BANNER

Acesse aqui!
atendimento@anaplab.com.br
Joinville/SC: (47) 3026-3937
S.J. Pinhais/PR: (41) 3035-2095

sábado, 13 de maio de 2017

ÀS MÃES DESERTORAS

    Neste dia mundialmente consagrado para homenagear o sublime ato de ser mãe, este blog presta suas homenagens àquelas mães que, por motivos que a razão desconhece, desertaram de suas nobres missões maternais. Felizmente são poucas mas uma delas foi a mãe do eterno ex-Beatle John Lennon, nascido em 1940. Seu pai desertou da marinha mercante, sua mãe o deixou para que sua tia o criasse. A música abaixo retrata sua condição de "órfãos de pais vivos".
        Algumas mães no mundo moderno, pelos mais variados motivos, agem como a mãe de Lennon. O mesmo apelo de John na música quando diz: "Mãe, não vá embora" e "Pai, volte para casa", repetido como a compará-las ao choro de criança...
            Enfim...A todas as mães guerreiras e valentes que no dia a dia enfrentam as mais adversas situações, principalmente à minha mãe, Dona Emília que hoje mora no céu, falecida em 1988, desejamos perenes felicidades neste dia comemorativo.
      EMÍLIA FRONZA ZANELLA, MÃE MINHA, VIVEU POR 75 ANOS. CERTA OCASIÃO, AINDA JOVEM, CONSERTAVA UM TELHADO EM CASA, ESCORREGUEI E CAÍ MAS EMBAIXO ESTAVA ELA, MINHA MÃE, QUE ME SEGUROU NOS SEUS BRAÇOS...

                      MÚSICA "MOTHER" (MÃE) DE JOHN LENNON.

3 comentários:

Blog do Ed disse...

No dia que meu filho entrou em casa com a namorada e me informou que pretendiam casar, questionei-lhes: "Vocês sabem o que é casar?" Dois anos depois, cena semelhante ocorreu quando, então, me comunicaram: "Teremos um filho!" Perguntei-lhes: "Vocês sabem o que é ter um filho?" Penso, como os famosos teatrólogos gregos: "Entre o ser e o não-ser, prefiro o não-ser a uma vida de escravo. Ser escravo desses políticos brasileiros, de Trump, de Hilary, de Berlusconi? Morrer de fome, infeção, imundície, dores insuportáveis, como uma criança brasileira ou africana, enquanto um ilustre jogador de futebol perambula pelo mundo no seu jatinho com a corte de malandros e malandras cantarolando, requebrando e se esfregando? Não quero uma vida triste para mim nem para os meus, nem para ninguém. Precisamos ter uma sociedade em que todos tenham uma vida feliz, vida feliz que não se nutra da desgraça do outro. Só essa sociedade pode existir, Monsieur Mocron. Na França que o Monsieur planeja, nem o senhor sobreviverá, porque os famintos o matarão, como os famintos da Bastilha mataram seu rei e sua rainha.
Edgardo Amorim Rego

padilha disse...

Salve as batalhadoras mães, de todo o mundo e a bela música do Beatle, espetacular...

Anônimo disse...

Ja tem contracheque.