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domingo, 6 de agosto de 2017

RESTOU PROVADA A RELAÇÃO AMIGÁVEL ENTRE PREVI X PREVIC

    Meu grande e estimado amigo João Rossi Neto dedicou vários dias de árduo estudo para compor uma centena de argumentos convincentes sobre a não necessidade do corte abrupto do pagamento do BET quando faltavam apenas doze parcelas para sua conclusão.
Rossi obteve a resposta da PREVIC nesta semana com o seguinte modus operandi: A PREVIC solicitou à PREVI as respostas para os questionamentos abaixo, recebeu-as de volta, colocou sobre as ponderações dadas pela PREVI uma bela capa da PREVIC enviando-a ao Rossi como"resposta" da PREVIC. Rossi me disse em outro email:
"Amigo Ari,
Para seu conhecimento, envio-lhe resposta da denúncia que formulei à PREVIC, contra a decisão da PREVI de suspender o pagamento do BET e voltar a cobrança das contribuições,  a partir de janeiro/2014, cujo retorno ocorreu via do Ofício nº 1740/2017/PREVIC, de 19/07/17, após a PREVIC ouvir a PREVI que se manifestou pelo expediente PRESI/GABIN-2017/0236, de 08/05/17.
Informo-lhe que a minha denúncia foi longa e pormenorizada, onde relatei a atitude equivocada da PREVI na tomada dessa providência extrema que nos causou enorme prejuízo financeiro, lesando-nos deliberadamente por pura falta de interesse da Diretoria Executiva de procurar outros caminhos possíveis nas brechas da Resolução 26/2008 para evitar a tragédia que nos impingiu. O conteúdo dos meus argumentos para reaver o BET espoliado ocupou nada menos que dez laudas, contudo resultaram infrutíferas as minhas gestões junto ao órgão fiscalizador (PREVIC), consoante se depreende da carta-resposta.
Inobstante, o trabalho foi feito e a nossa indignação ficou registrada. Conforme poderá notar, as duas entidades se uniram para defender os seus pontos de vista  que serviram de base para a execução do maldito corte do BET e esvaziar os motivos alegados por mim, como era de se esperar."

   Eis a carta enviada pelo Rossi, com 10 laudas, reproduzidas em fonte "pequena" por questões de espaço. Quem preferir pode recortá-la e colá-la no Word aumentando o tamanho da fonte a fim de melhor visualizá-la.

Jovem Ari,

Essa foi a correspondência enviada à PREVIC.




Goiânia (GO), 29 de março de 2017.

À
Superintendência Nacional de Previdência Complementar-PREVIC
Exmo. Sr. José Roberto Ferreira
DD. Diretor-Superintendente
Brasília-DF.
Senhor Diretor,

Referindo-me ao seu Ofício/096/2014/CGCP/DIFIS/PREVIC, de 17 de março de 2014, volto ao assunto para solicitar reconsideração do despacho denegatório, tendo presente que emergiram fatos novos, recebidos recentemente, que apontaremos mais a frente para robustecer os nossos argumentos e provar o equívoco da Diretoria Executiva da PREVI na insensata decisão de interromper o pagamento do Benefício Especial Temporário-BET e de retornar a cobrança da contribuição para o fundo, a partir de janeiro/2014, calcada em demonstrações contábeis ditas preliminares, cuja definição seria mais adequada se fosse “provisórias”.
O corte do BET não passava de boatos durante o 2º sem/13, mas quando a Diretoria publicou a sua carta (vide cópia anexa) no site, datada de 03/01/2014, comunicando aos associados que a partir de janeiro ao ano em curso, não pagaria mais o BET e, no mesmo passo, retornou a cobrança da contribuição de 4,8% que estava suspensa, a tragédia anunciada se efetivou.
Os ativos da PREVI – ações e imóveis –, para efeito de balanço, são precificados e reavaliados no penúltimo dia do encerramento do exercício, de sorte que a Diretoria Executiva só teve visão global e segura dos resultados fechados em 2013, no dia 21/02/14, data em que o Conselho Fiscal e os Auditores Independentes (Deloitte Touche Tohmatsu), emitiram os seus relatórios e o Conselho Deliberativo, com base nesses pareceres técnicos favoráveis, aprovou as Demonstrações Contábeis e o Balanço Patrimonial do exercício de 2013.
A rigor, se fosse observar a letra fria das normas emanadas do CNPC, demonstrações preliminares, como o próprio nome explica por si só, inconclusivas, sem credibilidade, passíveis de conter inconsistências expressivas por erros ou fraudes, sujeitas a suspeições por vício de origem, não revestidas das formalidades obrigatórias previstas na legislação específica que disciplina a previdência complementar, em especial as contidas na Resolução CGPC-28/2009, não poderiam, em hipótese alguma, servir para antecipar decisões que não careciam de urgência, porque não se tratava de sangria desatada.
Inobstante, meteu os pés pelas mãos e na base do “achismo” e em “conjecturas mirabolantes”, o imaginário valor do superávit de 2013, aquela altura, antes de 31/12/13, brotou da bola de cristal da Diretoria e foi julgado insuficiente para cobrir os 25% da Reserva de Contingência. Foi esse parâmetro duvidoso e inconsistente que serviu de pilar para apoiar a suspensão do pagamento do BET, aliado as demonstrações preliminares, ambos em fase embrionária de consolidação.
É um despautério considerar o efeito do imponderável dessa visão de futuro para respaldar uma decisão aguda que mexeu no bolso dos aposentados e lhes acarretou prejuízos que solaparam os seus parcos rendimentos.
Temos ciência de que mesmo as Demonstrações Contábeis já fechadas, confeccionadas de acordo com as instruções da Res. 28/2009, enquanto não forem autenticadas pelo Conselho Fiscal, Auditores Independentes e Conselho Deliberativo, são documentos contábeis nulos ou anuláveis em qualquer disputa judicial que colocasse em xeque a sua validade formal.
O que pensar então de dados contábeis preliminares, que não passam de previsões a confirmar. O relatório emitido por Auditores Independentes, após análise acurada dos números dos balanços existe, exatamente para garantir e aumentar o grau de confiabilidade dos seus usuários. Agora, nunca eles vão se debruçar sobre demonstrações preliminares para fazer juízo justo de valor, por pura perda de tempo, motivo pelo qual não se deve levar em consideração demonstrações contábeis provisórias.
Sem as chancelas desses órgãos mencionados, tais documentos contábeis não terão eficácia legal e jurídica junto a terceiros. Assim sendo, as medidas drásticas que suprimiram direitos adquiridos (suspensão do BET e retorno das contribuições), com arrimo em demonstrações preliminares e provisórias que não têm base de sustentação factível e confiável, nunca deveriam ser empregadas para formar convicção em decisão dessa magnitude. Neste ato administrativo e financeiro injusto, a Diretoria Executiva brincou de administrar e chegou ao limite da irresponsabilidade.
O corte do BET, comunicado em 03/01/14, merece ser revisto e anulado, porque embasado nessas supostas demonstrações preliminares existentes antes de 31/12/13, sem comprovação, e que não espelhavam posição consolidada.
A precaução e a prudência aconselham que uma medida drástica dessa envergadura (corte do BET) que afeta a vida financeira do Corpo Social precisa ser efetivada com absoluta segurança e sequer cogitar dados contábeis frágeis e passíveis de sofrer alterações profundas no fechamento final das autênticas e definitivas Demonstrações Contábeis de Resultados.
As negociações para destinação da reserva especial de 2009 e revisão do PB-1 foram submetidas à apreciação Corpo Social, através de consulta e aprovadas pela PREVI (Diretoria Executiva e CD), BB, entidades representativas dos funcionários (FAABB, CUT/Contraf), DEST-Ministério do Planejamento, Ministério da Fazenda, MPS e PREVIC.
De modo que não poderia ser rompido por decisão unilateral da Diretoria Executiva, em circunstâncias que afrontaram o princípio do pacta sunt servanda e pela adoção das demonstrações preliminares, desrespeitou as normas contábeis do CNPC e PREVIC (Res. 28/2009 e Res. 34/2009).
Causa estranheza é que a Diretoria Executiva não tinha certeza da decisão que iria tomar e mesmo assim a autorizou, tanto que, em 03/01/14, publicou Nota e comunicou a interrupção do pagamento do BET e volta das contribuições.
Para se proteger contra eventuais efeitos colaterais supervenientes da sua decisão esdrúxula, dez dias depois, via do expediente PRESI/GABIN-2014/0041, de 13/01/14, fez a consulta abaixo, na qual omitiu que a decisão já estava sacramentada:
a) “Está correto o entendimento da PREVI quanto a proceder, com base nas demonstrações preliminares existentes, a reversão dos valores existentes nos Fundos Previdenciais para a recomposição da Reserva de Contingência e a consequente interrupção da utilização da Reserva Especial relativa ao Plano de Benefícios nº 1”?
Com efeito, a consulta teve o nítido objetivo de buscar conforto no aval dessa PREVIC para o seu ato. Só que a Diretoria Executiva não falou a verdade, pois a decisão de cortar o BET e de voltar às contribuições estava consumada, em 03/01/14, nos termos da Nota publicada no site para conhecimento dos associados.
A redação capciosa do questionamento feito leva a interpretação falsa de que o corte estava em estudo, visto que o tempo do verbo foi empregado no futuro: “quanto a proceder”... Só que não ia proceder nada, na realidade, ela já havia “procedido”! Ao que tudo indica, a PREVI tentou induzir essa PREVIC ao erro para obter a coparceria na decisão que ela autorizou sozinha e logrou êxito no seu propósito, pois de fato essa PREVIC anuiu ao que foi decidido com concordância expendida.
É verdade que esse órgão fiscalizador concordou com o procedimento adotado pela PREVI na interrupção do uso da Reserva Especial, contudo, com um feeling excepcional, na resposta através do Ofício nº 479/2014/CGPC/DIACE/PREVIC, de 05/02/14, como que desconfiando que estivesse sendo ludibriado, em relação às informações prestadas pela EFPC, deixou estipulado, no parágrafo 3, do citado ofício, que a veracidade das informações prestadas a PREVIC era de responsabilidade da PREVI.
Nas diversas oportunidades que os associados questionavam o uso leviano de dados contábeis incompletos (demonstrações preliminares) para interromper o pagamento do BET, a Diretoria Executiva da PREVI respondia que o procedimento fora autorizado pela PREVIC e transferia a responsabilidade pelo malfeito. 
O motivo alegado para suspender a utilização da Reserva Especial não poderia ser pela falta de dinheiro, uma vez que, em 31/12/13, o saldo do Fundo de Destinação da Reserva Especial dos Participantes, conforme exarado na Nota Explicativa 2-6-4, das Demonstrações Contábeis, era de R$ 1.064.534.440.
Então, sobrou, como pretexto para o corte do BET, aprovado antes de 31/12/13, e a vigorar partir de janeiro/14, que o valor do superávit técnico estimado para 2013, que seria apurado uns sessenta dias depois, não seria suficiente para cobrir a Reserva de Contingência de 25% sobre as Provisões Matemáticas.
Vejamos o que disse a Diretoria Executiva no parágrafo 6º da sua carta, abaixo reproduzido:
(...) “O Plano 1 permanece superavitário e sem riscos para o seu equilíbrio e solidez, proporcionando tranquilidade a seus participantes. Contudo, o excedente contabilizado em Reserva de Contingência no final de 2013 ficará inferior a 25% das Reservas Matemáticas, exigindo a sua recomposição. Com isso, será necessário utilizar a totalidade dos recursos, hoje contabilizados nos Fundos de Destinação e de Contribuições dos Participantes e do Patrocinador, para cumprir a regulamentação, não sendo mais possível continuar com o pagamento do BET e com a suspensão das contribuições”.
Após a aprovação das Demonstrações Contábeis e do Balanço Patrimonial, em 21/02/14, pelo Conselho Deliberativo é que foi possível verificar, com exatidão, que o superávit técnico real de 2013 foi de R$ 24.7 bilhões e a Reserva de Contingência no valor de R$ 28.56 bilhões e faltaram R$ 3.8 bilhões para a constituição plena deste colchão de liquidez, isto é, da RC.
Pelo que infere do parágrafo 6º da carta, referendado acima, a Diretoria Executiva foi muito sagaz e perspicaz, passando ao longe da declinação de valores do exercício, para não cometer erros cavalares, limitando-se a informar que ao final de 2013, a Reserva de Contingência ficaria inferior a 25% das Reservas Matemáticas e por isso não continuaria com o pagamento do BET. Abaixo dos 25% da RM em quanto? O superávit técnico de 2013 fecharia em quanto?
O fato é a Diretoria deu salto interpretativo no escuro e saiu atirando para todos os lados para não pagar o BET. Esse tripé maquiavélico: Previsões, Adivinhações e Charlatanices, sob-hipótese nenhuma, pode servir de arranjo técnico artificial para cortar nossos benefícios contratados (vide Termo de Compromisso de 24/11/10). Efetivamente, uma Diretoria séria e proba não pode decidir em função de perspectivas ou miragens subjetivas que em noventa e nove por cento das vezes viram fumaça.
Ficou mais claro que a luz solar, que o BET foi interrompido pela intuição e pelo sexto sentido que a Diretoria tem de antever o que vai acontecer no futuro, pois antes de 31/12/13, já sabia do resultado do balanço que seria fechado de 30 a 60 dias.
Isso é algo insólito e até ser ponto perigoso. Vai que estes Diretores, dotados desses poderes sobrenaturais, resolvam ganhar os prêmios da Mega Sena que se acumular, a população vai ficar em polvorosa, com justa razão, e até duvidar da lisura nos jogos da CEF.   
A essa altura, no entanto, nas folhas de pagamento de janeiro e fevereiro/14, o BET tinha ido para o espaço e os associados amargaram brutal redução nos valores dos seus benefícios, de forma inesperada, porquanto existia mais de R$ 1 bilhão no fundo de destinação para ser utilizada.
 Impende destacar que foi por muito pouco que a Reserva de Contingência não foi preenchida in totum e a Diretoria Executiva, no seu exercício de futurologia, passou perto de errar o seu chutômetro no valor do superávit de 2013 (R$ 24.7 bilhões), dado que este ficou muito próximo da RC, uma vez que a diferença a menor de R$ 3.8 bilhões, em termos de grandeza é pequena quando se analisa valores bilionários com esse gigantismo. Demais disso, as Reservas Especiais de 2010 a 2012 eliminariam com folga essa falta, se fossem computadas ou pelo menos compensadas neste encontro de contas.
Mesmo que não existissem essas Reservas Especiais para respaldar os R$ 3.8 bilhões que faltaram na RC, a Diretoria Executiva não precisaria partir para o vale tudo e querer ser mais real do que o rei. Em vez de aplicar esse rigor excessivo, como fez, poderia propor a essa PREVIC outra saída tecnicamente viável, qual seja, a flexibilização do percentual de 25% para 21,5%, pelo prazo de um ano.
Logicamente que a efetivação da medida iria depender da autorização dessa PREVIC, que acredito não se furtaria em aquiescer por se tratar de caso justificado de exceção para solucionar dificuldades de natureza conjuntural.
Foi justamente para momentos pontuais de crises econômicas mundiais (resquícios da crise de 2008 até hoje não debelada totalmente) com as quais ainda nos deparamos, que o legislador deixou espaço móvel no percentual da RC, que vai até o limite de...25% do valor das reservas matemáticas, conforme preconizado no caput do artigo 20 da LC 109/2001 e ajustado para apagar incêndios de eventos e circunstâncias adversas, episódicas e fortuitas.
Pode se contar nos dedos das mãos, empresas no nosso país, que conseguem um superávit da ordem de R$ 24.7 bilhões em um único exercício. Resultado tão expressivo como este deveria ser festejado e não servir de mote para cortar benefícios.
Neste caso, existem variáveis a serem ponderadas, como a utilização indevida das “demonstrações contábeis preliminares” e a não inclusão das Reservas Especiais de 2010, 2011 e 2012, contabilizadas por três exercícios consecutivos e que não foram utilizadas em destinações para revisão do plano 1, totalizando R$ 5.55 bilhões, saldo este que sem prejuízo algum poderia ser canalizado para zerar os R$ 3.8 bilhões que faltaram para complementar os 25% da Reserva de Contingência.
Registre-se, a propósito, que a Diretoria Executiva seria forçada a fazer a destinação das Reservas Especiais acumuladas em três exercícios consecutivos, por ser obrigatória, em obediência do dispositivo contido no artigo 20 da LC 109/2001, mas não o fez e violou o artigo da lei e os associados foram lesados. Resultados financeiros superavitários, mas insuficientes, de balanços subsequentes a 2012 fizeram as referidas reservas especiais virar pó e os aposentados, ficaram a ver navios.
Como agravante da falha cometida pela Diretoria, no caso da não destinação das reservas acumuladas nos três exercícios consecutivos, que ficou impune, os dirigentes investem sobre os associados com a interrupção imperial do pagamento do BET.
Voltaram a ignorar e a desconsiderar, pela segunda vez, as mesmas Reservas Especiais de 2010 a 2012 (R$ 5.55 bilhões) para fazer face aos R$ 3.8 bilhões que faltaram para suprir a Reserva de Contingência, em 2013, cuja negligência, desta feita, acarretou prejuízos dobrados para os inocentes aposentados (corte do BET e não destinação da reserva especial), os quais não têm ingerência alguma na administração dos seus recursos pela PREVI e ainda pagam a conta pelos desatinos notórios em concentrações de dinheiro, de elevado risco, em Rendas Variáveis, nas mãos de uma única empresa, que é o caso da Vale S.A, na qual injetou a bagatela de quase R$ 30 bilhões.
O pior de tudo é que o mercado dessa empresa é limitadíssimo, tendo, basicamente, a China como único comprador. Em consequência desse monopólio, os chineses fazem os preços que lhes convém no minério de ferro, principal commoditie da Vale. Qualquer medida restritiva nas importações dos chineses, o faturamento da Vale despenca drasticamente e a capacidade de gerar receitas declina verticalmente. É nessa gangorra que ligaram o destino de aposentados.
É inconteste que houve negligência e imprudência em relação à falta de pluralidade de tomadores no repasse da poupança da PREVI, para pulverizar os riscos. Não se pode colocar a maior parte do capital em uma só cesta de moedas, máxima que povoa a cabeça de qualquer leigo no mercado financeiro, mas na gestão da PREVI, há dezenas de anos esse erro persiste e somente nos últimos dois ou três exercícios passados, começaram os desinvestimentos para mitigar a exposição em Rendas Variáveis e a bomba Vale é prioridade que precisa ser desarmada, mediante venda estratégica de parte das suas ações, para não efetivar perda.  
Aí quando aparecem os déficits e o fundo de pensão desce a ribanceira, os pobres associados são acionados para equacionar os rombos e lhes tomam até benefícios que estavam formalmente pactuados (vide Termo de Compromisso de 24/11/2010, anexo por cópia), como ocorreu literalmente no episódio do BET.
 A Diretoria Executiva descumpriu abruptamente o Termo de Compromisso como se ele fosse um jornal velho de embrulhar peixe na feira. Este documento jurídico consubstanciou um processo de negociação difícil e demorado para destinação da Reserva Especial de 2009, onde ficaram empenhadas as palavras do BB, PREVI, entidades de classe dos trabalhadores e diversos órgãos governamentais e, sobretudo, a dessa PREVIC.
Este Termo de Compromisso muito bem fundamentado merecia mais respeito e não poderia ser rompido por apenas uma parte isolada, sem estudos mais aprofundados. Ou, o todo não é maior que a parte?
Caso fossem computadas essas Reservas Especiais no cálculo da Reserva de Contingência, não estaríamos discutindo o corte do BET e nem o saldo a descoberto de R$ 3.8 bilhões da RC e ainda sobraria mais de R$ 1.7 bilhão (R$5.5 bilhões – R$ 3.8 bilhões = R$ 1.7 bilhões).
Detalhados os fatos de forma pormenorizada, entendemos que não se pode aplicar o disposto no artigo 18 da Resolução 26/2008 a essa situação atípica e mal resolvida, tendo em vista que o superávit de 2013 mais as reservas especiais de 2010 a 2012 são mais que suficientes para equacionar a RC daquele momento (superávit de 2013-R$ 24.7 bilhões + R$5.5 bilhões das reservas especiais – R$ 28.56 bilhões da RC de 2013 = R$ 1.7 bilhão de saldo de reservas especiais).
Na análise da questão, a Diretoria Executiva não se atentou para os elementos que ora trazemos à baila e a sua consulta a essa PREVIC limitou-se, a saber, se poderia usar as demonstrações preliminares, coisa que ela já havia feito por sua conta e risco. O erro, nitidamente, não está na consulta, longe disso, pois seria pura rotina, e, sim, na má-fé que está por trás do questionamento.
A Diretoria já havia autorizado o corte do BET, em 03/01/14, ou antes, disso, em reunião no CD, órgão máximo da EFPC. Na realidade, o fato estava consumado e queria anuência dessa PREVIC para respaldar o seu ato (dividir responsabilidades), no entanto, empregou o subterfúgio de que a decisão seria tomada a frente, estaria por vir, uma mentira deslavada, tanto que utilizou o termo: “quanto a proceder”, com a evidente intenção de enganar esse órgão fiscalizador.
Ocorre que deveriam ser computadas para esse efeito, as Reservas Especiais registradas nas demonstrações contábeis dos anos de 2010, 2011 e 2012, nos valores de R$ 4.23 bilhões, R$ 310 milhões e R$ 1.01 bilhão, respectivamente, que totalizam R$ 5.5 bilhões, não destinadas para revisão do plano 1, reservas estas que cobririam com folga os R$ 3.8 bilhões que ficaram a descoberto na Reserva de Contingência.
Ante esses fatos novos, a Diretoria Executiva não teria razões plausíveis para efetuar os cortes, parecendo que houve excesso de rigor, de zelo e precipitação na sua ação agressiva que prejudicou financeiramente os associados que já estão com o orçamento doméstico depauperado.
A própria Diretoria declarou, reiteradas vezes, que em função da conjuntura mundial adversa e das crises políticas e econômicas internas, vem enfrentando grandes dificuldades para suplantar as metas de rentabilidade atuarial. Isso foi ratificado, novamente, no parágrafo 10º da carta apensa por cópia, da lavra da Diretoria Executiva.
Então, se essas atenuantes conjunturais servem para minimizar os fracassos na gestão ineficiente do fundo de pensão para obtenção dos resultados colimados, por que não aplicam também para suavizar a carga sobre os associados, como o corte do BET, e evitar que paguem a conta sozinhos, por falhas administrativas e táticas negociais equivocadas, sobre as quais não têm ingerência alguma, como a aplicação exagerada e suicida numa única empresa, caso da Vale S.A, que detém quase R$ 30 bilhões da nossa Caixa sem a rentabilidade adequada.
Por tudo isso, pedimos determinar que a Diretoria Executiva da PREVI retome o pagamento do BET, de uma só vez e suspenda a cobrança das contribuições. O saldo de R$ 1.06 bilhões, posição de 31/12/13, que estava depositado no Fundo de Destinação da Reserva Especial dos participantes, deverá ser corrigido a partir de janeiro/14 e distribuído para os participantes e assistidos nas condições pactuadas no Termo de Compromisso de 24/11/2010.
Hoje, depois que a Resolução 26/2008 foi fulminada e anulada pela sentença expedida, em 20/02/2017, pelo Juiz Alberto Nogueira Jr, da 10ª Vara/Federal do Rio, despacho prolatado em decorrência da Ação Civil Pública impetrada pelo MPF, cessam-se os efeitos dessa ilegítima resolução inferior.
Doravante o seu artigo 18 e a famigerada “Reversão de Valores” vão ser apenas pesadelos passados que nos assombraram. É evidente que havendo desfecho favorável ao Corpo Social, como tudo indica, o patrocinador BB será obrigado a devolver os R$ 7.5 bilhões que embolsou irregularmente. Se ainda não o foi, essa PREVIC deverá ser citada para se defender como ré nessa ação.
Na expectativa de que essa PREVIC vai ter a sensibilidade necessária para consertar os erros cometidos pela PREVI, fazendo a justiça que se impõe, ficamos no aguardo da manifestação desse órgão fiscalizador e moralizador dos desmandos.
Cordialmente,

João Rossi Neto – Aposentado - Matrícula no BB/PREVI- 4.986.560-9 -Goiânia-GO : jrossineto1@uol.com.br

A PREVIC, CRIADA PELO HOJE CONDENADO LULA E SEUS ASSECLAS, TEVE COMO ÚNICO OBJETIVO RETIRAR MAIS RECURSOS DA PREVI, O FUNDO QUE PAGA A MAIOR TAXA DE FISCALIZAÇÃO (TAFIC) AO CABIDE DE EMPREGOS DE PARTIDOS POLÍTICOS, RETIRANDO DE NÓS (PREVI) MILHÕES DE REAIS A CADA ANO. ESTE DINHEIRO NOS FAZ ENORME FALTA NA OCASIÃO EM ATRAVESSAMOS SÉRIAS DIFICULDADES, INCLUSIVE, TENDO SIDO OBRIGADOS A VOLTAR A CONTRIBUIR.  DESTA FORMA, É COMPREENSÍVEL ESSE TIPO DE RELACIONAMENTO ENTRE FISCALIZADA X FISCALIZADORA.

84 comentários:

joao trindade disse...

Não tem havido boa vontade de ninguém, além dos heróicos colegas, como o dr. João Rossi Neto, que tenha qualquer vontade de nos ajudar (incluindo os colegas que permanecem na Chapa 3). Tudo emana do palácio dos horrores, em Brasília, com destino certo: reduzir a pó o árduo trabalho que os verdadeiros donos da Previ construiram ao longo de décadas. Fazem o que querem, à revelia e de forma monocrática, o nosso patrimônio. Parabéns à iniciativa do dr. João Rossi Neto e à divulgação do prof. Ari Zanella.

Édulo disse...

Parabenizo ao grande dr. João Rossi Neto pela dedicação e incessante trabalho em defesa dos aposentados, e ao incansável Ari Zanella pela persistência em mostrar as tramas e tramoias dos dirigentes da Previ, sempre em prejuízo dos verdadeiros donos que vivem a implorar e mendigar seus direitos espoliados continuamente. Graças a diversos colegas dessa estirpe é que os poderosos de sempre se sentem incomodados e cobrados em seu altar ditatorial. Longa vida para os guerreiros. !!!

Blog do Ed disse...

O Procurador da República do Rio de Janeiro, na sua Ação Civil Pública contra a Reversão de Valores, aponta várias manifestações, a meu ver insuspeitáveis, tal a clara infringência do mandamento de proteção dos interesses dos participantes, cometidas pelas autoridades governamentais, nessa distribuição da Reserva Especial da PREVI, em 2010, como a advertência explícita do Ministério do Planejamento, então comandado por funcionário do Banco do Brasil, que a parte do BB, mesmo em caso de ocorrência de déficit de reserva, SERIA INTEGRALMENTE TRANSFERIDA PARA O BB, TRATAMENTO POIS DIVERSO DO QUE SERIA DADO À PARTE DOS PARTICIPANTES, QUE TERIA O PAGAMENTO SUSPENSO. Ele demonstra outras anomalias com que se procura amparar os interesses do Patrocinador contra os interesses dos Participante, atitude audaciosamente ilegal. O Juiz da 10ª Vara Federal concordou com tudo o que disse o Procurador. Mandou desfazer tudo que foi feito a favor do Patrocinador. Na minha ignorância, acho que nada foi feito pela PREVIC. Os colegas sabem se alguma coisa mudou com relação à Reversão de Valores e se o que foi feito, com relação ao Patrocinador da PREVI, foi desfeito? Os nossos líderes estão dormindo?
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Agradeço o empenho e a generosidade do Sr Rossi em dedicar seu tempo e inteligência em favor dos colegas do Plano 1, aposentados tão lesados pela Previ.
É lamentável q diante de explicações tão claras e verdadeiras expostas pelo Sr Rossi, a Previ não se retrate junto aos seus associados e nos devolva o Bet de 12 meses cortados indevidamente e a com isso nos causou grande prejuízo e sofrimento.
Parabéns Ari por não cansar de publicar tudo q é verdadeiro e justo mesmo sofrendo pressões dos q querem nos manter ignorantes do q fazem.
Que Deus recompense muito vcs Rossi e Ari.

Anônimo disse...

Prezado Ari,
Diante de toda a argumentaçao embasada do colega Joao Rossi Neto, nao se pode fazer nada na área juridica...? As explicaçoes detalhadas do Rossi poderiam servir de anexo a uma petiçao inicial...

Anônimo disse...


N mesmo instante que parabenizo o colega Rossi pelo brilhante trabalho mesmo infrutifero cfe ele disse
Logo se ve q a Previ cometeu grande equivoco em ñ terminar o pagto. do B.e.t cujo trabalho de Joao Rossi explicou direitinho.
Queria ter o dom de escrita que tem o doutor Rossi. Outra vez repito meus parabens.

Anônimo disse...

Texto III.1

A BOLSA DE VALORES BRASILEIRA ESTÁ EM TENDÊNCIA IRREVERSÍVEL DE BAIXA? *

RESUMO

TERCEIRA TESE: O TEMPO É O FATOR VITAL DA CRIAÇÃO DE VALOR BURSÁTIL

III.1. Assim, em apertada síntese somos levados a imaginar que “alguém” tentou fazer algo semelhante a um milagre no mercado bursátil global, após 1979/1980, mormente após 1990.

Entretanto, aos homens e as mulheres raramente é concedido o PODER de fazer milagres. ASSIM, ACREDITAMOS QUE A DISTINÇÃO ENTRE UM MILAGRE E OUTRA COISA APARENTEMENTE EXTRAORDINÁRIA, PODE VIR À TONA PELA PERMANÊNCIA, OU NÃO, AO LONGO DO TEMPO DOS EFEITOS DO RESPECTIVO FENÔMENO. TAL CARACTERÍSTICA, A NOSSO VER, DISTINGUE UM MILAGRE DE QUALQUER OUTRA COISA APARENTEMENTE EXTRAORDINÁRIA. Em outros termos, caso os efeitos de determinado fenômeno não venham a permanecer ao longo do tempo, teria ocorrido algo equivalente àquilo que conhecido por “alquimia”. (30) (Pag. 461)

Trader anônimo

*TIBBB

Anônimo disse...

TEXTO III.2

III.2. EM OUTRAS PALAVRAS, ESTAMOS SUSTENTANDO AO LONGO DO PRESENTE TRABALHO QUE O ATUAL CAPITALISMO BURSÁTIL SERIA APENAS MAIS UMA ESPÉCIE DO GÊNERO CONSPIRAÇÃO, COM PREVISÃO DE DATA E HORA PARA EXTINÇÃO. Tal observação, de nossa parte, tem como primeiro fundamento certa conclusão de Immanuel Wallerstein, antes mencionada na segunda tese, conforme se segue:

[...] TODOS OS SISTEMAS, DO UNIVERSO AO MENOR SISTEMA POSSÍVEL, TÊM VIDAS QUE NÃO DURAM PARA SEMPRE!
PORTANTO, É PRECISO DESCOBRIR COMO ELAS SURGIRAM, QUAIS ERAM SUAS REGRAS DURANTE O QUE EU CHAMO DE “VIDA NORMAL”. E COMO ELAS SEMPRE SE AFASTAM DO EQUILÍBRIO, ELAS ENTRAM EM CRISE ESTRUTURAL... (Pag. 469)


Anônimo disse...

TEXTO III.3

III.3. Entretanto, na primeira tese encontramos um segundo fundamento que igualmente nos sugere que o hodierno capitalismo bursátil é uma conspiração com previsão de data e hora para sua extinção. Ou seja, o hodierno capitalismo bursatil se equipara as “tendências Ponzi dos mercados”, conforme a seguinte explicação:

[...] O segundo fragmento de texto é parte relevante do conceito de “tendências Ponzi dos mercados”, como acima vimos. Não obstante, tais “tendências” são conhecidas particularmente por serem fenômenos que tendem a ter um fim abrupto, devido a grande concentração e transferência de riquezas que ocasionam.

Assim, parece-nos oportuno aqui perguntar: por que no presente trabalho estamos sustentando que o hodierno capitalismo bursátil (Bolsa de Valores) é uma conspiração com previsão de data e hora para sua extinção?

- Porque a Bolsa de Valores se equipara as “tendências Ponzi dos mercados”, também conhecidas pelo nome de “correntes financeiras”. Entretanto, tais “tendências” tendem a ter um fim abrupto, devido a grande concentração e transferência de riquezas que ocasionam, conforme antes sustentamos. (Pag. 473)

Anônimo disse...

TEXTO III.4

III.4. Desse modo, no Gráfico 8 podemos observar que tanto as valorizações do índice IBOVESPA de 1971, quanto as do mesmo índice de 1986, foram enormes. Entretanto, tais valorizações foram relativamente momentâneas. Logo, tais valorizações criaram preços, mas não criaram valores, como adiante iremos demonstrar.

Assim, quer nos parecer que a manutenção das cotações próximas às suas respectivas máximas, mas de forma perene, era o desafio inicial que se apresentava aos “alquimistas da centralização financeira” – AGENTES (“gerentes de manobras”). Em outros termos, o principal objetivo que tinham em mente os AGENTES seria maximizar a quantidade de valor a ser criado. PARA ALCANÇAR TAL OBJETIVO “O TEMPO DE PERMANÊNCIA DOS PREÇOS, EM PATAMARES ELEVADOS, SERIA O ALMEJADO FATOR VITAL PARA MAXIMIZAR A CRIAÇÃO DE VALOR BURSÁTIL”. Entretanto, tal objetivo dos AGENTES parece-nos equivalente a certa exigência que os investidores institucionais fazem aos grupos onde estes detêm ações, qual seja, “a manutenção das cotações no nível nominal mais elevado possível”. (30) Ademais, tal “manutenção das cotações no nível nominal o mais elevado possível” é apenas uma manipulação planejada e de forma continuada, conforme sustentamos na primeira tese. (Pag. 484)

Anônimo disse...

TEXTO III.5

III.5. Acima vimos que, quanto maior for a área abaixo de uma curva, maior será o valor da respectiva integral. Do mesmo modo, “o tempo é o fator vital da criação de valor bursátil”. Em outros termos, quanto maior for o tempo de permanência das cotações das ações nas proximidades de suas respectivas máximas, maior será a respectiva criação de valor bursátil. Podemos constatar tal observação pela simples visualização do Gráfico 9, acima apresentado; entretanto, tal manutenção das cotações das ações nas proximidades de suas máximas é apenas um “truque temporal”, como adiante veremos. (Pag. 490)

Anônimo disse...

TEXTO III.6

III.6. Por outro lado, uma maneira de comprovarmos a INCERTEZA, ou a CERTEZA predominante nos regimes fechado ou aberto, respectivamente, seria obtido pela visualização comparativa dos gráficos destes diferentes regimes. Neste sentido, vamos considerar aproximadamente o ano de 1990 como o divisor temporal dos regimes fechado (anterior a 1990) e aberto (posterior a 1990). Assim, podemos visualizar no Gráfico 8, representativo do Índice Ibovespa, certa peculiaridade. Ou seja, os cracks de 1971 e 1986 foram agudos. Em outros termos, foi pouco o tempo de permanência das cotações nas regiões próximas às suas máximas, o que comparativamente falando, é uma característica da INCERTEZA.

Entretanto, uma situação bem diferente é aquela que pode ser observada ao visualizarmos o Gráfico 9. Assim, neste último gráfico podemos ver que o índice IBOVESPA permaneceu próximo as suas máximas, no período compreendido entre 2007 e 2012, exceto no crack ocorrido em 2008. ESTA PERMANÊNCIA DOS PREÇOS NAS PROXIMIDADES DAS MÁXIMAS, POR UM LONGO TEMPO, INDICA-NOS QUE HOUVE UMA GRANDE CRIAÇÃO DE VALOR BURSÁTIL, NESTE PERÍODO DE TEMPO. CONSEQÜENTEMENTE, OCORREU UMA GRANDE TRANSFERÊNCIA DE VALOR BURSÁTIL DURANTE ESTE PERÍODO, como sustentamos na segunda tese. (Pag. 494)

Anônimo disse...

TEXTO III.7

III.7. Portanto, como conseqüência de uma maior permanência dos preços dos títulos nas regiões próximas às suas cotações máximas, uma maior quantidade de valor foi criada, embora de forma necessariamente passageira. (30) Quer nos parecer que daí advém àquele “truque temporal”, que antes mencionamos. Ou seja, pela manutenção dos preços nominais das ações próximos às suas respectivas máximas a maior parte do tempo possível surge algo como um “truque temporal”. Entretanto, por meio desse “truque temporal”, ocorre àquilo que denominamos de “criação de valor”: a “lei atual do mercado”. Assim, como conseqüência dos preços bursateis ficarem próximos às suas máximas, a maior parte do tempo possível, a hipótese de uma maximização de transferência de riquezas entre os diferentes participantes das Bolsas de Valores é facilmente comprovada, como sustentamos na segunda tese.

ENTRETANTO, TAL “TRUQUE TEMPORAL” NÃO PASSA DE UMA ILUSÃO, POIS NÃO EXISTE O “MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES” NOS MERCADOS BURSATEIS. (31) Tal “truque temporal” é simplesmente uma “manipulação planejada e continuada”, conforme sustentamos na primeira tese. Em outros termos, o capitalismo bursátil bursátil hodierno (“Bolsa de Valores”) é apenas uma espécie do gênero conspiração, como sustentamos inicialmente na primeira tese. (Pag. 498)

Anônimo disse...

TEXTO III.8

III.8. Em síntese, podemos concluir que A QUANTIDADE DE VALOR CRIADO É PROPORCIONAL NÃO APENAS AOS PREÇOS MÁXIMOS ALCANÇADOS, MAS IGUALMENTE, AO TEMPO EM QUE OS TÍTULOS PERMANECEM NAS MÁXIMAS OU EM REGIÕES PRÓXIMAS A ESTAS. Tal assertiva pode ser confirmada pelo cálculo das respectivas integrais destas curvas, como antes vimos. Em outros termos, quanto maior a área abaixo da curva de preços bursateis, maior a respectiva criação de valor. Logo, o tempo é o fator vital da criação de valor bursátil. (Pag. 505)

Anônimo disse...

TEXTO III.9

III.9. Entretanto, não nos parece exagerado dizer que partindo da assertiva de que está em curso uma “manipulação continuada e planejada”, tais preços “baixos”, provavelmente, seriam na realidade preços “elevados”.

Explicando: Arquimedes disse algo que talvez aqui nos seja útil, conforme se segue: “dai-me uma alavanca e um ponto de apoio e eu moverei o mundo!” Entretanto, a nosso ver, se os preços são manipulados, logicamente não existe nenhum ponto de apoio. Assim, tanto faz dizer que os preços são “elevados”, ou são “baixos”. Logo, um colapso (break out) do mercado bursátil pode ocorrer a qualquer momento, pois inexiste um ponto de apoio. Em outros termos, como os mercados se afastaram do equilíbrio os problemas do mercado bursátil hodierno são estruturais. (Pag. 514)

Anônimo disse...

TEXTO III.10

III.10. Assim, aqui nos parece oportuno questionar: por que os governos querem que o colapso do capitalismo seja lento?

- Simplesmente para que o valor bursátil criado, naturalmente de forma necessariamente passageira (30), seja maximizado. Assim, quanto maior for o tempo de permanência dos preços bursateis nas proximidades das suas respectivas máximas, maior será a respectiva criação de valor bursátil; conseqüentemente , maior será a respectiva transferência de riquezas entre os participantes das Bolsas de Valores, ou não. Voltaremos a este tema na quinta tese. (Pag. 523)

Anônimo disse...

TEXTO III.11

III.11. Um forte indício da veracidade da hipótese de que o capitalismo bursátil hodierno é apenas um meio de transferência de riquezas, conforme estamos sustentando ao longo do presente trabalho logramos encontrar na seguinte citação:

[...] ISTO SIGNIFICA “[...] UM IMPULSO INTENSIFICADO PARA AS ORGIAS DE ESPECULAÇÃO, QUE CADA VEZ TÊM MENOS RELAÇÃO COM A REALIDADE ECONÔMICA. Pois o modo mais fácil de fazer dinheiro para os homens que têm os controles nas mãos é a manipulação financeira” (HUBERMAN, 1960, p. 242-243). Como um alquimista, o especulador financeiro transformará uma idéia em profecias que se auto-realizam, pois modificam as condições do próprio mercado. (9) (negrito e maiúsculo nossos) (Pag. 526)


Anônimo disse...

TEXTO III.12.1

III.12. Entretanto, aqui nos parece oportuno fazer uma pausa em nossa tratativa para fazer um importante questionamento: por que as orgias de especulação cada vez têm menos relação com a realidade econômica, conforme acima mencionado?

Na tentativa de responder ao questionamento acima iremos inicialmente transcrever certo fragmento de texto encontrado na Internet, conforme se segue:

Mariana Durão Vinicius Neder / RIO ,
O Estado de S. Paulo
28 Janeiro 2017 | 07h52

Dos US$ 16,5 milhões pagos como propina pelo empresário Eike Batista ao ex-governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ), conforme apontam as investigações da Operação Eficiência, apenas um décimo foi recuperado. Os valores foram repassados em ações da Vale, da Petrobrás e da Ambev e, ao liquidar os papéis, somente US$ 1,6 milhão (R$ 5,4 milhões) foi arrecadado pelo Ministério Público Federal.
O MONTANTE É 10% DO VALOR INVESTIDO NOS PAPÉIS e uma parcela pequena dos cerca de R$ 270 milhões repatriados até agora pela força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro. “Por opção de Cabral, os US$ 16,5 milhões foram investidos em ações. O que se conseguiu recuperar dessa conta da (empresa) Arcadia no (banco) Winterbotham é um valor muito pequeno porque boa parte do que foi aplicado nas ações evaporou”, disse o procurador da República Sérgio Pinel. Ele afirmou que no fim do ano passado a força-tarefa solicitou a liquidação dos papéis restantes na conta e a repatriação do valor correspondente. (maiúsculo nosso)


Anônimo disse...

TEXTO III.12.2

Vamos nos abster de comentar a possível ilegitimidade e/ou ilegalidade de tal aplicação financeira. Assim, vamos nos limitar a comentar tão somente a rentabilidade financeira de tal aplicação. Neste sentido, vamos observar que valores equivalentes a apenas 10% do originalmente aplicado, foram obtidos na liquidação da operação realizada no fim do ano passado. Entretanto, a recuperação de apenas 10% dos valores originais comprova algo que antes vimos: o valor do “bem líquido” * que detém o indivíduo A depende do comportamento dos outros detentores.

* liquidez subordinada (títulos bursateis)

Assim, o efeito da liquidez subordinada materializada nos títulos de Petrobras, Vale e Ambev assemelha-se aos efeitos de uma fraude, conforme sustentamos na primeira tese. Por outro lado, parece-nos oportuno observar que a “evaporação” de 90% do valor original dos mencionados títulos está em sintonia com a hipótese de que está em curso uma “TIBBB”, conforme estamos sustentando ao longo do presente trabalho. Neste sentido, ao visualizarmos o Gráfico 5 (ADRs de Vale), apresentado na segunda tese, verificamos que prevaleceu uma tendência de baixa em tais títulos, desde o início de 2011, até fevereiro de 2016. Assim, a visualização do Gráfico 5 indica-nos que as ADRs de Vale que eram cotadas em aproximadamente US$ 36 em Janeiro de 2011, apresentavam cotação de pouco mais de US$ 2, em fevereiro de 2016. (Pag. 528)

Anônimo disse...

TEXTO III.13

III.13. Em segundo lugar, permite-nos compreender porque “as orgias de especulação cada vez têm menos relação com a realidade econômica” a leitura e posterior interpretação do seguinte fragmento de texto:

Supondo que o valor fundamental permaneça fixo, uma queda no preço provocará, mecanicamente, um aumento no lucro esperado e, como resultado, um aumento na demanda! MAS SE FOR PERMITIDO O VALOR ESTIMADO FLUTUAR JUNTAMENTE COM A COTAÇÃO, NÃO HÁ MAIS NENHUMA GARANTIA DE QUE UMA QUEDA NO PREÇO TRARÁ UM AUMENTO NA DEMANDA. Imagine que os investidores mimeticamente infiram que uma queda no preço os leve a revisar sua estimativa de valor fundamental para baixo. Se o novo valor estimado for menor que o novo preço de mercado, não será mais do interesse do investidor continuar a comprar uma ação que se tornou mais cara do que o valor real. (18) (maiúsculo nosso)

Entretanto, a inteligência do fragmento de texto, acima mencionado, nos permite uma importante conclusão: os fundamentos da “TIBBB” são encontrados na matemática, uma ciência exata, conforme adiante vamos sustentar. (Pag. 535)


Anônimo disse...

TEXTO III.14

III.14. Neste sentido, a análise apresentada pelo gestor João Braga, de que “Petrobras nunca esteve tão cara na Bolsa”, mesmo após seus títulos terem sofrido acentuadas baixas é um forte indício de que não apenas está em curso uma “TIBBB”, mas igualmente de que está em curso uma conspiração nas atuais Bolsas de Valores, mormente de que está em curso uma conspiração na Bolsa de Valores brasileira. EM SÍNTESE, O PARADOXO É QUE QUANTO MAIS CERTOS TÍTULOS DESVALORIZAM, MAIS CAROS ESTES FICAM! EM OUTROS TERMOS, SÃO FORTES OS INDÍCIOS DE QUE UMA MANIPULAÇÃO PLANEJADA E CONTINUADA TEM OCORRIDO NA BOLSA DE VALORES BRASILEIRA, CONFORME SUSTENTAMOS NA PRIMEIRA TESE. (Pag. 549)


Anônimo disse...

TEXTO III.15.1

III.15. Entretanto, outra maneira de falar que “Petrobras nunca esteve tão cara na Bolsa” se equipara a dizer que a cotação atual dos títulos de Petrobras é próxima de um número infinito. Ou seja, em termos matemáticos, se você adquire títulos cujo preço está nas proximidades de um número infinito, isto equivale a dizer que a probabilidade de você vir a lucrar com a posterior venda de tais títulos é próxima de ZERO. Em termos práticos, se equipara a dizer que atualmente o valor dos títulos de Petrobras é bem próximo de zero. Assim, após tal conclusão “manter em carteira” títulos de Petrobras se equipara a transferir riquezas, conforme sustentamos na segunda tese. Em síntese, “manter em carteira” títulos de Petrobras, a partir deste marco temporal, se equipara a algo que sustentamos na segunda tese: OS TÍTULOS DE “GRANDE LIQUIDEZ” FORAM E ESTARIAM SENDO USADOS COMO SIMPLES MEIOS DE TRANSFERÊNCIA DE RIQUEZAS.


Anônimo disse...

TEXTO III.15.2

Em outros termos, a assertiva acima se equipara ao seguinte fragmento de texto:

“Quem não sabe definir o que quer, que riqueza é esta sobre a qual deposita tantas expectativas, vai acabar desperdiçando seu tempo. Isto é típico daqueles que conhecem os preços mas desconhecem os valores. Acabam pagando muito por coisas de pouco valor. E dão lances irrisórios para obter coisas que, se soubessem seu valor, se pudessem enxergar, se martirizariam pelas oportunidades constantemente desperdiçadas. Quem não sabe o que quer não pode investir, e o Mercado, em vez de representar sustento, lhe tomará tempo e vitalidade.” (38)

Assim, não nos parece exagerado dizer que se o valor dos títulos de Petrobras é negativo isto significa dizer que a Bolsa de Valores brasileira acabou, pois os títulos de Petrobras tem peso significativo no índice Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores brasileira. (Pag. 551)


Anônimo disse...

TEXTO III.16

III.16. Logo, “AS ORGIAS DE ESPECULAÇÃO, AO CADA VEZ TER MENOS RELAÇÃO COM A REALIDADE ECONÔMICA”, conforme a citação antes mencionada equipara-se a seguinte citação: “O DESTINO DAS RIQUEZAS PRODUZIDAS QUE, CADA VEZ MAIS, SE CONCENTRAM EM POUCAS MÃOS”. Em síntese, as Bolsas de Valores hodiernas não são sistemas eficazes, pois além de serem “um jogo de soma zero”, como antes sustentamos, concentram os ganhos nas mãos de alguns poucos agentes, conforme demonstramos na segunda tese. Assim, ambas estas duas citações sugerem que os problemas do hodierno capitalismo bursátil são estruturais. (Pag. 562)

Anônimo disse...

TEXTO III.17

III.17. Neste sentido, tanto a assertiva de que “o destino das riquezas, cada vez mais, se concentram em poucas mãos” (9), quanto à assertiva de que “[...] um impulso intensificado para as orgias de especulação, que cada vez têm menos relação com a realidade econômica (9), com certeza estão relacionadas à seguinte assertiva de AO:

“a crise não vem do fato de que as regras do jogo financeiro foram contornadas, mas do fato de que elas foram seguidas.” (40)



Neste ponto de nossa tratativa parece-nos oportuno perguntar: quais são as regras do jogo financeiro, acima mencionadas?

- São as duas linhas de força em torno das quais se estruturou o novo regime de acumulação, quais sejam:

A “poupança concentrada coletiva”* e a “desregulamentação dos mercados de ativos”. Entretanto, estas duas “linhas de força” são falhas maiores, como sustentamos na primeira tese.

*Fundos de pensão e fundos mútuos (Pag. 564)


Anônimo disse...

TEXTO III.18

III.18. Reforça nosso sentimento, acima mencionado, de que a Bolsa de Valores deve ser extinta o seguinte fragmento de texto: “a Bolsa não cria riquezas; a Bolsa apenas transfere a titularidade das riquezas.” Entretanto, antes vimos que a “Bolsa é uma máquina de fazer fortunas.” Resta-nos, portanto, uma última pergunta: como tais assertivas aparentemente antagônicas podem ser explicadas?

A resposta a pergunta acima encontramos no único objetivo das Bolsas de Valores hodiernas: a transferência de riquezas, conforme sustentamos na segunda tese. Voltaremos ao tema com mais detalhes na quarta e na quinta tese. (Pag. 570)

Trader anônimo

CEF - (Agência 1532)
Tipo de conta: 001
Conta: 26325.0

Anônimo disse...

Prezados,
Então pelo que dá para intender é que foi cortado o BET, sem ainda se saber que haveria deficit. Pois recebemos 4 anos e faltou 1, e o Banco recebeu à vista e não devolveu nem 1/5, igual a nós que não recebemos?

Anônimo disse...

A proposito quando vai sair nova novembrada.

Ari Zanella disse...

Anônimo das 22:43

Além do corte prematuro, sem certeza absoluta do déficit, tem essa parte da postagem na carta do Rossi à PREVIC:

"Causa estranheza é que a Diretoria Executiva não tinha certeza da decisão que iria tomar e mesmo assim a autorizou, tanto que, em 03/01/14, publicou Nota e comunicou a interrupção do pagamento do BET e volta das contribuições.
Para se proteger contra eventuais efeitos colaterais supervenientes da sua decisão esdrúxula, dez dias depois, via do expediente PRESI/GABIN-2014/0041, de 13/01/14, fez a consulta abaixo, na qual omitiu que a decisão já estava sacramentada:
a) “Está correto o entendimento da PREVI quanto a proceder, com base nas demonstrações preliminares existentes, a reversão dos valores existentes nos Fundos Previdenciais para a recomposição da Reserva de Contingência e a consequente interrupção da utilização da Reserva Especial relativa ao Plano de Benefícios nº 1”?
Com efeito, a consulta teve o nítido objetivo de buscar conforto no aval dessa PREVIC para o seu ato. Só que a Diretoria Executiva não falou a verdade, pois a decisão de cortar o BET e de voltar às contribuições estava consumada, em 03/01/14, nos termos da Nota publicada no site para conhecimento dos associados."

Anônimo disse...

Sinceramente essa postagens do anonimo sobre a bolsa de valores anonimamente, ninguem aguenta, delete por favor.

Anônimo disse...

Fiquei feliz quando lí esta postagem e, mais alegre ainda, quando ví que já haviam 29 comentários. Rapidamente tentei ler todos os comentários e me surpreendi "encontrei a postagem de um livro em quase 15 tópicos", chamados de TEXTO I, TEXTO II, E POR AHI VAI.
Acho que o sr. Ari deve publicar sim, no entanto, peço ao estimado colega escritor que abrevie suas postagens, até para termos condições de proceder a leitura e entender seu recado.

Blog do Ed disse...

O Patrocinador receber a totalidade e os Participantes não, na Reversão de Valores, significa DUPLA INJUSTIÇA. Uma injustiça consiste na disparidade. A outra injustiça é que a nossa contribuição, fixada por cálculo atuarial, é maior do que deveria ser, se o Patrocinador não houvesse sido beneficiado pela injusta totalidade. Estamos, de fato, CONTRIBUINDO PARCIALMENTE PARA PAGAR UM BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO CONCEDIDO AO PATROCINADOR! Pode? ASSISTIDOS DA PREVIDÊNCIA SUSTENTANDO PATROCINADOR DA PREVIDÊNCIA?! Só no Brasil em que tantos idiotas se julgam aptos a administrar o País!...
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Sr. Ari Zanella,

O que me causa espanto é que as questões estão posta para a Previ e para a Previ por um indivíduo, CORAJOSO.
?Então cabe a pergunta ONDE ESTÃO AS GRANDES ASSOCIAÇÕES E ÁS OUTRAS QUE DIZEM DEFENDER OS APOSENTADOS, ESTATUTO DO IDOSO ETC, ETC...
PAGA-SE MENSALIDADE PARA QUE?

antonia disse...

Prof. Ari,
Tiro o chapéu para o nobre colega Rossi nosso abnegado defensor. Porém, infelizmente, depois de todas as ocorrências que estão acontecendo em nosso país, perdi a fé. Não confio mais em justiça, governo, órgãos e o povo em geral. Admirável o gesto do colega, espero que ele não perca a esperança e continue lutando, quem sabe nos contagie e voltemos a pensar que pode ocorrer uma grande mudança a partir de 2018.

joao trindade disse...

O colega das 01:18 tem razão.
Quem gosta desses assuntos deveria criar um blog próprio, pois há assuntos que não interessam aos previanos. Há blogs que falam de assuntos internacionais da época de Stalin, outros que falam de Ovnis e por aí vai...

Humberto. Caxias do Sul disse...

Prezado Ari e demais colegas: a respeito do texto sobre a Bolsa de Valores, penso que o mesmo não faz parte dos problemas do cotidiano dos aposentados pensionistas, sem querer desmerecer o seu valor informativo. Assim, por que não fazer uma edição especial sobre o assunto, em separado dos demais temas discutidos no blog, p, dai, quem realmente estiver interessado no tema poderia tomar conhecimento. Resumindo, uma edição semanal sobre o assunto, numa edição exclusiva para comentários dos assuntos da BV, sem misturar com outros temas.

Anônimo disse...

Qual assertiva causa mais vontade de rir:

a) Vocês são os legítimos donos

b) Aqui é a casa do povo


Por fim, pediria ao nosso analista de mercado que aumentasse seus textos para nosso deleite.

Anônimo disse...

Concordo totalmente com o colega Humberto, fazer uma edição semanal sobre BV,mas não misturar com o cotidiano.

Anônimo disse...

Se a intenção da PREVI em acionar a ODEBRECHT para reaver prejuízos causados por "erros e defeitos de construção" (que ninguém viu quando comprou (?)), for vitoriosa, não poderia esse valor ser destinado a nós os donos do PB1 (kkkkk) ?
Já que cortaram o BET e voltamos a contribuir devido a maus resultados, esse dinheiro é nosso , ou não ?
Antigamente e atualmente alguns investimentos de monta precisam de auditoria externa, já que não deram o resultado esperado por administradores e especialistas consultores. COSTA DO SAUIPE .

Anônimo disse...

Que tal pedirmos ao Rossi a sua carta para fazermos uma PETIÇÃO eletrônica onde todos assinam e mandamos, novamente, para a PREVIC(Lula)?

Anônimo disse...

Colegas, a hora é agora
Ou nos unimos (associações e todos colegas) e reenvindicar o que é lícito, correto e o que temos direito, ou sucumbimos.
Hoje é o melhor dia do mundo para deixarmos para amanhã, o que nunca vai ser feito - pensem bem.
Já se conversou, já argumentou, já se propomos. Agora é partir para ação concreta, para tentarmos sensibilizar corações petrificados, em busca do que merecemos.
"Não viemos aqui tentar mudar suas mentes, até porque suas mentes seguem o ímpeto de seus corações. Viemos aqui para mudar seus corações"

Blog do Ed disse...

A mais poderosa arma contra a Reversão de Valores é a ACP do Procurador da República do Rio de Janeiro acolhida por sentença prolatada pelo Juiz Federal da 10ª Vara. Não pretendo desmerecer os trabalhos nem contrariar a opinião dos colegas. Apenas entendo que não devo omitir minha opinião. A PREVIC me parece assumiu o entendimento de que nada tem para retificar e a PREVI escuda-se no fato de que o sujeito da sentença é a PREVIC. Tanto trabalho realizado; tantas tentativas debalde feitas, e, por fim, a sentença obtida; como pode esse sucesso parcial fenecer, porque ninguém consegue discernir o valor portentoso que se obteve, sem dispêndio algum monetário, simplesmente pela força da evidência dos nossos direitos! Ínclitas lideranças de nossas associações, todas elas, despertem, despertem já!
Edgardo Amorim Rego





Anônimo disse...

Só mudará alguma coisa quando cair na malha fina da Lava Jato.

Se não cair colegas, esqueçam

Vocês não sairão do conforto de suas casas, então...


Fui na novembrada, vc foi?

Humberto disse...

Prezado Ari e colegas: conforme Art 59 do Estatuto Social da Previ, em ano civil par, não bissexto, os participantes e assistidos com direito a voto escolherão o Diretor de Administração e o Diretor de Planejamento. Então, 2018, já tão próximo, poderíamos formar uma chapa forte, contando com a união de nossas associações representativas, com a participação do colega João Rossi Neto, numa dessas 2 diretorias, a sua escolha, e batalharmos com todas nossas forças e boa vontade, para vencer esse pleito. De antemão, já confirmo que visitarei diversas agências locais e da região nordeste do RS, divulgando essa possível chapa e o nome do colega João Rossi Neto.
Contem comigo.

Humberto - Caxias do Sul

Anônimo disse...

Parece que as nossas associações, ditas defensoras dos associados,não teem o menor interesse em reivindicar o que é lícito, sendo necessário que um associado - JOÃO ROSSI NETO - tome a iniciativa da contestação,com isso, só podemos depreender que existe uma relação incestuosa entre PREVI/PREVIC e por tabela, nossas não operantes associações. Será que elas só servem para publicar nota de falecimento? Fica o nosso agradecimento ao colega João Rossi Neto. ILTON GOMES - Natal (RN).

Anônimo disse...

Colegas!!!

Estou na iminência de perder meu SEGURO DE VIDA da Capec, tendo em vista dia 20 de agosto vencerão 3 mensalidades NÃO PAGAS.

Acontece que está INVIÁVEL a quitação pelo BB, por problemas na conta corrente.

Recebi e-mail da Previ há 1 semana, o qual respondi pedindo que me informassem com urgência OUTRO MEIO para pagamento, e NÃO me responderam até agora.

Alguém tem alguma sugestão de como proceder?


Agradeço

Anônimo disse...

http://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2017/08/normativa-da-caixa-indica-fim-de-concursos-e-contratacao-de-bancarios-temporarios

Zé fini! Acabou a carreira! BB vem aí! fui! Agora vai! Eta neoliberais!

Anônimo disse...

Anonimo 14:02

Também concordo, a hora é agora! Pois enquanto estiverem no cargo, como ainda estão, fica mais fácil arrancar deles, dos nossos diretores e/ou presidentes, uma solução para os nossos problemas.
Já fora do cargo, na cadeia, como foi o caso do Aldemir Bendine, as chances de conseguirmos alguma coisa, o retorno do BET, por exemplo, se distanciaram cada vez mais.

Abraço.

Anônimo disse...

Colega das 19:11 telefona pra Previ e pede NR. Conta seguros e deposita.

Divany Silveira disse...



Mestre, pelo que depreendi após leitura do nosso Blog podemos
considerar que a relação entre PREVIC X PREVI está mais para
incestuosa que amigável, para nossa decepção e prejuízo.
Divany Silveira-Sete Lagoas-mg





Anônimo disse...

O bicho outrora chamado funci entrou em extinção

E o vidente Figueiredo bem que disse que sentiríamos saudades dele. A cantilena da esquerda caviar que os militares roubaram era apenas o prognóstico do que fariam quando chegassem ao poder.
Esperar o que de sinicalistas? Incompetentes, apedeutas, preguiçosos, presunçosos, desonestos e deu no que deu...

Blog do Ed disse...

Meu vaticínio. Se a Caixa acabar com a carreira do funcionalismo e, de fato, abraçar a terceirização, os desfalques acabarão com a Caixa. E a responsabilidade mais uma vez será do Governo.
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Queridos Colegas,

Não esqueçam, NUNCA, com quem estamos lidando do outro lado, uns astutos, uns impudentes.
Infelizmente já tivemos a triste experiência da chapa 3.
Não é preciso escrever textos provando o descaso com os aposentados, excetuando a corajosa atitude do Professor Ari Zanella, que mandou-os às favas.
Desculpem, mas aturar sindicalistas já passou dos limites.
Esquerda caviar NUNCA MAIS!
Indignado ao ponto de solicitar a volta do verde oliva.
Trancafiar essa turba ou expulsá-los para Cuba, Venezuela, Rússia, que é o lugar que lhes cabe.

joao trindade disse...

Numa República Cleptocrática como a nossa, travestida de Democracia, êsses comportamentos são tidos como normais. A diferença entre nós e a Venezuela é o hino, a bandeira e a língua...

Anônimo disse...

O Aldemir Bendine não estava envolvido na edição da Resolução 26/2008?, juntamenmte com o Pimentel?
Não é possível acionar o senador Paulo Bauer para defender a extinção desse órgão "chupa cabra".

Ari Zanella disse...

10:56

Não. O Aldemir assumiu a presidência do BB em 2009 quando a 26 já estava sacramentada.

Ari Zanella disse...

Aposentado que trabalha não deve pagar o INSS, decide Justiça

http://www.emersonmorresi.com/2017/08/aposentado-que-trabalha-nao-deve-pagar.html

Anônimo disse...

Na terra tupiniquim, é esse o acordo espúrio entre o capital e os pseudos representantes do trabalho:
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,centrais-querem-contribuicao-sindical-maior-do-que-imposto-cobrado-hoje,70001927813

A propósito da reforma trabalhista, do fim dos planos de saúde dos funcis das Estatais, bem como dos concursos públicos, possibilidade de terceirização das atividades-meio e fim, etc., não passam de medidas inspiradas no comércio escravagistas de outrora, que, numa versão moderna, pavimentam o caminho para as investidas das empresas de contratação e locação de mão de obra escrava.


Com esse tsunami neoliberal, causa-me estranheza a permanência de uma subsidiária que não gera mais reversão de valores e acumula déficit bilionário.

José Benedito Monteiro disse...

O ROOSI bem que poderia fazer uma denuncia dos ocorridos para a Justiça (e porque não a lava jacto) já que existe o uso da mordaça para com os diretores. Porque os associados (donos)da previ não tem acesso a nenhuma informação e denunciar também a relação incestuosa entre a PREVI e a PREVIC (PREVIC - criada pelo sapo-barbudo)como cabide de emprego pago pela nossa PREVI. Precisamos arrumar um jeito de chegar ao conhecimento da Policia Federal, principalmente agora com a prisão do Bendine, que deve ter alguma participação em alguma coisa errada na PREVI.

Anônimo disse...

Penso que teríamos que fazer essa denúncia à ONU (Secretaria de Direitos Humanos) pois acho que aqui está tudo tramado para neutralizar qualquer iniciativa pelo que se tem visto.

Anônimo disse...

Anônimo 10.56,

Desculpa caro Colega, não sou Catarinense, mas se fosse não votaria mais no Sr. Paulo Bauer, levando em conta suas atitudes no congresso minado de corruptos, envolvidos na Lava Jato e em outras escabrosas negociatas.

De promessas e prometedores já estou farto.

Politico bom, para mim, só provando ilibada reputação.

Acho que morro e não vejo.

Anônimo disse...

Despejar tudo isso no MPF? De novo? 1000 vezes até resultar em algo positivo

joao trindade disse...

Isso é uma caixa preta que ninguém tem interesse em desvendar seu conteúdo, por questões que não querem que saibamos. Se assim não fosse, quem foi eleito e permaneceu na chapa 3 diria. Ou estou enganado?

Anônimo disse...

Dileto Mestre,

Peço sua licença para contar uma
piada em homenagem a uma pessoa
que reside numa cidade com nome
de algarismo.
Contam que de certa feita um be-
neficiário à beira da morte no
seu leito, sentiu um forte chei-
ro de pão de queijo. Chamou seu
assessor e pediu-lhe que lhe fos-
se trazido um pão de queijo. No
minuto seguinte o assessor retor-
na dizendo: - A Dona Zefa não per-
mitiu porque é tudo para o velório.
Conclusão: O fundo de pensão da Do-
na Zefa é Phoda.

Ass. fã anônimo de alguém

Anônimo disse...

Prezado Ari,
Não é possivel que diante da denuncia do colega Joao Rossi - que fez um trabalho de jornalismo investigativo invejável - nao se possa fazer nada...A atitude da Previc diante do assunto deveria ser de monitoramento dos resultados da Previ, para só entao dar o seu parecer...s.m.j.

marcelino maus disse...

.... http://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2017/08/normativa-da-caixa-indica-fim-de-concursos-e-contratacao-de-bancarios-temporarios

... precarização, exploração... e (acrescento) FRAUDE, CORRUPÇÃO...

Não esqueçam que o Mr DIDA também entrou pelas portas dos fundos como um chopim que "terceiriza" a encubação dos ovos.

Anônimo disse...

Ao que parece a destinatária, dita fiscalizadora, não se manifestou sobre o mérito da denúncia, tampouco da resposta da denunciada. Pra que serve esse bagre ensaboado! Office Boy de luxo?

Anônimo disse...

Todo mundo sabe quem criou a Previc e com qual propósito. Com certeza nada trouxe ou trará para os fundos de previdência.

Anônimo disse...

Nosso escritor do dicionário poderia explicar o " um jogo de soma igual a zero" TEXTO III 16, resumidamente em 50 laudas?

Anônimo disse...

1. A Bolsa de Valores é um "esquema Ponzi". Como todo "esquema Ponzi" ("pirâmide financeira") o fim desta pirâmide é ABRUPTO...

2. A Bolsa de Valores não segue a distribuição de Gauss. Ou seja, os movimentos principais da Bolsa ocorrem em alguns poucos dias da história da Bolsa. Por exemplo, em 19/10/1987 o índice Dow Jones (Bolsa de New York) perdeu 22,6%.

3. O tempo é fator vital da criação de valor (“MANIPULAÇÃO”)...

(a criação de valor é apenas uma manipulação continuada e planejada).

4. Se a cotação de Petr4 em nov. 2015 (R$ 7) era próxima do infinito (“Petrobras nunca esteve tão cara na Bolsa”), atualmente (08/08/2017) é (R$ 13,6), o que é o dobro daquela cotação de nov. 2015...

5. A TIBBB tem seus fundamentos na matemática.

6. Logo, pode ocorrer um crack a qualquer momento...

Trader anônimo

Anônimo disse...

Para que serve a midia

Anônimo disse...

Tudo bem, Ari? Acho que tem colega aqui desmerecendo o Dida por ter sido Menor Estagiário ou Menor Aprendiz. Concordo com as críticas à atuação dele, enquanto Presidente do Bb ou da Petrobrás. Mas dizer que Dida entrou no BB pela "porta dos fundos", como um IMBECIL qualquer grafou, é de um desconhecimento total sobre o que acontecia no Banco do Brasil. Fui admitido no BB como Menor Estagiário, em 25.06.74, logo no início deste tipo de contratação. Tinha 14 anos. Foram selecionados, nas duas principais escolas da cidade, cerca de 20 candidatos. O requisito principal eram as boas notas e assiduidade. Fui abençoado, pois além de ter as melhores notas de toda a turma, era muito falante, comunicação boa, e - modestamente - parecia mais maduro do que os outros garotos, todos meus conhecidos, alguns até amigos (os 10 da minha escola). Mas, para PERMANECER no Banco, tive que ser aprovado no Concurso de 1979 (interno, mas prestado no mesmo dia e hora do Concurso Externo, com as mesmas provas). Fui OITAVO classificado no Brasil todo, apesar de entender bulhufas de contabilidade...rs(DEVOREI a apostila do Conta I, que um supervisor me emprestou). Depois, fui aprovado no primeiro Concurso para Nível Médio (o famoso M, que depois se tornou S), também com boa classificação. QUASE TODOS os Menores-Estagiários e Menores Aprendizes das agências daqui da região permaneceram no Banco, a maioria se tornou Gerente Geral, tivemos Superintendentes e até Presidente do BB (caso do Dida). Mas me lembro perfeitamente de colegas (mais antigos) que - dizem - foram selecionados por terem uma leitura boa e trabalharem na então Estrada de Ferro Sorocabana. Não sei se prestaram Concurso Nacional, acredito que sim. Então, na minha modesta opinião, os Menores Estagiários/Aprendizes fizeram, SIM, sua parte, se submetendo ao Concurso Publico como todos as outras pessoas. Tanto é que NEM TODOS ficaram no BB. Criticar o Dida por sua atuação, OK ! Mas ele prestou Concurso para estar no BB.

Nascimento.

P.S.: Antes de me tornar "Auxiliar de Escrita", fui "Auxiliar de Portaria", carreira depois extinta. Fui dispensado da função de Menor Estagiário aos 17 anos e 10 meses, pelo regulamento do BB, por não ter havido Concurso Público
no período, que eu pudesse prestar. O colega da outra escola que foi admitido um mês antes de mim - nasceu em maio e eu em agosto - teve a idade mínima suficiente para prestar, foi aprovado e ficou direto no BB. Ah, e o Concurso para Auxiliar de Portaria era uma moleza, 4 operações matemáticas(gigantes) e um "ditado". Minha nota foi 100...rs.

Anônimo disse...

Anônimo disse...

08/08/2017 21:02

Por que a Bolsa é um jogo de “SOMA ZERO”?

- A resposta está nos itens III.18 e I.5, conforme se segue:

III.18. Reforça nosso sentimento, acima mencionado, de que a Bolsa de Valores deve ser extinta o seguinte fragmento de texto: “a Bolsa não cria riquezas; a Bolsa apenas transfere a titularidade das riquezas.” Entretanto, antes vimos que a “Bolsa é uma máquina de fazer fortunas.” Resta-nos, portanto, uma última pergunta: como tais assertivas aparentemente antagônicas podem ser explicadas?

A resposta a pergunta acima encontramos no único objetivo das Bolsas de Valores hodiernas: a transferência de riquezas, conforme sustentamos na segunda tese. Voltaremos ao tema com mais detalhes na quarta e na quinta tese. (Pag. 570)


I.5. A escolha de um bem como moeda resulta somente de uma imitação dos indivíduos entre eles? A moeda foi eleita equivalente universal porque é garantida pelo Estado e não é riqueza por excelência, tem valor apenas se, paralelamente, um trabalho produtivo é efetuado. Em outras palavras, como a moeda é um direito ao valor sobre a produção, devemos considerar que nossa economia não é uma economia monetária, mas uma economia monetária da produção, assim como se expressaram com diferentes palavras Marx e Keynes.

Trader anônimo.

Anônimo disse...

Pelos menos uma boa noticia, o INPC de julho ficou em + 0,17% porém como o INPC de junho foi de -0,30% não teremos correção monetaria no EMPRESTIMO SIMPLES quando o indice for corrigir o mes de setembro e ainda ficamos com um saldo para abater na proxima correção do mes de outubro.

Blog do Ed disse...

Grande vida, Nascimento!Parabéns, colega. A vida é conquista! O homem se faz.
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Ao anônimo das 8:15

Entendo você perfeitamente, porque eu e minha irmã Isabel passamos por algo semelhante. Entrei no Banco em 76 através de concurso público. Dois anos depois as instalações da agência onde tomei posse foram para um prédio novo. Seguindo as instruções(LIC), a gerência abriu concurso interno para telefonista, e, segundo o regulamento, somente poderiam ser inscritas filhas ou irmãs de funcionários com idade mínima de 18 anos. Essa era a idade dela e além disso, Isabel estava entre os melhores alunos da escola pública onde estudava e alcançava as melhores notas (escola estadual considerada a melhor da cidade, inclusiva entre as particulares). Só fiz a inscrição dela porque eu sabia que teria chance de passar. O que de fato aconteceu, eu só não sabia que seria castigada por isso.Passei a ser olhada de outra maneira e tive a minha honra atacada, inclusive por um colega cuja esposa também prestou concurso e foi reprovada. Mantive a cabeça erguida, pois nada fizera além de inscrevê-la.Dois anos depois, teve concurso público para escriturário e ela foi aprovada. A maior fofoqueira da agência me disse que eu dera um tapa com "luva de pelica" em muita gente. Apesar de nada me dizerem diretamente, tudo era feito de forma camuflada, qualquer falha que eu cometesse era vista com lente de aumento, parecia que só eu errava,isso minava minha auto confiança. Até antes da aprovação dela, nada tinham contra meu desempenho na empresa. Isabel também foi aprovada no concurso interno para Nível Médio e o colega cuja esposa foi reprovada, nunca passou. Mas não parou por aí. Meu irmão Lucas, também estudou na mesma escola e era considerado o melhor aluno,tanto que no final do 1º semestre quando ele cursava a 3ª série, o diretor mandou um recado para que minha mãe comparecesse à escola, porque no 2º semestre Lucas faria a 4ª série, pois já sabia tudo da série que cursava e a ele foi oferecido um coquetel. Depois ele foi aprovado na FAETEC para fazer o segundo grau e ao concluir passou num concurso para Administrador Postal e ganhou uma bolsa para estudar em Brasília durante 02 anos. Por não se adaptar ao clima do estado do norte onde tomou posse e sem chance de transferência, depois de 02 anos, pediu demissão e em 1992 fez concurso para o banco e foi aprovado em segundo lugar na cidade onde prestou concurso. Mesmo com esse histórico, a colega que eu considerava minha melhor amiga me disse "aí tem alguma coisa". Tudo porque seu sobrinho foi menor mas não conseguiu passar no concurso interno nem sua irmã Marisa, para telefonista num concurso posterior. Isabel e Marisa estudaram juntas na mesma escola e Marisa só não ficava reprovada porque Isabel lhe dava cola.
Desculpem o desabafo, depois de tantos anos até me sinto mais leve!
Um abraço para você anônimo das 8:15hs.

Anônimo disse...

Sou a anônima das 15:10

Só para completar e ser justa com o Lucas, na ocasião que prestou concurso para o Banco, ele ele fez o vestibular da universidade federal e gabaritou a prova de matemática. Era isso!

Anônimo disse...

Estimados Colegas,

Todos os de sã consciência e que galgaram progressos na vida, estão de parabéns, sejam estagiários ou aprovados diretamente em concursos públicos.

O QUE É DEPLORÁVEL, CRIMINOSO, É APROVEITAR-SE DE UMA CONDIÇÃO CONSEGUIDA MESMO QUE A DURAS PENAS, PARA GANHAR CARAMINGUAS POR DEMAIS, QUE DE NADA LHE SERVIRÃO QUANDO ESTIVER NA CADEIA.

ENXOVALHAR A HONRA DO NOME RECEBIDO DE UM PAI, SUBMETER SEUS FILHOS/FILHAS/NETOS/IRMÃOS/PARENTES À VERGONHA DE SER ACUSADO DE LADRÃO, INTERNACIONALMENTE É INDESCRITÍVEL.

O dinheiro é bom e sempre bem vindo, mas de maneira HONESTA!
Infelizmente o mundo em que estamos vivendo está repleto de aproveitadores, safados e de muita gente que se acha o tal.

Voltando ao caso estagiário me entristeço em ler acusações a este ou aquele estagiário.

Em tudo se estagia na vida: Aprendizado de especialização que alguém faz numa repartição ou em qualquer organização, pública ou particular.
Cada uma das sucessivas etapas nas quais se realiza determinado trabalho.
Aprendizado, exercício, prática, tirocínio (de advogado, médico, dentista, etc.).
TENHO MAIS DE 10 ( DEZ ) MÉDICOS NA FAMÍLIA E TODOS FORAM ESTAGIÁRIOS.

Passei em concurso direto, mas nem por isso me acho mais ou melhor que alguém que foi ou é estagiário

RESPEITO É BOM E NÃO FAZ MAL A NINGUEM.

Respeitosas e Cordiais Saudações a todos os estagiários e os aprovados em primeiro concurso.

Anônimo disse...

O problema com Menor Aprendiz apareceu quando os iluminados filhos dos apesudos não conseguiam aprovação no concurso interno. Criaram então um esquema de eliminação de matérias. O pião passava em algumas e ficava pendurado em outras. Isso impedia que ele galgasse as promoções por tempo, B1 até a vitamina B12. Nasceu nesse episódio a figura do B0 (bê Zero). Os B0 conseguiram chegar até a diretor do tamborete. O cidadão não tinha massa cefálica para passar no concurso, mas tinha para assumir um cargo de direção.

Vários Menores saíram com 17 anos e 10 meses e retornaram através de concurso externo. Outros foram aprovados no certame interno.

Muito antigamente, o pião da letra B tinha que fazer concurso para nível médio, mas a aparição do B0 foi uma excrecência

Era isso, ou não

Blog do Ed disse...

Estimada colega das 15:10
A vida é combate que os fracos abate, os fortes, os bravos só pode exaltar! Declamou e ressoa até hoje o grande Gonçalves Dias.
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Caro colega 17;46,

Não conheço os episódios mais recentes do relatado feito pelo amigo porque estou aposentado a mais de 20 anos.
Caso verdadeiro é triste, pois se revela um arranjo, jeitinho brasileiro detestável, abominável.
Saudações de um velho (ou como disse um diretor da Previ = Velhinho Trambiqueiro) que a todo o tempo descobre uma "arte".
Boa Noite

Anônimo disse...

A PREVI e a PREVIC odeiam receber, ler e ter que concordar com pedidos tão bem escritos e verdadeiros, como os do aposentados JOÃO ROSSI NETO.

Tão verdadeiros e tão bem explicados que, não há como rebater e contestar.

Chega a ser uma covardia a inteligência e o raciocínio lógico do ROSSI, frente aos Indicados na PREVI, PREVIC e afins....Não restam contra-argumentos.

É lamentável, mas Q.I. é tudo !

Anônimo disse...

Prezado colega Edgardo Amorim do Rego

Fiquei lisonjeada com suas sábias palavras. Leio atentamente todos os seus comentários, sempre admirando seu estilo e capacidade de transmitir com clareza seus pensamentos.

Obrigada!
Anônima das 15:10

Anônimo disse...

Tudo bem, Ari? Eu me lembro bem do BÊ ZERO ! Acho que não foi legal. Mas o colega das 17:46 deve ter trabalhado numa agência MUITO estranha...rs. Bem, eu posso falar por mim. Os professores e os diretores da escola onde estudava gostavam muito de mim, mas - pelos critérios da época - eu TERIA que ser indicado para a entrevista de Menor Estagiário. Tinha as melhores notas de toda a turma (eram 4 classes de aproximadamente 40 alunos cada). Era (depois fui me perdendo..rs) simpático e falante, me expressava muito bem. Detalhe; meu pai era um ferroviário, simples, afastado (encostado) por doença do trabalho na ferrovia e, infelizmente, faleceu cerca de um ano depois de minha posse como Menor Estagiário. Era simples correntista do BB, onde fazia alguns "papagaios" com o prazo de 90 dias, sempre com o "endosso'(como ele gostava de falar) de algum amigo da ferrovia. Não tinha influência política alguma na cidade. Era de classe média (MUITO) baixa. Não tinha amigos no BB.
Mas o intuito de minha postagem foi apenas responder ao colega que, ao acusar Dida de ter entrado "pela porta dos fundos", ofende milhares de colegas (embora ele não considere) que foram selecionados nas escolas por seu desempenho e que AJUDARAM, SIM, a escrever também a história do Banco do Brasil. Se na agência dele tinha gente indicada por "apesudos", pelo menos aqui na minha região esta não era a regra.
Digo mais: se tiver sido B ZERO e tiver ascendido a um cargo maior, isto não significa necessariamente que não tenha capacidade. Aliás, o famosíssimo juiz-herói-de-toda-uma-nação NUNCA foi aprovado na OAB, e o procurador-herói somente tomou posse por LIMINAR, por não ter idade mínima necessária para o cargo.
Duvido que alguém aqui os desqualifiquem. Se Dida (ou qualquer outro ex-Menor Estagiário ou Aprendiz) tiver cometido crimes, que se PROVE e que sofra as penalidades cabíveis. Mas NÃO por ter sido Menor Estagiário (ele é mais ou menos da minha época, chegamos a jogar bola juntos na AABB/Paraguaçu, embora eu não me lembre dele, exatamente). Mais: isto deveria VALER PARA TODOS, de qualquer função, PARTIDO, etc.

Nascimento.