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domingo, 5 de fevereiro de 2017

A PALAVRA DO CRAQUE GILVAN


                       Ari,

                       Não estou querendo defender de forma alguma a PREVI, mas veja o que diz o artigo 115 da lei 13.183:

                       Art. 115. .......................................................................
..............................................................................................
VI - pagamento de empréstimos, financiamentos, cartões de crédito e operações de arrendamento mercantil concedidos por instituições financeiras e sociedades de arrendamento mercantil, ou por entidades fechadas ou abertas de previdência complementar, públicas e privadas, quando expressamente autorizado pelo beneficiário, até o limite de 35% (trinta e cinco por cento) do valor do benefício, sendo 5% (cinco por cento) destinados exclusivamente para:
a) amortização de despesas contraídas por meio de cartão de crédito; ou
b) utilização com a finalidade de saque por meio do cartão de crédito.
....................................................................................” (NR)

                      Não restam dúvidas de que empréstimos e financiamentos, em conjunto, não devem ultrapassar 35% da renda líquida. A PREVI adotou 40% porque ela não opera com cartões de crédito.

                      Essa história de que o financiamento imobiliário não deveria entrar no cálculo da margem consignável porque tem garantia real não prospera. O valor da prestação impacta negativamente a subsistência do mutuário. Vamos imaginar que um determinado cidadão tenha uma renda bruta de R$ 10.000,00. Ele tem somente R$ 3.000,00 para alocar esse valor em empréstimo e financiamento. Não pode fazer um empréstimo com prestação de R$ 3.000,00 e um financiamento de R$ 3.000,00. Assim o fazendo, o comprometimento da renda dele seria de 60% o que não é permitido por lei.

                       No caso hipotético acima, restou apenas R$ 4.000,00 para pagamento de IR e outros descontos obrigatórios. O que lhe sobrará então para as despesas correntes do mês?

                        Agora imagine quem tem um benefício menor. O valor do confisco será ainda maior e com maiores prejuízos para a manutenção da qualidade de vida, especialmente para quem se encontra numa fase da vida que requer mais gastos com saúde, alimentação e etc.

                         Infelizmente a PREVI demorou muito tempo para se adequar às leis de comprometimento de renda. Ela mesma extrapolava na concessão dos empréstimos simples e financiamentos, onde possuía um teto para cada negócio. Além disso, permitia o trâmite em folha de consignações de terceiros, como COOPERFORTE, ALFACASH, CREDISCOOP e FHE. Ao permitir as consignações de terceiros em sua folha ela foi corresponsável pelo superendividamento dos seus participantes e assistidos.

                          Infelizmente perdemos uma grande chance de recompormos nossos benefícios quando da distribuição do superávit apurado em 2010. O que fizeram os “iluminados”? Aceitaram um BET no percentual de 20% da renda por um período que nem foi honrado. Esse percentual de 20% deveria ter sido incorporado em definitivo. O pior de tudo é que as grandes associações estão em perfeita sintonia com o patrocinador e a PREVI. Alguém mais conservador poderia alegar que o aumento de 20% iria comprometer as finanças da PREVI. Hipótese pouco provável. Em 2003 a PREVI concedeu um reajuste de 30,5% e nos anos subsequentes passou a ter superávits.  Infelizmente a PREVI e BB amordaça qualquer dirigente eleito que não “reze” pela cartilha deles. Todas as benesses são direcionadas para uma diretoria remunerada acima do teto legal constitucional, encastelada no topo da pirâmide, em detrimento de uma maioria da base que sobrevive com benefícios defasados. E o que faz essa maioria? Agarra-se na ilusão de obter empréstimos para complementar a renda, o que agrava ainda mais a complicada situação financeira.

                           Nossa luta deve se pautar no reajuste dos benefícios e não na obtenção de novos empréstimos. A concessão de empréstimos é como tomar um antitérmico para quem está com febre. Alivia momentaneamente, mas não cura a doença.


Atenciosamente.
Gilvan Rebouças


56 comentários:

Anônimo disse...

Prezado Ari,
Se eu já gostava do Gilvan, agora gosto mais ainda.A observaçao dele de que devemos pugnar por reajustes de nossos beneficios e nao mais emprestimos vale ouro. Pelo menos para quem é prudente.
Há algo que os colegas nao percebem. Como os nossos beneficios estao sendo achatados ano a ano por indices fora da realidade (6,58%), à medida que o tempo passa as prestaçoes se agigantam sobre um líquido pequenininho...Simples assim. Por isso que digo que devemos lutar para termos vez e voz e nao ficarmos discutindo MC ou ES.
E olha que eu tambem devo um valor até grandinho de ES...

Anônimo disse...

Discutir MC ou ES, ou 30% de lei, não faz parte ?
Houve até ação para regulamentar os descontos, a ação dos 30%.
As discussões havidas não "obrigaram" a Previ alterar o regulamento das consignações em folha ?
Ah! A defasagem da correção de nossos proventos ante a verdadeira inflação (mais 5% a.a.) é percebida por todos e a muito tempo.

Blog do Ed disse...

Concordo com o colega das 00:13 e acrescento que a renda de todos os trabalhadores ativos cresce e, nos últimos anos, até o salário-mínimo tinha ganhos reais. Só a renda dos inativos (aposentadoria e pensão), cada ano deficitária, sustentava TODAS ESSAS BENESSES DO GOVERNO, ATÉ OS BÔNUS DOS CEOS.
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

O que são consignações obrigatórias ?
O que são consignações facultativas ?
Nessa margem citada de 40% somam-se todas as consignações . É a antiga 70% adotada pela Previ.
Para margem de ES (30%) : da Renda Bruta deduz-se as consignações obrigatórias (IR, Pensão judicial, INSS, e outras de lei) apurando -se a Renda Disponível x os 30% igual a MC para empréstimo.
É o que diz a Previ em nota outubro de 2016.
Mas, em alguns casos não é o que tem feito.

Blog do Ed disse...

Nossa luta deve ser por uma sociedade DECENTE! Pessoas comprometidas com o BEM-ESTAR DE TODOS!... Em vez de PRIMEIRO EU, PRIMEIRO VOCÊ PORQUE TE QUERO BEM!... O MUNDO SERIA TÃO PROGRESSISTA QUANTO É, OU MAIS... E SERÍAMOS TÃO FELIZES QUE A MORTE,ENTÃO, DE FATO...seria um naufrágio! Utopia? O avião já foi a utopia de Dédalo e Ícaro! A Democracia foi a utopia dos emigrantes do Mayflower!
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...


Caro Professor,

Considerando suas considerações, porque a PREVI continuou debitando na FOPAG valores acima dos 30%? No meu caso, chega proximo de 60%, qual a explicação pra isso?

Fernando disse...

Professor ARI, reforço a ideia do colega GILVAN, sobre lutarmos sobre direitos que nos tiraram ou inventaram, como Parcela PREVI, ou o termino da contribuiçao para a PREVI, para quem contribuiu mais de 360 meses, e outra quantos milhares de colegas nao estao esperando aquela açao do 1/3 do imposto de renda, matéria reconhecida pela propria Receita Federal, enfim, temos varias demandas possiveis e palpaveis, e desde já , respeito os colegas que lutam com os emprestimos simples,limitaçáo dos 30%, na qual me incluo, que vivo com esse emprestimo enraizado há décadas no meu espelho, e todo ano aumento a bola de neve, infelizmente.

Anônimo disse...

Como lutar por nossos direitos e para termos vez e voz na Previ ?
Se a cada eleição estamos sempre votando nos "mesmos de sempre" ?
Se qualquer proposta vinda de Previ ou Cassi ou do patrocinador é sempre referendada, é sempre aprovada por expressiva maioria ?
Lembrem-se do Álamo, quer dizer, do acordo e Termo de Compromisso de 2010.

Fernando Lamas disse...

Saudações cordiais a todos.

PERMANECE PARA SEMPRE O BEM QUE FEZ!
Caro Professor Ari, o estimadíssimo colega Gilvan, técnico excelente, economista, sabe do que fala, portanto, não surpreende sua matéria bem sustentada e explicada. Muitos o conhecemos, por lhe falarmos ao telefone, às vezes, à noite e, didático, tranquilizar-nos, após explicações claras e orientações seguras, justamente, repito, porque sabe do que fala. Colega Gilvan, concordo que o certo é buscar melhorias no Benefício que, definitivas, favorecem a todos e são base para tudo, mas não creio, porém, em melhorias, além da Estatutária(INPC, em janeiro), duvidosa. Até os superavits parecem demorar muito a retornar, dos quais, talvez, poderemos conseguir reajuste, além no normativo. No caso dos tomadores de crédito da Previ, ES ou Carim, como não se pode esperar da elevação do Benefício, penso que bom será a sensibilização dos dirigentes, em promover o alongamento do prazo para pagamento, única medida possível, mesmo com alguma adequação no FPQM, de modo a elevar o valor líquido na FIP(Espelho).
Grato por tudo e tenham todos uma semana na melhor qualidade e na PAZ E NO BEM!

"O homem justo é correto, generoso e compassivo; como luz, brilha nas trevas para os justos. Permanece, para sempre, o bem que fez!"
Salmo 112(111)

Anônimo disse...

Emérito Professor ZANELLA:


O nosso aumento salarial em 2018, vai ser "uma desgraca". Esse Governo mentiroso, entre outras coisas, disse que a "inflação está domada" e a "meta" já está atingida (como atingida se o ano mal começou. É sinônimo do de sempre, a indelével marreta). A minha única esperança, mesmo que eu fique com "reajuste zero" é que ele "caia logo". De minha parte, como minhas forças estão fracas, "baterei nas panelas" com o máximo vigor e "pau na internet".

tarcísio augusto bulhões martins disse...

Prof. Ari, boa tarde. Concordo com tudo que disse o Fernando Lamas, sobre o GILVAN; e, de todas as suas qualidades, destaco A PACIÊNCIA com que nos atende. Para mim, A PACIÊNCIA É A MÃE DE TODAS ÀS VIRTUDES. GRANDE GILVAN. Tarcísio.

Anônimo disse...

" Alguém mais conservador poderia alegar que o aumento de 20% iria comprometer as finanças da PREVI. Hipótese pouco provável. Em 2003 a PREVI concedeu um reajuste de 30,5% e nos anos subsequentes passou a ter superávits." .... Entretanto, discordamos de tal assertiva.....Por que discordamos? Porque a parte de renda variavel do Previ EVAPOROU, assim como a carteira do Cabral liquidada em dezembro montou apenas 10% do valor original. A carteira do Cabral tinha o seguinte portifolio: Vale, Petrobras e Ambev papeis que tiveram acentuada valorizacao de fev / 2016 a dez. 2016...papeis que sao parte significativa do portifolio da Previ...

Anônimo disse...

Desculpem-me os colegas pela minha expressão, mas Seu Ed é phoda!!!

êta cabra porreta

Anônimo disse...

GILVAN,

Realmente, a lei da mordaça está vigorando na Previ, e se tiver alguém que me chamar de mentiroso eu provo: veja o que aconteceu com o Ari! Por acaso não foi uma tentativa de lei da mordaça? Acontece que o Ari, pensa igual a mim, preferiu sair, ao dinheiro e alguns (ou todos?) grana a mais e silêncio.
Colegas precisamos tomar medidas legais e urgentes contra esta "desgovernabilidade" do patrocinador direcionando os destinos de nossa Previ.
Como faremos????????
E tomara que os informantes leiam esta postagem e os devidos comentários.
Abs.

Anônimo disse...

Colegas,

A quem puder responder-me, por favor:

Também nos outros fundos de pensão em nosso país, os aposentados tem de continuar contribuindo para os fundos ou é somente a Previ?
Como dizem alguns o INSS está deficitário (será?) e não tem contribuição depois da aposentadoria.
Isto está muito mal explicado!
Se alguém puder responder-me, hipoteco meus agradecimentos.
Abs.

Anônimo disse...

Prezado Ari,
Alguns colegas nao entendem que Hipoteca tem a ver com garantia REAL e beneficia o CREDOR. Já a margem consignável tem a ver com a capacidade de endividamento do mutuário. É bom nao brincar com prestaçoes que se agigantam ano a ano e nos tiram o poder de compra.
Faria bem a PREVI, já que não estamos tendo aumento real, se alongasse o prazo do ES, que seria uma maneira de recebermos um reajuste alem daquele pifio simbolizado pelo INPC anual.

Anônimo disse...

Prezado ARI,
Se tivessemos diretores que pensassem no seu proximo, procederiam ao alongamento do prazo de pagamento do ES, que seria , de fato, um aumento indireto, para cobrir o magérrimo reajuste do INPC. Eu disse: se tivessemos...

Anônimo disse...

O Gilvan está certíssimo no que fala, e todos queremos aumento real nos benefícios, mas isso é pura utopia, porque nem quando a Previ apresentou superávit nós tivemos aumento, e o BET terminou antes do tempo sem a menor consideração e respeito, é claro q quem está em dificuldades pega empréstimo e estes foram nos oferecidos com muita facilidade e agora vamos nos adequar aos 30% por milagre, sem ajuda, o que a Previ vai fazer para enquadrar quem com a parcela do ES e Financiamento Imobiliário já passa dos 30% dos benefícios porque os colegas nessa situação são os q mais precisam de ajuda e aí q caminho eles tem para seguir? Entram com a ação dos 30% e passam fome por 3 ou 4 ou mais anos até sair a ação ou a Previ dilata os prazos para diminuir a parcela para se chegar ao limite de 30% mas isso também a Previ não propôs aos sobrendividados, então o q ficamos tentando, tirar a parcela da Capec ou a parcela do Financiamento Imobiliário e passar para conta corrente obter aí uma renovação do ES para liquidação de outros emprestimos e ficarmos só com os empréstimos da Previ.




























Anônimo disse...

Ferramenta interessante:
http://epoca.globo.com/politica/noticia/2017/02/seu-navegador-de-internet-pode-marcar-os-politicos-com-pendencias-na-justica.html

WILSON LUIZ disse...

Caro Professor Ari,

Discordo um pouco de seu comentário na postagem anterior, que o novo relator da Lava-Jato, o Ministro Fachin, seja um “petista de primeira hora”. Sei que assinou manifesto, na eleição de 2010, em favor da candidatura de Dilma Rousseff. Naquela eleição, ainda iludidos com a demagogia de Lula e seus 85% de aprovação, 60% dos eleitores votaram nela, inclusive inúmeros associados da PREVI.

Por outro lado, na tramitação do impeachment, como relator de recurso do PCdoB sobre o rito do processo, ele proferiu duro voto contra as pretensões do PT, evitando o retorno dos procedimentos à estaca zero.

Mantenho minha convicção que, dentro da segunda turma, Fachin é o melhor nome para relator da Lava-Jato. A conferir...

Anônimo disse...

Senhores,

Quando penso que já vi tudo me deparo com alguns horrores.

Velório vira comício.

Doença vira perseguição.

O silêncio que purga a dor vira palavra de ordem.

Quem se disse sempre humilde vira fanfarrão.

Quem se disse sempre honesto vira charlatão.

Mundo difícil este...com essa gente que se aproveita da morte para fugir das responsabilidades.





WILSON LUIZ disse...


PEQUENO ALÍVIO

Passou relativamente desapercebida medida tomada pelo governo para aliviar a situação dos endividados que caíram na armadilha de utilizar o rotativo do cartão de crédito, cujos juros andam nas alturas de 15% ao mês, ou mais.


Transcrevo matéria de conhecido jornal de economia





O governo anunciou novas regras para o uso do rotativo do cartão de crédito. A mudança deve trazer alívio ao consumidor que costuma pagar apenas o valor mínimo da fatura e acaba entrando na bola de neve dos juros (que hoje passam de 15% ao mês, ou 450% ao ano).A
expectativa do governo é que o custo do cartão de crédito caia pela metade com a mudança. A partir de 3 de abril, o rotativo só poderá ser usado por, no máximo, 30 dias. Depois desse prazo, ou o cliente quita a fatura vencida acrescida dos juros do rotativo, ou o banco terá que oferecer uma alternativa, que pode ser o parcelamento da dívida. Hoje, não há limite de tempo para uso dessa linha de crédito.

Anônimo disse...

Gilvan,

Que lei é essa, a 13.183, cujo artigo 115 diz isso aí?

Abraços.

Ari Zanella disse...

21:33

É a Lei dos 30% Consignados de 04.11.2015. Ela altera Lei 10.820 de 2003 que regia a matéria. Esta lei 13.183 é que não deixa pegar valor de empréstimos em que o desconto em folha ultrapasse a 30/40% da renda bruta. Não custa nada colocar no Google "lei 13.183 de 04.11.2015" que você pode ler na íntegra. Foi dela que o Gilvan tirou o artigo 115 exposto na postagem.

João Rossi Neto disse...

Soluções simplórias para questões complexas e amparadas em leis, estatutos e regulamentos, nem sempre são adequadas, funcionais e eficientes. É pura ingenuidade, dado que não há sequer, perspectiva viável e passível de êxito, reivindicar e esperar obter ganho real, acima do INPC, no reajuste do benefício do INSS, uma vez que a reposição da inflação medida por este indicador econômico está prevista em lei. Portanto, é matéria pacificada, vencida e conclusa.

Conforme reza do Estatuto, aplica-se, também, apenas o INPC a título de reajuste sobre os benefícios PREVI, não havendo a mínima possibilidade de ganho real. Para que isso viesse a ocorrer, num verdadeiro aborto da natureza, dependeríamos de autorização do Conselho Deliberativo e de alteração no Estatuto, cuja mudança só iria se materializar com a manifestação favorável do patrocinador BB, artigo 22, inciso XXI, § 1º, do Estatuto, anuência que, convenhamos, impossível de ocorrer. Em suma, neste particular, tudo não passam de espumas ou nuvens e a débil esperança se esvai.
A rigor, alterações que são feitas a toque de caixa no Estatuto e Regulamento, avalizadas de pronto pelo patrocinador BB, efetivam-se apenas quando o assunto lhe interessa, caso da substituição do IGP-DI pelo INPC, aumento de contribuições, pagamento de Remuneração Variável para Diretores, Teto de Benefícios, etc.

Quem não queria a incorporação definitiva dos 20% do BET nos benefícios! Ocorre que a Resolução 26/2008 criou esse impedimento legal e que a partir dela toda revisão do plano para distribuir superávits (Reserva Especial) se daria, obrigatoriamente, por meio de benefícios temporários. Assim, enquanto subsistir esse documento jurídico espúrio, a incorporação alvitrada é miragem no deserto.

Lei nenhuma retroage para prejudicar fatos e atos jurídicos passados, de modo que os efeitos da lei 13.183, de 2015, só podem impactar decisões após a sua promulgação e, a priori, não pode influenciar sobre financiamentos imobiliários pactuados em anos anteriores, quando a política de concessão era outra totalmente diferente, onde a MC que serviu de base para tais negócios, consoante artigo 16 do Regulamento da CARIM, foi a de 70%.

(Continua na Parte II)

João Rossi Neto disse...

( Parte II - Continuação)

Pleitear aumento nos benefícios sem o correspondente estoque de superávits é o mesmo que semear no deserto, tendo presente que a Diretoria Executiva, para negar, terá apenas o trabalho de recitar o que se contém no artigo 20 da LC 109/2001, o qual define objetivamente que a melhoria nos benefícios depende primordialmente da existência de Reserva Especial. Daí, na ausência de argumentos apreciáveis para contrapor a essa regra operacional pétrea, obviamente, daremos com a cara na porta.

Divida é coisa que deve ser evitada, em todas as circunstâncias, mormente na idade mais avançada, todavia, quando essa já existe, sendo fato concreto e consumado, onde a Diretoria Executiva teve responsabilidade direta no episódio, porque autorizou os empréstimos e permitiu o atual nível de endividamento e criou essa espécie de armadilha para os devedores, forçando-os a uma adequação desumana, pois tem ciência de que a capacidade de pagamento, em prazo incompatível, é insuficiente para honrar os compromissos amontoados.

É plenamente razoável que a Diretoria de Seguridade queira segurar o nível de endividamento, contudo, não pode fazê-lo abruptamente, de surpresa, pisando no freio da carreta que já desce a ladeira a toda. Urge que se implante medidas a partir da edição da lei 13.183/15, para o futuro, elaborando-se medidas pontuais para equacionar as dívidas velhas, como operações de saneamento com prazos maiores e prestações mensais menores.

Quem for contratar empréstimos a partir de jan./17 que se submeta a MC de 30%, mas pelo que se sabe o Corpo Social não quer créditos novos e sim reduzir o valor das parcelas dos empréstimos, conquanto os juros capitalizados de 5% a.a acima do INPC eleva o valor dos saldos devedores e as prestações sobem (efeito bola de neve) inversamente ao crescimento dos benefícios e as dificuldades financeiras, ano a ano se agravam, achatando o nosso poder de compra.

Anônimo disse...

Prezado Ari,
Bem ponderadas as palavras do Rossi. Ele lembrou bem: pagamos INPC + 5% para corrigir os valores que nos foram emprestados. Os emprestimos sobem em torno de 12/13% ao ano e nosso beneficio sobe 6,58% MENOS 1% para a Cassi (que acho justo) ficamos com 5,58%.Como o índice do governo me parece irreal frente à inflaçao que enfrentamos nos supermercados, o resultado é o agigantamento dos saldos devedores diante de um líquido bem pequenininho...
Como somos donos do patrimonio da Previ, nao seria nada demais a diretoria alongar o prazo para pagamento da dívida, diminuindo assim o valor das prestaçoes, o que serviria como uma espécie de reajuste indireto. Afinal, um fundo de previdência privada tem de pensar na saude física e mental dos seus assistidos/aposentados/pensionistas/proprietários.

Anônimo disse...

Aqui em Vitória os bandidos sem paletó e gravata estão tomando conta das ruas. Os outros que tem chancela governamental para cometer crimes estão perdendo espaço.
Arrombamentos de lojas, assaltos, homicídios, acontecem por todos os lados
Parece que o fim do mundo já começou...

Anônimo disse...

MPF e PF focam no BNDES

Brasil 06.02.17 06:35
A verdadeira mina de ouro de Eike Batista foi o BNDES.

O banco emprestou-lhe 10,4 bilhões de reais.

Agora as negociatas do BNDES finalmente podem ser investigadas.

Segundo o Valor, Rodrigo Janot estuda "criar uma força-tarefa, no Rio de Janeiro, dedicada a apurar exclusivamente indícios de corrupção, tráfico de influência e lavagem de dinheiro que supostamente envolveram operações do BNDES no Brasil e no exterior (...).

O objetivo de reservar uma equipe unicamente para apurar supostos ilícitos no BNDES é centralizar os trabalhos e dar agilidade às investigações, hoje divididas em três frentes independentes: as Operações Lava-Jato, Janus e Acrônimo".

Fonte:http://www.oantagonista.com/posts/forca-tarefa-para-investigar-ibndes

SE ISSO FOR VERDADE VÃO PEGAR ATÉ A MINHA VÓ. ACHO QUE A VÉIA TÁ ENVOLVIDA EM CONTRABANDO DE LINHA DE CROCHÊ - É CROCHÊ DEMAIS - SEMPRE DESCONFIEI - DEVE TER FINANCIAMENTO DO BANCO

Anônimo disse...

Muito boas as explicações do fantástico colega Rossi, concordo plenamente com tudo que expôs.

MARCELINO MAUS disse...

........ referente à postagem:
"A quem puder responder-me, por favor:

Também nos outros fundos de pensão em nosso país, os aposentados tem de continuar contribuindo para os fundos ou é somente a Previ?
Como dizem alguns o INSS está deficitário (será?) e não tem contribuição depois da aposentadoria.
Isto está muito mal explicado!
Se alguém puder responder-me, hipoteco meus agradecimentos.
Abs.
05/02/2017 15:19"

Respondom com uma pergunta ao DELFIM NETTO:

Cadê a PROVISÃO DAS CONTRIBUIÇÕES DOS EMPREGADOS/EMPREGADORES vertidas ao INSS por 5 DÉCADAS?

Estimando 50.000.000 de contribuientes do INSS:

937,00 x 10% + 10% x 12meses x 30 anos:
Cada trabalhador, empregado/empregador um recolheu R$67.464,00
x
50.000.000: R$3.373.000.000.000,00 (três trilhões), sem considerar os rendimentos aculados a cada 30 anos . . .

A POUPANÇA dos VELHINHOS deveria ser de 5 TRILHÕES ou MAIS.

O CN, OS ANÕES, EMPREITEIROS, BANQUEIROS COMERAM TUDO.


MARCELINO MAUS disse...

CADÊ OS TRILHÕES que os VELHINHOS recolheram ao INSS?

http://www.previdencia.gov.br/2014/12/informe-numero-de-contribuintes-da-previdencia-cresce-748-em-dez-anos/

Anônimo disse...

Está certíssimo o colega João Rossi Neto.
Para calcular a MC 30% para concessão de empréstimo deduz-se da Renda Bruta (total) as Consignações Obrigatórias resultando na Renda Disponível.
As demais consignações vão para a MC 40%.
É o que acontecia antes coma MC 70%.
Também antes a Capec não era considerada para calculo de margem.
E a Capec é uma consignação facultativa.
Por toda a situação atual na Previ e seus regulamentos, pela intervenção do Banco(patrocinador), pelas resoluções citadas, parece que uma solução seria deixar para o Banco e a Previ o seu maior foco hoje, o Previ Futuro.
E para nós participantes do PB1, a retirada do "patrocínio".
P.S. O governo federal permite que se use parte do FGTS para quitação de dividas ou garantia de empréstimo (10%). Nessa linha por que não se permitir o uso de parte da CAPEC -10 ou 20%- para quitação ou garantia ?
Há leis e resoluções que não permitem ? Ora, isso se muda a toda hora.

Anônimo disse...

Anônimo das 23:27 você demonstrou perfeitamente a realidade q passamos com os nossos benefícios, aliás triste realidade à nossa com uma diretoria insensível e com ganhos milionários decidindo e comandando nossos destinos sem ter idéia do que passamos para sobreviver porque estão muito distantes da nossa realidade e sequer se importam com a vida financeira destruída da qual eles muito nos impurraram para chegarmos ao grau de endividamento que chegamos.
Conforme o Sr.Rossi diz acima, pelo menos dilatem os prazos para diminuir as parcelas única opção da qual a diretoria tem poder para implantar.
A Previ tem obrigação de apresentar uma proposta pelo menos para os que estão acima dos 30% mesmo depois dela ter jogado para fora da folha de pagamento todos os outros débitos de terceiros.

Fernando Lamas disse...

Saudações cordiais a todos.

Caro Professor Ari, o Doutor Rossi, colega esperado, sempre, não terminou o primeiro dia da semana,, ontem, domingo, sem emitir mais uma luminosa colaboração, em favor do bem e da verdade. Muito obrigado, caríssimo colega de Goiânia e que Deus lhe pague. De fato, nem pensar, por ora ou no médio prazo, em reajustes, fora do previsto no Estatuto. Para os mutuários da Previ(ES e Carim), diante do impossível, busquemos o possível, o alongamento do prazo, para pagamento, o que aumenta o líquido recebido e pacifica a questão. Mas, se vier, não seja qualquer alongamento. Seja algo, repito, para, realmente, pacificar e, possivelmente, duradouro, senão, definitivo. O congelamento dos prazos atuais não podem assemelhar-se à condenação perpétua, punição extrema, inexistente, no Brasil. Então, nesse sentido que as lideranças busquem desbloquear os acessos aos dirigentes, independentemente, das indispensáveis iniciativas pessoais.

Caro Professor Ari, grato por tudo e estimadíssimo colega, Doutor Rossi, vida longa e tudo de bom.
PAZ E BEM!

"Disse Jesus: 'Quem escuta vocês, escuta a mim e quem rejeita vocês, rejeita a mim; mas quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou."
Lucas 10,16

Carlos - Rio Pardo(RS) disse...

Sr. Ari - Existe alguma previsão para a correção da tabela do IR?
Abr,carlos

João Rossi Neto disse...

Caro Ari e colegas,

O NOSSO CARRASCO MORA NO PALÁCIO DE CRISTAL

Comendo o pão que diabo (patrocinador BB) amassou e respirando à custa de aparelhos, em sua enfermidade financeira que se tornou crônica, os associados da PREVI não têm motivo algum para, mesmo que subliminarmente, tecer qualquer tipo de elogio a uma Diretoria Executiva que tem sido algoz implacável em suas vidas.

Sem querer demonizar somente a Diretoria de Seguridade, existe uma cegueira coletiva no grupamento da Diretoria Executiva, onde o pior cego é aquele que não quer ver, que finge não enxergar a penúria em que vive o Corpo Social e insensível, não cria uma solução razoável, palatável, para minorar o arrocho financeiro, mediante uma composição de dívidas ou algo que o valha, no sentido de reduzir o valor das prestações.

Não sendo solidário e parceiro com a causa e o destino dos participantes e assistidos nas suas agruras, o fundo de pensão acabou se tornando em um mero espectador da nossa desgraça e a sua missão institucional de melhor a nossa qualidade de vida virou figura de retórica.

A triste e dura realidade é que fomos abandonados por essa Diretoria Executiva que vem agindo com mais crueldade e dureza do que as instituições agiotas do capitalismo selvagem. Essas pelo menos são flexíveis e quando veem a água até o pescoço dos seus clientes, como credores sábios e experientes, com noção de que o risco está sempre no futuro, não ficam inertes como os gestores da PREVI e elaboram fórmulas alternativas e salvadoras para equacionar as dívidas na esfera amigável, evitar a inadimplência e as intermináveis e indesejáveis disputas judiciais.

O jogo duro e inflexível da Diretoria de Seguridade é calcado na prisão dos nossos créditos, via fopag, centralização do pagamento de benefícios que garante a manipulação dos recursos e a garantia de recebimento, sem esforço algum e os assistidos que se virem com o restante dos seus compromissos particulares, uma vez que estando assegurado o retorno do capital emprestado, o resto não interessa, é como aquela história: “Os galos cantam ao nascer do dia, mas se pararem de cantar, o dia vai nascer do mesmo jeito”.



Anônimo disse...

PROF.ARI.

NOBRE AMIGO,
ANALISE MINHA SITUAÇÃO E ME AJUDE POR FAVOR.
PREVI-BENEFÍCIO . . . . . . 5.902,77
PREVI-EMP.SIMPLES ROTAT.... 1.587,37
PREVI-FIN. IMOBILIÁRIO. . . 1.837,36
CAPEC-MORTE-ESPECIAL. . . . 441,77
PREVI.CONT.PESSOAL MENSAL. . 283,33
PREVI.CONT.PATRONAL-PCC . . 283,33
IRRF-DEPÓSITO JUD. PREVI .. . 34,38
IMP.RENDA FONTE S-PREVI . . . 68,76

TOTAL DE CONSIGNAÇÃO RS-4.536,30
LÍQUIDO RS-1.366,47
AMIGO ARI, EU NÃO FUI ENQUADRADO NA LEI 13.183 DE 04.11.2015
ARTIGO 115, ESTOU PASSANDO NECESSIDADE COM A FAMÍLIA, FILHOS E NETOS.
SEGUNDO O NOBRE IRMÃO, JOÃO ROSSI NETO, OS EMPS.CONTRAÍDOS,
ANTES DA LEI, EMP. SIMPLES E EMP. IMOBILIÁRIO, NÃO SÃO BENEFICIADOS PELA
LEI 13.183, GOSTARIA QUE O NOBRE GILVAN DESSE UMA POSIÇÃO DA MINHA SITUA-
ÇÃO.
ANTECIPADAMENTE AGRADEÇO SUA ATENÇÃO.

Anônimo disse...

Caro Marcelinho, qto. às suas indagações:
DRU - 30% sobre a receita da Previdência Social (alegam sobre a receita da Seguridade, mais o grosso é a do INSS). Em 2015, qdo. a alíquota da DRU era de 20%, garfaram 60bi da PS para pagar o serviço da dívida da União, jrs. sobre títulos públicos que o governo emite para equacionar o estouro do orçamento (PEC241) - destino: banqueiros.
DESONERAÇÃO DA FL. DE PAGTO - isenção de contribuição patronal para alavancar empregos, ou seja, bilhões a troco de 12 milhões de desempregados;
RENÚNCIA FISCAL - redução da contr.previdenciária do empreendedor individual - bilhões e bilhões.
LENIÊNCIA JUNTO AOS DEVEDORES INFLUENTES, PRINCIPALMENTE OS ILUSIONISTAS FORMADORES DE OPINIÃO E DOADORES DE PARTIDOS - bilhões que a PS não cobra dos poderosos devedores;
APOSENTADORIAS FUNC.PULB.ALTO ESCALÃO - Senadores e suplentes que exercer o cargo por 180 dias consecutivos, governadores, deputados, etc.Agora, aguardemos a reforma previdenciária para mais uma investida maquiavélica deste governo neoliberal, que será viabilizada na base de liberações de emendas parlamentares, loteamento de cargos e outras benesses.

Ari Zanella disse...

Caro amigo das 12:07

Como é um caso individual, seria bom, sem prejuízo de eventuais comentários feitos aqui, você enviar um email ao GILVAN que te responderia sem problemas:

tesouraria@anaplab.com.br

Anônimo disse...

Caro ARY,

Meus cumprimentos de sempre. Mas,hoje,dei boas gargalhadas com a postagem do ANÔNIMO DAS 10:21 horas, ao dizer que as investigações
que serão desenvolvidas pelo MPF e PF no BNDES "vão pegar até a
avó dele(Anônimo)".Acha ele que a "véia" tá envolvida em contrabando
de linha de crochê. "É crochê demais, segundo ele, pois sempre
desconfiava disso!" Esta brincadeira do ANÕNIMO das 10:21 h.
valeu o dia de hoje.(Kékékéké!!!!.Saúde, Ary e a esse colega hilário
que sabe propiciar momentos de humor a brasileiros tão descrentes
deste Brasil que padece nas mãos de governantes/gestores insensatos
e inescrupulosos. Bom dia! WILLIAMS SILVA-APOS.PREVI

Anônimo disse...

A margem de 30% para obter ES deve ser resultado da subtração das consignações obrigatórias da Renda Bruta, só das contribuições obrigatórias.
Todas as consignações -obrigatórias mais facultativas - vão para a margem de 40%.
Foi o que disse a Lei e a Previ confirmou em nota. Só que não faz.
Em fevereiro , certeza, vão promover acerto.

Anônimo disse...

Sem solução: conclamamos ALONGAMENTO NO PRAZO DO EMPRÉSTIMO SIMPLES, 180 meses, aumentaria nosso líquido. gente vamos bater nessa tecla, pois não temos outra saída, pelo menos por hora.

Anônimo disse...

Qual risco poderia nos suceder com a retirada do patrocinador do PB1?

Anônimo disse...

Emérito Professor ZANELLA:


O país está "anárquico"! Todo o tipo de "atrocidades" estão sendo perpetradas por bandidos e aproveitadores de todos os calibres e quadrantes. Aquilo que todos nós há muito tempo propugnávamos, isto é, "exército nas ruas" agora está acontecendo, aos "bocados" e de forma "atrabiliária". À bandidagem está "fortalecida" e não será tarefa fácil, mesmo usando o "conjunto total das forças armadas", desalojá-los de seus "feudos" e "redutos". Tenho a impressão que "grandes tragédias" se avizinham!

Anônimo disse...

O nosso colega anônimo (12:07) não recebe aposentadoria do INSS ?

Anônimo disse...

Prezado Ari,
Há um ano e meio comprei um conjunto de tintas para impressora por CR$ 135,00. Hoje, fui ao comercio e o mesmo conjunto custa, na loja mais barata, CR$ 240,00.
Se vocês forem bons matematicos, verao que o aumento foi pouco mais de 6,58%...
Vi no Jornal Hoje que um ônibus de turismo tinha que pagar C$1.000,00 para entrar no Arraial do Cabo, ano passado. Neste ano, vai pagar a bagatela de CR$ 5.000,00. Como vêem, um reajuste de 6,58%...
É dessa forma que o nosso poder de compra vai pro brejo...
Porém, de acordo com a Constituição, um reajuste tem que RESTITUIR o poder de compra do trabalhador/aposentado, etc...

Anônimo disse...

Prezado Ari,
Leio na Folha hoje: "Projeção para inflação de 2017 cai e se aproxima do centro da meta..."
Hoje, eu não vou dormir direito...
É sinal de que com o reajuste de jan.2018 estaremos mais quebrados do que arroz de terceira.

Anônimo disse...

Agora entendi pq nos EUA todos podem ter armas em casa. Nenhum governo engraçadinho pode se empoderar em fazer essa zona que fizeram aqui, bem como, vagabundo que entrar numas de transformarem a cidade em terra de ninguém pode levar uma rajada de AR-15 comprado legalmente.

Talvez meus colegas de labuta não estejam entendendo minhas colocações. Ocorre que acabei de descer para comprar pão e a padaria está fechada por causa do toque de recolher às 15 hs. Pago aluguel num bairro de classe média, sendo que existem apartamentos nas redondezas de classe média alta (bem alta).

Nunca tinha tido essa sensação que talvez seja comum a colegas que residam no Rio perto de comunidades onde o crime organizado domina. Ver na TV é bem diferente de vivenciar a situação. Tiroteios estão virando lugar comum.

Ficou claro o real motivo dos petralhas quiseram impedir que um cidadão de bem adquirisse o direito de possuir (não portar) arma de fogo. A população fica totalmente refém como é o caso que estou relatando. Polícia de greve e a marginália deitando e rolando. Fosse uma dominação comunista acredito que seria bem pior.

Acreditem em mim: a situação é extremamente mais complicada do que relata a imprensa.




Capixaba Preso dentro de casa e revoltado (imposto serve mesmo para que?)

Anônimo disse...

Anônimo das 10:37 concordo com sua sugestão de se usar a CAPEC para pagamento de empréstimos seria uma boa alternativa para quem está sem saída, se o próprio governo libera o FGTS para ser usada em abatimento de dividas, temos q achar alternativas q nos possibilitem de continuar vivendo.

Anônimo disse...

O novo ministro do STF e o impacto na Lava Jato

Brasil 06.02.17 12:45
Deltan Dallagnol divulgou um texto sobre a escolha do novo ministro do STF:

“Mesmo com a redistribuição da Lava Jato no STF para o Ministro Edson Fachin, a escolha do novo Ministro terá forte impacto na Lava Jato e nas demais investigações sobre corrupção. Isso especialmente em razão da orientação do tribunal sobre a execução provisória da pena. Ano passado, o tribunal entendeu que ela é possível, por 6 votos contra 5. O Ministro Teori estava dentre os vencedores. O novo Ministro pode inverter o placar. Por que e como isso afeta a Lava Jato?

O Brasil é virtualmente o único país em que um processo criminal passa por 4 instâncias, sem falar dos infindáveis recursos – só no caso de Luís Estevão, foram mais de 80 recursos, sem contar as dezenas de habeas corpus. Isso faz com que o fim do processo contra um colarinho branco demore mais de uma década ou até duas. A simples demora faz com que a pena deixe de dissuadir novos potenciais corruptos. Contudo, esse quadro é bem mais grave, porque o caso se torna um provável candidato à impunidade. De fato, a demora enseja a prescrição, uma espécie de cancelamento do processo pelo decurso do tempo. A ideia de que os casos de corrupção em geral acabam em pizza, presente no imaginário popular, está correta – basta uma análise dos escândalos pretéritos.

E onde entra a execução provisória nisso? Bom, a orientação do tribunal nesse tema decide se o envio do réu à prisão deve aguardar todos os recursos nas quatro instâncias, ou pode ser feita após o tribunal de apelação confirmar a condenação. Ou seja, o que está em questão é se o réu vai para a cadeia após ser julgado pela segunda instância ou pela quarta. No mundo, os réus são presos após o julgamento na primeira ou segunda instância. O entendimento do STF nesse tema é vital para a efetividade do direito e processo penais. Se prevalecer a possibilidade da execução provisória, isso significa que réus de colarinho branco serão presos após cerca de 4 a 6 anos do início do processo, e não depois de década(s). Se o réu estiver preso, o processo pode ser mais rápido e demorar apenas cerca de 2 anos até ser julgado pela segunda instância. A você pode parecer muito tempo ainda, mas, acredite, é uma imensa evolução quando se toma em conta como hoje as coisas funcionam.

E o que isso tem a ver com a Lava Jato? Se a perspectiva é de impunidade, o réu não tem interesse na colaboração premiada. Por que vai entregar crimes, devolver valores e se submeter a uma pena se pode escapar da Justiça? Por outro lado, quanto mais efetivo o direito e o processo penal, mais interessante fica a alternativa de defesa por meio da colaboração premiada. A colaboração é um instrumento permite a expansão das investigações e tem sido o motor propulsor da Lava Jato. O criminoso investigado por um crime “A” entrega os crimes B, C, D, E – um alfabeto inteiro – porque o benefício é proporcional ao valor da colaboração. Importante ressalvarmos que ela é um ponto de partida, jamais um ponto de chegada, da investigação, e que acordos objetivam trocar um peixinho por um peixão ou um peixe por um cardume.

Em resumo, a execução provisória é o que pode garantir um mínimo de efetividade da Justiça Penal contra corruptos, levando-os à prisão dentro de um prazo mais razoável, e é importante para que a Lava Jato continue a se expandir, chegando a todo o espectro da corrupção. Assim, a escolha do novo Ministro, a depender de sua posição nesse tema, continua a ter um imenso impacto na Lava Jato, ainda que ele não se torne relator da operação.”

Fonte:http://www.oantagonista.com/posts/o-novo-ministro-do-stf-e-o-impacto-na-lava-jato


6 tão é de sacanagem

Anônimo disse...

Colegas,

sou frontalmente contra a retirada do patrocinador do PB1.
Fui contratado com obrigação contratual pelo patrocinador, na época contribuindo para a aposentadoria de todos com 2 por um e exijo que mantenha sua permanência no PB1 sob pena de ir a justiça obrigando-o a complementar minha aposentadoria e a pensão da viúva no futuro.

Sem essa de o patrocinador cair fora e deixar a conta somente aos aposentados.

Já teríamos que ter nossas contribuições eliminados/zeradas, pois já passamos há muito do tempo da obrigação de contribuir, 360 meses.

Contribuo a mais de cinquenta anos( 50 anos ).

Anônimo disse...

Sr Ari,

Pá de cal na lava jato foi dada hoje pelo governo temer. Belíssimo golpe de mestre. Por que não escolheu o Moro? No máximo em um ano teremos a confirmação. Só quem morrer não verá.

Anônimo disse...

Professor Ari,
Já que a diretoria da Previ, essa atual, que foi empossada no governo do PT, não vai mesmo voltar a nos pagar o restante BET, que tal ela liberar a CAPEC para pagarmos dívidas, ES, a exemplo do que fez o governo federal em relação ao FGTS?
Grande abraço.

Anônimo disse...

Colega do Capixaba me solidarizo com sua situação e fiquei assustado com os vídeos q circulam com as cenas de bandidagem q estão acontecendo aí no Espírito Santo.Só por Deus

Anônimo disse...

Como se daria a retirada do patrocínio ?
Não teria o patrocinador que aportar os recursos, os tais 2x1 aqui citados, pela duration do plano ?
Nesse caso não estaria garantida a "complementação de nossa aposentadoria " ?
Não nos tornaríamos "donos" do plano ?
A justiça " obriga " hoje o patrocinador a alguma coisa ? Veja os 7,5 bi. Tá na justiça. Não eram nossos ?
Essa hipótese de retirada de patrocínio já foi disciplinada pela Previc através de resolução.
O Banco já ensaiou ação desse tipo na Cassi, durante as ultimas negociações, quando propôs entregar 5,8 bi sua responsabilidade com os aposentados da Cassi/Previ.
Pelas ações do Banco atualmente, não se sente "cheiro" de privatização ou, ao menos, mudanças no futuro (bem próximo) ?
Para não sermos "pegos com as caças na mão", mesmo frontalmente contrários, não seria prudente discutirmos (prós e contras) o assunto?