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domingo, 4 de junho de 2017

MESTRE ARISTOPHANES NOS ENRIQUECE

  Prezado Anônimo das 20:41, na postagem BRASIL POLUTO, de 30/05/2017
Na minha provecta idade, uma das coisas úteis que creio, ainda, devo fazer é dizer o que penso, ou o que penso que penso, pois, no final de contas, o que o nosso intelecto exterioriza é o produto do que recebeu, processa e sente. Por isso, mordi a sua isca provocante, a despeito do anzol anônimo.
Não tenho conhecimento histórico, nem memória vivida de crise tão complexa como esta em que o nosso país está mergulhado, com risco de afogamento. A parte mais triste e decepcionante dela é que se trata de uma crise que poderia ter sido evitada. Ela não chegou repente. Tem raízes no passado, e para entende-la temos que acionar a Máquina do Tempo.
Recordo que os governos militares(1964-1984), de amena ditadura, cometeram seus erros de repressão e de privação de liberdades. Entretanto, construíram, modernizaram e entregaram o país à nova classe política, sob ambiente da tolerância, liberada para adotar diretrizes distintas e escrever uma nova constituição(1988). Antes, amargamos a perda frustrante de um líder “deposto” pela fatalidade. Lutamos contra as adversidades de choques externos, hiperinflação e engolimos meizinhas de planos econômicos. Por termos embarcado na demagogia de um mágico salvador da pátria, quase saímos da rota, preservada pela renúncia, no andamento de inédito processo de impedimento constitucional.    
Depois, vieram Itamar e FHC, numa sequência harmoniosa, tendo como pontos de partida a derrota da hiperinflação, o respeito às instituições, projetos exequíveis, retomada do desenvolvimento e progressiva estabilidade econômica. O ufanismo nacionalista das “brás” estatizantes, começou a ser desmontado, para diminuir custos, combater a ineficiência e o ambiente germinador de corrupção. Em 8 anos, de 1995 a 2002, a taxa média anual de crescimento do PIB ficou em torno de 2,5%, sempre positiva, mas travada, carregando o peso de estrangulamentos estruturais herdados da “década perdida”(1985-1994).  
Aí, em 2003, finalmente, chega “o cara” e seu glorioso PT. Até votei nele, cheio de esperanças e animado por infantil confiança. Não recebeu um pais quebrado, mas em marcha, nos trilhos, pacificado, e com indicadores de rumos e projetos. Ingrato, não reconheceu, o que é natural nas sucessões, até entre aliados. Numa histórica “Carta ao Povo Brasileiro”(junho 2002), para angariar credibilidade e adesões, prometeu “mundos e fundos”, alinhavados pela retórica de chavões e obviedades. 
De posse de um país governável, apontado, Lula teve a sensatez(com Meirelles e Palocci) de seguir uma política econômica ortodoxa, enquanto, no discurso petista, reclamava da “herança maldita” e das práticas “neoliberais”. De um lado, angariou a confiança dos mercados e investidores e, de outro, foi bafejado pela sorte dos ventos internacionais, principalmente vindos das relações com a China. 
Para não alongar tão sumária análise, Lula terminou os seus dois governos(2003-2010), com excepcionais índices de aprovação. Acima de 80% o qualificaram entre bom e ótimo. Entretanto, alguns erros, difíceis de enxergar, a olho nu, não foram corrigidos; outros foram ampliadas e, pior, novos foram cometidos. Esses descuidos e práticas viriam a cobrar preços elevados, no futuro...
A reconhecida e reclamada pauta de reformas permaneceu intocada(Fiscal-Tributária, Trabalhista, Previdenciária, Política...). Sobre a importância dessas reformas, cabe lembrar que o famoso estudo que criou o conceito de BRIC(Brasil-Rússia-Índia e China), em 2001, ao prever o futuro dessas quatro economias emergentes(depois se introduziu o S, de África do Sul) vaticinava que, no caso do Brasil, “o pais perderia a corrida, caso não realizasse as profundas e inarredáveis reformas de que necessitava”.
Outro erro grave decorreu da negligência com a melhoria da estrutura física e de suporte operacional, como estradas, portos, aeroportos, energia, dentre outros. Muitos projetos empacaram por falta de uma racional e honesta alocação de recursos, ou por ranços ideológicas, na eleição de agentes públicos e privados. Casos emblemáticos são, ainda hoje, a Petrobrás e seu pré-sal; a Transposição do São Francisco, a Refinaria Abreu e Lima...
Dentre os novos erros, sobressai um, especial e premeditado:  o “Projeto de Poder”. Um novo sistema de governo, exclusivo do Partido dos Trabalhadores, em busca da perpetuação, introduziu o câncer do “aparelhamento”, com metástase por todo o organismo do Estado, numa maléfica combinação de incompetência, hipertrofia da máquina pública e corrupção. No campo político, adubado pela esculhambação partidária, criaram-se fundos de financiamento/aliciamento partidários, a coalizão monetária(mensalão), os tais campeões nacionais(BNDES/BB/CEF/Fundos) e as conexões internacionais(Petrolão/Empreteiras).
Foi esse Brasil obeso e troncho, enganosamente saudável, que o projeto continuísta de Lula e do PT entregou ao Poste Dilma, em 2010, com a conivência de uma maior parcela do diversificado povo brasileiro, inebriado pelas benesses sociais, displicente ideologicamente e esquecido da democrática virtude da alternância do Poder. 
E mais um erro crasso foi cometido pelo feiticeiro, cujo feitiço virou contra ele: esqueceram de combinar com o vírus latente da Crise e com o jeito de ser do Poste, desobediente e autossuficiente. E deu no que deu: A gerentona de Lula e do PT terminou sendo demitida(2016), não somente pelo crime menor das “pedaladas”, mas, principalmente, pelo conjunto de sua péssima obra: estelionato eleitoral; mais de 10 milhões de desempregados; PIBs negativos; descrédito internacional; Petrobrás arrasada; desvios e deficits nos fundos de pensão estatais; 35 partidos, disputando, acachorradamente, 39 ministérios; Previdência Social falida; Indústria Nacional  ananicada; descontrole da Inflação; Real aviltado, além de outras mazelas. Tudo isso em meio à arrogância e à incitação belicosa de “movimentos sociais” e sindicais(Nós e Eles). 
Esses foram os indigestos ingredientes da sopa de pedra que serviram ao Presidente, sucessor de Dilma, Michel Temer, na sequência do tortuoso rito constitucional do impeachment. Sopa servida num ambiente muito distinto daquele da transição Collor-Itamar, onde predominou o consenso de um pacto nacional, para  enfrentamento e solução dos problemas da época. 
Contaminado pelos erros de Dilma, sem consenso, com escasso capital político, comprometido com os “amigos” e sem a pureza dos santos, o Presidente Temer entrou numa guerra de guerrilha, no meio de pesado e mortífero tiroteio, com emboscadas e traições: O PT e seus “exércitos” de inconformados; O popular Bunker de Curitiba, com tiros certeiros; Casas Legislativas vulneráveis, atirando pra todos os lados; Procuradores e Policiais armados com metralhadoras giratórias, orientados por bandidos delatores, e um Tribunal de última instância, dando tiros de misericórdia. No devassado bastião presidencial, as baixas, as enganações e o fogo amigo.  
Saindo dos cenários metafóricas, o certo é que o Governo Temer, em um ano, sem prejuízo das garantias e ritos constitucionais, conseguiu avançar, abriu uma clareira reformista, e já logrou contabilizar valores macro econômicos e sociais positivos e entregar alguns produtos e serviços. Devotado às reformas, apegou-se a projetos que já começam a ser votados, com perspectivas de sucesso. Adoraria, até 2019, desfrutar de um espaço de trabalho em que muito ajudaria quem não atrapalhasse. 
Entretanto, propósitos imediatistas, de origens variadas e naturezas distintas – ideológicos, partidários, personalistas, corporativos, mafiosos e alguns poucos bem intencionados – miram somente o efêmero alvo presidencial, esquecendo objetivos nacionais de muito maior expressão e grandioso interesse público. 
Tirar o Presidente, neste momento, por motivo de seus alegados e supostos crimes constitui uma equivocada avaliação da relação custo-benefício, que, no mundo real, já vem ocasionando prejuízos incomensuráveis, diretos e indiretos. Ademais, tais supostos crimes seriam facilmente anulados, caso o Professor Temer, data vênia,  deixasse de lado o Direito convencional e abraçasse os  princípios do moderno Direito Ilusionista, tão bem difundido pelo emérito Prof. Lula da Silva, a saber: a) No caso do Deputado da mala: “Esse rapaz é um aloprado”. b) A gravação de Joesley: “Não me lembro. Vejam pelo arrastado da conversa que eu cochilei o tempo todo.”c) O julgamento da Chapa Dilma-Temer: “Isso é uma palhaçada. Estamos em 2017 e a Presidenta já foi impichada”. 
Vamos deixar o Presidente Michel Temer, ao lado de sua bela Primeira Dama, governar o Brasil, por mais 18 meses, e aproveitar esse tempo para trabalhar, fazer as reformas, principalmente a política, com regras e delimitações que nos permitam eleger bons representantes e um grande presidente. Fora disso, é brincar com fogo...
Janga,junho-2017.


23 comentários:

Magalhães disse...

Mestre, permita-me discordar. Não seria como deixar o "rouba" mas faz? Magalhães

Anônimo disse...

Imprescindível Sr. Aristóphanes ,

Meu nome é Paulo César e diante de pessoas do quilate de Vossa Senhoria não passo de um anônimo que pela infinita Graça do Bom Deus, teve a felicidade de vestir a mesma camisa do seu time. Sempre na reserva, mas vibrante por acompanhar jogadas mágicas feitas pela sua brilhante camisa 10, a exemplo do que deve ter sido o reserva do Rivelino, de quem sou fã e vi fazer coisas no campo de jogo que desafiam as leis da física.

Agradeço imensamente ter aceito meu "anzol" e este episódio será guardado com muito carinho "na parede da minha lembrança" com os seguintes dizeres:
O DIA QUE CONSEGUI INCOMODAR O GÊNIO.

Guarde no seu coração a profunda admiração e respeito que tenho pela sua trajetória. É uma honra para mim ter trabalhado numa empresa que em algum tempo teve dirigentes do quilate da sua pessoa.

Forte Abraço

Paulo

Anônimo disse...

Mestre Aristophanes,
Após saborear suas inúmeras manifestações de inteligência e bom senso tenho alguns observações a fazer:
quanto à providência estamos de acordo. O próximo que virá, seja ele quem for(Marina, Bolsonaro, os irmãos cearenses (da terra de inteligências raras), Lula, ou outro qualquer terá que meter a mão na massa;
quanto a tese de ruim com ele, pior sem ele, jamais. Se assim fosse porque tirarmos o Collor, interroga;
quanto a ditadura amena, talvez v. não tenha tido o problema de ter lidar com mil situações diferentes para entregar um colega a uma autoridade militar com o objetivo de se acontecesse um desaparecimento tínhamos prova que essa tal autoridade tinha recebido o preso. Sabe o crime o colega escrevia artigos no famoso "O BANCARIO". o objetivo felizmente foi conseguido por um inspetor nosso que apurava falcatruas no BB.
quanto a reforma trabalhista: já tivemos outros períodos e quase pleno emprego com a CLT, além do mais o Sr. Temer e seu ministério prometido de "NOTÁVEIS" ,parece-me sem credibilidade para tal. Esta reforma tem que ser feita com a economia navegando em águas e almirante. Desculpe a impertinência, do admirador, desde os tempos bons da CREAI DINOR. ricardo o.c. de Albuquerque (escrito sem correção)

Cade Araujo disse...

Valeu mestre, é sempre muito bom ler as suas lembranças/observações.
Cadé

rafa disse...

Suspensão das contribuições - Bolsa a 62.000 pontos. Caro professor, que tal iniciarmos uma empreitada junto ao diretor Marcel, nosso colega do Plano 1, para pelo menos suspender as contribuições para os aposentados? Acho que seria uma boa matéria para discussão.

Ari Zanella disse...

Caro Rafa,

Difícil a suspensão no momento. Primeiro é preciso ocorrer o primeiro superávit anual, fato que ainda não ocorreu. Lembre-se que continuamos com déficit enorme...Sem chances!

Anônimo disse...

As mudanças ocorridas no funcionalismo do BB ao longo do tempo são incríveis.Comentaram que atualmente muitos funcionários recebem o INSS e continuam trabalhando no BB. No meu tempo ocorria o contrário.

Anônimo disse...

Emérito Professor ZANELLA:


"Obra-prima" gestada por um de nossos maiores expoentes, de nossa "tríade de gênios" (ARISTOPHANES, EDGARDO AMORIM e JOÃO ROSSI NETO).

Anônimo disse...

Concordo plenamente com os anon 8.02 e 11.13. Com bandido não se trata de forma alguma sob pena de estar apoiando a criminalidade. Ele próprio se incrimina. O desespero que tomou conta dele ao saber da prisão do assessor é uma confissão de culpa.Nem precisa provar nada pois a atitude dele diz tudo.Tá com medo do que? Em nome da honra e da dignidade dos brasileiros esse homem precisa sair. Como uma pessoa dessa pode fazer alguma coisa boa SEM INTERESSE PESSOAL? Infelizmente tive a desgraça de ter esse homem como meu professor.

Anônimo disse...

A bela Primeira Dama é um assunto ótimo em outra situação não para julgar as ações do seu velhusco esposo.No fundo acho que ele pensou em usar a estampa da mulher mas deu um tiro no pé porque esse casamento não pegou bem. Ela sozinha é um espetáculo.

Anônimo disse...



"DEMOCRACIA É A FORMA IDEAL , MAS !!!!!!!!!

Mestres Aristophanes, Edgardo , Ari , respeitáveis colegas, se eu
for impreciso não me queiram mal, mas, ás vezes, é dificil manter
a finesse de colegas como os três acima citados quando defendem
a democracia e alegam que temos de educar a população, pois a
maior parte do povo não tem escolaridade e por isto somos teste-
munhas diuturnamente de mal feitos de nossos eleitos. Jamais, re-
pito, ouvirão de mim que os pessoas analfabetas são as culpadas pe--
los nossos percalços. é certo que atrasam os planos feitos pe-
las autoridades para desenvolver este país continental. Mas não é
a questão principal, pois dizemos todo dia que há de se educar as
pessoas, mas, amigos, quem tem preocupação é o universo que paga
I.Renda, planos de saúde, e tem I.R retido todo mês mais I.R mais
adiante não pode acusar quem não tem sua escolaridade, mas tem de
acusar pessoas que chegam ao Congresso e lá se unem para saqear o
povo. Vejam amigos que a atividade bancária nos dá um sentido de ló-
gica, asssim estive pensando dos 500 homens,ou um pouco mais, que
compoem as duas casas, a maior parte composta de pessoas altamente
instruidas e muitas detentoras de cargos importantes, pois bem, como
estas pessoas se sujeitam postar na 1a. fila dos corruptos, roubando
à luz do dia e quase sempre à meia noite, ao passo que os "analfas "
se satisfazem com um pedaço de "carne de sol",pode ser só 1/2 qquilo,
ou uma camisa do time querido.Perdoem a minha indiciplina, mas estive
recentemente pesquisando os nomes de 10 homens que pudessem ser candida-
tos ao cargo de Presidente, e que fosse "limpo", exceto Humqque é
muito verde, não me lembrei de ninguém com perfil adequado Divany Silveira

Blog do Ed disse...

Que texto, diletíssimo e eterno diretor! Marca registrada! Divergências são naturais. Acho a Constituição de 1988 o ponto de partida para qualquer debate sobre a reconstrução do Estado. Não existe Estado Liberal, digno da pessoa humana e suscitador de sociedade pacífica e justa, e, portanto, organizada o suficiente para sustentar o progresso. Nos tempos atuais, a Era da Informação, não há vez para o maquiavelismo, não há vez para a representação aristocrática autônoma. O Estado precisa ser, de fato, democrático. A aristocracia, os aristófanes, esses serão as luzes a iluminar o caminho, a bússola a apontar o Norte, que o Povo, autônomo, assumirá por si próprio, diretamente.
Edgardo Amorim Rego

JOSE ADMIR DE PAULA DE PAULA disse...

Professor Ari,

Seria muito bom se o Marcel acolhesse a sugestão do colega Rafa, 12:30. E melhor ainda se também voltasse a nos pagar o restante do BET. Espero que ele leia isso para ver o que dirá o nosso diretor, Marcel, a respeito.
Abraço.

rafa disse...

Suspensão das contribuições

Realmente, de acordo com as instruções anteriores para adequação dos déficits, parece que não teríamos nenhuma chance. Acontece que aqueles parâmetros foram flexibilizados e acho até que valeria a pena analisar detalhadamente a NOVA RESOLUÇÃO A RESPEITO e verificar se não há alguma brecha. Afinal de contas nos tiraram o BET ANTES DA HORA ( podiam ter postergado sim, não havia determinação taxativa da PREVIC;a PREVI não precisou "REALIZAR PREJUÍZO" COM A VOLATILIDADE DA BOLSA, TANTO QUE ELA NEM GASTOU O BET DELA ) e estamos pagando adicional à CASSI. Por fim, é necessário fazer chegar ao dr Marcel as necessidades dos aposentados e pensionistas. Pelo menos aquele Diretor, nosso representante, teria a oportunidade de dar-nos uma satisfação, qualquer que fosse.

Anônimo disse...

Nada é viável para favorecer os combalidos aposentados, sobreviver do jeito que está é um malabarismo, mesmo a diretoria da Previ estando preocupada com o rumo da política atual q mexe diretamente com eles, poderiam ter consciência de que nada é feito para aliviar o sufoco q a maioria se encontra.
Devolvam-nos os 12 meses de BET cortados antecipadamente e supendão temporariamente as contribuições em carácter excepcional.

Anônimo disse...

baixa assinado urgente em favor do nosso bet só assim vamos reverter a situação não dar p/calar

Anônimo disse...

Andar de VLT?



6 tão é de sacanagem

Anônimo disse...

O atual era governo. Apoiava sem saber ou apoiava porque sabia ?
Os assessores e correligionários de umbilical proximidade, todos "enrolados".
Como acreditar em boas intenções ?
Salve o canhoneio curitibano.

Anônimo disse...

De Jeito nenhum !! #ForaTemer. O que vier, seja bom ou ruim, será o justo. Cumpra-se a Lei !

Ari Zanella disse...

(Janaina Pascoal, no Twitter...)

Bom dia, Amados! Eu iria falar sobre o julgamento no TSE, mas uma amiga me enviou uma entrevista teratológica do ex-Prefeito Haddad.
A entrevista foi dada à Revista Piauí. Não sei se Haddad está desesperado com as denúncias da JBS, ou se ele acredita no que disse.
Com relação às denúncias da JBS contra Haddad, só o que eu posso dizer é que nunca vi campanha tão rica para a Prefeitura como a dele.
Pois bem, na tal entrevista além de acusar promotores como corruptos e perseguidores e bater na Lavajato, ele viaja quanto ao impeachment
Haddad criou a teoria de que Serra teria sido o mentor do impeachment e teria articulado comigo, Helio Bicudo e Reale Jr!? Ele bebeu?
A única vez que falei com Serra sobre o impeachment, foi para ouvi-lo dizer (com aquela boca de chupa ovo): Não tem elementos!
Francamente, Haddad, tome tenência! Eu articulando com Serra? Assista ao filme sobre o Real. Serra me tratou como tratou Gustavo Franco!
Mas o auge da viagem de Haddad foi dizer que FHC apoiou o impeachment!? Nem bebendo para acreditar nisso! Meu maior opositor foi FHC!
A entrevista de Haddad é tão surreal que fico em dúvida se ele mente ou se acredita nas xaropadas que diz!
O impeachment foi muito importante na minha vida: primeiro, tirei o PT do poder (ufa!); depois, descobri o que é o PSDB (irc!).

Anônimo disse...

Se eu tiver uma excelente empregada doméstica no quesito serviço e que além disso for jovem e muito bela mas que roubar tudo o que encontrar pela frente (coisas de valor não um simples pote de margarina) não manterei a dita cuja em minha casa de forma alguma.Exigir honestidade é brincar com fogo?

Anônimo disse...

Na relação custos x benefícios a palavra "custos" equivale a corrupção.

Anônimo disse...

Dileto Professor,

A história sempre é contada com mais detalhes após se passados alguns anos. Caso ainda houver mundo na concepção atual, porque já existem os que dizem que o anticristo já está entre nós, a história escrita do Brasil atual daqui uns 20 anos será qualquer coisa tipo filme do 007. Por falar em anticristo, só não afirmo que saia da classe política brasileira, pq as Sagradas Escritura dizem que será oriundo no Oriente Médio, smj.

Já imaginou os detalhes daquela mansão em Brasília, onde o caseiro France Nildo fez o todo poderoso "italiano" se estrepar. As belíssimas "moças" que lá trabalhavam?

E o "amigo"? Dizem na grande rede que possui uma fazenda com mais de 500 mil cabeças e 40 Km de comprimento. Que seu filhinho possui um iate que só enche o tanque com 20 mil reais. E o povo se pegando no "tripec" e na "Xacra"

E a amante? O horário não permite comentar

E a feia? Coitada! Até no mundo da criminalidade existe disCRIMInação ...

E o gato angorá? Sacanagem com os belos felinos

Eca!!! Chega disso !!!Só mesmo a metralhadora giratória do Grande Filósofo do Instrumento Nobre, honorável HPN para adjetivar essa canalha do bananão