quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

POR UM IDEAL


Pelo desenho vertical político-administrativo hoje a Previ está completamente dominada pelo poder decisório do governo federal.
Este tema já foi exaustivamente abordado pelo colega Marcos no blog WWW.previplano1 nas postagens “Previ, o antro” e “A maldição de Sauípe”.  Continuamos com o mesmo leiaute e não há perspectivas de sermos atendidos em nossos pleitos.
Entre atender os nossos reclames de justiça e obedecer as diretrizes dos superiores, a Previ seguirá a segunda opção, inclusive pelo fato de seus dirigentes estarem de olho nos vultosos salários. Até o nosso outrora confiável poder judiciário dá sinais de mudança. A quem vamos recorrer então?
Só vejo a saída democrática do voto. Amarrar os próximos candidatos à presidência à nossa causa, tomar deles compromisso formal de mudança na política dos fundos de pensão. Aí priorizados o fim do voto de minerva, a volta do corpo social, a extinção da Resolução 26, a aplicação pura e simples da Lei Complementar 109/2001 que estabelece que todo o superávit deve ser utilizado para revisão do plano de benefícios.
Se permanecer no estágio atual, de nada servirá elegermos nossa chapa de oposição. Está muito nítido que não é possível fazer mudanças nesta arapuca armada para nos fazer reféns.
O ideal a ser atingido é conseguir o apoio do dirigente máximo da nação. Para muitos pode ser um sonho inatingível, mas não custa nada sonhar.

3 comentários:

Anônimo disse...

VOCÊ ESTÁ COM SEDE DE JUSTIÇA!
É perigoso se envolver com assuntos políticos,
mas, no que diz respeito ao nosso fundo de pensão você é dez.
SUGIRO que passe uma mensagem no twitter para alguns jornalistas, tipo Patrícia poeta, Willian bonner ou outro, confio na imprensa, não faço isso porque não conheço o assunto a fundo.
UM ABRAÇO!

Carlos Valentim Filho disse...

Prezado Ari,

Enquanto vigir o Estatuto imposto pelo interventor da SPC (atual PREVIC), em 2002, Governo FHC, em obediência aos preceitos da LC 108/2001, de 29/05/2001, nada mudará. Eleitos e nomeados pelo Banco, mesmo que quiram, nada poderão fazer ante as amarras previstas na Lei, que concedeu ao patrocinador o direito de dispor da PREVI como se um departamento dele fosse. Além disso, os eleitos não haverão de querer enfrentar o Banco e correr o risco de perder proventos de R$ 42.000,00 por mês, pagos por nós, fora outras mordomias. Deblaterar sobre escolha de bons nomes, que possam mudar alguma coisa neste e outros governos de qualquer partido, é somho, pode ter certeza. O xis da questão está na LC 108/2001. Enquanto ela vigir, coisas nebulosas e cabeludas poderão acontecer. Então a principal mobilização deverá contemplar a sua rejeição, acabendo com o voto de minerva, restituíndo a figura do corpo social com poderes para rejeitar contas, mudar Estatuto e Regulamento etc. Pense nisso.

Grande abraço do
Valentim

Anônimo disse...

Sr. Ari,

Só seremos ouvidos quando tudo de ilegal que está acontecendo na Previ for denunciado. Mas
a denúncia tem que ser feita à impensa (jornal
rádio ou televisão). A Justiça não mais nos ou-
ve, pois ela, além de lenta, sempre vai estar do
lado do Governo.
Isso, há tempos que eu e algumas dezenas de colegas que frequentam este seu espaço e do Sr. Marcos, vimos comentando.
Portanto, repito: Denuncia já!