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segunda-feira, 29 de outubro de 2018

UM NOVO OLHAR SOBRE A PREVI

    O nosso fundo de pensão está ligado ao governo federal, queiramos ou não, nosso patrocinador é uma estatal e, por consequência tudo o que ocorre com o BB nós sentimos na PREVI.
       O atual presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, não se sentindo à vontade com a nova administração brasileira, decidiu afastar-se. Outros afastamentos ocorrerão, tanto no BB quanto na PREVI. 
        Já os eleitos estão, até o fim dos mandatos, garantidos em nosso fundo de pensão, embora sejam em sua maioria vertentes do Partido dos Trabalhadores. Por causa deste fato, não podemos esperar refresco às nossas pretensões ao falarmos sobre o empréstimo simples. O diretor de Seguridade somente sai em 2020, ele que é sabidamente originário do meio sindical, pelo que, como é de esperar, fará oposição ao novo governo.
      Expostas as novas configurações entre patrocinador/patrocinados, nos perguntamos se poderemos obter sucesso, por exemplo, na suspensão das parcelas do ES nos meses de dezembro/janeiro/fevereiro? Podemos até conseguir mas não será fácil. Não desanimemos, vamos pedir pelo menos esta concessão, que seria de grande valor para os mais necessitados do fundo. 

AS DUAS ÚLTIMAS CHAPAS VENCEDORAS NA PREVI (CHAPA 3 EM 2016 E CHAPA 2 EM 2018) SÃO DE INFLUÊNCIA DO PT DERROTADO NA PRESENTE ELEIÇÃO À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.

domingo, 28 de outubro de 2018

SOMENTE SE ESPERA LISURA

     Hoje é dia de votação. Qualquer que seja o seu candidato, vote. Você faz parte da história, seus filhos e netos cobrarão de você uma pátria melhor. O blog tem sua preferência mas ela fica em segundo plano quando aparece a sua preferência, caro leitor. O importante é deixar, de forma clara e cristalina, a vontade do eleitor transparecer. Com lisura, no "fair play", sem mentiras, na maior honestidade.
     Desejamos a todos e a todas um ótimo domingo de eleição e que vença aquele que o povo quiser que vença. Afinal, a voz do povo é a voz de Deus!


sexta-feira, 26 de outubro de 2018

DOMINGO ACABAM AS FALSIDADES

    Como pode até o renomado Dr. Medeiros acreditar que, de fato, a diferença entre Jair e Fernando cai seis pontos? Não enxerga o nobre causídico que a manipulação dos dois maiores institutos é evidente? O que é isso companheiro?
      Pesquisa confiável, a que mais se aproximou no 1º turno, é a da Paraná Pesquisas, encomendada pela Revista Crusoé (de O Antagonista) e pela Empiricus. Veja a pesquisa real, divulgada às 9h desta sexta-feira:
Votos válidos:    Bolsonaro 60,6% X haddade 39,4%. No domingo à noite podem conferir. A diferença será de mais de 20 milhões de votos.
       Sobre o assunto eleição, eis um complemento enviado pelo nosso magistral João Rossi Neto:

É AGORA OU NUNCA. VADE RETRO PT.



No reino dos fins, tudo tem um preço ou uma dignidade. Quando uma coisa tem preço, pode ser substituída por algo equivalente; por outro lado, a coisa que se acha acima de todo o preço, e por isso não admite qualquer equivalência, compreende uma dignidade. (KANT)



Mas as pessoas tendo liberdade para agir, para optar entre o bem e o mal, tendem a se desvirtuar e a sabotar das regras do contrato social e não aceitar determinados dogmas como verdades absolutas. Não matar, não roubar, por exemplo, são cláusulas pétreas. Ser digno e não se vender é outra delas. Por isso a dignidade não é própria de toda pessoa, é uma qualidade individual, intransferível e que deveria ser o maior patrimônio da humanidade.

Identificar a linha fina que separa o risco de conquistar o poder e a perda da dignidade, e não cruzá-la, é essencial para estar fora da lista dos que se corrompem. O histórico dessa pessoa também apontará se ela está disposta a cruzar esta linha ou não.

Um marido que não é fiel à esposa, não será com a sociedade. Quem hoje dá 10 reais proguarda para não ser multado na blitz, também dará subornos maiores quando chegar ao poder. O passado tem muito a dizer sobre o futuro!

Segundo o filósofo inglês Thomas Hobbes, o homem nasce mau, ele não sabe viver em sociedade e precisa de um estado autoritário, que dite as regras e normas de convivência. Já Rousseau disse que o homem nasce bom, e a sociedade o corrompe.

Nem tanto ao céu ou a terra. Deveria haver um ponto de equilíbrio no meio dos dois pensamentos. Por isso, parece que o escritor Augusto Cury tem alguma razão, com a ideia de que o homem nasce neutro e o sistema social educa ou realça seus instintos, liberta seu psiquismo ou o aprisiona, com maior tendência para aprisionar.

Por outro lado, acho que inveja é o gatilho da vaidade. A pessoa vê o seu vizinho tendo uma vida luxuosa, mansão, carrões, jóias, roupas de grífe, cirurgias plásticas, viagens, etc., sente inveja e se tiver oportunidade, rouba para ostentar riqueza semelhante e, daí, tudo se degringola, perde os freios morais e manda às favas a dignidade em favor da luxúria.

Outras inflexões do mesmo diapasão: Por que muitos se corrompem quando chegam ao poder?

Dinheiro e poder não mudam ninguém. Eles só intensificam quem a pessoa já era. Muitos são um pouquinho orgulhosos, mesmo ganhando salário mínimo e vivendo em situação difícil. Quando chegam a qualquer nível de autoridade, já revelam aquele orgulho. Fechando os olhos, na sua mente aparece a figura do cachaceiro Lula.

Agora, não tendo caráter e dignidade, pouco importa se vive nadando em rios de dinheiro, salário no topo, porque vai revelar o seu instinto perverso. A ambição e sede de poder são imensuráveis e um poço sem fundo. O caso do PT e em especial o do Lula, são exemplos cabais disso.

Traiu o povo, saqueou a Nação e até hoje, depois de tudo desvendado, querendo tapar sol com a peneira, continua negando inocuamente os crimes cometidos e não demonstra arrependimento, coisa de psicopata.

Apesar da falta de cultura básica, elementar, é notória a sua grande habilidade doentia para enganar e iludir as pessoas. Impedido pela Lei da Ficha Limpa (condenado na 2ª instância) forçou a candidatura do seu fantoche, o incompetente Haddad.

Chegar ao poder tem um preço.

Muitos começam com boas intenções, mas é preciso criar “estrutura” para chegar e manter-se no poder a qualquer custo, os meios justificam os fins criminosos, e essa estrutura tem um preço, paga com dinheiro público da Saúde, da Educação, da Segurança, da Merenda Escolar, na compra de votos de parlamentares para aprovar as medidas do Chefe do Executivo federal e garantir a governabilidade.

Utiliza desonestamente as propinas repassadas pelas empreiteiras, através do superfaturamento das obras públicas, contratadas através de licitações fraudulentas, ou seja, recursos públicos sujos roubados do povo.

A picaretagem chega ao absurdo de, nas doações oficiais simuladas, fictícias, feitas com as propinas roubadas, para campanhas eleitorais, em nome dos partidos, a Justiça Eleitoral (TSE), ao aprovar as prestações de contas dos partidos políticos, lava o dinheiro de forma oficial para os criminosos, isto é, transforma o TSE na maior lavanderia de dinheiro do mundo. E muitos vendem a própria alma.

A perversão da nobreza das intenções começa quando você negocia seus valores morais para atingir interesses pessoais. O homem, por excelência, é individualista e despreza o coletivo. Priorizando a realização dos projetos pessoais, o que restar é lucro e, nestas circunstâncias aleatórias, é que a sociedade poderá ser beneficiada.

É pura falácia quando dizem que querem acabar com o desnível social, com a má distribuição de renda, porque tudo isso é feito para satisfazer, em primeiro plano, os interesses próprios, conseguir votos do cabresto moderno (Programas Sociais) para se eleger. Portanto, não deixe ninguém usar seu voto ou influência para lucrar em cima da sua cidade e da sua nação.

Na verdade, poucos se corrompem quando chegam lá. A maioria já era vendida antes. Lá… eles só se manisfestam, principalmente quando são objeto de investigações, pegos com a boca na botija e para negar, alegar falsa inocência e alvos de perseguições políticas, tática utilizada pelo PT e pelo Lula depois de delatados por mais de uma centena de cúmplices. Quem não sabe quem é e nem para onde está indo, entra em qualquer “oportunidade”. O axioma procede: “A oportunidade faz o ladrão”.

Todo dia tem confronto, tiroteio, tem medo, dor e tem o choro de famílias que são dilaceradas pela violência. Ainda há esperança! Não se desanime. O Bolsonaro vai jogar pesado contra a impunidade e a favor da Justiça e da Segurança pública. Apenas investigue e escolha o melhor candidato nestas eleições para a Presidência da República, no domingo próximo. Com certeza, o PT do Lula, o poste Haddad, nunca mais!

Chega de roubalheira, de organizações criminosas, porque o povo honesto e decente quer trabalhar para acabar com a recessão no Brasil, aumentar o PIB e trazer de volta os empregos! Não se trata de ódio ao PT e ao Lula, autores de crimes de Lesa Pátria, mas de nojo, indignação e revolta com qualquer canalha, inimigo covarde e caviloso que tentar destruir a nossa casa.



quarta-feira, 24 de outubro de 2018

CANSADOS ANDARILHOS (Texto de João Rossi Neto)

A VOLTA DO EQUILÍBRIO FINANCEIRO, ÓTIMA REALIDADE CONTÁBIL, MAS PARA QUEM??? UM ESPÓLIO EM STAND-BY PARA O PODEROSO PATROCINADOR BB, QUANDO O FUNDO PAGAR O ÚLTIMO BENEFICIÁRIO; BOM SOMENTE NA TEORIA, MAS UM OÁSIS DE ÁGUAS FRESCAS FORA DO ALCANCE DOS CANSADOS ANDARILHOS DO PLANO 1 DA PREVI, OS ASSOCIADOS.

Após a publicação do Boletim de Desempenho do Plano 1 de set/18, foi possível ter uma visão mais abrangente dos números divulgados pela Diretoria Executiva da PREVI.

Dos R$ 85.9 bilhões aplicados no segmento de Rendas Variáveis, R$ 81.5 bilhões estão concentrados em apenas doze empresas. Dessa fatia, R$ 43.5 bilhões foram alocados para a Vale S.A, via da holding Litel, outra concentração de elevado risco, dado que corresponde isoladamente a 50,65% do total aplicado em Rendas Variáveis (R$85.9 bilhões).

O montante ancorado em Rendas Variáveis produziu notáveis 18,32% de rentabilidade, superando de longe a meta atuarial de 6,98%, excelente performance que praticamente sozinha, propiciou a volta ao equilíbrio financeiro do fundo.

Ressalta-se, como aspecto negativo, sem dúvida, as aplicações em Renda Fixa, no montante robusto de R$ 70.4 bilhões que produziram pífios 6,90% de rentabilidade, fechando abaixo da meta atuarial de 6,98% do período. É como se a montanha (de dinheiro, claro) tivesse parido um rato.

De fato este foi um ponto de estrangulamento fora da curva que indica erro de gestão e que a Governança Corporativa precisa corrigir. Para conferir quem foram os demais vilões neste segmento, basta consultar o Boletim de Despenho do Plano 1, publicado no site da PREVI.

De forma amplamente satisfatória, o patrimônio do fundo subiu para R$ 173.1 bilhões, distribuído na Carteira de Investimentos.

A novidade relevante trazida a lume foi o novo tratamento que será dispensado aos ativos da Vale S.A. Doravante eles serão precificados mensalmente, a valor econômico, de sorte que teremos os saldos dos balancetes sempre atualizados.

Anteriormente, essa precificação só era feita no final de cada exercício financeiro, o que deixava os associados no escuro. 
Com essa nova metodologia, o superávit contábil de set/18, no valor de R$ 6.611 bilhões é efetivo e não estará mais sujeito a ajustes e a sobra (superávit) acumulada de R$ 2.316 bilhões também espelha posição atual.

Isso significa que o déficit acumulado até 31/12/17 foi revertido, ou seja, zerado e agora estamos vivendo na era dos superávits acumulados e de volta ao equilíbrio financeiro do plano, o que nos dá alguma tranquilidade, porque afasta a possibilidade de aumento de contribuição para cobrir déficits.

A notícia desagradável, como sempre, ficou por conta da Diretoria Executiva, ao antecipar a informação de que vai fazer, até 31.12.18, a revisão da Tábua de Mortalidade, sob a alegação de que é fundamental acompanhar a evolução da expectativa de vida dos associados e adotar uma Tábua de Mortalidade que reflita as probabilidades de vida ou de morte das pessoas.

Esse procedimento de troca da Tábua de Mortalidade implica em um aumento do compromisso financeiro dos planos, porque é consequência de uma longevidade cada vez maior. Possíveis superávits adicionais serão necessários e utilizados para cobrir esses impactos.

Na fase de extinção, como o nosso (Plano 1) está, as idades avançadas dos assistidos são como tenazes a apertar os seus pescoços, porque as dívidas viram bola de neve com o desproporcional congelamento dos benefícios auferidos, os quais desde 2010 estão alijados das distribuições de superávits das épocas longínquas das vacas gordas, pela ausência de Reserva Especial.

Em consequência, as doenças crônicas surgem do nada, a demanda de remédios de uso contínuo, caros, é cada vez mais crescente, o que eleva as despesas pessoais e com familiares, tudo em sentido diametral: rendimentos baixos e com o poder de compra achatado versus gastos galopantes.

Sai uma noticia boa como a de hoje, de que o balancete de set/18 da PREVI registrou o superávit de R$ 6.611 bilhões, mas os aposentados não sabem se choram ou se aplaudem, porque não serão beneficiados, ou melhor, sequer saem na fotografia.

Sabe-se que não há Reserva Especial para ser distribuída, todavia, existem outras saídas técnicas para auxiliar os assistidos. Não queremos ensinar o Pai Nosso ao vigário, mas a ampliação do prazo de reposição do ES para 240 meses e a elevação do limite de crédito para R$ 200 mil é uma delas.

Simples, contudo, eficiente, essa providência seria um bálsamo para as feridas dos aposentados e um oxigênio novo para aliviar as pressões e reduzir o valor das prestações do ES.

Este tipo de decisão administrativa não descumpre normas e, pelo contrário, reforça a liquidez, não enseja descasamentos e desencaixes, tendo em vista que as aplicações da PREVI têm horizonte temporal de longo prazo (20 a 30 anos).

As operações com participantes e assistidos estão sub-aplicadas. Poderiam chegar até 15%, no entanto, pela mudança nociva e exorbitante no cálculo da Margem Consignável, em set/18, o saldo devedor é de modestos 3,61% do Ativo Total.

Por ser vigilante, a Diretoria Executiva tem plena ciência de que o Corpo Social está vivendo, depois do corte do BET, na mais absoluta penúria, no entanto, não se sensibiliza e não quer enxergar e entender a gravidade da situação e buscar uma solução para esses problemas financeiros, a despeito do fundo, neste ano, estar indo muito bem e tudo indica que vai fechar o balanço patrimonial com superávit acima de R$ 10 bilhões.

Apelamos, em inúmeras oportunidades, para o sentimento humanitário da Diretoria Executiva, porém sem lograr êxito. O que custa estudar alternativas de socorro emergencial, em face das conjunturas doméstica e mundial adversas, com o escopo de amenizar o sofrimento pela escassez de dinheiro por que passa a maioria dos assistidos. Onde está e como fica à missão institucional da PREVI?

Nas distribuições de Reservas Especiais anteriores, antes da Resolução 26/2008, muitos assistidos tiveram a incorporação desses valores nos benefícios, garantindo renda efetiva perene, já que o artigo 21 da LC 109/2001 veta redução de benefícios, porém, agora, essa resolução fechou essa porta e só admite benefícios especiais temporários (BET).

O pior de tudo é que a manutenção do BET vai continuar plena, isto porque a ACP movida pelo MPF, atualmente no TRF-2 para julgar recurso da PREVIC, mesmo que vençamos essa disputa judicial, a vitória não atingirá o BET, dado que o objetivo da ação visou o cancelamento dos artigos referentes à Reversão de Valores e não a extinção ‘IN TOTUM”, por inteiro, daquele documento jurídico espúrio.

Assim, o artigo 24 da Resolução 26/2008 que cuida do BET continuará em vigor. Destarte, enquanto essa resolução não for extinta, a incorporação de melhorias nos benefícios (BEP) está proibida.

Cabe ressaltar que os superávits passados foram alcançados porque as condições do Plano 1 naquele momento permitiram. Hoje, o estágio atual do Plano 1 praticamente inviabiliza novos superávits que alcancem a Reserva Especial e possam ser distribuídos.

Com efeito, essa premissa é procedente, havendo uma distância abissal para a consecução de nossas pretensões.

Para se ter uma noção dos empecilhos e da grandeza das cifras que nos separam de futuras revisões no Plano 1, vamos tomar por base a Reserva de Contingência (RC) de 2017.

Voltemos, pois, às Demonstrações Contábeis de 31/12/17, onde a Reserva Matemática (RM) era de R$ 146.5 bilhões. Multiplicando-a por 25% que é o percentual fixado para se chegar a Reserva de Contingência, bateremos na bagatela de R$ 36.6 bilhões em 2017.

Projetando essa reserva para 31.12.18, com um incremento de uns R$ 5 bilhões sobre o saldo da RM de 2017 (R$146.1 bilhões), alcançaríamos a cifra de R$ 151.5 bilhões x 25%= R$ 37.8 bilhões de RC para 2018.

Dentro dessa perspectiva prospectada, para cobrir integralmente a estimada RC de 2018 (25% de RM), no valor de R$ 37.8 bilhões, o portfólio de ativos da PREVI teria que dar um salto quantitativo memorável, de R$ 40 a R$ 45 bilhões, para sobrar de R$ 2.2 a R$ 5.2 bilhões de superávits excedentes para a constituição de uma nova Reserva Especial.

Essa valorização de ativos, preferencialmente, deveria incidir sobre os R$ 60.8 bilhões que a PREVI possui em títulos públicos, na rubrica de Rendas Fixas, de emissão do Tesouro Nacional (NTN-B) e sobre os R$ 85.9 bilhões em ações de diversas empresas, com ênfase especial para os R$ 43.5 bilhões da Vale S.A, seguramente com maior viés de valorização, estocados em Rendas Variáveis. Enfim, o Ativo Total passaria de R$ 173.1 bilhões para R$ 218.1 bilhões.

Difícil, sem dúvida, mas não impossível, desde que haja ventos favoráveis, advindos de fatores conjunturais políticos (Novo Governo), econômicos e financeiros do mercado externo e interno.

Dentro desse quadro pessimista, com a impossibilidade de se obter superávits suficientes para cobrir a Reserva de Contingência e sobrar excedente para a Reserva Especial, entendemos que a minimização dos problemas financeiros do Corpo Social passa, obrigatoriamente, pela ajuda da Diretoria Executiva, a qual, por uma questão de justiça e bom senso, não poderá se esquivar de encarar o problema e nem de agir como avestruz.

De que adianta o fundo ir bem e os associados, razão da existência da PREVI, irem mal e para o fundo do poço? Essa é uma reflexão que precisa ser feita com urgência e com muito carinho.

Vamos submeter essa reivindicação à apreciação da Diretoria Executiva, já que essa tem a obrigação legal e moral de melhorar a qualidade de vida dos associados, pilar de sustentação da sua existência.
VALE LEMBRAR QUE HOJE QUEM LUTA POR NOSSOS DIREITOS DENTRO DO FUNDO É A CHAPA ELEITA EM ABRIL DESTE ANO. ESTARIAM SEUS MEMBROS NOS REPRESENTANDO A CONTENTO?

TROCA DE PARADIGMAS NÃO SUSTENTÁVEIS

      A velha tradição que se moderniza já não cabe mais na chamada revolução digital. Os novos recursos tecnológicos agregados na área de serviços bancários - todos controlados por "touch screen" nos espertos aparelhos de celulares, corroem estruturas pesadas de espaço e material humano.
     Em nosso fundo há ferrenha disputa por metro quadrado para acomodar-se um contingente de mais de 600 pessoas entre várias categorias de recursos humanos, de sorte que o custo operacional desta estrutura vai de encontro às facilidades de aplicativos e programas digitais. Estrutura pesada e desnecessária é certamente dinheiro no ralo.
      O maior investimento, causador de superávit/déficit chama-se hoje, como outrora, mercado de renda variável (bolsa de valores). Os pontos que medem a bolsa paulista determinam as alegrias e as tristezas. Em setembro teve alegria pelos 6.6 bilhões de superávit. Mas o que vale mesmo é a situação em 31.12. De nada vale fazer golos em alguns meses do ano e no trilar do apito sofrer contra-ataques.
       Aproveitando a entrada de um novo governo, seria altamente recomendável um acordo com a equipe econômica. A dívida pública está estratosférica, o governo tem necessidade de "rolá-la" diariamente; a PREVI e outros fundos poderiam entrar com os recursos de rolagem pelo percentual da taxa Selic. Isso daria segurança e lucratividade para ambos os lados, os tomadores e os emprestadores. Se tal fosse feito, não precisaríamos de elevada estrutura organizacional, praticamente custo zero.
        Enquanto isso nenhum refresco no Empréstimo Simples. É inacreditável a insensibilidade no poder decisório do fundo. Até parece que o dinheiro não é nosso, impõem-nos humilhações sem aceitar qualquer tipo de sugestão. Que tomem cuidado pois a casa está prestes a cair...
           Uma estrutura pesada que precisa ser extinta é o núcleo jurídico do fundo. Desnecessário. Se necessário, que se recorra à terceirização. Mas o ideal é a conciliação de processos. Seria menos traumático, com resultados excelentes. Por exemplo: Ação do Estatuto de entrada. A própria PREVI chama os que têm ações na justiça, recalcula a aposentadoria pelo Estatuto requerido e negocia com o participante. O próprio fundo já está acenando para essa possibilidade...

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

VOA CANARINHO, VOA!

    A sugestão do meu amigo Gilberto aqui publicada em 16 de outubro está voando para a capital federal, para as mesas de Paulo Rogério Caffarelli, presidente do BB e de Luís Aniceto Silva Cavicchioli, presidente da CASSI. A ANAPLAB, da qual o Gilberto é associado, avaliza a sugestão através de sua presidência.
       A Anabb se movimenta colocando-se à disposição do BB e da CASSI para novas rodadas de negociações. Nesse sentido, a proposta do amigo Gilberto chega em momento oportuno juntos a duas personalidades que detêm o processo decisório, da parte do patrocinador e da Caixa de Assistência. Caso alguém queira verificar na íntegra o teor da carta poderá clicar aqui.
        A sugestão é muito boa, prática e realizável. Pela vez primeira uma associação de pequeno porte encampa a ideia de associado seu, levando-a aos poderes decisórios. Se a Anabb com 80 vezes mais associados que a ANAPLAB se interessasse pela matéria, as chances de êxito seriam enormes. Mesmo sem apoio, a nossa fé reside no bom senso de que a proposta, usando um jargão que é do próprio Banco do Brasil, "é bom para todos". Caso seja necessário explicações adicionais, tanto o BB quanto a CASSI dispõe do telefone do Gilberto ou, em adição, o da presidência da ANAPLAB.
       Converso quase que diariamente como o Gilberto que está muito esperançoso na aceitação de sua sugestão, melhor para o BB que não teria mais gastos com a CASSI nos próximos anos. Se for viável pela análise das cúpulas decisórias, o autor merecerá muito aplauso pelo seu altruísmo de buscar, praticamente sozinho, uma solução que beneficiará a todos os envolvidos.
      Voa, bela proposta, voa e aterrissa na capital do Brasil para uma solução definitiva.



sábado, 20 de outubro de 2018

O MALIGNO À PLENA CARGA

     O Partido das Trevas lança seus últimos cartuchos de destruição. Seria cômico se não fosse verdade. Uma mídia bafejada por alguma ocasião anterior deita uma "denúncia" de que empresários estão usando de caixa 2 (?) para ajudar o candidato do PSL à presidência nas redes sociais. Patético! Se um Luciano Hang (dono da Havan) quer ajudar voluntariamente qual o problema? Acaso ele não pode dispor de seu dinheiro para fazer o que acha melhor? Não é dinheiro sujo, tirado fraudulentamente de estatais e de fundos de pensão como fez o Partido das Trevas no "Petrolão" ou "Mensalão" da vida...
    É certo que Jair Messias Bolsonaro não tinha tempo de TV na campanha de 1º turno. Seu partido pouco recebe do chamado fundo partidário. Por isso, desde o início se utilizou de colaboradores voluntários nas redes sociais (Twitter, Facebook e Whatsapp). É bonito de ver as pessoas levando-o literalmente no colo, ajudando-o por ocasião da facada (premeditada) de seus adversários (ávidos por sangue e poder). Salvo por intervenção divina, Jair continua alvo de mentiras de seus oponentes. Nada de novo pois são filhos do diabo, o pai do Partido das Trevas, conforme bem descrito em João 8:44. Não que Bolsonaro seja santo, absolutamente. Tem seus defeitos, no entanto, procura agir conforme a legalidade. Não tem a pecha nem a ficha corrida de um assassino de reputações de certo político endeusado por muitos.
     O dado concreto, básico mesmo, é que o PT já ultrapassou todos os limites da má governança. Foram 16 anos (Temer faz parte do governo Dilma) de muito roubo e falcatrua, com a depredação do país. O PT (e outros partidos) roubaram tanto que podem se sustentar até 2.038. Quem perdeu nessa história? O Brasil e os brasileiros honestos. Portanto, é hora de reconhecer os erros, aceitar a vontade popular que decididamente resolveu protagonizar a História do Brasil. E a voz do povo é a voz de Deus, diz o ditado. Tiveram sua chance e desarrumaram a nação. Agora é hora de deixar outros reconstruirem. Tem gente que é pessimista com Bolsonaro mesmo sem ter tomado posse. Mamma mia! Se não roubar já é meio caminho andado para um bom governo. Vamos acreditar nos bons propósitos e princípios de quem foi, por longos 28 anos, honesto. E honestidade passa longe do Partido dos Traidores.
      Triste fim para a rede Globo. Outrora poderosa, passou por dificuldades financeiras, sucumbindo ao conluio com dinheiro desonesto, chega à beira do precipício junto com os partidários que teimosamente insiste em defender. Ela, Globo, e suas empresas do mesmo grupo tipo Folha. Chega uma nova era ao país verde amarelo, enquanto o vermelho vai embora.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

TWO MONTHS TO RUN OUT

     No dia 03.07.2018 o BB procedeu, como de praxe, um Comunicado ao Mercado, à Comissão de Valores Mobiliários e Bolsa de Valores. Ocorre quando existe a chamada "dança de cadeiras" na alta diretoria da empresa com ações na bolsa. No referido comunicado há um breve histórico de cada envolvido. Nesta ocasião, meu objetivo é destacar o meu desafeto na PREVI, o presidente do Conselho Deliberativo, o mesmo do 'affair' Medeiros, por ocasião da renúncia do mesmo. Walter passa a ser o novo Vice-presidente de Negócios de Atacado para completar o mandato 2016/2019.

Walter Malieni Júnior tem 48 anos, atua como Vice-presidente de Distribuição de Varejo e Gestão de Pessoas. Exerceu também os cargos de Vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos, Diretor Comercial Estatutário da Cia. de Seguros Aliança do Brasil, Superintendente Estadual (RJ), Gerente Comercial e Superintendente Comercial Corporate, além de Diretor de Crédito e Diretor de Distribuição São Paulo. É graduado em Ciências Econômicas, mestre em Administração de Empresas e MBA em Mercado de Capitais e Finanças, e pós-graduado em Formação Geral para Executivos.

     O jovem Vice-presidente, de apenas 48 anos, é o mesmo que continua no CD da PREVI, que retaliou a ANAPLAB, entidade que dirijo, suspendendo o nosso Débito Automático no BB, tudo devido ao blog se recusar a publicar sua versão da renúncia do dr. Medeiros. Deixou claro que estava retaliando a mim via ANAPLAB, deixando nossa Associação praticamente inviabilizada economicamente.
     Pedi ao deputado Jorginho Melo (PR-SC) que no momento é relator do PLP 268 sobre a forma de administrar da PREVI. O deputado solicitou ao Banco para reativar o nosso Convênio, sendo negado pelo BB, certamente com a ciência do sr. Walter Malieni Júnior. Nesta eleição o deputado Jorginho Melo venceu para Senador da República, sendo apoiador de Jair Messias Bolsonaro. Se o novo presidente, através do sr. Paulo Guedes, resolver mudar a diretoria do BB, eu temo que este cidadão RETALIADOR seja remanejado de seu posto no BB (oxalá fique sem qualquer cargo comissionado). Com novos quadros na diretoria, a esperança da ANAPLAB é que sejamos libertos deste tipo de política mesquinha que MACULA toda a atual diretoria do BB, inclusive seu presidente Paulo Cafarelli.
     "A Justiça tarda mas não falha!"
CUIDADO WALTER, NESTA VIDA TUDO PASSA, TUDO É EFÊMERO...E QUEM APANHA NÃO ESQUECE. 

terça-feira, 16 de outubro de 2018

A PROPOSTA DO GILBERTO

    O nosso amigo Gilberto do Rio Grande do Sul, da cidade de Capão da Canoa, nos oferece uma proposta para solucionar de vez o imbróglio da CASSI. Solicito gentilmente que os colegas possam analisá-la detalhadamente, emitindo sugestões ou críticas construtivas, a fim de que possamos melhorá-la ainda mais, e oferecê-la aos órgãos decisórios da nossa Caixa e do Banco. O importante é dar a devida atenção ao arrazoado sem qualquer forma de depreciá-lo.
Sabemos que os valores poderão retornar a nós através da ACP que tramita já na 2ª instância do RJ. Em caso de vitória na justiça, os valores poderiam ser descontados do pagamento devido (antecipação) já que é razoável pensar que dificilmente o BB logrará êxito na referida ação.

Prezado Sr. Ari Zanella,


M.D. Presidente da ANAPLAB


Referindo-me ao assunto à respeito da CASSI, passo a sugerir uma saída simples e eficiente, para resolver em definitivo esta situação que está agravando a nossa Entidade de Saúde, que por tantos anos, sempre foi o nosso porto seguro em matéria de saúde e bem-estar:
A PREVI repassou ao Banco do Brasil SA, 50% do Superávit através de uma resolução, abaixo da nossa lei maior – a LC 109/2001 que diz claramente em seu artigo 20 que o Superávit  é destinado tão e exclusivamente para melhorias nas aposentadorias dos pós-laborais.
Em virtude disso, minha sugestão é de se utilizar 50% deste valor, hoje internado dentro do nosso fundo de pensão, para repassar à CASSI, que teria um aumento expressivo no fluxo de caixa, podendo pagar seus compromissos e adquirir um colchão nas reservas para, pelos menos, mais 10 anos.
Por outro lado, os demais 50% dos 7.500 bilhões, hoje corrigidos em valores que podem estar em 12, 15 bilhões, seriam utilizados de acordo com a Lei - em dar aumento aos aposentados, na ordem de 10 a 15%, para fazer frente à inflação dos últimos anos, que está muito maior do que os índices oficiais divulgados pelos institutos de Pesquisa.
Este aumento que vai incidir contribuição maior à CASSI, poderia ser ainda, incrementada com 2% a mais nas nossas contribuições à entidade.
Este procedimento resolveria o problema de fluxo de caixa da CASSI, em definitivo, auxiliaria os pós-laborais e, o Banco do Brasil faria um gesto de grandeza humanitária, resolvendo também pela devolução de valores que não lhe pertencem, e finalmente evitaria de ter que arcar com recursos maiores para resolver o problema de caixa da nossa Entidade de saúde.

Sem mais, apresento minhas
  
Saudações

Gilberto Renato Koelzer


segunda-feira, 15 de outubro de 2018

ANABB DEVE SER PROTAGONISTA!

     A maior associação de aposentados do BB, a ANABB, que na prática decidiu o plebiscito na CASSI, deve, imediatamente, estimular e exigir da Caixa de Assistência e do BB, pronta ação para recompor um novo e imprescindível Acordo para normalizar e equilibrar as finanças de nosso plano de assistência.
     Ficou no ar um clima pesado, uma sensação de que ninguém venceu e os mais atingidos serão sempre nós usuários do plano. Não há que se pensar em revanche ou vingança da parte perdedora do plebiscito. É hora de união, de busca incansável por outra solução duradoura. Para tanto, temos gente de alto grau de gestão empresarial, tanto no lado patronal quanto do nosso. Já existe o esboço da restauração financeira. Basta retirar apenas a reforma estatutária que foi o principal entrave à vitória do SIM.  Seria uma fórmula bem simples e factível.
     Ao que tudo indica, os gestores se propuseram a esperar o resultado da eleição presidencial. A decisão pelo contingenciamento a partir do próximo dia 19 corrobora para este pensar de adiamento de decisão. Enquanto isso nada acontece para resolver o problema. E a corda continua rompendo do nosso lado, posto que os que deveriam decidir ganham mais de 30 mil/mês e certamente não precisam da CASSI.
       Se um apelo pudesse sensibilizar os dirigentes, o fazemos sem a menor cerimônia!

DIRIGENTES NÃO PODEM "LAVAR AS MÃOS" E SE OMITIR

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

CASSI PRECISA DINAMIZAR-SE

     O impacto do voto NÃO já deveria ter sido absorvido (e previsto!) pela CASSI desde antes da votação. Não é possível aceitar a inércia tampouco se abater pelo resultado. A vida é um jogo para se ganhar ou perder.
      O dado concreto é que temos uma situação caótica a resolver, não cabendo no momento, tempo para perder. O SIM certamente venceria se não fosse as alterações estatutárias mas como a Resolução CGPAR nº 23, motivadora da inclusão da alteração do Estatuto nas negociações, está momentaneamente suspensa, em virtude de concessão de liminar, devem os dirigentes se reportarem ao Banco no sentido de consagrarem as cláusulas econômicas do Acordo, deixando de lado as alterações do Estatuto, as quais, mesmo com uma possível derrubada da liminar, têm prazo médio para a devida adequação (48 meses) e poderia ser discutida a posteriori, já sob a égide de um novo quadro político estabelecido.
      Portanto, apelamos ao Luiz Satoru e ao Sérgio Faraco, nossos dois eleitos que se comprometeram a salvar a CASSI, a debruçarem-se sobre o novo Acordo, mais urgente do que nunca.
         Temos muitos usuários do plano em situação de penúria. Ontem recebi telefonema do sr. Diógenes (MG) que depende de sessões de quimioterapias (caras), estando o mesmo desesperado com o que pode acontecer com a CASSI doravante. Igual à situação do Diógenes existem milhares, Brasil afora, que dependem essencialmente da Caixa de Assistência, já incorporada à nossa vida pós-laboral.
        Inclusive a PREVI, nossa mantenedora pecuniária, deve tentar auxiliar pois é sua obrigação cuidar e zelar pelos seus associados contribuintes. Numa hora como esta faz-se necessária a união de todos os parceiros. Estamos numa condição de arrumação do barco e continuar a navegar ou de naufrágio. Com a saúde não se brinca nem se desleixa. A pior situação hoje é a retaliação da cúpula do BB pela não aprovação do Acordo dentro de sua vontade. O apelo que se faz é pela abertura urgente de novas negociações. É o que todos os usuários estão esperando, ansiosamente ou desesperadamente.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

CASSI: DEPOIS DO NÃO, O CONTINGENCIAMENTO

      A vitória do NÃO no plebiscito da Caixa de Assistência gerou uma nova situação, inclusive com possíveis corte de alguns programas, como o PAF - Programa de Assistência Farmacêutica. O colega Rafael nos dá essa notícia num comentário da postagem anterior:


Blogger rafa disse...
Notícia assustadora para todos nós:


CASSI inicia contingenciamento dos pagamentos a prestadores
Publicado em: 09/10/2018

A partir do dia 19 de outubro, a CASSI terá dificuldades em honrar compromissos com prestadores de serviços e fornecedores por falta de caixa. Diante disso, enquanto a Diretoria da CASSI busca soluções, estão sendo adotadas medidas emergenciais e imediatas para o contingenciamento de despesas, com a criação de novos critérios para pagamento de prestadores, além da revisão dos Programas de Saúde (Programa de Atenção Domiciliar, Programa de Atenção Farmacêutica, entre outros), e da adequação da rede credenciada e da rede própria. 

As medidas são necessárias para enfrentar um cenário que vem sendo amplamente divulgado nos canais de comunicação da Caixa de Assistência. Desde o ano passado, com a criação do espaço Visão CASSI (acesso na área logada do site www.cassi.com.br), os associados puderam acompanhar mês a mês a evolução das despesas e o consequente déficit. Em 2018, com a Proposta CASSI, houve intensificação na apresentação de informações, para que todos conhecessem a real situação.

O fato é que apenas no primeiro semestre de 2018, o descasamento nas contas chegou a R$ 385,9 milhões. Montante quase sete vezes maior que o resultado dos primeiros seis meses do ano passado, também negativo, de R$ 56,6 milhões. Sem qualquer perspectiva de novos recursos, e consequente equilíbrio financeiro no curto prazo, a situação se agrava e a CASSI entra em um período de incertezas quanto à manutenção dos serviços oferecidos aos participantes.

Até agora, os pagamentos aos prestadores só foram garantidos em função de adiantamento feito pelo BB no valor de R$ 323 milhões, referente à contribuição patronal sobre o décimo terceiro dos funcionários da ativa e de aposentados até 2021. O montante foi repassado em três parcelas (abril, maio e junho), mas já foi integralmente consumido.

Com esse contexto, aumenta também o risco de intervenção pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O órgão regulador já notificou a Caixa de Assistência, em dezembro de 2017, sobre o descumprimento da legislação, e em junho de 2018 sobre a implantação de ações saneadoras. E, agora, existe um agravamento das irregularidades, pois além da insuficiência da margem de solvência, a CASSI passou a usar os ativos garantidores para honrar as despesas contratadas.

Diante da gravidade da situação, e seguindo a linha de transparência na comunicação com os associados, a CASSI divulgará constantemente, em seu site e aplicativo para celulares, todas as notícias sobre a evolução da questão financeira e os possíveis impactos dessa crise para a Instituição e seus participantes.


terça-feira, 9 de outubro de 2018

AS PÉROLAS JOGADAS AOS PORCOS

   No capítulo 7 do evangelho de Mateus, o Senhor Jesus nos ensina: "Não deem o que é sagrado aos cães, nem atirem suas pérolas aos porcos; caso contrário, estes (os porcos) as pisarão e, aqueles (os cães), voltando-se contra vocês, os despedaçarão." (Mt 7:6)
     Embora Jesus, em cunho didático, esteja sempre se referindo ao reino de Deus, podemos "enxergar" a presente citação no meio político brasileiro. Em nosso exemplo, as pérolas são os nossos votos, nos últimos anos elegidos pessoas sem nenhum caráter moral (porcos) que ficam nos despedaçando através de permissividades sem fim: Ideologia de gênero (abominação aos olhos de Deus), imoralidade sexual (escola pervertida com ensino imoral, sem preservar os valores da família, casamento gay, nudez como "arte" ao vivo etc). Ontem foi recolhido um livro do MEC distribuído nas escolas de 1º grau que conta a estória de um rei que desejava esposar a própria filha (incesto). São os cães que devoram as nossas famílias. A vice na chapa de Haddad, Manoela d'Ávila, uma militante do partido comunista do Brasil outro dia ostentava uma camiseta com os dizeres "Jesus é travesti". Temos no PSL candidato eleito deputado que já foi ator pornô (Alexandre Frota). Hoje não é mais. Errar todos erram mas o mais importante é abandonar o erro. Não parece ser esta a ideologia do PT e de seus aliados. Ciro Gomes não vale a comida que come. O presodentro da cela da PF quer porque quer continuar dirigindo o país. É o chefe da matilha. A política do mal a pior governa os partidos de esquerda. Pior é que tem defensores, que não são eleitores, são cúmplices. Graças a Deus o povo de bem está acordando e já cassou muitos mandatos. O mais espetacular foi da ex-presidenta, já que Ricardo Lewandoski não o fez por ocasião do seu "impeachment", o povo fez agora.
      O Brasil deveria seguir o exemplo de Santa Catarina, o estado mais diversificado do país, de primeiro mundo. Aqui Bolsonaro obteve 65,8% dos votos válidos do estado no primeiro turno.
      Fora os aproveitadores da pátria, os homicidas (caso Celso Daniel e tentativa de assassinato a Jair Bolsonaro), os usurpadores da boa fé do nosso povo humilde. Os cães hoje se vestem de vermelho. Comunistas malditos!
      No final do livro de Apocalipse existe uma menção aos cães: "Fora ficam os cães, os que praticam feitiçaria, os que cometem imoralidades sexuais, os assassinos, os idólatras e todos os que amam e praticam a mentira." (Apo 22:15)
       Jair Bolsonaro ressalta em seu programa: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8:32). Satanás é o pai da mentira: "Vocês pertencem ao pai de vocês, o Diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira." (João 8:44).
      Observem nos programas dos candidatos registrados no TSE: O PT quer "controlar o judiciário" e a operação Lava a Jato. Quer liberar o uso de drogas. Quer "integrar" o Mercosul (Estado Bolivariano). Lula é fã dos Castros em Cuba que dominam a ilha há 59 anos. Hugo Chavez é seu ídolo (pasmem!) além de outros ditadores como Nicarágua, Venezuela de Maduro (que o Haddad afirma ser uma democracia!), países africanos como a Guiné Equatorial. Acordem brasileiros! Está tudo muito claro à frente dos olhos! Libertai-vos!


domingo, 7 de outubro de 2018

VOLTANDO À CARGA SOBRE O EMPRÉSTIMO SIMPLES


QUEBRANDO O MISTÉRIO DO EMPRÉSTIMO SIMPLES.
       
     Depois que me referi, aqui no blog, aos “mistérios do Empréstimo Simples” criei, involuntariamente, uma certa curiosidade sobre o momentoso assunto, que me deixa devedor de alguns esclarecimentos e sugestões.
        É justo ressaltar que o ES(Previ1) é uma ferramenta de crédito, oportuna, prestativa e eficaz para o preenchimento de lacunas financeiras, nos orçamentos de seus tomadores. Além de muito antiga e experimentada, no âmbito da Previ, constitui uma aplicação de baixíssimo risco e de boa rentabilidade.
        A despeito dessas marcantes qualidades, o modelo do ES que vigora atualmente – desde quando se instituiu a mortífera e discriminatória “Formula 170” – permanece, praticamente, sem alterações, em seus parâmetros, indiferente e insensível às mudanças do  mercado de crédito e à crise financeira que se abateu sobre a nossa comunidade previana, sua única usuária, com cerca de  113.000 indivíduos, entre aposentados(82.000), ativos(10,000) e pensionistas(21.000).
        Ressalte-se, também, como dado importante, que – incluído na rubrica de operações com participantes – o ES é modalidade de aplicação rentável, ficando ao longo de uma expressiva série histórica(2009-2018), com rendimentos acima da Meta Atuarial pré-estabelecida. Não obstante, os investimentos da Previ, na modalidade, ficam abaixo do limite permitido!
        O alinhamento dessas considerações  me faz acreditar que a imobilidade da Previ, relativamente aos reclamos e apelos de tantos, por um adjutório financeiro, via ES, decorre de dois fatos que levanto,por ajuizamento próprio:

  1. A Previ está passando por uma momentânea crise de liquidez, resultante de perdas patrimoniais conjunturais e, adicionalmente, pela antecipação de aposentadorias fora das previsões atuarias, provocadas pelo Patrocinador(BB), nas suas reestruturações e PDVs, com deliberado descarte de funcionários do Plano1, a saber: 24.741 ativos em dezembro de 2014 contra 10.509 em junho de 2018, contabilizando, grosso modo, 14.232 aposentadorias(algumas poucas mortes e outras causas), no período.
  2. A Previ não “mexe” no ES por um mero capricho do dono da bola. Essa suposição é fundada na maneira turrenta como a diretoria competente trata as propostas e solicitações de “refrescos” apresentadas pelos endividados e postulantes do ES, em apelos individuais, ou coletivos. Em contrapartida, elabora cartilhas de educação financeira, para reeducar os velhinhos trambiqueiros.

       Saindo da subjetividade contida nas conjecturas que anotei acima, podemos elencar alguns exemplos de pleitos e proposituras concretas, que frequentemente são apresentados ao rigoroso escrutínio da Previ, para solução dos sufocos financeiros, tais como:
(1) extensão de prazos e aumento de limites(lembro a famosa sugestão 180x180, do Dr.Medeiros),
(2) afrouxamento da Margem Consignável-30%(capacidade de pagamento),
(3) mudanças na capitalização de juros e atualização monetária,
(4) suspensão e diminuição da carência para renovação,
(5) mudança no discriminatório e ilegal tratamento dados aos mais idosos e 
(6) adoção do prático e imediato alívio no pagamento de parcelas(pula parcela), dentre outras formulações menos expressivas.

        O emaranhado dessas “soluções” é um prato feito para a Previ justificar “tecnicamente” suas negativas:

1) O alongamento do prazo, é um mero disfarce para a diminuição de parcelas, além de discriminatório para os mais velhos.
2) A Margem Consignável não dá. É uma imposição legal.
3) Mudança nos encargos é uma novela sem fim. Deixa pra lá!
4) Suspensão da carência não é alívio imediato, não trazendo benefícios para todos.
5) Se aliviar para os velhos “quebra” o FQM. (E pra que velho quer dinheiro?! )
       
        Deixei para o fim a solução pela via da suspensão de parcelas, o conhecido mecanismo que a Preví adotava no passado, como opção já na contratação, e episodicamente adotou em situações recentes. Na Cooperforte é presente de aniversário e em muitos contratos, no mercado de crédito, é cláusula corriqueira.
        Acho portanto – data vênia – que, nas atuais circunstâncias, conceder aos mutuários do Empréstimo Simples a suspensão de até 3(três) parcelas de pagamento de seus empréstimos(Novembro/Dezembro/Janeiro) seria uma decisão humanitária de grande alcance, por parte da Previ, sem grande esforço de Caixa. É medida rapidamente factível, democrática(alcança todos) e benfazeja. Por ser opcional, não atrapalha o cronograma de pagamentos de quem não precisa. Não é solução discriminatória, pois é feliz quem não precisa do ES, mas se quiser toma-lo pode faze-lo a qualquer tempo.
        Fica a sugestão.

Aristophanes Pereira – Janga(Paulista) 6/10/2018.