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sábado, 30 de dezembro de 2017

NOVELA TRAGICÔMICA (Por João Rossi Neto)

ESTA PITORESCA E TRÁGICA NOVELA SE DIVIDE EM DUAS PARTES: A PRIMEIRA, EM 2006, TRAZ DETALHES SOBRE A COSTA DO SAUÍPE NO ÂMBITO DA CPMI DOS CORREIOS, ONDE O PROTAGONISTA ACM NETO TENTA LIVRAR A CARA DO AVÔ ACM TIDO COMO PIVÔ DO INVESTIMENTO MALSUCEDIDO (SAUÍPE) E A NA SEGUNDA PARTE O JORNALISTA ARGEMIRO FERREIRA, EM 2010, NARRA OS DETALHES MAIS SÓRDIDOS QUE ENVOLVERAM O DINHEIRO DOS FUNCIONÁRIOS DO BB, VIA PREVI, APLICADO A FUNDO PERDIDO.


                         PRIMEIRA PARTE (2006)

O colega Wilson Luís tem toda razão, a Diretoria Executiva atual e outras anteriores não têm responsabilidade pelo que começou em 1997, quando o projeto Costa do Sauípe saiu do papel para adornar as belas praias baianas. Mas como diz o ditado, quem casa com viúva tem que cuidar dos filhos que vêm na esteira e à venda com prejuízo realizado do empreendimento mal planejado acabou estourando nas mãos dos atuais diretores.
Todavia, não vão ficar dúvidas quanto aos verdadeiros pais da criança feia (Sauípe), esses vão emergir durante os relatos que virão adiante. Para quem não conhece compensa ler a história abaixo que envolve a construção da Costa do Sauípe e para quem já a viu no passado, vale a pena revisitar os meandros da trama que envolveu o ex-presidente da PREVI, da época, Jair Bilachi, que conforme consta da reportagem foi o responsável por autorizar as obras do Resort que começaram em 1997, no seu mandato, obviamente, envolvido até a raiz dos cabelos com o ex-senador Antônio Carlos Magalhã es. Eis os fatos:
Remando contra a maré, a revista CartaCapital, nº 383, de 8 de março de 2006, publica reportagem de capa que mostra com detalhes o quão levianas estão sendo as investigações conduzidas por Parlamentares oposicionistas com assento na CPMI dos Correios. E desmoraliza por completo o relatório apresentado pelo Deputado ACM Neto, encarregado da sub-relatoria dos Fundos de Pensão daquele órgão.
Segundo a revista, ACM Neto esmera-se em provar que os prejuízos dos fundos se misturam com o esquema do valerioduto. Não tenho dúvida de que há delito nisso. Corretoras ganham e isso acaba trazendo enriquecimento ilícito para certos grupos empresariais, discursou o Parlamentar, no plenário da Comissão. 
CartaCapital comenta ainda o empenho de ACM Neto para provar que a PREVI, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, havia sido lesada em operações financeiras realizadas durante o Governo Lula. Destaca que, há cerca de 2 meses, o Deputado baiano apresentou um relatório parcial no qual lista operações financeiras entre 2000 e 2005 que supostamente lesaram 14 fundações feder ais, estaduais e privadas, gerando prejuízos que, somados, totalizaram 780 milhões de reais.

Fundamentando sua matéria em extenso relatório preparado pela PREVI, Capital mostra que, das duas, uma: ou o Deputado ACM Neto foi extremamente incompetente da elaboração de seu relatório e deixou de incluir entre as operações investigadas investimentos que geraram grandes prejuízos a PREVI, ou o neto de ACM foi providencialmente seletivo nas investigações que diz ter realizado e deixou de lado a desastrosa participação do fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil no financiamento do complexo hoteleiro da Costa do Sauípe, no litoral norte da Bahia.

O dossiê preparado pela PREVI revela que, em dados atualizados até 31 de outubro de 2005, o prejuízo com a construção e manutenção do complexo hoteleiro da Costa do Sauípe chega perto dos 850 milhões de reais, valor que, sozinho, supera em muito o número a que chegou ACM Neto em seu relatório.
Lendo a matéria de Carta Capital, descobrem-se aos poucos os motivos que podem ter levado ACM Neto a ignorar esse monumental prejuízo da PREVI em um de seus negócios. No material enviado a Deputados, a PREVI relaciona documentos que mostram a interferência decisiva do avô do Deputado, o Senador Antônio Carlos Magalhães, e de um dos principais aliados da família na Bahia, o Governador Paulo Souto, para que o fundo de pensão bancasse a construção do resort. 
O complexo hoteleiro da Costa do Sauípe teve a participação da PREVI, da construtora Odebrecht e do Banco FonteCindam, aquele mesmo do escândalo da venda de informações privilegiadas de diretores do Banco Central para operadores do mercado.
Embora a participação da PREVI no empreendimento só tenha sido decidida em novembro de 1997, 4 meses antes o então Governador da Bahia, Paulo Souto, hoje novamente no cargo, já tinha a certeza de que o fundo de pensão se integraria ao projeto. Tanto que enviou ao então Presidente da PREVI, Jair Bilachi, o Ofício nº185/97, datado de 9 de julho de 1997, no qual cumprimentava Bilachi pela decisão da PREVI de investir no Complexo Turístico Sauípe.
A clarividência do Governador Paulo Souto deve ter contagiado o Presidente Jair Bilachi, que despachou o ofício ao Diretor-Técnico da PREVI, recomendando que fosse inserido no processo. Ressalte-se que tanto Jair Bilachi, como João Bosco Madeiros, Diretor- Técnico da PREVI, participaram da operação no limite da irresponsabilidade montada por Ricardo Sérgio de Oliveira para beneficiar o banqueiro Daniel Dantas no leilão da TELEBRÁS até hoje não investigada.
Curiosamente, no rol de testemunhas que avalizaram o Protocolo de Entendimentos entre o banco FonteCindam, a Odebrecht e a PREVI, firmado em dezembro de 1997, aparecem os nomes do Senador Antônio Carlos Magalhães e de Paulo Gaudenzi, antigo e atual Presidente da BAHIATURSA, empresa que o Tribunal de Contas da Bahia flagrou como titular de uma conta fantasma de R$ 101 milhões, destinados ao pagamento de serviços de publicidade do Governo baiano.
Aliás, tanto o Governador Paulo Souto, como os meios de comunicação da família de ACM têm se esmerado para impedir a investigação desse escândalo que envolve a BAHIATURSA, a Secretaria Estadual da Fazenda e empresas que prestam serviços de publicidade para o Governo da Bahia.
Segundo ainda as informações publicadas pela revista CartaCapital, se quisesse vender hoje sua participação no Complexo Turístico Sauípe, a PREVI não conseguiria mais do que R$ 171,9 milhões. Como investiu mais de 1 bilhão de reais para colocar o complexo em funcionamento, a PREVI amarga, na melhor das hipóteses, um prejuízo contábil de R$ 846,8 milhões.
É no mínimo estranho que o Deputado ACM Neto, com sua peculiar verve e sua decantada competência investigativa, não tenha conseguido descobrir os responsáveis pela aventura da PREVI na Costa do Sauípe e sequer citado os vultosos prejuízos da PREVI no financiamento desse complexo turístico.

                     SEGUNDA PARTE (03.06.2010)

Um paraíso sob suspeita.

Contrato sigiloso mostra que gastos do fundo de pensão do Banco do Brasil com hotéis de luxo podem ficar 48% acima do previsto.

Reportagem de Argemiro Ferreira, em Nova York.
A paisagem mudou em uma restinga a 76 quilômetros ao norte de Salvador, na Bahia, no município de Mata de São João. Trinta e uns pequenos povoados, dependentes, sobretudo da pesca, viram nascer em dois anos um grande conjunto hoteleiro entre os coqueiros espalhados por 6 quilômetros de belas praias. Empreendimento com cinco hotéis de luxo, 1.500 apartamentos, campos de golfe, piscinas e 15 quadras de tênis, a Costa do Sauípe é um paraíso turístico. Mas para a Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, dona de 92% do negócio, Sauípe virou um buraco financeiro.
Maior fundo de pensão do país, a Previ está sob intervenção federal desde o final do ano passado. Um dos negócios mais polêmicos é o contrato assinado pelo fundo estatal com os grupos operadores dos hotéis de Sauípe, as empresas Marriott, Accor e SuperClubs. O contrato foi assinado em 1999. A Previ não o apresentou sequer ao sócio minoritário no empreendimento, a Construtora Norberto Odebrecht. ÉPOCA obteve cópias dos documentos.
Eles demonstram que esses hotéis podem vir a custar aos empregados do Banco do Brasil 48% acima do previsto. Em 1998, a Previ estimava gastar no máximo R$ 280 milhões para erguer o conjunto hoteleiro em Sauípe. No ano seguinte, depois de uma troca de comando no fundo de pensão, o custo final pulou para R$ 367 milhões. Serviços extras custaram R$ 87 milhões.
Mas a conta poderá subir para R$ 415 milhões. Isso porque a Odebrecht está cobrando por outras mudanças impostas ao projeto original. A fatura, de R$ 33 milhões, é justificada por “perturbações de serviços”. Outros R$ 15 milhões estão estimados como ressarcimento às redes hoteleiras.
O milionário projeto na Costa do Sauípe começou a ser executado em 1997, por decisão do então presidente da Previ, Jair Bilachi. A Odebrecht, dona dos terrenos, recebeu de imediato R$ 42,7 milhões para tocar a obra e uma fatia de 3,7% do negócio. Assumiu com o fundo um compromisso de limitar a 5% os gastos extras do empreendimento e aceitou que fossem divididos meio a meio.
Criou-se outra empresa, a Sauípe S/A, controlada pela Previ, para gerenciar o projeto. A Previ resolveu escolher os operadores. A obra já tinha sido iniciada quando quatro grupos internacionais foram selecionados: Kempinski, Radisson, Sonesta e SuperClubs. Eles começaram a impor modificações nos hotéis, mesmo sem assinar nenhum contrato ou carta de intenções. As mudanças custaram R$ 12,6 milhões adicionais a Previ.
Bilachi foi substituído no comando do fundo de pensão estatal, no final de 1998, por Luiz Tarquínio Sardinha Ferro. Tarquínio contratou uma consultoria estrangeira para reavaliar o negócio. Três das quatro redes hoteleiras antes escolhidas acabaram substituídas. Entraram a Marriott, a Accor e continuou a SuperClubs. Mudou também o modelo de operação. O primeiro era de gerenciamento e permitia a Sauípe S/A controlar todos os aspectos do negócio. Tarquínio decidiu pelo arrendamento.
Segundo o principal executivo da Sauípe S/A, Dorival Regini de Andrade, com essa troca a Previ pretendia não gastar mais, no início da operação dos hotéis, em itens como marketing e capital de giro. Só conseguiu adiá-los. O contrato revela, ao contrário, que os operadores terão direito a reembolso das despesas com juros e correção monetária. Ou seja: o fundo de pensão estatal vai perder mais R$ 15 milhões por conta desse acerto. “Isso é normal no setor e o dinheiro não sairá de nossos cofres”, alega Rosa Moura, gerente de investimentos imobiliários da Previ. Embora não vá sair direto do caixa, será abatido no aluguel pago ao fundo de pensão estatal pelas empresas de hotelaria.
A Previ se recusa a divulgar os dados sobre as projeções de retorno do capital investido. Segundo Rosa, a diretoria do fundo está satisfeita, pois considera que “o contrato tem resultado garantido, um pagamento mínimo estabelecido com os hoteleiros, previsto no orçamento, mesmo se o lucro operacional não existir”. Para os hoteleiros, é um negócio promissor. Preveem hospedar 560 mil turistas de janeiro a dezembro já a partir deste ano. Mas para o fundo de pensão do Banco do Brasil, as perspectivas de lucro nas belas praias de Sauípe ficaram ainda mais restritas.
CONCLUSÃO
O rescaldo dessa operação malograda que abarcou a construção superfaturada do Resort Costa do Sauípe e depois gastos adicionais para manutenção, reformas, adequações e tentativas frustradas de exploração de hotéis de luxo, atividades complexas, sobre as quais a PREVI não têm expertise nenhuma, só podia desaguar em maiores e irrecuperáveis despesas. Estima-se, grosso modo, que os prejuízos ascenderam à casa dos R$ 3 bilhões e que o déficit registrado no balancete de novembro/17 deve ter conexão direta com essa perda de capital corrigido monetariamente que infelizmente escorreu pelo ralo da gestão fraudulenta, porque nesse caso o rombo não é derivado simplesmente da inexperiência e sim de má-fé.
O estranho de tudo isso é que não existe processo administrativo disciplinar na esfera interna da PREVI para apurar responsabilidades, apontar culpados e para instruir ações penais cabíveis. O Conselho Fiscal comeu moscas e não relatou as irregularidades, pelo menos do nosso conhecimento, e ninguém foi preso ou pagou prejuízo pelos danos causados e tudo ficou por isso mesmo, porque depois de 2003 foi o PT que tomou conta dos cargos importantes nas EFPCs estatais, em especial na PREVI, galinha dos ovos de ouro do Governo. Inclusive o ex-presidente Sérgio Rosa, sindicalista, é nomeação petista e o veículo que resultou na apropriação indevida de dinheiro do nosso fundo ocorreu pela astuciosa emissão da Resolução 26/2008, que dizem ser filha do Lula, isto é, costurada sob as suas ordens diretas.

Depois os velhos aposentados de conduta ilibada é que são chamados de trambiqueiros e de quererem passar a perna no fundo de pensão através do ES, uma linha de crédito plena de garantias para assegurar a sua liquidez. Qual ancião pode dormir e acreditar que a sua aposentadoria é tranquila com golpes dessa magnitude?
COSTÃO DE SAUÍPE (BA), VENDIDO RECENTEMENTE PELA PREVI.

46 comentários:

Anônimo disse...

Parabéns ao João Rossi por nos trazer essas barbaridades perpetradas contra a Previ. Como será que nós associados poderíamos levar essas irregularidades para área jurídica?

Anônimo disse...

não sei qdo prescreve ações contra a malversação do dinheiro alheio, 5 ou 10 anos? Dá vontade de processar aquele tal de Bilachi, ex presidente da previ, não dá não? nem sei mais o que dizer

Anônimo disse...

Muito bem senhor João Rossi Neto. Excelente "retrospectiva " e atualização do mico. Sauipe na lingua tupi significa riacho ou corrego dos saguis. Sagui é um mico.
Concordamos que a atual diretoria -seus membros- não são responsáveis pelo negocio quando nasceu lá em 1997. Mas, acompanharam por anos a fio e injetaram alguns milhões num mico. Tinha até conselho fiscal.
Os homens passam e a instituição fica. E a instituição parece insistir em alguns negócios (exclui-se a Bolsa) , digamos, arriscados. Podemos citar Panamby, Hopi Hari, Parque Temático, Humberto Primo e a sociedade em investimentos com parceiros mais experientes que a instituição .
Quando da aquisição de Sauipe será que o Presidente à época e seu diretor foram os unicos responsáveis pelo negócio ? E a governança ?E os conselhos ?
E a ingerencia política ? E o patrocinador ?
Não continua a instituição vulnerável atualmente ?
Oxalá não estejamos no final do exercício de 2018 analisando e comentando algum investimento atual que tenha sido "mão na cumbuca ".

Toninho Bleinroth disse...

Caro João Rossi,
E, judicialmente esses envolvidos não responderão em nada. Seus atos são protegidos por algum estatuto da Previ? Nosso Conselho Fiscal não seria responsável também?
Abração
Um ano novo com muita saúde e perseverança....

Contamos contigo, Ari e os demais colegas de fibra.

João Rossi Neto disse...

Caro Ari e colegas,

INVEPAR-OAS UMA PARCEIRA INDESEJÁVEL PARA A PREVI, PETROS E FUNCEF.

A Mubadala, empresa de investimento de Abu Dhabi, apresentou proposta para aquisição de participações acionárias na Invepar dos fundos de pensão de empresas estatais, no caso a Funcef, o Petros e a PREVI, caso a transação seja concretizada, a Mubadala poderá deter até 50,1% do capital da Invepar. O valor do não foi revelado.

Nós temos notícias de que a participação acionária da PREVI na INVEPAR é da ordem de R$ 500 a R$ 600 milhões, a valor presente e como desconhecemos o montante da negociação que está sendo conduzida pela OAS, sócia da INVEPAR e dos três fundos de pensão, as perdas ou ganhos, só depois da venda fechada. Enquanto o martelo não for batido, a informação negocial é estratégica, porém, caberá a Diretoria Executiva da PREVI nos atualizar após o desfecho desse negócio.

De qualquer forma, depois que a OAS caiu em desgraça moral e financeira e está no foco das investigações das forças tarefas Lava Jato e Greenfield (operação que apura os rombos nos fundos de pensão), vale a pena qualquer sacrifício para se livrar de um sócio criminoso que pode manchar o bom nome e o conceito dos demais no mercado.

João Rossi Neto disse...

Caro Ari e colegas,

LAVA JATO E GREENFIELD

Operações fajutas de gestores indicados por políticos provocaram um rombo gigantesco nos maiores fundos de pensão das empresas estatais. A fraude calculada até agora já chega a R$ 8 bilhões, mas, por causa da má gestão, os investigadores calculam que o rombo chegue a R$ 50 bilhões. Dinheiro de mais de 630 mil trabalhadores, que investiram nos quatro fundos de pensão investigados.

Uma caminhonete ficou lotada de documentos e arquivos de computador. Tirados das sedes de fundos de pensão, de escritórios e casas de dirigentes de empresas.

São 40 investigados. Cinco foram presos. Todos trabalham ou trabalhavam na Funcef. Na lista tem ex e atuais dirigentes também da Petros, da Previ e do Postalis. E dirigentes de empresas que atuaram para prejudicar os fundos.

O esquema funcionava assim: o grupo que fazia as fraudes tinha gente dentro dos fundos de pensão que superavaliava as empresas onde o dinheiro seria investido. E os fundos de pensão acabavam pagando mais pela participação nas empresas do que realmente elas valiam.

Os dirigentes de fundos e de empresas se beneficiavam do dinheiro desviado. Um esquema muito parecido com o superfaturamento de obras públicas. Nos endereços aonde foi à polícia encontrou R$ 350 mil, US$ 100 mil, 50 mil euros.

E a Justiça determinou o bloqueio de R$ 8 bilhões em dinheiro e de bens dos 40 investigados, valor do possível prejuízo causado aos fundos. Na lista tem um avião, 139 carros e 90 imóveis. Só que a má gestão dos fundos de pensão já causou um rombo de R$ 50 bilhões, dizem Ministério Público e Polícia Federal.

A investigação começou há um ano e meio. Foram analisados 10 casos em que os fundos de pensão foram usados para irregularidades. E era para descobrir as causas de déficits bilionários dos fundos. Há suspeitas de que o esquema alcance outros cem casos.

Os maiores fundos de estatais têm déficits acumulados. A Petros, da Petrobras, de R$ 22,6 bilhões; a Previ, do Banco do Brasil R$ 16 bilhões; e o Funcef, da Caixa Econômica Federal, R$ 12,4 bilhões.

Já o Postalis, dos Correios, tem um rombo de R$ 4 bilhões, sendo que em 2015, teve um déficit de R$ 1,5 bilhão. E o fundo tem cobrado uma contribuição extra justamente para cobrir os prejuízos, assim como a Funcef.

De acordo com o Ministério Público Federal, 40 pessoas são apontadas como responsáveis pelas aprovações e implementações dos negócios suspeitos.
São suspeitos de terem praticado crimes de gestão temerária, fraudulenta e contra o sistema financeiro. Foi uma longa investigação, que começou há um ano e meio.

Carlos Alberto Caser, que foi presidente da Funcef, está entre os presos. Ele é apontado como um dos responsáveis por ter aprovado investimentos que levaram o fundo a ter grande prejuízo.

Outro investigado é Alexej Predtechensky, ex-diretor presidente do Postalis, que teria responsabilidade direta na aprovação de investimentos que geraram muitas perdas para o fundo.

A sede da PREVI no Rio-RJ foi alvo de busca e apreensão de documentos e computadores para efeito da operação Greenfield que investiga os fundos de pensão.

Por certo impende a Diretoria Executiva por obrigação institucional, a inadiável providência de prestar informações às autoridades (MPF e PF) sobre a gestão fraudulenta ou temerária no mandato do ex-presidente da PREVI, Jair Bilachi, que acarretou prejuízo bilionário na recente venda do Resort Costa do Sauípe com perda efetiva de capital. A baixa desse ativo podre vai resultar em diminuição de patrimônio e onerar as Reservas Matemáticas.


.


Anônimo disse...

A foto que ilustra o artigo não é da Costa do Sauípe, na Bahia, mas, sim, do Costão do Santinho, em Florianópolis, Santa Catarina.

Ari Zanella disse...

Valeu! (Colega das 21:43)

Deslize cometido e já trocado. Muito agradecido!

Anônimo disse...

Uma troca perdoada. COSTÃO POR costinha.
Que agora, nas mãos de quem entende na certeza vai dar lucro. E será conhecida por COSTÃO DO SAUIPE. Nas mãos de profissionais.
Não são "amadores" que posam de entendidos.
No investimento da Invepar a concessão de exploração do Aeroporto de Guarulhos, alem da Acsa, e dos credores da OAS, o outro sócio é a Infraero, do Governo.
Governo que manifesta intenção de vender a parte que cabe a Infraero para fazer caixa.
Será que os administradores da Previ investiriam mais dinheiro neste ativo ( ou passivo) ?

Blog do Ed disse...

Barbaridade, tchê! E paraque eu, assistido, pago tanto fiscal?! Para que existe PREVIC?!
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Venderam mais um MICO "Sauipe", após prejuizos de milhõe$$$$$.

PREVI tem mais MICOS prá soltar: Invepar, Panamby...

Anônimo disse...

- Só se resolve ou tenta resolver o que está aí, sÓ a INTERVENÇÃO MILITAR, DESTA VEZ EU TORÇO PARA TAL.

Anônimo disse...

Caro Edgardo,


Todos sabemos por quem foi criada a Previc, res.26, costa do Sauipe, hop hari...................................
E ninguém responsabiliza ninguém, porque?

DESEJO ARDENTEMENTE A VOLTA DOS MILITARES.

Anônimo disse...

Só acho que nós associados deveríamos encontrar um meio de participar efetivamente na cobrança aos culpados, pois quem paga a conta das falcatruas existentes somos nós (os inocentes).

Anônimo disse...

No verão deste ano de 2017, fui com minha esposa e filha para Sauipe. Fiz e reserva pelo site no Sauipe Premium e coloquei o código do desconto de 25% na diária a que todo associado da PREVI tem direito lá. O site informava que o desconto só seria válido com a apresentação do cartão de associado na recepção.
Ao fazermos o Check-in, fiquei aguardando a recepcionista me solicitar o cartão PREVI para comprovar minha condição de associado. Para minha surpresa, nada me pediram e eu é que tive que me identificar como associado. Perguntei à recepcionista e ela me respondeu que não costumam fazer essa verificação. Ou seja, não há qualquer controle de quem utiliza esse desconto. Qualquer um que souber desse desconto entra com o código no site, e eles simplesmente não checam se o hóspede é ou não associado da PREVI.
Imaginem a evasão de receitas pelo fato de não existir qualquer fiscalização quanto à utilização de descontos na diária?
Só por aí se vê porque Sauipe sempre foi fonte de prejuízo para seus investidores.

João Rossi Neto disse...

Ari,

Talvez um assistido de vasta memória histórica e de conhecimento profundo da Previdência Complementar Fechada, como o Ruy Brito, possa nos responder algumas das perguntas, evidentemente sem a pretensão de esgotar o assunto, que perambulam pela mente do Corpo Social à deriva de esclarecimentos:

1-Quais os esqueletos do passado e ou do presente que ainda estão amoitados nos porões da PREVI que possam assombrar e ameaçar a saúde financeira do fundo de pensão ao ponto de comprometer o pagamento em dia dos benefícios?
2-Quanto de lixo tóxico, ligado a corrupção, da era petista ainda se encontra debaixo do tapete para ser depurado à luz do sol, o melhor desinfetante natural do universo?
3-Quais membros do PeTismo, depois da troca de Governo, além de alguns conhecidos na Diretoria de Seguridade, ainda estão aboletados em cargos de mando na nossa Caixa, por força de término de mandatos ou por outros motivos que impeçam o expurgo?
4-Quais ativos atuais do portfólio da PREVI correm risco de serem vendidos com perdas patrimoniais, tais como a Sete Brasil (aplicação – R$ 188 milhões) e INVEPAR (aplicados - R$ 500 milhões)?

Neste ano em que os juros estão com viés decrescente (Selic em 7%), as aplicações financeiras em Rendas Fixas dificilmente baterão a meta atuarial (acumulado em novembro/17: 6,46%), de modo que por ora, para 2018, a correta política de desinvestimentos em Rendas Variáveis tem que ser dosada e criteriosa, para preservar o equilíbrio das receitas do fundo, mediante vendas de ações e fundos de ações de empresas participadas desinteressantes sob o ponto de vista econômico-financeiro e concomitantemente efetuando a reposição no mesmo segmento (Rendas Variáveis) com ativos de melhor qualidade (vende um ativo indesejável e compra outro de perfil superior).

Outro aspecto viável é a redução da concentração em poucas empresas, como a Vale S.A e o BB, para pulverizar riscos através da pluralidade da participação acionária. Vejamos o desempenho por segmento de 31.01.17 a 30.11.17:

Renda Variável R$69.8 bilhões-11,89% contra meta de 6,46%;
Renda Fixa R$68.0 bilhões 8,94% idem 6,46%;
Op. c/Participantes R$ 5.5 bi 7,15% idem 6,46%;
Investimentos Estruturados R$910 milhões 26,92% idem 6,46%;
Investimentos do Exterior R$128 milhões 20,69% idem 6,46%

Obviamente que visando uma alternativa melhor de rentabilidade e remuneração para os recursos, a estratégia de curto prazo aponta para a ampliação dos negócios em Investimentos Estruturados e Investimentos no Exterior, até agora com aplicações parcimoniosas e tímidas, que a Diretoria Executiva por certo vai encontrar o momento adequado, sem perder de vista o aspecto fundamental da segurança e liquidez, para massificar o dinheiro nesses alvissareiros segmentos.

Anônimo disse...

Doutor Rossi,

A mim paira a suspeita de que o PT e os adeptos da SEITA, são os próprios esqueletos, salvo melhor juízo.
Só não devemos esquecer os dirigentes do passado, principalmente os sindicalistas que se apossaram do poder, via eleições e os indicados.

Anônimo disse...

Esse tal de Jair era figurinha carimbada em Brasília. Todo mundo na DG sabia da ficha do camarada. Ele, Manel Pyntu faziam e aconteciam e o povo morria de medo deles. Tipo 007, permissão para matar a carreira de qualquer um que atravessasse o caminho. Agora fica a questão: de onde vinha tanto poder?
Na novembrada, quando o rei artur sentou na távola redonda com seus convidados, já pesava contra ele uma denúncia na Paraíba feita por um colega de lá. Supostamente, debitou deliberadamente valores em contas de clientes de forma indevida.
Parece que o posto de rei é premio por "serviços" prestados. E que serviços...

Anônimo disse...

E ainda tem a petulância de cobrar devolução do auxílio-refeição.

Anônimo disse...

LULA DELIRA
Você, brasileiro honesto, cumpridor de seus deveres, que zela pela ética como princípio fundamental, que tenta educar os filhos com o objetivo de que eles cresçam como homens decentes e honrados, dentro de valores de retidão moral, que não aceita o império do crime instalado no País, que torce pela punição exemplar dos malfeitores e o extermínio definitivo da praga da corrupção, o que tem a dizer sobre essa frase: “O Rio de Janeiro não merece que governadores eleitos democraticamente estejam presos porque roubaram dinheiro público”. Roubar não deve levar à cadeia. Eis a nova lição dada pelo chefão do PT, o presidenciável Lula. É ou não é a pregação da bandidagem libertina como forma de governo? Dias atrás, na condição de réu em sete processos por lavagem de dinheiro, corrupção e formação de quadrilha, ele, Lula, disse essa dentre outras barbaridades a uma plateia de áulicos seguidores que o assistiam em outra de suas escalas, em campanha antecipada e ilegal, no Rio. Se já fala isso, imagine o que ele pode fazer caso volte a ocupar o Planalto. Lula nem se preocupa mais em disfarçar. O seu notório descaso pela ética chegou a tal ponto que ele coloca a “operação Lava Jato” como a grande vilã da história. A mesma Lava Jato que desbaratou o esquema de bilhões na Petrobras e colocou atrás das grades os responsáveis pela pilhéria seria assim uma espécie de afronta aos “homens do bem”. Acredite se quiser. Para a patota, benevolência irrestrita. Já para quem está do outro lado o tratamento é distinto. O juiz Sergio Moro, nas palavras do menestrel de lorotas, não passaria de “um cara do mal”. Dias antes Lula também o tachou de “surdo”. Achincalhar autoridades e instituições legalmente constituídas virou hobby para o petista. Ele desqualifica o Ministério Público, a Polícia Federal, e até os magistrados do Supremo, que já ouviram impropérios de sua língua afiada. Aos aliados do Congresso sugeriu na semana passada que, caso as “vossas excelências” fossem acusadas de ladrões, deveriam responder com um singelo: “vossa excelência é a puta que pariu”. Lula partiu realmente ao escracho. A coletânea de seus despautérios só não é maior que o pendor a falsear a verdade.

Anônimo disse...

CONTINUAÇÃO

Mesmo diante de evidências, dados e fatos que o desmentem de maneira categórica. Lula caçoa da realidade. Usa a negação lunática como tática para driblar o cerco de provas que se fecham contra ele e aposta no mantra de que uma mentira repetida várias vezes acaba por se tornar verdade. No resumo da cartilha petista a versão partidária vale mais que qualquer informação e ele, como mentor da regra e hábil manipulador de multidões, percebeu que pode conseguir por esse caminho alguma vantagem numa corrida eleitoral provavelmente marcada pela hegemonia de “fake news”. A questão ainda sem resposta é: por que são tão poucas as vozes da Justiça que se levantam contra as suas despudoradas agressões? Por incrível que pareça, Lula não recebe sequer punição pelo comportamento, no mínimo, afrontoso. Ele estaria realmente acima da lei? Qualquer um pode ser preso na esquina por desacato. Lula não, apesar de estarem tipificadas no código penal razões de sobra para a sua prisão até por risco à ordem pública. Há uma avalanche de insanidade no ar e a Constituição tem que imperar antes que a anarquia tome conta em meio a discursos populistas dos que se imaginam salvadores da Pátria. Não se pode desmoralizar o estado democrático de direito, pilar da civilização. Do contrário, o flerte com a ditadura e com os desmandos é imediato – tal qual se verificou na Venezuela, conduzida a mãos de ferro por Nicolás Maduro. Lá o simpatizante de Lula tenta instaurar agora uma eleição sem partidos opositores. É isso que o Brasil deseja para o seu futuro? Nas patranhas palanqueiras Lula parece vender isso. Ele simpatiza com o “modus operandi” do líder venezuelano e não esconde de ninguém. Tem na ponta dos dedos explicações para qualquer ato de transgressão do colega. O País precisa estar atento. Não existe sociedade que funcione adequadamente fora dos limites constitucionais. Lula tripudia de apurações legais. Recorre a toda sorte de embargos e subterfúgios para evitar o juízo de seus desvios. Na semana passada foi marcada finalmente a data do julgamento na 8ª Turma do TRF-4 para um de seus processos. A primeira reação do bloco petista foi questionar a celeridade. Almejam postergar ao máximo o confronto com a lei. Espernearam no Congresso reclamando da decisão. Vários juristas comentaram, em tom de ironia, que nunca viram “reclamação por rapidez” como ocorreu no caso. O ministro Gilmar Mendes pontuou que o julgamento de Lula trará finalmente segurança jurídica ao País. Para quem, como Lula, classificou a onda de corrupção como uma grande invencionice para minar sua candidatura, ter de encarar os fatos deve ser mesmo insuportável.
Fonte:https://istoe.com.br/lula-delira/

Anônimo disse...

Quando é citado o valor que a Previ tem investido na Invepar faz lembrar a compra das debentures pelos fundos 333 milhões cada um.
Isso foi objeto de critica na CPI dos fundos de pensão.
Por falar em segurança e liquidez o investimento na Invepar merece bastante atenção desde que se considere o Aeroporto de Cumbica e a Via 040. O fundo Mubadala parece ter interesse na compra de parte da Invepar e dificilmente deixará de querer ganho substancial e oportuno na compra.
São assuntos como esses que não podemos esquecer e estar sempre cobrando a Previ.

João Rossi Neto disse...

Caro Ari e colegas,

Excelente a colaboração trazida pelo anônimo das 13:33 hs. A Revista IstoÉ se esmerou nessa reportagem, redação brilhante, completa e abrangente.

Ao anônimo das 13:28,

Uma ou outra alma penada petista fanática, camuflada ou não, por ser concursada, mesmo com a troca de dirigentes no BB, ainda poderá existir entre os indicados pelo banco na PREVI, contudo o número vai ser cada vez menor e o poder deles de fazer o mal reduz acentuadamente, na medida em que aqueles que lhes garantiam a impunidade, hoje perderam os cargos de chefes nos Altos Escalões Governamentais e a prerrogativa de função, o chamado foro privilegiado, e não garantem mais nem a própria imunidade e estão pagando na cadeia pelos seus crimes. É um fim de festas melancólico e merecido pelos anos de ladroagem no poder.

É bem verdade que o cabeça da organização criminosa, o homem jararaca, o camelô do diabo, o bravateiro, o pai da bazófia e o mascate de mentiras para iludir os mais pobres com falsas promessas, ainda está solto, mas ele poderá ser encarcerado em breve, se condenado no julgamento da 2ª instância, marcado para o dia 24/01/18, no TRF-4. Segundo decisão do STF, condenação em segunda instância é bilhete de ida para o xilindró, sem delongas e os recursos, se interpostos, para tribunais superiores, poderão ocorrer, naturalmente, mas com o réu preso.

Ari Zanella disse...

Parece claro que o amigo Rossi está se referindo ao Anônimo das 15:33 (LULA DELIRA - Reportagem de IstoÉ) e não das 13:33 (não existe comentário neste horário). Fica o registro.

Anônimo disse...

A LINGUIÇA ENGOLINDO O CACHORRO

Não sou vanguarda no que escreverei, mas é impressionante esse nosso universo previnciano.
Tem uns phidumaséguas astronomicamente remunerados para nos proteger e nos ferram.
Tem um cidadão com uma capacidade diferenciada, sem problema de dinheiro que nos defende de graça.
O ser humano é uma coisa muito esquisita. Pode ser cruel ao ponto de roubar uma viúva necessitada. Deveria ser normal o que é diferente e não o contrário ou vice-versa de trás pra frente

Francisco Jose Lima disse...

Causa indignação,deglutir todos estes desvios indigestos, contribuir com mais de 360 meses, ver a impunidade dominando o país.

João Rossi Neto disse...

Ari,

Peço desculpas. Realmente houve erro e o agradecimento é dirigido ao anônimo das 15:33, e, de resto, um feliz Ano Novo a todos os colegas, muita saúde e paz. Não há mal que dure para sempre e as crises são episódicas e passageiras. Amanhã o sol vai continuar nascendo para todos. Boas festas hoje e sempre, porque o fio de esperança em coisas melhores é forte e aguenta os trancos que a vida nos reserva. Sem lutas e sacrifícios a vitória não teria graça.

Anônimo disse...

Colegas,

FELIZ ANO NOVO PARA TODOS!

Ghost Writer e Família.

Anônimo disse...

Feliz 2018 a todos remadores dessa canoa furada. Tomara que o Valli (para os íntimos) tape o furo antes que afunde.
Por falar nisso, quebrar o voto de castidade, digo, confidencialidade, a pena é a forca?

Brother do Ghost

Aristophanes disse...

Prezado Professor Ari Zanella. Meu avô pediu-me para escrever a seguinte mensagem, começando com um grande abraço, neste começo de 2018.
Ele pede, também, para o Dr.Rossi avaliar e considerar o seguinte:
Prezado Rossi, creio que as despesas, repentinamente, ampliadas com o 13o. E principalmente com os apressados e desordenados PDVs que aposentaram mais de 15000 , devem ter impactado as contas no mês de Novembro, afetando a liquidez da PREVI. Atuarialmente, eram previsíveis mas, na prática é dinheiro vivo. Um dos motivos por que não se tem um tostão para o ES. Fiz a minha parte, poupando o FQM...
O apressado presidente Cafarelli, nas suas reformas de "banco digital", só vê o Mercado. E esquece a necessidade do poder moderador do banco público, em um país, como o Brasil dominado e distorcido pelo cartel de 3 ou 4 bancos. Ele deve estar lendo a biografia do assodado General Patton. Grande abraço Aristophanes.

Anônimo disse...

Comecei minha vida laboral no antigo Banco da Lavoura de Minas Gerais, que anos mais tarde se transformou no Banco Real. Hoje se chama Santander. Quando fui para este outro banco imaginava como cidadão, que além da melhoria profissional, estava eu contribuindo para o desenvolvimento do meu país. Hoje isso soa como piada, mas sinceramente acreditava piamente nesse pensamento. E digo mais, trabalhei com pessoas que me fizeram aumentar esse sentimento.

Atualmente, percebo que os interesses de pequenos grupos e pessoais sobrepõem os interesses nacionais. Interesses particulares ultrapassam os direitos de uma comunidade de milhares de pessoas, como no nosso caso.

Quando uma nação tem seu presidente e todos na linha sucessória sob suspeição não existe "ordem". Especuladores até dão uma maquiada no "progresso". Até quando?

Não existe acomodação nesse cenário para um cidadão honesto. Fica impotente sem ter a quem recorrer. Judiciário? Eleição? Não são opções ...

Deus tenha piedade do Brasil

Feliz 2018 com a intervenção Divina

João Rossi Neto disse...

Ari e colegas,

Digníssimo Diretor Aristophanes,

Quem foi Rei, sempre será Majestade!

Esse resíduo da ativa pré-24/12/1997que teima em resistir aos apelos vitaminados do banco para se desligar e não cai facilmente no canto da sereia da aposentadoria, seguramente porque tem fortes razões técnicas e argumentos sólidos infalíveis para isso. Joga com o destino, ciente do risco calculado, sabendo que a vitória é tranquila, mansa e pacífica.

Busca obter gratificações financeiras mais polpudas, estratégia adequada para ganhos oportunistas, de ocasião, dado que à medida que o tempo passa, o BB abre as pernas e amplia a sua avidez para reduzir as despesas de pessoal e, no mesmo passo, otimizar resultados dos balanços com a força de trabalho de servidores novos, mais baratos e, em tese, mais eficientes e produtivos do que os idosos. Em corolário, a cada novo PDV, o banco aumenta as vantagens financeiras em relação ao anterior e isso é fato consumado e notório.

E o BB que tanto treinou o pessoal com curso de negociação para defender os seus interesses, agora se defronta com pessoas qualificadas para o bom embate negocial que ele próprio preparou, e desta feita assiste, sem nada poder fazer, o feitiço se voltar contra o feiticeiro.

Neste caso, a história vem ao inverso, os primeiros(apressados) que fizeram acordos sem medir direito as consequências pecuniárias, bebem água suja (benefícios menores, enquanto que os últimos (derradeiros) a decidir, por tática negocial astuciosa acertada, até ser ponto “chantagista”, aplicam o “xeque-mate” com exigências mais profundas para dependurar as chuteiras, bebem água limpa, ou seja, incentivos maiores.

Neste contexto, é verdade, os espertos e inteligentes sempre levam vantagem, inobstante seja este o último cartucho a ser queimado, como ativos, daí o maior zelo para extrair do patrão a maior fatia de dinheiro que puderem carregar para engrossar a conta bancária.

Então, todo esse doping financeiro é pago exclusivamente pelo BB e a PREVI não tem ônus algum. Quanto ao benefício do 13º, este é diluído em duas partes, sendo que a primeira parcela (50%) impactou o balancete do mês de abril/17 e apenas a segunda metade em novembro/17, no valor aproximado de R$ 400 milhões, portanto, muito distante do déficit de R$ 2.6 bilhões deste mês, ficando descartada a hipótese.

Relativamente à Reserva Matemática, esta é aprovisionada pela Diretoria Executiva tanto para os assistidos, como para os da ativa que irão se aposentar no futuro, de sorte que o PDV não tem peso algum para esse efeito.

O robusto déficit de novembro deve estar associado a algum fato administrativo extraordinário, pontual, ocorrido dentro do próprio mês.

Apareceu no nosso radar,como causa, a venda do Resort Costa do Sauípe com perda efetiva de capital, perda essa que será redundará em aumento de custeio (despesas) e, portanto, com reflexos superlativos no saldo da Reserva Matemática, do Passivo, no ato da baixa desse ativo do portfólio da PREVI, salvo melhor entendimento.

Anônimo disse...

FUNCEF reduz a partir de 1 de janeiro a taxa atuarial de 5,5% para 4,5% a.a.
De olho nos deficit, equaciona no máximo.

Anônimo disse...

3,61%
Tá lá no balancete de novembro, no site da Previ o total de aplicação do emprestimo simples com rentabilidade superior as demais aplicações (10,99%)

João Rossi Neto disse...

Caro Ari e colegas,

Ao anônimo das 8:52,

Relativamente à rentabilidade do segmento Operações com Participantes acumulada até novembro/17, vamos conferir juntos:

Abra o site da PREVI e clique em Notícias e publicações; a seguir vai abrir: Divulgado o Boletim de Desempenho de Novembro,em 28/12/17. Dê um clique nele; Vai abrir a janela Boletim de Desempenho do Plano 1, clique nela e abrirá uma página inteira com uma radiografia de todos os investimentos e no tópico “Rentabilidade Acumulada os seguintes números:

Operações com Participantes: R$ 5.564.550 - Participações %: 3,61% em relação ao total aplicado - Rentabilidade de novembro: 0,52% - Rentabilidade acumulada: 7,15% - Meta atuarial acumulada: 6,46%.

Note-se, a propósito, que em outubro/17 (vide site) a rentabilidade acumulada do referido segmento estava com 6,59%, mais os 0,52% de novembro, capitalizadas (taxas equivalentes), acha-se 7,144%. Arredonda-se para 7,15%, contra a meta atuarial acumulada de 6,46%.

Portanto, parece que há um equívoco nos 10,99% que você citou. Pessoalmente eu gostaria que fosse isso, mas a realidade é outra.

Betania Lucena disse...

A Conclusão de tudo e:
Usam seus interesses seus propósitos, sem responsabilidade, sem capacidades,
Porque quem paga a conta da festa somos nos.
Jesus entra com tua justiça, e restitui, restitui Senhor Deus , tudo que que os aposentados e pensionistas perderam .
Restitui Senhor com teu braço forte com tua justiça, restitui nesse ano de 2018 , porque o teu poder o teu faz todas as coisa.
Assim sejas
Amem

Aristophanes disse...

Grande Joao Rossi.
Com alguma disposiçao pra digitar, nesta tela sensivel do meu vellho Ipad2, agredeci sua competente analise sobre o fenomeno pedevista. E ate comentei. Ao enviar, tudo sumiu... Perdi o texto. Agradeco sua resposta personalisada. Estou cansando facil. Depois conversamos. Forte abraco. Aristophanes.

Anônimo disse...

Com ironia, fundador e ex-candidato a governador do PT, detona Lula

Um depoimento significativo, de quem sacrificou uma promissora carreira política por uma questão verdadeiramente ideológica.

É o caso de Antônio Carlos Nantes de Oliveira, que em 1969, com apenas 21 anos de idade elegeu-se vereador pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em Campo Grande (MS).

Carismático, popular, oriundo do movimento estudantil, em 1974 foi eleito deputado federal, também pelo MDB e reeleito em 1978, como o mais votado do então recém criado estado de Mato Grosso do Sul.

Foi fundador do PT, juntamente com Lula, José Dirceu, Genoíno e outros.

Trocou uma reeleição tranquila para a Câmara Federal por uma candidatura ao governo de Mato Grosso do Sul, sem qualquer chance de vitória, mas na crença de que estava colaborando para o crescimento de um partido verdadeiramente dos trabalhadores.

Sua desilusão foi amarga. Logo percebeu que era um estranho no ninho e que o PT e Lula eram um grande engodo.

Em fevereiro de 1983 pediu sua desfiliação do PT e abandonou a política.

Veja abaixo a opinião de Antônio Carlos sobre Lula, uma análise de quem conhece de perto o meliante petista:
Sem dúvida, uma “qualidade” do Lula é a coerência.
Quando ele era líder sindicalista, de dia, fazia assembleias de trabalhadores metalúrgicos, sempre com discursos inflamados e, depois, à noite, às vezes de madrugada, se reunia com os patrões das multinacionais para “acertar” detalhes dos acordos nos quais sempre vendeu os “companheiros”.
Quando foi preso, uma única vez e passou 28 dias sob a custódia do então delegado Tuma, passava mais tempo no gabinete do delegado do que com os seus companheiros, os quais, quando saíram da prisão disseram não entender aquele comportamento.
Durante suas várias campanhas eleitorais para presidente, usou os adjetivos mais duros para definir Sarney, Collor, Roberto Marinho, Maluf, Antônio Carlos Magalhães, Lobão, Renan, Jucá e tantos outros. Quando foi eleito, já na primeira semana, os procurou para acordos que duraram todos os seus oito anos de governo e mais o período de Dilma.
Agora o que vem à tona é que o falso “pai dos pobres” vendeu a si mesmo e a própria família para os grandes grupos empresariais, a começar pela Odebrecht, cujos dirigentes em suas delações premiadas estão mostrando o elevado grau de promiscuidade na sua relação com os poderosos.
Pior que tudo isso é que Lula já mandou seus emissários para um acerto com todas as lideranças dos 16 partidos envolvidos nas falcatruas: está sendo costurado um ACORDÃO para livrar a cara de todos os delatados e possíveis denunciados de forma que TODOS eles, em 2018, possam, de novo, disputar as eleições.
Em outras palavras, de mesma forma como SEMPRE estiveram unidos e roubando juntos, agora, juntos possam se livrar da cadeia e, pior, renovar seus respectivos mandatos para voltarem a agir como sempre agiram!
E nós, brasileiras e brasileiros, quais torcedores para times de futebol, ficamos a nos ofender, pessoalmente ou pelas mídias, defendendo, cada qual de nós, o “nosso bandido preferido”.
ACORDA BRASIL !!!

Fonte:https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/8207/com-ironia-fundador-e-ex-candidato-a-governador-do-pt-detona-lula

Anônimo disse...

E normal o expediente na ANAPLAB hoje alguém pode responder grato.

Anônimo disse...

Tenho tentado alertar do perigo em manter em carteira ações da Bolsa de Valores brasileira. Naturalmente, no momento não posso falar neste chat mais coisas...

Trader anônimo

Anônimo disse...

Professor e meus homônimos,

Uma notificação extrajudicial responsabilizando por futuras perdas provenientes do alerta do Trade Anônimo não resolveria?
A boataria da movimentação do mega especulador mundial no Brasil, ao que parece, tem algum fundamento.
Depois, depois,

Admiradora anônima do trabalho do Trade

Anônimo disse...

A Mega sena da virada arrecadou 890 milhões e sorteou 306 milhões. Negócio da China.

Anônimo disse...

$$$$$$$$$$$$$$$$

No Brasil tudo que interesses ocultos fazem gera muito lucro. Dinheiro gera dinheiro. Muito dinheiro gera muito dinheiro. Bilhões geram bilhões.

Mas, o trabalho dos experts ultra gabaritados, mega remunerados, com a grana dos velhinhos dá déficit

Por que?


$$$$$$$$$$$$$$$$$

Anônimo disse...

Não é coincidência demais três apostas acertadoras da mega sena terem sido efetuadas na mesma lotérica em Parelheiros,São Paulo.Aí tem !

Anônimo disse...

É o mesmo Laranja que fez as 3 apostas para não dar na vista kkkk

Anônimo disse...

A CEF provou que as apostas foram realizadas em sequência, com apenas segundos de diferença, e pela mesma pessoa.
Foi um mano que ao fazer o bolão da turma errou e jogou o mesmo volante 3 vezes. Vai receber 54 milhões e dividir com a turma.
Queria ter um mano assim.
E voces ainda duvidando da lisura do pobre trabalhador.
Não acredito que seja um metalúrgico (nada contra a classe).