terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

MARGINALIZADOS E SEM IMPORTÂNCIA PARA O FUNDO (EDISON DE BEM)

COLEGA
JOSÉ MAURÍCIO COELHO
Presidente da PREVI.

Abaixo vai anexada a primeira correspondência dirigida ao nobre colega há alguns dias.
Quando resolvi lhe enviar tais ponderações, alguns amigos, já acostumados com o descaso com que somos tratados historicamente, embora não cansem de divulgar aos quatro cantos que a PREVI é nossa, duvidaram dos efeitos da missiva, não seríamos nem lidos, muito menos respondidos na questão abordada.
Ainda crente nas instituições e nossos valores, no respeito que deveriam ter para com o associado e suas reclamações, sempre fui enfático na defesa de que estávamos abrindo caminho, até para possíveis negociações, enfocando o intocável tema REAJUSTE SALARIAL DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS.
Mas o tempo passou e deu razão aos colegas incrédulos, desesperançados e revoltados com o descaso da PREVI E SEUS DIRIGENTES para conosco, até agora nada foi respondido, nenhuma explicação foi dada, como se fôssemos voz única a reclamar da situação, que com o tempo seria esquecida e arquivada. Ocorre que, se ainda não sabem, represento expressiva parcela de nossos aposentados e pensionistas, que me leem e apoiam, desde que fundamos o MOVIMENTO SEMENTE DA UNIÃO e disputamos nossa primeira eleição. Tenho setenta e dois anos, já passei há muito tempo da idade de "moleque", se não me respeitam, para responder, como um simples aposentado, ou alguém que tem ampla penetração junto aos colegas, pelo menos levem em consideração a condição de idoso, e apresentem fórmula capaz de resolver a questão. Alguns colegas e pensionistas não receberam qualquer reajuste efetivo na FOPAG. Dobraram o valor de participação na compra de medicamentos fornecidos pela CASSI, reajustaram o Seguro CAPEC, engolindo o ridículo índice adotado para atualizar nossas aposentadorias. É UMA VERGONHA, Presidente, tem gente passando fome, engrossando filas de financeiras, pagando juros de negativados, para comer, pagar luz, água, impostos e remédios.
Quem, como o senhor, PRESIDENTE, que instalado em luxuoso gabinete, de frente para a praia, no conforto de eficiente ar condicionado central, parece nem querer saber de seus colegas mais humildes, como, por exemplo, grande parte das pensionistas, que sofrem a dor e enfrentam as agruras da perda do poder aquisitivo, para viver como seres humanos. 
ONDE está a leitura de cenário prevista nos ESTATUTOS?
A PREVI já deveria, de há muito, ter detectado os problemas, e mesmo sem aguardar o "grito das ruas", ter tomado a iniciativa e oferecer soluções agora emergenciais e para um futuro muito próximo, as definitivas, mostrando que, SIM, se preocupa com o associado e deseja lhe oferecer atendimento compatível com as exigências atuais.

EDISON DE BEM E Edison De Bem Silva

APOSENTADO PREVI.

José Maurício, de 51 anos, tomou posse no Banco do Brasil em 6/7/1987 e antes da posse na Previ atuava como diretor-presidente da BB Seguridade. O executivo também atuou no Banco do Brasil como vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores, Diretor de Finanças e Diretor de Mercado de Capitais, entre outros cargos. José Maurício é graduado em Ciências Contábeis, possui MBA em Finanças e Mercados de Capitais e especialização em Governança Corporativa. (Foto site da PREVI)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

CARTA AO BB - Por Edison de Bem e Silva


Ao Sr. RUBEM NOVAES,


PRESIDENTE DO BANCO DO BRASIL.



"O BANCO DO BRASIL NÃO É IGUAL AOS OUTROS, PARA SER IGUAL, BASTAM OS OUTROS." A frase atribuída ao brilhante jurista, escritor e político PAULO BROSSARD DE SOUZA PINTO, não se perdeu no tempo, ao contrário, nunca esteve tão atual. Governos anteriores, desde FHC, programaram e anunciaram a privatização do BANCO DO BRASIL e suas subsidiárias. Apostaram com todo empenho possível no desmantelamento e no descrédito do BANCO DO BRASIL junto a população. Tudo para que não houvesse resistência na hora do anúncio de sua privatização. O povo não deixou. Mas se seguiram as ações nefastas, sob o manto de modernização e desculpa de que era indispensável seguir os passos ágeis da concorrência. Aos poucos acabaram com aqueles atrativos diferenciais da nossa Casa. A identificação com os clientes que já sabiam com quem falar, cara a cara, o simpático e eficiente atendimento presencial, foi trocado pelo distanciamento e a impessoalidade do computador e do celular. Não se abraça mais ninguém. Não se conhece mais ninguém. O corpo funcional trabalha pressionado pelo cumprimento de metas e seu atendimento é monitorado por implacáveis cronômetros. Os funcionários estão "assustados", Sr. Presidente, e, ao invés de tentar acalma-los e, com conversas e boas notícias, fazê-los produzir mais, implantaram o terrorismo, até com mais rigor do que na era Collor. Alimentando e oferecendo munição aos sindicatos, TODOS contrários à BOLSONARO. É um desmonte silencioso mas progressivo. Mas ainda temos o que os outros não tem os contratos de empréstimos para a área rural, financiamos a produção, que dá de comer a esse País, ou até exporta algum excedente, enquanto os demais agentes financeiros escolhiam, as vezes, apenas um de seus melhores clientes para aplicar o valor obrigatório determinado pelo BANCO CENTRAL. Nós sempre encaramos o risco operacional desses financiamentos, ELES não. Desde a MOVEC, que era um serviço de atendimento no próprio campo, que o BANCO DO BRASIL demonstrava seu carinho e preocupação em bem servir o produtor rural. Sempre foi um BANCO voltado para a produção e o progresso do País. Os outros não, são entidades puramente comerciais, para ganhar dinheiro. Eis a diferença. O BANCO DO BRASIL sempre foi instrumento de GOVERNO e, infeliz daquele que não o souber utilizar, adequadamente, como tal. Portanto, senhor presidente, RUBEM NOVAES o "buraco é mais embaixo", um Governo que pretende servir ao povo, não pode prescindir dos serviços do BANCO DO BRASIL. O PAIS necessita deste importante Órgão, forte e prestigiado, com todo o seu corpo intacto. Confesso que sinto calafrios, quando leio declarações atribuídas ao senhor, PRESIDENTE RUBEM NOVAES, ou seu chefe, Ministro da Economia, dizendo-se favorável à venda da BBDTVM, eficiente instrumento de captação de recursos, que funciona maravilhosamente bem. Por outro lado confio no seu bom senso, ou no daqueles que aí o colocaram, para aguardar novo direcionamento de estratégia, tão logo tenha maior conhecimento de "onde pisa", e saiba que, com raras exceções, o BB funciona, como relógio, com as suas peças, que se complementam, e a BBDTVM é fundamental nesse complexo. Vender a BBDTVM uma "joia da coroa", é crime Senhor Presidente, veja quantos candidatos a compradores estão por aí, de "boca aberta" para morder esse "fruto". Se fosse "tralha" ninguém se candidataria a comprar. Não vou colocar números, o Senhor certamente já os deve conhecer melhor do que todos nós. O povo brasileiro confiou nesse Governo e o Governo, que segundo Bolsonaro é nosso, lhe entregou a missão de presidir o BANCO DO BRASIL, não de fatiar, enfraquecer e entregar suas melhores partes para a concorrência. O BB não é peso para o Governo, mas frondosa árvore que dá frutos, se regada e cuidada, com carinho desvelo. Dividendos são pagos ano a ano, colaborando com o grande caixa governamental e os serviços de distribuição de financiamentos com verba subsidiada é de responsabilidade do BB. Por isso ele é diferenciado e deve continuar assim. O BANCO DO BRASIL nunca vai ser Itaú ou Bradesco, nem tem porque ser, ELE é diferenciado e assim deve permanecer.



Edison de Bem e Silva

APOSENTADO DA PREVI

 

                          SENHOR  RUBENS  NOVAES ( FOTO JORNAL DO COMMERCIO)

domingo, 24 de fevereiro de 2019

APELO À PREVI - Autor Edison de Bem e Silva

ILMO. SR. DR.

José Maurício Coelho

Presidente da PREVI.

Prezado Senhor,

Sou aposentado do Banco do BRASIL,  com muito orgulho, passei os anos de atividade, dedicando todo esforço para manter a empresa em degrau de superioridade no confronto com a concorrência e conseguir os melhores resultados possíveis. 

Como eu, milhares de colegas aposentados tentam viver dignamente seus últimos dias de vida. Para isso contavam com a PREVI e   cuidaram com atenção de suas poupanças previdenciárias.

Hoje, no entanto, vitimas de manobras frequentes em indices inflacionários, vemos nosso poder de compra diminuir com a velocidade da luz.

A revolta entre aposentados da PREVI, em todo o Brasil, contra o ridículo reajuste aplicado aos vencimentos, se torna ainda mais forte, quando nos damos conta de que nada está sendo feito  por aqueles que detém poder, para, pelo menos, tentar algo, no sentido de minorar as necessidades sentidas pela maioria dos colegas aposentados. As diversas entidades de funcionários e aposentados parece que, também, não estão sendo ouvidas.

É LAMENTÁVEL  este descaso com uma classe inteira,  aposentados estão por aí, implorando novos limites de empréstimos na PREVI ou até pagando mais de 10%, ao mês, para tomar empréstimos em financeiras, com objetivo, simples, de continuar vivendo.

A envelhecida população alvo da PREVI, a cada dia, sente a lépida elevação dos custos para viver, sem perceber qualquer contrapartida de quem deveria zelar pela preservação de seu poder de compra.

Foi constrangedor o dito reajuste e assim parece que deverá se repetir nos próximos anos, se persistirem os “técnicos” recuos inflacionários, que só aparecem no papel, ou para indexar índices, na hora de reajuste de salários de trabalhadores. 

É só entrar em um supermercado para comprovar o que digo. Inexiste baixa em produtos, ao contrário, está  mantido o silencioso, mas sempre presente, "reajuste".

Os nossos já “carcomidos” vencimentos vão continuar sendo desvalorizados, mercê de projetados índices mensais negativos do INPC, que haverão de pesar negativamente ao final do ano, deixando, assim, de cumprir a missão de preservar o poder de compra dos aposentados. 

Não é possível que o Conselho Deliberativo  da PREVI essa PRESIDENCIA e, indiretamente, o próprio  Banco do Brasil, a quem servimos por tantos anos, com dedicação  e carinho, sejam insensíveis  as necessidades do imenso público que depende de suas decisões. 

E o que mais nos deprime são as frequentes declarações de que a PREVI é nossa. Se nem aqueles em quem votamos, que deveriam nos representar, demonstram preocupação com esses problemas, muito menos os indicados pelo BANCO, para quem nem existimos, independem do nosso voto.

MISSÃO, VISÃO, VALORES: FOCO NO ASSOCIADO-EFICIÊNCIA.

Pelo visto o senhor e sua DIRETORIA, sob a tranquilidade de receberem excelentes salários, fortalecidos por gratificações especiais, nem tomam conhecimento do que está ocorrendo na base, com os "ditos donos" da PREVI. Os Estatutos e os compromissos que se explodam. 

ONDE ESTÁ O FOCO NO ASSOCIADO? E a preocupação com os seus colegas de menor renda? Onde a eficiência de sentir as dificuldades, até antes de acontecerem? E os estudos de cenários, já não mostraram tudo isso? Porque não tomar providências? É claro, aposentado não  faz greve, não tem dinheiro, sequer, para ir até a luxuosa Sede da PREVI e protestar.

Ninguém está vendo qualquer movimento no sentido de encontrar soluções, até porque os caminhos a percorrer são um pouco demorados, visto que dependemos do Ministério da Economia, PREVIC - Superintendência Nacional de Previdência Complementar e Banco do Brasil, para poder alterar os parâmetros de reajuste, conseguir abonos emergenciais ou outras soluções alternativas.

O certo é que algo tem de ser feito, e urgente, dependemos da boa vontade dessa PRESIDÊNCIA, CONSELHO DA PREVI, do BANCO DO BRASIL e da celeridade de suas ações para oferecer alternativas a todo esse povo aposentado da PREVI.

Passamos a contar com o auxílio dessa PRESIDÊNCIA para construção de alternativas que venham a minorar a situação de penúria vivida pela classe aposentada da CASA, em conjunto com a DIRETORIA E CONSELHO DELIBERATIVO DA PREVI.

SAUDAÇÕES.                                Pelotas (RS) 13.02.2019.

EDISON DE BEM E SILVA.

APOSENTADO PREVI -

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

NOTHING ELSE MATTERS

          Agora é definitivo. O blog não focará mais assuntos até aqui tratados. Partirei para assuntos escatológicos os quais devem diminuir sensivelmente a audiência até aqui auferida. Mas, como diz o título, nada mais importa.
       Saio como que derrotado da maioria das batalhas travadas. Não tem nenhuma importância para mim. Porém, é de suma ou vital importância estar inscrito no livro da Vida conforme descrito no livro de Apocalipse. (Apo 3:5; 20:15).
          Nestes longos nove anos em que estive no ar muito pouco de produtivo auferi para o reino eterno. Muitas derrotas, diminutas conquistas que, afinal, nada pesam de positivo no campo espiritual. Vamos focar nos evangelhos, palavras de salvação, atendendo ao apelo do grande bandeirante do evangelho. "Ai de mim se eu não evangelizar!" (1Cor9:16)
           Tempo propício para agradecer de todo o coração todos aqueles que diariamente de norte a sul, de leste a oeste deste nosso querido Brasil se dedicaram à leitura de modesto blog. Que Deus lhes pague bondosos amigos!
            Um de meus objetivos maiores é migrar para o youtube, produzir vídeos dos temas abordados aqui; para mais tarde, quando estiver dominando bem a utilização da câmera, permanecer neste sistema de comunicação.
             Esta postagem de transição durará até o dia 28.02, a partir de 01.03.2019 o tema será cambiado para a modalidade espiritual. Que Deus Pai, em sua infinita glória, Deus Filho Jesus Cristo e Deus Espírito Santo possa abençoar todos vocês e seus familiares.


  

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

PEDIDO ESPERANDO CONFIRMAÇÃO

    Aguarda resposta nosso pedido junto à presidência da PREVI. Por ora, deixamo-la em "stand-by" esperando o acionamento da tecla "on". Pode ser que ocorra até o fim do curto mês de fevereiro. Caso não ocorra, precisamos bater em outras portas.

         Sempre observo com atenção as manifestações dos colegas que participam ativamente dos problemas que nos envolvem. Já externei meu pensamento que a PREVI deveria abandonar a ideia de criação de outro plano de aposentadoria. Causa a impressão de que se acham os "experts" da administração previdenciária no Brasil. Acresce-se o fato conhecido que as entidades fechadas de previdência não podem ter fins lucrativos. Iriam isentar, por exemplo, as famosas taxas de carregamento? É uma ideia natimorta, tão desnecessária quanto colocar os investimentos do Plano 1 em risco elevado como a renda variável. Teria sido inspirado no CASSI Família?                                                      

   Outro problema levantado foi a nociva declaração do presidente do BB de que ele seria muito mais rentável se fosse privatizado. É o que dá colocar no comando alguém que não é do ramo, um estranho no ninho.

       O meu amigo Célio está preocupado ou decepcionado com Bolsonaro. Calma Célio. O homem agora que se livrou dos problemas médicos. Quanto ao "affair" Bebiano, Bolsonaro sabe com quem está lidando. Ninguém é insubstituível, está esperando nomeação o amigo Magno Malta que tem livre trânsito no Congresso Nacional. Essas coisas são pontuais e não merecem nossas preocupações. Deixemos para julgar o atual presidente no final de mandato.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

SOLICITAÇÃO ENVIADA NESTA DATA

    Enviei à PREVI, ao senhor presidente José Maurício Coelho, um pedido de agendamento de data para receber os nossos representantes para um encontro amistoso entre a direção do fundo e associados para alguns esclarecimentos e sugestões que se fazem muito necessários.


Ari Zanella
13:16 (Há 9 horas)
para presi, GABIN

Prezado presidente José Maurício,

Solicito muito gentilmente abrir um espaço em sua agenda para qualquer período do dia para um encontro com alguns aposentados os quais serão nominados assim que houver a marcação de parte desta presidência, se possível com a presença dos demais diretores da governança corporativa.

Os assuntos da pauta serão os mesmos já conhecidos, alguns abordados pelo questionário da ANABB em análise nessa Entidade fechada de previdência, porém sem formalidade, isto é, de cunho informal.

Desta forma, contamos com seu pronto atendimento na marcação desta importantíssima (para os associados) reunião elucidativa. Declaramos que nos faremos presentes com todas as despesas arcadas por nós, os mais interessados, competindo a esta presidência tão somente a anuência e a marcação da data que esperamos ser na brevidade possível.

Aguardamos, pois, ansiosamente, por sua aquiescência.

Respeitosamente,

Ari Zanella - matrícula 1.194.650-4
Joinville/SC

      Muitos nos cobram atitudes concretas. Estamos assim procedendo, em pessoa física, já que o objetivo é colocar o associado frente a frente com a direção do fundo, manifestar o nosso ponto de vista, abordar temas cruciais com o ES, BET, investimentos, resoluções e demais temas pertinentes, inclusive CASSI.
Acreditamos piamente que nossa solicitação será atendida posto que não há qualquer razão para que não seja. Simples assim.
          Aguardemos confiantes.


sábado, 9 de fevereiro de 2019

DENÚNCIA NÃO É CONDENAÇÃO

   Estou deixando a postagem anterior em banho-maria devido ser de bom alvitre não se conjecturar no terreno das denúncias. É prudente deixar que a operação evolua no campo judicial sem proceder qualquer juízo de valor. Por tal, transformo o dito em rascunho não tanto pelo conteúdo mas mais pelo comentários que possam ensejar animosidades desnecessárias.
      Em substituição, catei um caso de estupro julgado no Brasil há quase 200 anos quando a família real portuguesa já habitava na terra de santa cruz. O juiz teria sido, para os nossos tempos de internet e redes sociais, "um pouquinho radical". Com toda a certeza o nosso avançado STF dos dias atuais reformaria radicalmente a sentença dada pelo nobre magistrado. Boa leitura em Português arcaico:


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

PODE ENTRAR QUE A CASA É SUA

    Nosso fundo de pensão deveria ser igual à casa de nosso melhor amigo, sempre aberta ao diálogo e pronta para nos receber, ou para discutir temas pertinentes ou simplesmente para tomar um cappuccino.
      Temos todo o direito de nos reunir com o Zé Maurício cujo salário elevadíssimo é pago por nós associados. Coelho no comando, ladeado pelos outros cinco diretores que detêm a chamada governança corporativa. Bastava uma reunião semestral com uns dez representantes de várias regiões do país. Apenas para citação de alguns nomes, o Gilberto (RS), Rossi (GO), Adaí (RJ), Aristophanes (PE), Adiel (BA) e outros que manifestarem interesse. Um encontro para discutir as razões e as contrarrazões sobre o não atendimento de pedidos de elevado interesse dos associados.
      Recordo-me que a "Novembrada" (2013) só foi marcada pela influência e responsabilidade da Leopoldina Corrêa (anda sumida em Leo?) que tinha dentro da PREVI o colega Aldo Alfano (falecido) o qual intermediou o agendamento. Foi o único encontro em que pudemos falar abertamente, olho no olho, com o presidente e demais diretores.
      Pela inércia das principais associações de aposentados, que até o presente pouco fizeram em prol dos aposentados, uma "Comissão de Voluntários" a nos representar seria muito bem-vinda. Mas torna-se imperioso o nosso fundo nos "abrir as portas" para que o intento seja efetivamente concretizado. Com certeza seria mil vezes mais útil aos associados do que a manutenção do inútil Conselho Consultivo, sem nenhuma função prática ao fundo, a não ser gerar gastos desnecessários.
      A PREVI necessita de um choque de gestão, não é de hoje. Menos exposição aos riscos, mais renda fixa (segura), menos ingerência nos investimentos. Enfim, tudo seria debatido nesses encontros com os donos do fundo.
Estamos a bater, abra-nos as portas PREVI.


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

ANABB CUTUCA A PREVI

    Através do ofício ANABB/PRESI 024/2019 DE 30.01.2019 o presidente da ANABB sr. Reinaldo Fujimoto argui ao presidente da PREVI, sr. José Maurício Pereira Coelho, interessantes questionamentos cujos temas são governança, investimentos, teto para estatutário, BET, Capec, longevidade, meta atuarial, déficit e superávit. Referidos temas, por representarem assuntos técnicos e complexos conforme a ANABB, necessitam de posicionamento da PREVI.

    A íntegra do ofício pode ser lida clicando no link abaixo:


      Bastante válida a iniciativa da ANABB, uma vez que é uma associação que congrega mais de 80.000 pessoas do mundo previano, com perguntas muito pertinentes, entre as quais esta:

4) Por que, após a aposentadoria, os aposentados continuam a contribuir para PREVI (verba C800)? Existe algum estudo para que seja retirada essa contribuição pós-aposentadoria?

      O assunto desta pergunta foi recentemente abordado aqui no blog em postagem do amigo João Rossi Neto, lembram-se? Inclusive o Rossi havia sugerido que se entrasse na justiça (através de associação) para barrar tais contribuições que a bem da verdade nada pesam no equilíbrio do fundo.
      Quanto ao teto de aposentadoria, o meu caro amigo Gilberto (meticuloso estudioso de assuntos PREVI/CASSI) recomenda uma teto escalonado, vinculado ao máximo do fundo (sem vinculação com o praticado no BB - não há razão para isso), sendo este teto de presidente de cifra em torno de R$25.000,00. Daí um diretor receberia 80% deste valor e assim por diante. Está aí uma sugestão bem realista e condizente com os serviços prestados.
      Vale a pena conferir as perguntas no link acima e depois conferir as respostas do fundo de pensão. Espera-se não ser aquelas respostas padrões tão conhecidas dos associados.
       Um excelente final de semana aos caros leitores e leitoras!