quinta-feira, 31 de outubro de 2019

MEDICINA EFICIENTE

   As pesquisas de laboratório têm seus pontos altos e baixos. No caso do Mal de Alzheimer, por exemplo negativo, as pesquisas, sempre vultosas, resultaram infrutíferas. Foram bilhões de dólares colocados na lixeira científica.
   Felizmente, em outros campos da ciência o sucesso é sentido em nosso dia a dia. O setor muito bem sucedido quer no lado cirúrgico quer no lado do controle, é o cardiovascular. No meu caso, não tenho lá elevados picos de pressão, nem altos nem baixos. Sem a medicação posso chegar a no máximo 16 (160mmHg*) na sistólica, e a 5 (50mmHg*) na diastólica.
Mas com a medicação de que faço uso com apenas um comprimido diário pela manhã, minha pressão arterial se mantém em 11 X 7 ou 12 X 8.
A associação de dois componentes, cada qual agindo em uma porta: A telmisartana na pressão SISTÓLICA (a mais alta cuja média é 12, considerada ideal.) O besilato de anlodipino na pressão de número mais baixo, cientificamente conhecida como pressão DIASTÓLICA (a mais baixa cuja média ideal é 8). O produto acima, ainda sem similar genérico, tem como agentes a telmisartana (não deixa o 12 subir) e o anlodipino, que não deixa o 8 subir, ou seja, mantendo distanciamento entre as duas de, pelo menos 4 dígitos.)
     A cobaia que registra este fato é este mero redator, que atesta e dá fé pública, do conteúdo dessa postagem.

PS: Medicação prescrita pelo cardiologista Dr. Marcos Bonilha, do INCOR de Joinville-SC.

(*) Medição em mm (milímetros) de Hg (mercúrio)

Um comentário:

aulo motta junior disse...

ES-Mais uma vez A diretoria da Previ se mostrou indiferente aos nossos anseios,ao aumentar o limite de Cr$ 5.ooo,oo no teto do ES.,Não fez nemhuma modificação na margem consignavel,não alterou o limite de idade,o que na certa muitos dos nossos colegas ficarão de fora de tal beneficio,seria a suspensão das parcelas nos meses de dez-jan.e fev.,que com certeza beneficiaria todo o pessoal.