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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

TECLADO SEM CENSURA

    Dizem, sem comprovação, que uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade. Eu sempre procuro dizer somente verdade, embora, reconheça minha condição humana, por conseguinte, falível. Mesmo procurando dizer a verdade, torno-me repetitivo, por simples questão didática.
     Depois de apelar ao deputado Jorginho Melo, relator do PLP 268 que tem sido complacente com os que são contra ao referido PLP sobre governança; obtive do mesmo "luz verde" para interpelar a diretoria de Gestão de Produtos do BB com o objetivo de reativar o convênio que a ANAPLAB mantém com o Banco do Brasil S.A.
Nesta semana o próprio gerente de minha agência me ligou que, apesar das excelentes recomendações fornecidas pela agência mantenedora da conta corrente, não logrou êxito a proposição, sendo mantida a decisão anterior de suspensão unilateral da cobrança das mensalidades. É um duro golpe contra a nossa associação que vê vazar mensalmente a importância de R$12.000,00 (doze mil reais). Na tentativa de descobrir o motivo descartou-se as ações mantidas contra BB/PREVI posto que as ações existiam enquanto o convênio vigorava. Restou a retaliação (a qual segundo a Isa Musa, que apelou ao diretor Gimenez seria a causa que na expressão dela "Só Deus sabe" sobre a possível reativação). Não há outro motivo senão este não revelado por razões óbvias. O mentor seria o atual chefe do Conselho Deliberativo da PREVI, sr. Walter Maleini Junior, por ter eu me recusado a divulgar sua carta no blog no "affair" renúncia do Medeiros. Como não pôde punir o blog, puniu-se a Associação, que nada tem a ver. Lembrando que, caso vença o senhor Jair Bolsonaro as próximas eleições, cessarão as indicações políticas nas estatais, o que poria um basta neste tipo de retaliação. Se for consideradas apenas as condições técnicas o convênio é hiper vantajoso para o BB. Walter, você não perde por esperar. O seu dia chegará.
       Na PREVI o AETQ passou da diretoria de Planejamento para a diretoria de Investimentos, a primeira dos eleitos, a segunda indicada pelo BB. Portanto, mudou-se a diretoria do AETQ na prática mas, e no papel? Oras bolas! O papel pouco importa! Para que normas e regulamentos? Ninguém reclama mesmo. Logo o BB que sempre primou pela boa condução de suas diretrizes! Mamma mia!
    Estamos num ponto nunca dantes navegado. Político corrupto podendo ser votado de novo. O caso Dilma é espantoso. Depois de fazer das suas como presidenta, assinando a compra do mico "ruivinha" (Refinaria Pasadena), de ter "doado" mais de 600 milhões de dólares ao Porto de Mariel em Cuba (ao companheiro Fidel), de ter deixado o Brasil no caos, agora reaparece como candidata ao senado por Minas Gerais. E segue na frente nas pesquisas! Êta povo cabeçudo! Por acaso sofrem de amnésia? Ou sofrem porque querem sofrer?
FOMOS GENEROSOS E NÃO COLOCAMOS NENHUMA DAS PÉROLAS DITAS PELA SRA. ROUSSEFF...

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

A COBIÇADA CIA VALE, VALE HOJE A PENA?

Lucro da Vale salta e mineradora anuncia dividendos de R$ 1,48 por ação

25 de julho de 2018  Por Redação
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Produção da Vale (Foto: reprodução)
Publicado às 18h39min
Atualizado às 19h
A Vale (VALE3) divulgou os resultados do 2° trimestre de 2018 após o pregão desta quarta-feira, 25.
O lucro líquido recorrente totalizou R$ 7,6 bilhões no 2T18 contra um lucro líquido recorrente de R$ 5,8 bilhões no 1T18. O aumento de R$ 1,8 bilhão deveu-se, principalmente, ao impacto positivo do imposto de renda (R$ 1,2 bilhão) no lucro líquido referente à remuneração ao acionista paga como juros sobre capital próprio.
Considerando apenas o lucro líquido, a mineradora alcançou R$ 306 milhões no 2T18, cinco vezes maior que o registrado no mesmo período de 2017, quando ficou em R$ 60 milhões. Mas na comparação com o 1T18 houve queda acentuada, já que o lucro líquido somou R$ 5,1 bilhões.
Segundo a Vale, o real se depreciou 16% em relação ao dólar, gerando um efeito contábil negativo não-caixa que reduziu o lucro líquido da Vale em 7,3 bilhões de reais.
O EBITDA ajustado10 ficou R$ 1,3 bilhão acima do 1T18, totalizando R$ 14,2 bilhões no 2T18, principalmente em função do impacto positivo da variação cambial (R$ 2,3 bilhões), maiores volumes de vendas (R$ 646 milhões) e maiores dividendos (R$ 360 milhões), parcialmente compensados por maiores custos e despesas (R$ 1,1 bilhão) e menores preços de vendas (R$ 891 milhões).
A receita líquida totalizou R$ 31,2 bilhões no 2T18, o que significa um aumento de R$ 3,3 bilhões em comparação com o 1T18, principalmente devido aos maiores volumes de venda (R$ 945 milhões) e pelo impacto positivo da variação cambial (R$ 3,3 bilhões), que foram parcialmente compensados pelos menores preços de vendas (R$ 891 milhões).
A dívida líquida foi reduzida para US$ 11,5 bilhões no 2T18, o menor patamar desde o segundo trimestre de 2011.

Vale anuncia dividendos e juros sobre capital próprio

A remuneração aos acionistas totalizará R$ 7.694.078.600,00, equivalente a R$ 1,480361544 por ação, sendo R$ 6.801.433.061,10 na forma de juros sobre capital próprio e R$ 892.645.538,90 na forma de dividendos.
O pagamento da remuneração ocorrerá em 20 de setembro de 2018 e os acionistas farão jus à remuneração na seguinte forma:
a) a data de corte para os detentores de ações da Vale negociadas na B3 será no dia 2 de agosto de 2018 e a Record Date para detentores de American Depositary Shares (ADSs) negociadas na New York Stock Exchange (NYSE) e na Euronext Paris será no dia 6 de agosto de 2018.
b) as ações da Vale serão negociadas ex-dividendos / juros sobre capital próprio na B3, NYSE e Euronext Paris no dia 3 de agosto de 2018.
c) os detentores de ADSs receberão os recursos através do Citibank N.A., agente depositário para as ADSs, a partir do dia 27 de setembro de 2018.

Recompra de ações

A Vale também anunciou na noite desta quarta um programa de recompra de ações, que está limitado ao máximo de 80.000.000 de ações ordinárias e suas respectivas ADSs, e ao valor máximo de US$ 1 bilhão.
“O programa terá a duração de até 365 dias e as ações recompradas serão canceladas após a conclusão do programa e/ou alienadas através dos programas de remuneração de executivos”, explicou a Vale.

Comentário do Blog:

  A Cia Vale do Rio Doce (CVRD) é a maior detentora das companhias participadas da PREVI. Faz parte das aplicações em renda variável posto ser uma empresa acionária que paga dividendos aos seus acionistas.
    Na parte realçada com amarelo, o comunicado diz que houve perdas devido à desvalorização do real, constatação que eu sinceramente não entendi. Ora, se a empresa é exportadora de minérios, suas transações são na moeda americana, certo? Então, seria plausível pensar que a desvalorização do real mais lucro lhe renderia, visto que lhe entraria no caixa mais reais pelo mesmo valor em dólar exportado. Estaria eu errado na minha forma de raciocinar?
      E o dividendo de R$1,48 entrará no caixa da PREVI? Se sim, quando? Há também o fato de que algumas empresas são avaliadas anualmente pelo 'valor de mercado'. Careceria uma explicação sobre a matéria no sítio da nossa PREVI, nada obstante o texto acima contemple algumas informações. Afinal, os donos do fundo têm o direito à informação.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

AS ELITES GLOBAIS ("AZELITES")

     Vivemos em subordinação a certas convenções mundiais em que, nada obstante, se deseja um padrão nacional mas este desejo está diretamente controlado pelos senhores do mundo.
              Um exemplo disso é a Venezuela. Rússia e China não querem mudanças naquele país. São contra quem quer tirar Maduro do poder. E a política desastrosa deste senhor contamina os vizinhos sul-americanos, pela entrada de imigrantes. No Brasil é um desastre posto que não temos empregos sequer para o nosso povo.
              A Nova Ordem Mundial que se estabelece deseja controlar todos os países de um hemisfério. Em nosso caso, o hemisfério sul da América ou mais conhecida por América Latina, após o comunista Foro de São Paulo, surge agora a URSAL (ainda embrionário) que nada mais é do que a União das Repúblicas Socialistas da América Latina. Ciro Gomes, Marina Silva e todo o partido dos Trabalhadores são adeptos desta união.
               Donald Trump estancou essa vertente nos EUA que estava em curso com Barack Obama. Trump deu uma guinada na economia americana incomodando os globalistas financiadores do caos, George Soros no topo. O melhor termômetro de que Trump está correto é que todo mundo gostaria de trabalhar nos Estados Unidos, mesmo ilegalmente. E por que tal não ocorre com países como Cuba, China, Venezuela ou Rússia? Às vezes é preciso usar o cérebro pessoal. Nós estamos sendo aprisionados pelas "zelites" mundiais que nos querem subjugar.
          Retornando à nossa casa previdenciária, quem nos subjuga é o querido patrocinador. Só ele é capaz (segundo o próprio) de gerir nossos destinos. Agora seu presidente decidiu "nomear" aposentados do PB1 para os quadros da PREVI.  Ocorre que estão se extinguindo as cabeças pensantes na ativa. Corremos o risco de sermos "governados" apenas por integrantes do PREVI Futuro. Na diretoria de Planejamento isso já ocorre com a posse de Paula Regina Goto, com o apoio do nobre Medeiros. Toda a chapa 2 vencedora do último pleito tem, em maior ou menor grau, uma ligação sindical ou partidária. Há muita semelhança nas eleições da PREVI com as eleições nacionais. Reeleição de membros como o diretor de Seguridade e simples troca de função como José Wilson(atual CC), Zanon(atual Delib substº). E assim caminhamos anos a fio sem qualquer superávit. E tem companheiros que aplaudem esta conjuntura. Mamma mia!!!

domingo, 26 de agosto de 2018

O ADIAMENTO DA MORTE: A IMORTALIDADE A CURTO PRAZO?

PALESTRA REALIZADO EM 2012 EM PARIS (VÍDEO ABAIXO COM LEGENDAS) DO PROFESSOR LAURENT ALEXANDRE no TEDxParis 2012.

PARA VER O VÍDEO EM TELA CHEIA CLIQUE NO QUADRADO À DIREITA EMBAIXO. PODE SER VISTO NO YOUTUBE CLICANDO NO ÍCONE.

Um resumo do vídeo. Nossa morte, quando morreremos?

Em 250 anos triplicamos a nossa expectativa de vida. Significa dizer que a cada ano envelhecemos somente nove meses, ou seja, ganhamos três meses de vida a cada ano que passa. Mas até quanto é possível chegar no recuo da morte?
Há quatro cenários:
1) A linha dos ecologistas que pensam que pelo      deterioramento do meio chegaremos mais 
    cedo à morte.
2) Um outro cenário é de uma improvável 
     parada no desenvolvimento tecnológico.
3) Em terceiro temos um sinal de que a nossa
     expectativa de vida possa chegar a 120 ou
     até 130 anos.
4) No quarto cenário existe a explosão tecnoló-
     gica a partir do século XXI.

Sobre o quarto cenário podemos afirmar que o ser humano é extremamente complexo. Mas hoje em dia a tecnologia nos dá esperanças sobre reposição de órgãos e tecidos.
Com o advento da sigla NBIC - onde N=Nano-tecnolgia; B=Bio-tecnologia; I=Informática e C=Tecnologia Cognitiva, as ciências do cérebro associadas à Inteligência Artificial.
Graças à tecnologia NBIC, a ficção científica do passado será a realidade da nova medicina. Poderemos modelar, modificar nosso DNA, reparar nossas células, criar órgãos artificiais inteiros, fazer implantes eletrônicos, desenvolver a cirurgia robótica, ser curados pelos nanomotores, graças aos nanosensores e ao nanoimplantes no cerne dos nossos tecidos e no interior de nossas células.
Tudo graças à modelação, quer dizer, à análise e à decoficação do ser vivo por poderosos computadores.
A lei de Moore é a base dessa revolução tecnológica. Gordon Moore foi o co-fundador da Intel, os microprocessadores, e desde os anos 60 ele previu que a potência dos computadores dobraria a cada 18 meses. E nunca foi desmentido. Desta sequência o patamar de trilhões de operações por segundo (de um microprocessador) será alcançado em 2018. Isso era inimaginável há algumas décadas: compreender e modelar o ser vivo.
Cada um de nós possuímos um trilhão de células que são pequenas fábricas com maquinário biológico do tamanho de poucos nanômetros, a revolução das nanotecnologias possibilita atuar justamente naquela escala de um bilionésimo de metro. Seremos capazes de decodificar e reparar nosso DNA; regenerar nossas células e tecidos, aumentar nossas capacidades, poderemos reprogramar nossos órgãos. E depois começaremos a interfacear nossas células com componentes eletrônicos, inclusive com os nossos neurônios.
Trata-se, de fato, de um tsunami tecnológico: todos nós seremos sequenciados. Isso possibilitará guiar nossas características genéticas, especialmente em oncologia, visto que um em quatro de nós terá câncer.
Tudo está chegando sem avisar e já temos implantes cocleares (para a surdez); estando em curso as primeiras retinas artificiais para tratar os cegos; e o primeiro coração artificial para implante. A partir de 2011 já é possível fabricar órgãos inteiros, sendo o primeiro uma laringe que foi implantada num paciente que nasceu sem laringe. E a nanomedicina, implantada em 2012 e sobre a qual se espera os primeiros resultados em 2020.
Com isso é possível pensar num real aumento na expectativa de vida por volta do ano 2050. A convicção do palestrante é de que alguns de nós viverá por até mil anos.

(Este vídeo foi-me encaminhado pelo dileto amigo Edgardo Amorim Rego, do Rio de Janeiro.)  

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

SEM RABO PRESO

     O blog não tem subordinação com ninguém a respeito das opiniões aqui postadas. Mas existe um segmento do qual sou totalmente escravo voluntário: O segmento daqueles que me dão o privilégio de suas leituras diárias. É por este motivo que evitarei falar de questões políticas, nada obstante, serem elas componentes obrigatórios de qualquer produção textual. Para este fim temos aqui ao lado, em blogues que eu sigo, pelo menos dois deles que tratam exclusivamente da matéria: O Alerta Total e o blog do Ossami Sakamori.
     Sobre a CASSI é esperar pela votação que deve ocorrer em breve (primeira quinzena de setembro). Eu vou votar pela SIM (+) no quesito reajustes; e pelo NÃO (-) na reforma do Estatuto. Resumo da ópera: Se ficar como está proposto, voto pelo NÃO pois (+) com (-) sempre dá menos.
       Na PREVI, enquanto teclava esta postagem, o sininho de alerta de nova postagem nos blogues que eu sigo tocou. Era o Dr. Medeiros dando um "furo" de informação a qual recebeu do próprio Caffarelli, presidente do BB. Leia qual no Blog do Medeiros, aqui ao lado. Medeiros quanto mais velho, melhor. Parece uísque envelhecido em tonéis de carvalho!
      Na política, Lula deverá ampliar sua vantagem nas próximas pesquisas. Creio que ficará entre 40 a 45%, o que lhe renderia vitória já no primeiro turno. Finalmente, vamos ter a volta do crescimento que tivemos de 2002 a 2010. Desculpem desagradar o pessoal da direita (que até dos debates na TV estão correndo). Então que venha Lula com seu belo discurso e que o Brasil volte a crescer!
PAULO ROGÉRIO CAFFARELLI, PRESIDENTE DO BB, NASCIDO EM CORNÉLIO PROCÓPIO, INTERIOR DO PARANÁ, EM 1965, JOVEM DE APENAS 53 ANOS.


quarta-feira, 22 de agosto de 2018

UMA VOZ QUE CLAMA NO DESERTO

    Que ninguém pense que a nossa vida vai melhorar porque não vai. Segure-se quem puder, onde e como puder. Estou muito pessimista para este ano. Quiça melhore para o ano que vem. Se o Lula for presidente, claro.
       Gostaria de uma melhora substancial no limite e principalmente no prazo do empréstimo simples. Gostaria que a PREVI, por livre e espontânea iniciativa, voltasse a nos pagar as doze parcelas do BET restante. Quem de nós não ia gostar? Quem de nós não ia dar pulos de alegria? Mas é pura ficção, nada irá acontecer de bom para nós.
       Na parte ruim, estamos com imensa volatilidade na bolsa, relevantes quedas diárias, devido ao quadro eleitoral. O mercado olha o perigo de uma vitória da esquerda, que na prática seria uma ditadura à moda da Venezuela. Os reflexos na bolsa - e por extensão em nosso fundo que detém boa fatia em renda variável - são catastróficos. A PREVI ganha muito quando a bolsa sobe mas perde muito quando desce. É a eterna gangorra que o nosso Trader Anônimo tanto combate.
        E vamos dizendo as coisas sem que os responsáveis tomem providências. A Valia não parece disposta a revelar seus segredos ou não interessa ao nosso fundo prescrutar...E tudo segue como dantes no quartel de Abrantes. Ops! Quartel lembra exército e exército lembra Bolsonaro! Sem estresse porque logo logo Lula chega nos 100% nas pesquisas. Eta cabra bom tchê!
PESQUISA REGISTRADA NO TRC - TRIBUNAL REGIONAL DA CADEIA. DADOS COLETADOS ATÉ A PRESENTE DATA, SE A ELEIÇÃO FOSSE HOJE. A MARGEM DE ERRO É DE 3 PONTOS PERCENTUAIS PARA MAIS OU PARA MENOS. CONSIDERADOS APENAS OS VOTOS VÁLIDOS.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

VAI RESULTAR EM QUÊ?

Nota de esclarecimento sobre o recurso judicial contra a posse dada pela PREVI à Diretora de Planejamento no dia 15/08/2018.
Em razão do noticiado no site da PREVI, a equipe de advogados encarregada de acompanhar as ações movidas contra as decisões da PREVI informa:

- Foi interposta petição junto ao Judiciário em Brasília e em São Paulo onde correm ações contra as decisões da PREVI em dar posse à Chapa eleita e à Diretora de Planejamento;

- Foi informado aos juízes das respectivas Varas os fatos novos, considerados graves, especialmente a posse dada à Sra Paula Goto, nos termos que foi tornado público;

- Denunciado ao Judiciário a ação da PREVI ao mover a função de AETQ para outra Diretoria, afrontando os normativos e Estatuto da própria PREVI, de forma casuística, para permitir em interpretação própria, a posse da referida diretora. Para se alterar o Estatuto, é necessário além da publicidade um processo regular a ser percorrido;

- Foi novamente reforçado o pedido da petição inicial de:  sustação dos efeitos da posse, impedimento da PREVI em transferir as funções do AETQ (Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado) para outra Diretoria afrontando os normativos e Estatuto, suspensão dos efeitos da posse da Chapa inteira nos termos do Estatuto, cancelamento da eleição por vício insanável nos prazos da posse em 01/06/2018 e realização de novo pleito eleitora em 60 a 90 dias.

É fato que o Judiciário trata o caso da PREVI com muita precaução e prudência, em razão dos efeitos que pode causar no mercado acionário diretamente pelas participações acionárias, indiretamente ao Banco, junto aos órgãos de controle e da possibilidade de uma decisão preliminar ser contestada rapidamente pela PREVI, perante os Tribunais, o que poderia ser levado em conta como medida cautelar precipitada do juiz. 
Sendo esse o cenário visualizado, os juízes pelo menos tomaram decisões imediatas de citar a PREVI, nesta segunda oportunidade, já no dia 16 e 17/08/2018, no sentido de prestar os esclarecimentos e contestar as notícias e pedidos levados pelos advogados ao conhecimento do Judiciário.

(Nota assinada pelo dr. João Mauro, da equipe de advogados que atua no caso.)

NOSSO GRANDE MEDEIROS (MESTRE E AMIGO) COM A ATUAL DIRETORA DE PLANEJAMENTO DA PREVI, PAULA GOTO, QUE PERTENCE AO PREVI FUTURO.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

O QUE MUDA E O QUE PERMANECE NA CASSI




ESCLAREÇA SUAS DÚVIDAS

Sim, os programas de saúde serão continuados.

O valor a ser pago mensalmente pelo beneficiário titular (soma da Contribuição Básica Mensal com a Contribuição Adicional por Dependente) estará limitado a 7,5% sobre o valor total dos proventos gerais ou dos benefícios de aposentadoria ou pensão. Não haverá, como atualmente também não há, abatimento do valor pago a título de pensão alimentícia para definição da base de incidência da contribuição à CASSI.

Sim. Durante a licença o associado continua responsável pela totalidade das contribuições devidas ao Plano, inclusive as do patrocinador, conforme estabelece o art. 13, §3º da proposta do Estatuto (art. 9º, §1º do Estatuto vigente).

A possibilidade de o associado solicitar o cancelamento do Plano permanece. Consta no Artigo 8º, inciso I do Estatuto atual, mantido na proposta do novo Estatuto.

Sim, os exames obrigatórios de saúde do PCMSO continuarão a ser custeados pelo Banco do Brasil na qualidade de empregador e independem da vinculação do empregado do BB à CASSI.

Os ajustes no Estatuto Social da CASSI que estão sendo propostos têm justamente o objetivo de possibilitar que novos funcionários do Banco continuem sendo incluídos no Plano de Associados. Isso porque este plano, atualmente, não atende às exigências da Resolução CGPAR 23, publicada em 26/1/2018, que será observada pelo Banco na condição de patrocinador e contratante do plano junto à CASSI. Então, se a alteração do Estatuto for aprovada pelo Corpo Social, os novos funcionários do Banco poderão ingressar no Plano de Associados. Se a alteração não for aprovada, o Banco poderá não incluir seus novos funcionários nesse Plano.

Os atuais funcionários do Banco que já estão inscritos no Plano de Associados da CASSI têm garantido o direito ao patrocínio do BB de 4,5% sobre o valor do seu benefício de aposentadoria quando se aposentarem pela Previ. No entanto, em razão da Resolução CGPAR 23, o Banco não irá patrocinar o Plano, no período pós-laboral, para aqueles que ingressarem no quadro de funcionários a partir do início de vigência do Estatuto Social proposto. Esses funcionários poderão permanecer no Plano, após a sua aposentadoria, mediante pagamento integral das contribuições.

Nas negociações com o patrocinador, ele apresentou como diretriz para fins de revisão do custeio do Plano que o aumento das suas contribuições não refletisse em aumento do valor de provisão para benefícios no pós-emprego, conforme exigência regulatória (Deliberação CVM 695), pois isso causaria impactos negativos no resultado do Banco e o aumento da provisão junto à CVM acabaria reduzindo o montante do valor destinado à CASSI. Em razão disso, a solução encontrada para estruturar a participação do BB no custeio do Plano de Associados, financeiramente mais favorável à CASSI, foi direcionar o pagamento da nova contribuição do Banco unicamente em relação aos dependentes dos funcionários da ativa.
Na prática, independentemente de como a contribuição for repassada à CASSI, será usada indistintamente para pagar as despesas assistenciais de todos os beneficiários do Plano. Ou seja, os valores recebidos a título de contribuições de um modo geral, do Banco e ou dos associados, referentes ao titular e seus dependentes, compõem as receitas do Plano de Associados usadas para custear o atendimento a todos sem distinção.

Atualmente, não existe regra para solucionar situações de impasse na Diretoria. As decisões continuarão a ser tomadas por maioria de votos. No entanto, com a alteração proposta, em situações excepcionais de empate na tomada da decisão, será estabelecido prazo de 15 dias da data em que o tema foi inicialmente apreciado para que a Diretoria Executiva solucione o impasse. Decorrido esse período, se não houver aprovação ou rejeição da matéria, o presidente terá a prerrogativa de decidir sobre a proposta em apreciação, devendo registrar na ata da reunião as respectivas razões da decisão. Esse mecanismo, que tem o objetivo de aprimorar o processo decisório da Diretoria Executiva, será aplicado apenas para assuntos administrativos e operacionais de gestão. Não será aplicado aos assuntos estratégicos e institucionais da CASSI, que são de competência originária do Conselho Deliberativo e do Corpo Social.

Não haverá mudança no quórum para a tomada de decisões em assuntos de competência do Conselho, que continuará exigindo a maioria do colegiado (mínimo de cinco votos) para a aprovação das matérias.
Para aprimorar o processo decisório, permitindo e valorizando a participação direta dos associados e do patrocinador na gestão da CASSI, está sendo proposta a realização de Consulta ao Corpo Social, com anuência prévia do patrocinador, para deliberar sobre as propostas referentes às matérias abaixo, caso haja empate na votação realizada no Conselho Deliberativo:
1.    Planejamento Estratégico
2.    Alterações no Regulamento do Plano de Associados
3.    Destituição de membros eleitos da Diretoria Executiva e do Conselho Deliberativo
4.    Alteração estatutária
5.    Alterações no modelo de custeio do Plano de Associados
A introdução desse novo instrumento decisório tem o objetivo de evitar a situação atual de não decisão sobre assuntos estratégicos da CASSI, situação essa que pode prejudicar os interesses dos próprios associados.

As alterações na forma de custeio do Plano de Associados e na arquitetura organizacional da CASSI não impactam a assistência à saúde dos associados e seus dependentes, nem a cobertura dos procedimentos médico-hospitalares assegurada pelo Plano.
Além daquelas coberturas previstas no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), serão mantidas as coberturas adicionais oferecidas aos associados, tais como aquisição de aparelhos, objetos médicos e outras previstas do Regulamento do Plano de Associados (RPA).
A mudança no modelo de custeio do Plano de Associados busca recompor o equilíbrio econômico-financeiro da CASSI e a formação de reservas, justamente para garantir a continuidade desses serviços nos padrões atuais.
O novo modelo assistencial irá reforçar ainda mais a atenção integral à saúde, por meio da extensão da Estratégia Saúde da Família a todos os associados e seus dependentes.

Os associados passarão a contribuir com 4% sobre a folha de pagamento mais um valor adicional por dependente cadastrado na CASSI, variável conforme três faixas salariais (quem ganha menos pagará menos do que aqueles que ganham mais).
A contribuição extraordinária e temporária de 1%, constante do Memorando de Entendimentos assinado entre o Banco e as entidades representativas em outubro de 2016 e que começou a ser cobrada a partir de dezembro do mesmo ano após aprovação do Corpo Social, será extinta, uma vez que esse mesmo percentual será incorporado à contribuição ordinária.
A cobrança por dependentes é a alteração mais significativa em relação ao modelo vigente. Veja mais detalhes na resposta à pergunta, a seguir.

A medida visa assegurar a arrecadação de recursos adicionais para o Plano de Associados, já que a soma das contribuições patronal (4,5%) e pessoal (4%) não é suficiente para custear as despesas assistenciais dos associados e de seus dependentes.
Além de ser uma alternativa para aumentar a receita da CASSI, atualmente insuficiente frente às despesas, a cobrança de contribuição em relação a todos os beneficiários dos planos de autogestão, inclusive dos beneficiários dependentes, é uma exigência da Resolução CGPAR 23 em relação ao Banco do Brasil como patrocinador do plano.
Portanto, esse tipo de cobrança por dependente acaba sendo, na prática, uma das condições para que a CASSI possa manter o Plano de Associados aberto a novas adesões de novos associados/empregados do Banco do Brasil. Caso não haja cobrança por dependentes, o Plano estará em desacordo com a Resolução CGPAR 23 e, por esta razão, o Banco não poderá oferecê-lo aos seus novos empregados.

A Resolução 23, publicada pela Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), estabelece as regras para as empresas estatais federais custearem os benefícios de assistência à saúde dos seus empregados, o que impacta diretamente o Banco do Brasil e, por consequência, as receitas do Plano de Associados.
Embora não seja Lei, as Resoluções da CGPAR são recomendações do órgão controlador (União) a determinadas empresas, dentre elas o Banco do Brasil, de modo que devem ser observadas em razão da sua natureza de empresa estatal federal.
Independentemente de quaisquer discussões jurídicas sobre a validade da Resolução CGPAR 23, o fato é que a CASSI não tem qualquer governabilidade ou interferência sobre a decisão do Banco do Brasil de cumprir suas disposições.
Outra questão relevante é que o Plano de Associados só se manterá aberto se a CGPAR 23 for cumprida. Se o Banco não cumprir com a Resolução 23, haverá o agravamento do risco do Plano por falta de renovação da sua população, com o consequente encarecimento para os associados.
Veja as principais determinações da Resolução CGPAR 23:
·         Ajuste, em até quatro anos, da contribuição do patrocinador de forma que não ultrapasse a contribuição dos participantes, estabelecendo a paridade – 50% patronal e 50% dos empregados.
·         Definição de um limite financeiro para a participação das empresas estatais federais no custeio do benefício de assistência à saúde na modalidade autogestão.
·         Obrigatoriedade de contribuição para todos os beneficiários do plano, titulares ou dependentes, de acordo com a faixa etária e/ou renda.
·         Impedimento de o patrocinador contribuir para o plano de saúde dos seus novos empregados, contratados após entrada em vigor da Resolução, no período pós laboral (aposentadoria).

Porque a Resolução CGPAR 23 determina que exista paridade entre as contribuições das empresas estatais federais e a de seus empregados para o benefício saúde.
Há um prazo de 48 meses (até janeiro de 2022) para tais ajustes, que serão feitos gradualmente, caso o novo modelo de custeio seja aprovado. Nos primeiros anos mantém-se praticamente a proporcionalidade atual, chegando-se à paridade de contribuições somente ao final desse prazo.

Não. Mesmo com o pagamento por dependente, haverá um limite de contribuição de 7,5% sobre o salário ou benefício mensal recebido pelo associado, considerando 4% de contribuição pessoal e limite de 3,5% de contribuição por dependentes. Dessa forma, caso a contribuição mensal de determinado associado ultrapasse os 7,5%, será devido à CASSI apenas este percentual a título de contribuição mensal.

Não. As cobranças de coparticipação serão mantidas na forma atualmente previstas. Havia uma intenção de se aumentar seu percentual como medida emergencial para aumentar as receitas da CASSI no curto prazo. No entanto, essa proposta não foi aprovada no Conselho Deliberativo.

Em uma negociação é preciso buscar condições convergentes entre as partes. Neste caso específico, a proposta CASSI levou em consideração premissas que foram estabelecidas pelo patrocinador e outras pela CASSI.
O Banco do Brasil deixou claro que, para seguir nas negociações, precisaria encontrar as formas mais adequadas de aumentar sua parcela de contribuição financeira à Caixa de Assistência respeitando seus limites regulatórios, em especial a Resolução CGPAR 23 e a Deliberação 695 da Comissão de Valores Monetários (CVM 695), de forma que o Plano de Associados continuasse aberto para receber novos associados.
Além disso, também seria imprescindível que os novos valores a serem aportados pelo Banco na CASSI impactassem minimamente as projeções de resultados do patrocinador e, consequentemente, seus indicadores de desempenho e aquilo que foi acordado com seus acionistas (majoritário e minoritários).
Outro ponto colocado como premissa pelo Banco foi a necessidade de se redesenhar os modelos de governança, gestão e operacional da CASSI, de forma que os novos recursos aportados, tanto pelo patrocinador quanto pelos associados, sejam geridos de forma mais eficiente, garantindo maior sustentabilidade da Instituição a longo prazo.
Por parte da CASSI, as premissas observadas foram a busca de maior sustentabilidade financeira, o reestabelecimento de condições para que a Caixa de Assistência volte a evoluir rapidamente, tanto em termos de modelo operacional quanto de tecnologia, e também equilíbrio de esforços entre o patrocinador, os associados e os gestores da CASSI.
Para tanto, foram utilizados como base para as propostas os trabalhos realizados pelas consultorias Accenture e Salutis, ambas especialistas em gestão de sistemas de saúde, sendo que a Salutis também é especializada em projeções atuariais.
Um dos fatores críticos de sucesso na elaboração da proposta foi a participação do quadro funcional da CASSI, cujo corpo técnico desenvolveu o novo modelo de custeio capaz de proporcionar a atenção integral à saúde de todos os associados e dependentes segundo o modelo da Estratégia Saúde da Família.

ARNALDO VOLLET 10 x 0 PAULA GOTO

    Com todo o respeito que Paula Goto merece mas é abissal a diferença de qualificação entre ela e o Arnaldo Vollet, preterido nas últimas eleições. Penso que a PREVI, e por consequência todos nós, perdeu a melhor oportunidade de qualificar seu quadro. Arnaldo era DIPLA AETQ genuíno, 'PO/PC' (puro de origem, puro de cruzamento, como se diz no jargão veterinário). Infelizmente milhares de inocentes inúteis quiseram assim.
     Não sei o que o amigo Medeiros viu na qualificação da nobre Paula que "recomendou" à PREVIC a sua imediata posse. Aliás, o meu querido guru muito desagradou aos membros da AFABB de Joinville e região ao deitar falação contra o samurai Satoru no último encontro em Balneário Camboriú. O que foi isso, companheiro?
       Mas a vida é mesmo assim. Que não sejamos pusilânimes a ponto de irmos de um "chapa dois não pode ganhar de jeito nenhum" a um imerecido intrínseco apoio à postulante da DIPLA da mesma chapa. Mamma mia!!!
      Se Deus quiser alguém da direita deve vencer as eleições presidenciais em outubro. Talvez o segundo turno seja necessário. Se Bolsonaro for o escolhido não haverá mais indicações políticas para cargos nas estatais. Isto é 100% certo. Em nome da honestidade, apesar da mídia viperina ou peçonhenta insistir em lhe enxovalhar por causa da Val do açaí que recebia de seu gabinete R$1.300 por mês. Hipócritas, cínicos ou fariseus! Importam-se com um cisco e não enxergam as traves expostas no mensalão e na Lava a Jato! Mamma mia!
     Não adianta mais chorar pelo leite derramado. Só espero que eleição como a da PREVI jamais se repita. Agora é apanhar nos próximos quatro anos. E as presidenciais? Vão deixar o Haddad continuar o serviço de Lula? Olho vivo, pessoal. Há 25% da população brasileira atreladas ao cabresto.
DO SEU REFÚGIO PRISIONAL, A CABEÇA NÃO ESMAGADA SE PREPARA PARA UM NOVO BOTE. QUE NINGUÉM A SUBESTIME!!! (In Brazil we finally have arrived at the end of the road!)

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

PERMISSIVIDADE EM NOME DA DEMOCRACIA

    Nunca dantes na história da humanidade viu-se tamanha permissividade em nome da democracia. Tudo é politicamente correto desde que seja para inovações que derrubem o tradicional, tendo a família como alvo principal. Há financiamento externo (lembre-se de George Soros) para tornar a América Latina socialista ou comunista. Se a questão do aborto, apenas como exemplo, passasse na votação no Brasil, as ONGs que são favoráveis receberiam mais de 300 milhões de reais. As redes sociais (Facebook e Twitter) estão bloqueando perfis da chamada direita conservadora; para a esquerda vale tudo.
     Em lugar nenhum do mundo um presidiário não ocupa cela de presídio mas uma cela ultra confortável da Polícia Federal. Ademais, um presidiário registrar candidatura a presidente (só no Brasil isso ocorre); e não para por aí. Correligionários (Gleisi Hoffmann e Fernando Haddad) advogados que não exercem a profissão pois são políticos, conseguiram junto à justiça do Paraná "autorização" para trabalharem como advogados do meliante para, desta forma, reunirem-se na "cela" da PF e formar ali o comitê de campanha. Em sua primeira fala, Lula afirma ser um "Tiradentes", um injustiçado, "a alma mais honesta do mundo". Declarou patrimônio de 7,8 milhões de reais ao TSE, lógico, sem constar aquilo que não está (ainda) em seu nome, nem o que está em nome de seus filhos e cuja condição são exclusivamente pelo exercício da presidência. Afinal, com salário de pouco de 30 mil mensais pode alguém sair da pobreza à condição de multimilionário?
       O melhor que este cidadão poderia fazer pela nação era reconhecer a própria culpa e afastar-se, numa espécie de retiro espiritual, a fim de obter a tão almejada salvação de sua alma. Em vez disso se atira pateticamente a artifícios inescrupulosos, condenáveis, e com ranço de vingança posto que já afirmou que, se eleito presidente, humilhará seus "desafetos", Polícia Federal, delegados da operação Lava a Jato e principalmente o juiz Sérgio Moro!
      E para piorar o quadro, no mínimo três juízes da Suprema Corte votam sempre uníssonos contra legítimas condenações. Todos já sabem quem são eles, não é necessário deitar nomes. O nome honroso é do ministro Edson Luiz Facchin que, via de regra, tem sido voto vencido na Segunda Turma do STF.
     Mantenho a esperança de que todos os esquerdistas/comunistas sejam flagrantemente derrotados nesta eleição presidencial. Que este câncer maligno seja extirpado da nossa nação. Para que nunca mais se fale em nomes como Lula, Dilma, Requião, Temer, Gleisi, Haddad, Zé Dirceu, Pimentel (o governador e o senador), Zé Guimarães, Humberto Costa, Linderbergh Faria, aliados do Cabral, Jacques Wagner, Aécio Neves, Romero Jucá e etecetera.
Que nunca mais ninguém seja reeleito! Abaixo a corrupção e a hipocrisia! Que a rede Esgoto seja defenestrada. E que caiam todos os entraves que impedem o Brasil de crescer. O povo brasileiro honesto quer voltar a ter um Brasil nosso, com ofertas de empregos. Hoje um engenheiro formado não encontra trabalho nem mesmo no sul do Brasil onde o desemprego é menor (6,5%). Eu quero ter o nosso glorioso Exército como aliado, nunca como inimigo. Ajudando os governos civis a construir esta nação. Quero ver gente ajudando o país, não roubando o seu povo. Tem muita gente aí com a inscrição CORRUPTO na testa querendo a qualquer preço eleger-se para ficar protegido pelo manto do Estado já aparelhado. É imperioso que isso termine de uma vez por todas. E ao povo ignorante que aprenda a votar. Saiba escolher, sem reeleger ninguém. É hora de todos lutarem, sem medir esforços, para salvar o que ainda pode ser salvo.
GONÇALVES DIAS (1823-1864), O POETA INDIANISTA, ESCREVEU: "A VIDA É COMBATE, QUE OS FRACOS ABATE, QUE OS FORTES, OS BRAVOS, SÓ PODE EXALTAR".