BANNER

Acesse aqui!
atendimento@anaplab.com.br
Joinville/SC: (47) 3026-3937
S.J. Pinhais/PR: (41) 3035-2095

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

ES SOB A ÓTICA DO MESTRE ARISTOPHANES


Prezado Ari e demais Colegas.

Essa questão do Empréstimo Simples(ES), da Previ, que envolve os interesses de milhares de tomadores, principalmente os mais idosos do Plano1, merece um esforço de avaliação, no sentido de aclarar os ajuizamentos e comportamentos de ambos os lados, sendo um deles a Previ, que tem no ES uma de suas aplicações mais rentáveis e seguras.
De minha parte, procurarei fazer a minha própria avaliação, que talvez possa servir de posicionamento para  outros colegas tomadores. Vou ter que me alongar, necessariamente, para abordar os diversos aspectos da questão.

1º) Reitero, com veemência, a repulsa – que sempre registrei em minhas manifestações – pela adoção desse ilegal e discriminatório FQM(Fundo de Quitação por Morte), que, no meu caso, aos 85 anos,  acresce uma taxa de 2,8% a.a. aos juros remuneratórios de 5%a.a., o que significa um custo adicional de 56%! Como se isso não fosse um absurdo, ainda reduzem os prazos, com  o avanço da idade, sendo o meu de 36 meses!Ferem o princípio da solidariedade, desrespeitam o Estatuto do Idoso e, com certa dose de sadismo, atingem os que desfrutam de menos alternativas no Mercado.

2º) A criatividade dos financistas da Previ vai mais longe do que as práticas domercado bancário que, tradicionalmente, utiliza, nos processos de reembolso de empréstimos/financiamentos, as conhecidas tabelas SAC(Sistema de Amortizações Constantes/prestações decrescentes) ou Price, de prestações fixas. Só para exemplificar,simplificadamente: se fizermos 2  simulações, com prazo de 12 meses, juros de 7,8% a.a.(5+2,8), sobre o valor de R$20.000,00, obteremos, pelo método Price, uma prestação fixa de R$1.735,46  e pela SAC, uma parcela inicial de R$1.792,23 até uma final de R$1.677,13.Ver site www.fazaconta.com e Calculadora BCB.

3º) Por outro lado, o Empréstimo Simples da Previ, embute, no nome, uma pegadinha, pois, comparativamente, com aqueles que utilizam o SAC, ou  Price, sua metodologia criativa não é nada simples. Se conseguir passar pelas PRECONDIÇÕES(limite, margem, carência, etc.) da Previ, o postulante entra no quadro “Simular Contratação” e, seguindo o exemplo, para 12 meses e o valor de R$20.000,00, obtém a prestação de R$1.787,43 que, certamente, já embute parâmetros pessoais do postulante e considera a sua faixa de juros(5%aa+2,8%aa, no meu caso). Não discuto, aqui, comparação de taxas, entre o mercado e a Previ, mas a metodologia de cálculo.

4º) Fundado o empréstimo, digamos no dia 25 do mês de janeiro, o mutuário vai se defrontar com três movimentações mensais, ao longo da vida do contrato: uma no fim do mês e duas no dia do crédito dos proventos(FOPAG), a saber:

I. dias 31/1 e 20/2: incorporação ao saldo devedor de dois acréscimos de correção monetária pelo INPC, tomando-se por base o índice sempre atrasado de dois  meses.

II. dias 31/1 e 20/2: incorporação ao saldo devedor das duas parcelas de juros(5%+2,8%), tudo pro rata.

III. dia 20/2: Pagamento da Prestação de R$1.787,43, que embute pagamento dos juros(5%aa+2,8%aa), antes apurados (II), nos dias 31/1  e 20/2.A diferença entre o total da parcela e o total de juros(5%+2,8%) amortiza o capital corrigido.O saldo, que carrega a correção do INPC passa para a etapa seguinte e o processo se repete.
Tendo presente esses achados e procedendo a uma comparação comoExtrato de ES(divulgado pela Previ) – como fiz no meu caso – temos a evolução completa do empréstimo(ES-Previ), cabendo observar que pela metodologia de cálculo adotada e pelos valores apurados, podemos fazer as seguintes apreciações: 

1. A definição do valor da prestação a ser paga, pelo SIMULADOR DA PREVI, incorpora parâmetros que fazem tal valor, conquanto fixo, diferir do valor apurado pela Tabela Price, ou seja: Previ R$1.787,43 vsPrice R$1.735,46 = +R$52,37/mês, ou R$627,44 em 12 meses, o que não é desprezível.

2. Por motivo de simplificação, foi adotado, aqui, o prazo mínimo de 12 prestações(1 ano), quando sabemos que, na sofrida vida real,  a tendência do mutuário é adotar prazos maiores, e que após cada ano, a Previ, no aniversário do empréstimo, faz uma ATUALIZAÇÃO(!) da prestação, por critérios NÃO EXPLICITADOS no Extrato, nesses casos.

3. Cabe registrar que a variação do INPC(correção) influi na apuração dos juros(5%+2,8%), que é feita, mensalmente, em duas ocasiões(fim do mês e 20/Fopag), sobre o SALDO DEVEDOR CORRIGIDO. Parece-nos,assim,  s.m.j., que no caso da apuração dos juros, no dia 20/Fopag, haveria uma discreta dose de ANATOCISMO, pois o cálculo é feito sobre o saldo devedor anterior que INCORPORA os juros apurados e adicionados no fim do mês. A conferir!

4. Com toda essa complicação, sabe-se que, ao final do prazo do empréstimo, se  houver resíduo, ele será compensado junto com a última prestação. Sabe-se, entretanto, que a apuração desse resíduo, na prática, é muito rara, vez que a grande maioria dos mutuários RENOVA, sempre que possível, os seus empréstimos, seguindo as regras da Previ(liquidação do empréstimo antigo, nova taxa de administração, iof, etc.), sendo que ninguém sabe, ou se preocupa em saber, qual o CUSTO da RENOVAÇÃO. O aperreio é inimigo da cautela...
Enfim, Colegas, mesmo sabendo que o Brasil e o mundo têm coisas mais importantes para tratar, fiz essas especulações sobre o Empréstimo Simples da Previ, como um exercício dominical,com o intuito de jogar alguma luz sobre o assunto e, em conclusão, eu mesmo fazer algumas observações e ponderações, Sem esperar nada da douta Previ...
Como todo empréstimo, o seu custo x benefício tem prós e contras, mas toma quem quer. Não é compulsório. 
Como instrumento de solução financeira para os participantes e assistidos da Previ deveria ser menos manipulado politicamente e mais estável. 
Um prazo máximo de 120 meses, indiscriminado,  e o limite nominal atual de R$160 mil estariam na faixa de conforto da grande maioria. 
Os encargos são aceitáveis, mormente se comparados com as crefisas e cdc’s, mas sem complicadores, como essa incidência de INPC, a dupla apuração de juros e a correção anual.  Uma única taxa flutuante – e nada de FQM – tendo um piso de 10% a.a. e revisada, anualmente, conforme a inflação, seria de bom tamanho, com Tabela Price e SEM DISCRIMINAR OS IDOSOS. 
Dever-se-ia ter, também, nos objetivos do ES-Previ, uma componente SOCIAL, para amenizar, em tempos adversos – como este em que vivemos – crises financeiras coletivas e momentâneas. Os mecanismos de “pula parcela”, diminuição episódica da “quarentena de renovação”, ou um “paralelo emergencial” poderiam ser instrumentos acionáveis de grande valia,para minorar emergências e imprevistos. 
Nada disso quebraria a nossa inexpugnável Previ, e a faria maior.Cordialmente, Aristophanes
Paulista(Janga)-PE, 12/02/2017


36 comentários:

Anônimo disse...

Referemte postagem anterior

Sauipe paga conselheiros??? Vejam que ficou com o filé- mignon, na Vale.

Anônimo disse...

Prezado Ari,
Muito boa a análise do mestre Aristophanes.
Já o prazo...poderia bem ser de 180 meses...

Anônimo disse...

Caro Diretor Aristophanes,

Belo trabalho.
Com 85 anos e dando lição de economia e matemática financeira aos "iluminados".
A PREVI DISCRIMINA DE FORMA ODIOSA E VERGONHOSA OS MAIS IDOSOS.
Agora 11.30 da noite, depois de ler seu texto, irei dormir um sono reparador.
Tenho certeza de que a Previ irá guardar os BILHÕES do patrimônio dos aposentados, para um futuro melhor do Banco do Brasil, que nunca alcançará administrações como quando o Sr. e seus Colegas o administraram.
Saúde e vida longa meu caro Diretor.
Estou aposentado há 20 anos e tenho muita saudade daquele bom BANCO DO BRASIL S/A.





WILSON LUIZ disse...

SOBRE O EMPRÉSTIMO SIMPLES, NOSSO COMPANHEIRO ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE

Complementando a excelente matéria do colega Aristophanes, faço considerações sobre empréstimo que contraí, valor R$ 100.000,00, prazo 96 meses, em julho/2010.
Inicialmente, o de sempre, pagava-se a parcela e o saldo devedor aumentava, ele só começou a diminuir, gradativamente, a partir do 15º pagamento.

Na primeira parcela, o custo de correção, juros e FQM representou 1,78% sobre o saldo devedor, índice que vai diminuindo mês a mês, sendo de 0,73% no pagamento de janeiro/2017, quando foi paga a 69ª prestação; isto demonstra como são prejudicados os colegas obrigados a renovar com poucas parcelas pagas, justamente os mais necessitados.

Sobre a dúvida do colega sobre o que pode ocorrer no encerramento do contrato, no meu caso faltam 27 parcelas para a quitação total, mas pelo saldo devedor de janeiro/2017(R$ 33.717,00), o mesmo estará pago com mais 18 parcelas(R$ 1.933,00, que foi o valor abatido de capital, sendo prestação de R$ 2.179,00 menos encargos de R$ 246,00). Se a PREVI não aparecer com “contabilidade criativa”, terei pago 87 parcelas, e não 96.

Acredito que isto acontece por causa de distorção no sistema de cobrança, já que o ideal seria que o contrato fosse quitado, automaticamente, na última parcela contratada. Talvez se eles cobrassem menos atualização de saldo devedor no início do contrato isto pudesse acontecer.

Anônimo disse...

Sr. Wilson Luiz,

Isso é o FQM em vida.
Sempre nos maltratando a dona Previ.

Fernando Lamas disse...

Saudações cordiais a todos.

TRÂNSITO IMPEDIDO!
Caro Professor Ari, primeiramente, costumo afirmar e reafirmo, agora que eu sou, quase que totalmente, responsável, pelas minha grave situação financeira. O restante são fatores externos. Dito isso, muitas e ótimas matérias, como a presente, sobre o ES, circularam, mas, lamentavelmente, nada chega na Diretoria da Previ ou a sensibiliza. Parece inexistir um canal, uma instância, ou uma interlocução que transponha esse acesso, rigidamente, impedido. Muitos vemos, no AA da Previ, aquele "limite disponível", porém, indisponível, o que gera muita inconformação, pois, com ele, bem administrado, poder-se-ia remover muitos sofrimentos. Com todo o respeito e com certa margem, para mais erro meu, mas dessa severidade, no trato dessa rentabilíssima aplicação(ES), transparece, para mim, algo além da boa técnica... É desanimador!!
Cada qual tire as suas conclusões.
Grato por tudo.

"(Senhor,)Eu só encontro a paz e a alegria bem perto de ti."
Trecho de um canto litúrgico



Anônimo disse...

Imprescindível Colega Fernando Lamas,

A justificativa da falta de sensibilidade está carimbada abaixo


A 'BOQUINHA' PARA VIÚVAS DE LULA E JANETE

Brasil 13.02.17 14:03
O Antagonista apurou que pelo menos 19 conselheiros indicados pela Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil), para ocupar um assento em órgãos de governança das empresas com participação do fundo, são ligados aos antigos governos petistas.

Eles participam de uma reunião por mês e ganham, por isso, entre R$ 5 mil e R$ 50 mil.

Na lista, há filiados ao PT e até investigados pelos rombos em fundos de pensão:

Ambev - Paulo Assunção de Souza, ex-representante dos funcionários no Conselho de Administração do Banco do Brasil;

BRF - Renato Proença Lopes, diretor de participações da Previ;

Embraer - Cecília Mendes Garcez Siqueira, ex-diretora administrativa da Previ;

Frasle - Adézio de Almeida Lima, ex-vice-presidente de crédito do BB;

Gerdau - Hayton Jurema da Rocha, ex-diretor de marketing e comunicação do BB;

Itausa - José Maria Rabelo, ex-diretor-superintendente da Previc;

Jereissati Part. - Arlindo Magno, ex-diretor da Previ;

Kepler Weber - Sérgio Ricardo da Silva Rosa, ex-presidente da Previ;

Neonergia Cosern - Roberto Francisco Casagrande Herdeiro, ex-diretor de Investimentos da BB Previdência;

Neoenergia - José Alípio dos Santos, ex-diretor do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre;

Neoenergia - Maria das Graças Conceição Machado Costa, ex-diretora de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi;

Neoenergia - Aires Hypolito, ex-diretor do BB;

Paranapanema - Luiz Carlos Siqueira Aguiar, ex-diretor de Investimentos da Previ;

Rumo Logística - Joilson Rodrigues Ferreira, ex-diretor de Participações da Previ;

Sauipe - Odali Dias Cardoso, ex-presidente do Conselho Fiscal da Previ;

Tupy - Francisco Cláudio Duda, ex-diretor de Mercado de Capitais e Investimentos do BB;

Vale - Marcel Juviniano Barros, ex-diretor de Seguridade da Previ;

Vale - Robson Rocha, ex-vice-presidente de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável do BB;

Vale - Dan Antônio Marinho Conrado, ex-vice-presidente de Varejo, Distribuição e Operações do BB.


13/02/2017 19:53

Anônimo disse...

Imagino o malabarismo q a diretoria fará (se o tempo de Deus permitir) para convencer os 10 últimos participantes do PB1, que se der reajustes acima do INPC, o fundo da pensão quebrará com bilhões no caixa.

Anônimo disse...

Gostaria de saber como tem agido os nossos esclarecidos conselheiros na VALE.
Mormente agora que está sendo negociado a extensão daquele prazo de 20 anos que termina agora em 2017, pelo qual não se alienam ações da Vale. Pelos seus sócios.
Como estariam agindo nas reuniões do conselho ante a Bradespar e os demais sócios privados que querem estender aquele prazo.
Para a PREVI que está precisando hoje e para o futuro bem próximo de liquidez, essa "proibição " seria péssima.
Mas, vamos lá senhores conselheiros ! À luta ! Produzam sábios conselhos para a diretoria da nossa Previ. Lembrem-se de Sauipe !

Anônimo disse...

Margem de 30%.
Para empréstimos e financiamentos deduz-se da Renda Bruta as consignações obrigatórias obtendo-se a renda Disponível e sobre ela calcula-se os 30%. Segundo a Previ consta no contracheque.
Já para o calculo da MC que consta nas informações (site) sobre o Empréstimo Simples, a Previ considera todas as contribuições obrigatórias e FACULTATIVAS incidindo sobre os 30%, para apurar a capacidade de pagamento do tomador.
Isso prejudica a MC. Para todas as consignações, todas, existe a margem de 40%. E nela que deveriam incidir as obrigações facultativas.
O INSS usa 30% mais 5% como parâmetro total de concessão de crédito e cartão de crédito para o empréstimo consignado.
Se v. observar no contracheque as margens são favoráveis , já no site Empréstimos Simples desfavorável.
Capec e Cassi, seguro e plano de saúde , são consignações facultativas, mesmo porque podem ser pagas por débito em conta ou simplesmente canceladas.
Enfim, isso, mais o FQPM, mais o pequeno anatocismo, e mais o "curto prazo" dos idosos é uma pequena maldade.

Anônimo disse...

Emérito Professor ZANELLA:



Pensei que "a maioria" desse povo "da boquinha" já tivessem "desaparecido da face da terra". Estão todos "muito bem" e sobretudo, "muito vivos".

Jose Roberto Eiras Henriques disse...

Ari,
Recebi o e-mail abaixo, pode me informar se procede essa ação?
"De: "ABRAPREV"
Enviada: 2017/02/13 17:50:26
Para:
Assunto: AÇÃO REVISIONAL DO CONTRATO DE FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO CELEBRADO COM A PREVI/CARIM







AÇÃO REVISIONAL DO CONTRATO DE FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO CELEBRADO COM A CAIXA DE PREVIDÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL – PREVI/CARIM

A finalidade da ação é tornar nulas as cláusulas que impõem desequilíbrio no contrato em desfavor do mutuário que drenam sua capacidade financeira, muitas vezes levando-o à insolvência.

Para os mutuários que já quitaram o financiamento junto a PREVI a ação tem por objetivo reaver valores pagos a maior, em média R$ 150.000,00.

Podem propor a ação os mutuários com contratos firmados entre outubro de 1989 a dezembro de 1995, independente se liquidados, ainda em ser, ou se aditivados no curso do financiamento.

Saiba mais no site: www.abraprev.org.br ou, se preferir ligue (61) 3322 5434.



Brasília – DF, 09 de fevereiro de 2017.



FAUSTO DE LIMA PEIXOTO - PRESIDENTE

Anônimo disse...

Colega de 16:06,

Tirar leite de pedra é P H O D A

Ari Zanella disse...

Prezado José Roberto,

Esta ação procede, já está pacificada no STJ. Nós não a patrocinamos por tratar-se de uma ação com custos elevados (perícias, laudos etc). Só para teres uma ideia cada perícia custa mais de R$ 5.000,00. Fora os honorários advocatícios e custas judiciais.

Anônimo disse...

Assisti a um vídeo no Antagonista onde um ex presidente da Petrobrás disse que as várias auditorias e mecanismos de controle não detectaram as maracutaias do Petrolão.
Como perguntar não ofende, de que valem essas auditorias então?

Sempre lembrando que perguntar não ofende

Anônimo disse...

SÓ O AMOR É CAPAZ DE TANTO

Escreverei dessa maneira em homenagem ao
colega Divany das 7 X 1 Lagoas, que tem
ignorado minhas gozações. Mas tudo bem.
No fundo acho que não gostou que eu reve-
lei que ele trabalhou com Matusalém.
Retornemos ao nosso tema: Só muito amor
para motivar um político presentear a 1ª
dama com um anel de 800 mil reais adqui-
rido com recursos fruto do propinoduto.
Esse causo me remeteu aos tempos de DG
Direction Generation - onde os salários
dos diretores eram bem mais modestos que
os atuais, e para fazerem uma graça com
suas digníssimas conseguiam fazer cirur-
gias plásticas patrocinadas pelo plano
de saúde. Narizes novos, próteses de quei-
xo (foi quando descobri que era possível
ao ser humano aumentar seu queixo), deli -
ciosas mamas (com todo respeito!E que pei-
to) sem a menor limitação de valores. De-
pois montava-se um GT para debater défici-
ts. Esse pessoal fiscal de praia sempre
foi amoroso.

Minerin do Quejin

* esse jeito de escrever é um saco

Anônimo disse...

O ministro interino do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, disse que as três primeiras estatais que devem se adequar às novas regras de gestão impostas pela Lei das Estatais serão Petrobrás, Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
A previsão, segundo Oliveira, é de que as três empresas públicas tenham suas estruturas administrativas alinhadas com a nova regulação a partir de março deste ano. A "Lei de Responsabilidade das Estatais" foi regulamentada em 27 de dezembro de 2016.
"Umas das atribuições do Ministério do Planejamento é fazer a coordenação desse processo das estatais federais, fazer com que todas estejam em conformidade com a lei. Há prazo para o cumprimento de regras. Em março, essas três empresas estatais devem ter atendido as regras da nova lei", comentou Oliveira.
O ministro interino participou nesta quinta-feira, 26, da abertura do "Seminário sobre a Lei de Responsabilidade das Estatais", que acontece em Brasília. Participaram do evento o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, o presidente dos Correios, Guilherme Campos Júnior, o vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores do Banco do Brasil, Alberto Monteiro de Queiroz Netto, e o secretário de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST/MP), Fernando Antônio Ribeiro Soares.

aulo motta junior disse...

A previ esoecula abertamente a sua recuperação,a bolsa atinge a sua melhor indice,pergunto,qual o motivo de não se voltar a falar no retorno do bet.,já que a promessa antigamente era essa.,se a bolsa suplantar os 60.000 pontos, haveria uma possibilidade do seu retorno.,A previ tem de preocupar com a saude financeira dos seus associados.,Alguma coisa tem que ser feita.,Com relação aos diretores eleitos por nós associados,não vejo e nem escuto uma palavra deles em nosso beneficio.,Seria melhor deixar o governo e o banco do brasil indicar todos eles.,um abraço.

Paulo Segundo disse...

Colegas, quanto ao contracheque do mês de fevereiro, o mesmo se encontra já disponível do site da PREVI.Como dia 20/02 cairá em um domingo, será que o BB já deposita nossa merreca na sexta-feira dia 18/02? Paulo Castro
Matrícula-8074961-5

Anônimo disse...

Colega Paulo Segundo (15/02/2017 08:55)

Dia 20/02/2017 é uma 2a. feira.

Mesmo assim acredito que já dia 18/02 (sábado) o valor estaria disponível.

Anônimo disse...

Prezado articulista,

Com relação ao reajuste da prestação anualmente transcrevo o artigo constante do regulamento do ES:
...
"Art. 23 - As prestações mensais serão recalculadas anualmente, no mês de aniversário do contrato de empréstimo, pelo mesmo índice de atualização do saldo devedor, projetado para os próximos 12 (doze) meses."
...

Acredito que o credor para estabelecer o percentual do índice (no meu caso o INPC), leve em consideração as tendências apontadas pelo IBGE, FIPE, MiniFaz, BC e outros órgãos/entidades oficiais.

Anônimo disse...

08:55

No próprio contracheque consta a data em que o crédito será efetuado (sempre em dia útil).

Anônimo disse...

Ari, a renegociação do ES nos isenta do débito da parcela do mês mesmo q a folha de pagamento já tenha sido emitida?

Anônimo disse...

Lamento a ANAPLAB não ajuizar a ação dos mutuários da CARIM, você aconselha quem estiver nos parametros indicados no comentário aí de cima a entrar com a ação pela associação de Brasília?

Anônimo disse...

O que significa que uma ação já está pacificada no STJ?

Anônimo disse...

SO TEM LADRAO!!!!!!!!!!!!
S O C O R R O!!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

Os balancetes, aplicações financeiras, movimentações C/C, etc.,dos Bancos só consideram dias úteis, sendo que na virada de sexta p/sábado (meia noite) o crédito da FOPAG será liberado pelo sistema PAG, eis que sábado já é considerado dia 20 pelo sistema. Se segunda, terça e quarta recaírem em feriados e quinta-feira no dia 20, o crédito da FOPAG ocorrerá na virada de sexta para sábado, tbém. Um saque na C/C no sábado ou domingo, aparecerá com data de segunda no extrato ou do primeiro dia útil subsequente.
Obs.: dia 20 será segunda-feira.

Ari Zanella disse...

11:57

Trabalhamos com os pés no chão. Nossa arrecadação mensal é pequena, não conseguiremos atender às franquias estatutárias(não cobrar custas do associado nem perícias) se começarmos a atender todo tipo de ação. Outros cobram tudo do associado (sucumbência, percentual nas vitórias etc). Nosso Estatuto não permite. Aqui o associado paga só a mensalidade. Então damos preferência às ações em que podemos colocar 4 ou 5 demandantes pois os custos são diluídos.
Cada qual sabe onde o sapato aperta. Não existe almoço grátis. E olha que trabalhamos gratuitamente na associação.

Anônimo disse...

Colegas,


Fiz ES renovação e fui debitado no mesmo mês do recebimento do "troco".
Não entendi porque apareceu na renovação que a parcela seria debitada em mês subsequente.
Paguei a anterior e deverei pagar a seguinte com a majoração do valo, acho que funcionou assim.

Saúde a todos os velhinhos trambiqueiros...


Anônimo disse...

com o índice Bovespa batendo nos 68 mil pontos ,realizem lucro com a venda de algumas posições e nos devolvam nosso BET

rafa disse...

14/02/2017
Conselho Deliberativo da PREVI tem novo presidente
Sr. Walter Malieni Junior assume presidência do Conselho com a saída de Paulo Roberto Lopes Ricci.

O Conselho Deliberativo tomou conhecimento do pedido de renúncia ao cargo de conselheiro, e consequentemente à função de Presidente do Conselho Deliberativo da PREVI, formalizado pelo Sr. Paulo Roberto Lopes Ricci. De acordo com o Estatuto da PREVI e o Regimento Interno do Conselho Deliberativo, os conselheiros que representam o patrocinador Banco do Brasil decidiram indicar o Sr. Walter Malieni Junior para assumir a Presidência do Conselho. Já o Sr. Carlos Alberto Araujo Netto foi indicado para a vaga de conselheiro deixada por Paulo Ricci.

Anônimo disse...

Como perguntar não ofende, pq a criatura renunciou?

Anônimo disse...

Trabalhei numa empresa de consultoria antes de ser bancário. Havia um rodízio trimestral para o desempenho de determinado serviço específico, apelidado carinhosamente de "rola-bosta" , que consistia em vigiar os comentários inseridos num site de um concorrente.
Era muita degradação arapongar com um salário de analista. Deveriam contratar uma desemtupidora de caca.
Mas enfim, virei bancário feliz para sempre

Anônimo disse...





Já que o Governo promete fiscalizar as estatais, vamos cobrar da Previc as suas responsabilidades.


Decreto 8945/2016
Art. 19. A empresa estatal deverá:

I - divulgar toda e qualquer forma de remuneração dos administradores e Conselheiros Fiscais, de forma detalhada e individual; e

II - adequar constantemente suas práticas ao Código de Conduta e Integridade e a outras regras de boa prática de governança corporativa, na forma estabelecida por este Decreto e pela Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União - CGPAR.

Art. 20. A empresa estatal poderá utilizar a arbitragem para solucionar as divergências entre acionistas e sociedade, ou entre acionistas controladores e acionistas minoritários, nos termos previstos em seu estatuto social.


joao trindade disse...

Na vizinha Venezuela o governo faz o que quer com o povo, apesar de haver leis que deveriam proteger o povo. Aqui, como lá, nada difere.
Temos direito de espernear e reclamar: nada passa disso( direito de reclamar ).

Anônimo disse...

Emérito Professor ZANELLA:


Triunvirato do Crime: RENAN, EUNÍCIO e RODRIGO MALA.