que não sossegam até ver os problemas resolvidos. Já trabalhou em auditorias do INSS antes de ingressar no BB. E já na casa era o contato primeiro de qualquer inspetor que chegasse à agência. Um estudioso das rotinas de trabalho do banco, teve várias sugestões suas acatadas pelos superiores que mais tarde, foram integradas nas normas circulares.
       Há poucos dias ele me ligou abordando que a parte exclusiva do banco, na divisão do superávit de 2010, não recolheu um centavo sequer para a CASSI. Perguntei-lhe detalhes. Sobre a nossa parte (7,5 bilhões), até que houve pagamentos (dezembro/2013), nós recolhemos 3% e o Banco recolheu 4,5%. Até aí tudo bem.
       A parte em que não houve nenhuma contribuição foi aquela roubada de nós e internalizada na PREVI com as quais o guloso pagava e ainda paga suas obrigações junto ao fundo. Digamos que os 15 bilhões tivessem ficado apenas conosco. Sobre eles nós todos seríamos obrigados a recolher o nosso percentual à CASSI (3%) e, em consequência, o BB a parte dele (4,5%) num total de 1,125 bilhão de reais.
Obviamente, entrou no caixa da CASSI o percentual de 7,5% sobre 6 bilhões aproximadamente. E sobre o montante que o Banco se apropriou NADA foi recolhido à CASSI. Quer dizer que o bolo do patrocinador não sofre qualquer desconto, é justo isso? São mais de 500 milhões que poderiam ter entrado na CASSI.
      Enquanto isso na mesa de negociação ninguém confrontou o Banco por essa benesse. Afinal, é mais fácil aumentar a nossa contribuição do que o Banco fazer a sua parte. Isso causa profunda indignação.

terça-feira, 2 de abril de 2019

PROCURANDO ESTAR DE BEM COM A CASSI

    Meu amigo Edison de Bem, gaúcho de Pelotas onde reside igualmente o jamais anônimo Heleno P. Nobre, faz uma ponderação mais que salutar sobre a nossa Caixa de Assistência.

AOS AMIGOS (AS) VINCULADOS (AS) À CASSI

(Edison de Bem e Silva - aposentado)

Àqueles que me dão o prazer de ler o que escrevo meus agradecimentos. Tenho procurado ser fiel à verdade. Todo posicionamento que tomo procuro refletir, ler bastante, ouvir as partes quando existem, e depois sim, extrair minhas convicções e escrever o que sinto. Como sabem, no caso CASSI fui partidário do SIM, desde o início. Acredito que temos ainda, apesar dos pesares, o melhor plano de saúde do País em custo e qualidade de atendimento. Não posso reclamar da CASSI, sempre recebi atenção muito especial e não queria perdê-la, nem arriscar com uma intervenção que ninguém, efetivamente, pode prever o que ocorrerá. Existem muitas estimativas, mas certeza absoluta, nenhuma. Acho que está na hora de parar com essas "picuinhas", "disse me disse", coisas de comadre em coro de igreja, e encarar de vez a realidade, se até a CONTRAF/CUT a qual nunca fui simpático por suas notórias posições radicais, já concordou com a atual proposta, o que mais queremos? Acho este o melhor sinal da aceitação da proposta atual como definitiva. É claro que nunca vai agradar a todos! Só não podemos arriscar a saúde e os tratamentos de milhares de idosos, doentes e necessitados de assistência. Pensem nos colegas internados, que podem a qualquer momento serem expulsos de suas camas de hospital; evitemos o fechamento das portas de clínicas, hospitais, médicos e laboratórios nas nossas "caras" por falta de convênio. Vejo e ouço muitos "pitacos", a maioria pingos de discórdia num oceano de possibilidades. Quase ninguém, entretanto, apresenta um projeto fundamentado com soluções mágicas. Assisti ao bem elaborado vídeo da Dra. TANIA, que esperava fosse uma contribuição para melhoria da proposta, mas com imensa tristeza logo constatei que não. A doutora sem dúvida apresenta excelente preparo técnico, mas se perde quando tenta desmerecer o trabalho de colegas do BB e da área médica, de que também faz parte. Demonstra permanente preocupação em se autopromover, passando como um trator embalado sobre tudo e todos, não tendo o mínimo respeito pelo que, até agora, foi construído. Se diz "top" de linha mas atua em plano onde a casta judicial se aproveita das benesses governamentais para mantê-lo saudável. Ao contrário da CASSI, no plano dos juízes não existe preocupação com contribuição, as duas partes são fortes. Então o que se aplica lá, certamente, não caberá aqui. Finalmente, continuo acreditando nos nossos ELEITOS para a CASSI, colegas que praticamente abandonaram suas famílias para virem até aqui tentar salvar a CASSI, arriscando até seus patrimônios pessoais para sanar problemas que não foram criados por eles. Pelo menos tenhamos um pouco de respeito para com eles.

Fraternal abraço a todos.


segunda-feira, 1 de abril de 2019

EXEMPLOS A SEREM SEGUIDOS

    A nossa cooperativa Cooperforte não é um fundo de pensão mas age como um fundo deveria agir: Com foco exclusivo no associado.
      Todos ficamos muito satisfeitos com a oportuna distribuição das sobras neste ano. Obrigado à nossa bem administrada coopertiva de crédito.
     O nosso fundo de pensão devia agir da mesma forma. Porém, ele segue uma legislação estapafúrdia, sem nexo causal, contrária ao bom senso legislativo como a absurda inclusão do patrocinador como beneficiário do plano. Parece coisa de maluco o guloso BB administrar o nosso fundo de pensão com administra a uma subsidiária sua. É o poste mijando no cachorro. Mamma mia!
      Por outro lado, o acordo da CASSI está perto de ser votado. Segundo o Satoru, a quem eu atribuo maior dificuldades em sendo diretor de um plano de saúde, com suas peculiaridades e custos fenomenais do que, apenas como exemplo, à diretoria de Seguridade da PREVI que ao seu dispor meios concretos de efetivamente auxiliar os associados (dependendo somente de si) e não o faz. Alguns podem me dizer que um nada tem a ver com o outro, porém eu vejo como partes da mesma fruta.
     Sobre a CASSI eu transcrevo o que recebi do Satoru em resposta ao que eu lhe havia perguntado a respeito do novo acordo.

Prezado Ari,

Estamos preparando notas explicativas de cada item da proposta.

Assim que estiver pronta, te repassarei.

É importante que você tenha em mente que a proposta resultou do consenso de todas as partes, Entidades (CONTRAF e CONTEC representando os ativos, ANABB, AAFBB e FAABB representando os inativos), representantes do Banco e Diretoria da CASSI.

É o consenso alcançado após dois meses e nove rodadas da Mesa de Negociação, e quase duas dezenas de encontros prévios na ANABB e CASSI, nas quais os representantes das Entidades receberam orientações dos técnicos da CASSI, e foram feitos inúmeros ensaios e projeções.

A proposta final, divulgada após a rodada de 27/03/2019, é, com certeza, a melhor proposta que as Entidades, Banco e CASSI produziram.

Atenção: não é uma proposta do Banco, como alguns estão alardeando, é uma proposta construída a seis mãos: Entidades, Banco e CASSI.

Satoru

COOPERFORTE TEM AGIDO COMO VERDADEIRA AMIGA DO ASSOCIADO, SUPERANDO NESTE SEGMENTO DE SOBRAS A NOSSA PREVI. A VERDADE PRECISA SER DITA.

sábado, 30 de março de 2019

TRÊS MILHÕES - UMA FABULOSA MARCA

    Blog e blogueiro estão radiantes. Rolando a tela das postagens até o final, o "blogger" registra o singular atingimento de um número que deixa qualquer um que se utiliza dessa ferramenta para comunicar-se, muito feliz, extremamente satisfeito e...deveras muito grato para com todos aqueles que muito me ajudaram a atingi-lo.
    Grande parte desse sucesso alcançado devo a dois colaboradores espetaculares: Ambos com os nomes iniciados com a letra jota, João e José ou José e João. O José há alguns dias vinha me alertando de que estávamos perto do que merecia uma postagem comemorativa. Em qualquer postagem em que qualquer dos dois assinasse era sucesso de renda e de público. Por isso, aos dois sinto-me penhorado em gratidão e amor posto que dependemos muito de cabeças arejadas que só pensam em ajudar os outros. Muito obrigado João; muito agradecido José!
      O que me entristece um pouco é que o nosso fundo de pensão ficou insensível aos nossos apelos, em diversas áreas em que mil sugestões foram feitas, claro, em sentido metafórico, (figura de linguagem chamada hipérbole) sem a menor ressonância na PREVI. Ah! Se a diretoria de Seguridade, a quem foi dirigida nossas maiores reivindicações, tivesse nos ouvido! O fundo poderia estar mais forte e os associados bem mais satisfeitos. Vale ressaltar que nem eu, nem o Rossi, tampouco o Aristophanes sugerimos em causa própria. Todos nós estamos unidos em torno dos menos favorecidos. Infelizmente, fomos vítimas até de confrontos na justiça (com exceção do Pereira) Paciência!
      Mas voltemos à comemoração! Agradecer aos mais inteligentes leitores dos quais fomos apenas veículo para que manifestassem seus pensamentos por escrito. Eles foram e são a razão maior de termos ficado na vanguarda dentre os blogues afins. Obrigado a todos por tão expressiva visualização em oito anos de estrada. Todas as honras e homenagens são para vocês!
       Finalmente agradecer ao Criador pois sem Ele nada acontece, nada somos. A Deus dobramos nossos joelhos e nos prostramos em humilde oração.

Contagem: 3.000.263 em 29.03.2019 

terça-feira, 26 de março de 2019

SANTA PREVI OLHAI POR NÓS


A ÚLTIMA ESPERANÇA
       Cascavinhando meu velho baú de ideias, no canto onde guardo os petecos relacionados com a Previ, nada encontrei que pudesse desatar os nós cegos legais, dobrar as disciplinas de regulamentos e superar os normativos de ocasião que, supostamente, impedem as decisões do nosso fundo de previdência, a nosso favor. Tudo em troca da justificativa de cumprir a sagrada missão de nos conceder, pontualmente, o benefício mensal de nossa sobrevivência.
       Mesmo assim, movido pelo entusiasmo que levantou meu astral, depois da leitura da reportagem sobre o encontro da AABB, no Rio, enaltecido pela monumental boa vontade do colega Adai Rosembak(UMA APRESENTAÇAO BEM OPORTUNA), e  pondo de lado a indignação do João Rossi, na postagem de 21/03(VERDADES REPETIDAS QUE O FUNDO NÃO QUER VER), aqui no blog, resolvi futucar  o meu baú, um pouco mais, animado pelo consolo de que a esperança é a última que morre. Não meti o Dr.Medeiros nesta história, porque, no momento, ele está preocupado com a BOVESPA.
       Sem me afastar dos rigores técnicos, fui recompensado em minhas diligências, ao identificar no ES-1(A-B-C-D) a única saída aplicável, de pronto, para aliviar orçamentos estourados e minorar necessidades domésticas, de dezenas de milhares de associados, tendo como conforto as seguintes considerações:
  1. Não é empréstimo exclusivista, vez que todos, em situação de regularidade funcional, podem obtê-lo, ou já o contrataram. É opcional e sobejamente conhecido.
  2. É um produto regulamentado, que proporciona razoável rentabilidade ao Fundo, com nível de aplicações, atualmente, abaixo do permitido, ou seja: subutilizado.
  3. Pode-se dizer que seu retorno é de “risco zero”, haja vista a segurança da consignação em FOPAG e os rigores da concessão.
  4. É solução de imediata eficácia, de fácil operacionalidade e de custos razoáveis para os tomadores.
  5. É instrumento de grande nitidez, com excelente retorno promocional, para dirimir “diferenças”, por ventura existentes, no relacionamento do corpo social com o nível executivo do Fundo.
  6. Não é uma liberalidade sem controle, vez que tem freios operacionais, além dos rigores da “margem consignável”.
       A partir dessas premissas, pergunta-se: o que pode, ainda, ser facilitado, nas atuais circunstâncias de negativas de “outras soluções”, blindadas pela indisposição da Previ em rever clausulas “pétreas”?   Seguem sugestões factíveis, algumas repetidas, relativas ao ES-1:
  1. Aumento do limite de crédito de R$165 mil para R$180 mil, o que somente atualiza, monetariamente, o nível antigo de R$160 mil.
  2. Aumento da quantidade máxima de prestações de 120 para 144, revendo a progressão das idades, para chegar aos maiores de 83 anos, com a quantidade de, pelo menos, 48 prestações. Os mais velhos estão sendo violenta e injustamente penalizados, não só pela drástica diminuição na quantidade de parcelas, como pela taxa do FQM, que alcança 5%a.a.! É uma falácia, nessa faixa etária, a maior ou menor quantidade de parcelas, quando se sabe que é permitido renovar a cada 6 meses. Enquanto tiver vida, vai renovando...É uma afronta onerosa aos mais velhos, ao princípio de solidariedade e ao Estatuto do idoso. O que ganha a Previ discriminando seu honroso patrimônio de octogenários?!
  3. Diminuição do prazo de renovação dos empréstimos, durante este ano de 2019, para 3 mensalidades pagas.
  4. Instituição, permanente, do “pula parcela de aniversário”, a exemplo do que pratica a Cooperforte, e pulo de mais 2 parcelas, por opção, até 31/03/2020.
  5. Tendo presente as 4 modalidades de ES(ABCD), não vedar a contratação, ou renovação, de outra modalidade, quando existir uma transação de renegociação, em uma das modalidades.
  6. Outras sugestões, que a minha pobre memória esqueceu.
    Alea jacta est.  Aristophanes Pereira

                       
MESTRE E DIRETOR ETERNO DO BB JOSÉ ARISTOPHANES PEREIRA, 88 ANOS VIVIDOS NO BOM E VALOROSO NORDESTE BRASILEIRO (PERNAMBUCO-BRASIL)

segunda-feira, 25 de março de 2019

O ES E A TABELA MATUSALÉM

     Uma das grandes vilãs redutoras do superávit 2018 foi sem dúvidas a implementação da nova (e esdrúxula) tábua de mortalidade para os associados da PREVI que, a considerar pela idade avançada a que os atuários chegaram (86 para homens/89 para mulheres) começamos todos a tomar o famoso elixir da juventude.
           Precisamos combinar com a diretoria de Seguridade, responsável pela área das relações diretas com os participantes, a estreita relação que existe entre expectativa de vida dos associados com o prazo do empréstimo simples. Eu tenho 66 anos e a PREVI diz que vou viver até os 86 anos, logo tenho 20 anos para quitar o meu ES. Por qual razão, então, a nobre diretoria me dá apenas 10 anos de prazo? Por esta lógica o ES para mim deveria ter prazo de 20 anos (240 meses) e ser gradativamente reduzido este prazo (com 70 anos seria 16 anos) e assim por diante. A coisa é mais do que óbvia, está na cara, não fazem porque não querem nos oferecer algo de bom para nós. A Tábua Matusalém, pode!
       A apresentação feita na AABB do Rio de Janeiro, segundo relato no blog do meu grande amigo Adaí Rosembak, não trouxe esclarecimentos sobre a acentuada queda no superávit e ficamos ainda no escuro em relação ao mês de dezembro/2018. (Aliás, já publicaram o balancete de janeiro/2019 e nada de esclarecer o mês de dezembro/18). O Adaí tem um coração cheio de amor e vê apenas o lado positivo, entretanto, nessas apresentações os seis diretores são uníssonos em autoelogios, sem considerar que têm nas mãos um fabuloso patrimônio de 180 bilhões! Com dinheiro é fácil, quero ver é duro (sem este belo montante). Esta fabulosa quantia podia render muito mais nas mãos de especialistas, sem necessidade de uma estrutura tão inchada como é a de nosso fundo. Quanto à caravana da alegria poderia cessar, ficando a divulgação dos resultados exclusivamente pela internet e nas análises do balanços e balancetes. Já disse que a ANAPLAB pode lhes servir de modelo há mais de 5 anos.
       Para concluir instigamos o nobre diretor de Seguridade a dilatar o prazo do ES para 240 meses para quem tem até 66 anos de idade, a partir dessa idade com queda gradativa. Olhe também para os associados, caro senhor Marcel, afinal o senhor é um dos eleitos, não? Vamos aguardar a implantação desta medida que temos certeza o senhor levará adiante.