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domingo, 18 de junho de 2017

O MODELO DE GOVERNANÇA NA PREVI DEVE SER REPENSADO?

   Meu grande amigo Rossi diz que tão cedo não haverá novos superávits. Um Anônimo diz na postagem precedente que na VALIA tudo é diferente da PREVI. Com muito menos recursos, aquele consegue gerar superávits que são distribuídos ininterruptamente desde 2007 na faixa de 25% dos vencimentos pagos juntamente com as aposentadorias. E com patrimônio bem inferior ao nosso, sendo que onde abundam os recursos mais facilmente os lucros florescem. Onde está, pois, a diferença angular entre os dois fundos? (The answer, my friend, is blowing in the wind).
      Peguem o Balanço Consolidado do fundo VALIA, no que tange ao Plano BD (Benefícios Definidos) equivalente ao nosso Plano Um que também é BD. Não sei analisar Demonstrações de Resultados com tanta argúcia quanto nossos queridos José Aristophanes Pereira e João Rossi Neto. Por isso, peço socorro aos dois para uma análise mais acurada. Por favor, cliquem neste LINK. Se possível, comparem as rubricas mais impactantes nos dois planos. Vamos ver numa análise mais acurada o que podemos "copiar" da VALIA.
     Na minha análise o segredo da VALIA está nos 81% aplicados em renda fixa. Estou certo ou estou errado?
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20 comentários:

Anônimo disse...

Professor Ari,
Ampliando o debate poderiam analisar os balanços da Petrobrás antes e depois de Lava Jato?
Papel aceita qualquer coisa ... Não tem çelebru com diz um ex presidente

Blog do Ed disse...

Mestre Ari
Não entendo de contabilidade. Mas, o operador de câmbio precisa ser, antes de tudo, um grande conhecedor do mercado de câmbio, exímio expert em diagnosticar a tendência do mercado, de cada moeda, em diagnosticar a economia e antever o viés econômico. Com base nisso, ele permanece sempre com posição comprada nas moedas que se estão valorizando e em condições tais de liberdade que a cada instante ele pode mudar de posição comprada para vendida, e vice-versa. Eu assisti a essa nervosa labuta, dentro da mesa de câmbio do Barclays Bank, em Londres, na gigantesca crise mundial de final de 1970, quando, a cada instante, trilavam as campainhas ensurdecedoramente, para avisar que os parâmetros de negociação precisavam e haviam sido mudados. Marcou-me a vida! Em poucas palavras, o segredo do lucro é a LIBERDADE de negociação do negociante competente. Acho que amarrar-se a longo prazo a determinadas posições é para EMPRESA, cujos donos do capital próprio ou do ALHEIO (como vemos notórios no Brasil) arriscam, sobretudo o dinheiro alheio, em claras aventuras suicidas, até em empreendimentos de viabilidade econômica duvidosa, porque claramente concluídos por custos fabulosamente superiores aos do projeto original. Fundo de pensão não é empresa. Assim o quer a LEI. Se o é, ou parece ser, é claramente ilegal. Sinceramente pode até estar tudo muito certo. Mas, a minha ignorância não consegue compreender.
Edgardo Amorim Rego

JOSÉ ADMIR DE PAULA disse...

Pessoal,

Quando é que essa diretoria da Previ vai pagar as parcelas restantes do BET e suspender as contribuições? Quando vão reajustar os nossos benefícios de aposentadoria? Quando vão melhorar o ES?
Um abraço.

Anônimo disse...

O banco onde o amigo de valdirene sentou, disse que investigará o que ele fez em cima dele. Acredite se quiser, pois o banco pertence ao fundo da pensão da Dona Zefa ou vice-versa. O que tiver sido feito no banco federá no fundo (sempre no bom sentido) (ou não)

Anônimo disse...

Lava Jato pede sequestro de imóveis de filhas de Palocci
Enviada ao juiz Sérgio Moro, manifestação do Ministério Público alega que existem indícios de que apartamentos foram comprados com dinheiro ilícito


Fonte:http://veja.abril.com.br/politica/lava-jato-pede-sequestro-de-imoveis-de-filhas-de-palocci/

Anônimo disse...

Colegas, Sr. Ari,


A corretíssima abordagem do Gênio Edgardo nos leva a um pensamento direto, para todos os maus negócios feitos pela Previ, exemplificando o caso Sauipe, sondas e vinculo absurdo com a Vale, dentre outros.
Muitos acertos também se fizeram em determinados momentos, por exemplo: no auge da valorização do complexo sistema de compra e venda de ações, gerando superávit que foi ilegalmente retirado a metade pelo Banco do Brasil.
Então a situação exageradamente "comprada" em ações não foi revisada de pronto e colhemos um déficit gigantesco, ainda maior que a metade do passado superávit(da qual se apropriou o BB indevidamente).
Dormitaram os administradores da Previ, sabendo que a volatididade do mercado de ações se faz presente de hora em hora, muitas vezes de minuto a minuto.
Mas aí ao cabresto de contratos de valor econômico sucumbiram em pesadas perdas não previstas em tempo, o que é obrigação de um dirigentes pôr-se atento aos humores do mercado.
Friamente e de modo leigo não vejo recuperação do perdido, salvo a devolução do valor retirado pelo BB corrigido centavo por centavo, amenizando o desastre.

Sou do tempo do VML - CML







Anônimo disse...

Também o sistema de administração carece urgente de mudança.
PLP 268 urgente.
Não vale alegar a representação.

Anônimo disse...

A VALE S.A, patrocinadora do Fundo VALIA, não é uma instituição financeira estatal, e, em face de sua composição acionária bem diversificada, não está tão exposta a ingerências políticas, tampouco tem uma subsidiária que administra, digo, centraliza, sob investimentos de risco e a taxas de administração extorsivas, mais de 50% do ativo financeiro de seu Fundo de Pensão.

Anônimo disse...



MATEMÁTICA NÃO É PARA AMADORES !!!!!!!

Mestre, matemática é algo tão complicado, mas tão com -
plicado, ainda mais se estivermos falando com relação ao
mercado de capitais, que eu sei de uma entidade quase só
empresta pra os sócios, seu capital tem custo zero, cos-
tuma , segundo dizem, suspender o pagamento de compromis-
sos assumidos, e ,como estratégia, não toca mais no assun-
to nem mesmo para dizer se vai corrigir o débito.Agora
em compensação, a mesma política feita para o baixo cle-
ro e os de baixa renda , como não poderia deixar de
ser, porque,isto é universal, o exemplo vem de cima, faz
para seus membros de diretoria.A gente não reclama temendo
que haja uma renúncia em massa e onde nós arrumaríamos
outros gênios para nos atender com esta política salarial.
Divany Silveira-S.Lagoas-mg

Anônimo disse...



RECADO AO COLEGA DAS 10,33 hs DE HOJE (fl.anterior)

Colega, quando requeri isenção do I.R procurei um médico do INSS
trabalhava fora do instituto e juntei o atestado do médico par-
ticular que me deu assistência e mandei para a Cassi que tem
autorização , convém confirmar, para a isenção.DSS/31-37712159.

Anônimo disse...

Dileto Mestre,

Não seria de bom alvitre que alguém de nós procurasse alguém da Valia para nos repassar "dicas"?
Quem sabe os moradores do Olimpo calçariam as sandálias da humildade e aceitariam à fórmula de como se faz o trem direito

Aristophanes disse...

Prezado Ari Zanella.
Não me parece proveitosa uma análise comparativa dos dados contábeis-atuariais da BB-Previ, com os da Valia, ou mesmo de outra EFPC. Seria um exercício pontual e isolado, para, ao final, chegarmos a conclusões pouco práticas e produtivas.
Um procedimento de “benchmarking”, envolvendo a entidade, teria sentido num mercado competitivo e voltado para o lucro, o que não é o caso. Isto não quer dizer que não devamos estar atentos “às boas práticas” de governança e “às decisões” que maximizem a segurança e a estabilidade financeira do Fundo.
Felizmente, a Previ-BB não é um mau exemplo de EFPC. Pelo contrário. É a maior da América Latina, uma das grandes do mundo, acumula conquistas singulares e exitosas e sobrevive num país, cujo histórico de ciclos econômicos e de negócios é uma permanente luta contra as adversidades e incertezas dos ambientes interno e externo. Até neste triste e vergonhoso momento por que passa o Brasil, sangrando pelas feridas abertas das corrupções localizadas e sistémicas, o nosso Fundo tem logrado explicar, como “riscos da atividade”, alguns descaminhos de gestão e de “aparelhamento”. Não é Nota 10, mas está bem acima da média.
É preciso, também, levar em conta a singularidade da BB-Previ, na sua componente maior do Plano 1, com 82.450 aposentados, 11.481 ativos e 20.745 pensionistas, totalizando 114.676, participantes, numa constante dança de números decrescentes, sem renovação, que, a cada dia, registra “a partida” de 3 a 4 membros da confraria fechada e condenada à extinção. Esse Plano contabiliza R$163 bilhões de ativos rentáveis e pagou, em 2016, mais de R$10 bilhões de benefícios!
Porém, singularidade maior, preocupante e pouco estudada, é a intrincada e inusitada simbiose entre o Banco do Brasil(patrocinador) e a Previ. Intrincada, porque acumula, ao longo de mais de 100 anos de mútuo relacionamento, uma diversidade de casos e soluções, nem sempre bem resolvidos, com esqueletos que, ainda hoje, assombram os corredores atuariais da dócil Previ. Inusitada, porque o BB-patrocinador, na peculiar qualidade de instituição financeira, arvora-se como gestor autoritário do seu “departamento previdenciário”, sempre em seu benefício. Assume compromissos bilionários que se perdem nas “notas explicativas” dos balanços. Joga passivos e benefícios trabalhistas nas costas da sua cria, a exemplo de PDV’s e antecipações de aposentadoria, aos milhares. Controla e seduz administradores. Manipula legislações, para se igualar como beneficiário de superávits. Enfim, é sempre zeloso, para retirar a parte que ajuíza e proclama ser sua, nesse latifúndio. Aos participantes severinos, os rigooores da lei e dos regulamentos.
O grande X da questão se esconde nessa intrincada e inusitada simbiose BB+Previ. É isso que cabe avaliar, para decidir sobre um novo modelo de governança. O PLP 268/2016 é a porta que se abre pra chegar lá. Cordialmente, Aristophanes.

Anônimo disse...

É o que eu acho:
A administração dos investimentos em renda variável basicamente está terceirizada à BBDTVM, que representa em torno de 60% do patrimônio da PREVI. Para tanto, aquela subsidiária do BB/patrocinador é muito bem remunerada, inobstante ser isenta de qqer. prejuízo causado ao Fundo por má gestão daquele portfólio. Investimento em ações requer feeling, ou seja, visão da "tendências" de mercado de capitais, de molde a não perder o timing de aplicação e de realização de lucros. Atribuir prejuízos a fatores conjunturais revela miopia e serve de "muletinha" para os gestores. Enquanto isso, os 13bi continuarão impactando os resultados da PREVI e ensejando a venda de bons ativos em busca de liquidez (caixa) e de geração de superávits artificiais, com pouca redução daquele déficit acumulado. Com tantas aplicações em renda fixa, tesouro direto, etc., e com mecanismos de hedge, swap, etc., e estamos andando pra trás. Fazendo a analogia com perfis de investimentos, ou seja, arrojado, moderado e conservador, a PREVI PLANO 1, plano definido, com data para acabar, obviamente não precisa arrojar...basta ser conservador. Mas temos aí os sem teto impactando o cálculo atuarial, que, digamos, têm um "crescimento vegetativo", se fizermos uma comparação, em termos financeiros, entre o índice de mortalidade de aposentados do baixo clero e índice de “nascimento” de novos sem teto, cujo desequilíbrio, remete a reserva matemática a patamares inatingíveis e compromete o equilíbrio financeiro do Fundo. A formação de reserva de contingência e especial somente no imaginário de um incauto e sonhador.

Anônimo disse...


Caro Prof. Ari

Ao ler o comentário do colega das 12:55 bateu em cheio com o que me vem a mente. Veja, por exemplo, a Previ é uma subsidiária do Banco do Brasil, queira ou não queira, e sua diretoria faz o que o Banco lhe manda. Influência política . Uma pergunta. Quais fundos de pensão tem passado no noticiário nos últimos tempos sob suspeição? Alguma denúncia envolvendo o Valia? Tudo isso se junta ao excesso de renda variável, uma administração que só pode ser de subsidiária do BB, déficits, corte antecipado do Bet, volta de contribuições, não a aumento das aposentadorias, etc.

Anônimo disse...

Permita o estimado professor, como crítica construtiva, o destaque de dois pontos:

1. A assertiva de que maior disponibilidade de recursos implicaria em melhores lucros carece de fundamento. O incremento de faturamento em uma empresa não significa que os lucros serão maiores. Às vezes acontece justamente o oposto. O que define maior ou menor ganho reside no modelo adotado pelos gestores. Se submissos a possíveis influencias exógenas, então os resultados poderão apequenar-se -- não necessariamente.

2. Os 81% mantidos pela VALIA em renda fixa com certeza, por força das taxas SELIC dos últimos anos, traduziram-se em bons resultados, permitindo a contínua distribuição dos superávits. Vejo, contudo, à medida que a taxa SELIC decresce, que o mesmo deverá ocorrer com os rendimentos dos ativos a ela atrelados. Os gestores devem estar continuamente observando as tendências do mercado, inclusive o desenrolar do cenário político, ora em crise contínua e aprofundada.
Essencial, também, o comparativo entre as taxas atuariais estabelecidas para cada fundo.

Foi o que deduzi, s.m.j. dos doutos economistas/financistas.

Creio, apesar das observações, que seu artigo reflete o âmago de nossas aspirações: que os volumosos recursos de nosso fundo resultem em efetivas melhorias permanentes em nossas aposentadorias/pensões.

Blog do Ed disse...

Ao colega das 10:33
Segundo entendo, nós, os aposentados e pensionistas do BB, nos entendemos com o INSS, através da PREVI. Apresentando o documento médico à CASSI, como esclarece o colega das l3:49, penso que a CASSI confirmará a informação e encaminhará à PREVI para informar ao INSS o direito que lhe assiste.
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...



RESPEITO O ADÁGIO QUANTO MAIS VELHO ,MELHOR ???

Mestre e Colegas, confesso que até pouco tempo me preocupava
ficar velho, embora sempre ponderava que é melhor ficar ve-
lho do que ficar doente ou imprestável,impossibilitado de par-
ticipar do grupo ou,até mesmo, perder o chão da família. Po -
rém, um fato alvissareiro aconteceu desde meu contato inicial
com este Espaço onde alguns idosos mostrando um espírito de
modernidade, participam diuturnamente dos assuntos mais com-
plexos, sem nunca deixar transparecer que sabem muito, mas
agindo como verdadeiros mestres que se mostram felizes de
repartir com o grupo muito do que sabem.Não sei se devia di--
zer seus nomes, mas o que é bom tem de ser divulgado,refiro
me aos colegas Aristophanes, Edgardo Amorim, Rossi e,não po-
deria faltar o nome do Mestre Ari, ainda jovem,mas resolvi
incluir seu nome,pois tem futuro para ser deste quarteto.
Divany Silveira-S.Lagoas-mg


Blog do Ed disse...

Divany, emocionou-me. Como o já plurimilenar Sócrates, o grego, tento, todos os dias, aprender alguma coisa e só comunicar alguma coisa refletida e que possa servir para a CONVIVÊNCIA. Essa praticamente é minha norma de vida. Um abração, estimado colega, cuja amizade me honra como você não imagina.
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Talvez que os netos dos nossos tetranetos verão o desfecho da Ação IR 1/3 -144606020104013400

Anônimo disse...

Relendo nas Demostrações Atuarias do Plano 1 da PREVI, apuramos a seguinte diminuição do nosso Quadro Social :

Em 2011 morreram 919 participantes
Em 2012 morreram 804 participantes
Em 2013 morreram 961 participantes
Em 2014 morreram 910 participantes
Em 2015 morreram 964 participantes
Em 2016 morreram 986 participantes
até 1º trimestre 267 participantes

Em poucos 6 anos 5.811 colegas nos deixaram !
É triste, mas é a nossa realidade.