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domingo, 30 de abril de 2017

A PROPAGANDA DO BB

    Nestes dias estou acessando minha conta no internet banking do BB com a imagem acima, uma senhora madura fazendo uso no cabelo do chamado "bobbin", palavra inglesa para bobina, carretel mas que popularmente conhecemos como "bobes".  Na foto aparece as cores do Banco do Brasil (azul e amarelo) nos referidos modeladores que vendem muito bem a imagem de um banco "solucionador de problemas" posto que realça a figura da mulher bonita e inteligente que sabe tomar boas decisões.
     De fato o BB tem sido, apesar dos pesares, o melhor banco para resolver muito de nossas necessidades diárias de crédito, embora o tratamento que hoje recebemos nas agências seja deplorável. Antes os pós-laborais eram figuras VIP (Very Important People) nas agências; hoje somos PIV (o inverso de VIP).
       A melhor propaganda é o bom atendimento, o bom relacionamento, a cortesia, aliados à confiança mútua. Será que atualmente o BB nos vê como bons clientes, verdadeiros pratas da casa?

5 comentários:

Blog do Ed disse...

Faz uns dez anos. Esteve aqui, no Rio de Janeiro, o nosso insigne colega, economista, gaúcho de Santo Ângelo, ex-presidente do Banco do Brasil, no governo do Presidente Itamar Franco,o Caralli, e que nos retirou da miséria a que nos relegou, os aposentados do Banco do Brasil, a extorsão perpetrada pelo governo desse pretenso esclarecido político Senador Collor e sua confessa hippie Ministra da Fazenda, Zélia Cardoso. Guardo pelo Caralli eterna veneração. Ele foi também presidente da ANABB. Seu grande projeto, desde então, é congregar a instituição BB e os atuais e antigos funcionários do Banco, inclusive suas associações, num movimento de sustentação da permanência do BB. Naquela ocasião, permiti-me expressar o que penso: o BB foi reduzido a banco comercial (não é mais banco colonizador, banco central, banco de desenvolvimento, banco industrial, banco agrícola, é um banco como outro qualquer); só continuará existindo, se obtiver sustentação popular; e só obterá sustentação popular, se oferecer SERVIÇO DE QUALIDADE MUITO SUPERIOR À DE TODOS OS OUTROS BANCOS CONCORRENTES.Não acredito em marketing.Acho que estão jogando dinheiro fora, enriquecendo determinadas pessoas e, quem sabe, preparando ambiente para futuro pessoal. Esse dinheiro poderia melhorar diretamente as condições de atendimento dos clientes que aqui na minha agência do Rio estão simplesmente uma tristeza...
Edgardo Amorim Rego

Cade Araujo disse...

Estimado Ari, inicialmente registro a minha alegria e satisfação pelo retorno do amigo. Torço para que tenhas de fato melhorado da visão.
Bem! O BB mudou muito. O banco que trabalhamos nele é muito diferente do atual. Recordo que existia uma idade mínima para ingresso na Instituição (17 anos e seis meses até 23 anos e seis meses). Éramos jovens e realmente vestíamos a camisa do banco. Hoje muitos funcionários já trabalharam em outras empresas. De modo que a relação deles é uma relação entre empregado e patrão. Muitos sequer pensam em se aposentar na instituição que trabalha. Outro fato é que as mudanças que foram empregadas pelo BB dificulta o relacionamento entre funcionário x clientes. Hoje a relação entre bancos x clientes ficou muito complicada. Há uma política de que o cliente deve priorizar o autoatendimento e evitar se dirigir as agências. Tudo isto dificulta em muito o relacionamento e os negócios.
Por exemplo, recentemente passei pela experiência de ser vítima de assalto (arrombamento do carro), segui as instruções para o caso. Todavia, recebi várias informações distorcidas e sem fundamentos. O funcionário que me atendeu (via telefone) sequer sabia prestar as informações sobre o cartão. Há um distanciamento muito grande entre os poucos funcionários que atendem e alta administração. Os funcionários não demonstram entusiasmo e "orgulho" de pertencer ao BB.
Por tudo isto, é que uma campanha de marketing é insuficiente para aproximar o cliente com o banco. Quanto ao fato de o BB hoje ser um banco comercial, não é um problema. Pois, faz muito tempo que ele é um banco comercial. Enfrentamos problemas muito mais graves com o fim da conta movimento, a criação da poupança verde, etc. e revertemos as situações adversas. Desejo boa sorte a todos os que hoje trabalham na empresa.
Cadé

casa das panelas disse...

Por favor, um homem travestido de mulher, denegrindo nossa imagem feminina. Eu,que trabalhei por 33 anos no Banco acho isso simplesmente ridiculo.Eles querem desconstruir o feminino e impor a agenda gay.

Aristophanes disse...

Prezados Colegas.

Passei, há pouco, no “Medeirosblogspot”, e vi que o assunto era “Banco do Brasil”, mas falando da qualidade do atendimento. Sobre isso, só posso dizer que é péssimo, há muito tempo, e piorando. Tanto na agência a que sou vinculado, como em outras esporádicas visitas a postos, com terminais de atendimento. Felizmente, não tenho muitas transações, e resolvo, modestamente, quase tudo, pela Internet, que, realmente, funciona.
Depois, chegando ao blog do teimoso e irrequieto Zanella, que deveria estar cuidando da preciosa visão, vejo que o assunto, também, é “Banco do Brasil”, mas tocando, de raspão, num aspecto estrutural, mais profundo.
Ao longo de minha experiência, particularmente, vivendo o caso brasileiro, sou hoje um convencido “humanista liberal”. Nas relações político-econômicas, sou, por consequência, um entusiasta do Estado Mínimo, afastado de intervenções no Mercado, salvo como regulador e fiscalizador, num ambiente democrático. É um poderoso antídoto para o Estado faz-de-tudo, corrupto e corruptor.
Entretanto, no Brasil, padecemos, ainda, de distorções tão profundas e deletérias, no “Mercado Bancário”, que se faz necessária a intervenção de “agentes reguladores”, como seriam o Banco do Brasil e a Caixa Econômica, vez que o Banco Central está mais para “guardião da moeda”.
Aqui, apartados os dois grandes bancos estatais(BB e CEF), um pernicioso oligopólio de pouco mais de 4 ou 5 bancos, sendo um estrangeiro, domina o mercado nacional, propiciando práticas de cartel, que podem confrontar políticas públicas de interesse nacional e sabotar ações táticas para a defesa de consumidores(juros de 500%aa!) e poupadores(juros de 12%aa!). É um campo minado por bombas tão poderosas, que deixam a corrupção sistêmica da Lava-a-Jato, na dimensão de traques-de-chumbo.
Por isso, a despeito da minha declarada defesa do liberalismo, acho que o Estado brasileiro – com as cautelas necessárias – deveria ter, ainda, por algum tempo, o forte instrumento de poder moderador do nosso distorcido sistema bancário, pela presença decidida dos seus bancos públicos de varejo. Se ao Banco do Brasil – pelo que tem transparecido, em seus comportamentos de “desmonte” mais recentes – não interessa cumprir essa valiosa missão(que cumpriu tão bem, até pouco tempo atrás), é melhor rasgar a máscara e entregar-se ao Mercado, pela privatização. E seja o que deus quiser!
Codialmente, Aristpanes

Almira disse...

Professor Ari,

Viu q interessante os executivos financeiros que foram arrolados como testemunha de defesa?
De repente é um caminho, concorda?

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