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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

ELEIÇÕES INSÍPIDAS, INODORAS E INSOSSAS

    Nada, absolutamente nada muda em abril com as renovações para os cargos de alguns diretores e conselheiros na PREVI e na CASSI. Vai sair alguém que recebe um adicional de mais de 60 mil mensais ou mais de 720 mil anuais, neste ano em dose dupla, para entrar outro alguém que estende essa imoralidade.     O diagnóstico já está sobre a mesa. Ninguém ou nada mudará se for mantida a continuidade de metas ou objetivos. Não se muda fazendo mais do mesmo, indo sempre na mesma direção.

    O diagnóstico na CASSI é o descasamento entre despesas e receitas. A única solução é o equilíbrio. E somente chegamos a ele numa equação algébrica: Aumentando a lado da receita. Vai encarecer o plano? Evidente que sim. Mas não há outro jeito. Todos querem um plano de excelência, então é necessário pagar por isso. Contra fatos não existem argumentos. Uma internação em UTI custa, no mínimo, uns 5 mil a diária. Conheço um associado que a CASSI custeia uma medicação de 9 mil reais. Há cirurgias complexas que custam o olho da cara! Não podemos ter tudo à disposição e não pagar por isso! Declaro que para um equilíbrio duradouro, tanto nós usuários, quanto o patrocinador, teríamos que dobrar o valor mensal pago atualmente. Contribuímos com 3% mais 1% extra, que perfaz 4%; precisamos ir a 6,5%, o mesmo a que o patrocinador, por força da nova resolução 23 poderá contribuir. Assim a questão estará equacionada, podendo-se extinguir a atual cobrança sobre o 13º salário.

      Na PREVI as mudanças precisam ser estruturais. Há de se fazer um enxugamento significativo. Gerar mais receitas financeiras com a finalidade de prover os associados com valores extraordinários, à semelhança do fundo VALIA, porque na CASSI haveria aumento nas despesas, compensável com a boa remuneração dos ativos do fundo. É a famosa consagração do provérbio "uma mão lava a outra!"

Porém, não se faz uma tesourada de tamanha envergadura com eleições, vantajosas somente para os ocupantes dos cargos altamente remunerados. Portanto, as mudanças definitivas e corajosas só poderão acontecer após outubro de 2018. Vencendo alguém amante da justiça, os ventos da mudança soprarão espontaneamente.

       O Brasil está mudando! Sérgio Fernando Moro sendo laureado no exterior. Lula na cadeia, Aécio também! O discurso de Raquel Dodge hoje no STF, por ocasião da abertura dos trabalhos da Suprema Corte foi muito animador. O Brasil da impunidade vai ficar no passado!

24 comentários:

Anônimo disse...

Aí novamente o Professor Zanella concordando novamente com estes absurdos propostos sempre aceitando o que der e vier de todo lado, muita gente não tem lastro para isso professor.

WILSON LUIZ disse...

E O JUMENTO DE OURO/2017 VAI PARA...

Não poderia ser outro, o gênio Joesley Batista é o vencedor, não tinha como ser batido, com duas “jumentadas” monumentais, que o transformaram de delator, com seus crimes totalmente perdoados, em hóspede do Papuda’s Inn.

A primeira foi aplicar R$ 3.7 “bilhão”, em operações irregulares, nesse negócio dos “dólar” e das “ação”, achando que ninguém iria notar; a negociata rendeu R$ 137 milhões, o que representa míseros 0,22 % do faturamento de suas empresas, que é de R$ 170 bilhões anuais.

A segunda foi grampear a si mesmo em conversas comprometedoras com seu diretor Ricardo Saud, e ainda mandar a fita para a Polícia Federal.

MENÇÕES ESPECIAIS - o troféu de melhores efeitos especiais vai para Geddel Vieira Lima, o cenário de seu apartamento em Salvador decorado com R$ 51 milhões em dinheiro vivo foi imbatível; já o de maior canastrão da política vai para Paulo Maluf, que, em casa, entrou saltitante no carro para ir à prisão da Polícia Federal, e quando lá chegou, desceu como se fosse um velhinho decrépito de 111 anos, e “precisou” ser amparado por dois agentes; a melhor comédia pastelão foi a corridinha, nas ruas de São Paulo, de Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor do presidente Temer, com a maleta 1/76 contendo R$ 500 mil de propina.

Ari Zanella disse...

Caro colega das 22:04

Eu não vejo outra saída. Um plano do tipo Unimed não sai por menos de R$2.000,00 por pessoa, acima dos 60 anos. Aí você quer que a CASSI faça milagres com R$400,00 (nosso) e mais R$600,00 do patrocinador? Não tem como não dar déficit...Eu só estou sendo realista! No entanto, apoio qualquer outra solução viável que, pelo visto, o colega não tem...

Anônimo disse...

A impunidade vai ficar no passado. O Sr. acredita nisso mesmo? não tenho a menor dúvida que se trata de pura conversa fiada. Lembram de uma gravação que um cidadão de "bem", falava: vamos fazer um grande acordo com todos e a sangria para onde está? Coincidentemente tudo que a gravação dizia está acontecendo, ponto a ponto!

Anônimo disse...

Como pode a procuradora dizer tudo aquilo se quem a nomeou está envolvido até o último fiapo de cabelo? Citações fortes para acalmara a manada.
O poder que um trilhão de reais tem, incomodaria até a inabalável justiça ianque.
Gostaria de ser otimista. Como gostaria!!! O problema é que no Bananão rasga-se a constituição descaradamente conforme vimos a não inelegibilidade do poste.
O cheiro do acordão é grande com todos saindo livres e bilionários, a não ser que no meio do caminho haja uma intervenção militar séria, que não faça distinção de bandidos e recupere os valores roubados com os ladrões presos.
No mais, nenhum presidente eleito, seja quem for, escapará da pressão dos parlamentares venais para conseguir governar.
Isso é o que é

Ari Zanella disse...

Meu caro,

Vamos começar do começo. Não queira que as punições comecem com Temer. A vez dele vai chegar! O meu otimismo baseia-se no fato de que a troca na PGR não sofreu mudança, ou seja, a mesma linha agressiva de Janot está presente em Raquel Dodge.
Agora, uma coisa é certa: Deverá haver uma esmagadora renovação no Congresso, sem a qual fica muito difícil.

Anônimo disse...

Professor me permite discordar 0,01% do que foi postado? Todas, veja bem, em todas as vezes que fui até uma unidade da CASSI sempre olhei: funcionários fazendo tempo conversando em corredores ou próximo a bebedouros de água ou locais para pegar cafézinho; morosidade no atendimento etc. Tbém julgo que a implantação dos tais grupos - que geram custo pra CASSI com pessoal - médicos, etc - seriam viáveis se os problemas físicos/saúde dos associados fossem causados na sua essência por fatores inevitáveis tais como idade, fatores hereditários, etc MAS sabemos que a grande maioria é originada por fatores emocionais - gerados estes por dificuldades financeiras. Então vejo que há necessidade de uma reavaliação dos custos da CASSI que mantem uma estrutura inchada e que procura atender a consequencia e não a causa.

Anônimo disse...

Prezado Professor Ari Zanella,
Esse possível reajuste na mensalidade da CASSI, com limitação de, no máximo 50% a cargo do patrocinador e em até 8% do total da folha, atingirá os PLANOS CASSI FAMÍLIA ?
Entendo, SMJ, que os que pertencem ao CASSI FAMÍLIA não contam com a co-participação do patrocinador (BB), ou estou enganado ?
Sou ex-PDV de 1995 e temos cassi Família individuais.
Antecipo agradecimentos

Anônimo disse...


JUSTIÇA
Auditoria Do TCU Vai Investigar Esquema De Fraudes De Mais De R$5 Bilhões No Seguro Obrigatório DPVAT

Link p/ copiar e colar www.noticiasbrasilonline.com.br

Anônimo disse...

Caro prof. Ari, suas ponderações com relação a custos são pertinentes. Considere, entretanto, que a Unimed e assemelhadas são entidades com fins lucrativos, ao passo que a nossa Cassi deve tão somente buscar o equilíbrio entre receitas/despesas, a fim de nos onerar o menos possível, de forma que a comparação pura e simples dos valores vertidos numa e noutra mostra uma realidade distorcida. O tema carece de uma analise mais aprofundada para que possamos tornar viável nosso plano de saúde, mas sem comparações com Unimed e assemelhadas, que trabalham com enfoque no lucro.

Anônimo disse...

Sem "prova de vida", Temer não recebe aposentadoria há dois meses
Presidente deveria ter feito um recadastramento anual obrigatório no mês de seu aniversário

Empenhado em aprovar a reforma da Previdência, o presidente Michel Temer não recebe a própria aposentadoria há dois meses. Isso porque o peemedebista não realizou o recadastramento anual obrigatório, também conhecido como 'prova de vida'. O recadastramento deve ser feito sempre no mês de aniversário do beneficiário. Temer completou 77 anos em 23 de setembro. Como não fez a prova de vida, o presidente, automaticamente, teve o pagamento suspenso nos meses seguintes — novembro e dezembro.
A informação foi inicialmente divulgada pelo jornal O Globo e confirmada pelo Corrreio. Em nota, a São Paulo Previdência explicou como funciona a suspensão automática do benefício, mas ressaltou que a situação do presidente "já está sendo regularizada".

Temer se aposentou como procurador do Estado de São Paulo em 1996, aos 55 anos de idade. De acordo com o Portal da Transparência do governo paulista, em outubro — mês do último pagamento —, o valor bruto da aposentadoria do presidente foi de R$ 45.055,99. Porém, como o valor está acima do teto constitucional, precisa ser descontado. Assim, o benefício líquido recebido pelo peemedebista foi de R$ 22.109,94.

De acordo com a SPPrev, "não houve alteração na remuneração". Por isso, quando a situação for regularizada, o presidente voltará a receber o mesmo valor.

Ainda conforme a SPPrev, para realizar o recadastramento, o próprio beneficiário deve comparecer a uma das unidades de atendimento da autarquia ou a uma agência do Banco do Brasil, portando um documento oficial com foto, CPF e comprovante de residência atualizado.

Procurada pela reportagem, a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República informou que Temer não fez o recadastramento por "falta de tempo". Contudo, tão logo ficou sabendo, o presidente teria regularizado a situação. A Secretaria não soube informar, no entanto, quando o benefício deve voltar a ser pago, já que esse retorno dependeria do sistema da SPPrev.

Fonte:http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2018/02/01/internas_polbraeco,657312/sem-prova-de-vida-temer-nao-recebe-aposentadoria-ha-dois-meses.shtml

VAI PRECISAR MEXER NA MALA

Ari Zanella disse...

Não, nada muda no Plano CASSI Família. Este é um plano independente que não é regido por percentual de vencimentos nem tem auxílio do patrocinador.

Ari Zanella disse...

11:16

Concordo contigo. Meu pensamento foi de um extremo máximo: 6,5% Contudo é essencial fazer estudos realistas sobre o déficit que ora se apresenta e estabelecer percentual mínimo para cobri-lo com segurança. Porém, nada adiantará se fizerem igual ao último Acordo onde diziam que a CASSI estaria equilibrada até dezembro de 2019, lembra? Estamos em fevereiro de 2018 e já voltou a apresentar déficit. Se houve "estudos" foram baseados em que?

Josué PARANÁ disse...

Professor Ari Zanela e demais colegas. Fiz a renovação do ES para cobrar a primeira parcela em março, até aí tudo bem, aguardando o crédito para segunda-feira, mas verificando hoje no site da Previ, notei que a minha margem consignável aumentou um pouquinho (bem pouquinho), em relação de quando renovei o empréstimo, como ainda está provisório, passível de cancelamento, pergunto: Posso ainda mexer no empréstimo sem que ele sofra alterações em relação ao que já havia solicitado? Não perderei o "benefício" da cobrança só em março/18? Aguardando respostas dos amigos, agradeço!

Anônimo disse...

Camarada Ari,

Foi só JOÃO ROSSI deixar o blog, sumiu também o seu agressor Valmir Martins. Alô Valmir apareça ou você queria semear apenas discordâncias e brigas.A mando de quem?

Anônimo disse...

Relembrando o passado: Quando entramos no banco a CASSI era oferecida como atrativo e os servicos feitos pelas agencias/cesec o que importa dizer que o custo operacional era quase zero. Quando o banco retirou os serviços da CASSI das agencias e CESEC, foi criada uma estrutura para a CASSI funcionar o que logico criou um custo que antes não existia. 2)Lembrar que os salarios iniciais e os salarios foram totalmente achatados, retirada dos quinquenios, logico que tudo isso impacta na receita da CASSI. Na verdade quem esta mantendo a CASSI sao os aposentados uma vez que recebem uma aposentadoria maior em comparação com os funcionarios da ativa. Isso criou um déficit na receita onde os mais velhos subsidia os mais novos que recebem um salario baixo e onde a contribuição para a CASSI não cobre os custos.

Anônimo disse...

SOBRE:

"Anônimo disse...
Caro prof. Ari, suas ponderações com relação a custos são pertinentes. Considere, entretanto, que a Unimed e assemelhadas são entidades com fins lucrativos, ao passo que a nossa Cassi deve tão somente buscar o equilíbrio entre receitas/despesas, a fim de nos onerar o menos possível, de forma que a comparação pura e simples dos valores vertidos numa e noutra mostra uma realidade distorcida. O tema carece de uma analise mais aprofundada para que possamos tornar viável nosso plano de saúde, mas sem comparações com Unimed e assemelhadas, que trabalham com enfoque no lucro.
02/02/2018 11:16"

SUGIRO que comparem as coberturas e CUSTOS EFETIVOS gerados pelo AUXILIO FARMACIA, TRATAMENTOS, TERAPIAS, REMEDIOS, ETC. entre a CASSI e demais PLANO PRIVADOS.

Nunca pedi ressarcimento de Farmácia, mas creio que a CASSI pague bastante, pq na década de 1980 e 1990, soube que colegas cobravam muitas receitas.

Penso que as glosas dessas despesas deveriam ser maiores para moralizar, talvez imputar cota justa ao INSS.




Ari Zanella disse...

Amigo Josué do Paraná,

Sugiro fazer um novo ES com esta pequena margem. Proceda igual ao anterior, porém, agora no ES-B. À certa altura o aplicativo vai lhe mostrar um extrato do que você está contratando, como valor, débito da 1ª parcela, taxa de administração etc. Neste ponto, é necessário ACEITAR os Termos do contrato. Daí você não finaliza, não aceita. Então você terá a certeza da cobrança somente naquela data ali mostrada. Pode assim CANCELAR o anterior e fazer um novo.

Anônimo disse...

Disse tudo o anônimo das 12.57.

Josué PARANÁ disse...

Obrigado professor Zanela, farei conforme orientação. Um abraço.

Jose Roberto Eiras Henriques disse...

Ari,

Que a CASSI está deficitária não resta dúvida, que precisamos aumentar nossa contribuição para recoloca-la no prumo não tenho dúvidas, mas a solução não é tão simples como o sr. propôs.
Temos que levar em conta os obstáculos que a Resolução CGPAR 23 de 18 de janeiro de 2018 impos às autogestões patrocinadas por estatais(limite de participação do patrocinador, fechamento do plano para novas adesões,etc) além, é claro, da elevada inflação da saúde.
O imbróglio é enorme!


Anônimo disse...

Temer deve impor sanções a estatais para garantir cortes nos planos de saúde
Publicado em: Fevereiro 1, 2018



A Caixa está entre as 147 estatais que deverão reduzir sua participação no custeio dos planos de saúde dos funcionários | Foto: Rodrigo de Oliveira/Agência Caixa de Notícias
Cida de Oliveira
Da RBA
As cláusulas vigentes em acordo coletivos protegem trabalhadores de empresas públicas e seus dependentes das mudanças nas regras para o custeio dos planos de saúde trazidas por resoluções da Comissão Interministerial de Participações Societárias da União (CGPAR). Ou deveriam, porque está seriamente ameaçada. A avaliação é do diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e Região Dionísio Reis Siqueira, também coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Federal.
“Independente da mudança nas regras, vale agora que o acordado está acima do legislado. Mas nós não podemos ser ingênuos; temos consciência de que a Caixa vai pressionar os trabalhadores porque vai haver sanções contra as empresas que não se adequarem”, disse o dirigente.
No último dia 26, a CGPAR publicou resoluções que afetam a vida de trabalhadores de 147 empresas estatais, entre elas a Caixa. Conforme Reis, trata-se de mais um duro golpe nos trabalhadores, desta vez por meio do Saúde Caixa, uma das principais conquistas dos funcionários da ativa e aposentados do banco. Conforme estatuto aprovado recentemente, o teto para os gastos com o plano de saúde, estipulado em 6,5% da folha de pagamento e proventos, excluída a parcela do INSS repassada pela Funcef – o fundo de previdência completar dos empregados. Clique aqui para saber mais.
A resolução, no entanto, impõe como limite as despesas que a empresa teve com saúde no ano anterior acrescidas de 10%, ou 8% da folha, o que fosse menor. Neste caso, para o Saúde Caixa ele poderá ser menor ainda que a determinação do estatuto, a depender do valor a ser apurado em 2017.
Dionísio avalia que a mudança nas regras vem no bojo dos ajustes trazidos pela Emenda Constitucional 95 – do teto dos gastos federais – que, na sua avaliação, corta – e não apenas congela por até 20 anos – investimentos da União em diversas áreas, principalmente sociais, afetando principalmente a saúde e a educação.

(a continuar)

Anônimo disse...

(continuação)

“Mais de um milhão de vidas, ou seja, os empregados e seus dependentes, não poderão pagar, acabarão excluídos e terão dificuldade de acesso à saúde. O SUS já não comporta o número de pessoas que dependem exclusivamente dele. Como vai comportar a todos diante de um período de desinvestimento, quando também terá mais cortes em seu orçamento já insuficiente?”, questiona o dirigente, destacando a medida do governo de Michel Temer como mais uma ação que, somada aos programas de demissão voluntária, contribui para o desmonte dos serviços públicos e para a ameaça de privatização.
A queda na qualidade no atendimento e nos serviços tem a finalidade de abrir brechas para os argumentos dos que pregam a entrega do controle do que é público para o setor privado, em geral controlado por poucas e grandes corporações.
Para Reis, a situação deverá ficar insustentável, já que os trabalhadores não estão tendo reajuste. Ele destacou o caso dos Correios, onde as faixas salariais estão entre as mais baixas. “O que segura muito trabalhador na empresa é o plano de saúde”, disse. “Estamos falando dos carteiros, dos funcionários que são aqueles que atendem o trabalhador que vai financiar a sua casa, dos funcionários da Petrobras”.
Ontem (31), a Federação Única dos Petroleiros (FUP) divulgou nota em que classifica como “golpe” na Assistência Multidisciplinar de Saúde (AMS) as resoluções do governo. “Resolução não é lei, nem decreto. É a expressão pública da vontade do acionista majoritário, a declarar suas metas administrativas. Vinte anos atrás, sob FHC, o governo neoliberal também publicou uma série de resoluções alterando direitos dos empregados das estatais. No caso da Petrobras, algumas restringiram direitos por anos, e outras foram derrotadas pela mobilização dos trabalhadores e nunca saíram do papel”, diz a nota. Clique aqui para ler o texto na íntegra.
Ainda segundo o comunicado, a “FUP blindou a AMS contra retrocessos, com a aprovação do acordo coletivo de trabalho 2017-19. E como o direito de aposentados e pensionistas à AMS está previsto na Cláusula 30, não há como a empresa mudar essa situação até 31 de agosto de 2019”. “Isso vale para todos os demais retrocessos, tais como a cobrança da participação do empregado por faixas etárias, e a financeirização do plano”.

Anônimo disse...

Não creio que haverá uma renovação significativa, nem no Congresso e muito menos nas Caixas.
Basta para isso verificar os nomes que orbitam "esses poderes". São na maioria os mesmos de sempre, principalmente aqui entre Previ e Cassi .
Exemplo gritante e sempre citado, muito atual , foi a eleição da chapa 3 na Previ. Onde a renovação ? Predominou aquele grupo onipresente.
Na Cassi embora se abrace a teoria dos altos custos da medicina e a necessidade de aumentar nossa contribuição, será que houve analise isenta sobre os programas que a Cassi adotou ? Tipo CliniCassi. Qual o custo/beneficio ? Positivo ou negativo ? E o PAF ? E a tal ESF ?
Enquanto não se profissionalizar a administração, vai ser uma repetição do que aconteceu em 1997, 2007, 2017.
Que tal deixar de sempre, em toda consulta ao corpo social, repetir o amém , o "sim".