quinta-feira, 18 de abril de 2019

NOTA DE PESAR DA ANAPLAB

     Faleceu hoje no Rio de Janeiro o nosso associado fundador João Torres de Melo, genitor de nossa vice-presidente Administrativa Jane Torres de Melo. A ANAPLAB, com muito pesar, cumpre o doloroso dever de comunicar tão valiosa perda. Porém, "aos olhos do Senhor é muito preciosa a morte de seus santos", conforme diz o Salmo 116.
    À nossa estimada Jane formulamos votos de solidariedade neste momento muito difícil de perda, extensiva aos familiares.

19 comentários:

Blog do Ed disse...

Estimada Jane
È sempre triste a notícia do falecimento de uma pessoa. Seu pai deve tê-la amado, e muito. Você deverá sempre sentir doravante a falta desse amigo incondicional. Lamento profundamente.
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Prezada Jane,
Que a vida de dedicação, esforço, consideração, carinho e afeto recebida de Seu Pai, seja uma constante junto aos que são caros.
Nossos sentidos pêsames e que Nosso Senhor reconfortar a todos os seus parentes e amigos. Seu João cumpriu sua missão - agora já está contempla a eternidade.

Anônimo disse...

Querida Jane,

Rezarei por você e pela alma de seu pai. Que o Senhor justo juiz a conforte.
Um grande e afetuoso abraço.
Celso Bernardes
FORMIGA/MG

Goulart disse...

Meus sentimentos, Jane.

João Rossi Neto disse...

Caro Ari e colegas,

O INPC, POR DEFINIÇÃO EM LEI, É INADEQUADO PARA REPOR A INFLAÇÃO PASSADA PARA OS ASSOCIADOS DA PREVI, ERRONEAMENTE CHAMADO DE REAJUSTE.

A população-objetivo do INPC abrange as famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, residente nas áreas urbanas das regiões de abrangência do SNIPC, as quais são: regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia e Campo Grande.
Levando em conta que o salário mínimo vigente no país é de R$ 998,00, por conclusão matemática, multiplicando este valor por 5 salários, chegaremos ao montante de R$ 4.990,00 que é o limite máximo de abrangência de faixa de renda para a aplicação do INPC.
Segundo informações extraídas das Notas Explicativas, página 101, do Parecer Atuarial do Relatório Anual de 2018, nota 2.1.1, a remuneração média dos aposentados da PREVI é de R$ 10.194,84 e, de igual forma, o benefício médio das pensionistas é de R$ 7.606,30, logo, constatado está, de forma irrevogável e insofismável, que o INPC não é o índice adequado para repor as perdas dos associados da PREVI, conforme legislação em vigor.
Portanto, não é justo, correto e legal, o enquadramento das remunerações pagas pela PREVI aos seus assistidos, porquanto os rendimentos noticiados acima são infinitamente superiores aos parâmetros definidos para o INPC.
Ao trocar o IGP-DI pelo INPC, unilateralmente, a Diretoria Executiva e o Conselho Deliberativo do nosso fundo de pensão agiram ao arrepio da lei, nesse ato administrativo e financeiro equivocado, imoral e irregular e, ainda assim, para nossa surpresa, o órgão fiscalizador externo, PREVIC, comeu mosca e o autorizou. Que fiscalização é essa, meu Deus!
O que causa estranheza e salta aos olhos, é que a par da flagrante irregularidade, o outro fiscalizador interno, o nosso Conselho Fiscal, não tomou as providências cabíveis para corrigir tal insanidade. Aonde vamos parar com essas Fiscalizações de faz de conta, para inglês ver!
A Diretoria Executiva que se diz cumpridora das normas, regras e leis, caber-lhe-á responder: Tem cabimento legal, lógico e racional, encostar grandezas diferentes e díspares entre si, dentro do mesmo balaio?
É possível colocar o valor dos benefícios dos assistidos da PREVI, de R$ 10.194,84, que corresponde a mais de 10 (dez) salários mínimos, dentro do teto de 5 (cinco) salários, definido para a incidência do INPC?
É claro que não e está patente que esse indicador econômico e inflacionário não se ajusta ao caso dos aposentados da PREVI e tampouco ao das pensionistas. Em face disso, compete a Diretoria Executiva estudar urgente uma fórmula para repor os prejuízos massacrantes ora reclamados, os quais achatam ano a ano o nosso poder de compra. Estamos sendo lesados por interpretação absurdamente errada, conveniente e deliberada.

João Rossi Neto disse...

Caro Ari e colegas,

REMUNERAÇÃO MENSAL PAGA AOS FUNCIONÁRIOS E À ADMINISTRAÇÃO DA PREVI.

A poderosa PREVI, sem embargo de ser uma entidade sem fins lucrativos, tem uma política de salarial elevada e corre parelha com a remuneração paga aos altos executivos das maiores empresas privadas do Brasil.
Por exemplo, técnicos da PREVI, vide página 80, Notas Explicativas, do Relatório Anual de 2018, chegam a auferir R$ 36.362,88 mensais, próximo do que ganha um Ministro do STF (R$ 39.300,00), o que resulta em uma média salarial de R$ 14.551,93, muito superior a média recebida pelos aposentados (R$ 10.194,84).
Os Diretores estão ganhando, cada um, R$ 54.358,52, o Presidente da PREVI, R$ 64.138,30, os Conselheiros Deliberativos, R$ 16.034,58 e os do Conselho Fiscal, R$ 12.827,66.
A decantada competência dos técnicos do quadro, muito bem remunerados, deveria abarcar treinamentos superiores e melhor capacitação, com vistas a executar com eficiência todos os serviços da Caixa e evitar a terceirização das aplicações financeiras dos nossos recursos para a BB-DTVM, o que gera altas despesas.

Anônimo disse...

Prezados colegas,

Diz o Dr. Medeiros em seu blog:

"Para o BB guloso a Cassi não mais é um benefício complementar mas sim um ônus que reduz seu lucro e deve ser tratado como mera despesa em vez de investimento".

Tenho o Dr. Medeiros, nesse tema, como Espelho!

Votei Não!

james

Anônimo disse...

Prezado Dr. Rossi, muito bem esclarecido seu post.
Como sugestão - caberia remeter tal questionamento à ANABB, para possível procedimento à que se houver.

Anônimo disse...

Cara Sra. Jane,

Nossos sentimentos.

Ghost Writer e Família

Anônimo disse...

CAROS COLEGAS

À vista do exposto de forma insofismável pelo Sr. João Rossi Neto, questiono:

Não caberia uma ação contra a PREVI para aplicabilidade dos índices corretos para correção dos benefícios, retroativos aos últimos 05 anos?
Por favor gostaria de ouvir ou melhor ler o que os entendidos: Sr. Ary e o próprio comentarista acham!
Um grande abraço

Henrique Augusto disse...

Sra. Jane, meus sentimentos. O conforto de Jesus está contigo.

Henrique Augusto disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

INPC X IGP-DI - Apenas para verificarmos qual dos índices será melhor para nós: Há algum tempo o Sr. ARISTOPHANES publicou neste Blog um excelente texto trazendo a série histórica da evolução desses índices. Parece-me se não estou enganado que o resultado foi que o INPC foi superior ao IGP-DI. Apesar do texto do Sr. Rossi, muito bem elaborado, será que a volta da correção dos benefícios pelo IGP-DI seria mais conveniente para nós?

Anônimo disse...

O correto seria o índice que for maior anualmente, assim como a meta atuarial, já que a Previ é o maior fundo da AL.
A propósito, em seus 115 anos, poderia nos contemplar com um salário de presente nesta Páscoa.

Medeiros disse...

Meus pêsames à Jane pelaperda irreparavel.

ABS

Medeiros

João Rossi Neto disse...

Anônimo das 17:16 hs,

Ocorre que eu não pedi a volta do IGP-DI pelas conhecidas oscilações desfavoráveis, e sim o estudo de uma fórmula suficiente para repor o nosso poder de compra.Em face disso, descarto o IGP-DI.
Aliás, de uma forma geral, parece que todos os indicadores econômicos estão nivelados por baixo,cartelizados e não satisfazem as nossas necessidades.
A propósito, a expectativa do IPCA, índice oficial do Governo sujeito a manipulação, para 2019, é de 3,6%, enquanto que a inflação real gira em torno de 10%, discrepância enorme que nos acarreta perda financeira irrecuperável, em especial no longo prazo.
O ideal seria que a Diretoria Executiva adotasse uma espécie de gatilho de 5% (indexação), por compor a meta atual de rentabilidade, o qual seria disparado toda vez que a inflação fosse inferior a esse patamar e acima dele (5%), aplicar-se-ia o índice cheio e efetivo medido pelo órgão responsável,por exemplo, 5,5%, 6%, 7% e assim por diante.

Aristophanes disse...

Ao anônimo das 17:16 e demais interessados.
Realmente, tratei dessa questão dos índices de correção(sic), numa postagem recente, sob o título MICHELLE MUDOU A CIC, de 3/01/2019. Fica evidente, numa série histórica de 15 anos, que a diferença entre um, ou outro índice, é pouco significativa. Seria de todo razoável que a Previ nos desse um acréscimo real sobre a inflação, como na fórmula antiga do Salário Mínimo que, lamentavelmente o Governo está mudando pra pior. Pessoalmente, acho que já seria uma grande ajuda se a Previ parasse de nos tirar o que nos temos(BET-Contribuição-Tabela Matusalem,etc).
PS. Vindo ao blog, neste espaço de luto, deixo o meu pesar pela morte do genitor da colega Jane.

Lydio disse...

Minha solidariedade à nossa querida Jane, que Jesus receba seu pai em seus braços. Vou colocar o nome dele em minha orações diárias.
Lydio

Lázara Rabelo disse...

Querida amiga Jane,

Meus sinceros sentimentos e que Deus dê a seu pai o descanso eterno.

Lázara