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quinta-feira, 11 de maio de 2017

JUIZ SÉRGIO MORO FOI MAL

    Todo cidadão de bem deste país deve sentir-se um perdedor com o palanque feito pelo próprio réu no dia de ontem dentro da sala inquisitória da Justiça Federal de Curitiba. Um juiz de pulso firme jamais poderia permitir que o arrogante réu conduzisse o interrogatório a seu bel prazer. Em certo trecho o réu debochou de um papel encontrado em seu apartamento que continha dados de seu triplex. De primeira disse que nem sabia (como sempre afirma) da existência daquele documento e após dar uma olhada perguntou irônico: "Tem assinatura?" Diante da negativa de Sérgio Moro, ele sorriu ironicamente.
      O dedicado e probo juiz Sérgio Moro devia saber que pessoa corrupta, mestre na Universidade da Maldade, tem que ser interpelado de um modo incisivo, sem respostas evasivas. É dizer "sim" ou "não". Não pode responder "parece". Outro ponto foi permitir que o réu acusasse o delator: "Vive uma vida de nababo!". Como se ele, Lula, não vivesse essa mesma vida de nababo! Olha a petulância! Deslocou-se a Curitiba num jatinho de um antigo "amigo" que já havia sido condenado no mensalão, que não foi preso devido a idade avançada...
      Lula exerceu o mandato e nomeou Paulo Roberto Costa, Pedro Barusco, Renato Duque, sem conversar com nenhum deles, aliás, o único com quem pediu contas foi o Renato Duque a quem perguntou: "Você tem conta no exterior?" Ao receber a negativa de Renato Duque deu-se por "satisfeito", sequer precisou checar a informação!
      Apesar do muito já revelado (propinoduto que aniquilou a Petrobras) e confissões de pagamento de propinas em diversos lugares, inclusive "offshores", 12 milhões do Banco Shaim (Bumlai) e de inúmeros parlamentares investigados, senadores, deputados federais, Lula e seu bando, amparados por causídicos pagos a peso de ouro, querem fazer a sociedade acreditar que o seu julgamento é político, que está sofrendo perseguição política. Esta farsa devia ser peremptoriamente combatida ontem pelo juiz Sérgio Moro, mais ou menos nesses termos:
"Senhor ex-presidente, pare de insinuar o caráter político do inquérito. Isto só existe na sua cabeça. O inquérito é sobre atos obscuros de seu governo que dizimou o país com a roubalheira que o senhor mesmo devia ter combatido. A justiça brasileira cumpre apenas o seu papel constitucional de combater os crimes sejam eles claros ou ocultos. Ao Judiciário não compete fazer política. Ponha-se no seu lugar de réu apenas."
      O fato é que os partidários de Lula fizeram o impossível para dar um caráter político ao julgamento. Vieram de Brasília os conhecidos de sempre (Vicentinho, Gleisi Hoffmann, Henrique Fontana e grande elenco), sindicalistas do imposto sindical, Stedile do MST. Aliás, o MST recrutou vários analfabetos de vários estados que ali aportaram de ônibus (com tudo pago pelo MST)! Sim, o MST quer dizer "Movimento dos Sem Terra" mas pelo jeito viraram movimento pró Lula e nada mais.
      Caro juiz Moro, errastes ao não prender Lula naquela equivocada condução coercitiva. Agora, infelizmente, ninguém mais o prenderá pois "os filhos das trevas são mais espertos que os filhos da luz".
ALGUNS ENROLADOS NA JUSTIÇA DANDO APOIO A LULA ONTEM EM CURITIBA.

12 comentários:

torbes gambarra disse...

Eclesiastes 3
Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.

joao trindade disse...

O Juiz Sérgio Moro tem que tomar muito cuidado pois pisa em ovos...
Há uma máfia jurídica que protege bandidos de colarinho branco e todo mundo sabe disso. A ¨segurança¨que demonstrou o réu é prova disso e certeza de que irá arrastar e empurrar com a barriga até que seja candidado e eleito novamente e, aí sim, como disse em recene pronuncaimento irá MANDAR PRENDER QUEM O ACUSA INJUSTAMENTE...
O país está condenado e sem futuro. Gerações jovens estão indo embora daqui, à procura de país sério onde haja ORDEM E PROGRESSO, para fazer sua vida. Os velhos que estão bem, financeiramente, podem, se quiserem, buscar um país decente para acabar seus dias. Os acomodados (me incluo aqui), têm que engolir essa comida podre que nos dão...

Blog do Ed disse...

Prezado amigo e mestre Ari Zanella
Pwço vênia para, neste seu espaço da democracia, discordar da sua opinião. Eis como entendi o episódio histórico jurídico de ontem:
10 de maio de 2017, o DIA DA COMPROVAÇÃO na República de Curitiba! Ontem, o Juiz esclareceu ao Mito, que ele ali estava para se DEFENDER das acusações de proprietário do tríplex do Edifício Solaris e de chefe da quadrilha que assaltou a Petrobras. Aprofundou esse esclarecimento, adicionando que a lei lhe permitia tanto silenciar quanto relatar a sua versão dos fatos, até uma versão MENTIROSA.
Como se vê, a lei parte da realidade vivencial. O acusado de um crime gera a sua versão de defesa, e, frequentemente, essa versão é mentirosa. Cabe, por isso ao Juiz, interrogar o réu de modo a obter dele a sua versão, SE ELE QUISER DEFENDER-SE. A versão do réu, pois, é dada na forma de respostas às perguntas do Juiz. O Juiz competente, portanto, faz interrogatório tal que obtenha do réu respostas que, até mesmo mentirosas, revelem a VERDADE DOS FATOS. Foi exatamente isso a que se assistiu, ontem, no interrogatório do Mito pelo Juiz da República de Curitiba: um interrogatório, que trouxe à luz a comprovação dos ilícitos praticados pelo réu, tão competente que padeceu até esperneio do audacioso e nada gentil advogado de defesa.
COMPROVAÇÃO DA PROPRIEDADE DO TRÍPLEX: O Juiz apresentou ao réu um documento de propriedade de um apartamento, apreendido na residência do réu pela Polícia Federal. O documento atesta que a esposa do réu é a proprietária do apartamento. O documento tem a identificação do apartamento rasurada, substituída pela de outro, e não está assinado. O Juiz informa ao réu que a perícia técnica comprovara que fora rasurada exatamente a identificação do tríplex. O réu encena surpresa. Nunca soube da existência desse documento. Duvida de que ele existisse em sua residência. Passa vista rápida no documento e devolve triunfante para o Juiz com uma interrogação irônica – está assinado? – e a sua versão peremptória: “não está assinado, não tem valor.”! Tão esperto, tão ladino, e mal sabe ele, que acabou de comprovar a propriedade do tríplex. Com efeito, o Juiz sabe, e todos também sabemos, que aquele documento não precisava estar assinado. Ele existia sem assinatura, para alguma emergência. Ele só precisava ser assinado, em caso de necessidade, porque, logo que assinado, TUDO ESTARIA LEGAL E VÁLIDO! Coisas de espertos e ladinos...
COMPROVAÇÃO DA CHEFIA DA QUADRILHA. O Juiz principia a interrogar sobre o relacionamento do réu, Presidente da República, com a Petrobras. O advogado esbraveja. O Juiz pacientemente escuta-o e prossegue a interrogação. Pergunta da relação do réu com Renato Duque, diretor da Petrobras e comprovado agente de desvio de recursos da Petrobras para os partidos políticos, notadamente o PT. O réu nega manter relacionamento com Renato Duque, mas admite que certa vez o questionou sobre boatos de que esse diretor mantinha conta em bancos no exterior. O Juiz indaga como ocorreu esse encontro. O réu explica que solicitou ao Sr. Vaccari, diretor financeiro do PT, um encontro com o Sr. Duque. O Juiz insiste em saber por que pedira a interferência exatamente do Sr. Vaccari. O réu responde que o Sr. Vaccari conhecia o Sr. Duque. O Juiz insiste que tipo de conhecimento, de relacionamento tinha o Sr. Vaccari com o Sr. Duque. Ah! Isso o réu não sabia. Mas, o Juiz sabe muito bem, através dos autos do processo, o tipo de relacionamento que unia tão estreitamente o Sr. Vaccari, diretor financeiro do PT, com o Sr. Duque, diretor da Petrobras... O Juiz sabe perfeitamente que o réu também sabe, já que acabara de explicar-lhe que tinha longo e intenso relacionamento com o Sr. Vaccari, desde os antiquíssimos anos de 70, época das lutas sindicais ao longo dos governos militares. O esperto e ladino Mito mal imaginava que ACABARA DE COMPROVAR QUE ERA O CHEFE DA QUADRILHA!... Ou melhor, nesse instante ele se deu conta de que caíra na armadilha do interrogatório do juiz!...
Edgardo Amorim Rego

Aristophanes disse...


O usufruto do Estado Democrático de Direito é uma conquista árdua, sábia e benfazeja, assentada na liberdade de expressão - agora ainda mais ampla, pelos avanços da TIC - e no direito de ir e vir.
Os vídeos do interrogatório de ontem são de domínio público, as análises e avaliações podem ser feitas à exaustão, para animar a discussão e o contraditório. Vejam a arrancada indignada do Ari e a perspicácia da análise - a que me atrelo - do ponderado Edgardo.
Leio e ouço, aqui e acolá, com certa perplexidade, essa "sentença fatalista", determinando que Lula será eleito em 2018. Não creio. Mas, se ele se qualificar como candidato e, ao final, for eleito, será presidente do Brasil, pela vontade dos brasileiros, e cada povo tem o governo que merece...

Anônimo disse...

O Dr. Edgardo mandou muito bem Foi uma aula de análises pontuais. Merece aplausos com parabéns da platéia. Se ele já tinha a minha mais alta consideração depois dessa tem minha altíssima admiração. Paz e Bem a todos os colegas. Obrigado ao prof. Ari por voltar a permitir os comentários dos anonimos, já tava sentindo grande falta de participar.

Lidio Costa Reis disse...

Meu caro colega e dileto amigo Ari,

As opiniões se convergem ou divergem de forma saudável numa democracia, e assim é neste blog.

E desta vez, vou divergir de sua opinião e convergir para a bem postada do nosso nobre colega Ed.

Entendo que o juiz Sérgio Moro se portou de forma extremamente equilibrada diante das provocações do depoente e, principalmente, do mal educado advogado de defesa, que foi até repreendido pelo representante da OAB-PR.

Afinal, Moro não poderia -- e não deveria mesmo - dar um tapa na mesa, ele sempre calmo prosseguia com as perguntas, às vezes repetitivas, mas ia sempre em frente sem aceitar ou entrar no jogo que depoente e defesa desejavam.

Houve um momento em que ele disse em resposta ao advogado de defesa, que questionava as perguntas repetitivas e cansativas: "...observação pertinente, mas vou continuar perguntando..."

O depoente se perdeu ontem, o Ed praticamente explicou tudo, mas vale lembrar um detalhe. Existe uma gravação, divulgada ainda no tempo da madame na presidência da república, de um conversa entre Lula e o Eduardo Dutra, então presidente da Petrobrás. Lula sem a menor cerimônia manda o conselho da Petrobrás normear diretor o sr Paulo Roberto. Acontece que este áudio não constava dos autos, por isso o juiz não poderia se valer daquela gravação.

O caso do Lula é simples, é aquele negócio: "tem pelo de gato, pele de gato, arranha como gato, mia como gato, mas tem que provar que é gato." E esta prova chegou no dia 10.
Lydio

torbes gambarra disse...

copiado do UOL: Entre todas as revelações contidas na delação premiada de João Santana e Monica Moura, uma das mais assustadoras envolve o vazamento de informações sigilosas da Polícia Federal. Acomodada na poltrona de presidente da República, D... - Veja mais em http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2017/05/11/e-dificil-para-dilma-manter-a-pose-de-flor-do-lodo/?cmpid=copiaecola

Anônimo disse...

BOVESPA, 11.05.2017

67.538 pontos

Teacher, setá que a gente pode ter uma esperança da volta das 12 parcelas do

BET, surrupiadas na gestão do quase extinto P.T ?

Tá fazendo uma falta ....

Anônimo disse...

Senhor Ari Zanella,

Percebo que o Senhor está recuperado e alegro-me com isto.

Obrigado por abrir a caixa "anônimo".

Muito grato por sua condescendência com aqueles que não querem divulgar seus nomes, muito embora fique gravada a identificação da máquina no provedor, assim o anonimato não é total, como alguns pensam.

Quanto a questão posta sobre O Doutor Moro e o Réu lula, penso que ganhou o Brasil, pois o réu grosseiro, mal educado, destemperado mostrou toda a sua prepotência de um desconhecedor de tudo.

De tudo o que se passava ao seu redor - DEBAIXO DO NARIZ - até mesmo, segundo o réu coisas feitas por sua falecida mulher, a quem imputa esconder, ou não avisá-lo de coisa menos importante como a compra de um imóvel, a venda, a troca do quitinete (segundo o RÈU) etc. e tal.

Digo mais, se o RÉU estiver mentindo e aparecer algum documento alguma gravação, alguma foto, ou coisa que o valha, deve ser exaustivamente publicada no Brasil e Além Mar para que o mundo fique sabendo.

Caso contrário, se nada for comprovado, por testemunhas, documentos, rastreio do dinheiro, modo de vida do cidadão RÉU, de seus filhos, de sua família, deve-se DESCULPAS não só ao RÉU mas também ao povo brasileiro.

Saudações

Isaías Maia disse...

- Deixa Lula prá lá vamos falar da liberação de 25% do CAPEC para os velhotes à partir de 70 aninhos, heim......

Anônimo disse...

Prof.Ari,
Concordo plenamente com o Sr. Atuei um pouco como advogado e sei como os Juízes tratam as partes e os advogados colocando-se numa postura de absoluta superioridade.No meu entendimento o Juiz Moro teve muita delicadeza com o Lula que ao contrário foi petulante e arrogante o tempo todo.

Anônimo disse...

Plenamente de acordo com suas considerações. O dr. Moro atuou estritamente dentro da lei e o réu marginal será no tempo certo condenado.