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segunda-feira, 1 de maio de 2017

VERDADE NUA E CRUA

      Assistam a este vídeo, são apenas 5 minutos. Você perceberá a verdadeira fotografia do Brasil contemporâneo. E as causas são dadas no decurso do vídeo.
             O sábio amigo Edgardo diz há mais de dez anos que todos os nossos problemas estão na classe política. Alguém ousaria desmenti-lo? Com efeito, toda nossa frágil democracia está contaminada pelo maligno. É preciso recomeçar tudo do zero, não tomar nada do que existe no país como modelo. 
       Nunca é tarde para recomeçar.

7 comentários:

Aristophanes disse...

Prezado Prof. Ari Zanella
Na primeira leitura/audição - naturalmente influenciados pela carga das indignações que o nosso país nos provoca - somos levados a ver e ouvir, com muita tristeza e, até, com uma forte dose de desânimo, o vídeo que você nos retransmite. É bom e oportuno, para refletirmos e procurarmos entender a estrutura dos erros e os caminhos de soluções. Mas, não devemos nos abater, a ponto de zerarmos as nossas capacidades e nos considerarmos os piores do mundo,irremediavelmente perdidos.
O que nos causa mais tristeza e indignação, em nosso querido Brasil, é a chocante contradição de termos a consciência de que ele é um pedaço de terra maravilhoso, com um potencial paradisíaco que, entretanto, NÓS NAO SOUBEMOS, competentemente, valorizar e construir com justiça. Concordo com o querido decano Edgardo, e acrescento que a classe política é feita por nós eleitores.
Sem me meter em divagações filosóficas e humanísticas, poderíamos, numa dimensão cósmica, dizer a mesma coisa do nosso maravilhoso planeta Terra: singular e exuberante de vida, mas habitado, na sua escala animal superior, por uns tipos que constroem e destroem, e se matam mutuamente.
Mas, voltando ao Brasil, não me deixo contagiar pela tristeza do vídeo. Não somos uma ilha, como a caçula Nova Zelândia, nem uma veterana federação europeia, que ainda não encontrou os seus rumos de união e equilíbrio social. Não cabem comparações emocionais e retóricas!
Somos um país único e singular. Dimensões continentais, caldeirão de raças e etnias, milagre de unidade linguística, tolerância religiosa, diversidade cultural, celeiro do mundo e sobretudo, vontade de corrigir os atrasos, diferenças e desigualdades.
Há pouca mais de cem anos, no começo do século XX, éramos somente 17 milhões, quase todos(80%) no campo. Vieram os emigrantes italianos, japoneses, alemães, poloneses, espanhóis, sírios, libaneses e, até, mais portugueses. Chegamos a alcançar a 8ª economia do mundo, desordenada e rapidamente. Somos 205 milhões, que inverteram a localização e 80% vivem nas cidades. Não é mole!
Hoje, estamos sofrendo as dificuldades do encontro consciente com a REALIDADE. A represa do PASSADO de desacertos, descaminhos e velharias está sangrando. O vídeo relata o caos, porém termina, sem oferecer soluções… Eu creio que vamos sair dessa!
Abraço do Aristophanes

Blog do Ed disse...

Minha opinião, meu eterno e lúcido diretor Aristófanes,é que nós encontramos essa solução em 1988. Nossa Constituição Brasileira de 1988, o texto original, já desfigurado por tantas emendas de equivocada hermenêutica, é farol de inigualável qualidade no concerto das Nações. É democracia verdadeira, soberania popular, sociedade fraterna, liberalismo ético, capitalismo humanista, ambiente fértil para a realização pessoal e consecução do bem-estar pessoal, num ecossistema de justiça social. Temos todas as ferramentas jurídicas para a realização de um grande Estado. Mas, não temos liderança lúcida, consciente, inebriada no sonho de realização de um bem estar realmente comum a todos, e competente o bastante para entusiasmar o povo pela realização de um Estado progressista com base no trabalho qualificado que a todos recompense com a sua própria realização e o seu bem estar individual.
Edgardo Amorim Rego

joao trindade disse...

Sem querer ser pessimista, mas olhando com realismo sem maquiagem, já somos uma filial da Venezuela; sem rumo e sem futuro. Tudo está dominado e sem perspectiva. Tanto isso é verdade que grandes ondas de jovens, desiludidos e, até casais com filhos pequenos, estão indo em massa para Japão, Austrália, Estados Unidos, Canada, Inglaterra etc., mesmo como ilegais para se imiscuir nessas sociedades, em busca de um país onde possam ter futuro, já que aqui virou terra de ninguém. Os fatos falam por si. Querem saber a realidade brasileira? leiam periódicos dos países já citados.

Roberto Brito disse...

Prezado Ari,

Não se muda uma cultura da noite para o dia; nosso país tem jeito sim, basta fazermos uma revolução pela educação, temos de investir no jovem de hoje para daqui a 30 ou 40 anos vermos os resultados. Os vikings eram famosos no passado pelas barbaridades, hoje são conhecidos como o povo mais educado e socialmente desenvolvidos, que são os países nórdicos, e note-se, não houve ditaduras, prisões, torturas, sangue derramado, apenas uma palavra quase mágica: Educação. Investimento maciço no correr do tempo, hoje está aí para todos verem; por que o Brasil não segue esse roteiro?

JOSE ADMIR DE PAULA DE PAULA disse...

Prof. Ari,

Imaginava que logo após a revogação da Resolução 26, alguma notícia alvissareira em nosso favor nos seria dada. Mas até agora, passados mais de dois meses, nada! O que finalmente esse pessoal da diretoria espera para nos dizer alguma coisa a esse respeito? Será que vão voltar a nos pagar as parcelas restantes do BET e outros benefícios mais, ou vão esperar pelas próximas eleições?

Se bada de bom nos acontecer esse ano, já estou pensando em não votar em nenhum desses diretores que aí estão.
Um abraço.

Blog do Ed disse...

Estimado colega José Admir, o Juiz estipulou prazo de 120 dias para a PREVIC tomar determinadas providências. Penso que ela está aguardando o decurso desse prazo para cumprir as determinações do Juiz e apelar.
Edgardo Amorim Rego

JOSE ADMIR DE PAULA DE PAULA disse...

Prof. Ari, permita-me:

Meu caro e distinto colega Edgardo Amorim, agradeço-lhe cordialmente pela vossa honrosa atenção. Não estava informado sobre esse prazo.
Um grande abraço e muita saúde e paz para o nobre colega e distinta família.
Boa noite!