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terça-feira, 31 de outubro de 2017

DUAS PETIÇÕES EM SER

   Circulam na internet duas petições de nosso interesse. A primeira delas iniciada em 13.10.2017 diz respeito a um pedido sobre um aumento de 25% na parcela PREVI devido às perdas que tivemos ao longo dos anos em que somente o patrocinador lambuzou-se. Hoje conta com pouco mais de 1.750 assinaturas e pode ser acessada para novas adesões clicando em


   Há alguns dias a colega Marisa Moreira, dedicada ativista em prol dos mais necessitados, iniciou uma petição para que a PREVI suspenda nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro o Empréstimo Simples àqueles que desejarem fazê-lo.
Para tal feito clique no ícone abaixo para acessar a página do provedor Change.org no qual está hospedada a petição:


   É isso. Esperamos mais adesões, milhares delas em ambas as petições que serão entregues ao nosso fundo de pensão. Sem pressão o balão fica murcho. Colabore! É para o bem geral.


domingo, 29 de outubro de 2017

ROSSI PODE NÃO DEMOLIR MAS COLOCA O DEDO NA FERIDA!


Caro Ari e colegas,


FORA DO FOCO, COM A DEVIDA VÊNIA.

Segundo divulgou a Diretoria Executiva no seu balancete contábil, no site, a PREVI gerou um superávit de R$ 3,13 bilhões em setembro/17 e já, no período de janeiro a setembro, o fundo atingiu o superávit de R$ 7.34 bilhões, resultado positivo que fez o déficit acumulado de R$ 13.94 bilhões, em 31/12/16, recuar para R$ 6.59 bilhões, em 30/09/17, obviamente que se trata de posição parcial e provisória.

O desempenho inédito e firme da Bovespa, operando na faixa dos 76.000 pontos, foi algo que surpreendeu os próprios associados. O viés ascendente foi animador e elevou as suas esperanças, circunstância vista como alvissareira e que os impeliu a esperar superávit superior e suficiente, no período analisado (jan. a set./17), para zerar o déficit acumulado. 

Como isso não se efetivou, porque ainda restou um déficit pendente gigantesco de R$ 6.59 bilhões a equacionar, a expectativa frustrou-se ante a performance insatisfatória da Diretoria Executiva, que ficou muito aquém do desejado. Jogar o fracasso sobre a catastrófica conjuntura econômica interna, para isentar os gestores de culpa, é o caminho usual que há anos vem sendo utilizado e que não vamos mais aceitar. 

Se não faltar esforço e providências cabíveis por parte dos dirigentes, é possível que o déficit acumulado possa ser revertido e até registrar superávit em torno de R$ 1 bilhão no exercício findo. Deste modo, os associados que nunca foram chamados para quitar rombos, estarão isentos da medida no curto e no longo prazo e não será agora que serão convocados para isso.

Anteriormente, comentei que a PREVI tinha aplicado, em 31/12/16, no BB, em ações (segmento de Rendas Variáveis), a robusta cifra de R$ 7.814.942,05 bilhões. Afora isso, em Rendas Fixas, em 31/12/16, mais R$ 2.851.816.625,43 bilhões, ou seja, a bagatela de mais de R$ 10 bilhões. Será que a parcela em Renda Fixa (Letras Financeiras) foi remunerada com taxas de mercado ou abaixo deste...? 

De qualquer sorte, não concordo em favorecer o BB com valores astronômicos e folha de pagamento de graça (líquido dos proventos do INSS e PREVI), sem que esse dê alguma retribuição aos associados em troca das benesses que aufere há décadas.

(Rossi enviou este comentário no post anterior. Transformei-o em nova postagem para começar a semana. Já que o nosso fundo não se move com pedidos feitos, pode comover-se com a verdade que o nobre colega Rossi diz...)

Caros colegas:

A colega Marisa Moreira do Rio de Janeiro iniciou um pedido para suspender as parcelas do ES em dezembro/2017 e Janeiro e Fevereiro/2018. Assine neste link:

https://www.change.org/p/caixa-de-previdencia-dos-funcionarios-do-banco-do-brasil-suspensão-das-parcelas-do-emprestimo-simples-nos-meses-de-dez-2017-jan-e-fev-de-2018/fbog/395112630?recruiter=395112630&utm_source=share_petition&utm_medium=facebook&utm_campaign=share_petition

sábado, 28 de outubro de 2017

SESSENTA E CINCO EM PROCESSO DE CONVERSÃO

   Em 28 de outubro do ano de mil novecentos e cinquenta e dois, numa noite em que chovia torrencialmente, nascia de parto normal, com assistência apenas da medicina caseira, pelas mãos de uma parteira e pela graça de Deus, o robusto menino, penúltimo de uma família de doze irmãos, seis homens e seis mulheres.
Batizado alguns dias depois, recebeu o nome Ari em homenagem ao Frei que o batizara. Laurentino era uma cidadezinha de uns mil habitantes, sendo à época subordinada a Rio do Sul, no alto vale do rio Itajaí-Açu. Aos sete anos, deixamos para trás a colônia e partimos, via férrea com o trem Maria Fumaça, para morar na cidade portuária de Itajaí, no bairro de nome Fazendinha. Foi ali, numa igrejinha de encosta de morro, direção de Balneário Camboriú, que tomou pela vez primeira a hóstia consagrada, corpo e sangue de Jesus Cristo, o Salvador único de todo ser vivente.
    Dois anos permanecemos na cidade à beira mar, quando os pais resolveram "fazer a vida" numa cidade que mais crescia em Santa Catarina, com inúmeras indústrias de transformação como a Fundição Tupy (da família Schmidt), Cônsul pioneira na refrigeração, Douat (pias inox), Schneider (motores elétricos) e várias metalúrgicas. Em vez da indústria, compramos terreno de um hectare próximo ao aeroporto da cidade, no qual plantávamos arroz. Não tardaram, porém, os empregos em empresas privadas. O Arizinho começou sua vida laboral entregando medicamentos em domicílio, com uso de bicicleta, empregado com carteira assinada desde 23.01.1967 na Drogaria e Farmácia Catarinense. Anos mais tarde, já cursando a faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Joinville, trabalhando no balcão da mesma farmácia, apareceu um amigo do curso científico (2º grau, hoje extinto), o Ivo Lohmann que já havia ingressado no BB, convidando-me (até insistindo) para que fosse inscrever-me no concurso que se encerrava um dia depois. Obedeci ao apelo e meses depois estava sendo convocado para ingressar no banco na cidade serrana de São Bento do Sul. Assumi no mesmo dia em que a Drogaria deu baixa na minha CTPS: 23 de dezembro de 1974. Em 31.03.1997 aposentava-me com 8 anos de farmácia e 22 de banco: 30 anos ininterruptos. Podem me chamar de marajá mas à época assim vigiam as leis. Comecei aos 14 anos e aos 44 e poucos meses já tinha pendurado as chuteiras. Hoje, há mais de 20 anos aposentado sinto-me privilegiado, mesmo achando que não merecia ser tão agraciado. Tenho certeza que tudo que acontece em minha vida é porque Deus está me assistindo. Que poderei retribuir ao Senhor por tudo que Ele me tem dado?
    A resposta brota do íntimo, contínuo processo de conversão. Estudar mais a fundo a palavra de Deus, dedicar-me de corpo e espírito na obra do Senhor. Não afastar-me jamais dos mais pobres, dos necessitados, das viúvas...A caridade tornou-se meu ponto chave. Meu livro de cabeceira é o evangelista Mateus, nos capítulos 5,6,7. Longe de mim querer ser incólume ao pecado, sou um pecador confesso. Mas antes do Senhor vir com sua Justiça, Ele vem cheio de misericórdia. É pela grande misericórdia de Deus que sou consolado, perdoado, tornando-me vigilante e orante, seguindo o exemplo do Cristo Salvador.
    Doravante, o melhor presente que pode confortar-me é ser seguido por um irmão ou uma irmã neste processo contínuo de conversão. Amém?

"Feliz aquele que se interessa pelo pobre! O Senhor o livra em tempos de adversidade. O Senhor o protegerá e preservará a sua vida; Ele o fará feliz na terra e não o entregará ao desejo de seus inimigos."
Salmo 41:1-2 (Sl 40:1-2)


terça-feira, 24 de outubro de 2017

SENHOR PRESIDENTE,

       CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA PREVI, GUEITIRO MATSUO GENSO.

As críticas ao ES se restringem maciçamente sobre o prazo de 120 meses julgado insuficiente e inadequado para a reposição do empréstimo. As demais condições operacionais aplicáveis à linha de crédito são aceitas sem reservas dignas de nota. 
Por se tratar de procedimento inseparável da boa técnica bancária, as instituições financeiras têm por norma precípua e lapidar, a prática contumaz e arraigada de analisar sempre a capacidade de pagamento como fator preponderante para o deferimento dos empréstimos e financiamentos, ou seja, a renda do tomador, para estabelecer prestações de valores razoáveis e mais baixos que caibam com facilidade no orçamento (fluxo de caixa) do peticionário, tudo, obviamente, não só para viabilizar o retorno do capital mutuado, mas, também, para a integral satisfação da clientela, de sorte a preservar a segurança do negócio e a necessária pulverização do risco futuro e, sobretudo, para evitar a indesejada inadimplência, preocupação que cerca todos os pontos ora listados e se reverbera pelo mercado, menos no reduto imperial da Diretoria de Seguridade da PREVI, dona absoluta da verdade.
Diretoria de Seguridade essa que, na contramão do mercado, faz exatamente o oposto, despreza variável importante como o fluxo de caixa e ignora as ponderações dos tomadores que postulam maior prazo (240 meses) para suavizar e baixar o valor das parcelas mensais com o objetivo de obter menor impacto no orçamento doméstico.
Alheia e insensível ao desejado, não autoriza nenhuma ampliação que extrapole os atuais 120 meses, o que resulta em prestações de valores elevados, consistindo tal medida do capitalismo selvagem, em uma armadilha cavilosa para quem tomar o crédito, na medida em que terá nível de comprometimento maior sobre o líquido dos benefícios, aspecto concreto de efeito fulminante e nocivo que evidentemente reduz o poder de compra pelo enxugamento nas finanças e o torna eterno dependente do Fundo de Pensão.
Dotadas de expertise e poder de negociação, as outras entidades creditícias captam no mercado o dinheiro para emprestar e, por isso mesmo, buscam fidelizar e encantar seus clientes com tratamento mercadológico diferenciado e se dedicam a satisfazer as necessidades destes ao máximo possível, observada a máxima do ganha x ganha, isto é, o negócio tem que ser bom para as duas partes (investidor e tomador).
Na PREVI, tal metodologia comercial de ganhos para os dois lados seria bem-vinda, contudo falta sensibilidade a Diretoria de Seguridade para atualizar métodos de tratar bem os associados, a atual política é anacrônica e ultrapassada, já que os tomadores dos empréstimos estão ligados visceralmente a ela, em um caminho sem volta, como se tivessem comprados passagem apenas de ida. Impotentes e sem forças para reagir ao status quo são obrigados a aceitar o que vem forçado de cima para baixo, ordens ditadas pela Diretoria de Seguridade. Parece uma escolinha, onde só manda o professor de plantão.
Por obrigação, o Diretor repassa para os associados o próprio dinheiro que lhes pertence, sempre com as restrições de praxe cada vez mais agudas, não tendo, portanto, trabalho algum de fazer captação no mercado. A despeito disso, ao invés de melhorar a qualidade de vida deles, os faz sangrar e fabrica empecilhos técnicos para dificultar o crédito, conforme se comprova pela recente mudança no cálculo da MC.
Só para contextualizar, nessa “brilhante manobra” misturou óleo com água, ao adicionar a segregada margem de 70%, antes exclusiva para financiamentos imobiliários, operações de investimentos e de rito diferente, inclusive pela garantia real, hipotecária, à margem de 30% (capital de giro) que é o teto legal para empréstimos consignados, gerando a fórmula mágica, resultado desastroso que veio para contingenciar o grau de endividamento, segundo alega a Diretoria dessa miscelânea diabólica, cujos efeitos deletérios, para variar, são prejudiciais aos direitos e conquistas dos associados.
 Na realidade, o ES é um produto quebra galho, paliativo, que não satisfaz as necessidades dos associados em termos do exíguo prazo para pagamento e como não há as revisões solicitadas neste particular, às críticas recorrentes vão se repetir enquanto uma solução lúcida não for tomada, pois, efetivamente, é um caso típico de relação negocial mal resolvida, tanto que ao longo dos anos, a Diretoria de Seguridade tem abusado do direito de prestar esclarecimentos adicionais aos tomadores, sem lograr êxito.
Amontoam-se os fracassos colhidos nas inúmeras tentativas frustradas de demonstrar o alcance dos benefícios embutidos nessa linha de crédito, tida como uma panaceia ou o “Santo Graal” para a sobrevivência dos associados devedores que, por sua vez, refutam a maioria das falsas regalias alardeadas pela Diretoria de Seguridade, em notória antinomia nas regras do ES.
O Diretor de Seguridade sabe sobejamente que o ponto de estrangulamento e a raiz da insatisfação do Corpo Social estão, sem dúvida, no curto prazo (máximo de 120 meses) para a reposição do ES, cunha técnica irracional e responsável direta pela elevação no valor das prestações mensais e que aprofunda a penúria dos devedores, porém, recalcitrante ao extremo, não aceita defender, junto a Diretoria Executiva e no Conselho Deliberativo, a ampliação do prazo do ES para 240 meses, solução ideal que pacificaria os ânimos e colocaria termo nessas antigas reivindicações que se prolongam eternamente por intransigência insana e exagerada, perto da qual, justificar como “excesso de zelo” seria mero eufemismo.
Em, 13.10.17, a Diretoria de Seguridade, numa prova cabal de que nem mesmo ela está convencida acerca das suas explanações anteriores que volta ao assunto e traz a lume novos esclarecimentos sobre o funcionamento do ES, em inequívoca tentativa de explicar o inexplicável, porque na verdade, o produto não satisfaz às necessidades dos tomadores, nem tanto pelo valor do limite de crédito, mas, sobretudo, pela exiguidade do prazo de reposição, consoante tem sido exaustivamente postulado por aqueles que entregam o sangue para saldar a dívida nas normas desumanas e inflexíveis em vigor.
Enfim, bastaria elevar o prazo de pagamento do ES para algo entre 200 e 240 meses para solucionar esse antigo impasse que, a rigor, assemelha-se a uma queda-de-braço, uma demonstração de força imbecil e despropositada, sem respaldo técnico, resquícios de ranço arbitrário de regimes ditatoriais, onde quer fazer prevalecer pela lei do mais forte, a vontade isolada, visão administrativa estreita e tacanha da Diretoria de Seguridade que, pela força do cargo, acabou sufocando e sepultando reivindicação justa e plausível de grande contingente de associados, por sinal, dono do dinheiro emprestado.
É lamentável a incapacidade para administrar conflitos banais, onde a tônica é a falta de bom senso. Realmente configura atitude irracional um Diretor tentar alijar de utilizar os benefícios dos recursos amealhados para as aposentadorias, durante a vida laboral, pelos verdadeiros proprietários do Fundo de Pensão. O ES é apenas um mecanismo legal para isso, um empréstimo que será quitado. Aqui não existem benesses explícitas e nem veladas. O associado em sã consciência não se presta a sordidez de vender dificuldades para obter facilidades.
Unicamente o que se pede é simplesmente prazo maior para possibilitar prestações mensais menores e ter alguma reserva de oxigênio para respirar, especialmente neste momento de tempestades torrenciais, com crise política, econômica, ética, de confiança e não temos Reservas Especiais (superávits) para cobrir o astronômico déficit acumulado até setembro/17 (vide publicações da PREVI) superior a R$ 7 bilhões, afora o fato de que teríamos de possuir superávits acima de R$ 30 bilhões para respaldar a Reserva de Contingência de 25% sobre a Reserva Matemática para pensar em uma revisão no PB-1 e em melhorias nos benefícios, ou seja, o nosso futuro não é promissor. Estamos no mato sem cachorro. Se serrarmos o galho em que estamos sentados, teremos no chão, à nossa espera, o tigre de bengala (Diretoria de Seguridade). 
Relativamente aos RISCOS, pinçamos parte do que a própria Diretoria de Seguridade publicou no site da PREVI, reproduzido abaixo, para nosso juízo de valor:
(...) “Uma vez que as prestações das Operações com Participantes são cobradas em consignação na folha de pagamentos do Banco ou na folha de benefícios de aposentados e pensionistas, o risco é baixo.
Cabe notar que risco baixo não é o mesmo que risco zero. As Operações com Participantes também possuem algum nível de incerteza, ainda que pequeno. Os dois principais fatores de risco são inadimplência e morte. O primeiro caso pode ocorrer se a capacidade de pagamento de quem contratou o empréstimo ou financiamento ficar comprometida, como no caso de uma redução na remuneração. O segundo significa que a dívida não será paga pelo contratante no caso de seu falecimento antes do fim do prazo da operação.
Por causa desses riscos e por se tratar também de um segmento de investimento do patrimônio dos planos, a PREVI deve ser cautelosa na concessão de crédito, pois tem o dever de buscar o equilíbrio entre o serviço prestado aos associados e a necessidade de garantir o retorno. Hoje, cerca de metade dos participantes não são mutuários, ou seja, não possuem operações vigentes com a PREVI. Garantir o pagamento dos empréstimos – e a rentabilidade da operação – é, portanto, uma forma de assegurar que o patrimônio dos planos seja bem utilizado em benefício de todos, mutuários e não-mutuários.
Uma das medidas que a PREVI precisa adotar para proteger o patrimônio de todos os participantes é não ampliar indefinidamente limites e prazos para o Empréstimo Simples, para garantir que todos os mutuários possam pagar seus empréstimos. Pela mesma razão, o prazo de concessão foi escalonado de acordo com a idade dos associados, justamente para reduzir o risco dos empréstimos aos participantes mais idosos e não sobrecarregar o FQM” (sic).
Em contraponto, a explanação elencada no site é dinheiro jogado fora, desperdício de tempo útil e equivale a chover no molhado, conquanto um Diretor de Seguridade de entidade de grande porte e complexa, como é a PREVI, não deveria se prestar a nos repassar informações muito óbvias  – “de que risco baixo não é risco zero”—  como se fossemos relativamente incapazes e de baixo nível cultural.
Essa notícia estapafúrdia e sem nenhum efeito prático, efetivamente, configura segredo de polichinelo.  Tal impropério ofende a nossa inteligência, pois se trata de uma infantilidade e ingenuidade risível que chega a ser bizarro. No mínimo a intenção foi de nos situar entre o limiar que vai de crianças a velhos senis, seres ignorantes e incapazes de distinguir a gritante diferença entre alhos e bugalhos. Meu caro Diretor, risco zero não existe em nenhum negócio e tampouco em operações de crédito.
No caso do ES, o risco é desprezível, sendo baixíssimo o grau de incerteza de não se efetivar a quitação, consoante foi bem dito por essa Diretoria, mesmo porque o seguro FQM assegura a liquidez dos empréstimos mesmo na eventualidade de morte dos devedores.  Portanto, não procede a argumentação de que a Caixa não deseja sobrecarregar o FQM com a liquidação dos empréstimos dos mais idosos, uma vez que eles pagam prêmio de seguro bem maior, em face da idade avançada, para constituição do FQM que, em última análise, é o garantidor “in totum” da liquidez dos contratos.
Cabe realçar que o ES, como patrimônio investido, obrigatoriamente, é, tranquilamente, a menor das preocupações da Diretoria, porquanto o capital emprestado está muito aquém da meta de 15% autorizada pela Resolução 3792 do CMN, de sorte que é assaz subutilizado e o saldo devedor das Operações com Participantes e Assistidos, que englobam o ES e a Carim, é da ordem de R$ 5 bilhões e, o aspecto mais importante, sem inadimplência e liquidação assegurada pelo FQM.
De outra parte, não se deve perseguir formigas (ES) e fazer vistas grossas com elefantes, caso da centralização de aplicações financeiras em única empresa, em valores superiores a R$ 25 bilhões, como foi à compra de ações da Vale S.A, via Litel, em Rendas Variáveis, negócios de risco elevado, sem falar que em ações do BB a PREVI detém quase R$ 8 bilhões, cujo risco é baixo, contudo, a rentabilidade é igualmente baixa e poderiam estar mais bem alocados em outras empresas de ganhos superiores.
Tudo na vida precisa ter um norte bem definido e limitações técnicas adequadas. Não estamos pedindo a ampliação indefinida de prazo e limite para o ES. Se autorizado, o prazo de 240 meses, este poderá ficar como marco definitivo, em termos de prazo final e os Limites de Crédito, como sempre, a critério dessa Diretoria. Assim, o céu nunca será o limite para efeito de concessão de empréstimos simples, dado que a existência de MC é condição “sine qua non” para limitar os valores dos créditos a serem deferidos.
O que causa espécie e salta aos olhos, é que a PREVI atua nas suas aplicações financeiras com terceiros, em títulos públicos e outros ativos com horizonte temporal de 20 a 30 anos, em clara política estratégia e tática negocial de longo prazo e somente nas Operações com os Participantes e Assistidos é que a Diretoria de Seguridade vê riscos em prazos mais alongados, inobstante o fato dessas transações que deveriam ser especiais, por serem os patrões dos executores das transações financeiras, e pelo visto não o são, terem a liquidação assegurada pelos débitos consignados em folha de pagamento e a garantia do FQM em caso de morte dos devedores, o que, por si só, esvaziaria essa preocupação rasa e sem procedência.

Mas, não, com visão turva, embaçada, equivocada e na base do achismo, sem fundamentos legais, vem esposando essa linha de conduta separatista, onde o joio somos nós, os associados, e tem colocado freios de arrumação para vedar exclusivamente os nossos empréstimos de longo prazo, como se fossemos indesejáveis para esse tipo de negócio, tomadores desclassificados, golpistas, aventureiros, caloteiros e trambiqueiros mal pagadores, injúria que afronta a honorabilidade e denigre a nossa história gloriosa, como ex-funcionários de carreira do BB e hoje aposentados, erro terrível que precisa ser corrigido na esfera amistosa e por iniciativa da Diretoria Executiva, uma vez que o ônus da prova cabe a quem acusa.

(João Rossi Neto - Aposentado de Goiânia-GO)

Para ASSINAR A PETIÇÃO DOS 25% clique AQUI.

sábado, 21 de outubro de 2017

TODA A CHAPA PRESIDENCIAL DE 2014 É CORRUPTA

    Causa espécie uma postagem do diretor reeleito de Seguridade em seu blog Wordpress cujo link pode ser acessado clicando aqui, no qual combate de forma sectária (partidária) o atual presidente Temer (golpista).
        Tem todo o direito o nobre diretor de manifestar seu pensamento, nada obstante, termos nós o direito ao contra-argumento necessário e pontual.
      Em primeiro lugar (o inglês diria "First of all") os resultados da PREVI seriam muito diferentes hoje posto que à época da queda de Dilma (que havia colocado para "recuperar" a Petrobras o sr. Aldemir Bendine, hoje preso pela Lava a Jato) a nossa economia tinha ultrapassado o fundo do poço, afundada no lamaçal. Foi esta equipe econômica que aí está, gostem ou não, que alavancou a bolsa brasileira aos atuais 76 mil pontos. Isto fez o nosso fundo chegar a setembro com recuperação de mais de 7 bilhões. Paradoxalmente, é esta recuperação que certamente proverá bônus à atual diretoria.
     Segundamente, é pouco recomendável a qualquer diretor de fundo de pensão manifestar publicamente apoio a um presidente que já está fora do cargo, destituída que foi pelo "impeachment", diga-se de passagem legítimo, posto que elaborado por juristas renomados como Hélio Bicudo, Reale Júnior e Janaína Paschoal e referenciado (bem ou mal) por um congresso de maioria de corruptos. Querer "defender" o indefensável politicamente só pode partir de base sindical, prejudicada que foi, pela saída do PT do governo. Do mesmo modo é inadmissível que certo diretor do BB, que mantinha na lapela do paletó um botom da presidenta Dilma, e até pouco tempo era presidente do CD da PREVI, mantivesse essa manifestação política ostensiva dentro do Banco do Brasil. Vem à lembrança fato recente dado à lume por um ex-Assessor da diretoria da PREVI na gestão Sérgio Rosa, ex-sindicalista do Rio, nominado Gerardo Santiago, conforme publicado pela coluna Radar da Revista Veja em agosto de 2010:





Cinco dias depois de as acusações do ex-assessor da presidência da Previ Gerardo Santiago terem sido publicadas por VEJA, Sérgio Rosa, que comandou o fundo de pensão do Banco do Brasil entre 2003 e junho deste ano, divulgou uma nota oficial sobre o assunto. Na entrevista, Santiago classificou a Previ de “fábrica de dossiês” durante a gestão de Rosa. Em seu comunicado, intitulado Meu repúdio às acusações mentirosas e difamatórias, Rosa admite que pode processar Gerardo. Eis alguns trechos:
*”Relutei em responder publicamente as acusações que foram feitas contra mim pelo Sr. Gerardo Santiago, publicadas primeiramente na revista Veja e depois reproduzidas em outros órgãos de imprensa”.
*”Os escassos fatos citados estão relacionados a um processo normal de levantamento de informações e totalmente justificados e vinculados à natureza do trabalho e dos interesses da Previ naqueles momentos”.
*”Repudio totalmente as acusações do Sr. Gerardo. Tais acusações são infundadas e difamatórias e me expuseram a terríveis considerações de oposicionistas do governo que se aproveitaram do episódio e, portanto, estão sujeitas a medidas judiciais.”

      Em terceiro lugar, no referido blog do diretor, foi colocado de propósito uma foto de um evento da Revista IstoÉ onde foram convidados autoridades de todos os níveis. Aleatoriamente, o Dr. Moro sentou ao lado do senador investigado Aécio Neves, acima do governador Geraldo Alckmin e do atual presidente da república, vice de Dilma Rousseff. Nesta foto há uma clara brincadeira entre os quatro com água mineral, possivelmente representada como se whisky fosse ou aquela bebida etílica preferida do  Luiz Inácio. Mas quem colocou a foto no blog obviamente teve a intenção de lincar Aécio com Moro ou ao PSDB. Esse assunto foi explicado numa entrevista dada por Moro ao repórter da Globo News Gérson Camarotti. (Entrevista pode ser assistida no vídeo abaixo):

    Finalmente, quero dizer que "recordar é viver" fazendo homenagem ao grande mestre Dr. Medeiros. Teço essas considerações para dizer que como há dez ou quinze anos atrás houve fatos políticos lamentáveis dentro do nosso fundo, ninguém gostaria que ocorresse novamente. Por tal, faz-se necessário que não mais ocorra manifestações como esta do nobre blogueiro diretor. Difícil de entender é que acontece num estágio de nosso fundo em que há severa advertência aos diretores que possuam blogues. Diretora Cecília, enquanto diretora, congelou seu blog. Antônio Carvalho e o Dr. Medeiros, embora não sejam diretores, publicam dentro das normas estabelecidas pelo fundo. A não ser que posições políticas possam ser expressas livremente. Com a palavra a direção do fundo. Alô doutor Gueitiro!
     

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

MODELOS EXAURIDOS

   Antes de começar a falar sobre novo assunto, o blog quer render todas as homenagens ao grande colega e amigo João Rossi Neto, autor da notável postagem anterior, que superou fácil a casa inédita das 2.000 visualizações. Rossi tem uma capacidade fora do comum para expressar o pensamento de forma inequívoca, buscando sempre a verdade, doa a quem doer. Como bom cristão, mesmo estando na parte econômica um ou dois patamares acima da maioria de nós, nos defende com unhas e dentes. Obrigado, amigo Rossi, que Deus lhe pague!
     O mundo moderno nos coloca diante de várias setas numa encruzilhada. Que caminho seguir? Que modelo de gestão adotar? O que é mais valioso buscar? O nosso fundo deve continuar com essa imensa estrutura organizacional? Somos uma empresa que visa ao lucro? Afinal, o que desejamos? O modelo atual é realmente o melhor para nós? Repito: Para NÓS, aposentados e pensionistas.
     O nobre doutor Medeiros, que na "Novembrada" fez um excelente discurso de alerta ao então presidente Dan Conrado e aos demais membros da diretoria executiva, impressionando a todos (o vídeo pode ser visto em seu blog, neste link); hoje não é nem caricatura daquele "velho Medeirão bom de guerra", abandonou as críticas ao fundo (até parece que está tudo às mil maravilhas). Lamento profundamente criticar um amigo tão sincero e leal, porém, torna-se evidente a pressão exercida pelo fundo em seu modo de abordar as coisas. Ele que já foi um severo crítico no Conselho Fiscal, de quem recebi autografado seu "bestseller" "No Olho do Furacão", sabe que existem muitos questionamentos que os conselhos deixam passar, como se estivesse tudo normal. Que saudades do doutor de outrora!
     Hoje temos na boa terra um velho guerreiro que nada tem a perder. Promete-nos muito empenho. Seu lema é: "Os que têm muito a perder temem os que nada têm a perder!" Ele não deseja que eu fale dele agora mas tenho conversado com ele todos os dias. É o nonagenário Adiel Pereira Machado. Quem o conhece aí em Salvador-BA? Sobra-lhe vitalidade e combatividade. Podemos ver nele alguma esperança de mudanças nesse rígido sistema que nos paga aposentadorias e nos concede outros benefícios como o empréstimo simples. Viva Adiel!
E PROSSEGUE O LINK PARA CONTINUAR COM AS ASSINATURAS DO POST ANTERIOR.
     

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

UMA CHANCE A QUEM SEMPRE PERDEU

FATORES CONJUNTURAIS ADVERSOS, INTERNOS E EXTERNOS COLOCARAM EM FRANGALHOS AS FINANÇAS DOS PARTICIPANTES E ASSISTIDOS DA PREVI.
Antes do advento da LC 109/2001, não havia sequer a hipótese de reverter os superávits das EFPCs, popularmente chamadas de Fundos de Pensão, para a melhoria dos benefícios dos participantes e assistidos que continuariam alijados dessa partilha, não fosse à fórmula justa e inovadora inserida pelo legislador no texto desse diploma legal, o qual, diga-se de passagem, foi editado por exigência contida na Emenda Constitucional 20, de 15/12/1998 e no artigo 202 da CF.
Inobstante a peremptória vedação, o patrocinador BB, por táticas ardilosas e caminhos escabrosos, sempre fez uso da sua pungente ingerência na Diretoria Executiva e no Conselho Deliberativo (LC 108/2001) para obter, a custo zero, graciosamente, recursos financeiros para suprir as suas necessidades de caixa.
Em várias oportunidades, o BB abocanhou (para não dizer roubou), mediante subterfúgios velhacos e desonestos, sobras técnicas da PREVI, numa espécie de assalto branco à luz do dia, tudo feito à socapa por meio de conchavos com dirigentes eleitos pelos associados, que mal intencionados ou não, caiam no canto da sereia e participavam de negociatas duvidosas, mediante concessões irregulares, imorais e prejudiciais ao Corpo Social.
Só para contextualizar, cito o Contrato pactuado em 24.12.1997, entre a PREVI e o BB, no valor de cerca de R$ 11 bilhões para disciplinar a integralização das Reservas Matemáticas pelo regime financeiro de capitalização para pagamento do “Complemento de Aposentadorias” dos funcionários admitidos no BB até 14.04.1967, denominado de “Grupo 67”. Em 31/12/2015 ainda havia 17.925 integrantes do Grupo 67.
Na constituição dessa a Reserva a Amortizar o patrocinador não desembolsou um centavo do seu cofre, uma vez que tudo foi quitado com o superávit daquela época (1997). O banco se livrou dos encargos das aposentadorias do Grupo 67, logrando brutal redução de despesas, ônus que foi transferido para a PREVI a partir do leonino contrato. O que salta aos olhos, no entanto, é que o complemento previdencial do BB sobre esse grupamento ficou limitado a 53,6883529% e o restante sobre os ombros da PREVI.
Ao longo do tempo os golpes, rombos e desfalques nos recursos do nosso fundo foram sucedâneos. Agora mesmo, na última destinação do superávit, em 24.11.2010, com a fabricação encomendada da Resolução 26/2008, a LC 109/2001 sofreu afronta e foi inovada à revelia do Poder Legislativo.
De fato, efetivamente, a introdução irregular e ilegal da “Reversão de Valores” possibilitou que o patrocinador BB embolsasse a fantástica fortuna de R$ 7.5 bilhões, correspondente a 50% dos superávits de R$ 15 bilhões acumulados até 2009, todavia, nem tudo ficou por isso mesmo, eis que, a posteriori, a dita resolução foi contestada e cancelada, em sentença de primeira instância, pela Ação Civil Pública impetrada pelo MPF e o patrocinador BB, se condenado em decisões finais, transitadas em julgado, em outras superiores (STJ e STF), será obrigado a devolver os R$ 7.5 bilhões usurpados ilicitamente.
Pelo que se infere do artigo 20 da LC 109/2001, o patrocinador BB nunca foi e nem poderia vir a ser beneficiário de superávits da PREVI, dado que isso seria enriquecimento ilícito. Toda essa roubalheira bilionária foi obra de abutres inescrupulosos e fruto da cobiça desmedida do Governo Lula que viu no nosso fundo, um veio de ouro inesgotável e vulnerável, terra de muro baixo, à disposição de quem fosse mais esperto e sagaz. 
Todo batedor de carteira sabe onde é mais fácil meter a mão. Nessa linha de raciocínio, o PT arregimentou as EFPCs e petetizou os cargos chaves com o objetivo de que tudo ficasse dominado para o cumprimento das ordens governamentais.
Outro certeiro golpe nas finanças dos associados foi o corte do BET, a partir de janeiro/14. O superávit do balanço de 2013 foi de R$ 24.7 bilhões, algo estrondoso para empresas de grande porte do País, onde poucas conseguem obter façanha financeira dessa magnitude, no entanto, essa grandeza foi considerada desprezível porque não foi suficiente para cobrir os 25% da Reserva de Contingência de R$ 28.5 bilhões.
Faltaram apenas R$ 3.7 bilhões (R$ 28.5 bilhões – R$ 24.7 bilhões = R$ 3.7 bilhões) para respaldar a Reserva de Contingência, porém, a pródiga, infalível e inflexível Diretoria Executiva, de imediato, como se fosse dona absoluta da verdade, invocou o artigo 18 da Resolução 26/2008, e mesmo sem esperar o resultado definitivo do balanço que se encerrava em 31/12/2013, estribada em levantamentos contábeis preliminares, divulgou no seu site que a partir de 01/01/2014, o BET estaria suspenso e que a cobrança da contribuição voltaria. Foi lamentável, incorreto, precipitado e indevido.
O açodamento e precipitação são marcas equivocadas dessa Diretoria Executiva da PREVI que se assemelha muito ao jeito de administrar dos donos de postos de combustíveis. Os aumentos são instantâneos e automáticos, na medida em que são aprovados, contudo, a recíproca não é verdadeira, porquanto as reduções nos preços demoram uma eternidade para serem efetivadas, isto quando o são. 
Na PREVI, corte de benefícios e cobrança de déficits são feitos em velocidade espantosa, mas na outra ponta, em relação a eventuais regalias, a coisa é morosa e caminha a passo de tartaruga. Os gestores indicados pelo patrocinador BB são submissos e vassalos para cima, com os seus superiores, e ditadores, cruéis e carrascos para baixo, com os assistidos.
Sabemos que a Reserva de Contingência é essencialmente uma reserva técnica, uma gordura que se guarda para os momentos de escassez, à maneira das formigas, um colchão de liquidez, por sinal muito elevado, porque representa um quarto (25%) do patrimônio total da entidade. Enfim, sem ponderação alguma, o Termo de Compromisso de 24/11/2014 foi quebrado e a utilização saldo do fundo previdenciário para o BET foi interrompido.
Os participantes e assistidos são um saco de pancadas e cansados de aguentar reuniões presenciais da Diretoria para discussão de temas superficiais, infrutíferos e laterais, com vistas a solucionar os seus graves problemas financeiros, que esvaziam os seus bolsos, propõe que seja feita uma REUNIÃO DE VERDADE, que envolva a Diretoria Executiva e o Conselho Deliberativo, voltada para criar fórmula para elevar os valores dos benefícios líquidos, seja através de aumento de prazo dos empréstimos para reduzir o valor das prestações ou outros mecanismos no mesmo rumo.
Por que não acolher sugestões dos associados para equacionar as intrincadas questões financeiras, uma vez que são eles que sofrem no dia-a-dia os impactos das carências e da penúria? Sugiro, a título de compensar as perdas até aqui sofridas, para vigorar a partir de janeiro/2018, que seja pago o INPC acumulado em 2017, que certamente será baixíssimo, mais um ganho de produtividade ou algo que o valha, da ordem de 25%, ideia que se coaduna com o resultado financeiro superavitário desenhado para 2017, já que o balancete acumulado até agosto/17, segundo noticias dessa Caixa, registrou o superávit de R$ 4.6 bilhões. A suspensão da contribuição também está no nosso radar para ser examinada. Ressalte-se que essas medidas não dependem de anu&e circ;ncia da PREVIC.
Por outro lado, argumentos negativos e repetitivos de que não existem Reservas Especiais para fazer melhorias e da existência de déficit técnico acumulado não nos interessam. A questão é de sobrevivência, pois os associados estão respirando por aparelhos. 
Urge a tomada de medidas práticas e urgentes. A EFPC-PREVI foi criada para administrar os recursos, pagar as aposentadorias e melhorar a qualidade de vida dos associados, não o contrário. Ao longo da sua história o que temos observado é que o patrocinador BB foi mais favorecido e o Corpo Social lesado com a conivência e leniência da Diretoria chapa-branca, tal é o astronômico volume de recursos que já embolsou. Chegou a hora e a vez dos assistidos receberem algum tipo de ajuda para mitigar as suas perdas.
Talvez fosse o caso do blog enriquecer o texto e costurar um abaixo assinado para postular, junto a Diretoria da PREVI, um rol de reivindicações para melhoria dos benefícios. Pior do que está não vai ficar e pedir não é proibido, especialmente se os pleitos forem justos e necessários.

Texto de João Rossi Neto.

A petição endereçada ao presidente da PREVI pode ser acessada nesse LINK.

Acesse e assine, colabore com todos.

LIBERDADE DE PENSAMENTO

      Na postagem anterior "Paradigma cinquentenário"  fiz nascer uma nova PREVI porque é sob a égide deste Estatuto que nos achamos vinculados. Deixo claro que não sou obrigado a seguir a história real; possuo, pelo meu livre arbítrio a opção de fazer a própria história, não admitindo por esta opção, ser tachado de faltar com a verdade.
        Está lá no sítio do fundo, em "Nossa História" a verdade real para quem quiser deleitar-se e regojizar-se com a verdade: "...Em 16 de abril de 1904 é criada a Caixa Montepio dos Funccionarios do Banco da Republica do Brazil, com 52 associados." Toda a verdadeira história pode ser visualizada neste link.
        Entretanto, como em 1966/67, houve uma série de mudanças na Previdência oficial, criação do FGTS e principalmente o surgimento de uma nova PREVI com a obrigatoriedade de adesão ao fundo em casos de novas admissões, ou seja, a totalidade dos funcionários que aderiram, mais os novos, sendo associados à PREVI onde vigeu o primeiro e melhor Estatuto que o fundo já teve.
           Dito isso, gostaria de reportar-me ao ano de 1997, ano em que aconteceu muita coisa importante, como a criação do Plano PREVI Futuro (dez/1997) e ingerências estranhas do governo federal e absorção do primeiro superávite da história. Leia tudo isso no link abaixo, intitulado "O Operativo BBxPREVI":


Conjunto dos Bancários, situado entre a Rua Marquês de
Abrantes e Senador Vergueiro, Flamengo , Zona Sul do
Rio de Janeiro. Foi construído em 1939 pelo IAPB
(Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Bancários).

terça-feira, 10 de outubro de 2017

PARADIGMA CINQUENTENÁRIO

   A PREVI nasceu em 1967, em plena ditadura militar, com funcionários do BB que eram modelos de funcionalismo público. Com o crescimento de seu ativo, sempre despertou (e ainda desperta) a cobiça de muitos pelo seu vultoso capital que pode ser um dos pilares do desenvolvimento nacional.
      Na década de 70, vivíamos a euforia do "milagre brasileiro", com o super ministro Antonio Delfim Neto cujo crescimento anual chegou ao pico de 10%. O Banco do Brasil detinha a chamada "Conta Movimento" do governo federal que chegou ao seu termo quase no final da década de 80 (considerada a década perdida). Em 1984, com a morte de Tancredo Neves, assumiu a presidência o incompetente José Sarney se autoproclamando da "Nova República", sendo ele mesmo pertencente ao "velho" quadro político nacional, da velha Arena. Em 1990 assumiu Collor de Melo e logo depois o primeiro "impeachment" da história do Brasil. Veio Itamar Franco (vice de Collor) até 1994. Então assumiu Fernando Henrique Cardoso, eleito no rastro de plano Real de quem fora o gestor como ministro da Fazenda de Itamar Franco. O "reizinho" ficou até 2002. Foi no seu governo que houve privatizações aos montes, foi numa delas que a PREVI entrou na Cia Vale do Rio Doce, com forte participação (mais de 30%) e foi pela Vale que tivemos os maiores superávites de nossa história. Hoje ela é o nosso calvário. Logo em 2002 entrou o "Lulinha paz e amor" no dizer de FHC. Foi com Lula que tivemos grandes superávites, o primeiro, em 2006, manchado em sua distribuição pelo injusto "Renda Certa" que premiou poucos privilegiados. Em 2010, novo superávit, mais robusto que o primeiro. Desta vez foi o governo Lula que meteu os pés pelas mãos ao criar através do apoio de parlamentares partidários (PT) dos quais destacamos o funcionário do BB Paulo Bernardo, marido da senadora Gleisi Hoffmann, que era ministro do governo Lula. O senador José Barroso Pimentel (PT-CE) da base sindicalista (esse o nosso principal carrasco!), dos deputados federais lastreados pela CUT provenientes do chamado sindicalismo bancário (SP); todos se uniram para criar a Resolução CNPC 26 que deu ao patrocinador medate do superávite. Felizmente, agora, essa maldita resolução foi totalmente extinta pela Justiça Federal, já com sentença vitoriosa na 2ª instância. Vai subir à terceira e última instância!!!
      Para concluir, a nossa PREVI foi e continua sendo cobiçada por políticos inescrupulosos, que criaram a PREVIC (cabide de emprego) para a PREVI pagar a Tafic, maior taxa entre os fundos, a resolução acima referida, e as nomeações do nosso patrocinador em nosso fundo, numa estrutura de alto custo para o nosso fundo. Será que num futuro breve iremos nos libertar destas algemas?

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

O GATO SUBIU NO TELHADO. HORA DE APERTAR O CINTO DOS GASTOS.

Existem ameaças graves e contundentes no atual cenário político e econômico que irão impactar fortemente a situação financeira dos associados da PREVI, pelo menos neste último trimestre de 2017 e durante todo o ano de 2018, tendo presente que o atual Governo do Michel Temer, debalde as graves denúncias de corrupção e de formação de organização criminosa que lhes são imputadas, sob investigação, vai se safar e sobreviver às tempestades jurídico-políticas e concluir o seu mandato tampão, conquanto conseguirá votos também para sufocar e arquivar essa segunda denúncia na Câmara dos Deputados.
Desmoralizado e arrastando-se pelo beco da podridão, em face dos supostos crimes elencados pela PGR, hoje, é o Chefe do Executivo que está quase tendo deflação no seu índice de popularidade, haja vista os míseros e rasos 5% verificados pela recente pesquisa Data Folha, por sinal o menor nível de aceitação da história de todos os ex-presidentes.
A imprensa americana veiculou que o Presidente Donald Trump se referiu ao Temer com ironia e deboche: “Esse senhor é aquele da mala”.  Esse tipo de tratamento mordaz e vergonhoso desonra a imagem da República Brasileira perante a comunidade mundial.
O outro ex-presidente, o Lula, que o Obama em declaração infeliz disse que era o “cara”, se julga substituto de Deus e o homem mais “honesto” da galáxia – mentira deslavada --, quebrou e enxovalhou o Brasil com a sua organização criminosa e a maior rede de corrupção da história, aguarda decisão de segunda instância, no TRF, para ser preso, já que foi condenado a quase dez anos de cadeia pelo Juiz Moro.
É nesse mar de lama que o país está inserido e só se destaca nas páginas policiais dos jornais, mundo afora. O conceito do político brasileiro é degradante ao extremo e vale menos do que uma cédula de R$ 3,00.
Em consequência, o Temer luta incessantemente para mitigar o seu quadro caótico, tanto que emprega todas as armas do arsenal da máquina pública, limpas ou sujas, lícitas ou ilícitas, nessa batalha praticamente perdida, com o escopo de melhorar a sua imagem junto à sociedade que o avalia, valendo-se inclusive de artifícios deploráveis e de contabilidade criatividade para tentar confundir a opinião do povo e vender uma falsa recuperação econômica, contudo, os resultados são pálidos e os números das estatísticas não mentem, são insuficientes, sobretudo em relação à geração de empregos que continua estagnada, com mais de treze milhões de desempregados.
Aliás, os índices inflacionários que o Presidente Michel Temer apresenta para ludibriar o povo são baixos, ótimos e ideais se não fossem artificiais e manipulados.  Fechada na “marreta”, a inflação oficial (IPCA) deste ano vai ficar abaixo do centro da meta de 4,5%, enquanto que a inflação real, aquela que norteia o mercado, suplanta de longe a chapa-branca, sendo, no mínimo, o triplo da alardeada pelo Governo. 
Somente o IBGE consegue enxergar redução nos preços, porque faz coleta viciada, com cartas marcadas. Doutra parte, os vários aumentos nas cotações dos combustíveis teriam que impactar, para cima, forçosamente, a inflação, todavia, não foi isso que aconteceu.
As lufadas vitaminadas dos altos preços dos combustíveis, ao que tudo indica, sequer foram computadas nas planilhas dos cálculos da inflação. Os reajustes da gasolina e do diesel pela sua natureza irradiadora têm o condão de se espraiar por todo o processo produtivo e majorar preços. Esse pessoal do IBGE, vinculado ao Ministério do Planejamento, não tem decência e vergonha na cara, eis que fabricaram até índices negativos (deflação) em determinados meses, numa desfaçatez sem precedentes, descurando-se por inteiro que estamos no olho do furacão de uma crise econômica catastrófica.
De forma estratégica e astuciosa o Governo FHC adotou o IPCA para medir a inflação oficial, por ser o menor índice do mercado daquela época, e, ainda, o é. Tal índice continua a medir a inflação oficial. Se antes serviu para ilaquear a boa-fé do FMI e facilitar o cumprimento das metas, agora cumpre o papel de dourar a pílula para o povo.
Sabíamos, de antemão, que se tratava de uma inflação irreal, falsa e mentirosa. O que é inaceitável, injusto e ilegal é que essa fajuta inflação maquiada, medida pelo IPCA, por incrível que pareça, no acumulado, de janeiro a setembro/17, somou 1,78% e foi superior aos 1,25% do INPC, no mesmo período, indexador este que corrige as aposentadorias pagas pelo INSS e os nossos benefícios junto a PREVI.
Em suma, teremos uma reposição pífia da inflação, abaixo do IPCA, em janeiro/2018, portanto, inferior até à mascarada inflação do Governo. Inexoravelmente, a cada mês que escorre, o nosso poder de compra vai sendo paulatinamente achatado e derretendo como sorvete ao sol, o que equivale dizer que as perdas financeiras por força das trapaças governamentais serão eternamente progressivas.
Está mais que escancarado que o Presidente Michel Temer quer reduzir os gastos públicos, em especial com a Previdência Oficial, à custa dos aposentados, manobra aleivosa que no fundo tem por objeto o aumento do seu prestígio pessoal junto à sociedade.  É sempre assim, a conta da roubalheira, notadamente na Petrobras, iniciada lá atrás, em 2002, que a Lava Jato trouxe a lume vai ser paga pelos aposentados e pelo povo mais humilde.
Sem a intenção de ser pessimista, vislumbro anos cinzentos para a nossa vida financeira. Penso que a Diretoria Executiva da PREVI não fará revisão substancial no ES e tampouco uma análise humana e realista da situação de penúria enfrentada pelo Corpo Social, amplamente do seu conhecimento. Sempre vai alegar que a falta de superávit técnico para constituir a Reserva Especial é razão determinante e impeditiva para revisões no PB-1 e, enfim, para quaisquer outras melhorias nos benefícios.
Os associados que necessitarem de ajuda podem bater noutra porta, porque a fonte de recursos da PREVI, no longo prazo, secou para operações com limites novos para os participantes de assistidos. O jeito é buscar remédio em outra farmácia para dores financeiras e da alma (depressão, stress, etc.). Infelizmente, essa é a dura e crua realidade.
A Diretoria Executiva se vale das dificuldades de natureza conjunturais em benefício próprio, para encobrir os seus fracassos em relação aos déficits técnicos dos últimos anos e totalmente fria e insensível com os problemas financeiros dos associados. São dois pesos e duas medidas e nada é feito em prol dos donos do Fundo de Pensão para facilitar a travessia da crise política, social, econômica, de confiança, ética que recrudesce com a sucessão dos escândalos diários.
Os balanços patrimoniais tiveram déficits bilionários monumentais, sendo R$ 16.137.922 e R$ 13.943.338, em 2015 e 2016, respectivamente. Cabe observar que vale sempre o resultado publicado no último exercício, isto é, de 2016 (R$13.943.338), descartando-se o anterior (2015). Como na visão otimista ou pessimista de quem vê o copo d’água pelo meio, alguns têm a perspectiva de copo cheio e outros de vazio.
Na PREVI, no entanto, a Diretoria Executiva, inteligentemente, faz a leitura parecida com a dos otimistas do copo “cheio” e afirma que o fundo teve superávit de R$ 2.194.584 bilhões em 2016. Discordo dessa contabilidade criativa e do raciocínio otimista e entendo que o houve, efetivamente, foi uma redução do “DÉFICIT TÉCNICO ACUMULADO” de 2015 (R$ 16.137.922 – R$ 13.943.338 = R$ 2.194.584) para 2016. Logicamente, nas duas leituras possíveis, a Diretoria opta pela que melhor lhe convém.
Calcado nessa premissa, de igual forma, discordo do resultado de superávit divulgado pela Diretoria da PREVI, de janeiro a agosto/17. A equação é simples e basta computar o Patrimônio de Cobertura do Plano, no “PASSIVO”, do Balanço Patrimonial e as Provisões Matemáticas para se obter o resultado real que, no caso, é déficit.
Em 2016, por exemplo, o Patrimônio de cobertura foi de R$ 139.435.024 e a Provisão Matemática de R$ 153.378.362, o que resultou no déficit de R$ 13.943.338 bilhões.  Assim, nesta ótica, não há o que se falar em superávit em 2016, a não ser que isto sirva apenas para justificar o pagamento de gordas “Remunerações Variáveis” para os Diretores.
A propósito, cumpre notar que as Provisões Matemáticas de um ano para o outro vem crescendo muito acima da meta atuarial e da inflação do período, fato importante que merece ser detalhadamente explicado pela Diretoria. Há sintomas visíveis de que as precificações dos ativos não estão acompanhando as variações das Provisões Matemáticas e que o Ativo Total está subavaliado.
A prevalecer esse estado de coisas, nem se a Bolsa de Valores extravasar os 100.000 pontos iremos reverter o atual déficit técnico acumulado, sem falar que eventual superávit futuro terá primeiro que cobrir a Reserva de Contingência de 25% sobre os R$ 153.3 bilhões da Reserva Matemática de 2016, algo em torno de R$ 38.3 bilhões. Com números permeando grandeza dessa magnitude, podemos dar adeus a Reserva Especial que é constituída com os excessos da Reserva de Contingência.

Por fim, com a boataria que se propala sobre a possível privatização do BB, muito bem escorada na teoria do ex-presidente do BC, Gustavo Franco, caso isso ocorra, a PREVI poderá sofrer sérias perdas, uma vez que possui quase R$ 8 bilhões em ações do BB, papéis que, em tal circunstância, poderão sofrer robusta desvalorização. É uma tragédia anunciada e um risco calculado que o fundo está a correr. Certamente que o dinheiro aplicado no BB estaria melhor se estivesse aportado em empresas de maior rentabilidade.

(Texto de autoria de João Rossi Neto - Aposentado, ex-gerente geral Ag. Goiânia-GO)

O BOM AMIGO RAFA; E O PAS DO BB


rafa deixou um novo comentário sobre a sua postagem "REUNIÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO": 

Não acredito que o povo brasileiro possa se constituir num "poder moderador", seguindo os moldes clássicos.


Tal poder, ou uma caricatura dele, no Brasil é exercido de forma ostensiva e velada ( ao mesmo tempo ), pelos meios de comunicação.


Explico.


Após a inclusão da liberdade de expressão na CF, debaixo dessa pretensa SUPERIORIDADE as mídias "se acham" acima de tudo e de todos!


Tenho acompanhado nos últimos anos quase que diuturnamente a atuação do Grupo Globo, Veja, FSP e Estadão, principalmente!


Eles não "informam" apenas os FATOS como eles são!


Eles muitas vezes instrumentalizam o "povo" ... e DEPOIS DIZEM à exaustão que é o povo que pede ... MENTIRA ...


Os casos escandalosos de corrupção nos últimos anos SEMPRE EXISTIRAM! 


E a PETROBRAS, VALE, BANCOS ESTATAIS, FRIBOI, JBS, CONSTRUTORAS etc SEMPRE FORAM OS MAIORES PAGADORES DE VERBAS DE COMUNICAÇÃO E PROPAGANDA; A MOLA QUE MOVE OS GRANDES MEIOS DE COMUNICAÇÃO.


ESSE DINHEIRO QUE PAGA BILHÕES TAMBÉM NÃO VEIO ( E VEM ) DA CORRUPÇÃO????


O mesmo dinheiro do mensalão, petrolão etc TEM A MESMA ORIGEM!


Tomara que as REDES DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA INTERNET DEVOLVAM A SOBERANIA DO POVO ...


A coisa mais difícil hoje é SABER EXATAMENTE A REAL VERDADE DOS FATOS QUE SE NOS APRESENTAM!


É bom sempre ficar desconfiado!


O povo é FACILMENTE MANIPULADO, não só pelos políticos!



Acordemos!

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Caros colegas,

Ao tempo em que coloco essas ótimas colocações do amigo Rafael, que sempre nos brinda com excelentes reflexões, aproveito hoje para divulgar sobre o PAS - Programa de Assistência Social do BB, texto extraído do site da AFABB-DF:

  

A partir desta sexta-feira (01/07), os pedidos de auxílio e adiantamento pelo Programa de Assistência Social (PAS) feitos por funcionários aposentados e pensionistas passarão a ser acolhidos pela agência de relacionamento do interessado.


                Até então, tais solicitações aqui no Distrito Federal eram encaminhadas à GEPES Brasília II que atende no Centro Empresarial Ed. Brasília 50, SEP Sul - Quadra 702/902 (tel. 61.3104.2177).
                Na publicação Cartilha PAS, a Cassi informa que o PAS é um programa de benefícios do Banco do Brasil destinado a prestar assistência financeira e, de forma complementar, coberturas relativas a procedimentos de saúde.
                E acrescenta que o Banco complementa as coberturas nas modalidades adiantamento e auxílio. Na modalidade adiantamento é passível a concessão de assistência financeira diretamente no BB para situações regulamentadas, sem juros e com reposição parcelada do valor. É o caso de tratamento odontológico e aquisição de óculos e lentes de contato.
                A modalidade auxílio, objetiva o atendimento de necessidades específicas e a complementação de coberturas do Plano de Associados da Cassi. É concedido pelo BB também para situações regulamentadas, sem restituição por parte dos usuários do programa, como é o caso de perícia odontológica.
                Para conhecer todos os produtos passíveis de atendimento pelo PAS, inclusive aqueles que precisam de análise prévia da Cassi, clique em http://www.cassi.com.br/images/requerimentos/associados/Cartilha_PAS.pdf

    Caso não consiga acessar por aqui, por favor, entre neste link:


      O blog Semente de União nos brinda com o mesmo tema e neste LINK é possível fazer download dos formulários para preenchimento, inclusive, com as instruções detalhadas: