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quarta-feira, 24 de maio de 2017

DEDO NO GATILHO

    Há uma verdadeira torre de Babel em Brasília, clima de desentendimento, partidos de oposição querendo trancar toda a pauta no congresso, inclusive temas relevantes ao povo como a votação da MP que autorizou o recebimento das contas inativas do FGTS. No Congresso já foi aprovada, faltando agora o Senado aprovar.
   Não se pode atropelar a pauta de funcionamento das casas legislativas. O presidente Temer terá seu julgamento, o primeiro agora em 06.06 pelo TSE ocasião em que a chapa Dilma-Temer pode ser cassada. Em caso negativo, o pleno do STF poderá fazer o seu julgamento. Paralelamente, há vários pedidos de impeachment em curso, um deles pela OAB nacional. Há de se ter paciência para esperar os julgamentos, haja vista que atual presidente não vai renunciar.
    A situação é muito delicada. Se a crise se agravar pela intolerância, corremos sério risco de uma intervenção militar, apesar dos mais de 40 anos da saída do último general do comando da nação. É bem provável que a continuar os desentendimentos, agressivos e sectários, poderá haver uma intervenção que duraria até as eleições de 2018. O dedo pode estar no gatilho, será?

14 comentários:

Blog do Ed disse...

Democracia direta, já. Ninguém me representa, nem o grande Condorcet, o ilustríssimo construtor da Educação francesa na Revolução Francesa, o homem que deu o rumo inicial à educação moderna, que afirmava claramente para seus eleitores: sou representante de vocês que me elegem, mas, na hora de legislar, faço as leis de acordo com minha consciência, com meu critério pessoal, sem consideração no que os meus eleitores pensam.
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Bom mestre, está tudo dominado. Os velhacos de colarinho branco, estão indo para a cadeia. Tinham que prender tmb a turma da Previ.

joao trindade disse...

Nao haverá intervenção militar, pois está tudo dominado e os bolivarianos é quem mandam aqui, que virou terra de ninguém, como sempre foi. Terra de velhacos, bandidos e outros quetáis. Quem é jovem e tem juízo que procure novas terras para fazer sua vida, pois aqui só vinga bandido. É o que a imprensa internacional noticia, nos últimos 50 anos anos. Precisa mais?

Anônimo disse...

- E sobre o Tutú da CAPEC o que é que falam. Esqueceram?
Lembrar de baixar essa idade efêmera de 80 para 65/70,pelo amor de Deus.

Anônimo disse...

Eu também estou na expectativa sobre a proposta apresentada sobre a CAPEC.Morreu no ovo?

Anônimo disse...



TORRE DE BABEL ? QUEM NOS DERA !!!!!!!

Mestre, com a devida vênia vou divergir do seu pensamento, pois há
tantos interesses em jogo que fica difícil comparar. Só espero que
Deus tenha piedade desses pagãos e não aplique um castigo tão severo
quanto o ocorrido no episódio da torre de Babel. Fiquei a divagar
na mão de quem pode cair o abacaxi se o Temer for apeado do poder
e após horas de conjecturas só me restou um nome que parece ser ga-
baritado para ocupar o cargo de presidente : Ronaldo Caiado. Trata-
de político experiente que goza de bom conceito entre seus pares e
tem perfil de conciliador. Divany Silveira -S.Lagoas-mg














Anônimo disse...

Não é agora que a bandidagem impera na política.Minha avó dizia há 50 anos atras "bastou ser político para saber que é ladrão". E ela era analfabeta e não tinha conhecimento através da TV ou de qualquer meio de comunicação.

Ari Zanella disse...

Sobre a proposta do Mestre Aristophanes (Uso da CAPEC EM VIDA) o nobre diretor enviou-a diretamente à PREVI (já respondida ao missivista) dando-lhe poucas esperanças de ser efetivadas. A propósito, reproduzo abaixo comentário do Aristophanes feito no blog do Medeiros:

Blogger Aristophanes disse...
Prezado Medeiros.
Em meio a essa horrorosa crise, aquele assunto do ADIANTAMENTO CAPEC tem a leveza de um desenho animado. Talvez nem devesse ser lembrado, nessas circunstâncias. Entretanto, como lhe mostrei - e também ao Zanella - em e-mails pessoais, a resposta da Previ foi desatenciosa, pela distorção dos fatos e pela falta de veracidade, no trato dos números.
Por isso e pelo fato de, em seu comentário, ter manifestado o propósito de "levar o assunto ao DELIB", tomo a liberdade de meter a matéria na sua pauta.Nem tanto pela negativa, como disse em minha réplica à douta Previ, mas para que tratem propostas honestas e fundamentadas com zelo e inteligência.
Abraço cordial e boa viagem. Aristophanes

23 de maio de 2017 19:14

Anônimo disse...

Agente duplo?

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/brf-notifica-cvm-sobre-caso-de-espionagem-da-jbs/

Aristophanes disse...

Prezado Ari Zanella.
Como você provocou o assunto, e por me parecer oportuno dar mais informações sobre o que está ocorrendo, divulgo, aqui, a 2ª carta que enviei à Previ, replicando a resposta descuidada e desatenciosa que recebí, conforme transcrevo abaixo.

"Prezados Senhores.
Agradeço o ato de resposta de V. Sas., de hoje, à minha carta/e-mail, de 17 do corrente, em que fiz considerações relacionadas com o Pecúlio CAPEC, justificando uma proposta concreta de alteração do respectivo regulamento, para permitir, sob a forma de adiantamento, a liberação de parcela do valor do pecúlio, em favor do contratante, em vida.
Consciente da possibilidade de não aceitação da proposta, de natureza inovadora, por parte da Previ, pedi-lhes, para meu convencimento e, também, de outros numerosos interessados, que a resposta, se negativa, fosse “subsidiada por dados consistentes e arrazoados convincentes”.
Sob esse último aspecto, é profundamente lamentável a forma descuidada como a proposta foi avaliada por V. Sas., denotando evidentes impropriedades conceituais e flagrantes omissões de sustentação técnica, que distorcem a verdade, conforme se depreende do teor inicial de sua resposta, abaixo reproduzido, com os meus grifos:

“Informamos que não há previsão no regulamento da CAPEC para o pagamento do pecúlio em vida, pois a CAPEC funciona no regime de repartição simples, nesta forma de custeio não há formação de reserva, pois todos os recursos são utilizados para o pagamento dos óbitos e invalidez ocorridos ao longo do ano.”

Senhores.
Sem intenção de polemizar, tenho a obrigação intelectual de esclarecer, como segue:
1. É óbvio que não há previsão no regulamento atual da CAPEC, pois se trata de uma proposta para alterar o regulamento, justamente, com o objetivo de criar o benefício inovador que sugeri!
2. A CAPEC diz em seu regulamento, funcionar no regime de repartição simples. Entretanto, a prática desse regime não é tão “simples”, assim, vez que o hipotético saldo fica, na movimentação do fluxo financeiro, sensivelmente afastado do esperado zero, por louváveis medidas de segurança, em decorrência da acumulação de sistemáticos descontos sobre recursos totais das contribuições, sendo 10% para o Fundo RCO(Reserva para Cobertura de Oscilações) e de até 5% para custeio administrativo.
3. Esse entendimento fica bem claro, quando lemos, no Relatório Previ-2016(Item 4.5.3-Pg.206), a afirmativa: “Consequentemente, o saldo do ativo líquido da CAPEC aumentou de R$177.925.293,08(31-12-2015) para R$230.044.124,90(31-12-2016) principalmente em função do incremento do saldo do Fundo de Reserva para Cobertura de Oscilações(RCO).”
4. Como externei, em minha avaliação anterior, esses saldos, convertidos em aplicações rentáveis, são abundantes, mas sem serventia, quando confrontados com carências diversas e prementes de milhares de longevos contratantes do pecúlio CAPEC.
Nessas condições, para respeitar a coerência e o melhor entendimento de minha proposta, peço a V.Sas. o obséquio de uma releitura e reavaliação de minha carta-proposta. E se, ao final, continuarem convencidos da impropriedade do adiantamento de parte do pecúlio, ao contratante, em vida, respondam com zelo e inteligência.
Atenciosamente,
José Aristophanes Pereira"

Anônimo disse...

Mestre Ari,

HOP HARI, pertence à PREVI ?

Obrigado

Ari Zanella disse...

O investimento HOP HARI já foi resolvido.

JOSE ADMIR DE PAULA DE PAULA disse...

Prof. Ari,

Não estou conseguindo visualizar mais minhas postagens. O que houve?

Grande Abraço.

Ari Zanella disse...

Caro José Admir,

Sempre releio os comentários, no teu caso, achei que a PREVI poderia sentir-se melindrada e me repreender. Já fui muito notificado pela PREVI e quero evitar novos conflitos. Tenho certeza que isso vai acabar quando tivermos outro presidente da república e a PREVI não esteja mais submissa à classe política partidária. Espero que compreendas, um abraço.