sábado, 14 de julho de 2018

DEBATE NA REDE CONTRIBUI MUITO MAIS

Todos os esforços já estão sendo feitos no sentido de inverter a curva ascendente do déficit estrutural e manter a CASSI sob o nosso comando, sob o controle e de propriedade dos associados. Acredite.
O que se passa hoje é compreensível, culpa do passado, da nossa negligência e credibilidade dada a pessoas sem habilidades técnicas para conduzir os destinos da Caixa de Assistência, etc. Ponto.
Não nos cabe julgar quem quer que seja agora; isto não resolve o problema, usando de pragmatismo.
Precisamos fortalecer as bases, elevar o nível de participação dos associados, cem por cento de transparência, para formarmos opiniões baseadas em fatos e verdades e apoiar a atual diretoria executiva, que efetivamente está empenhada e no firme propósito de recuperar a CASSI pelo meio do uso das melhores práticas de gestão e política de governança corporativa contemporânea.
Para tanto, eles irão precisar de apoio e a força do grupo dos associados, em especial dos aposentados e pensionistas.
Portanto, nos encontremos com a verdade, nos unamos e cobremos ações de restauração financeira já! 
A nossa base informada e unida representa grande poder de argumentação para variados interesses. Se no passado, esta mesma base foi se dispersando ou por vezes “usada” para negociações “infelizes”, reforcemo-la e ofertemo-la como meio para se concretizar bons e proveitosos acordos coletivos.
Importante reconhecermos os erros, tirarmos o foco do próprio umbigo, compreender que os conceitos e paradigmas do passado já não são suficientes para sustentar a CASSI no contexto atual e que ninguém conseguirá reverter a crise financeira, evocando “direito adquiridos”.
Não defendamos aqui, abrir mão deles. Mas, advogo pela compreensão do novo contexto, flexibilizando o mínimo possível, a fim de evitar um prejuízo maior.
O discurso do NÃO a tudo não parece inteligente. Afinal, a quem interessa ver a CASSI se aproximando da falência?
Na minha terra costuma-se dizer: melhor perder no boi, do que perder o boi todo.

Reflitamos.

Bom dia a todos!

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Penso que ninguém aqui está dizendo NÃO a tudo!... 
Todos sabemos que temos que contribuir com mais... 
Mas queremos que o Banco contribua mais e na mesma proporção de sua atual responsabilidade...
O aumento na coparticipação já é um exemplo...
O que me surpreende e assusta é ver mensagem aqui ("o mundo mudou") que remete aos idos tempos do chamado neo liberalismo, tempos do Collor, FHC... Outra frase marcante era "a globalização não é pra todos", ou seja, muitos ficarão de fora...
O receio não é entregar 1 boi... É sim o de ficarmos com os bois mas entregarmos a fazenda que nos permite alimentar esses bois... acho que não adianta termos os bois e não termos condições de usufruirmos deles...

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Caro Colega Paulo , posso até concordar em parte com você, todos nós precisamos da CASSI, até porque não dá pra negar, que o que ela oferece é barato se compararmos ao mercado. Mas nós não somos um plano de mercado. Assim não dá pra abrir mão dos nossos direitos conquistados com muita luta. É smj, os eleitos e o BB não estão sendo leais conosco. Estão escondendo muita coisa sobre as mudanças no estatuto. Assim, enquanto não souber claramente a proposta é como vai ficar. eu defenderei o "não".

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Concordo plenamente com o que a Santina diz sobre a ANABB. Entendo que esse pessoal não deveria ter salários e sim, uma ajuda de custos que não fosse o olho da cara e as despesas garantidas quando da participação em reuniões. Na verdade, ser um conselheiro deve ser um sacerdócio em prol da Associação e associados. Em tempos difíceis temos que apertar o cinto de todos os lados. A coisa não está fácil e do jeito que o nosso Brasil vai, entendo que daqui a uns dias seremos outra Grécia da vida, onde os salários de todos foram cortados em 30% para que o País pudesse receber ajuda de outros países da Europa. Aqui, quem iria nos ajudar? A depender do próximo presidente vamos sofrer muito. Essa discussão da CASSI não tem outra solução se não arrumar uma fórmula de resolver o déficit terrível que hoje existe. Entendo que a solução virá mas vai nos arrochar ainda mais porque vai sair dos nossos bolsos. O problema da CASSI todos sabemos que foi falta de GESTÃO. Agora vamos ter que assumir pra não irmos para a fila do INSS. No final das contas entendo que não existe essa de não concordar com qualquer proposta, pois o Banco sempre mandou e vai ser do jeito que ele quer. Essa é a minha modesta opinião e vocês verão o que vai acontecer. Abraços a todos nós  sofredores.

32 comentários:

SATORU disse...

Bom Dia, Márcia Elizabete, demais Samurais do Grupo MAIS RIO,

Estamos fazendo, como informamos em nosso Programa de Gestão, uma profunda análise da situação da CASSI.

Logo informaremos um conjunto de medidas, que foram adotadas imediatamente, também conforme divulgado em campanha, e que já surtiram efeitos positivos, como a migração e centralização de todos os sites de TI da CASSI no datacenter do Banco, processo iniciado no mês passado, em andamento, com conclusão prevista para o final deste ano, e que estimamos uma economia entre 6 a 8.milhões anuais.

É pouco? Sim, para a escala de desastre em que se encontra a CASSI, com déficit mensal entre $80 a $100.milhões, mas ja é uma boa economia, concordam?

Os ajustes nos processos, sistemas e eliminação de desperdícios serão feitos gradativamente, à medida que concluirmos as análises e formos implementando as soluções.

Haverá, e há, fortes barreiras externas e internas que tudo farão para evitar nosso êxito. Sabemos disso. Não nascemos ontem.

Por isso, é necessário que os Samurais deste, e dos demais Grupos MAIS, assim como em campanha, voltem com toda força, toda energia, para ajudar-nos a superar os opositores que pensam apenas em seu projeto pessoal e ideológico, mesmo que custe-lhes o fim da CASSI.

Estamos num momento crucial, de inflexão de um modelo de gestão que se mostrou ineficiente, responsável pelos prejuízos que causou, para um novo modelo voltado para a resolutividade. O Fim da "Não Decisão".

É preciso reunir todos os nossos esforços para fazer essa transição, que estimamos entre 18 e 24 meses, de uma gestão ideológica e política (de ambas as partes, indicados e eleitos), para uma gestão técnica e profissional.

Neste momento, portanto, sem deixar nossas tarefas de revisão dos processos da CASSI, nosso foco é a aprovação das propostas que irão viabilizar essa mudança.

O foco absoluto está centrado nas duas propostas que integram esse novo modelo de gestão:

Uma nova estrutura organizacional e o novo modelo de custeio para financiamento do Plano Associados, cumprindo com nossas promessas de campanha.

1) O novo modelo estrutural preserva o que há de bom e promove apenas ajustes nas funções das Diretorias, de maneira que se tornem coerentes tecnicamente, sem fragmentações que favoreciam a não decisão.

Preservamos o modelo de paridade sem voto de minerva no Conselho Deliberativo. Ou seja, não há voto de minerva.

( Continua na Parte II )

SATORU disse...

(Continuação Parte I)

Não haverá a criação de mais Diretorias, preservando as atuais quatro Diretorias, dois eleitos e dois indicados.

Haverá a criação de uma Gerência Técnica - SEM AUMENTO DE CUSTOS - para conduzir o grande projeto de TI que já estamos implementando, condição necessária sem a qual a CASSI não sairá do seu atraso tecnológico, e não viabilizará as ações que a tirarão da falência.

Para convencer o Banco a abrir mão de sua exigência quanto ao voto de minerva, concordamos na alternância da presidência do Conselho Deliberativo.

Ou seja, a cada dois anos, o Presidente do CD será alternado entre eleitos e indicados, preservando-se a atual situação.

LEMBRANDO QUE O PRESIDENTE DO CD NÃO TEM VOTO DE MINERVA.

ESPERO QUE OS FOFOQUEIROS MALEDICENTES DE PLANTÃO NÃO ESPALHEM NOVOS BOATOS SOBRE ISSO.

NÃO TEM VOTO DE MINERVA NO CD. PONTO!

2) O novo modelo de custeio do Plano Associados prevê a contribuição por dependente, de acordo com a faixa de renda, ou seja, quem ganha menos, paga menos por seus dependentes, quem ganha mais, paga mais por seus dependentes.

Como se chama esse critério?

O slide a seguir, fotografado no encontro promovido pelas AFABB do Sul, resume a proposta de consenso sobre o custeio do Plano Associados entre a CASSI e o Banco.

O Banco pagará a contribuição de 80% sobre os dependentes do pessoal da ativa, até 2019. Em 2020 e 2021, pagará 75% sobre os dependentes; e a partir de 2020, 70% sobre os dependentes do pessoal da ativa.

Até 2019 o Banco participará com 58% do custeio e os associados com 42%. A partir de 2022, o Banco participará com 57% e os Associados com 43%.

Dirão os MALEDICENTES:

Ah! Você falou 60% e 40%, Satoru. Não cumpriu!

Será um RONIN! Desonrado!

Há várias ações em andamento, dentre elas, como o PCMSO, e outros serviços que a CASSI presta ao pessoal da ativa, cuja remuneração poderá ser aumentada, chegando-se aos 60%, ou mais.

Ah! Mas é uma possibilidade, dirão os MALEDICENTES que se notabilizaram em fazer promessas do mesmo jeitinho que os políticos.

Essa é a diferença entre a gestão técnica e profissional versus gestão ideológica e política.

Faremos a entrega. Se possível maior do que prometemos!

Creio que avançamos bastante nas negociações com o Banco.

Mas não se ganha todas...

O Banco não fará contribuições sobre os dependentes dos aposentados, pois alega, e nós reconhecemos, que esse aumento irá impactar as provisões, conforme prevê a Resolução 695 da CVM.

Caso fossem feitas, isto reduziria a lucratividade e a possibilidade de realizar novos negócios, o que chamaria a atenção dos acionistas, seja do governo, ou dos milhões de acionistas do Brasil e do exterior, que não concordariam com esse aumento nas provisões e redução do funding e da lucratividade.

Em que pese alguns itens que não conseguimos avançar, creio que o conjunto das duas propostas ficaram de bom tamanho para as partes, CASSI, Associados, Banco e todas as entidades que contribuíram para a sua construção.

( Continua na Parte III )

SATORU disse...

( Última Parte )

Por essas razões, o foco absoluto tem sido em aprovar estas duas propostas que irão promover a urgente reformulação no modelo de gestão e o fim do crônico déficit estrutural da CASSI, hoje na casa dos $80 a $100.milhões mensais.

Ou seja, a cada mês que adiarmos a aprovação das propostas, seremos responsáveis pelo acúmulo de $80 a $100.milhões no prejuízo da CASSI.

Logo, a urgência na aprovação dessas propostas, não é do Banco, não é da ANS, não é da CGPAR, não é do Papa, não é do "raio que o parta"; a urgência é da propria CASSI! Ou seja, NOSSA!

A URGENCIA É DE TODOS NÓS, PRINCIPALNENTE DAQUELES QUE MAIS NECESSITAM DOS CUIDADOS DA CASSI.

LEMBRANDO que a CASSI já foi notificada pela ANS em dez/2017, devido à falta de solvência do Plano Associados.

O que motivou o adiantamento de $324.milhões por parte do Banco, em Janeiro deste ano.

Em 25/06, diante do agravamento da situação da CASSI, a ANS cobrou-nos providências para a resolutividade do déficit estrutural e a recomposição da solvência.

Tal cobrança foi feita com base nos dados do primeiro trimestre, fechado em março/2018, quando as reservas líquidas ainda eram positivas.

Até 15/08, a CASSI deverá informar a situação encerrada no segundo trimestre/2018, quando iremos informar que as reservas líquidas ficaram negativas, em cerca de $120.milhões (DRE ainda não fechada), o que, com quase certeza, indicará a intervenção.

Esses são os fatos. Sem terrorismo.

Atribuo a quem tem advogado a intervenção como "algo bom pra" CASSI, o limite da irresponsabilidade.

Pergunto: havendo a intervenção, o interventor designado pela ANS vai tomar quais providências imediatas?

Solução do financiamento do Plano Associados.

E quais propostas ele "empurrará goela abaixo" da CASSI, do Banco e de todos nós Associados?

Há algum registro de plano autogerido que sobreviveu após a intervenção da ANS?

O referido interventor estará a serviço da CASSI e dos Associados, ou defenderá outros interesses?

Conclamo a quem não quer participar de nosso esforço de reconstrução da CASSI a refletir sobre essas questões.

Satoru

SATORU disse...

Nobre Samurai Silvio,

Em resumo: nas intensas negociações com o Banco, a estratégia era garantir os 60% e 40%.

Foi literalmente o exercício do possível, considerando que o Banco estava irredutível em relação ao voto de minerva, que conseguimos derrubar.

Conseguimos manter os 57% e 43%, mas se você reparar, o Banco aceitou pagar 70% sobre os dependentes do pessoal da ativa, ou seja, 10% acima dos 60%.

Esta foi a forma que encontramos dos ativos "subsidiarem" os aposentados em 10%, implicitamente, pois a CVM 695 incide apenas sobre os aposentados.

Teria solução melhor que escapasse da CVM 695 e tivesse a concordância do Banco?

É possível. Não somos arrogantes em afirmar peremptoriamente que essa foi a "única e melhor proposta", mas acho que foi a melhor dentro do cenário de calamidade da CASSI, com a ANS nos calcanhares.

E tem outra, se a CGPAR cair, já temos o compromisso que o presente acordo será imediatamente revisto.

Satoru

SATORU disse...

Nobre Silvio,

Qualquer associado da ativa, ou aposentado não pagará mais do que 7,5% de sua renda, tendo 3, ou 10. dependentes.

Como se chama esse critério?

Satoru

Blog do Ed disse...

Não tem jeito... Sou forçado a aceitar,,, Quem menos tem, tem que pagar com o que não tem... para ajeitar situação calamitosa decorrente de anos de medidas internas e externas que a provocaram...
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Seria interessante a criação de mais níveis de contribuição. Não é justo que os que ganham benefícios medianos/baixos paguem (proporcionalmente) muito mais do que os que têm aposentadorias altas. Que critério é este?

Anônimo disse...

Caros colegas - \dá a impressão que se deseja a qualquer custo se chegar ao equilibrio Não importando se esfola com os menos favorecidos. Poderiam olhar para os pequenos ou exigir menos deles./

Anônimo disse...

Qual a sugestão para aqueles associados que moram em locais onde ninguém mais quer atender pela Cassi? Mudar-se para as "comunidades" das cidades grandes? Esse pessoal tem que pagar consulta particular, encaminhar papelada para a Cassi, a fim de receber uma merreca de volta e, além disso, continuar arcando com os descontos em folha. Por favor!

Paulo disse...

Eu voto não!O Banco contrata mais funcionários a cada ano com baixos salários, ou seja que contribuem com muito pouco e tem dependentes, eu e minha esposa pagamos 1300 reais, religiosamente,e descontados, a culpa do déficit é do banco em sua maioria, que paga salário de fome aos novos entrantes, se concordarmos, o banco com sua cartilha neoliberal, vai nos chamar de ano em ano para falar em déficit, por isso, eu voto não!

Anônimo disse...

Fica evidente, neste "acordo" em torno da Cassi, que estamos divididos (aliás, muito mal divididos). A turma do estatuto enfiado goela abaixo em 1998 vai ter que pagar a conta dos melhor aposentados (daqueles do estatuto de 1967, que fizeram uma força danada para aprovar aquele estatuto, e mais dos que "não têm teto" agora). Haja saco!

Anônimo disse...

- O valor da contribuição será em função do número de dependentes também?

Anônimo disse...

Emérito Professor ZANELLA:


Mesmo tendo a maior consideração e respeito pelos novos administradores da CASSI, fico "transido de horror", quando vejo o Sr. SATORU, em "santa simplicidade", informar que "ninguém pagará mais do que 7,5% de sua renda".

Anônimo disse...

Colegas, a gente vai recebendo informações por todos os lados e todos os dias, e, em função disto, lembrei-me de como as coisas vão andando, acontecendo, até que...
Lá por meados dos anos 90, apareceu notícias que o patrocinador iria quebrar, pois estaria em dificuldades, ai o Fundo emprestou 11.700 Bilhões, é isso? Depois no final dos 2010, foi transferido do Fundo mais 7.500 Bilhões, isto tudo corrigido e mais, digamos 1%, hoje daria o que? 50 Bilhões? Ai a nossa Cassi não ia muito bem e tivemos que aumentar a contribuição, sei lá quando. Mais tarde, agora mais recente tivemos que contribuir com mais 1%. E agora querem começar a cobrar pelo dependentes? É isto. E agora como ficamos?

Anônimo disse...

Que coisa mais maviosa que não passará de 8%

Em janeiro 19, que tá logo ali, uns 3% de reajuste


É muita felicidade

Anônimo disse...

0s futuros 7.5% da Cassi serão cobrados também na contribuição do 13?

Anônimo disse...

O BB está sendo moldado para entrar nos trilhos da privatização, cuja bitola neoliberal não comporta carga social.

Anônimo disse...

Gente,

Que país é esse? Destruição da Petrobras, roubalheira escancarada, 90% de políticos envolvidos em crimes, aparelhamento por sindicalistas incompetentes (até no judiciário), limitação na delação do italiano que pode derrubar tudo é ainda temos que pagar a conta?
Faça-me o favor

Anônimo disse...

Senhores,

O BANCO DO BRASIL erra?

NÃO, são os administradores que ganham verdadeiras fortunas(ESTATUTÁRIOS), e estão pouco ligando, se lixando para os que ganham medianamente ou aquém daquilo que seria o justo para um aposentado do Banco do Brasil, mesmo para os da ativa, hoje pagos com injusto salário.

Retiram, de quando em quando, verdadeiras FORTUNAS DOS FUNCIONÁRIOS E DOS APOSENTADOS/PENSIONISTAS ao seu bel prazer, causando a desgraça dos que não tiveram "a sorte" de serem dirigentes/estatutários.

Os prepostos, que respondem pela entidade mantenedora que deveria PROPORCIONAR A MANTENÇA, mas se transformou em SUGADORA, DÃO A ENTENDER QUE SÃO marionetes DO PODER MAIOR.

Salvo Melhor Juízo, estamos à merce de inescrupulosos, pseudos coleguinhas...

Peço diariamente a Deus, que faça justiça com aqueles que tripudiam sobre os menos aquinhoados.

PAGARÃO, PAGARÃO CARO!

Respeitosas e Cordiais Saudações

Ghost Writer






Anônimo disse...

Quais seriam os que ganham mais? Que valor é esse? Cono vai ser medido?

Anônimo disse...

Com todo respeito por aqueles que têm dependentes temos que ir até a Justiça se preciso for para rever essa questão. Há 49 anos contribuo sem nunca ter tido um único dependente.Não é justo pagar o mesmo que aquele que possui 4, 5 até mais dependentes.

Anônimo disse...

Desculpe o Satoru. Não abro mão da solidariedade. Concordo com o Dr Medeiros. Daqui a pouco estarão cobrando por idade, pelo andar da carruagem. Vamos a luta!!! Nunca vai aceitar outra proposta. O pior é que votei nele. Que arrependimento!!!

marcelino maus disse...

É O GALO LADRÃO ou FIFA MANCOMUNADA COM A NIKE, OU COM O LE COC SPORTIF?

ALGUÉM POR FAVOR INFORME SE JÁ TEMOS AS ESTATÍSTICAS DE LANCES CORRIGIDOS PELO "VAR" CONTRA e a FAVOR da França e demais PAÍSES.

NÃO ME LEMBRO que o VAR tenha decidido UMA VEZ sequer CONTRA a FRANCE, mas sempre a FAVOR.

HOJE, em 15.07, os 2 primeiros gols foram ROUBADOS.

Anônimo disse...

Prezados,
Lembrei de uma história que um amigo me contou. Êle tinha uma fábrica de rodas de magnésio, e lá pelas tantas, o especialista na industrialização das rodas pediu as contas, e então teve que fechar a fábrica porque não encontrou mais alguém que as fabricasse.
Como tinha sobrado alguns pares de rodas, deixou no comércio de um amigo, para quando vendesse o pagaria. Só que passou algum tempo e nada de pagar - ai um dia o proprietário das rodas, foi na loja do referido, para cobrar, já que ele tinha vendido as rodas. Mas o dono da loja disse que não tinha dinheiro, e que então não poderia pagar.
Como o dono das rodas necessitada de peças para o seu veiculo, resolveu, comprar na loja, e pediu para descontar o valor das rodas que lhe estava devendo. O dono da loja disse que não podia fazer este tipo de negócio, porque" UMA COISA ERA UMA COISA E OUTRA COISA É OUTRA COISA"

Ari Zanella disse...

Pouco ou nada fiquei sabendo sobre a reunião de Balneário Camboriú. Apenas sei de longa data que existe dois municípios contíguos que são: Balneário Camboriú da orla marítima, onde está a AABB local (entre a BR 101 e o oceano Atlântico. A outra chama-se CAMBORIÚ que se situa na direção oposta (no caso o OESTE). Corrigindo os outros sinto um estranho "CONSTRANGIMENTO". (Coitadinho do Faraco, Mamma mia!)

Anônimo disse...


No SUS nos teremos 100% de Solidariedade com a totalidade da populacao brasileira.
O Sistema e baseado na crença de que cada um contribui com a possibilidade individual e recebe de acordo com a necessidade individual.

Unknown disse...

Quer dizer que ninguém pagará mais de 7,5% de sua renda. Tá aí a solução pra resolver os déficits da Cassi. Estou com os anônimos de 14/07 18:34,19:04,19:10,19:58,20:11 e outros.Assim é fácil.

Anônimo disse...

Mestre, eu votei na chapa 4, pelo que li no blog do Medeiros, mais uma decepção

Anônimo disse...

Acabei de acessar o blog do Medeiros.
Excelente e esclarecedor o que ele postou.
Chega a admitir culpa por ter apoiado a chapa Samurai .
O diretor ou o conselheiro são eleitos para trabalhar ; são remunerados.
Para por aí.

Blog do Ed disse...

Que estão exigindo uma conta que não posso pagar, que se comprometeram a me pagar até o fim da vida, que seria de excelente qualidade (parece que já retiraram isso do contrato!...), que a política de pessoal do BB foi em boa parte responsável por tudo isso não há como negar!...
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...


SUS tem quase R$ 2 bilhões a receber das operadoras de planos de saúde
Quase R$ 2 bilhões devidos ao Sistema Único de Saúde (SUS) não foram repassados pelas operadoras de planos de saúde ou estão contingenciados devido a ações judiciais impetradas pelas empresas. O valor se refere a atendimentos prestados a beneficiários de saúde suplementar por unidades públicas de saúde. A cobrança é prevista pela Lei 9.656 de 1998, que define que as operadoras devem ressarcir a União sempre que um de seus beneficiários usar o SUS para um serviço que esteja previsto no contrato do plano de saúde. Desse valor, R$ 346,27 milhões estão suspensos devido a decisão judicial. Outros R$ 1,28 bilhão simplesmente não foram pagos pelas operadoras de saúde suplementar e foram inscritos na Dívida Ativa da União. Há ainda cerca de R$ 300 milhões que não foram pagos mas ainda não chegaram a ser inscritos na Dívida Ativa. Os dados são da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que regula os planos de saúde e é a responsável por fazer os cálculos e as cobranças desses ressarcimentos.

Segundo a gerente de Ressarcimento ao SUS da ANS, Fernanda Freire de Araújo, muitas empresas apostaram na judicialização do processo para evitar o pagamento, uma vez que o Supremo Tribunal Federal ainda não tinha decidido se o ressarcimento era constitucional ou não. Apenas em fevereiro deste ano, o STF decidiu que a cobrança é legal e pode ser feita pela ANS. “Até a decisão do STF, a gente ainda tinha uma incerteza, se era constitucional ou não, se as operadoras iam ter razão na invalidade dessa cobrança, então muitas apostavam na judicialização, porque ela judicializa, deposita o dinheiro e segura a discussão”, disse. Segundo a gerente, o dinheiro depositado em juízo não será imediatamente ressarcido ao SUS, porque as ações estão distribuídas em varas da Justiça de todo o País e essa cobrança poderá demorar até dois anos. Além disso, nem todo dinheiro depositado em juízo se refere ao questionamento da constitucionalidade do ressarcimento. Alguns processos questionam, por exemplo, o valor cobrado pela ANS por determinado procedimento médico prestado pelo SUS. A decisão do STF ajudará também, segundo Fernanda, na cobrança do valor que está inscrito na Dívida Ativa. Segundo ela, o ressarcimento é uma forma não só de reaver o dinheiro gasto pelo Estado com o procedimento médico, como também proteger o beneficiário dos planos de saúde.

“O ressarcimento é uma proteção para que a operadora não deixe de constituir a rede dela e não expurgue todo mundo para o SUS. É garantir que o beneficiário tenha seu contrato coberto”, disse. Nem todas as cobranças, no entanto, deixam de ser pagas ou são contestadas na Justiça. Desde 2013, os planos de saúde já ressarciram o SUS em R$ 2,06 bilhões. O dinheiro é repassado pela ANS ao Fundo Nacional de Saúde para ser repartido entre os Estados e prefeituras que prestaram o atendimento ao beneficiário.

fonte: poncheverde.blogspot.com/2018/07/sus-tem-quase-r-2-bilhoes-receber-das.html

anonim0 disse...

Já se passaram mais de 02 meses da posse da nova Diretoria de Previ, e ainda que pese as dificuldades financeiras que nós aposentados estamos passando,principalmente levando-se em consideração,o aumento irrisório que nos foi concedido,apesar de sabermos que a Previ recuperou grande parte do seu prejuízo, até a presente data,não sentimos nemhuma sinalização por parte dessa Diretoria, seja com aumento do teto do emprestimo simples,sena na dilatação do prazo,como fez o banco do brasil,que aumentou oprazo para seus emprestimos no CDC até em 120 meses.,necessitamos urgente que alguma medida seja tomada,em ultimo caso, a suspensão das parcelas do emprestimo por 3 meses.,Ou será que essas Diretoria já entrou no 'comodismo' como as outras.