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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

COMO PENSA O NOVO PRESIDENTE DO BB

Estudos recentes, ao apontarem para a queda dos investimentos privados e para o baixo nível de confiança na governança do país, mostram que, principalmente, os empresários e a classe média estão com seu ânimo em baixa.

Sabemos o que seria o receituário econômico correto para uma mudança de humor. Se, por hipótese, assume um governo efetivamente liberal, favorável a um Estado enxuto, com regras simples e estáveis, respeitador de contratos e direitos de propriedade, tudo se encaixa na direção de maiores investimentos e produção. Contrariamente, quando se estabelece um governo que vê no Estado a solução de todos os males; que recorre pesadamente ao aumento de tributos e ao endividamento para financiar suas despesas; que faz crescer a burocracia e intervenções discricionárias no domínio econômico e que coloca em risco direitos de propriedade, o resultado é o baixo crescimento e a desesperança.

Mas, ocorre que não é só no campo da economia que encontramos obstáculos a uma mudança de ânimo. Deirdre McCloskey mostra em seu último livro, “Bourgeois Dignity: Why economics can’t explain the modern world” (The University of Chicago, 2010), que o reconhecimento das virtudes da burguesia tem tido papel capital no crescimento de países como China e Índia, assim como já tivera relevância destacada na Revolução Industrial inglesa e na disparada do capitalismo no final do século XVIII. Ou seja, fatores culturais, os conceitos que uma sociedade faz sobre a sua burguesia, pesam tanto ou mais que medidas econômicas na indução de inovações e empreendedorismo.

Nossa sociedade renega o mérito de sua elite e cultiva o “pobrismo”
Neste aspecto cultural, definidor de um “clima” onde se insere a nossa “burguesia”, a verdade é que estamos muito mal parados. Nossos governantes veem a empresa privada como algo apenas suportável para pagar impostos e financiar campanhas políticas. As manifestações artísticas, com subsídios públicos, apresentam empresários como espertalhões, exploradores da mão de obra, sonegadores de impostos e enganadores de consumidores. Nossa sociedade renega o mérito de sua elite e cultiva o “pobrismo”. Bandidos são vistos como vítimas e o trabalhador honesto deve sentir-se culpado pelas mazelas sociais existentes. Discursos de autoridades e medidas legais estimulam conflitos entre classes, raças e sexos. Invasões e destruição de propriedades privadas, na cidade e no campo, ocorrem com o beneplácito da Justiça e da polícia. Por fim, constata-se que já há tanta gente dependente de dinheiro público que parece ter sido ultrapassado o point of no return a partir do qual não se contém mais a tendência de expansão do Estado.

É este “clima” geral, reinante no campo das ideias e da cultura, mais que medidas tópicas de política econômica, que está determinando o estado de desânimo da população mais esclarecida. Neste campo, uma reversão de quadro torna-se bem mais difícil, pois será preciso combater décadas de impregnação marxista em corações e mentes de nossa juventude, no exato momento em que uma facção política despudorada vale-se de todos os meios para perpetuar-se no poder. Mas, mãos à obra. Antes tarde do que nunca.


     O artigo acima, intitulado "Mãos à obra" data de 14.05.2014 e foi escrito no sítio do Instituto Millenium. Mostra-nos como pensa em matéria de economia e liberalismo, o novo presidente do Banco do Brasil S.A. Rubens de Freitas Novaes (foto). Apesar de escrito há mais de 4
anos, o artigo reflete o pensamento liberal do novo governo Bolsonaro com foco na iniciativa privada e na classe média capazes de gerar rendas e desenvolvimento, longe da influência de Karl Marx.
     Já é possível ter-se uma ideia de como será sua administração à frente do BB. Com certeza um dos pilares será o combate à ineficiência. Esperamos que o novo dirigente entenda que a PREVI é um fundo de pensão dos ASSOCIADOS, sem fins lucrativos; jamais uma subsidiária do patrocinador. Por conseguinte, deixar o comando da PREVI para os associados administrarem em benefício exclusivo dos aposentados. Podemos esperar uma guinada nesse sentido? Aguardemos.

52 comentários:

PENSIONISTA RECIFE-PE disse...

Bom dia Sr.Ari já se sabe de quanto será nosso aumento em janeiro? Obg!

Genésio - Uberlândia/MG disse...


A Previ quer se livrar da Cassi, que lhe custa $$$, mas não deixa a Previ, pois desde dezembro de 1997, passou a ser seu maior beneficiário, na medida que colhe superávits (reserva especial; suficientes para quitar suas contribuições normais e especiais (grupo pré-67) e ainda sobra dinheiro.

O BB hoje tem uma grana preta na Conta de Utilização da Reserva Especial de Patrocinador (passivo do PB1, ativo do BB), a conta CAPA (passivo do PB1, ativo do BB) tem saldo equivalente à Reserva Matemática a Constituir (Ativo do PB1,passivo do BB).

Daí que o BB tá com o burro na sombra, e não larga o "osso" porque tem fome de $$$$ para engordar ainda mais seus lucros e pagar jcp e
dividendos para seu acionista majoritária, a União Federal, e seus
acionistas.

Grande abraço,

Genésio - Uberlândia/MG. genesiofguimaraes@bol.com.br

Anônimo disse...


Resolução CNPC nº 30, de 10 de outubro de 2018

Dispõe sobre as condições e os procedimentos a serem observados pelas entidades fechadas de previdência complementar na apuração do resultado, na destinação e utilização de superávit e no equacionamento de déficit dos planos de benefícios de caráter previdenciário que administram, bem como estabelece parâmetros técnico-atuariais para estruturação de plano de benefícios, e dá outras providências.

application/pdf Resolução CNPC nº 30, de 10 de outubro de 2018.pdf — 209 KB

João Rossi Neto disse...

Caro Ari, desculpe-me por sair da rota.

Às vezes, por necessidade, cansamos os leitores em textos longos e peço desculpas por isso. Ocorre que determinados assuntos sobre a Previdência Complementar Fechada, do nosso interesse, exigem detalhamentos para facilitar a compreensão.

De qualquer forma, penso que talvez, seja preferível ler um único artigo a ler uma gama interminável de leis e resoluções para tirar conclusões sobre o plano de benefício 1.

Explicar é difícil e confundir é a coisa mais fácil do mundo, do mesmo modo como destruir é mais fácil do que construir. Pela facilidade intrínseca, os mentirosos são mestres na arte de enganar e de confundir para tirar proveito das situações, através do desvio do foco das provas, o que atesta a veracidade da tese.

Quem é professor como, o Ari, sabe do que estou falando, porque vive no seu dia a dia, a difícil arte de explicar. Mesmo para ensinar o básico bê-á-bá, a aula tem que ser planejada, preparada com antecedência, e o entorno dessa preparação naturalmente vai ser mais alongado e demandar tempo, dado que o improviso não é didática aceita, porque nada agrega para o eficiente aprendizado.

Cada pessoa tem o seu tempo e velocidade individual para assimilar as novidades, sejam matérias escolares ou tudo o que lhe for estranho e permeia os segmentos da vida. Umas mais rápidas e outras menos. Equivocadamente, os morosos na captação são chamados de burros, o que não é verdade.

Se tudo fosse mastigado e sintetizado como a fórmula geral da equação do 2º grau,ax2+bx+c=0 (a potência 2 é no x), seria uma maravilha. Matérias complexas carecem de aprofundamento para serem repassadas para leigos. Se tudo for muito resumido, é claro que não vão absorver “niente”.

Sabidamente, a Previdência Complementar, como um todo, pela sua natureza complexa, de leitura árida e extensa legislação, não tem como ser debulhada e comentada, em poucas linhas.

No mundo globalizado, nas redes sociais, facebook, instagram, está sedimentada a comunicação de forma cifrada, por gírias, em linguagem coloquial rudimentar, abreviada, onde niver quer dizer aniversário, vc, qdo, e por aí vai, mas isso tudo para se referir a fatos banais e pueris.

Quando, no entanto, a coisa é séria, que significa o futuro do cidadão, como um concurso para conseguir emprego ou cargo importante, a coisa muda de figura e é preciso conhecimento, capacitação e isso não se consegue sem muito estudo, dedicação e leitura de enormes livros, apostílas, vídeos, etc., as pessoas levam a sério.

Na concorrência acirrada, em busca de um lugar ao sol, não espaço mais para quem queira o mel na chupeta.

As linguagens jornalísticas (os releases) são dados objetivos e sintéticos para mega empresários que dispõem de pouco tempo.

No universo de aposentados do BB, com raras exceções, temos acomodados favoráveis ao suprassumo do resumo e do velho ditado: um ponto e um risco dão para ler Francisco.

Como um Juiz vai decretar uma sentença, em poucas linhas, sem explanar com longa amplitude e detidamente as razões que alicerçaram a sua convicção.

Guardadas as proporções, o que tem que ser bem explicado, sobretudo para leigos, não pode ser resumido, superficial e incompleto, sob pena de quem o faz dessa forma, assumir a condição de péssimo preceptor.

Aristophanes disse...

Muito interessante e oportuno conhecer o pensamento doutrinário do futuro presidente do Banco do Brasil. Espero que a sua correta visão liberal e, em consequência, não estatizante, se acomode, compreensivamente, às peculiaridades de banco público, que justificam a singular posição estratégica do Banco do Brasil, no contexto de uma nova economia liberal. Sou defensor do Estado Mínimo, mas tenho ressalvas, como já externei em artigos transcritos aqui no Blog, sobre o Banco do Brasil. Vamos ver o desenrolar das coisas...
Quanto à Preví – tirando as obrigações legais do Patrocinador, extrapoladas durante a longa prática de uma esdruxula “simbiose”, que culminou com a Resoluçao 26 – um grande avanço seria a independência e término da “sociedade”.

Anônimo disse...

O BB precisa rever seus conceitos visando o aumento dos lucros em seus serviços. Um exemplo que descobri recentemente é a concessão de empréstimo consignado do INSS. A maioria dos Bancos, inclusive os grandes como o Itau, não considera impedimento restrições de dívidas e cadastro SPC/Serasa mesmo que a dívida não paga seja do próprio Banco.Essa prática é totalmente coerente porque o consignado/INSS tem pagamento garantido e dá lucro independente da restrição existente.A restrição não indica nenhum risco ao consignado/INSS mas o BB não libera e deixa de ganhar.

Anônimo disse...

A Previ será administrada mais ou menos assim " dai a Guedes o que é de Guedes "

Anônimo disse...

Ari,

É difícil aceitar, em um país de extrema pobreza e desigualdades, como o Brasil, que onde houver recursos superavitários, como o da Previ, não tenham a mão 'invisível'(Keynes) de um governante, por qualquer medida Provisória ou qualquer outra do gênero, que lapide o seu balanço patrimonial.

Vulgo: Roubalheira institucional elitizada e legal!

Ver histórias de governos FHC, Lula, Dilma!

Com a conivência do BB, Fazenda nacional e Judiciário Federal.

Quem paga e quem sofre a penalidade?

Velhinhos!? Trambiqueiros ou não!

Um abraço de James.



Anônimo disse...

Mestre Ari,

Concordo absolutamente com o anônimo das 14:00 horas. ABSOLUTO. Parabéns.

Ari Zanella disse...

Pensionista (11:47)

Faltam dois meses para compor o índice. Novembro deve ser divulgado nesta sexta-feira, algo em torno dos 0,2%. Dezembro é uma incógnita. Acredito em torno de 4% o aumento em janeiro.

Anônimo disse...

O comando da Previ para os associados. Mas, não se deve desprezar o sobe e desce da Bolsa.Temos experiencias.
A Bolsa tem ajudado os bons resultados da Previ.
Agora, o comando pelos associados vai precisar de uma ajuda. PLP 268.
Conclusão baseada em BRF , INVEPAR , SAUIPE, BOM BRIL, PANAMBY, BIRMANN, PARQUE TEMÁTICO and so forth diriam em Chicago.
O legislador notou. PLP 268.

Anônimo disse...

Bem que a PREVI poderia creditar dia 15/12 nossos salários, a CEF e a FUNCEF se não estou enganado creditam todo natal os salários e os tíquetes!Acredito que não haja nenhum empecilho nisso, além de ser um gesto de generosidade para as festas de fim de ano!

Anônimo disse...

"Bandidos são vistos como vítimas e o trabalhador honesto deve sentir-se culpado pelas mazelas sociais existentes"

Tirado do post a afirmação acima se encaixa nos associados da previ no qual o "trabalhador honesto" somos todos nós associados.

Anônimo disse...

Caro Professor primeiramente que bom que a poeira baixou e continuamos tocando o barco. Quanto ao assunto postado vou ser sincero e sei que vou desagradar a grande maioria MAS não estou realmente nem um pouco preocupado com os destinos da PREVI tendo como regente de seus destinos um governo liberal. Faço a todos a seguinte pergunta: VOCẼS ACHAM QUE DEPOIS DE TUDO QUE OCORREU DESDE 2003 NO PAÍS E NA PREVI (BET RETIRADO, POUPUDOS BÕNUS PARA DIRETORIA MESMO HAVENDO DEFICITS, VOLTA DA CONTRIBUIÇÃO, INSENSIBILIDADE DA DIRETORIA PARA OS ANSEIOS E NECESSIDADES DOS PARTICIPANTES (E EFETIVAMENTE OS DONOS DA MESMA), NÃO CUMPRIMENTO DE TETO SALÁRIAL ETC), AINDA PODE HAVER COISA PIOR. E a CASSI me desculpem não tem mesmo como piorar. Continuo otimista. Pedro.

Genésio - Uberlândia/MG disse...

Prezados Colegas,

Ainda sobre as Contribuições...

As contribuições pessoais dos assistidos (aposentados), bem como as contribuições patronais do BB, são exigidas pelos Estatutos e Regulamentos do nosso PB1 desde a criação da Previ nos moldes atuais, em abril/1967.

Não bastasse isso, a partir da edição da LC 108/2001, seus arts. 6º e 7º dispõem que o patrocinador, os participantes, INCLUSIVE OS ASSISTIDOS, são obrigados a participar do custeio (ar. 6º) e das despesas administrativas do plano (art. 7º).

É verdade que as contribuições pessoais e patronais podem ser reduzidas e até mesmo suprimidas pela utilização da Reserva Especial (LC 109, art. 21, § 1º).

Porém, até o balancete de out/2018, o PB1 apresentou superávit acumulado de R$ 10 bilhões, mas não a ponto de constituir a Reserva de Contingência (até 25%..., depende da "duration") e ainda gerar a tão desejada Reserva Especial para Revisão do Plano.

Além disso, agora no final de 2019, a Previ já disse que deverá reforçar as Reservas Matemáticas e, por conseguinte, a Reserva de Contingência, e etc., tudo isso porque estamos vivendo mais e mais: vem ai uma nova Tábua de Mortalidade, que exigirá reforço nas Reservas Matemáticas do PB1.

Posto o acima, recomento um pouco mais de paciência; não dar o passo maior que a perna (não gastar o que não tem, pagando juros, mesmo que seja no ES); e ter jogo de cintura para curtir a vida da melhor forma possível.

E aguardem um pouco mais para tomar qualquer providência quanto às nossas contribuições, não subestimem a capacidade de interpretar a legislação da Previ ou da Previc, tendo em vista que as contribuições normais dos assistidos estão claramente previstas no regulamento do PB1 e no art. 6º da LC 108/2001.

Além do mais, se neste momento fosse possível a suspensão das contribuições normais ao PB1, o patrocinador BB que é ávido por $$$, já teria exigido a suspensão de suas contribuições patronais por pelo menos três anos.

Nota: leiam a Res. CNPC 30/2018, que substituiu a Res. CGPC 26/2008, e trata da utilização de superávits ou equacionamento de déficits.

Abraço fraternal para todos - Genésio - Uberlândia/MG - genesiofguimaraes@bol.com.br.

Anônimo disse...

Caro Professor desculpe o erro gramatical. É polpudos e não poupudos. Será que o Sr ainda vai me deixar passar de ano depois desta? Pedro.

NIVALDO ELIAS DOS SANTOS disse...

Os encontros de Lula com ex-dirigentes dos fundos de pensão
Em sua delação à Polícia Federal, Antonio Palocci cita também reuniões de Lula com representantes da Previ, Petros e Funcef para que eles investissem na Sete Brasil, relata o Estadão.
O ex-ministro afirmou ter avisado Lula sobre os riscos dos encontros, por não serem “atas de reuniões, mas sim relatos de ilícitos”.
Palocci disse também ter sido procurado pelos representantes desses fundos, que demonstravam preocupação com o projeto.
“Eles pediam para que eu ajudasse a tirar a pressão do Lula e da Dilma [Rousseff] para que eles pudessem ter tempo de avaliar o projeto e fazer [os investimentos] de forma adequada.”
Segundo Palocci, “o presidente reagia muito mal”. “Ele [Lula] falava ‘quem foi eleito fui eu, ou eles cumprem o que eu quero que façam ou eu troco os presidentes’”.
Os aportes de recursos dos fundos de pensão foram fundamentais para a criação da Sete Brasil.
Lula interferiu na Previ, Funcef e Petros, diz Palocci
Em delação premiada à Polícia Federal, Antonio Palocci relatou a atuação de Lula para viabilizar o projeto de nacionalizar a indústria naval e arrecadar recursos para as campanhas do PT, publica o Estadão.
Segundo o ex-ministro, Lula e Dilma Rousseff teriam determinado que ex-dirigentes da Previ, Funcef e da Petros capitalizassem o “projeto sondas”. A operação resultou na criação da Sete Brasil.
Os ex-dirigentes citados na delação são: Sérgio Rosa e Ricardo Flores (Previ), Guilherme Lacerda (Funcef) e Wagner Pinheiro e Luís Carlos Affonso (Petros).
Na última sexta-feira, a Justiça determinou, no âmbito da 56.ª fase da Lava Jato, a prisão de Affonso.“ O Antagonista

como fazer bolo de pote para vender disse...

Muito interessante mesmo!

Anônimo disse...

Colegas,

Examinem as idades do contingente de funcionários e aposentados do Plano 1 e me digam se irão durar até 2060.

Duvido, a não ser que me provem que a medicina moderna não vá deixar mais ninguém morrer.

Aí a grana toda vai ficar com o Governo, então este pode ser o motivo de não proporcionarem aumento condizente com as condições atuais dos aposentados e daqueles que irão se aposentar pelo plano 1.

Plano finito, não entra ninguém.

Devem estar morrendo uns 800 por ano, ou mais.

Em 40 anos deverão ter morrido uns 60 a 80 mil, isto levando em consideração que a medicina avançada irá segurar a barra.

O pior é que os que estão segurando a fortuna toda sequer irão ver o resultado da tresloucada ideia de acumular valores para 2080.

Sei lá, meus neurônios podem estar com principio de Alzheimer e "pense" bobagens, em alucinações, desvairando...

Quem sabe alguém me tira desse transe, dizendo que estou maluco! Que não sei mais entender de nada.

Ironicamente, estaria eu elucubrando?

Respeitosas e Cordiais Saudações

Ghost Writer





Anônimo disse...

Prezados Colegas e Prezado Mestre Ari,

Irei por etapa : Paulo Guedes quer privatizar LOTERIAS da Caixa Econômica Federal. Perfeito. Recentemente um ganhador deixou de procurar seu prêmio : R$ 22.000.000,00. Então, pra quem ficaria ? Para um dos amigos do ciclo de Paulo Guedes. Quantos, mas quantos deixam de procurar prêmios. Valores que montam um absurdo é so olhar o site da CEF. Pergunto se é HONESTA a proposta de PAULO GUEDES. Os valores não procurados hoje vão para o FIES. E proivatizados iriam para os amigos dele. É uma fatia altamente lucrativa muito lucrativa. Ele - PAULO GUEDES - me revolta. Lesou a PREVI em um BILHÃO hoje corrigidos.

Anônimo disse...

Ghost Writer : Tá maluco não, fii ! Ce tá é muito certo.
Por isso é que digo querer minha parte adiantado.
Vão mexer na " tauba ". Mau sinal.
A PREVI disse em nota que ganhou dinheiro com o Paulo Guedes.Tá no site .

Anônimo disse...


O Ghost (21:34) está com muita razão.
Eu também pergunto: para quem ficarão os bilhões do Plano 1 em 2060?

Vejamos, por exemplo, quanto baixou o patrimônio da Previ nos últimos 8 anos, desde 2010. Alguém saberia informar?

Pelo pouco que reduziu o patrimônio do Plano 1 nesse tempo, podemos ver que sobrarão muitos bilhões para o cofre do governo em 2060.

E tem mais: como ficarão os bilhões aplicados em imóveis, shoppings, hotéis, etc., que para transformar em grana levará muuuuiiito tempo.
Para quem ficarão esses imóveis?

Com certeza os assistidos não serão os poucos herdeiros.

Por isso, digo que deveríamos receber imediatamente um bom reajuste nos proventos de aposentadoria.

Anônimo disse...

Sou mais Guedes , vamos de FIP . Essa modalidade pode ajudar a aumentar o resultado da Previ . Vamos colocar mais $ da Previ em FIP

Genésio - Uberlândia/MG disse...

Prezados Ghost Writer e anônimo das 21:58

O PB1 ainda tem mais de 10 mil colegas que nem se aposentaram.

Outro detalhe:
Tem um ditado que diz "pra cavalo velho, capim novo". Pensando nisso, muitos(s) colegas já velhinhos(as), quando ficam viúvos(as) se casam com jovens de 20, 30 anos, de preferência enfermeiras(os). Muitos se casam somente no papel, para deixar a pensão da Previ para seus parentes (sobrinhas, sobrinhos, primas, etc.).
Daí vocês façam as contas: por exemplo,uma jovem que hoje tem 30 anos pode ultrapassar dos 100, lá pelos anos de 2088. Ou não?

Outro detalhe;
A Previ, estatisticamente, sabe quase que exatamente quantos dias viveremos todos nós. Com isso, os atuários que são craques em matemática financeira, estatística, economia, finanças , etc., fazem os cálculos de tal forma que ao bater as botas o último beneficiário as reservas matemáticas do PB1 estarão zeradas! kkk!
Claro que não é exatamente assim, mas bem perto disso.
Um abraço, boa noite pra todos!
Genésio - Uberlândia/MG


Paulo disse...

Mais uma vez, aqueles que são honestos, íntegros, que são cristãos verdadeiros, que se casam apenas uma vez, que são os verdadeiros viúvos e viúvas, pagam pela malandragem e desfaçatez dos injustos e malandros.O problema do Brasil é o brasileiro, sem escrúpulos e moral, que pensa somente para essa vida terrena, não teme prestar contas ao seu Criador.Não há nação ética com povo desonesto.O exemplo do colega Genésio fala por si só.

Anônimo disse...

Caro Genésio - Uberlândia/MG,

Me impressiona a exatidão dos cálculos atuariais, pois os analistas já sabem quantos velhinhos trambiqueiros irão se "casar" com novinhas faceiras.

Até mesmo, sabem quantos Bilhões irão sobrar para elas ficarem umas coroas enxutas e assim poderão desfrutar das riquezas amealhadas pelo casório.

Mais desconfiado que São Thomé foi ficar até lá, IM MEMORIAM, para conferir o pagamento do último centavo às sortudas, ou aos "gatões".

Respeitosas e Cordiais Saudações

Ghost Writer


Anônimo disse...

Paulo, tem aqueles que se aposentaram na antecipada aos 46 anos também. Conheço alguns

Genésio - Uberlândia/MG disse...

Paulo, das 09:38,

"O exemplo do colega Genésio fala por si só".
Viiixe! Meu exemplo é diferente!
Bem casado há muitos anos, e não tenho a menor intenção de procurar "capim novo", nem mesmo um enfermeira nova e charmosa pra cuidar de mim na velhice. kkkk!
Um abraço, Bom dia!

Ari Zanella disse...

11:09

Sei quem és e onde habitas e a quem fizestes esta menção. Como você é frouxo, covarde, gagá e se esconde atrás do manto do anonimato, vou refrescar-lhe a memória pois não me aposentei aos 46 mas aos 44 anos.

Em 27.01.1967, aos 14 anos, ingressei na Drogaria e Farmácia Catarinense com carteira assinada, entregando medicamentos nas casas com uso de bicicleta. Cresci na empresa com muito trabalho e suor, fazia plantões sábados, domingos e feriados na farmácia 24h

Em Junho de 1974 recebi a notícia de que havia passado no concurso do BB e que logo seria chamado. Estava terminando minha graduação em Letras na Univille. Em 23.12.1974 assumi na agência do Banco do Brasil de São Bento do Sul-SC. Vale lembrar que a minha CTPS foi baixada nesse dia pela Drogaria Catarinense e no mesmo dia recebeu o carimbo de entrada no Banco do Brasil. Portanto, não passei nem um segundo sem estar com a carteira assinada.

Em 31.03.1997, com 7 anos, 10 meses e 27 dias na Drogaria Catarinense, mais 22 anos, 3 meses e 8 dias no BB, totalizando 30 anos, 2 meses e 5 dias, aposentei-me no que era permitido pela LEGISLAÇÃO (APOSENTADORIA PROPORCIONAL) com 76% dos proventos que recebia.

Tudo dentro das leis previdenciárias, tanto que o INSS levou somente um dia para emitir minha Carta de Concessão de Benefício. Na PREVI recebi as minhas reservas matemáticas transformadas em Benefício (22/30 avos).

Sou ficha limpa, meu caro, e por mais que você tente me atingir, a realidade o desnuda mostrando a sua face dura do mal. Você sabe que é; eu sei quem tu és; Só peço perdão aos leitores que poderiam estar privados desta explicação.

Em tempo: Ao me aposentar tinha 44 anos, 6 meses e 28 dias de vida. Satisfeito?

Antonio Carlos disse...

Sr. Anônimo,
Eu me aposentei com 46 anos de idade, 31 anos e 6 meses de INSS - sendo 27 anos de BB. Não me sinto culpado ou responsável por qualquer mazela de outras pessoas que administram nosso patrimônio. E, só aposentei porque estava sendo perseguido por um colega da Super, que também alegava que eu era caro para o banco. Tenho a consciência tranquila.
Que Deus te abençoe.

Anônimo disse...

Servidores da Empresa de Planejamento e Logística estão indignados com a farra de gastos no governo, em especial com o passeio do diretor de Gestão da estatal, Maurício Malta, que garantiu viagem de dez dias em Portugal para se despedir do cargo em comissão. Sem indicativo de permanência após o início do governo Bolsonaro, ele ainda levou o auxiliar favorito, André de Jesus, o Gerente de Pessoas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A principal crítica é a participação de servidores comissionados, sem vínculo, em cursos de transparência, compliance e anticorrupção.

O passeio para participar do ‘Advanced Studies Program’ vai nos custar mais de R$30 mil, entre passagens, hospedagem, inscrição e diárias.

Malta fez outras 11 viagens “a serviço” da estatal criada em 2010 para tocar o “trem-bala” e hoje se dedica a elaborar projetos de logística.

A EPL chama o passeio de capacitação e diz haver “compromisso de compartilhamento da experiência” com outros servidores.

Anônimo disse...

Prezados,

Após a posse do futuro governo,a primeira providência do Senhor Paulo Guedes : Leiloar a COMPENSAÇÃO, hoje exclusividade do BANCO DO BRASIL. E aí vai embora !

Paulo disse...

Prezado colega Genésio, em nenhum momento afirmei que a prática de casar com novinhas era sua.O que quis dizer foi que o exemplo citado pelo nobre colega era, de fato, vergonhoso.Nesse ínterim, perdoe-me se passei essa impressão ao colega.Muita paz para ti!Cordialmente, Paulo

Edmilson lopes de sousa disse...

Brasil 06.12.18 17:02
  
O Ministério Público Federal no Distrito Federal acaba de ingressar na Justiça Federal com ação civil pública por improbidade administrativa contra Dilma Roussef, Guido Mantega, Arno Hugo Augustin Filho, Marcus Pereira Aucélio, Luciano Galvão Coutinho e Aldemir Bendine.

Eles são acusados de se valerem dos cargos que ocupavam para “maquiar as estatísticas fiscais com o objetivo de melhorar a percepção da performance governamental e ocultar uma crise fiscal e econômica iminente, comprometendo ainda mais a saúde financeira do Estado”.
Bendine está em todas. E os dirigentes da Previ vão passar batidos ou quáa?

Anônimo disse...

No caso das aposentadorias "precoces", também devemos considerar que muitos dos que se aposentaram em 1995, 1996, 1997... não tinham a intenção de fazê-lo, mas o fizeram por já terem tempo de INSS e Previ, e estavam enfrentando um período difícil no trabalho, pois o banco naqueles anos fechou os Cesec's, reduziu agências e bagunçou total.
É preciso também lembrar que naquele período o BB dispensou milhares de funcionários através de PDV's. Muitos colegas que aderiram ficaram desorientados e gastaram ligeirinho a "fabulosa" grana..
Portanto, a decisão daqueles que ainda eram "jovens" e se aposentaram, foi muito acertada. Assim garantiram uma renda mensal permanente, sem o risco de serem demitidos.
Foi o próprio banco e a Previ que os levaram a se aposentar e a abandonar a ideia de prosseguir naquele que antes era um invejável emprego..

Anônimo disse...

PGR investiga Flávio e Michelle Bolsonaro
Ex-funcionário de filho de Bolsonaro movimentou R$ 1,2 milhão de forma atípica e depositou R$ 24 mil na conta da futura primeira-dama.


Seria problema de primeira dama ? A do Lulla a gente já sabe o que fez. A do futuro Presidente também

Anônimo disse...

Para conhecimento dos frequentadores desse blog, posto matéria publicada no jornal O Globo:
O juiz Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível Federal de São Paulo, concedeu uma liminar (decisão provisória) e suspendeu o acordo entre as empresas Boeing e Embraer.
A decisão é desta quarta-feira (5), e a Advocacia Geral da União (AGU) informou nesta quinta (6) ainda não ter sido notificada.
Em julho, a Boeing e a Embraer assinaram um acordo de intenções para formar uma "joint venture" (nova empresa) na área de aviação comercial, avaliada em US$ 4,75 bilhões.
Entenda por que gigantes da aviação estão se unindo
Nos termos do acordo, a fabricante norte-americana de aeronaves deterá 80% do novo negócio e a Embraer, os 20% restantes.
Acordo com Embraer fortalece Boeing no mercado de aviões menores
A decisão do juiz
Giuzio Neto suspendeu a fusão ao analisar uma ação popular apresentada pelos deputados federais Paulo Pimenta (PT-RS) e Carlos Zaratini (PT-SP).
O juiz suspendeu qualquer efeito concreto de decisão da Embraer que concorde com transferência da parte comercial da empresa a outra empresa.
"Defiro parcialmente a liminar, em sentido provisório e cautelar para suspender qualquer efeito concreto de eventual decisão do conselho da Embraer assentindo com a segregação e transferência da parte comercial da Embraer para a Boeing através de 'Joint Venture' a ser criada", decidiu.
Eleição de Bolsonaro
Segundo o magistrado, a medida também foi necessária em razão da proximidade do recesso do Poder Judiciário e da posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, marcada para 1º de janeiro.
O objetivo, explicou Giuzio Neto, é evitar atos concretos que sejam impossíveis de serem revertidos. Ele não impediu, no entanto, que as empresas continuem a negociar uma fusão.
"Considerando também a proximidade do recesso do Poder Judiciário ao qual se deve somar a posse do novo Presidente da República com as alterações em equipes de governo, ao lado da ampla renovação do Poder Legislativo, o que torna igualmente recomendável evitar que eventuais atos concretos se efetivem neste período criando uma situação fática de difícil ou de impossível reversão através da concretização da "segregação" de parte da Embraer e sua transferência para a Boeing Co por meio de simples decisão do Conselho da primeira, ainda que sem opor qualquer tipo de obstáculo à continuidade das negociações entre as duas empresas", decidiu.
Troca de segredos militaresNa decisão, o magistrado ressaltou ainda ter recebido com
"perplexidade" a informação da Embraer de que "se encontra a caminho da falência". A Embraer argumentou, segundo o juiz, que a potencial operação representa uma "tábua de salvação" para a Embraer.
Mas disse que, na avaliação dele, o risco maior é o acordo gerar troca de segredos militares, o que pode ferir a soberania do país.
"Quanto aos segredos militares não serem transferidos à Boeing, a garantia representada por uma 'comissão paritária' que pode ser limitada a apenas dois membros, um deles indicado pela Boeing e o outro pela Embraer encontra-se distante de representar uma real garantia de preservação de segredos, razão pela qual, por não especialista neste tema, de todo recomendável a oitiva do órgão legitimado para esta questão que, nos termos constitucionais é o Conselho de Defesa Nacional, a fim de realizar análise se a 'garantia' prevista atende aos interesses da segurança do país", afirmou.
Conforme o magistrado, "há, no caso, evidente necessidade de salvaguardas visando a proteção de segredos militares (que não são só da Aeronáutica, mas também do Exército e da Marinha) e sobre as quais o CDN encontra-se, nos termos constitucionais, obrigado a manifestar-se".
O juiz frisou que a Embraer não pode ser considerada como qualquer outra indústria civil, como as de cerveja ou cosméticos.
Filomeno José Linard Costa - Apos. Matr. 3.288.840-6

Anônimo disse...

Caro Ari, permita-me juntar ao seu o meu exemplo.
Também me aposentei aos 48 anos com 22 de Banco e 33 de INSS.
Sabe quem provocou a minha aposentadoria , digamos precoce e esperta , para alguns como o seu admirador que não larga do seu pé ?
O Banco com o fechamento de unidades e o FHC com o PDV e o reajuste zero.
Saí porque se ficasse me ferrava. Não tive plano B. Aposentadoria dentro da Lei.

Anônimo disse...

Professor,
Esqueceu de mencionar que foi eleito na Previ e teve a dignidade de renunciar e o seu blogue virou referência

Anônimo disse...

Ari

Terminei a minha (hoje dita 8ª série) em 1º lugar com aprovação de 9,2 de média, dentro de uma turma que gerou para a sociedade vários médicos, engenheiros etc.
Como minha família era de parcos recursos minha querida falecida MÃE, disse-me: filho não podemos mais pagar daqui para a frente seus custos com estudo como livros, cadernos, materiais e roupas, inobstante ser uma escola pública, então agora você vai ter de arrumar um emprego para continuar seus estudos e trabalhar durante o dia e estudar a noite.
E assim fiz.
Eu tinha 15 anos e 11 meses. Isto levou-me a aposentar pelo INSS com 45 anos e 11 meses, ou seja a exatos 30 anos 0 meses e 0 dias e com 24 anos de Banco, após pressão para sair no PDV de 31/07/95.
(QUANDO CAÍ NO MAIOR ENGODO DA MINHA VIDA)
Então sou mais um colega com aposentadoria precoce, mas merecida e suada que não fosse aquele engodo, poderia ser melhor e depender menos dos empréstimos da Previ.
Abs.

antonia disse...

Prof. TB me aposentei com 46 anos. Na época estava gerenciando uma agência que centralizava 3 cidades menores, com 3 postos de servico. Não tinha tempo nem pra comer, nem hora pra sair. Tentei transferência e não consegui, o jeito foi me aposentar proporcionalmente. Porém, tive sorte, pois o percentual que perdi nessa ocasião foi reposto logo em seguida, com ganho de uma ação pelos associados da Previ de mais de 30% de reajuste salarial, que teria sido negado na época da substituição dos índices de reajustes adotados pela Previ. Acabei sendo beneficiada, pois me aposentei proporcional e na realidade não tive perdas salariais significativas, me formei e continuei trabalhando para completar meus rendimentos.

divany silveira disse...


Mestre Ari,

Acerca do seu desabafo, quero dizer que , se
fosse eu, não daria satisfação a ninguém,pois
sabemos, com a sua dinâmica e dedicação certa-
mente seus lucros seriam maiores continuando
no Banco do Brasil onde teria amplas condições
de sucesso , mesmo porque seu tempo de filia-
ção ao instituto estava registrado.Entretanto,
não arrisco dizer onde seria mais feliz.
.

Antonio Fuzinelli disse...

Pois é seu Ari, neste concurso de quem se aposentou ainda criança, acho que sou campeão (43 anos, 8 meses e alguns dias), dentro da lei. Assim, livre da prisão, fui plantar café e soja, hoje com 65 anos me encontro arrebentado, mas feliz, a liberdade, a convivência com a natureza e não precisar do ES não tem preço.

Anônimo disse...

Inpc com deflacao é demais...

Anônimo disse...

Todo fim de ano fazem "ajeitos" nos indexadores:
INPC NOVEMBRO 2018 (-0,21) EM FUNÇÃO DA DEFLAÇÃO.
ACUMULADO NO ANO: 3,29

Anônimo disse...

https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/12/07/inflacao-novembro-ipca-precos-ibge.htm
"INFLAÇÃO NEGATIVA...???" E não tem manipulação nesses índices...??? Devem achar que o povo brasileiro é totalmente imbecil, idiota...alienado..!!! Seria de rir com uma palhaçada dessas, não fosse uma canalhice que afeta a toda classe trabalhadora e aposentados. Canalhas...!!!

Anônimo disse...

Colegas,

Me aposentei com 31 (TRINTA E UM) anos de BB, meu único empregador em tempo integral, COM UM IMENSO ORGULHO EM TER SIDO FUNCIONÁRIO DA EMPRESA, NA ÉPOCA, A MAIS CONCEITUADA DO BRASIL E DA AMÉRICA LATINA.

INFELIZMENTE HOJE QUANDO VOU A UMA AGENCIA, OUÇO OS CLIENTES FALAREM MAL DA INSTITUIÇÃO.

ATÉ MESMO EM REUNIÕES SOCIAIS, OUÇO DIZER QUE O BANCO NÃO É MAIS AQUELA ENTIDADE ATENCIOSA, DEDICADA À SOCIEDADE.

BANCO DO BRASIL QUE OUTRORA FOMENTOU INTENSAMENTE O PROGRESSO BRASILEIRO, FOI, OU JÁ ERA COMO DIZEM MUITOS CLIENTES.

NOITE DESSAS ESTIVE EM UM ÁGAPE INFORMAL COM EMPRESÁRIOS E ME ENCHI DE TRISTEZA QUANDO COMENTARAM DA INEFICIÊNCIA DO ATUAL BB.

A partir de janeiro de 2019, espero que mude...

Respeitosas e Cordiais Saudações

Ghost Writer

Anônimo disse...

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) apresentou variação de -0,25% em novembro


Como isso diminui o nosso reajuste em janeiro?

Anônimo disse...

Eu também me aposentei cedo, contra a minha vontade, com 46 anos de idade, 26 de Banco.Eu era gerente de expediente quando fizeram uma reunião para informar que o Banco cortaria muitos cargos comissionados e os selecionados em primeiro lugar seriam aqueles que poderiam se aposentar.Dedicação, desempenho e um bom conceito entre os próprios colegas não teriam nenhuma consideração e para não perder renda foi melhor me aposentar. Quem me substituiu em apenas 6 meses deu um golpe no Banco de valor bastante alto coisa que eu jamais faria mas descartaram como se não valesse nada.

Genésio - Uberlândia/MG disse...

Prezado Ghost Writer,

Hoje o Banco do Brasil é um dos maiores agiotas do mundo. Seus lucros são exorbitantes, R$ 10, 12 bi no ano, mas mesmo assim tem a desfaçatez de meter a mão em 50% da reserva especial do PB1, que por mérito contributivo dobrado (vertem contribuições pessoais + patronais), deveria pertencer exclusivamente aos participantes autopatrociados.

Os cerca de 3,6 mil autopatrocinados do PB1 convivem com essa pouca vergonha desde dez/1997: a Previ finge que trabalha certo, a Previc chancela seus atos ilegais, e o todo poderoso Banco do Brasil embolsa 50% da parte dos superávits que deveria ser pago aos autopatrocinados, em razão direta de suas proporções contributivas em dobro.
O grande mal deste país chama-se CORRUPÇÃO!

Grande abraço do autopatrocinado Genésio - Uberlândia/MG.

Genésio - Uberlândia/MG disse...

Prezados Colegas, Especialmente João Rossi Neto,

Conforme havia prometido, li com bastante atenção todo o primoroso trabalho sobre as contribuições dos aposentados de nosso PB1, de nosso guru João Rossi Neto, por quem nutro grande admiração e respeito.

Caro Rossi, já aprendi e continuo aprendendo muito a partir de seus escritos que dizem respeito à previdência complementar fechada, cuja legislação pertinente -- você bem disse -- é pouco conhecida, até mesmo pela maioria dos juízes de plantão, que não raramente sentenciam sem saber/entender de quase nada.

Bem, vou resumir em poucas palavras o que tenho a dizer sobre nossas contribuições ao PB1 da Previ:

Acredito que se o Colega João Rossi Neto tivesse analisado com maior atenção o que determina o art. 6º da LC 108/2001, talvez não tivesse escrito sobre as contribuições dos aposentados do PB1.

Assim, à luz da LC 109/2001, que se aplica de um modo geral às EFPC, mas preferencialmente, e obrigatoriamente, à luz da LC 108/2001, que se aplica à Previ, respeitosamente discordo de todo o trabalho do Colega Rossi a respeito das contribuições dos assistidos do PB1.

Meus Colegas, Meus Amigos, aceito críticas desde que fundamentadas. Se tiver equivocado, tenham certeza que volto atrás, revejo meus conceitos, e agradecerei por ter aprendido um pouquinho mais. E olha, tenho aprendido muito nessa vida...

Um abraço fraternal para todos.

Genésio - Uberlândia/MG - genesiofguimaraes@bol.com.br

Ari Zanella disse...

Sobre ação judicial para o não pagamento das contribuições, nosso advogado fez esta afirmação preliminar:

"Acho muito difícil o não pagamento da contribuição na condição de aposentado, pois o regulamento prevê o pagamento, nos entanto, vamos nos debruçar sobre a matéria pra achar uma saída."