terça-feira, 26 de dezembro de 2017

SUGESTÃO AO COMITÊ DE AUDITORIA

TODA LONGA CAMINHADA COMEÇA COM O PRIMEIRO PASSO. O NOVO COMITÊ DE AUDITÓRIA PODERIA INICIAR O SEU TRABALHO COM A ANÁLISE DESTES NÚMEROS:

Para quem consta de analisar números, resumidamente passarei os mais importantes para efeito de apuração de superávit ou déficit no fundo de pensão, os quais foram extraídos do Balanço Patrimonial do PREVI Nº 1 (o Previ Futuro está fora), abrangendo o período de 2013 a 2016, a saber:

Exercícios de................            2013                 2014                 2015                 2016

Provisões Matemáticas   114.220.748     122.073.122    135.862.751   144.371.339

Patrimônio Cobert.Plano138.989.913      134.620.057    119.731.218   130.432.473

Fundos Previdenciais                 9.741                 8.302               6.389             4.472

Equilíbrio  Técnico           24.759.424          12.538.633     -16.137.922   -13.943.338


CONCLUSÃO

Provisões Matemáticas são obrigações financeiras do PASSIVO e representa o montante de recursos necessários ao pagamento dos benefícios dos aposentados e do restante a aposentar, que ainda está na ativa. Grosso modo as variações superlativas observadas de ano para ano deveriam se restringir aos reajustes salariais dos ativos de janeiro a setembro (INPC + percentual de produtividade negociado), ao INPC limpo dos aposentados, aos óbitos ocorridos no exercício e a inclusão das pensionistas. Neste contexto, mesmo que tenha outras variáveis que não computamos, ainda assim, julgamos exagerado o aumento de R$ 30 bilhões de 2013 (R$ 114.2 – R$ 144.3) para 2016 nesta previsão orçamentária.
Analisando as variações do Patrimônio de Cobertura do Plano 1, deparamos com uma redução patrimonial bastante acentuada em 2015, quando desabou para R$ 119.7 bilhões, difícil de ser explicada, dado que não houve fenômenos adversos expressivos no cenário mundial e no interno o que pode ter influenciado é o desempenho pífio da Bovespa que fechou o ano com 43.349 mil pontos, mesmo assim a coisa não era para tanto, pelo menos na nossa ótica.
Em 2016 o desempenho da Bolsa de Valores melhorou e fechou em 60.227 mil pontos, o patrimônio subiu de R$ 119.7 bilhões para R$ 130.4 bilhões, mas pouco afetou a trajetória do déficit acumulado de 2015 para 2016, que caiu de R$ 16.1 bilhões para R$ 13.9 bilhões, isto porque a Provisão Matemática teve substancial crescimento, passando de R$ 135.8 bilhões em 2015, para R$ 144.3 em 2016.

Penso que a Diretoria Executiva, agora que criou o Comitê de Auditoria, poderia utilizar essa nova ferramenta de fiscalização para fazer uma revisão nos números acima e nos informar sobre as eventuais irregularidades e distorções que porventura tenham passado despercebidas.
(João Rossi Neto)


40 comentários:

Ari Zanella disse...

Caros colegas,

Embora no recesso, estou publicando algumas matérias de terceiros que considero relevantes. Nestes dias não estou moderando os comentários, portanto, peço encarecidamente que não saiam da linha (mais aos anônimos). Farei leitura atenta a posteriori e se considerar algo ofensivo ou agressivo, deletarei a seguir.
No mais, fiquem na paz do Senhor e reitero votos de um Feliz Ano Novo!!!

João Rossi Neto disse...

A INTERPRETAÇÃO DA LEI PARA OS POBRES É UM TRILHO INFLEXÍVEL E PARA OS RICOS É UMA TRILHA MALEÁVEL.

Consta que o presidente Michel Temer quer se aproximar da Ministra Cármem Lúcia, com o intuito de melhorar o relacionamento entre o executivo e o judiciário, usando o Dias Toffoli como seu interlocutor.
Acho que é perda de tempo, porque, em que pese seja Presidente da Corte, ela não manda em nada e não passa de uma "Rainha da Inglaterra" no STF.
Se o Michel quiser alcançar os seus propósitos inconfessáveis para favorecer os seus asseclas, o acordo para as manobras e conchavos, com o aval da Suprema Corte, deve ser feito com os donos do pedaço, isto é, do Lewandowisk (PT), Dias Toffoli (PT) e o Gilmar Mendes.
Aliás, com este último a coisa já está funcionando a todo vapor, porque é segredo de polichinelo a intimidade que já existe entre ambos.
Alguém pode perguntar, por que o Gilmar Mendes tem essa coragem da p..., faz concessões tidas como impossíveis, loucas, esdrúxulas, polêmicas, nada acontece com ele e tudo fica por isso mesmo?
Ora bolas, é claro que como maestro do STF, o Gilmar confia na IMPUNIDADE, dado que está "careca" de saber que qualquer pedido de impeachment contra ele tem que passar pelo crivo do Senado e por ter a retaguarda garantida pela sua aliança política com o PMDB de Temer, sabe que todos os pedidos serão arquivados. Em face disso, vai continuar fazendo o diabo na defesa de criminosos.
Inobstante, temos que reconhecer que é inteligente, experiente e escorregadio como quiabo. Dificilmente vai ser pego em palcos de aranha, pois as suas malandras decisões são sempre calcadas em cima de algum dispositivo legal que lhes garantam desculpas técnicas duvidosas, mas aceitáveis, capazes de dar aparência de normalidade as sentenças jurídicas e indiquem o falso respeito à Constituição.
Usam as lacunas e brechas da desmoralizada e desbotada Carta-Magna para libertar presos condenados, especialmente como boia de salvação para os criminosos ricos. Como réu pobre não tem dinheiro para fomentar a "Indústria dos Recursos", sofrem os rigores da lei e mofam na cadeia.
Isso, a despeito do potencial do grande número de crimes ser enquadrável no princípio da "insignificância" e dos que estão presos, indevidamente, por longo tempo por falta de julgamento, obviamente por culpa do Estado. Alguns iluminados, pensam que por serem operadores do Direito, no Alto Escalão, estão impunes à lei.

Anônimo disse...

Parabéns e obrigado ao Prof.Ari e ao Rossi pelo conhecimento, luta e determinação por todos nós sem mudar de lado nunca.Feliz 2018 a vocês e a todos os colegas.

João Rossi Neto disse...

Caro Ari e colegas,

OUTROS COMENTÁRIOS ALUSIVOS AO TEMA ACIMA

Considerando que em 2014 o fundo de pensão registrou no balanço o superávit de R$ 12.5 bilhões e em 2015 degringolou para o déficit de R$ 16.1 bilhões, logo para fins gerenciais de avaliação de resultado, é legítimo pensar que o déficit de 2015 (R$ 16.1 bilhões) ao fazer o superávit de R$ 12.5 bilhões de 2014 virar pó (zerar), na verdade, para efeito matemático o déficit efetivo de 2015 teria sido de R$ 28.6 bilhões, pois saiu de uma grandeza positiva para uma negativa. No entanto, o que vale mesmo é o resultado final exarado nas Demonstrações Contábeis de 2015 e este foi o déficit de R$ 16.1 bilhões.

Em raciocínio semelhante, em 2016 o déficit final foi de R$ 13.9 bilhões, o que resultou numa redução de R$ 2.2 bilhões em relação a 2015 (R$ 16.1 bilhões). A Diretoria Executiva, pelo documento extra contábil chamado de “Demonstração do Valor Adicionado” que emitiu, chega à conclusão de que a diferença entre os déficits de 2015 e 2016, no valor de R$ 2.2 bilhões é superávit técnico e assim o considera para efeito matemático e gerencial, contudo, a exemplo do que ocorreu no balanço de 2015, o que vale é o conjunto da obra, ou seja, os números finais das Demonstrações Contábeis, os quais são os R$ 13.9 bilhões de déficit técnico em 2016.

Deste modo discordo da Diretoria Executiva da PREVI quando afirma que houve superávit em 2016 de R$ 2.2 bilhões. Para efeito de prestação de contas, o resultado que prevalece é o da Demonstração Contábil e ele não admite conjecturas. Ou é déficit ou é superávit, mas as duas coisas ao mesmo tempo são impossíveis, é como na física, dois corpos não ocupam o mesmo lugar ao mesmo tempo.

Se fosse uma empresa privada sujeita ao pagamento de dividendo aos acionistas, iria distribuir fatias de bonificações sobre redução de prejuízo, é claro, que não. Portanto, julgo esse raciocínio da Diretoria Executiva uma tremenda falácia.

Blog do Ed disse...

Prezado colega Rossi
Precisos questionamentos!
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

E, resta a dúvida. Esse comitê CRIADO pela auditada vai ser escolhido de que maneira?
Será um comitê INDEPENDENTE ? Ou serão escolhidos seus membros dentre os "donos da Previ" ?

Anônimo disse...

Prezado sr. Ari, que o Natal perdure nos 365 do Ano vindouro, a todos colegas que transitam por este blog, em especial ao Dr. Rossi que incansável nos brinda com seus conhecimentos. Saúde, Paz, Amor e Harmonia a todos. Minha sugestão é se reunir toda estas matérias do De. Rossi porque mais cedo ou mais tarde teremos que usar de uma forma ou de outra. Parabéns e um forte abraço

Anônimo disse...

Colegas,

Feliz Natal e Magnífico Ano Novo a todos.
Ghost Writer

Luis-BH disse...

Brilante matéria. Já faz bastante tempo que não entendo esse aumento absurdo das provisões matemáticas. Pra mim, esse déficit é fictício.

jose admdir de paula de paula disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
WILSON LUIZ disse...

DÉFICITS CONSTANTES E CRESCENTES

Sobre a excelente postagem do colega Rossi, gostaria que o citado comitê analisasse, também, a necessidade de se utilizar um atuarial de INPC mais 5% a.a., tendo em vista que a grande maioria dos associados já está recebendo seus benefícios, e os que restaram deverão levar um P.N.B. muito em breve, a se confirmar a intenção do BB de promover um grande enxugamento em seus quadros.

Nesta situação, o passivo(benefícios) do PB1 será corrigido unicamente pelo sub-avaliado INPC, e a manutenção dos 5% acima do índice acarretará, em 10 anos, a necessidade de os “gênios” da diretoria conseguirem rentabilidade dos ativos 63% acima do citado INPC , o que duvido muito. Cabe lembrar que o diretor Marcel teria afirmado que haveria estudos para redução do atuarial, o que seria muito bem vindo, inclusive por reduzir os custos do empréstimo simples.

Luis-BH disse...

Exatamente. O da previdência também é fictício.

Anônimo disse...

Se um montante é corrigido pelo INPC e mais 5% e esse mesmo montante é relativo a uma divida que é corrigida pelo INPC o que acontece depois de 35 anos quando se resolve liquidar a divida ? Vai existir saldo após o pagamento da divida ?

Anônimo disse...

Meu comentario acima é relativo ao valor que a PREVI vai pagar de aposentadoria, esse percentual de 5% é necessário para que ? Qual a necessidade desse percentual e ele foi estabelecido em base de qual lei ? E para quem ficará o saldo quando o ultimo aposentador falecer ?

antonia disse...

Um próspero Ano Novo para todos!!!
Prezado colega Rossi, espero que nesse ano de 2018 faça uma reflexão a respeito da possibilidade de participar da eleição de 2018 em algum cargo importante no nosso plano. Precisamos ter alguém do nosso grupo lá na diretoria, pois só tem gente defendendo os direitos do pessoal do Previ Futuro. Pense direitinho a respeito e veja se é viável nos ajudar mais ainda nessa luta. Só temos vc é Prof. Ari, caso contrário, só temos que apelar para a sorte e Deus. Um abraço, Antônia.

Blog do Ed disse...

Só agora os economistas do Governo estão descobrindo que a Previdência está errada? Depois de 1934 só fizeram burrice em .termos de Previdência.Suspeito que grande parte dos recursos da Previdência seja gasta na sustentação do Ministério da Previdência!...Como suspeito também que grande parte das contribuições da PREVI destinem-se atualmente para sustentar a administração da Previdência Complementar e para pagar as nababescas aposentadorias dos estatutários... O tempo dirá...ou uma lava-a-jato da vida...
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Edgardo,

A Previdência não cobra os grande devedores, por razões políticas.
DEVEM BILHÕES!
Os governos precisam de apoio na mídia e então sacrificam o POVO, para manter seus Status de "mamarem" na GRANDE TETA que é o Estado.
Suspeita-se de que tudo é uma farsa, como fica evidente o caso das contribuições para um órgão criado para "fiscalizar" os Fundos de Aposentadoria.
Dito órgão e as administrações fazem VISTA GROSSA para ESTATUTÁRIOS, Res. 26 e o mais grave NÃO CUMPREM DETERMINAÇÕES JUDICIAIS.
Pelo que se lê e se ouve dá ASCO, NOJO E MUITA INDIGNAÇÃO.
Abração

Luis-BH disse...

Ao Anônimo 27/12/2017 03:08

O saldo remanescente do fundo previdenciário fica para o patrocinador! Aí está a armadilha.

Paulo Segundo disse...

Muito bom Luis-BH!Agora todos sabem porquê~e fazem enormes reservas matemáticas, colocam metas atuariais inexequíveis, e bem acima do reajuste das aposentadorias,é porque, no fim, os descendentes desses políticos ladrões que estiverem no poder irão roubar!

Luis-BH disse...

Paulo Segundo,
Acho que é essa a ideia! Você acha que, no final, eles iriam dividir o bolo com os últimos participantes? Enquanto a gente fica sofrendo por causa de um reajuste pífio de 2% ao ano, eles estão de olho na bolada!
Não sei agora, mas até pouco tempo o balanço do Banco lançava como patrimônio a parte que ele julga ser dele...

Anônimo disse...

Fiquei maravilhado quando ouvi no rádio do fuscão, que desde 1998 a inflação não era tão baixa.
Esses caras conseguem dar nó em pingo de água

Anônimo disse...

Colega,

O Boletim Pessoal inicia hoje uma série de informes sobre a Cassi que abordarão o desenvolvimento dos trabalhos propostos pelo memorando de entendimentos entre o BB e as entidades representativas do funcionalismo. Fruto de negociação, esse memorando foi assinado em outubro do ano passado, na chamada mesa Cassi. Embora os trabalhos ainda não estejam concluídos, este primeiro informe tem por objetivo apontar que a Cassi apresenta diferenciais que podem ser potencializados pela participação direta de todos.

Com base no citado memorando, já percorremos um bom caminho para a travessia em direção às ações estruturantes. O corpo de associados aprovou a contribuição adicional extraordinária de 1%. Elevamos o valor do ressarcimento das despesas da Cassi com os eventos de prevenção à saúde - em R$ 23 milhões/mês - e contratamos a consultoria especializada independente para diagnóstico e proposição das ações (Accenture). Tudo com o propósito de garantir a sustentabilidade da nossa caixa de assistência, melhorar os investimentos em programas de prevenção à saúde e elevar a qualidade do atendimento aos associados e seus dependentes, com equilíbrio financeiro sustentável no curto e médio prazo.

Pois bem; a primeira fase dos trabalhos da consultoria está chegando ao final e já podemos começar a refletir sobre alguns aspectos do diagnóstico. Apesar das fragilidades encontradas, há pontos positivos. A Cassi dispõe de uma cobertura significativamente maior e mais completa se comparada aos planos do mercado, inclusive na modalidade de autogestão. Além disso, a referida cobertura tem abrangência nacional, para todos os associados, sem qualquer distinção. O tempo médio de permanência das pessoas nos planos da Cassi é de 39 anos, muito acima do que ocorre com a maioria dos planos de saúde no Brasil. Isso proporciona uma excelente janela de oportunidades para a implantação de ações sistemáticas de prevenção que, além de contribuir com a longevidade dos associados e seus dependentes, favorecerá o melhor mapeamento do risco populacional, com reflexos positivos tanto na gestão atuarial quanto na gestão das despesas futuras com a assistência à saúde. Ou seja, melhor solvência com qualidade.

Entretanto, o diagnóstico também aponta que a Cassi requer mudanças para continuar sua trajetória e não há alternativa de solução que não vá exigir esforço, escolhas e renúncias, em todos os sentidos e por todos os intervenientes. Voltaremos com novas reflexões – à medida do avanço na finalização dos estudos – tanto sobre os pontos positivos quanto sobre as oportunidades de melhoria que precisam ser capturadas e transformadas em ação a partir de agora.

Acompanhe e participe das reflexões sobre o momento que está por vir acerca dos caminhos que a Cassi necessitará escolher e trilhar. A sustentabilidade da Caixa de Assistência é, ao mesmo tempo, objetivo e responsabilidade de todos: do patrocinador, dos associados, dos dirigentes, dos conselheiros e das entidades representativas. Uma Cassi sustentável será tanto melhor quanto melhores forem as nossas energias e os nossos propósitos comuns.

Até o próximo boletim.


José Caetano de Andrade Minchillo
Diretor Gestão de Pessoas

João Batista Gimenez Gomes
Gerente Executivo - Dipes


Fonte: DIPES - GESTAO PESSOAS <naoresponder@bb.com.br

Anônimo disse...

$$$$$$$$$


A CA$$I $UBIU NO TELHADO



$$$$$$$$$

Anônimo disse...

Cassi+ blá - blá - blá para preparar o espirito dos adeptos do SIM (97/2007/2017) para mais um 1% (tomara que fique nisso) ou algo mais.

Luis-BH disse...

Bomba!
Pizzolato teve liberdade concedida por Barroso, do STF.

WILSON LUIZ disse...

INPC MAIS 5% A.A.

Caro anônimo, a se manter o atuarial de INPC mais 5% a.a., o que acontecerá em 35 anos, se ocorrer a extinção do PB1, será um saldo remanescente de R$ 650 bilhões, em valores de hoje, e os últimos remanescentes estariam pagando uma contribuição de uns 80%, em lugar dos atuais 4,8%.
Só como brincadeira, imagine você que, pela legislação atual, metade deste valor ficaria com o último sobrevivente, e a outra metade para o Banco.

WILSON LUIZ disse...


VOLTA À LUTA

Caro Mestre, como diria a Dilma, sois um workalcólico, não aguentastes ficar longe da batalha, já em aquecimento para o importantíssimo 2018, que se aproxima celeremente; aguardamos, também, a volta do Medeiros.

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO -
Vários colegas se preocupam com o destino do espólio do PB1, achando que tudo é uma conspiração para o Banco passar a mão no saldo bilionário que restará. Gente, estes aproveitadores só querem saber do aqui e agora, pouco estão se lixando para o que vai ocorrer em 2080, data prevista para finalização do Plano 1, quando todos estarão vendo o capim crescer pela raiz.

José Roberto Eiras Henriques disse...

Pessoal, esse mísero reajuste que nos espera nos benefícios, não nos fará nem cócegas uma vez que não há previsão de correção da tabela do Imposto de renda, pode ocorrer de que o líquido de nossos benefícios fiquem abaixo do que recebemos atualmente. A tabela do IR não foi corrigida em 2017 e,tampouco, será em 2018.
Apesar de tudo, um Feliz Ano Novo a todos.

Anônimo disse...

Se o boletim inicial é esse, o final deve ser o apocalipse. Na ora que o cabra começa com ENTRETANTO é que embostia tudo.
Aumento em janeiro pífio. A saúde necessitando da "colaboração" dos colegas. Daí não precisa de clarevidência para prever que 2018 será uma bomba para os mesmos.
O próximo boletim deve "solicitar" que os assistidos doem o reajuste de janeiro, já que é uma merreca mesmo, para solucionar o problema. Será a ÚLTIMA SOLUÇÃO "DEFINITIVA".
Enquanto isso na sala de justiça, os iluminados pensam onde vão enfiar o bônus.
Tá na ponta da língua, mas o Professor não deixa o Joãozinho falar

Joãozinho

Anônimo disse...

 WILSON LUIZ disse...

NÃO CUSTARIA EXPLICAR...

Caros Professor Ari e colega João Rossi,

Permitam-me pegar um gancho em um ítem desta postagem, que casa perfeitamente com comentário que fiz em 16.11 p.p. sobre o estranho fato de a ação da Vale, em 2016, ter valorizado 104,34 % na Bolsa de Valores de São Paulo, e a PREVI ter reajustado em apenas 1,55 % sua participação naquela empresa. Acho que merecemos uma nota de explicação da diretoria, mas aí já é querer demais.

22/12/2017 00:18

- Caro Wilson Luiz,

Não obstante a valorização das ações da Vale  ter sido de 104% em 2016, como você acima bem observou, as ADRs desta mesma empresa desvalorizaram algo como 92%, de Janeiro de 2011 à Fevereiro de 2016  (ver "interactive chart", opção Max, disponível no site da Bolsa NASDAQ).



Se você for ao site abaixo págs. 9/10 ("Le retournement boursier [...] de progression salariale") vai ver que existe  "uma distinção básica entre os fluxos de rendimento e as mais-valias correspondentes à valorização dos patrimônios" ("une distinction élémentaire entre les flux de revenus et les plus-values correspondant à la valorisation des patrimoines"). Portanto, a valorização/desvalorização de uma empresa, a nosso ver, não pode "posteriormente servir de base para instruir a constituição do Patrimônio de Cobertura do Plano-PCP e também para a Demonstração do Ativo Líquido-DAL."


http://hussonet.free.fr/mhz.pdf



Neste sentido, observamos que a Vale pagou de 2009 a 2014, US$ 8 Bi em dividendos, ao passo que o ―fluxo de caixa livre‖ neste mesmo período, foi de apenas US$ 1,2 Bi. Logo, tais dividendos EXTRAVAGANTES (US $ 8 BI) só podem ter sido pagos com o aumento da dívida líquida e da venda de ativos.* A EXPLICAÇÃO PARA TAL FENÔMENO PODE SER ENCONTRADA NO SEGUINTE FRAGMENTO DE TEXTO:

* http://seekingalpha.com/article/2992216-reasons-why-vale-is-a-fail?auth_param=14eeqk:1ag3deq:f580f47d8ee466982567d59998e749d6&dr=1

Em síntese, estamos sustentando no presente trabalho:

"POR QUE O HODIERNO CAPITALISMO BURSÁTIL É UMA ESPÉCIE DO GÊNERO CONSPIRAÇÃO?

-Simplesmente porque tal mercado é apenas uma pirâmide financeira! Ademais, toda pirâmide financeira têm um tempo de vida limitado, como a literatura técnica sustenta.

Entretanto, àqueles que ficam por último numa pirâmide financeira são os que mais perdem...

Trader anônimo

João Rossi Neto disse...

Caro Ari e colegas,

Poucas vezes elogiei o trabalho da Diretoria Executiva, mas a modificação feita no site, a meu ver, é nota 10. Gráficos, planilhas e demonstrações de resultados claras, elucidativas e ao alcance de todos os colegas, mesmo para aqueles que não são interessados por números. Enfim, pelo menos desta vez, sinceros parabéns.

Anônimo disse...

Professor, pensionistas e demais pós laborais,

Quando o cidadão começa a carta com: Colega, já me deu um frio na barriga. Eu não sou colega dele, então, ao que parece, o arrazoado não é a mim dirigido. Se o início fosse: Pós laborais. Aí eu não pediria arrego.

Ô saudade do Richibiter

Blog do Ed disse...

Carmen Lucia e Lodge, duas mães da Pátria brasileira, onde pai da pátria já é raça extinta!
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...


Já fiz os cálculos. O meu reajuste mensal em janeiro será equivalente ao valor de uma garrafa de vinho consumido por qualquer um dos diretores do mourisco, ou menos.

WILSON LUIZ disse...


GRATA SURPRESA

Quando nomeou como Procuradora Geral da República a advogada Raquel Dodge, o presidente Temer pensou que ela seria um fusquinha que ele poderia dirigir para onde quisesse. Para sua surpresa, e minha também, a Procuradora acabou se revelando uma Ferrari, que não se sujeitará a ser conduzida para atrapalhar investigações de corrupção. Ela entrou com pedido no Supremo Tribunal Federal para modificar pontos polêmicos do indulto, ou insulto, de Natal, que beneficiaria condenados por corrupção, tendo sido concedida liminar pela Ministra Cármen Lúcia.

O engraçado é que nosso colega ex-presidiário Henrique Pizzolato já havia ingressado com pedido, baseado no citado indulto, para o perdão da multa de R$ 2 milhões, que lhe foi imposta quando de sua condenação.

GILMARZADAS – quase caí da cadeira quando li que o ministro do supremo Gilmar Mendes, el libertador, havia negado um pedido de habeas-corpus!!! Quando li o resto da notícia, vi que nada havia mudado, o pedido não se referia a nenhum político.

WILSON LUIZ disse...

PREVI DIMINUI DÉFICIT

A Bolsa de Valores de São Paulo termina o ano com valorização de 26,9%, aos 76.402 pontos, portanto não teremos aumento de contribuição em 2018. O resultado seria ainda melhor, não fosse uma meta atuarial de 7% contra um reajuste de menos de 2% em nossos benefícios, em janeiro. Cedo ou tarde, esta distorção terá que ser corrigida, principalmente para amenizar a situação de associados do POSTALIS, FUNCEF E PETROS, que enfrentam aumentos expressivos em suas contribuições.

Anônimo disse...

Podemos dizer que a Bolsa de Valores é algo como "NOSSOS INTERESSES"*?

* Interesse dos associados do fundo Previ

Trader anônimo

João Rossi Neto disse...

Ari e colegas,

DESEMPENHO DA PREVI DE JANEIRO A NOVEMBRO/2017

A Diretoria Executiva publicou os números do balancete de janeiro a novembro/17 e foi uma ducha fria para os associados que estavam animados com a perspectiva de zerar o déficit acumulado de 2016 (R$ 13.9 bilhões) em 2017, mas tudo indica que foi o sonho de verão e que não vai passar de uma doce ilusão.

Aceitando a linguagem contábil da PREVI, houve no mês de novembro/17 um déficit de R$ 2.68 bilhões e o superávit acumulado até outubro/17 de R$ 6.92 bilhões despencou para R$ 4.24 bilhões. Isto significa que a trajetória superavitária mudou de rumo e que houve uma brutal regressão no desempenho do fundo de pensão de outubro para novembro/17.

Uma variação negativa, abrupta, dessa magnitude, deveria ter de pronto, a sua causa detalhada na própria publicação, contudo, a Diretoria Executiva não se dignou a dar nenhum esclarecimento sobre essa bagatela de R$ 2.68 bilhões de déficit que quebrou a corrente superavitária.

Em consequência, o remanescente do déficit acumulado de 2016 que em outubro/17 estava em R$ 7 bilhões, agora em novembro/17, com esse desastroso resultado negativo do mês, saltou para R$ 9.7 bilhões. A despeito de tudo isso, afirmo que não haverá contribuições adicionais, em 2018, para o equacionamento do déficit acumulado de 2017.

O bom desempenho da Bolsa de Valores de novembro para dezembro/17, mantendo-se acima dos 76.000 mil pontos não comprometeu o déficit de nov/17. Assim, de duas uma: Um crescimento inexplicável na previsão das Reservas Matemáticas ou erro expressivo, para baixo, na precificação dos Ativos, desponta como provável causa para o robusto e surpreendente déficit de novembro/17.

Acredito que a Diretoria Executiva não precisa aguardar o mês de fevereiro/18, quando irá divulgar o balanço consolidado de 2017, para nos esclarecer acerca do resultado ultra negativo de novembro/17, ato contábil de grande repercussão negativa no Corpo Social.

Anônimo disse...

Procuradora Raquel Dodge grata surpresa como disse o colega acima.Até agora está firme e corajosa nas suas funções ao contrário do que se esperava.

Anônimo disse...

Caros colegas,


Em que pese o déficit será pago BONUS por administração nada transparente.
É só analisar os números expostos pelo Doutor Rossi.