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segunda-feira, 27 de março de 2017

QUESTIONAMENTOS ENVIADOS À PREVI

Caro Ari,

Ponderações preliminares sobre o pífio superávit da PREVI, onde a rentabilidade superior do PREVI Futuro mostra que os seus ativos estão administrados com mais eficiência do que os do Plano 1. O ponto de desequilíbrio desse desencontro de rentabilidade  deve ser os R$ 77.1 bilhões que o PB1 tem aplicado em Rendas Variáveis, sobretudo na Vale S.A.

QUESTIONAMENTOS PARA A DIRETORIA EXECUTIVA DECIFRAR

O presidente Gueitiro Matsuo Genso divulgou no site que o plano 1 fechou o 3º trimestre (30/09/16), com o superávit acumulado de R$ 3.191 bilhões, obtendo uma rentabilidade de 13,67% superior à meta atuarial acumulada de 10,13%.
Estando fora desse balancete três ativos: Vale S.A, Neoenergia e Invepar, que serão precificados a valor econômico em 31/12/16, de sorte que a rentabilidade deles é considerada zero para efeito deste resultado.
Ações de várias empresas participadas que sofreram desvalorizações em 2015, tiveram recuperação em 2016, por exemplo, a Petrobras subiu R$ 3 bilhões no valor do seu patrimônio, o BB também R$ 3 bilhões, o Itaú R$ 1 bilhão e o Bradesco R$ 800 milhões, o que confirma a robustez desses ativos e a perspectiva positiva de bons rendimentos futuros.
O índice IBOVESPA ultrapassou a barreira dos 61.000 pontos durante todo o segundo semestre/16, e tudo conspirava para um superávit significativo no final do exercício de 2016, algo em torno do dobro do superávit de setembro, mas o que se viu foi o fundo entrar em parafuso e em marcha ré e frustrar as esperanças dos associados.
De fato, para nossa surpresa, veio a notícia desagradável e preocupante de que o superávit de 2016 (R$ 2.19 bilhões), em vez de suplantar números alcançados em 30/09/16 (R$ 3.191 bilhões), contrariou as expectativas otimistas e terminou tendo uma retração expressiva da ordem de R$ 1 bilhão do 3º para o 4º trimestre.
Nessa análise econômico-financeira, é importante ressaltar que o superávit acumulado até agosto/16, de R$ 2.531 bilhões, sinalizava melhoras que se confirmaram. Tanto é verdade, que no mês seguinte (set/16) este superávit subiu para R$ 3.191 bilhões.
Logo, existe algum fator econômico desagregador que fez destoar à positiva corrente superlativa de valores que era sustentável até então e que drasticamente foi interrompida e eliminou a tendência de alta no último trimestre do ano passado.
Na realidade, a inversão da trajetória superavitária registrada até 30/09/16 (R$ 3.191 bilhões) para déficit, acarretou uma perda de R$ 1 bilhão no 4º trimestre./16, reduzindo o superávit de 2016 para R$ 2.19 bilhões, rombo que precisa ser esclarecido.
Como explicar essa circunstância desastrosa, onde em setembro/16, com a rentabilidade de 13,67% e meta atuarial de 10,13%, a PREVI fechou com R$ 3.191 bilhões de superávit e pouco depois, em dezembro, com rentabilidade de 15,03%, portanto, maior do que a meta atuarial de 11,91%, e performance consistente e hígida da Bovespa que operou no período sempre acima dos 64.000 pontos e a Diretoria Executiva, mesmo assim, conseguiu perder R$ 1 bilhão?
Pelo que tudo indica, este desastre financeiro deve ter ocorrido no ato da precificação das ações da Vale, Neoenergia e Invepar, e da sua consolidação junto aos números do balanço do 4º trimestre, ajuste este feito a valor econômico e que possivelmente tenha ficado abaixo do valor contabilizado.
De outra parte, à exceção do déficit de 2015 (R$ 16.137.922 bilhões), desde 2005 até 2014 e 2016, os balanços da EFPC-PREVI são superavitários. Assim, considerando que os superávits acumulados até 2009 constituíram Reservas Especiais que foram destinadas em revisões do plano 1, sendo que a última ocorreu em 24/11/10, vamos tomar por base os números dos anos que sobraram: superávit de 2010 (R$ 26,89 bilhões), 2011 (R$ 24,67 bilhões), 2012 (R$ 27,30 bilhões), 2013 (R$ 24,76 bilhões), 2014 (R$ 12.5 bilhões) e 2016 (R$ 2.19 bilhões), para discordar do déficit técnico acumulado de R$ 13.94 bilhões em 2016 (déficit de 2015 de R$16.13 bilhões – superávit de 2016 de R$ 2.19 bilhões  = R$ 13.94 bilhões).
Não tem sentido lógico, contábil e jurídico, computar isoladamente apenas o déficit de 2015 (R$ 16.13 bilhões) e o superávit de 2016 (R$ 2.19 bilhões), para se afirmar que os R$ 13,94 bilhões, diferença negativa entre eles, representa o déficit acumulado em 2016.
O resultado deste déficit geral acumulado, apresentado para 2016 está equivocado e distorcido, na medida em que se desprezou, no seu cálculo, os superávits dos anos 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014. Esse teorema adotado pela PREVI não demonstra com exatidão a evolução acumulada dos superávits ou déficits, porque é falho.
Empresa que desempenha atividade com objetivo de lucro, na demonstração de lucros ou prejuízos acumulados, busca o saldo do período anterior e + ou – lucro ou prejuízo do exercício e a cada balanço patrimonial os valores dos lucros ou prejuízos acumulados são contabilizados em contas do grupo Patrimônio Líquido (Capital, lucros ou déficits acumulados), o que mantém essas reservas atualizadas, as quais podem ser utilizadas para aumento de capital social, por exemplo.
Por analogia, entendo que esses princípios podem ser utilizados na apuração dos superávits e déficits das EFPCs, respeitado o plano de contas de cada entidade e, especificamente à PREVI, as normas e regras dos órgãos reguladores e fiscalizadores (CNPC e PREVIC).
Os números liberados pela Diretoria Executiva nos dão apenas uma visão sintética e resumida dos resultados, mas é possível, mesmo assim, fazer algum juízo de valor de determinadas situações, como as que ora levanto. O ideal é aguardar a publicação integral das Demonstrações Contábeis e do balanço patrimonial para se ter uma visão do todo.

(Diretamente de Goiânia, capital de Goiás, João Rossi Neto. 
 Obs: Estas ponderações foram enviadas à Previ pelo autor.)



22 comentários:

Anônimo disse...

Prof. Ari,

Se houve ou não superavit na Previ, não me importa. Não vou ficar calado é se a distribuição dos lucros recaírem de novo, e como sempre, apenas nos bolsos de poucos. Vou querer minha parte também! A começar pelo BET. Vou querer o retorno desse benefício que nos tiraram.

Abraço.

Blog do Ed disse...

Sei não... Sou muito ignorante. Não entendo nada.Tenho que continuar na base da CONFIANÇA, da FÉ. O que doi é que sou chamado a CONTRIBUIR, quando a SPC disse para o Senado Federal que SÓ PLANO FECHADO E QUITADO PODE PROPORCIONAR REVERSÃO DE VALORES E EXATAMENTE POR ISSO PORQUE DETENTOR DE RESERVAS MATEMÁTICAS TÃO SUFICIENTES QUE NUNCA MAIS PARTICIPANTES E PATROCINADOR NECESSITARIAM PAGAR CONTRIBUIÇÃO. É isso mesmo? Trata-se de administração financeira perfeita? Irretocável? Então, parabéns...
Edgardo Amorim Rego

joao trindade disse...

Ninguém sabe como é o Brasil e tudo que é contido nele.
Mostram uma coisa e a realidade é outra.
Vivemos de esperança...

Anônimo disse...

Colegas,
Esperemos por explicações detalhadas da Previ.

Ao que parece está executando contabilidade "criativa", se olharmos o texto no puro calculo ali mencionado.

Há ou não resultado positivo?

Há gigantesco prejuízo?

Caso haja incongruência na apresentação dos números cabe ao conselho fiscal instar a administração para que os explique.

Da mesma forma se existe uma auditoria externa contratada, mais Previc, todos com altos custos para os participantes, devem os fiscalizadores se manifestar prontamente, com urgência, sobre o tema, o que inclui responsabilização cível e criminal.

Aguardamos esclarecimentos e informações convincentes.

Estou bastante velho para "as contabilidades", mas não emburrei de um todo.


Anônimo disse...

Só demonstrativos analíticos possibilitam análise acurada, que contemplem, ainda, balancetes publicados mensalmente. Grupamentos sintéticos (Balanço Patrimonial, DRS, DOAR, etc.) são apenas retratos do resultado de um exercício e revelam apenas o fechamento das contas e não suas dinâmicas (evolução e projeção), principalmente as de resultado (receita e despesas). Os fundos das estatais deveriam publicar balancetes diários, já que houve ingerência indireta da CVM, presenteando os diretores das patrocinadoras, passando-os para estatutários e ensejando o empilhamentos de verbas não contributivas ao fundo (licença a prêmio, férias, diárias, etc., salvo melhor entendimento) e, por conseguinte, super aposentadorias sem lastros/fonte de custeio, comprometendo, ainda, o equilíbrio financeiro e atuarial dos fundos, acarretando atuarialmente o incremento a meta da reserva matemática, que replica a reserva de contingência e a reserva especial (parabéns sem teto). É óbvio que o evento almejado e esperado ocorreu, qual seja o superávit, mas ainda não saímos da reserva matemática e estamos longe da reserva de contingência, remotamente da R.Especial e a anos luz da distribuição de superávit.

Anônimo disse...

Caro 17.43,

Está claro que "Os fundos das estatais deveriam publicar balancetes diários, já que houve ingerência indireta da CVM, presenteando os diretores das patrocinadoras, passando-os para estatutários e ensejando o empilhamentos de verbas não contributivas ao fundo (licença a prêmio, férias, diárias, etc., salvo melhor entendimento) e, por conseguinte, super aposentadorias sem lastros/fonte de custeio, comprometendo, ainda, o equilíbrio financeiro e atuarial dos fundos, acarretando atuarialmente o incremento a meta da reserva matemática, que replica a reserva de contingência e a reserva especial (parabéns sem teto)"

Atento ao seu texto acima me parece claro o grande e pesado ônus que a Previ tem, em prejuízo dos demais aposentados, com essa nova casta criada sem a devida contribuição em tempo hábil por esses estatutários.

SE entendi mal por favor me perdoa em não estar acolherando bem as letras.



Anônimo disse...

Emérito Professor ZANELLA:


Sempre recusei o epíteto de "velhinho trambiqueiro", mas quem assim nos chamou, foi profetico e dou a mão à palmatória. Ninguem menos do que o "grande potentado" e Ministro Gilmar Mendes disse: "É como se o Brasil fosse um país de trambiques". Quem nasce em Trambique é o quê? Quem é velho/idoso em Trambque é o quê?

Anônimo disse...

CARACA COLEGA DE 17:43,


Vc realmente manja do riscado. De agora em diante por favor assine COGER - Contador Geral- pode ficar tranquilo que ninguém fará piada com "colo do gerente".
Coger vc precisa arrumar uma bocada nalgum lugar, aqui, ali ou alhures. Pq vc é bão nesse trem de balanço.
Já eu amigo, balanço só o da rede pra puxar um ronco...


Zé Mané

Anônimo disse...

Prezado Ari,
O Joao deveria, pra prevenir, enviar suas questoes , tambem, para o conselho fiscal...onde temos até voto de minerva...

Anônimo disse...

Se estávamos longe de nova distribuição de superávits ou não, eu não sei,mas pelo amor de Deus! Dona Previ, para dá cobrar contribuições de quem já verteu para seus cofres 360 parcelas.
Estamos sem dinheiro para as despesas básicas, SRS.diretores da Previ um pouco de humanidade, pensem por um minuto como podem viver uma grande parte dos aposentados e pensionistas dá Previ com os atuais pífios vencimentos.

Marlise Schauren disse...

Não ouso discordar dos dados apresentados no balanço da Previ, nada entendi,
mas, se discordar os"homi" podem querer me processar por CALUNIA";;;;;

Carlos

Anônimo disse...

Participantes do Previ,

Cansado de ler tudo o que se deseja do Fundo, nunca atendido, pelo menos é o evidenciado no choramingo de milhares, acho que da grande moita de Bilhões não sai nada, nada mesmo.

Sempre ficará dizendo que o que interessa é a saúde do montante aplicado, nos mais variados títulos de renda, que segundo alguns experts, que o sejam, deverão durar até que o último vivente se vá deste mundinho e BILIONÁRIO.

Vivente este que vai durar, segundo os entendidos, até mais ou menos 2080.
É o que disseram certa feita em uma dessas reuniões de apresentação, do sempre não explicado, tergiversado DEMONSTRATIVO DE LUCROS, PERDAS, APLICADOS, NÃO APLICADOS, MAL APLICADOS, BEM APLICADOS RECUPERÁVEIS, NEM SEMPRE RECUPERADOS EMPREENDIMENTOS,VENDIDOS E COM COISA E TAL...

Se me engano, equivoco, bestializei, disse coisas ridículas, por favor desculpem este velho, que gostaria de ter um pouquinho mais de atenção financeira, de seu patrimônio juntado a duras penas durante mais de CINQUENTA ANOS DE CONTRIBUIÇÃO.

E.............


Blog do Ed disse...

Olhem como no Brasil se brinca com coisa séria, constitucional. O Procurador Geral da República acaba de lembrar ao Supremo Tribunal Federal: "Flertando com o óbvio, Janot sustentou em sua petição que uma lei infraconstitucional não pode ser usada para reescrever a Constituição. Essa não é matéria ao alcance de mudança por legislação ordinária, sob pena de ofensa à supremacia constitucional." Quanto mais uma Resolução... não acham?
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Amigo Edgardo,

Na mosca!
E pensar que fomos obrigados a respeitar uma Res. 26, segundo o Doutor Celso Mello Ministro da Suprema Corte "documento" ILEGAL por infringir uma Lei Complementar..
Desculpa o caixa alta.

Anônimo disse...

Notícia de novo comandante da VALE pelo seu bom histórico anima o mercado:

Notícia de novo CEO anima pelo bom histórico de execução de Schvartsman, além de mitigar preocupações sobre sucessor de Ferreira. #VALE5

Anônimo disse...

O nome do jogo : Volatilidade!!!

Anônimo disse...

ANABB
Conselho Deliberativo da ANABB destitui Luiz Oswaldo da Presidência e escolhe William Bento para o cargo

O pedido de destituição do conselheiro Luiz Oswaldo, do cargo de Presidente do Conselho Deliberativo, foi apresentado pelo conselheiro William Bento, em reunião de 18 e 19/02/2017.


- com relação ao acima, apesar de não ser talvez o local ideal mas como não temos acesso aos bastidores alguém o teria e poderia falar/divulgar (??)

Anônimo disse...

Parafraseando determinado colega, " na minha decrepitude " nada desses números, explicações, desculpas esfarrapadas, contabilidade ininteligíveis para a enorme maioria, superávits que são déficits ou vice-versa, de nada interessam. Passa-se a impressão (vide Res. 26, caso Aerus, Greenfield) que duma hora para outra tudo pode virar pó e haverá uma explicação que convencerá até um PhD em contabilidade.
Com lei de mordaça, com auditoria que os participantes não podem escolher a empresa responsável pela fiscalização, com salários milionários para pessoas vinculadas ao patrocinador, com intimidação a quem quer que ouse questionar uma vírgula - fica difícil pro pião acreditar que a coisa realmente corra pelos trilhos que deveriam.
Para cortar o BET foi tomada a atitude na velocidade da luz. Para estipulação de um teto foi na velocidade de uma lesma manca. E é uma questão ainda nebulosa.

A velhice traz lado a lado consigo uma triste constatação: É bem mais fácil atacar o idoso com extrema crueldade exatamente porque vivem escorados em remédios que custam os olhos da cara. Tiram-lhe os recursos e o resultado é a economia de 40% para a MONTANHA DE DINHEIRO

Decrepitauro

Anônimo disse...

PF mira operadores do mercado financeiro na 39ª fase da Lava-Jato
Segundo a investigação, entre os anos de 2013 e 2014, foram realizados depósitos em cinco contas na Suíça. A soma é superior a US$ 5 milhões


A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (28/3) a 39ª fase da Operação Lava-Jato, que teve como alvo a atuação de operadores no mercado financeiro. Os seis mandados, cinco de busca e apreensão e de prisão preventiva, foram expedidos por ordem do juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba.

Segundo nota da Polícia Federal, a investigação apura a atuação de operadores no mercado financeiro em benefício de investigados no âmbito da Operação Lava Jato. A atuação teria se dado no âmbito de uma corretora de valores suspeita de realizar a movimentação de recursos de origem ilícita para viabilizar pagamentos indevidos de funcionários e executivos da Petrobrás.
A PF informou ainda que o investigado foi preso em Boa Vista (RR), pouco antes das 10h. Roberto Gonçalves é ex-gerente executivo da Petrobras. Ele sucedeu Pedro Barusco –-ex-gerente de Serviços da estatal e já condenado na Lava Jato – nos "negócios". Segundo a PF, Gonçalves usava offshores na China e nas Bahamas para dissipar valores de propina recebida.
Segundo a investigação, entre os anos de 2013 e 2014, foram realizados depósitos em cinco contas na Suíça. Uma delas tinha como beneficiário Rogério Araújo, executivo da Odebrecht, que tinha emprestado a conta, a pedido de Gonçalves, para recebimento de propina. Araújo é um dos ex-executivos da Odebrecht que fez delação premiada na Lava Jato. Outras contas offshore em nome de Gonçalves foram identificadas para recebimento das vantagens, informou Pozzobon. A soma é superior a US$ 5 milhões.

De acordo com a PF, o nome da operação – paralelo – é uma simples alusão a atuação clandestina à margem ou paralela aos órgãos de controles oficiais do mercado financeiro por parte dos investigados.

Fonte:http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2017/03/28/internas_polbraeco,584161/pf-mira-operadores-do-mercado-financeiro-na-39-fase-da-lava-jato.shtml

SERÁ QUE FOSSE PELAS BANDAS DO CEARÁ, ONDE SÓ TEM CABRA MACHO, SERIAM RECEBIDOS A BALA?

Anônimo disse...

OPERAÇÃO LAVA JATO INSPIRA MOTEL NO DF: Designer que já planejou mais de 350 suítes “curiosas” monta cela para políticos sadomasoquistas
27 de março de 2017 Comentar
Cristina Bertozzi estudou fetiches brasileiros para criações que incluem quartos ‘Cinquenta Tons’ e ‘Cabine de Avião’. Mas a suíte de motel que vem atraindo muita gente é a “Cela da Lava Jato”, novidade e custa até R$ 156 por duas horas

Além de prender políticos e empresários do primeiro escalão e dominar o noticiário dos últimos três anos, a operação Lava Jato também mexeu com o imaginário de casais do Distrito Federal e principalmente dos políticos sadomasoquistas e executivos acostumados a pular a cerca em Brasília. As investigações inspiraram a decoração de uma suíte de luxo de um motel reformada para simular uma cela.

A responsável pelo projeto é a arquiteta brasiliense Cristina Bertozzi. Com mais de 350 quartos de motel no currículo, a designer recebeu a missão de repaginar as suítes do Motel Altana, em Sobradinho. Após fazer uma pesquisa sobre os fetiches dos brasileiros, ela diz ter descoberto que “motivos policiais” despertam a curiosidade e os prazeres de boa parte da população.

“Espaços inspirados em países, como Dubai, Paris e Roma se tornaram ‘démodé’. As pessoas querem sair de casa para experimentar coisas diferentes, conhecer locais que estimulem seus fetiches.”

Ao saber desse resultado, o dono do motel pediu que a designer transformasse um dos quartos em prisão. Assim, a suíte número 8 ganhou grades de ferro, paredes de cimento queimado e recortes de jornais e revistas sobre os desdobramentos da Lava Jato.
Ao estacionar o carro na garagem, o cliente percebe que a suíte não é a melhor opção para quem busca o romantismo tradicional. Em uma das paredes, um grafite estampa presidiários dentro de uma cela. Na outra, executivos se abraçam e trocam “propina” em solo parisiense.

Subindo as escadas, três painéis com fotos dos principais investigados pela operação da Polícia Federal e com reportagens sobre o assunto acompanham aqueles que optam pelo tema. Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, o juiz federal Sérgio Moro e outros personagens da operação – Nestor Cerveró, Eduardo Cunha e Delcídio do Amaral, por exemplo – são algumas das figuras que podem encarar os amantes no trajeto até a suíte.

A capital francesa volta a aparecer no interior do quarto de quase 20 metros quadrados. A foto, no entanto, foi posicionada atrás das grades. A designer explica a escolha: “Quis simular o presidiário rico que está confinado, mas sonha estar em Paris”.

Para realizar a fantasia, é preciso desembolsar entre R$ 129 e R$ 156 – o preço varia de acordo com o dia da semana e o tempo de permanência. Além da decoração e dos itens triviais, a suíte tem banheira de hidromassagem e vista panorâmica da capital federal.

Postado por Radar

Fonte:http://www.radardf.com.br/lava-jato-inspira-motel-no-df-designer-que-ja-planejou-mais-de-350-suites-curiosas-monta-cela-para-politicos-sadomasoquistas/

É BOM PARA IR ACOSTUMANDO, MAS COM O DETALHE DA MUDANÇA DA COMPANHIA. NA REAL SERÁ A DO TIÃO

Anônimo disse...

Prezado Ari,
Desculpe as ingnorança, mas Conselho Fiscal existe para quê, mesmo...?

Anônimo disse...



Anônimo disse...
Parafraseando determinado colega, " na minha decrepitude " nada desses números, explicações, desculpas esfarrapadas, contabilidade ininteligíveis para a enorme maioria, superávits que são déficits ou vice-versa, de nada interessam. Passa-se a impressão (vide Res. 26, caso Aerus, Greenfield) que duma hora para outra tudo pode virar pó e haverá uma explicação que convencerá até um PhD em contabilidade.


Decrepitauro

28/03/2017 11:38

- Nada de decrepito tem o colega. Basta lembrar que perto de 90% dos recursos permanecem aplicados em coisas que podem virar pozinho a qualquer momento: renda variavel e renda fixa!!!!!