BANNER

Acesse aqui!
atendimento@anaplab.com.br
Joinville/SC: (47) 3026-3937
S.J. Pinhais/PR: (41) 3035-2095

domingo, 30 de setembro de 2018

SEMANA DA PÁTRIA


    Ontem o mito deu alta do Hospital Israelita Albert Einstein. Seguiu para casa no Rio num avião de carreira da Gol, embora na sua condição pudesse ter viajado de táxi aéreo. O bom exemplo de quem se preocupa realmente com o povo pagador de impostos começa assim.

     Seus adversários intensificam campanha difamatória invadindo até segredos de justiça, vida privada e íntima, nada a ver com a vida pública. Mas como não acham nada para incriminá-lo no campo político podem dizer até o absurdo de que era violento porque dava chutes na barriga da mãe, estando a bondosa mãe no período de gravidez.

     O Estado de Israel, a menina dos olhos de Deus (desde a criação do mundo Deus escolheu Israel como "povo escolhido, nação santa" e ninguém pode mudar os desígnios do Senhor.) Ora, Israel declarou que Jair Messias Bolsonaro é o candidato sionista de Israel no Brasil. Ele vai reconhecer Israel como povo amigo e benquisto, apoiar Israel integralmente. Deus abençoa toda nação que apoia Israel, como podemos ver em várias passagens das Sagradas Escrituras. O PT rejeita Israel, Dilma recusou dar credenciais a um embaixador sionista e Lula, quando visitou Israel, recusou-se colocar flores em túmulo de israelita, preferindo colocá-las no túmulo do palestino Yasser Arafat. O PT doou terreno e instalações para uma representação palestina em Brasília. Recentemente a senadora Gleisi Hoffmann, presidenta do PT, fez um vídeo para pedir apoio a Lula que foi veiculado em países árabes.

       Já Bolsonaro vai ao encontro de Israel onde no campo tecnológico esbanjam avanços. Os judeus já deram vários prêmios Nobel à humanidade, os seus inimigos árabes nenhum. Este fato, aliado à seriedade do mito, e mais as escolhas ministeriais sem determinação de políticos que o fazem para disseminar a corrupção, o patriotismo em primeiro lugar, o exército nacional ajudando nas tarefas de execução das obras, cuidando para não ter corrupção ou propina, nos dão a certeza de uma grande administração federal. Slogans como "menos Brasília, mais Brasil", "o Brasil acima de tudo, Deus acima de todos" são animadores.

     Enquanto isso, aqueles que olham apenas o seu próprio umbigo dizem: #Elenão"Se os porcos pudessem votar, o homem com o balde seria eleito sempre, não importa quantos porcos ele já tenha abatido no recinto ao lado." (Orson Scott Card.)

     #Elesim, meu povo. Você irmão que acredita em Deus, que sabe que Ele está do nosso lado, vá em frente. Não temas os maus, pois o Senhor fará justiça. Estou dando a minha cara para bater mas como dizia Getúlio Vargas, "o povo de quem fui escravo jamais será escravo de ninguém". O PT e seus asseclas são escravizantes. Eles te dão pão com mortadela, às vezes 50 reais, para comprá-los com seu apoio. O povo que apoia Bolsonaro o faz de graça, por amor à pátria. Não tema meu povo, vossa libertação está às portas. É no próximo domingo, dia 07, e termina às 17. Contamos com seu voto em Bolsonaro (17). Se mudamos apenas a presidência já é tudo porque o exemplo vem de cima. Muito obrigado a todos.
A BANDEIRA BRASILEIRA É VERDE AMARELA AZUL E BRANCA, NUNCA VERMELHA!!!


sexta-feira, 28 de setembro de 2018

CINQUENTA POR CENTO JÁ FOI

      Metade de votantes já consolidaram seus votos nos vários canais de votação existentes.

     No SISBB vota o pessoal da ativa que até esta quinta-feira, 27, era maioria dos que já votaram. Ao ver a tabela a Ana Maria suspirou:
"Pela tabela votaram mais os da ativa que tem orientação pelo voto SIM. A CASSI está salva!!!"
      Ocorre que a AFABBJoinville, de cujo grupo de Whatsapp participo, tem a orientação pelo voto SIM. O meu voto foi pelo NÃO, conforme orientação do meu caro amigo João Rossi Neto.
       Com efeito, os colegas da ativa realmente votam SIM. Os aposentados estão votando em câmera lenta (slow motion). Dia 05.10, próxima sexta-feira, o último dia para votação. Votemos com vontade. Os pós-laborais precisam fazer a diferença. E vamos que vamos! Votem NÃO!!!

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

A MÃE VIRANDO MADRASTA

     O banco sempre foi uma mãe, ouvíamos esse bordão quando na ativa. Depois que os seus dirigentes se transmutaram de celetistas em estatutários a coisa degringolou. Como estatutários, os notáveis partiram para a busca desenfreada do lucro, na guerra do mercado. Este feito trouxe o afrouxamento no cumprimento de contratos de trabalho tais como eram estabelecidos, tornando a vida do funcionário e mais ainda do ex-laboral que ficou desprezado pela cúpula do gigante.
      Na CASSI, o BB optou por "apoiar" a chapa "Mais União" porque sabia que com ela as negociações iriam ficar do seu jeito, ou seja, aprovar, num só pacote (injustificável) a mudança do Estatuto sob a alegação pífia de sanar a caixa em definitivo. Dificilmente outra chapa que vencesse iria oferecer ao Banco as facilidades que a "Mais União" ofereceu.
      Já na PREVI, o "lobo" deu seu segundo golpe. Ali interessava a vitória de uma chapa de cordeirinhos, por tal, fizeram de tudo para a vitória da chapa 2, inclusive, com posse irregular da diretora de Planejamento.
      E nós aceitamos pacificamente o jogo sujo desses abutres. Nada fizemos para contestar a não ser uma parte que merece aplausos, aquela que recomenda o voto NÃO. Mesmo assim, ao que tudo indica, será pouco em vista da violenta pressão que os dirigentes do BB estão exercendo tanto no pessoal da ativa quanto nos aposentados.
      Preparamo-nos para dias sombrios. Dentro de pouco tempo seremos chamados a cobrir novos gastos, assumindo reajustes anuais que os serviços médicos fazem dobrar ou triplicar em relação ao nosso reajuste, o INPC controlado. O SIM deverá vencer e os grandes perdedores serão os filhos desta madrasta, outrora chamada de mãe. Então clamo à minha verdadeira mãe: "Mamma mia, cosa faremo?"


quarta-feira, 26 de setembro de 2018

AÇÃO VITORIOSA PARA ASSOCIADOS ANAPLAB

                               COMUNICADO ANAPLAB

                    A ANAPLAB está pagando a um grupo de associados que ingressaram com a ação IR 1/3 PREVI – GRUPO 08 - ajuizada sob o número 0158194-07.2015.4.02.5101 em 19/12/2015.

                    Os participantes deste grupo já foram cientificados por telefone e e-mail.


               Esta ação está em nosso portfólio de nossa página na internet com todos os detalhes de quem tem direito, prazo para ingressar e documentação necessária.


           Vale lembrar que quem já possui a referida ação em outra associação não pode ingressar conosco sob pena de litigância de má-fé.

MÍDIA COMPRADA PASSA VERGONHA

    "Fake News" colocada pela Folha dando conta de uma suposta ameaça de morte à ex-esposa do candidato Bolsonaro, na prática sepulta este lamentável órgão jornalístico que sai de seu lado ético para enfronhar-se em mentira deslavada. A própria "vítima" da acusação gravou um vídeo desmentindo o jornaleco.

       Numa campanha deplorável, suja, realçando a conduta condenável de partidos de esquerda que, ao longo dos últimos 16 anos, esfacelaram o nosso querido Brasil, compreensível porque o comando do partido está "dando as cartas" diretamente da prisão, sob a concordância de seus seguidores fanáticos, cúmplices da corrupção e da lavagem de dinheiro, crimes pelos quais foi condenado.
      Atacam sistematicamente o candidato que deseja o que o povo de bem deseja: O fim da corrupção e dos corruptos no Brasil. 90% dos vídeos da Globo de "O Brasil que eu quero" pedem o fim da corrupção. Bolsonaro atende a esse anseio popular, os demais não. Queira Deus que a rejeição (sempre pedida pela rede globo aos institutos de pesquisa) e na qual Bolsonaro sempre aparece em primeiro não seja maior, no anseio popular, que a rejeição da corrupção. Se tal ocorrer, estamos definitivamente perdidos, sem perspectivas que a sociedade possa vencer esse câncer.
     O Ibope dá sinais de manipulação de pesquisa. Há uma semana dava num hipotético segundo turno entre Bolsonaro e haddad empate 40 a 40. Nesta segunda, já diz que  é favorável ao petista. Já erraram feio na eleição de João Dória Jr. onde na véspera da eleição lhe davam 35%, e na eleição Dória obteve 53%. É mole?
         O PT parece ter muita bala na agulha. Deve ter-se preparado financeiramente para umas cinco eleições. Parece que dinheiro não é problema ao partido. Ninguém falou nada para que destino seria os dólares apreendidos no aeroporto de Guarulhos (reportagem no último Fantástico) com o filho do presidente ditador da Guiné Equatorial,  de cujo país foi perdoada a dívida externa pelo Brasil e junto do qual Lula pousou muitas vezes para fotografias. Por que Lula e Dilma gostam tanto de ditadores? Não são democráticos? Que baita paradoxo!
      A rede globo está desesperada pois recebeu verbas de publicidade  dos governos Lula/Dilma. Agora se sentem ameaçados pela provável/possível eleição de Bolsonaro. Daí o esforço para fazer haddad crescer nas pesquisas e iludir o povo num cenário de segundo turno. Esperem o segundo turno acontecer. Lá serão 10 minutos de tempo gratuito para cada candidato expor as verdades. E é certo que Bolsonaro tem muito mais verdades a dizer do que qualquer de seus oponentes.
      Ainda serão vistas muita sujeira e "fake news" nas mídias brasileiras. Não será nada fácil lutar contra os príncipes deste mundo. Mas Deus está conosco, com Bolsonaro e "se Deus é por nós, quem será contra nós?"
Não tememos os que têm dinheiro. Jesus não o teve e feliz daquele que não põe sua confiança no vil metal.
     Por fim, repitamos o nosso lema, que está na boca do povo: "O Brasil acima de todos. Deus acima de tudo".


                             William Waack: "Como parar Bolsonaro?"

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

"SIM OU NÃO" DA CASSI COMEÇA HOJE

    Votar no NÃO ou no SIM, a largada começa hoje em vários canais à disposição do nobre eleitor, e estender-se-á até o dia 05.10.2018, com exatos doze dias de duração. O blog vai colocar duas opiniões a seguir, a primeira favorável ao voto NÃO, do diretor regional da Anabb - Direg 054, chamado Furquim.
A segunda, pelo voto SIM, é do famoso gaúcho de Pelotas, Edson de Bem e Silva.

Colegas, amanhã começa a votação “SIM” ou “NÃO”. Respeitadas opiniões e posicionamentos de cada associado, o que temos certeza é que “todos” queremos a CASSI forte e saudável. Nota-se que há razões e explicações em cada opção. O voto “sigiloso” é um direito e dever. Preocupações sempre existiram e pouco se deu atenção. Atribuir responsabilidades aos que estavam ou aos que chegaram não resolve o que temos que enfrentar. É importante uma auditoria e, apuradas as ocorrências/fatos, talvez e se for o caso, imputar as responsabilizações a quem de direito (o que acho pouco provável que aconteça). Contudo, há de se ponderar que o banco sempre esteve com a presidência da empresa e, nós sempre aprovamos as contas apresentadas. Se tivéssemos feito este barulho todo em cada resultado “desastroso” apresentado, provavelmente esses ajustes teriam sido construídos a partir de 2011, quando começamos a consumir as reservas, de forma menos forçada e em momento menos oportunista como o de agora.
Omissão? Irresponsabilidades? Falta de acompanhamento, de manifestações, de preocupação ou mesmo comodismo? Corrigir a forma de custeio é imprescindível e está evidente que somos todos favoráveis. Alterar o estatuto? Essa situação já é uma incógnita. Será que se proposta defendida tivesse sido construída de forma participativa como se prega, estariam as associações, entidades, etc trabalhando contrária a uma proposta da qual haviam participado na construção?
Caso a maioria dos votos indicar a NÃO aprovação da proposta, isto fará com que o banco, a CASSI e as entidades retomem negociações e construam “em conjunto”, de forma participativa uma nova proposta com as alterações possíveis e necessárias, tanto de custeio quanto estatutárias, mesmo as confrontantes. Tempo e alternativa tem. Basta renovar o memorando de entendimentos, alterar o custeio e trabalhar as alterações estatutárias imprescindíveis (TI, gestão,) entre outras que são ou serão necessárias. Opiniões, sugestões e críticas apresentadas, com aspectos positivos e negativos dão forma e conteúdo para formatação das alterações que se busca.
Por essas e outras razões, eu FURQUIM, Diretor Regional da ANABB, suplente na COOPERFORTE, participante/associado das AFABB’s, pautado exclusivamente em razões das alterações estatutárias (e não nas de custeio), voto “NÃO” e, recomendo a todos, meus amigos, colegas da ativa e aposentados, aos que me honraram com sua confiança nas eleições (COOPERFORTE e ANABB), assim como nas oportunidades de representá-los em várias reuniões (mais 8) para tratativas do assunto (SC, RJ, DF, ES, SP e PR).
Se chegarmos a uma intervenção da ANS, esta não deve ser vista como alguém que chega para fechar a porta e apagar a luz. Tem ela o dever de requerer à CASSI que apresente um plano de recuperação (equalização das contas) e esse plano já existe (financeiro). Porém, ela (ANS), não entra no mérito do estatuto. Há de se considerar, também, que a CGPAR23 tem vícios e estes estão em discussões via ação impetrada (ANABB – consulte o site).
Sejamos conscientes de nossa responsabilidade.
**************************************
===============================
Não vou arriscar o meu pescoço e a estabilidade oferecida pela CASSI a milhares de colegas idosos, como eu, muitos internados em hospitais e casas de saúde a espera de cirurgias ou lutando contra a morte. Com a vida não se joga. Não  vou pagar para ver, não quero ver as portas de médicos  e hospitais cerradas para nós idosos e doentes. Para quem ainda não necessita de tratamento e remédios com a frequência dos idosos é  muito fácil simplesmente despejar um não e ver o que vai acontecer. EDISON DE BEM.




sábado, 22 de setembro de 2018

A REPULSA É CONTRA O SISTEMA POLÍTICO

       O texto ora estampado é uma reflexão profunda do estágio 'sui generis' em que se encontra a eleição brasileira. Há 14 dias do primeiro turno a situação do segundo ao quarto colocado ainda está embaralhada.

"PORQUE O “SISTEMA” NÃO CONSEGUE DERRUBAR BOLSONARO.

Estamos presenciando um fenômeno eleitoral no Brasil. Quer você goste ou não da pessoa que está no epicentro deste furacão, o fato é incontestável!

Acompanhamos, atônitos, um candidato a presidente sendo recebido e ovacionado por multidões eufóricas em qualquer lugar deste país que ele chegue. E o mais incrível é o coro quase unânime e uníssono: “Eu vim de graça”!

O cara não precisa fazer esforço nem gastos para arrebanhar multidões frenéticas em busca de um “self” ou somente para demostrar sua disposição de votar nele.

Aí, vem o mais inacreditável ainda: Tudo isso, e muito mais, ocorrendo contra todo um sistema político e ideológico que vem comandando o Brasil há cerca de trinta anos!

Autoridades políticas rançosas e bolorentas, grande mídia encaixada no esquema, intelectuais e artistas adeptos e parasitas de verbas públicas, universidades aparelhadas que não estão lá para ensinar e dialogar com as diversidades de ideias e sim para impor somente as suas...

Toda esta máquina enferrujada e pejada de corrupção, burocracia e fome de poder, com todos seus recursos lícitos e ilícitos, tentando, pelo menos, frear a ascensão do seu único concreto adversário.

Uns embasbacados, outros incrédulos, muitos irados, todos perplexos com a total impotência de seus ardis e ataques orquestrados contra um só homem, um reles deputado federal sem expressão nacional pregressa e sem apoio ou conluios espúrios com o “sistema”!

Será mesmo? Ele é tão perfeito assim? O que este homem tem de extraordinário e anormal?

A resposta é simples e clara: Nada! 
E é exatamente este seu cacife. Ele é uma pessoa comum, com seus defeitos que cada um de nós carrega; com sua vontade de ver um país com menos corrupção, menos “esculhambação”, menos desinformação e menos bombardeamento da família etc.

O que seus adversários ainda não entenderam é que a questão não é o Bolsonaro; o problema é com eles! O povo não está votando propriamente no Bolsonaro. O povo está “desvotando”, isto é, rejeitando, repugnando (no cearês: “Ripunando”) os demais!

Não é questão de escolher o mais culto, o mais “preparado”, o mais isso ou mais aquilo... É repulsa mesmo! 
Contra o Sistema corrupto, apátrida e diabólico que nos encharca, empanzina e causa náuseas.

O brasileiro não escolheu Bolsonaro; ele simplesmente está no lugar certo e no momento exato. A maioria, mesmo inconscientemente, está votando em si mesmo. Apenas se achegou a um porta-voz que ia passando e dizendo muito daquilo que você e eu queríamos dizer. Aquilo que estava engasgado há tempos.

Grande parte do Brasil está vomitando sobre os candidatos do Sistema todo o nojo desta classe política que nos deixou empanzinados de mentira, roubalheira, insegurança e medo.

E quanto mais batem no “porta-voz”, mais batem na honra de quem quer falar e reclamar pela boca dele. Colocam dez notícias pejorativas por hora contra ele, mas ao mesmo tempo, cada notícia de corrupção; cada vídeo de um assalto; cada latrocínio; cada dinheiro na cueca; cada escárnio contra a fé; cada doutrinação de imoralidade infantil; cada nome de blasfêmia... Torna-se uma propaganda gratuita deste perseguido “Porta-voz”!

Dizem que se conselho fosse bom não se dava, se vendia. Então vou vender um, “fiado”, pros políticos do Sistema: Deixem de bater no povo através do seu Porta-voz. Tentem se reinventar; a maioria já está enfastiada desta mesma conversa fiada que vocês estão oferecendo.

O brasileiro já desistiu de um inexistente “salvador da pátria”. Está resolvendo salvá-la numa união popular poderosa e voluntariosa jamais vista em nossa história! Se “todo poder emana do povo”, basta só mais alguns acordarem pra esta união. Hoje está se entendendo a força que o povo tem. Sem comando de nenhum populista aproveitador, mas aproveitando-se de um ser “normal” que resolveu dar a cara à tapa... E a boca ao povo!"

(Rdo Bastos.)


quinta-feira, 20 de setembro de 2018

TERRENO COM AREIA MOVEDIÇA

     Confesso não ter lá muita expertise neste assunto, entretanto vou dar umas colheradas. Trata-se da velha, às vezes boa, outras nem tanto, renda variável, tal qual é concebida e praticada em nossa governança corporativa.
       O nobre doutor Medeiros diz ganhar 'a lot of money' todas as ocasiões em que compra ações (normalmente do BB) quando elas estão no fundo do poço, vendendo-as quando atingem a um patamar elevado. Nesse campo de operação são inúmeros os investidores que se beneficiam. São "traders" que não necessitam do dinheiro de uma hora para outra; daí o jogo de paciência em adquirir oportunidades quando a maré está bem baixa, e num segundo bote, vendê-las quando a maré estiver no pico. Repito: Nessa ciranda quase sempre é renda certa, dinheiro em caixa, realização de lucros.
      Ocorre que em nosso fundo a coisa não funciona assim. Você só vai usufruir das altas se elas se mantiverem por períodos longos, posto que não importam as oscilações do dia a dia. Vale a posição no balanço anual, no trinta e um do doze. Ali se sabe se se ganhou ou se perdeu. E nesse sentido, segundo economistas famosos relatados pelo nosso "Trader Anônimo" a tendência da bolsa brasileira é de irremediável baixa, ou seja, posições compradas têm o viés de descida, ano após ano.
        Qual é a solução? Sair dessa gangorra o quanto antes. Vender paulatinamente mas firmemente todo o portfólio sem medo nem temor, reaplicando em títulos da dívida pública que superam o atuarial. Até chegarmos ao patamar de investimentos da CRVD, quais sejam, 80% aplicados em renda fixa e 20% em renda variável. Tenho batido nessa tecla um milhão de vezes. Mandem dois diretores, o Dirin e a Dipla na Vale fazer um breve estágio. Um mês está de bom tamanho. Nada obstante, a Paula ser muito "fraquinha" nessa área de investimentos. Contudo, o Marcos possuir agora grau de investimento (AETQ), já é o suficiente. Eu quero um troco, uma sobra nos investimentos da PREVI. Eu sozinho não, todos queremos!


terça-feira, 18 de setembro de 2018

NA PRÓXIMA SEMANA COMEÇA A VOTAÇÃO NA CASSI

    Na próxima segunda-feira começa a votação para alteração do estatuto com inclusão de contribuição por dependente, até então inexistente. O principal óbice está na alteração do estatuto, que por diversas análises, desobrigaria o BB num futuro bem próximo de suas obrigações contratuais. A poderosa Anabb com seus mais de 82 mil filiados, está recomendando abertamente o voto NÃO.
    O dado concreto é que pela votação do pessoal da ativa, mormente favorável ao Banco, certamente teremos votação maciça no "SIM". É crível, pela reação advinda de certos formadores de opinião, que a votação no "NÃO" será grande. 
      As opiniões estão bem contraditórias. Ocorre que é um referendo muito significativo, irá mexer no bolso de todos. E nessa hora, cada um sabe muito bem onde o sapato aperta. Para piorar a situação, o nosso fundo de pensão não colabora com nenhuma boa notícia a nosso favor. Estivéssemos sob o guarda-chuva do fundo VALIA, num caso como este da CASSI, todos votariam pelo SIM, sem pestanejar. Lá eles ainda conservam o pagamento de superávit a seus ditosos associados.
        A minha decisão, sem querer influenciar quem quer que seja, será igual a do mestre Aristophanes e do genial João Rossi Neto. Vamos pelo voto "SIM". Já a Associação que presido não faz nenhuma recomendação. Deixa a critério de cada um. Há na ANAPLAB, entre seu CONAD, uma predominância pelo voto 'NÃO". Por isso, em que pese solicitação do diretor Satoru para que apoiássemos o voto "SIM", ficamos amarrados pela falta de consenso, o que inviabiliza um decisão para qualquer dos lados.
     Então é isso! Votação começa no dia 24.09, semana que vem. Não deixe de dar a sua opinião. Vote com convicção. Que prevaleça a vontade da maioria. Afinal, estamos numa democracia!!!

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

O MAJESTOSO JOSÉ


               
DEPOIS DA TEMPESTADE VEM A BONANÇA. SERÁ?!
            Não é necessária uma pesquisa demorada e pormenorizada, para logo avaliarmos e mensurarmos, no decorrer dos últimos 5 anos(2014-2018),  as continuas e cumulativas perdas reais de renda do grupo de participantes do Plano 1 da PREVI, nas condições de aposentados e pensionistas e,  logo mais, dos poucos restantes na ativa.
            Já explorei essa quantificação em comentários anteriores, apontando nos cálculos mais otimistas uma perda real que, atualmente, deve estar em torno de 15%. Quer dizer: quem tinha um PODER DE COMPRA, A PREÇOS CONSTANTES, de R$10.000,00, em 20/12/2013, está com seu PODER DE COMPRA, em 20/09/2018, reduzido a cerca de R$8.500,00!
            Reconheço a impossibilidade de um cálculo preciso desse valor, haja vista a existência de muitas variáveis distintas e circunstâncias de difícil mensuração.  É fora de dúvida, entretanto, que a perda real, na média, fica em torno do valor apontado.
            Só para exemplificar, um dado, facilmente percebido, foi a abrupta perda de 1(um) ano de BET(20%) e a retomada de cobrança da contribuição mensal à PREVI(4,8%). Assim, para um benefício(Previ-P300) mensal de R$10.000,00, essa redução alcançou o percentual de (20+4,8=24,8%), ou um valor absoluto de R$2.480,00, totalizando, no final do desastroso ano de 2014, a importância de  {(R$2.480x12)+480}=R$30.240,00.
            Sem querer fazer terrorismo financeiro, calculo que, se o “desafortunado colega” que sofreu essa perda tivesse feito uma aplicação desse dinheiro, de 01/01/2015 até 13/09/2018, com modesta remuneração pelo INPC + jrs.de 1,00%am, poderia contar, hoje, com uma importância capitalizada de R$58.549,26, na conta, ou um bonito Chevrolet PRISMA 1.4, na garagem.
            Outras perdas diretas(contribuição extra da CASSI), ou indiretas, como a não atualização da Tabela do IRPF e os diferenciais entre inflação INPC e inflação real, poderiam ser mostrados para compor a grande perda que vimos amargando, em torno daquele percentual total de  15%. Isto porque não se pode desprezar que uma perda real de renda, como aquela do ano de 2014 e seguintes,  destroça o orçamento da família e gera custos adicionais persistentes, como inadimplência onerosa de obrigações assumidas(escola, saúde, viagens, etc.) e manutenção compulsória de gastos indeclináveis.
            Esse meu “desenho doméstico” e quase patético, para demonstrar as perdas significativas de todos nós, aposentados e pensionistas do Plano 1 da PREVI, não tem como objetivo malvado cutucar o doloroso calo que a todos incomoda, cada um no aperto do “seu” sapato. Aqui, o propósito necessário é mostrar concretamente aos gestores da PREVI, o alto preço que os “donos do fundo” vêm pagando, com uma renúncia direta de rendimentos da ordem de R$0,5 bilhão por ano, afora as incomensuráveis perdas indiretas e correlatas. Isso, para tapar uma depressão financeira que eles não criaram, mas estão sendo compulsoriamente chamados a pagar e sofrer por ela. E pior: sem receber uma palavra de reconhecimento e conforto. Explicações, quando são dadas, em nome de uma exaltada transparência de gestão, são montadas sobre autolouvações de governança e dissimuladas menções aos nossos esforços e sacrifícios.
            Do outro lado da cena – admitidas como tecnicamente recomendáveis e necessárias as amargas medidas de superação dos déficits técnicos – não se viu, em contrapartida compensatória, iniciativa, ou medida excepcional, por parte da PREVI, visando a compreender a queda de renda de seus dependentes e, com criatividade e vontade política, adotar medidas paliativas e refrescantes em favor deles.  Pelo contrário, o que temos observado é a preocupação em apertar ainda mais o torniquete, cumprindo o mandamento do velho ditado que diz “além da queda coice!”, ou seja:
·         O maleável instrumento do Empréstimo Simples(ES) foi complicado com a discriminatória fórmula ES-170, e o FQM disfarçadamente piorado, além de prazos e limites congelados. A adoção das novas regras de Margem Consignável foram aplicadas, com o cumprimento de outro velho mandamento maquiavélico: ”Aos amigos os favores, aos mutuários os rigores da lei”.
·         As execuções de sentenças judiciais relacionadas com processos da chamada Cesta Alimentação foram implementadas “sem pena nem dó”, em momento de dificuldades para os executados.
·         Pouca ou nenhuma concessão compreensiva se fez aos mutuários do crédito imobiliário, quando impossibilitados de seguir regularmente com o mútuo, ou caídos na involuntária inadimplência.
            Essa inflexibilidade da PREVI discrepa, radicalmente, do comportamento de outras entidades, públicas e privadas que têm, com engenho e arte, inventado liberalidades sadias, como saques de FGTS, mutirões de negociação, facilitação de empréstimos, redução de juros,  etc.  Mas, a PREVI não! Enquanto, hipocritamente, alega a rigidez e imutabilidade do “Regulamento”, faz vista grossa para as maquinações de duvidosas conveniências  do Patrocinador; explica mas não justifica as questionadas conduções de negócios prejudiciais aos interesses reais do Fundo e, de não menos importância moral, acata, na contramão de reconhecidas dificuldades de muitos, a auferição de benefícios e vantagens extravagantes,  por parte de um punhado de administradores, sem merecimentos excepcionais.
            Enquanto isso, em Brasília, o Banco do Brasil faz “cara de paisagem” para os R$7.500.000.000,00, do seu BED(Benefício Especial Definitivo), em valores de 2010, hoje equivalentes a R$33,6  bilhões(repito: R$33,6  bilhões), corrigidos e atualizados pelo INPC+juros de 12% aa. Importância apropriada ilegalmente pelo Patrocinador, que tanto faz falta hoje à PREVI – complacente e conivente com a ilegal Resolução PimenTel.  Além disso, sem entrar no mérito das suas reformas estruturais, compreensivelmente reclamadas pela rápida evolução no perfil dos negócios bancários, o Banco joga no combalido colo da PREVI, milhares de funcionários ativos do Plano1, em aposentadorias prematuras que, seguramente, desequilibra seu projeto atuarial e compromete a liquidez de seu dinâmico e avantajado fluxo de caixa.

***
            Por fim,  mudo de assunto. Saio daquele plano menor de “coisas caseiras” para a busca de um entendimento do que se passa, no plano maior do espaço brasileiro, nesta era crucial de incertezas e demandas díspares, enganosas e belicosas.  Assim, para não dizerem que sou otimista incorrigível, colo essas minhas avaliações e ajuizamentos, à margem dos cenários pessimistas do Dr. Medeiros(A TEMPESTADE ESTÁ CHEGANDO-11/09) e do Prof. Zanella(QUE SERÁ QUE NOS ESPERA-12/09). Mesmo assim, a despeito de carregar profundas preocupações, ainda aposto na esperança de que o furacão destrutivo que atingiu o Brasil perderá força e mudará de direção. E, como todos acreditam, DEPOIS DA TEMPESTADE VEM A BONANÇA. Será?!

Aristophanes Pereira
Janga,Paulista(PE) – 13/09/18



quinta-feira, 13 de setembro de 2018

A DELAÇÃO DE PALOCCI SOBRE OS FUNDOS

    Nossos amigos Montanha e o Lídio Reis comentaram na postagem anterior sobre a delação do ex-ministro Antonio Palocci sobre os fundos de pensão na operação Greenfield.
       Palocci iniciou seu depoimento dizendo que antes mesmo de o PT começar a governar (2002), entre 1996 e 1998, o partido já havia "emplacado" um dirigente na PREVI, o qual em 2003, foi alçado ao cargo de presidente do fundo. Seu nome é Sérgio Rosa. Mas enquanto ainda não era presidente da PREVI, ele não estaria facilitando as coisas, no que Palocci foi procurado pelo sr. Emílio Odebrecht para que ele (Palocci) falasse com Sérgio Rosa sobre o caso da Brasken. Este foi o episódio mais antigo de interferência num fundo de pensão na memória do sr. Palocci, ou seja, uma iniciativa  de políticos do PT para apoiar a Brasken.
Já em 2003, então como ministro da Fazenda de Lula, Palocci nomeou o sr. Sérgio Rosa como presidente da PREVI. Sérgio Rosa não obteve nessa primeira fase vantagens para si, apenas sofria pressão de políticos do PT para que o fundo investisse nessa ou naquela empresa. Ele operava como uma espécie de agente investidor nas áreas determinadas pelos políticos, utilizando as aplicações da PREVI nessas empresas. Nas reuniões havia sempre a participação do sr. Luiz Gushiken (já falecido).
     E como Sérgio Rosa sabia desses investimentos duvidosos? Porque, tudo segundo Palocci, quem vinha ter com ele eram os tesoureiros do PT, primeiro o sr. Delúbio Soares, depois o sr. Paulo Ferreira (por pouco tempo) e o sr. João Vaccari Neto. Quando quaisquer destes procuravam o fundo não era para investimento bom, senão para aqueles que geravam propina ao partido.
       No primeiro semestre de 2010, o presidente Lula fez uma reunião com Dilma e seus ministros da área de Minas e Energia onde pediu que as sondas da recém-criada 7 Brasil fossem adquiridas de fornecedores nacionais e as propinas todas iriam para a campanha do primeiro governo Dilma. Era o rebuliço do pré-sal que deixava o Lula eufórico por propinas.
       Ainda em 2010, Sérgio Rosa era substituído por Ricardo Flores e este não era do PT e tinha pouca experiência em fundos de pensão. Por tal, procurava várias vezes o Palocci, inclusive na residência dele, para tratar assuntos referentes ao fundo de pensão. Palocci mencionou que Flores era mais afeito à propina para si, diferente do Sérgio Rosa. Ricardo teria ganho como propina em apartamento em Recife-PE.
     O link para o vídeo (poderia, mas não quis colocar o vídeo aqui pois tem 01h15min) se encontra abaixo:


segunda-feira, 10 de setembro de 2018

ASSOCIAÇÕES DEVEM OPINAR

    Uma desengonçada opinião dada pelo Bode Velho, articulista que é muito bom no teclado, mas somente nele, comunicava num comentário anônimo a mim dirigido, que "as associações não têm o direito de sugerir voto na CASSI, que o eleitor é soberano e que ninguém deveria influenciá-lo (sic)."
     Evidente que a decisão final é do eleitor (e somente dele). Porém, ele precisa receber todas as informações possíveis (os prós e os contra) a fim de decidir-se embasado em fatos, não simplesmente votar para ver-se livre de uma obrigação, em outras palavras, votar por votar.
      Nesse sentido, a campanha deflagrada pelo campeoníssimo JB Medeiros, autêntico condor dos píncaros andinos, que prega o voto NÃO, é tão importante para o eleitor quanto as opiniões dos mestres João Rossi Neto e José Aristophanes Pereira, que sugerem o voto SIM.
      Por falar no estupendo Dr. Medeiros, aquela informação dada por ele por ocasião de sua renúncia ao Delib da PREVI, teve seu desfecho na semana passada quando a Litel (PREVI e Bradesco) assinou um Acordo judicial com o senhor Daniel Dantas para o pagamento de 2,4 bilhões de reais, de um montante inicial de 4 bilhões. O prejuízo foi grande, e deve ser apurada a responsabilidade do Conselho Deliberativo do fundo, órgão máximo decisório na PREVI. Ao soar o congo, quem pagará esse prejuízo milionário somos todos nós, pobres associados. E quem agiu e perdeu nada sofrerá?  E os nossos bem remunerados advogados? E os dirigentes do fundo? Virão novamente com essa velha história de decisão colegiada.
                              DANIEL DANTAS, EX-PARCEIRO EM NEGÓCIOS, DEU UM NÓ GÓRDIO EM NOSSO FUNDO.


sexta-feira, 7 de setembro de 2018

UM TEXTO BEM AFIM...

TENHO NOJO!
Waldo Luís Viana*

Tenho nojo...
De ver meu país solapado por bandidos em todos os quadrantes, tranquilamente ciosos de que ficarão impunes;
Tenho nojo...
Em abrir os jornais, ouvir rádio e ver televisão todos os dias e perceber a mídia valorizando a ação de criminosos, estupradores, serial killers, agiotas, traficantes e milicianos – todos irmanados proficientemente em emprestar a “audiência da desgraça” a esses veículos;
Tenho nojo...
Desses políticos que resolvem visitar os sítios de enchentes e tragédias, trajando seus sapatos italianos e ternos franceses, desembarcando de helicópteros e prometendo verbas, mundos e fundos que jamais chegarão de fato aos desabrigados;
Tenho nojo...
De nossa “presidenta”, ex-guerrilheira, lamentando farisaicamente a morte de inocentes em delitos terroristas, quando no passado os tramava, condenando outros inocentes e planejando tocaias, assaltos a bancos e a cofres privados de políticos;
Tenho nojo...
Do antecessor da “presidenta”, um dos homens analfabetos mais venais e sem caráter desse país e das elites que o financiaram e que impedem a polícia de prendê-lo e pagar por seus crimes;
Tenho nojo...
Do partido que está no governo, que só intenciona permanecer no poder, e a qualquer custo, manobrando o erário, aparelhando as estatais e permitindo a pior onda de corrupção jamais vista nesse país;
Tenho nojo...
De nossos empreiteiros, dinâmicos em aditivos, superfaturamentos e em bancar por propinas ocultas toda a máquina de corrupção que infesta a nossa miserável política;
Tenho nojo...
Da maioria expressiva de nossos Deputados, fiéis canalhas e vendedores de virtudes públicas, que só desejam fazer caixinha para as próximas eleições, roubando pra se eleger e se elegendo pra roubar;
Tenho nojo...
Do chamado poder Judiciário, tão lento para fazer justiça aos pobres e lépido e compreensivo para julgar os ricos, permitindo toda a sorte de recursos e chicanas. Os togados adoram prender pretos, pobres e prostitutas, trabalhando em seus ricos palácios e conseguindo dormir sem culpa;
Tenho nojo...
Desses pastores televisivos, travestidos de arautos de Deus e Jesus, ofendendo a fé pública, roubando os pobres através de dízimos e ofertas, além de oferecer a salvação a todos que acreditem que eles podem expulsar demônios. No entanto, eles são bastante coniventes e conformados com os demônios que mandam aqui, porque lhes dão benesses e concessões de TV e rádio em troca de votos;
Tenho nojo...
Dos slogans mentirosos, lançados pelo Governo, sugerindo a salvação da Pátria pela educação e saúde, quando sabemos que são ramos deficientes e vergonhosos de nossa Nação, desespero de seus habitantes e motivo de chacota pelas nações realmente desenvolvidas;
Tenho nojo...
Dos militares da ativa, que dizem que amam o Brasil acima de tudo, mas ficam caladinhos e silenciosos, aguentando todos os estupros de gestão no país e em suas respectivas Armas, esperando ir para a reserva e aí, então, garantidos nas aposentadorias, ver devolvidos os próprios cérebros e convencer os pobres civis de que detêm alguma opinião e “acendrado” patriotismo;
Tenho nojo...
De ver uma população conformada, a cada assassinato torpe, exigindo justiça para sair em telejornais, e aceitando todas as sevícias sem dar um pio, sempre esperando que surja um otário qualquer à frente de alguma revolta para oferecer o próprio pescoço e aguardando, como ovelhas, o próximo escândalo;
Tenho nojo...
De ver o povo maltrapilho e tutelado, acreditando que é o bolsa-família a salvação de seus males e que qualquer coisa diferente do partido que está no Governo lhes tomará de fato o pobre benefício;
Tenho nojo...
De ser obrigado a ouvir, durante a semana, o pavoroso programa “A Hora do Brasil”, serviço chapa-branca do Governo, ocupado em desfilar os feitos de ficção em que só os imbecis acreditam;
Tenho nojo...
Dos jornalistas e artistas que se vendem em troca de dinheiro, distorcendo a realidade e se calando diante dos desmandos que desfilam sob seus olhos, em troca de viagens a Paris e moradia em prédios de luxo;
Tenho nojo...
De nossos médicos burgueses, que só querem viver em centros urbanos e obter ganhos de clientes abonados e que permitem que o país seja invadido por escórias estrangeiras de falsos médicos;
Tenho nojo...
De nossos advogados dinheiristas, que se especializam em defender delinquentes poderosos, em troca de polpudos honorários, porque na verdade não acreditam na Justiça, considerando-a apenas um objeto de lucro relativo;
Tenho nojo...
Dos carcereiros de nossas penitenciárias que libertam os apenados nos fins de semana, desde que estes lhes tragam dinheiro e sustentem por fora uma cota extra;
Tenho nojo...
Dos policiais que recebem propinas nos mais variados negócios escusos e que matam o pobre povo desvalido, registrando autos de resistência, na certeza de que escaparão ilesos e sem nenhum problema com as suas corregedorias;
Tenho nojo...
Dos eleitores que aceitam dentaduras, pares de sapato e outros benefícios passageiros, vendendo o seu voto e o futuro de seus filhos. Essa escória, a propósito, adora corrupção, admira os políticos ladrões, lamentando não poder roubar com a mesma eficiência. A propósito, a corrupção está no DNA do brasileiro: quanto mais ladrão, mais querido; (*)
Tenho nojo...
Das mulheres que falam em eliminar agressões masculinas, reivindicam direitos e princípios feministas e aceitam de bom grado que suas companheiras vendam o corpo para utilização comercial e sonhem com casamentos milionários em troca da própria prostituição;
Tenho nojo...
Dos homossexuais que pretendem que os heterossexuais não tenham direitos equivalentes e que no fundo desejam que todos adiram às suas práticas sodomitas;
Tenho nojo...
De apresentadoras de programas infantis, que convidam crianças a se tornarem adultas antes do tempo e copiem a sensualidade dos adultos, destruindo a infância e o crescimento sadio de meninos e meninas;
Tenho nojo...
Dos que alardeiam que roubam porque antes os outros fizeram o mesmo, como se um erro justificasse outro...
E, finalmente, tenho nojo de saber que este País não tem conserto e que tudo vai ficar assim mesmo, sempre esperando a próxima atração.

*Waldo Luís Viana é escritor, economista e poeta, pedindo desculpas por ir à farmácia comprar um plasil...
Enviado por: "Aor Guedes" <aorguedes@uol.com.br>  

(*) Tomo a liberdade de acrescentar um motivo a mais para ter nojo, com a intenção de reforçar o que acima foi registrado sobre a maioria dos eleitores brasileiros:
Tenho nojo
Da maioria dos eleitores brasileiros que em todas as eleições elegem o maior número possível de políticos desonestos, incompetentes e corruptos, tornando toda a relação de “tenho nojo” uma infinita repetição nos destinos do nosso maravilhoso Brasil. 

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

QUE SEGURANÇA É ESTA?


No vídeo acima, o candidato Jair Messias Bolsonaro mostra claramente que não tem obsessão pelo poder. Ele quer apenas ajudar o Brasil colocando as pessoas certas nos lugares certos. Ele é autêntico, realista, não quer o poder pelo poder. A diferença dele com o senhor Lula é a mesma da água para o vinho.

BEM EXPLICADO, SIMPLES ASSIM

Tem que ser os dois juntos.  Estatuto e Regulamento precisam 
acompanhar as alterações.

 Jose Roberto Eiras Henriques disse...

Ari,

Não há como dissociar a consulta para aprovação da alteração na forma de custeio do Plano de Associados sem a respectiva alteração estatutária, pois para vigorar a nova forma de custeio é necessária alteração estatutária, como ocorreu na assinatura do Memorando de Entendimentos.
Não é apenas o estatuto que tem que ser alterado, também há necessidade de alterar o Regulamento do Plano de Associados definindo a nova forma de custeio, tanto por parte dos associados quanto por parte do patrocinador (artigo 35 do RPA), e nesse caso, convém lembrar que o “artigo 37, inciso V do estatuto atual, compete ao Conselho Deliberativo decidir sobre alterações no Regimento Interno e de Regulamentos acerca das disposições deste estatuto”, entre eles, o Regulamento do Plano de Associados.
A Cassi publicou ontem em seu site que a consulta ao Corpo Social será realizada no período de 24/09 a 05/10/2018, época de pouco fluxo de associados, principalmente aposentados e os principais interessados em preservar a assistência médica de nosso Plano de Saúde, aos terminais de autoatendimentos das agências, um dos canais disponibilizados para votação, outros meios de votação são pelo site através de login e senha e também pelo App da Cassi para celulares.
A escolha desse período de votação para a Consulta parece ser estratégica para se buscar culpados, independentemente de seu resultado, vejamos:
Se prevalecer a vitória do SIM e houver perda de direitos para os associados, os contrários dirão que os responsáveis foram os atuais diretores eleitos que se bandearam para o lado do patrocinador;
Ocorrendo a vitória do Não e, havendo consequências adversas para os associados, a responsabilidade recairá sobre as Entidades e os Conselhos de Usuários por induzirem ao voto contrário à proposta. 
Uma coisa é certa, independente do resultado dessa Consulta, serão os associados os maiores prejudicados, pois terão que arcar com suas consequências.
A propósito, a ANABB até a presente data ainda não informou em seu site se ajuizou a ação judicial para sustar os efeitos da Resolução CGPAR 23/2018, apesar de estabelecer prazo até o dia 17/08/2018 para os associados aderirem à causa, o que realmente me intrigou foi que ela esperou o fim dessa adesão para reunir seu Conselho Deliberativo para deliberar sobre sua orientação aos associados para recusarem a proposta apresentada pela CASSI. Teria sido apenas um balão de ensaio para medir a temperatura e seu poder de mobilização junto aos associados, para dar legitimidade à decisão do CD? O tiro pode sair pela culatra, uma coisa é sustar a referida resolução, outra, é a garantia da sustentabilidade de nosso Plano de Saúde, nem todos os que aderiram à ação judicial estarão dispostos a acompanhar a orientação da ANABB por ocasião da consulta ao Corpo Social.


quarta-feira, 5 de setembro de 2018

PELO SIM, SE NÃO MEXER COM ESTATUTO

4/9/2018

CASSI acumula R$ 385,9 milhões de déficit no 1º semestre
Pagamento a prestadores só foi possível em função do adiantamento feito pelo BB

A CASSI acumulou R$ 385,9 milhões de déficit no primeiro semestre de 2018. O montante é quase sete vezes maior que o resultado dos primeiros seis meses do ano passado, também negativo, de R$ 56,6 milhões.

As despesas assistenciais (pagamento a prestadores credenciados e profissionais de saúde das CliniCASSI) superaram em R$ 275,2 milhões as receitas assistenciais (contribuições pessoal e patronal dos associados, mensalidades do CASSI Família e parte do ressarcimento temporário e extraordinário do BB) no primeiro semestre de 2018. O cenário é inverso ao mesmo período do ano passado, quando as receitas assistenciais foram superiores às despesas assistenciais em R$ 15,8 milhões.

Com o déficit, o pagamento a prestadores no primeiro semestre deste ano só foi possível porque o Banco do Brasil fez a antecipação de R$ 323 milhões referentes à contribuição patronal sobre o décimo terceiro dos funcionários da ativa e de aposentados até 2021. O valor foi repassado em três parcelas (abril, maio e junho) e garantiu o fluxo de caixa para a CASSI, mas já foi integralmente consumidos.

O descasamento entre a arrecadação e os gastos com assistência fez chegar a 110% a sinistralidade da Caixa de Assistência no primeiro trimestre de 2018. Este índice mede o quanto que as despesas consumiram das receitas do plano e, quanto mais alto for, pior, devendo estar sempre abaixo de 100%. Como parâmetro, o índice de sinistralidade das autogestões foi de 92,4% no primeiro trimestre, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar.

Risco de intervenção
Os déficits consecutivos dos últimos seis anos culminaram no consumo total das reservas financeiras da CASSI, que se esgotaram em 2017, ficando negativas em R$ 7 milhões e levando a Instituição a apresentar índices de baixa liquidez e insuficiência de margem de solvência, o que resultou em notificação pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). No primeiro semestre de 2018, as reservas líquidas chegaram a R$ 131,8 milhões negativos.

Na prática, a consequência desta situação é que a CASSI não tem dinheiro guardado para suprir imprevistos. Caso ocorra qualquer dispêndio fora do planejado, será preciso usar recursos das reservas obrigatórias e, dessa forma, a Caixa de Assistência ficará exposta a uma intervenção imediata do órgão regulador.
---------------------------------------------------------------------------------

     O Banco ameaça com a intervenção da ANS, diz que já está usando dinheiro só dele (adiantamento) para cobrir o rombo; todavia, não quer entender que a aprovação já teria consenso, se retirasse a parte não monetária do Acordo, qual seja, a alteração estatutária. Em persistindo tal óbice, não há como votar pelo SIM. Portanto, se quiserem resolver o gigantesco déficit da CASSI que tratem de retirar o quanto antes a reforma estatutária. E tenho dito.