terça-feira, 28 de julho de 2020

PREVI FUTURO SERIA CHAPA DOIS, EM TESE

    Nem gostaria de abordar mais esse tema. Para encerrá-lo digo que o Plano Futuro, chamado Plano II, teria fortes motivos para eleger a chapa 2, uma vez que o candidato a diretor de Seguridade na chapa pertence ao Plano II; justo o contrário da chapa vencedora. Então, alguns comentários na postagem anterior não batem pela lógica. 
     Para corroborar com isso, vem o blog do Vicente do Correio Braziliense dizer que o BB sofreu derrota na PREVI com a vitória da chapa 1. No frigir dos ovos o fator privatização pesou. Neste sentido muitos votos foram carreados à chapa 1 por causa dessa tendência e tendo em vista que a chapa (sindicalista) é contrária à privatização. Pode ser como pode não ser esse o motivo da derrota. Mas eu creio que tem a ver.
      Página virada. Não se pode mais mudar nada. É torcer para que o novo multifunção dê certo no cargo. Com certeza, vai ser o continuísmo da atual administração na Seguridade.

9 comentários:

Aristophanes disse...


É bom, sem exagero e sem paixão, fazer alguma reflexão sobre o resultado dessa votação, na eleição para diversos cargos na Previ.
Acho que ela teve uma componente mais “numérica” do que “ideológica”. Quando fiz simulações, no QUADRO que apensei à postagem anterior(SO NOTICIA BOA-22/07), me convenci de que a Chapa 2 seria perdedora, e por uma grande diferença. Foi o que simulei no CENÁRIO I, e estimei, também, que o General vencedor do certame atenderia pelo nome de ABSTENÇÃO. Obviamente, como adepto da Chapa 2, não iria falar, previamente, de sua derrota...
Com base nos números divulgados, verifica-se que a abstenção no GRUPO DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS, que votavam pelos canais WEB e TAA – e supostamente mais simpáticos à Chapa2 – foi bem superior(52%) à abstenção do GRUPO ATIVOS(38%), que votava pelo SISBB, e se inclinava para a Chapa 1, vencedora.
Outros números expressivos são os de votos nulos e em branco (15.157, ou 7,7% do total), que avaliados junto com a abstenção total de 45,84%, pode significar sentimentos de repulsa, revolta, pouco ânimo e desinteresse pela eleição e pelo seu significado.
Uma coisa é certa: o Plano1, em extinção, está sendo, progressivamente, absorvido, politicamente, pelo Plano Futuro. Há outra pedra no caminho: a possível privatização do Banco do Brasil. Esse é o retrato que vejo. Façam outras interpretações, ao gosto.

Cadé disse...

Concordo com a observação do mestre Aristophanes. Há uma "resistência" entre os aposentados/pensionistas em externar o seu voto, em votar, em participar de campanha. Muitos sequer acompanham as novidades/informações sobre o plano 1. Por oportuno, quando li a tua análise dos cenários, e comparando o resultado. Fica muito difícil "batalhar" por mudanças, diante de uma abstenção de 52%. As mudanças só ocorrem quando os envolvidos externam as suas opiniões, as suas vontades. Rogo ao Criador que Ele continue abençoando todos aqueles que nos informam e registram as novidades do plano. Fiquemos todos sob as benção de Deus.
Cadé

Paulo disse...

Está estranha essa saída do presidente Novaes do Banco do Brasil. Muito estranha.

Ele vinha se manifestando a favor da privatização do banco.

Renuncia ao cargo com palavras dúbias, alegando que quer sair de Brasília por causa do ambiente de corrupção e de compadrio lá existente.

Isso logo depois que a mídia publica a notícia de um escândalo financeiro no banco, uma operação de venda de créditos podres de 2,9 bilhões por 370 milhões para o BTG Pactual, instituição fundada por Paulo Guedes, o Ministro Posto Ipiranga de Bolsonaro.

Não é estranho ? Será que não saiu por causa dessa operação ? Ele não fala sobre essa transação. Paulo Guedes também não fala.

Quando eu fui presidente da Banrisul Financeira, em 1982, recebi uma proposta de compra de créditos podres por parte do banco Econômico da Bahia, em bases similares , dez por cento, e forte pressão governamental para que aceitasse. Fui convidado a ir a Salvador por conta do Econômico analisar a operação. La fui recebido pessoalmente pelo então presidente do Econômico, o Ângelo Calmon de Sá, o mesmo que depois foi presidente do BB. Me cumulou de gentilezas e mordomias. Claro que não aprovei a operação. Ficaram furiosos comigo. Fiz a operação com outro banco por cinco vezes mais do que a oferta do Econômico.

O pior é que entre os candidatos à sucessão de Novaes está sendo noticiado que entre eles está Walter Malieni, que foi presidente do CD da Previ, o que seria desastroso para o banco, em meu entendimento, conforme ficou claro quando de minha saída da Previ.

Lamentavelmente o nosso BB está passando por uma fase difícil neste Governo, pois perdeu sua identidade de banco de fomento e de instrumento para combater a crise econômica que atravessa o nosso país.

Vamos torcer por dias melhores, vamos torcer que Walter Malieni não seja escolhido.

Vamos em frente. Vida que segue.

Retirado do Blog do Medeiros

antonia disse...

Acho que daqui a 5 anos ainda estarei viva pra ver como estará o nosso país.

Renato Sant Ana disse...

Destruído ! Nem fazer arminha vai adiantar...

Blog do Ed disse...

O Dr. Medeiros colocou no seu blog este meu comentário:
Eminentíssimo Dr. Medeiros
Tenho certeza de que cometeu neste texto um engano: Ângelo Calmon de Sã não foi presidente do BB depois de 1982, ele foi presidente do BB em 1974 no Governo Geisel, que o considerava cidadão honesto, competente, responsável, ético, inteligente e operoso. Conheci outro Ângelo, jovem estudante, respeitoso, educado, disciplinado, brilhante e religioso, meu inteligente aluno de Matemática e Física no Curso Científico. Reencontrei-me com Ângelo no Banco do Brasil. Recebi dele um telefonema na tarde do dia em que tomou posse na presidência do BB: "Edgardo, acabo de sentar-me nesta cadeira da Presidência tranquilo, porque sei que você está aí sentado nessa cadeira da Gerência da Carteira de Câmbio." Dialoguei com ele por diversas vezes na Presidência do BB, diálogos de negócios e objetivando os interesses do BB e do País, especificamente o desenvolvimento do BB Internacional e da indústria bélica nacional, agrícola e Embrapa. Conheci-o católico frequentando com a esposa as missas de domingo da Igreja da Ressurreição aqui em Ipanema. Conheci-o banqueiro patrocinando as obras da Irmã Dulce, a santa brasileira. Lamento a notícia que acabo de ler, a de que ele se acha hospitalizado. Quero muito bem ao meu ex-aluno inesquecível.
Edgardo Amorim Rego

Aristophanes disse...

Reproduzo o que comentei, há pouco, no Blog do Medeiros.

"Medeiros, permita-me entrar na conversa.

Acompanho o prezado colega contemporâneo e amigo Edgardo, no seu oportuno e leal depoimento sobre Ângelo Calmon de Sá.
Nosso conhecimento e sólida amizade remontam aos idos de 1964/65. Ele engenheiro, Secretário de Industria e Comércio da Bahia, no governo Luiz Viana. Tratava comigo, diretor do Departamento de Industrialização da antiga SUDENE, dos projetos de seu estado. Construímos uma sólida e correta amizade, passando pelo seus primeiros anos no Econômico e, depois, o reencontro, na minha volta e reintegração ao BB, então como diretor da DINOR, e ele presidente.
Corajoso, ousado e polêmico criou arestas, ao longo de sua trajetória nos governos(Ministro duas vezes, com Geisel e Collor) e nos setores bancário e industrial. Perdeu a parada... pois não lhe faltavam desafetos, visíveis e escondidos, mas não a minha amizade e consideração.
Vitima, há 2 meses, de um quase fatal rompimento de aneurisma, na Aorta abdominal, driblou a morte, aos 86 anos, pela pronta assistência médica, por seu vigor físico e fé religiosa, talvez com interferência da Irmã Dulce, a quem tanto ajudou, na sua meritória obra de caridade."

Felipe Osório da Silveira disse...

Saiu nos tetos de ES.

Ari Zanella disse...


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30/07/2020
Confira os novos tetos de concessão do Empréstimo Simples
Mudanças entrarão em vigor a partir de 3/8 e valerão para novas contratações no Plano 1 e no Previ Futuro

A Diretoria Executiva da Previ aprovou, em 28/7, alterações nos parâmetros do Empréstimo Simples. As medidas passam a valer a partir das 10h do dia 3/8.

Com a revisão, os valores máximos de contratação ficam com os seguintes limites:

- Plano 1 - R$ 175 mil

- Previ Futuro - R$ 75 mil