A questão crucial é a privatização do Banco do Brasil. A principal pergunta é se é bom ou ruim. Com certeza, é um assunto muito controverso.
Há os que defendem com unhas e dentes a estatização da economia. Outros preferem a economia de mercado, um pensamento liberal, de livre iniciativa, com a mínima presença do Estado. Na prática é o que ocorre hoje no Brasil. Quem está no governo é cem por cento estatizante. Ao contrário, quem é oposição é igualmente contrário a esta forma de governo. Citam como maus exemplos as diversas empresas estatais de grande valor que foram, como na operação Lava a Jato, saqueadas pela corrupção. Todos lembram dos escândalos nos fundos de pensão de estatais como o Postalis, o Funcef, com prejuízos enormes aos associados.
No contrário, o bom exemplo vem com a privatização da Vale - o Fundo Valia - cujos associados recebem anualmente os superávites existentes. Isto já é suficiente para abraçarmos a causa da privatização do BB. Aliás, a própria PREVI tem plenas condições de comprar o Banco do Brasil (ela já tem participações, bastando completar os 50 + 0,001 por cento exigidos. E se tal acontecer a PREVI é a grande beneficiada, com todos nós associados. Teríamos a gerência do BB e seríamos nós quem decidiríamos a continuidade do apoio financeiro à PREVI e à CASSI.
Seria este o melhor dos mundos para todos nós associados. Na prática, donos do patrocinador (que poderia transformar-se no maior banco cooperativo do país) e donos do maior fundo de pensão da AL. Não custa acreditar, caro leitor e muito querido ELEITOR. Em outubro, este sonho pode tornar-se realidade já em 2027. Avante com esta proposta inovadora e transformadora!