BANNER

Acesse aqui!
atendimento@anaplab.com.br
Joinville/SC: (47) 3026-3937
S.J. Pinhais/PR: (41) 3035-2095

quinta-feira, 29 de junho de 2017

ABRIL AMARGO

----- Mensagem encaminhada ----------
De: 'JC LAGO NETO .'.' lagoneto@yahoo.com.br [REDE-SOS] <REDE-SOS@yahoogrupos.com.br>
Data: 27 de junho de 2017 14:54
Assunto: [REDE-SOS] PREVI – Resultados de Abril/2017 e Petição PREVI, por MÁRIO TAVARES


 
PREVI – Resultados de Abril/2017 e Petição PREVI
Conforme divulgado pela PREVI, em 13.06.2017, o PLANO 1 apresentou déficit técnico no mês de Abril de R$ 288,351 milhões.
Com esse resultado o superávit técnico anual diminuiu para R$ 804,361 milhões até o mês de abril/2017.
O déficit técnico acumulado aumentou para R$ 13,138 bilhões, correspondendo a cerca de 10% das reservas líquidas do PLANO 1.
O PREVI FUTURO apresentou déficit técnico no mês de Abril de R$ 10,720 milhões. O superávit técnico acumulado e o resultado acumulado estão em R$ 13,053 milhões até o mês de abril/2017.
Convém destacar que nesses valores ainda não estão incluídos os resultados das empresas avaliadas pelo critério de valor econômico, que são apropriados anualmente, como são os casos das Empresas Vale, Neonergia e Invepar, entre outras, que representam cerca de 50% da carteira de renda variável do PLANO 1.
Cumpre ressaltar que o resultado de maio/2017 deverá ser muito pior do que os déficits obtidos nos meses de março e abril, pois em função principalmente do agravamento da crise política e da queda dos preços do petróleo e do minério de ferro no mercado internacional a BOVESPA caiu cerca de 10% desde então, sendo que o valor de ações como as da Petrobrás e do BB caíram cerca de 25% no mesmo período.
Se esse cenário se confirmar aumentará em muito a possibilidade de ocorrer equacionamento de déficit para os associados do PLANO 1 já em 2018, principalmente se a crise política brasileira não for satisfatoriamente equacionada no curto prazo.
Aproveito a oportunidade para informar que em reunião realizada a pedido da FAABB e da AFABB-DF, representada pelo Presidente Sr. Arnaldo Fernandes de Menezes, entregamos pessoalmente a PREVI em 24.03.2017 o documento relacionado com a Petição PREVI – ABUSOS NA GESTÃO DOS NOSSOS RECURSOS.
Procurando contribuir para a melhoria dos resultados da PREVI, juntamente com a Petição foram apresentadas diversas propostas como a necessidade na atual situação deficitária de: reduzir o teto de benefícios recentemente aprovado, suspender o pagamento de remuneração variável em situações deficitárias, reduzir as taxas de carregamento e de custeio, implantar restrições para a inclusão de novos dependentes no pós-aposentadoria no PLANO 1 e ainda reduzir despesas administrativas, remuneração de conselheiros e os benefícios previstos no pacote remuneratório dos integrantes da Diretoria Executiva.
Cumpre destacar que foram encaminhados slides para a PREVI com estimativas do impacto financeiro para a maioria dessas propostas, para o período de 5, 10, 15, 20 , 25 e 30 anos, sendo que elas são passíveis de serem implantadas no curto prazo.
A PREVI não prestou informações sobre o andamento das propostas acima relatadas.

Mário Tavares


em  27/06/2017

      Repassamos esta informação por se tratar de assunto que nos envolve umbilicalmente. Para conhecimento apenas. Precisamos acompanhar pari passu o desempenho de nosso fundo de pensão. Superávit sempre é bom. Déficit sempre é ruim.


terça-feira, 27 de junho de 2017

NO PAPEL, UMA BELEZA. MAS NA PRÁTICA???

A Superintendência Nacional de Previdência Complementar - Previc aprovou, na última semana, seu Plano de Ação para o biênio 2017/2018, o qual prevê diretrizes que visam aperfeiçoar o Sistema de Previdência Complementar, bem como as atividades e processos da Previc, com vistas a aumentar a segurança e garantir a sustentabilidade dos planos de benefícios administrados pelas Entidades Fechadas de Previdência Complementar – EFPC.

Sabe-se que o referido Plano de Ação faz parte do Planejamento Estratégico 2017-2020, alinhado com o Plano Plurianual do Governo Federal e com o Mapa Estratégico do Ministério da Fazenda.

Observa-se que as ações foram estruturadas para terem seus efeitos obtidos em curto e médio prazo, à luz do novo modelo organizacional apresentado pelo Decreto nº  8.992, de 20 de fevereiro de 2017.

O Plano possui quatro pilares de atuação:

- Regulação: Propostas de modernização, simplificação e revisão de normativos importantes, além de tratar de incentivos regulatórios;

- Supervisão Prudencial: Aprimoramento do modelo de supervisão da Previc;

- Relacionamento Institucional: Aproximação estratégica com supervisores, órgãos de controle, agentes de mercado e organismos internacionais, e;

- Gestão Corporativa: Capacitação de equipes e revisão de processos organizacionais.

No que diz tange ao pilar de Regulação, podemos destacar as seguintes medidas: trabalhar o princípio da igualdade nas questões de regulação, ou seja, “tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais na medida em que se desigualem", nesse sentido, surge a segmentação das EFPC, conforme o nível de risco de suas operações, de modo a robustecer exigências para aquelas entidades que possuem operações mais complexas sem onerar aquelas que possuem operações mais simples; aprimorar a legislação vigente que trata das regras de investimentos, atentando-se aspectos como conflito de interesse e gestão de risco, por exemplo; alinhar as regras e atuação de Auditorias Independentes nas EFPC às melhores práticas do setor; aperfeiçoar processo administrativo punitivo tendo em vista que se trata de uma importante ferramenta de supervisão prudencial; estruturar regras de contratação de cobertura de seguros para riscos de morte, invalidez, sobrevivência e desvios de hipóteses biométricas associados a planos de benefícios, sendo esta medida bastante aguardada pelo mercado de previdência, cujo tema vem sendo amplamente discutido desde a publicação da Resolução CNPC Nº 17 de 30/03/2015, a qual trouxe uma nova visão sobre compartilhamento de riscos entre EFPC e  sociedade seguradora; modernizar modelo de Governança nas EFPC e aperfeiçoar regras de transparência. 

Dentre as principais ações do pilar da Supervisão Prudencial temos: consolidar a supervisão permanente de Entidades Sistemicamente Importantes (ESI) e o modelo de habilitação e certificação de dirigentes; criar processos de trabalho do Comitê Estratégico de Supervisão; fortalecer a atuação das auditorias: Interna, Independente e de Patrocinadores Públicos; intensificar monitoramento de EFPC com demandas judiciais relevantes; e aprimorar instrução e acompanhamento de processos na Câmara de Recursos da Previdência Complementar.

O pilar Relacionamento Institucional engloba ações como: ampliar a articulação com supervisores do Sistema Financeiro Nacional; consolidar relacionamento institucional com órgãos de fiscalização e controle; fortalecer aproximação institucional com associações e entidades representativas de mercado; ampliar aproximação com organismos internacionais relacionados à previdência; fortalecer atuação parlamentar da Previc.

Para o pilar Gestão Corporativa, as principais ações são: fortalecer estrutura e aspectos organizacionais com foco no aumento de produtividade; implementar a política de gestão de riscos e controles internos; intensificar uso de tecnologia nos processos de trabalho e de supervisão; aperfeiçoar a comunicação estratégica e disseminação de informações sobre ações da Previc.

Nesse sentido, as medidas do Plano de Ação contribuirão para que a Previc atue na supervisão das EFPC de forma ágil, eficiente e transparente, a partir do robustecimento de todas as linhas de defesa do sistema, permitindo o aperfeiçoamento tanto do sistema de previdência complementar quanto das próprias atividades e processos de trabalho da Previc, a fim de ampliar a segurança tanto do supervisor quanto do supervisionado.

Por Mariana Sabino

E SOBRE OS QUESTIONAMENTOS DO NOSSO AMIGO EDGARDO AMORIM DO REGO???

Colegas juristas, neste último dia 20 completaram-se quatro meses que o meritíssimo juiz da 10ª Vara Federal mandou a PREVIC acabar com a famosa reversão de valores ao Patrocinador e tomar as consequentes medidas reversoras de todas as reversões de valores ocorridas. O meritíssimo juiz concluiu o despacho com o seguinte fecho: " Sentença sujeita ao duplo grau obrigatório de jurisdição." Quanto tempo tem a PREVIC para dar cumprimento a essa sentença? Ela já a cumpriu? Se não cumpriu, ela já apelou? Se não cumpriu nem apelou, ela ainda tem prazo para apelar? Se não tem mais prazo para apelar e não cumpriu, como é que fica?
Edgardo Amorim Rego

BOM DIA, CARO COLEGA!

Caríssimos Colegas,

Posso estar equivocado, mas estamos vivendo em tempos muito difíceis, ainda mais para quem já passou do 70 anos.
Penso que o mundo dos charlatões, dos vigaristas, dos aproveitadores, dos sem alma, está prosperando.
Abre-se o jornal, vê-se na televisão, escuta-se no rádio somente notícias que falam de ladrões da dignidade humana, em todas as partes do mundo, mormente aqui na nação Brasil, onde mais pululam bandidos de colarinho branco.
Na minha idade nem sei se vou ver essas excrescências serem punidas exemplarmente.
Espero que o mundo mude para melhor, por pouco que seja, diante do descalabro de agora qualquer mudança será salutar.
Bom dia!

(Anônimo na postagem "O Corporativismo é forte" 26.06.2017)

     Perfeito colega, bela fotografia de nossa realidade! Chamam a atenção certos anônimos porque têm a simplicidade de expressar assuntos tão complexos. Esta postagem é uma justa e merecida homenagem a quem sabe concatenar um ótimo texto, dizendo quase tudo em tão poucas linhas, o mais importante, sem ofender ninguém. Meus sinceros parabéns, com minhas humildes felicitações...
Com efeito, você não está equivocado!
ESSA IMAGEM JÁ PASSOU, EM ALGUM TEMPO, NO BLOG DA QUERIDA ROSALINA DE SOUZA COM QUEM NOS CONGRATULAMOS.

sábado, 24 de junho de 2017

O CORPORATIVISMO É FORTE

   É possível nitidamente perceber o afloramento de tribos corporativas no seio de nossa nação. O exemplo mais recente foi o arquivamento, pelo Senado da república, do pedido de condenação do Aécio Neves.
E assim acontecerá em qualquer votação que envolva elemento envolvido em propinas. Não há partido honesto neste Titanic que teima em não afundar.
     A presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann do Paraná, acionada pela Lava a Jato, arrolou como suas testemunhas os ex-presidentes Lula e Dilma. Ora, o primeiro já é réu e a segunda vai pelo mesmo caminho. Como podem réus testemunhar (sempre a favor, lógico) de outra companheira de partido? É o velho adágio: "Diga-me  com quem andas e te direi quem és".
     O corporativismo está encravado em quase tudo que se possa imaginar. Nos sindicatos, em empresas, nos fundos de pensão, nos bancos, nas instituições...Com honrosas exceções. 
    Diante de tantas maquinações, melhor é viver a vida, despreocupar-se. E se você souber de algo errado, diga que nada sabe. É deste jeito que um ex-presidente de um determinado país da América do Sul vem se sustentando há longos anos. Leiam a postagem do Mestre Edgardo, "Só sei que nada sei", embora não trate do mesmo tema aqui tratado, lá você vai encontrar a Mariela Chaui, não sei se é a mesma Marilena Chauí, uma pensadora idolatrada pelo partido dos trabalhadores.
ESTES DOIS CAMARADAS EU NÃO DELATO NUNCA, NEM QUE TIVEREM QUE PASSAR POR CIMA DO MEU CADÁVER...ABRAÇOS, PESSOAL!

quinta-feira, 22 de junho de 2017

ALTERNATIVA ÀS REFORMAS

   Qual a alternativa às reformas que estão postas à mesa gestadas pela equipe econômica de Meireles? A Venezuela, naturalmente. Mas se a primeira hipótese é pouco provável, consideramos a segunda quase impossível. A única parte boa do governo Temer é a econômica. Mas como diz a Janaína, "a estabilidade alicerçada na ilegalidade é falsa!"
     É melhor falar em política pois nela a liberdade de imprensa funciona. Podemos expressar nossas opiniões livremente, sem represálias de quem é, ou parece ser, virtualmente "ofendido". Escrevo o que penso até do Gilmar Mendes, ministro do supremo, quase sempre expressões poucas republicanas, sem, contudo, jamais ter sido admoestado. Já em outras paragens...! Mama mia!...
      O consolo é que ano que vem, em outubro, teremos novas e diretas eleições presidenciais. Esperamos que nestas eleições já tenhamos candidatos treinados para não mais cair em crimes aflorados na operação Lava a Jato. Começaremos a sair do lamaçal. Com a graça do Reino Eterno.
      

terça-feira, 20 de junho de 2017

COMPARAÇÃO, NA PRÁTICA, POUCO PRODUTIVA




Não me parece proveitosa uma análise comparativa dos dados contábeis-atuariais da BB-Previ, com os da Valia, ou mesmo de outra EFPC. Seria um exercício pontual e isolado, para, ao final, chegarmos a conclusões pouco práticas e produtivas. 
Um procedimento de “benchmarking”, envolvendo a entidade, teria sentido num mercado competitivo e voltado para o lucro, o que não é o caso. Isto não quer dizer que não devamos estar atentos “às boas práticas” de governança e “às decisões” que maximizem a segurança e a estabilidade financeira do Fundo. 
Felizmente, a Previ-BB não é um mau exemplo de EFPC. Pelo contrário. É a maior da América Latina, uma das grandes do mundo, acumula conquistas singulares e exitosas e sobrevive num país, cujo histórico de ciclos econômicos e de negócios é uma permanente luta contra as adversidades e incertezas dos ambientes interno e externo. Até neste triste e vergonhoso momento por que passa o Brasil, sangrando pelas feridas abertas das corrupções localizadas e sistémicas, o nosso Fundo tem logrado explicar, como “riscos da atividade”, alguns descaminhos de gestão e de “aparelhamento”. Não é Nota 10, mas está bem acima da média. 
É preciso, também, levar em conta a singularidade da BB-Previ, na sua componente maior do Plano 1, com 82.450 aposentados, 11.481 ativos e 20.745 pensionistas, totalizando 114.676, participantes, numa constante dança de números decrescentes, sem renovação, que, a cada dia, registra “a partida” de 3 a 4 membros da confraria fechada e condenada à extinção. Esse Plano contabiliza R$163 bilhões de ativos rentáveis e pagou, em 2016, mais de R$10 bilhões de benefícios!
Porém, singularidade maior, preocupante e pouco estudada, é a intrincada e inusitada simbiose entre o Banco do Brasil(patrocinador) e a Previ. Intrincada, porque acumula, ao longo de mais de 100 anos de mútuo relacionamento, uma diversidade de casos e soluções, nem sempre bem resolvidos, com esqueletos que, ainda hoje, assombram os corredores atuariais da dócil Previ. Inusitada, porque o BB-patrocinador, na peculiar qualidade de instituição financeira, arvora-se como gestor autoritário do seu “departamento previdenciário”, sempre em seu benefício. Assume compromissos bilionários que se perdem nas “notas explicativas” dos balanços. Joga passivos e benefícios trabalhistas nas costas da sua cria, a exemplo de PDV’s e antecipações de aposentadoria, aos milhares. Controla e seduz administradores. Manipula legislações, para se igualar como beneficiário de superávits. Enfim, é sempre zeloso, para retirar a parte que ajuíza e proclama ser sua, nesse latifúndio. Aos participantes severinos, os rigooores da lei e dos regulamentos.
O grande X da questão se esconde nessa intrincada e inusitada simbiose BB+Previ. É isso que cabe avaliar, para decidir sobre um novo modelo de governança. O PLP 268/2016 é a porta que se abre pra chegar lá. Cordialmente, Aristophanes.

     O insigne mestre Aristophanes nos dá uma aula magna sobre a matéria levantada. No texto acima, de transparência solar, o grande Mestre deixa claro, no último parágrafo (conclusão) que o ponto-chave a ser focado (e a ser resolvido se houver possibilidade) é esta estranha e única (no ramo) simbiose* Banco do Brasil e PREVI. Aprovo sem nenhuma restrição.
      Inobstante, e repito, sem qualquer reparo a fazer no texto do magnífico Pereira, vou declinar algumas considerações envolvendo comparação entre os dois fundos de pensão.
       A estrutura é praticamente a mesma. Na VALIA tem presidência (exercida por uma mulher), tem diretoria de Seguridade (exercida por uma mulher), tem diretoria de investimentos (exercida por um homem). Porém lá, a patrocinadora não tem interesse na gestão, ao contrário do nosso fundo. Lá eles aplicam 6,5% do ativo de 21 bilhões em renda variável (= 1,3 bilhão) e 81% em renda fixa (cerca de 16 bilhões). E lá também há a operação com participantes.
           O dado concreto é que lá os participantes estão recebendo há dez anos ininterruptos 25% a mais em suas aposentadorias. Exemplificando: Quem ganha R$ 10.000,00 todo o santo mês verifica em sua conta um total bruto de R$ 12.500,00. No fundo PREVI, além do corte antes do tempo previsto do benefício especial, houve a volta das contribuições (4,8%). Este é o fundo que está "acima da média" entre os demais (estatais). Porque na privatizada Vale do Rio Doce (em que a PREVI tem expressiva participação) a nota é 10 (dez), com muito louvor.

(*) Na biologia, a palavra significa a associação de dois seres vivos de forma que haja benefícios para ambos.

domingo, 18 de junho de 2017

O MODELO DE GOVERNANÇA NA PREVI DEVE SER REPENSADO?

   Meu grande amigo Rossi diz que tão cedo não haverá novos superávits. Um Anônimo diz na postagem precedente que na VALIA tudo é diferente da PREVI. Com muito menos recursos, aquele consegue gerar superávits que são distribuídos ininterruptamente desde 2007 na faixa de 25% dos vencimentos pagos juntamente com as aposentadorias. E com patrimônio bem inferior ao nosso, sendo que onde abundam os recursos mais facilmente os lucros florescem. Onde está, pois, a diferença angular entre os dois fundos? (The answer, my friend, is blowing in the wind).
      Peguem o Balanço Consolidado do fundo VALIA, no que tange ao Plano BD (Benefícios Definidos) equivalente ao nosso Plano Um que também é BD. Não sei analisar Demonstrações de Resultados com tanta argúcia quanto nossos queridos José Aristophanes Pereira e João Rossi Neto. Por isso, peço socorro aos dois para uma análise mais acurada. Por favor, cliquem neste LINK. Se possível, comparem as rubricas mais impactantes nos dois planos. Vamos ver numa análise mais acurada o que podemos "copiar" da VALIA.
     Na minha análise o segredo da VALIA está nos 81% aplicados em renda fixa. Estou certo ou estou errado?
X


sábado, 17 de junho de 2017

MADUREIRA EM BOTAFOGO, HÁ DEZESSETE ANOS

    O companheiro Marcus Martins Madureira é o novo diretor de Planejamento da PREVI. Há 17 anos participando dos destinos de nosso fundo na Praia de Botafogo, no Rio. Marcus já substituía o Zeca por ocasião da delicada cirurgia do retirante. Martins tem em seu currículo 32 anos de BB, 17 deles dedicados à PREVI. Venceu por unanimidade de votos dos eleitos no Conselho Deliberativo,  titulares e suplentes). Ora, toda a unanimidade é sinal de que a pessoa escolhida deve possuir todos os predicados exigidos para o cargo. Deste modo, esperamos o máximo do novo diretor MMM. Que seja muito bem sucedido e que faça por merecer os 50 e tantos mil de soldos mensais.
     Na PREVI, até abril/17, o assim denominado Plano Um acumulou rentabilidade de 3,84% (Meta atuarial de 2,72%). Parece pouco, mesmo que projetado no fim do ano (dez/2017) em torno de 12%, tendo em vista que nosso déficit acumulado em 31.12.2016 foi de R$ 13.138.987. 2017 não parece demonstrar que sairemos do vermelho...

sexta-feira, 16 de junho de 2017

NOS ÚLTIMOS CINCO ANOS SÓ DEU...

   Quem tinha ou ainda tem uma ou mais destas ações ganhou muito nos últimos cinco anos...
   No momento o mar não está para peixe no mercado de renda variável. Investidores sentem falta de confiança no atual presidente. Nesta sexta-feira, 16, Joesley reafirmou tudo o que havia dito, ou seja, ratificou que os ratos levaram queijo (dinheiro) em mala (anagrama lama). E assim, Temer prossegue na corda bamba, no fio da navalha, na boca da caçapa.
  

     Bem de verdade está o chefe que não deixa rastro, voa de jatinho sempre, comanda, coordena, mexe aqui e ali, tem milhares de seguidores e ninguém consegue prender...Nos últimos quinze anos só deu...Lula!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

NO FIM, O QUE IMPORTA É O CARÁTER

   Não tenho opção política-partidária, meu partido é Cristo, Filho do Deus vivo, eterno, sem começo nem fim. Sem Ele nada sou, com Ele sou extremamente forte pois "tudo posso nAquele que me fortalece".
      Então, meu desejo é não melindrar ninguém, não ofender qualquer dos irmãos e irmãs. Outro dia, a Rosa se ofendeu com menções que fiz ao partido do trabalhadores. Paciência...
      Um triste episódio num voo da Avianca na rota Brasília-Rio, duas horas de vaias e atitudes hostis contra a jornalista da Globo, Miriam Leitão, feitas por delegados covardes do PT que estavam no mesmo avião nas proximidades do assento 15c ocupado pela jornalista. Tudo porque em reuniões partidárias Lula vocifera contra Miriam, inflamando os asseclas. E o comandante do voo sequer pediu silêncio aos debochantes...
     Lula deveria agir como cristão, pregando amor, jamais o ódio. Perdeu a esposa recentemente, não serviu para perceber que esta vida é pó de onde só levamos o bem que fazemos? E notem que tem como incentivador nada mais nem menos que um prelado cristão brasileiro, bispo emérito Angélico Bernardino... Esta autoridade eclesiástica devia ter no coração os ensinamentos de Cristo...Nada disso! Arrogância é detestada pelo Criador que se compraz nos simples e humildes...
     A Lava a Jato, com as imprescindíveis delações premiadas, descortinou-nos um sub-mundo deplorável de pseudos políticos, agora desmascarados sem dó nem piedade.
      Temer, comprometido até os cabelos, prestaria um grande serviço aos brasileiros, se tomasse seu banquinho e saísse de fininho. Não há mais clima para permanência. O mercado que até então acreditava nas reformas já dá sinais que a confiança evaporou-se.
Em qualquer outro país de primeiro mundo, a saída do cargo teria se consumado.
      No âmbito doméstico vemos o Dida cada vez mais se complicando. Na PREVI está descartada nova eleição para o Planejamento. Zeca pediu afastamento em 01.06.2017; caso tivesse pedido em 31.05.2017 nova escolha pelo corpo social seria necessária. O Estatuto/Regulamento prevê que se a renúncia ocorrer dentro de um ano do término do mandato, a escolha do novo diretor será feita pelos conselheiros. Pela última eleição, o Márcio e o Amir foram o segundo e o terceiro mais votados. Não sei se este será o critério.

domingo, 11 de junho de 2017

GUERRA ABERTA CONTRA A LAVA A JATO

   Há inimigos instalados no poder em Brasília cujo cabeça é o próprio Michel Temer com seus aliados Eliseu Padilha, Moreira Franco, Rodrigo Maia e demais personagens sobejamente conhecidos. Eles estão fazendo o possível e o impossível para salvar suas peles, num mar de sarcasmo, cinismo, desfaçatez, ironia e desrespeito ao cidadão brasileiro pagador de seus devaneios de poder.
      Surgiram rumores que chegaram à ministra Carmen Lúcia, de que a ABIN - Agência Brasileira de Inteligência - estaria fazendo uma devassa na vida do ministro Edson Luiz Fachin, responsável pela operação Lava a Jato no STF. Sem falar que o procurador Rodrigo Janot foi ameaçado de substituição por Temer em setembro, se o atual presidente chegar até lá. É mais ou menos o que disse o Lula num comício recente do qual foi perguntado pelo Juiz Sérgio Moro: "Se eu for candidato e ganhar as eleições no ano que vem, prenderei todos estes procuradores que me acusam!" (sic...)
     A ministra Carmen Lúcia precisa mandar investigar de pronto a denúncia da ABIN e, se confirmada, punir de pronto, por obstrução de justiça, o imoral presidente Temer. O mal não pode vencer o bem e o povo de bem precisa ficar muito atento, sair às ruas para potestar contra as manobras sujas do atual presidente. É bem provável que o fato seja verdadeiro, haja vista, o boicote que Temer acaba de decretar a Joesley Batista, seu delator. Pediu à CEF que cancelasse o crédito de 9 bilhões de reais que a JBS tem na instituição de crédito da União. O que é isto senão represália ou retaliação?
     Por que será que o PT e PMDB se calam diante destas improbidades? Muito simples: Porque seus membros têm o rabo preso na Lava a Jato, e por baixo do pano até incentivam estas deslavadas atitudes deste cidadão acuado. Querem livrar suas peles do mesmo modo. Quase nada se ouviu de indignação destes partidos quando o TSE preferiu desmoralizar-se a cassar o mandato deste cidadão. Nunca, na história mundial, um tribunal conseguiu ignorar provas tão robustas...Quatro ministros cooptaram-se pela subserviência!
     O povo brasileiro de bem não pode aceitar essa ignomínia. Há de indignar-se, sair às ruas e protestar veementemente contra esse estado de coisas! Que o Senhor Deus de Israel venha nos livrar destes espíritos do maligno! Maranata!!!
TEMER USOU ABIN PARA INVESTIGAR FACHIN, DA LAVA A JATO, DIZ VEJA. 

sexta-feira, 9 de junho de 2017

TSE NÃO VAI CASSAR A CHAPA

  Das três sessões que já tivemos no TSE chega-se à conclusão que a chapa Dilma/Temer não será cassada por esta colenda corte. Apesar dos esforços homéricos do espetacular Juiz Herman Benjamin, há outros três "juízes" que mais se parecem advogados de defesa de Temer, quais sejam Admar Gonzaga Neto (foi advogado da própria chapa Dilma/Temer em 2010), Tarcísio Vieira (substituto de Luciana Lóssio, petista de carteira) e o frágil Napoleão Nunes, que é do STJ. Admar e Tarcísio foram indicados neste ano pelo investigado Michel presidente Temer. E todos os  três são influenciados pelo Advogado-Mor Gilmar Mendes...Eta, brasilzão!
    No âmbito previano, soube da renúncia do diretor de Planejamento Zeca, por problemas de saúde. Teríamos, por consequência, novas eleições para este cargo. Ou não? Por isso, sou adepto à eleição para diretor com eventual VICE substituto que evitaria estas novas situações. No caso do Planejamento vamos para a terceira escolha! Mamma mia!!!
DIRETOR JOSÉ CARLOS REIS DA SILVA (ZECA) COMPLETAVA O MANDATO DO EX-DIRETOR DÉCIO BOTTECHIA JÚNIOR. INFELIZMENTE, O GAÚCHO ZECA TAMBÉM PRECISOU AFASTAR-SE PARA CUIDAR DA SAÚDE.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

BANCO DO BRASIL: BOM PARA NÓS

    O Banco do Brasil está fazendo aquilo que nosso fundo de pensão já devia estar fazendo há muito tempo, o ES prefixado.
     Ontem à tarde, ligou-me o colega Nelson Fernando Neitsch dizendo-se muito contente por um telefonema que recebeu de sua gerente da agência Estilo-Joinville com a proposta de liquidar seu ES da PREVI com um CDC prefixado à taxa de 1,45% ao mês. 
Vamos conhecer os dados relatados a mim pelo Nelson de quem obtive a autorização para divulgar aos colegas:

1) ES da PREVI realizado no prazo de 96 meses no valor inicial de R$130.000,00, 35 parcelas já pagas, restando, portanto, 61 parcelas no valor de R$2.629,00. O saldo devedor para liquidação hoje é de R$95.188,00.

2) O BB se propôs a financiar o saldo devedor de R$95.188,00, à taxa de 1,45% ao mês em 60 prestações fixas de R$2.467,00. Nelson aceitou de pronto sob os seguintes argumentos mais vantajosos financeiramente:

a) As prestações do ES são corrigidas anualmente, pelo INPC, com possibilidade de, no final, haver algum valor residual a pagar.
b) As prestações do CDC no BB são prefixadas, ou seja, durante cinco anos serão as mesmas, sendo pagas integralmente SEM valores residuais. Inicialmente a prestação no BB é R$162,00 menor que a do ES, sendo que esta diferença aumenta ano a ano.
c) O BB lhe garantiu que, caso a taxa SELIC continue caindo, o empréstimo poderá ser renegociado com taxas de juros menores, tornando o CDC ainda mais vantajoso.

    Fica demonstrado as vantagens do empréstimo prefixado sobre o pós-fixado. Não há como a Seguridade contestar. O Banco do Brasil torna explícito que, quando os prazos se equivalem o prefixado leva nítida vantagem. O prazo máximo do CDC no BB é de 96 meses. Por isso, o seu empréstimo simples precisa estar com parcelas quitadas para que se equivalha no prazo.
     Banco do Brasil - Bom Para Todos. Bom para nós outros.
JUSTIÇA SEJA FEITA: NO BB O CRÉDITO SAI NA HORA. BASTA VOCÊ CONCLUIR A OPERAÇÃO NO INTERNET BANKING (OU NO AUTOATENDIMENTO) PARA TER O VALOR CREDITADO NA CONTA.
  

segunda-feira, 5 de junho de 2017

AMANHÃ É O DIA "D"

   Amanhã comemora-se o desembarque de 155.000 soldados das tropas aliadas, lideradas pelos Estados Unidos da América, Reino Unido, França livre e aliados na França ocupada pelos alemães na II Guerra Mundial nas praias da Normandia...Foi a gloriosa vitória das forças do mundo LIVRE contra os odiados NAZISTAS de Hitler e suas forças do mal.
         Coincidência ou não, amanhã é o mesmo 6 de junho, dia em que o Brasil pode exterminar a banda PODRE, corrupta e incompetente, formada por PT, PMDB, PSDB e demais aliados formadores do EIXO DO MAL, totalmente contaminados pelo espírito do Maligno. Uma simples votação no TSE, preferência por unanimidade, livrará o Brasil de vez por todas de todos os corruptos que enxovalharam a nação desde os idos de 1984 quando os militares entregaram o Brasil a civis safados e sem-vergonhas que nos ROUBARAM na cara dura. A jurista Janaína Pascoal, em sua conta no Twitter, nos brinda com esta frase: "Quanto ao TSE, só há dois caminhos possíveis: a cassação ou a desmoralização!"
"Os caciques do PSBD nunca quiseram esse impeachment! PT e PSDB são faces de uma mesma moeda! Só não vê quem não quer."
      Ontem o Fantástico fez uma extensa reportagem sobre o dinheiro desperdiçado nos últimos 40 anos no Brasil, obras inacabadas, mal acabadas, ferrovias, transposições, portos, aquisições etc. Tudo superfaturado, exemplo de valor real (5 milhões) contratado por 20 milhões. Não por acaso o Brasil está neste estado de quase insolvência, logo a nossa economia que aflora o desenvolvimento. Conseguiram estragar um país próspero e venturoso! E temos todos os motivos para debitar a LULA e DILMA mais de 70% do estrago feito. Mas eu quero todos pagando. FHC, Sarney, Collor, Renan, Temer...Enfim T-O-D-O-S!!!
      Alegrai-vos todos do bem...Amanhã é o nosso "DIA D".
DESEMBARQUE NA COSTA DA NORMANDIA, FRANÇA, DIA 06/06/1944

TORCIDA DO CORÍNTHIANS, ELEITORES DO GÊNIO QUE REFORMOU A EDUCAÇÃO BRASILEIRA, CUJAS INICIAIS SÃO L.I.L.S

VÍDEO FEITO EM PORTUGAL. TALVEZ NÃO TIVESSE TANTA MÃO GRANDE NESTE PAÍS, TAIS FATOS SERIAM MUITO MAIS AMENIZADOS OU ATÉ EXTINTOS.  PELO MENOS O CASO DO MST PODERIA TER SIDO RESOLVIDO...

domingo, 4 de junho de 2017

MESTRE ARISTOPHANES NOS ENRIQUECE

  Prezado Anônimo das 20:41, na postagem BRASIL POLUTO, de 30/05/2017
Na minha provecta idade, uma das coisas úteis que creio, ainda, devo fazer é dizer o que penso, ou o que penso que penso, pois, no final de contas, o que o nosso intelecto exterioriza é o produto do que recebeu, processa e sente. Por isso, mordi a sua isca provocante, a despeito do anzol anônimo.
Não tenho conhecimento histórico, nem memória vivida de crise tão complexa como esta em que o nosso país está mergulhado, com risco de afogamento. A parte mais triste e decepcionante dela é que se trata de uma crise que poderia ter sido evitada. Ela não chegou repente. Tem raízes no passado, e para entende-la temos que acionar a Máquina do Tempo.
Recordo que os governos militares(1964-1984), de amena ditadura, cometeram seus erros de repressão e de privação de liberdades. Entretanto, construíram, modernizaram e entregaram o país à nova classe política, sob ambiente da tolerância, liberada para adotar diretrizes distintas e escrever uma nova constituição(1988). Antes, amargamos a perda frustrante de um líder “deposto” pela fatalidade. Lutamos contra as adversidades de choques externos, hiperinflação e engolimos meizinhas de planos econômicos. Por termos embarcado na demagogia de um mágico salvador da pátria, quase saímos da rota, preservada pela renúncia, no andamento de inédito processo de impedimento constitucional.    
Depois, vieram Itamar e FHC, numa sequência harmoniosa, tendo como pontos de partida a derrota da hiperinflação, o respeito às instituições, projetos exequíveis, retomada do desenvolvimento e progressiva estabilidade econômica. O ufanismo nacionalista das “brás” estatizantes, começou a ser desmontado, para diminuir custos, combater a ineficiência e o ambiente germinador de corrupção. Em 8 anos, de 1995 a 2002, a taxa média anual de crescimento do PIB ficou em torno de 2,5%, sempre positiva, mas travada, carregando o peso de estrangulamentos estruturais herdados da “década perdida”(1985-1994).  
Aí, em 2003, finalmente, chega “o cara” e seu glorioso PT. Até votei nele, cheio de esperanças e animado por infantil confiança. Não recebeu um pais quebrado, mas em marcha, nos trilhos, pacificado, e com indicadores de rumos e projetos. Ingrato, não reconheceu, o que é natural nas sucessões, até entre aliados. Numa histórica “Carta ao Povo Brasileiro”(junho 2002), para angariar credibilidade e adesões, prometeu “mundos e fundos”, alinhavados pela retórica de chavões e obviedades. 
De posse de um país governável, apontado, Lula teve a sensatez(com Meirelles e Palocci) de seguir uma política econômica ortodoxa, enquanto, no discurso petista, reclamava da “herança maldita” e das práticas “neoliberais”. De um lado, angariou a confiança dos mercados e investidores e, de outro, foi bafejado pela sorte dos ventos internacionais, principalmente vindos das relações com a China. 
Para não alongar tão sumária análise, Lula terminou os seus dois governos(2003-2010), com excepcionais índices de aprovação. Acima de 80% o qualificaram entre bom e ótimo. Entretanto, alguns erros, difíceis de enxergar, a olho nu, não foram corrigidos; outros foram ampliadas e, pior, novos foram cometidos. Esses descuidos e práticas viriam a cobrar preços elevados, no futuro...
A reconhecida e reclamada pauta de reformas permaneceu intocada(Fiscal-Tributária, Trabalhista, Previdenciária, Política...). Sobre a importância dessas reformas, cabe lembrar que o famoso estudo que criou o conceito de BRIC(Brasil-Rússia-Índia e China), em 2001, ao prever o futuro dessas quatro economias emergentes(depois se introduziu o S, de África do Sul) vaticinava que, no caso do Brasil, “o pais perderia a corrida, caso não realizasse as profundas e inarredáveis reformas de que necessitava”.
Outro erro grave decorreu da negligência com a melhoria da estrutura física e de suporte operacional, como estradas, portos, aeroportos, energia, dentre outros. Muitos projetos empacaram por falta de uma racional e honesta alocação de recursos, ou por ranços ideológicas, na eleição de agentes públicos e privados. Casos emblemáticos são, ainda hoje, a Petrobrás e seu pré-sal; a Transposição do São Francisco, a Refinaria Abreu e Lima...
Dentre os novos erros, sobressai um, especial e premeditado:  o “Projeto de Poder”. Um novo sistema de governo, exclusivo do Partido dos Trabalhadores, em busca da perpetuação, introduziu o câncer do “aparelhamento”, com metástase por todo o organismo do Estado, numa maléfica combinação de incompetência, hipertrofia da máquina pública e corrupção. No campo político, adubado pela esculhambação partidária, criaram-se fundos de financiamento/aliciamento partidários, a coalizão monetária(mensalão), os tais campeões nacionais(BNDES/BB/CEF/Fundos) e as conexões internacionais(Petrolão/Empreteiras).
Foi esse Brasil obeso e troncho, enganosamente saudável, que o projeto continuísta de Lula e do PT entregou ao Poste Dilma, em 2010, com a conivência de uma maior parcela do diversificado povo brasileiro, inebriado pelas benesses sociais, displicente ideologicamente e esquecido da democrática virtude da alternância do Poder. 
E mais um erro crasso foi cometido pelo feiticeiro, cujo feitiço virou contra ele: esqueceram de combinar com o vírus latente da Crise e com o jeito de ser do Poste, desobediente e autossuficiente. E deu no que deu: A gerentona de Lula e do PT terminou sendo demitida(2016), não somente pelo crime menor das “pedaladas”, mas, principalmente, pelo conjunto de sua péssima obra: estelionato eleitoral; mais de 10 milhões de desempregados; PIBs negativos; descrédito internacional; Petrobrás arrasada; desvios e deficits nos fundos de pensão estatais; 35 partidos, disputando, acachorradamente, 39 ministérios; Previdência Social falida; Indústria Nacional  ananicada; descontrole da Inflação; Real aviltado, além de outras mazelas. Tudo isso em meio à arrogância e à incitação belicosa de “movimentos sociais” e sindicais(Nós e Eles). 
Esses foram os indigestos ingredientes da sopa de pedra que serviram ao Presidente, sucessor de Dilma, Michel Temer, na sequência do tortuoso rito constitucional do impeachment. Sopa servida num ambiente muito distinto daquele da transição Collor-Itamar, onde predominou o consenso de um pacto nacional, para  enfrentamento e solução dos problemas da época. 
Contaminado pelos erros de Dilma, sem consenso, com escasso capital político, comprometido com os “amigos” e sem a pureza dos santos, o Presidente Temer entrou numa guerra de guerrilha, no meio de pesado e mortífero tiroteio, com emboscadas e traições: O PT e seus “exércitos” de inconformados; O popular Bunker de Curitiba, com tiros certeiros; Casas Legislativas vulneráveis, atirando pra todos os lados; Procuradores e Policiais armados com metralhadoras giratórias, orientados por bandidos delatores, e um Tribunal de última instância, dando tiros de misericórdia. No devassado bastião presidencial, as baixas, as enganações e o fogo amigo.  
Saindo dos cenários metafóricas, o certo é que o Governo Temer, em um ano, sem prejuízo das garantias e ritos constitucionais, conseguiu avançar, abriu uma clareira reformista, e já logrou contabilizar valores macro econômicos e sociais positivos e entregar alguns produtos e serviços. Devotado às reformas, apegou-se a projetos que já começam a ser votados, com perspectivas de sucesso. Adoraria, até 2019, desfrutar de um espaço de trabalho em que muito ajudaria quem não atrapalhasse. 
Entretanto, propósitos imediatistas, de origens variadas e naturezas distintas – ideológicos, partidários, personalistas, corporativos, mafiosos e alguns poucos bem intencionados – miram somente o efêmero alvo presidencial, esquecendo objetivos nacionais de muito maior expressão e grandioso interesse público. 
Tirar o Presidente, neste momento, por motivo de seus alegados e supostos crimes constitui uma equivocada avaliação da relação custo-benefício, que, no mundo real, já vem ocasionando prejuízos incomensuráveis, diretos e indiretos. Ademais, tais supostos crimes seriam facilmente anulados, caso o Professor Temer, data vênia,  deixasse de lado o Direito convencional e abraçasse os  princípios do moderno Direito Ilusionista, tão bem difundido pelo emérito Prof. Lula da Silva, a saber: a) No caso do Deputado da mala: “Esse rapaz é um aloprado”. b) A gravação de Joesley: “Não me lembro. Vejam pelo arrastado da conversa que eu cochilei o tempo todo.”c) O julgamento da Chapa Dilma-Temer: “Isso é uma palhaçada. Estamos em 2017 e a Presidenta já foi impichada”. 
Vamos deixar o Presidente Michel Temer, ao lado de sua bela Primeira Dama, governar o Brasil, por mais 18 meses, e aproveitar esse tempo para trabalhar, fazer as reformas, principalmente a política, com regras e delimitações que nos permitam eleger bons representantes e um grande presidente. Fora disso, é brincar com fogo...
Janga,junho-2017.


sexta-feira, 2 de junho de 2017

DEMOCRACIA DEPAUPERADA

   Há inúmeros sinônimos para definir o atual momento político brasileiro: cinismo, desfaçatez, dissimulação, sem-vergonhice, patifaria, malandragem, canalhice, torpeza, sordidez, descaramento, velhacaria e ainda mais.
       Nem a Constituição Federal sabem preservar...Faltando pouco mais de um ano para as eleições tem "políticos" profissionais que só enxergam seus próprios interesses pedindo eleições diretas já!
        O Tribunal Superior Eleitoral, caso fosse impoluto, já teria cassado essa chapa Dilma-Temer, antes mesmo do "impeachment" da presidenta. Parece que desejam acreditar na mentira, empurrando o enrolado Temer até o fim de seu "mandato". Gilmar Mendes já devia ter requerido aposentadoria compulsória pois dele não podemos esperar imparcialidade.
      O povo, alienado, pobre ou indefeso, em sua maioria analfabeto, jamais soube escolher seus representantes. Vota por favores, confiando em promessas fictícias, ou dominado pela irrigação ilícita de dinheiro não declarado ou "lavado" com notas "frias" e empresas fantasmas.
        Os tempos vividos atualmente no Brasil não têm precedentes na história. Só Jesus na causa.