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segunda-feira, 30 de julho de 2018

POR FAVOR, ME INSCREVAM NA VALIA!!! (MAMMA MIA!!!)

20 fev 2018

Proposta de Distribuição de Superávit do Plano de Benefício Definido (BD)


A Valia comunica a seus aposentados e pensionistas do Plano de Benefício Definido (BD) que sua Diretoria Executiva apresentará a seguinte proposta ao Conselho Deliberativo, que decidirá, em reunião a ocorrer no dia 08/03/2018, dentre outros temas, a respeito da distribuição de superávit deste Plano, neste ano:
• Pagamento de Abono no valor de até 10,8 benefícios líquidos de contribuição a ser feito na folha de pagamento de março de 2018.
• Manutenção do pagamento mensal de superávit equivalente a 25% do benefício líquido de contribuição, enquanto houver recursos no Fundo de Distribuição de Superávit 3.
Esta é uma proposta de expressivo pagamento de Abono, sendo uma das maiores dos últimos anos, que tem como base estudo técnico realizado pela Fundação, utilizando-se como referência o fechamento contábil de 2017 e a projeção de saldo suficiente para suportar o pagamento previsto dos 25% do benefício líquido de contribuição pelo prazo mínimo de 60 meses.
As premissas de sustentabilidade e saúde financeira deste Plano e da distribuição de seu superávit, assim como as regras previstas em seu regulamento estão sendo mantidas e respeitadas nesta proposta e sua viabilidade se mostrou possível graças aos esforços feitos pela Fundação, que alcançou mais uma vez resultados positivos e superiores à meta atuarial em seus investimentos.
Ressaltamos que a decisão sobre o valor e a forma de distribuição é de competência exclusiva do Conselho Deliberativo e que, tão logo seja realizada a reunião em 08/03/2018, a Valia divulgará o teor da decisão tomada e demais informações que se fizerem necessárias.
A Valia continuará mantendo todos os participantes informados a respeito.
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    Gostaria que uma notícia igual a esta fosse dada pelo nosso fundo de pensão: a PREVI. Infelizmente não é dada esta alvissareira notícia. o Fundo Valia BD - Benefício Definido, uma empresa na qual a PREVI tem a maior participação (Cia Vale do Rio Doce). O leitor deve ter constatado que na proposta acima a atual distribuição de superávit (25% do vencimento de todo o felizardo) é mantido. A nova proposta é para distribuir um novo superávit através de um abono de 10,8 salários a cada participante. Gente, é superávit em cima de superávit!!! Será que neste fundo a "conjuntura" não atinge suas aplicações, à semelhança do que ocorre na PREVI? Só um detalhe: No fundo Valia a proporção renda fixa X renda variável  é de 80/20, isto é, 80% aplicado em renda fixa e apenas 20% aplicados  em fundos de renda variável (fundo de ações). Com certeza isso explica tudo. Lá na Valia o pagamento de superávit perdura há mais de 10 anos!
      Os caros colegas podem acompanhar o "Boletim de Desempenho" de Junho/2018 do Plano 1 BD, no site da PREVI, ou simplesmente ser visualizado AQUI onde poderá ler que nos seis primeiros meses de 2018 os 45% da renda variável obtiveram um crescimento de -2,96%, bem longe da necessidade mínima do atuarial. Lógico que falo somente do ganho em renda variável (que fique muito bem acentuado). Na renda fixa o ganho é de 4,44%, em seis meses já alcançando o atuarial. Mamma Mia!!!
       Entra e sai presidente, entram eleitos e saem eleitos, a PREVI segue no piloto automático. O verdadeiro comando não está ali no Mourisco; está na patrocinadora.
NO FUNDO VALIA OS INVESTIMENTOS NÃO SÃO NADA COMPLEXOS.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

DECLARAÇÃO DE VOTO

      Setenta e três dias antes do pleito de sete de outubro já tenho me convencido de qual será o melhor candidato para o nosso querido Brasil. Bem sei que serei muito contestado pois alguns dos meus caros leitores que são, por diversas manifestações anteriores, defensores ferrenhos do nobre molusco, atual ocupante de uma bela suíte na capital paranaense. Quando não é o cara é sua correligionária gaúcha que vai concorrer ao Senado por Minas Gerais. Mesmo afastada já gastou mais de três milhões de reais, desde que deixou a presidência (1,4 milhão só em 2017) com as benesses de ser ex-presidente (O Planalto divulgou que gastou R$62 mil por mês em 2016, apenas com alimentação).
      Estou deveras decepcionado com o governo que ainda perdura, para mim o mesmo eleito em 2014 de forma desastrosa, que pessoas honestas sabiam que não iria acabar bem.                                                                   Tenho sofrido muita perseguição política, a chamada retaliação, mais do Banco do Brasil do que do fundo, embora, é óbvio, pela dominação, se é de um também será do outro. Dirigir uma associação sem fins lucrativos, sem nenhuma remuneração pelo trabalho, ser alvejado pela raiva e pelo ódio de meus algozes é dose para um discípulo de Cristo não botar nenhum defeito! O corte do débito automático de mais de 800 associados foi um tiro de misericórdia numa receita mensal de pouco mais de 24 mil reais! São 12 mil reais a menos na arrecadação, já há quatro meses, sendo nossas despesas maiores advindas do judiciário, que além de moroso, não perdoa um centavo de custas. Depois que armaram aquela de passar tudo para a justiça comum, agora esse bombardeio sobre as finanças da Associação.
      Por isso, estou convicto e esperançoso em Jair Bolsonaro. Com ele certamente não teremos mais indicações políticas no Banco do Brasil, ou ao menos, não tão cruéis como diretores do BB que ocupam ou ocuparam cargos na PREVI. Sem perseguições, por favor, Banco do Brasil.
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Que virada para nosso pais!!!

Bolsonaro realmente é focado nas idéias nacionalistas ....olha só as 17 ideias da equipe BOLSONARO. Suas propostas em seu plano de governo lançado recentemente:

Mudança 1: Exército gerenciando obras públicas com o uso de mão de obra dos presídios;

Mudança 2: Banco Central afinado com o Ministério da Fazenda, mas independente para atuar (sem interferência política); 

Mudança 3: Escola Sem Partido;

Mudança 4: Escola Sem Ideologia de Gênero;

Mudança 5: Educação, Cultura e Esporte no mesmo Ministério trabalhando interligados e de forma complementar comandado por um General especialista em Colégios Militares - Federalização da Educação Média com a Militarização dos Colégios;

Mudança 6: Colocar técnicos nos ministérios, portanto o Ministro da Saúde deverá ser formado na área e assim sucessivamente;

Mudança 7: Redução de 40 pra 15 ministérios e privatização e extinção de estatais;

Mudança 8: Mais Brasil, menos Brasília - Novo pacto federativo onde o $ fique nos municípios e estados e não na União, que atuarão como gestores e não executora de programas;

Mudança 9: Imposto Único - IVA ou pelo menos redução de impostos pra todos os setores produtivos buscando a curva de Lafer;

Mudança 10: Redução da Maioridade Penal com a possibilidade de emancipação do criminoso em casos hediondos ou de reincidência;

Mudança 11: Fim da Audiência de Custódia;

Mudança 12: Investimentos pesados na exploração de minérios e recursos minerais;

Mudança 13: Rediscussão de tratados econômicos, tais como o Mercosul em busca de mais relações econômicas bilaterais;

Mudança 14: Fim do toma lá dá cá - Acordos políticos serão feitos à luz do dia - Transparência na política;

Mudança 15: Fim da política externa voltada para fora e permissiva. A soberania nacional voltará a ser a coisa mais importante para a Presidência da República;

Mudança 16: Criação do Programa Minha Primeira Empresa, aos moldes do Primeiro Emprego, terá foco em incentivar novos empreendedores;

Mudança 17: Revogação do Estatuto do Desarmamento com a aprovação da posse de arma para todos os cidadãos e em alguns casos do porte de arma. Todos terão direito a legítima defesa de si, dos seus e de terceiros, além de poder defender a sua propriedade sem ser responsabilizado pelos acontecimentos decorridos da invasão à sua propriedade, ou seja, poderemos sim nos defender sem represálias!

Se depois destas 17 mudanças você ainda tiver dúvidas em quem votar, sinceramente o problema do Brasil não está em Brasília, mas está em você!

CANDIDATO JAIR MESSIAS BOLSONARO TEM GRANDES CHANCES DE VENCER.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

OUVIDORIA DA PREVIC SE MANIFESTA

   A Previc deu retorno ao trabalho que lhe foi por nós enviado, de autoria do sempre mestre Edgardo Amorim Rego. A resposta veio via Ouvidoria do órgão que, ao que parece, leu todo o texto de autoria do Edgardo, convenceu-se de sua razoabilidade e de que o texto possui a evidência do verdadeiro sentido da lei, e que está enviando-o aos setores competentes da Previc, a fim de que dele tomem conhecimento. Que assim seja, fica a nossa grande expectativa.

De: Ouvidorias@cgu.gov.br <Ouvidorias@cgu.gov.br>
Enviada em: segunda-feira, 16 de julho de 2018 15:10
Para: atendimento@anaplab.com.br
Assunto: [e-Ouv - Sistema de Ouvidorias] Manifestação Respondida no Sistema

Prezado(a) ARI ZANELLA,

Sua manifestação apresentada no sistema e-OUV foi respondida em 16/07/2018, conforme os dados abaixo.


Dados da Manifestação

Protocolo: 36777.005991/2018-11

Órgão ou Entidade: PREVIC – Superintendência Nacional de Previdência Complementar

Cidadão: ARI ZANELLA

Tipo de Manifestação: Solicitação

Prazo para Atendimento: 15/08/2018

Descrição da Manifestação: "...Essa evidência, caro leitor, não é de fato uma revelação estrondosa, verdadeira explosão atômica, em sua mente de tão evidente que é a verdade legal dos artigos 19, 20 e 21 da LC 109/01: "Esses três artigos são os que tratam do destino das reservas, das três reservas, e MANDAM COM ABSOLUTA CERTEZA QUE SEJAM TODAS ELAS GASTAS UNICAMENTE EM PAGAMENTO DE BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS, SENDO QUE A ESPECIFICAÇÃO DA RESERVA ESPECIAL CONSISTE, DE FORMA EXCLUSIVA, EM
RECONTRATAR O PLANO DE BENEFÍCIOS VIA REDUÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES DO PARTICIPANTE E DO PATROCINADOR
EQUITATIVAMENTE OU VIA MELHORIA DOS BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS (APOSENTADORIA E PENSÃO)?!

ELES PROÍBEM TERMINANTEMENTE, ATÉ TEXTUALMENTE, A REVERSÃO DE VALORES AO PATROCINADOR, PORQUE NÃO É UM BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO."


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Resposta

Prezado Ari Zanella,

1. Informamos que sua demanda está sendo encaminhada às áreas competentes para ciência e eventuais providências.

2. Estamos à disposição.

Atenciosamente,

Ouvidoria da Previc


domingo, 22 de julho de 2018

COLEGA LOURIVAL HOMENAGEADO PELA MÚSICA

     Nosso prezado colega e amigo Lourival José do Carmo Rezende está em destaque na  edição de julho da Revista PREVI, na seção "Sala do Participante". Lourival, sócio da ANAPLAB, é exímio saxofonista, possuindo inúmeras apresentações no You Tube. Através deste canal, para assistir a seu vasto repertório musical, basta colocar na caixa de busca a expressão "Lourival do Sax".
    Desde os 14 anos, Rezende aprendeu a tocar clarinete na banda do colégio em sua cidade natal, Aiuruoca, nas Minas Gerais. Atualmente vive na cidade de Varginha-MG onde se apresenta em shows nos círculos citadinos.
    O blog também homenageia o artista, desejando-lhe muito sucesso e plenas felicidades, executando a arte de expressão através da música. Que a sintonia com arte da música traga ao Lourival, cada vez mais, reconhecimento e carinho por parte do nosso grande público de aposentados do BB e sociedade em geral.

Para ler a matéria realizada pela Revista PREVI na edição de julho/2018 clique AQUI.

     Parabéns e muitas felicidades ao colega e amigo Lourival Jose!
  UMA DE SUAS APRESENTAÇÕES NO YOUTUBE: "A FORÇA DO AMOR" DO CONJUNTO ROUPA NOVA.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

SEGURO EM CASO DE MORTE, A CAPEC É MUITO CARA?

    Recebi de um colega  uma correspondência eletrônica na qual faz um comparativo com outro seguro que possui, o seguro de vida da POUPEX que, segundo o nosso amigo, cobre muito mais por muito menos. Eis a carta do caro colega:

Caro colega Zanella,
Estou escrevendo a esse canal porque não
encontrei outro lugar no qual pudesse me dirigir diretamente a você.
O assunto, conforme se vê em tela, é referente
à enorme discrepância de valores, tanto do
prêmio quanto dos capitais segurados, entre o
nosso seguro de vida, no meu caso, o Especial
Executivo, e o da POUPEX (Fundação
Habitacional do Exército), sendo  ambos de
idênticas coberturas.
Veja a mensagem abaixo, enviada à PREVI, para
que explicasse o motivo de tamanha
desproporcionalidade:
Mensagem:
Sou beneficiário de apólice de seguro de vida junto à Fundação Habitacional do
Exército, cujo prêmio, no valor de R$279,33, é descontado em folha de pagamento.
Tal apólice, iniciada nos idos de 1995,
me propicia:
-Invalidez Permanente parcial total por
acidente R$301.712,71
-Morte   R$301.712,71
Inclusão automática de cônjuge
-morte - R$150.856,36.
Apólice de mesma cobertura junto à
PREVI, pela qual pago R$549,38, portanto,
R$270,00 a mais do que pago junto à Poupex, me dá um capital segurado de
R$105.000,00 a menos.
De outro lado, já contribuo pelo
pecúlio da Previ há 43 anos, enquanto que
à Poupex somente 23 anos.
Qual o motivo dessa enorme
discrepância? Não deveria ser exatamente
o contrário?
Se precisarem mais explicações é só me
dizer, inclusive remessa da apólice da
Poupex.
Obrigado.
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Resposta da PREVI

Senhor  Segurado,

Em atenção à sua solicitação, prestamos os 
seguintes esclarecemos: 1. A Carteira de Pecúlios (CAPEC) é
administrada pela Caixa de Previdência dos
Funcionários do Banco do Brasil - PREVI, e
executa sistema de Pecúlios na forma e
condições fixadas no Regulamento, tendo como
objetivo promover o bem-estar de seus
participantes e dos beneficiários por eles
indicados, por meio da concessão de benefício
de pagamento único (pecúlio); 2.Os valores dos Pecúlios são apurados de
acordo com as regras estabelecidas no
Regulamento, artigo 30, que dispõe:
"Os valores dos Pecúlios serão reajustados
anualmente, em percentual não inferior à
variação do INPC - Índice Nacional de
Preços ao Consumidor, do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística,
verificada entre a data da última alteração
de valores e a data da nova avaliação
atuarial."; 3.Os valores das contribuições são apurados
com base em estudo técnico-atuarial cujo
objetivo é manter o equilíbrio da CAPEC,
ponderando-se, dentre diversos fatores,
o risco de cada faixa etária, a preservação
do princípio da solidariedade entre os
participantes e entre as faixas etárias
e a atratividade dos Pecúlios; 4.Salientamos que, trimestralmente,
é realizada uma avaliação comparativa
dos valores de Pecúlio e de contribuição
com os principais concorrentes do mercado
e tem sido verificado que a CAPEC possui
preços mais atrativos. Colocamo-nos à disposição para quaisquer outros esclarecimentos pelos seguintes canais de atendimento personalizado: - Site: www.previ.com.br; seção Fale Conosco; - Central de Atendimento: 0800-729-0505,
de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
Gerência de Atendimento PREVI
A PREVI REALIZA COMPARATIVOS TRIMESTRALMENTE DO SEGURO DA
CAPEC.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

PAU QUE BATE EM CHICO, BATE EM FRANCISCO

    Meu caro amigo Rafael Antônio Campagnoli, sempre muito atento aos detalhes, me envia preciosa interpretação sobre o acerto de 100% na contestação feita pelo caminho certo via OAB-DF.
     Diz o Rafael em sua mensagem eletrônica: "Além da notícia alvissareira em si, gostaria de enfatizar os fundamentos da decisão (da ministra Carmen Lúcia sobre a decisão da ANS) quanto à correta escolha de uma ação judicial para suspender um Resolução. Ou seja, a OAB Nacional utilizou-se de uma ADPF ( Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, no caso as leis e a própria CF). Os excelentes argumentos que foram usados pela ministra para fulminar com "Resolução Normativa nº 433 da ANS) valem para qualquer RESOLUÇÃO, inclusive aquela malfadada CGPC 26 que logo deverá aportar no STF.
       Leia a íntegra da decisão da Ministra Carmen Lúcia clicando AQUI.

             Assim, o mesmo antídoto ora proclamado monocraticamente pela Ministra Carmen Lúcia, valerá da mesma forma para outros casos semelhantes e afins, mormente a frágil Resolução 26 que até o Faraó Ramsés VIII já via sepultada. Nasceu somente para subtrair os aposentados na distribuição do superávit em 2010.
        Nunca é demais lembrar que a Resolução 26 foi criada no governo do hoje presidiário Lula, aprovada por órgãos nas mãos de petistas (como José Barroso Pimentel, Paulo Bernardo, Nelson Barbosa...) que assaltaram os aposentados da PREVI, feita exclusivamente para nos roubar.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

BOLA DENTRO, MINISTRA CARMEN LÚCIA!

   A presidente do STF, ministra Carmen Lúcia, suspendeu na manhã desta segunda-feira um decisão normativa da ANS que autorizava os planos de saúde a cobrar valores de coparticipação em procedimentos médicos ou laboratoriais. Eis a íntegra da notícia, buscada no link do blog do BG:


MINISTRA CARMEN LÚCIA DURANTE SESSÃO DA CORTE EM ABRIL (Foto Carlos Moura/STF)

A presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, suspendeu na manhã desta segunda-feira (16) uma resolução da Agência Nacional de Saúde (ANS) que encarece o serviço de planos de saúde.
A ANS publicou no fim de junho uma decisão com novas regras para cobrança de coparticipação e de franquia em planos de saúde. Segundo a resolução normativa nº 433, os pacientes deverão pagar até 40% no caso de haver cobrança. 
A ministra atendeu pedido de decisão liminar (provisória) da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Segundo a entidade, a norma da ANS “desfigurou o marco legal de proteção do consumidor” e só poderia ser editada com aprovação do Congresso.
Cármen Lúcia decidiu suspender a validade durante o plantão do Judiciário. A decisão ainda deverá ser analisada pelo relator da ação, ministro Celso de Mello, e ser posteriormente validada ou derrubada pelo plenário do STF.
Segundo a OAB, a resolução poderia ainda levar o consumidor a pagar até 40% do valor de consultas e exames, na forma de coparticipação, reajuste que considera “abusivo” em relação à média atual de 30% cobrada pelos planos de saúde.
A entidade alegou que uma norma anterior, de 2008, do Conselho de Saúde Suplementar, órgão ligado à ANS, proibia coparticipação que caracterizasse “fator restritivo severo ao acesso aos serviços”. A OAB pediu uma liminar em razão de um “manifesto prejuízo aos consumidores”.
Na decisão, Cármen Lúcia considerou que a “tutela do direito fundamental à saúde do cidadão é urgente”, assim como “a segurança e a previsão dos usuários de planos de saúde”.
“Saúde não é mercadoria. Vida não é negócio. Dignidade não é lucro. Direitos conquistados não podem ser retrocedidos sequer instabilizados”, escreveu a ministra na decisão.
G1

domingo, 15 de julho de 2018

SE O MEDEIROS DIZ...

   O doutor Medeiros não gostou nada do que sentiu em BC em relação à CASSI. Assistiu a um Satoru destemperado, sem busca ao diálogo. Quem diria que a chapa pela qual nos engajamos praticamente bandeou-se para o lado do aproveitador Banco do Brasil. Faraco, que foi isso companheiro?
    Estou do lado do Medeiros. Ele sabe das coisas. Num grupo do Whatsapp vi uma tabela de arrepiar. Depois descobri que é do CASSI Família para novas adesões a partir de julho/2018.
     Eu ainda acredito numa boa solução para a consolidação das propostas. Mas pelo que relatou o amigo Medeiros é bom ficar vigilante. Em todo o caso temos o recurso do não. Deem uma lida no blog do Medeiros. É quase uma obrigação.

       

sábado, 14 de julho de 2018

DEBATE NA REDE CONTRIBUI MUITO MAIS

Todos os esforços já estão sendo feitos no sentido de inverter a curva ascendente do déficit estrutural e manter a CASSI sob o nosso comando, sob o controle e de propriedade dos associados. Acredite.
O que se passa hoje é compreensível, culpa do passado, da nossa negligência e credibilidade dada a pessoas sem habilidades técnicas para conduzir os destinos da Caixa de Assistência, etc. Ponto.
Não nos cabe julgar quem quer que seja agora; isto não resolve o problema, usando de pragmatismo.
Precisamos fortalecer as bases, elevar o nível de participação dos associados, cem por cento de transparência, para formarmos opiniões baseadas em fatos e verdades e apoiar a atual diretoria executiva, que efetivamente está empenhada e no firme propósito de recuperar a CASSI pelo meio do uso das melhores práticas de gestão e política de governança corporativa contemporânea.
Para tanto, eles irão precisar de apoio e a força do grupo dos associados, em especial dos aposentados e pensionistas.
Portanto, nos encontremos com a verdade, nos unamos e cobremos ações de restauração financeira já! 
A nossa base informada e unida representa grande poder de argumentação para variados interesses. Se no passado, esta mesma base foi se dispersando ou por vezes “usada” para negociações “infelizes”, reforcemo-la e ofertemo-la como meio para se concretizar bons e proveitosos acordos coletivos.
Importante reconhecermos os erros, tirarmos o foco do próprio umbigo, compreender que os conceitos e paradigmas do passado já não são suficientes para sustentar a CASSI no contexto atual e que ninguém conseguirá reverter a crise financeira, evocando “direito adquiridos”.
Não defendamos aqui, abrir mão deles. Mas, advogo pela compreensão do novo contexto, flexibilizando o mínimo possível, a fim de evitar um prejuízo maior.
O discurso do NÃO a tudo não parece inteligente. Afinal, a quem interessa ver a CASSI se aproximando da falência?
Na minha terra costuma-se dizer: melhor perder no boi, do que perder o boi todo.

Reflitamos.

Bom dia a todos!

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Penso que ninguém aqui está dizendo NÃO a tudo!... 
Todos sabemos que temos que contribuir com mais... 
Mas queremos que o Banco contribua mais e na mesma proporção de sua atual responsabilidade...
O aumento na coparticipação já é um exemplo...
O que me surpreende e assusta é ver mensagem aqui ("o mundo mudou") que remete aos idos tempos do chamado neo liberalismo, tempos do Collor, FHC... Outra frase marcante era "a globalização não é pra todos", ou seja, muitos ficarão de fora...
O receio não é entregar 1 boi... É sim o de ficarmos com os bois mas entregarmos a fazenda que nos permite alimentar esses bois... acho que não adianta termos os bois e não termos condições de usufruirmos deles...

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Caro Colega Paulo , posso até concordar em parte com você, todos nós precisamos da CASSI, até porque não dá pra negar, que o que ela oferece é barato se compararmos ao mercado. Mas nós não somos um plano de mercado. Assim não dá pra abrir mão dos nossos direitos conquistados com muita luta. É smj, os eleitos e o BB não estão sendo leais conosco. Estão escondendo muita coisa sobre as mudanças no estatuto. Assim, enquanto não souber claramente a proposta é como vai ficar. eu defenderei o "não".

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Concordo plenamente com o que a Santina diz sobre a ANABB. Entendo que esse pessoal não deveria ter salários e sim, uma ajuda de custos que não fosse o olho da cara e as despesas garantidas quando da participação em reuniões. Na verdade, ser um conselheiro deve ser um sacerdócio em prol da Associação e associados. Em tempos difíceis temos que apertar o cinto de todos os lados. A coisa não está fácil e do jeito que o nosso Brasil vai, entendo que daqui a uns dias seremos outra Grécia da vida, onde os salários de todos foram cortados em 30% para que o País pudesse receber ajuda de outros países da Europa. Aqui, quem iria nos ajudar? A depender do próximo presidente vamos sofrer muito. Essa discussão da CASSI não tem outra solução se não arrumar uma fórmula de resolver o déficit terrível que hoje existe. Entendo que a solução virá mas vai nos arrochar ainda mais porque vai sair dos nossos bolsos. O problema da CASSI todos sabemos que foi falta de GESTÃO. Agora vamos ter que assumir pra não irmos para a fila do INSS. No final das contas entendo que não existe essa de não concordar com qualquer proposta, pois o Banco sempre mandou e vai ser do jeito que ele quer. Essa é a minha modesta opinião e vocês verão o que vai acontecer. Abraços a todos nós  sofredores.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

SEXTA-FEIRA, TREZE

     Com temperaturas entre zero e dez graus Celsius a jornada anual das afabbs do sul do Brasil tem neste dia 13 mais um de seus debates, que neste ano enfocará predominantemente as negociações da CASSI com seu patrocinador. Por ordem médica não poderei comparecer mas teremos a presença marcante do colega Ivo Ritzmann, um entusiasta de nossas causas. Ficaremos, então, a par de mais detalhes da Contraproposta da CASSI e sua aceitação ou rejeição por parte do Banco do Brasil.
       Nesses encontros costuma-se dividir os assuntos (por ex. pela manhã assuntos da CASSI e à tarde assuntos da PREVI). Como a chapa que venceu na PREVI não está nem aí para a CASSI, afinal, ela já conseguiu seu objetivo de ficar com os preciosos cargos bem remunerados do fundo e para eles isto é mais do que suficiente. Que fiquemos nós (os trouxas) tentando manter direitos junto ao BB que, decididamente, só atende aos ativos, desprezando cláusulas pétreas de acordos coletivos da nossa vida laboral.
         Enfim, só nos resta aguardar e rezar para que os acordos elaborados nos tirem o mínimo possível, posto que se para uns o peso é suportável, para a grande maioria, o buraco é mais embaixo e certamente lhe será tirada ainda mais de um orçamento familiar já muito comprometido.
A solução ideal seria o Banco devolver-nos a parte que nos tomou do superávit de 2010 (que o colega Edgardo tão brilhantemente provou ser indevido, em correspondência via postal encaminhada pela ANAPLAB e já recebida por PREVIC e AGU. À PREVI, enviamos cópia via eletrônica.) Com os mais de 8 bilhões divididos entre CASSI e os aposentados ninguém mais teria problemas para enfrentar o equilíbrio do Plano de Associados, até o fim de nossas vidas.
Contudo, muito difícil reverter esta ilegalidade cometida há quase oito anos...

segunda-feira, 9 de julho de 2018

PARA FICAR COM OS DEDOS, VAI EMBORA O ANEL

    É líquido e certo que vamos ter que ceder. As minutas do acordo chegam para serem confrontadas. Em todas elas não há como ficarmos ilesos. Vamos pagar mais e o que se espera é que o plano de associados seja, daqui por diante, um plano equilibrado, no qual não haja descasamento entre despesas e receitas.
    Mesmo assim vou subscrever o chamado "Protesto de Direitos" ao qual o nobre doutor Medeiros estará judicializando por estes dias. Ele já me convidou e já aceitei sem pestanejar.
       Não gostei do encerramento do programa "Saúde Família" em algumas cidades, Joinville entre elas. O programa é espetacular para o direcionamento inicial de diagnósticos de doenças. Para mim, o médico é aprovado quando consegue detectar na primeira ou segunda consulta, o mal do que se padece. Oxalá o programa volte com a nova matriz energética para produzir os frutos que dele se espera.
        Queira Deus que possamos ter a necessária indumentária para participar de um plano maduro e com  suporte necessário para a travessia de nossos últimos anos sobre a terra. Como já dizia Loreni, "saúde não tem preço mas tem custo". Será que o anel paga os custos? Em tese a resposta é afirmativa. Só que tem que estar aliado a um firme corte de supérfluos, mais ainda, com uma feroz fiscalização sobre prestador desonesto que procura vantagem nas entrelinhas. Que cada qual seja o nosso próprio fiscal nas relações com hospitais e prestadores de serviço.
ASSISTA NO LINK ABAIXO O CONSULTOR MAZZA, DA CONSULTORIA SALUTIS QUE HÁ 13 ANOS ANALISA A CASSI.

http://www.cassi.com.br/images/hotsites/faq/#necessidades

sexta-feira, 6 de julho de 2018

A INFLAÇÃO DO DESABASTECIMENTO

     Fechamos o primeiro semestre de 2018 com uma inflação acumulada pelo INPC da ordem de 2,57%. Somente no mês de junho, ainda reflexo da greve dos caminhoneiros, o índice alcançou mais da metade do acumulado no ano, 1,43%.
      E não irá parar por aí. Segundo semestre eleitoral com investigações chegando cada vez mais perto da presidência, fatores aliados à indefinição eleitoral são elementos que não deixarão em paz nossa combalida economia. O GNV que estava sem reajuste levou de uma só paulada 27,5% por conta do diesel e da gasolina. A Bolívia não reajustou seu preço de gás natural mas aqui quem manda é a Petrobras.
     De se esperar para os próximos meses inflação menos aquecida, porém, sem muito refresco em relação a junho. O dólar vai continuar pressionado, sendo previsível que a meta do BC será estourada. O Brasil está um barco à deriva  e não será tarefa simples para o novo ou nova habitante do Palácio do Planalto, a partir de 2019, pôr a casa em ordem. Caso aliados do MDB ou de partidos de esquerda vençam o pleito estaremos nivelados à Venezuela. Mamma mia!
       Os corruptos continuarão com a festa das propinas. Ninguém poderá detê-los por causa da frouxidão de alguns ministros do Supremo. Mamma mia!
      Em nosso mundo de aposentados teremos que amargar aumento nas contribuições para a CASSI. Sem receber nenhum alívio na PREVI (por exemplo: Isenção nas contribuições). Mudar o estatuto nem pensar. Ou se isenta todo mundo ou não se isenta ninguém. Para que mudar o estatuto? Parece tão bom assim como está, não é? Assim a PREVI tem uma arrecadação extra. E dá-lhe culpar a conjuntura para resultados ruins. Minha mãe!
           VAMOS CALCULANDO AÍ O AUMENTO DE JANEIRO/2019!
      

quarta-feira, 4 de julho de 2018

SE O CAVALO CONHECESSE SUA FORÇA, NINGUÉM O MONTARIA.

     Tudo que é considerado ruim, absurdo, coisa inaceitável como a situação da CASSI, ou a reversão de valores no caso da PREVI; ou ainda os casos emblemáticos de soltura de elementos presos da parte do STF. E quanto à situação do atual governo, corrupto e incompetente, sem força política para governar? O Congresso está praticamente inativo e o país caindo pelas tabelas...
     E o que nós, se fôssemos organizados e unidos, poderíamos mudar? Leiam o que a psicoterapeuta Rosa Avello nos diz:.....

"POUCOS RECONHECEM QUE O PODER SÓ É EXERCIDO PORQUE EXISTE A SUBMISSÃO DE QUEM SE DIZ VÍTIMA. OU SEJA, A VÍTIMA DÁ PODER AO ALGOZ."