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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

NOVA ORDEM BRASIL

    No sábado o amigo Rossi me ligou passando seu inconformismo com a situação que impera em nosso fundo de pensão. Dizia-me que de uma boa MC disponível em outubro/16, tudo havia virado pó em janeiro com a nova metodologia utilizada pela Seguridade.
    Com efeito, os financiamentos imobiliários serem alocados na vala comum dos CDCs, ES e outros empréstimos de curto prazo, é equivaler expressar a impossibilidade de coexistência de empréstimos e financiamentos. O bom senso diz que a CARIM tem a garantia real, qual seja, a escritura alienada do imóvel financiado que dá ao credor, em caso de três prestações inadimplidas, o direito de retomar e renegociar o imóvel. Ademais, pode-se financiar 70 ou 80% do valor de mercado do imóvel e assim exigir do financiado 30 ou 20% em recursos próprios. Como a avaliação é feita com a égide do financiador fica afastado o risco de super avaliação, antes o contrário, deve ser subavaliado.
     Alguns participantes deste blog estão cansados de palavras escritas sem a correspondente ação. Porém, se analisamos a celeuma a fundo, vamos verificar que a justiça pouco ou nada faz em nosso favor. A resolução 26 está valendo há oito anos e a justiça nada fez para impedi-la; as ações que estão a questioná-la simplesmente ficam engavetadas nas mesas de magistrados que têm medo de agir.
Poderíamos, em contrapartida, nos valer da classe política. Mas quem confia em Temer, Jucá, Calheiros, Moreira Franco, Pimentel, Aécio, Paim e outros tantos?
    A solução é um novo Brasil, pós Lava Jato, com todos nossos algozes defenestrados. Vai funcionar como a homeopatia onde os mesmos políticos (honestos) vão curar as mazelas dos atuais (desonestos). Você pode dizer que é um sonho. Eu acredito neste novo estágio da nação para muito em breve. Imagine um presidente nos moldes de João Dória Jr. (prefeito de São Paulo). Ele cortou verbas de obras (investimentos) para remanejá-las ao pagamento dos professores. E acrescentou: Prioridade para a educação.
   Pode ser eleito um novo João Dória na presidência da república de cujo novo ministro da Fazenda poderíamos esperar novos conceitos em nomeações da presidência e diretorias do BB. Novos Camilos Calazans, novos Karlos Riechbieter. Não é sonho meus amigos. Basta que não votemos mais em Lula, FHC, Temer, Aécio, Alckmin...Nós sabemos votar em pessoas honestas, não sabemos?
QUEM VAI ELEGER DE NOVO POLÍTICO MÃO SUJA? O ANALFABETISMO POLÍTICO DO BRASILEIRO IMPRESSIONA. ESTE DA FOTO, SE NÃO FOSSE IMPEDIDO PELOS PROCESSOS, SERIA ELEITO NOVAMENTE PRESIDENTE DO BRASIL. OS CAROS APOSENTADOS DA PREVI SABEM QUE FOI ELE QUEM SANCIONOU A RESOLUÇÃO 26? OLHO VIVO MINHA GENTE! 













                     DA DIREITA PARA A ESQUERDA (ME AJUDEM...)
-JOSÉ BARROSO PIMENTEL (AUTOR DA RES.26)
-TIÃO VIANA (OU É O JORGE VIANA)
-SENADORA BEZERRA
-SENADORA GLEISI HOFFMANN
-LULA
-SENADOR HUMBERTO COSTA
-SENADOR LINDBERG FARIA
(OS DEMAIS NÃO SEI)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

DISTORÇÃO NO CÁLCULO DA MC DOS TRINTA POR CENTO



É um engodo falar em reajuste de benefícios dos aposentados, pois na realidade não existe ganho real algum e a recomposição que ocorre em janeiro de cada ano não passa da simples reposição parcial da inflação medida pelo INPC manipulado pelo IGBE.

Enquanto os trabalhadores e aposentados são iludidos pela maquiagem do Poder Executivo, a inflação real que grassa no país e que alimenta o aumento generalizado da maioria dos preços do mercado é muito acima desse arranjado indicador econômico e, em consequência, obviamente, ao longo dos anos o poder de compra desses sofre, inexoravelmente, redução substancial na espiral subliminar desse jogo sujo sem fim.

Claro está que o Governo de plantão, inquilino que caiu de paraquedas na Presidência da República ao baixar, na marreta, o IPCA, ajusta artificialmente a inflação oficial de 6% prevista para 2017, à meta de tolerância de 1,5% acima do núcleo de 4,5% perseguido.

Certamente essa manobra ardilosa objetiva tranquilizar e gerar confiança nos investidores, mesmo que fantasiosa, para reativar o crescimento da economia e alavancar o baixíssimo índice de popularidade que lhe tira o sono e a governabilidade.

O mercado capitalista busca sempre ganhos polpudos e imediatos para realizar lucros, contudo, é muito sensível a boataria de toda natureza, principalmente às decisões políticas corporativistas de um legislativo apodrecido pela corrupção.

A falta de segurança jurídica no cumprimento dos contratos pactuados e da manutenção das regras negociadas são outros aspectos negativos muito temidos e preocupantes, onde a palavra chave “credibilidade” é vital para garantir a capitação dos recursos externos e o retorno dos capitais aqui investidos. Afinal das contas, risco, rentabilidade e liquidez são fatores essenciais aquilatados antes do fechamento dos negócios bilionários.  

 A estratégia matemática em voga produz milagres nas contas públicas, conquanto o viés de inflação descendente crie ambiente favorável para o BACEN baixar a taxa Selic e reduzir significativamente as despesas de custeio (na Previdência Oficial e os juros da Dívida Pública), inobstante saibamos da origem das cartas marcadas desse jogo macroeconômico.

Com efeito, tudo isso tem um preço alto e essa conta será paga pelos menos favorecidos, especialmente aqueles que ganham um salário mínimo (piso) de aposentadoria. Na prática, esse efeito já aconteceu, tanto que a Selic caiu de 13,75% para 13% e o salário mínimo deste ano teve o reajuste simbólico de R$57,00, passando de R$ 880,00 para R$ 937,00.

No âmbito da PREVI a Diretoria de Seguridade parece uma madrasta rancorosa que nunca gera melhoria nos benefícios e, ao contrário, abre o seu saco de maldades e massacra financeiramente os participantes e assistidos, deixando que a bomba estoure sempre nas mãos destes, visto que são convocados para pagar os déficits decorrentes dos desmandos da má gestão da própria Diretoria Executiva, sobre os quais não têm ingerência administrativa alguma.

 Podemos afirmar que o Corpo Social é um saco de pancadas que apanha de todos os lados. Neste contexto, a CASSI se estrumbicou financeiramente nos últimos anos e quem foi chamado para pagar o prejuízo? Respondo: os associados.

Criaram a “Contribuição Extraordinária” de 1% a favor da caixa de assistência para fazer face aos rombos do seu balanço deficitário, frutos de péssima administração, tudo a título de garantir a sua sobrevivência, consignação essa que evidentemente corroí o defasado benefício recebido e, automaticamente, reduz o limite do ES porque achata a Margem Consignável, pilar mestre de definição da concessão desse empréstimo.

O descontrole da CASSI era tão caótico que as circunstâncias deletérias impeliram os associados a aceitar, como única saída para evitar o encerramento das atividades desse plano de saúde, a contribuição extra e transitória de mais 1%, a findar em dez/2019, hospedada na modificação do estatuto através do artigo 91, a qual deveria, pelo seu aspecto de “doação”, ser cobrada a débito da conta corrente para não impactar a MC do ES.

Na verdade, a reposição acumulada do INPC de janeiro a dez/16, de 6,58% a partir de janeiro/17, em última análise, resultou em apenas 5,58%, excluindo-se o percentual de 1% doado a CASSI.

Aliás, a própria consignação contratual de 3% também a favor da CASSI poderia ser debitada na conta de depósitos, no dia 20 de cada mês, sem risco de inadimplência, porque os associados são muito zelosos com o pagamento da parcela mensal, uma vez que o inadimplemento acarreta a suspensão imediata do plano de saúde e cessa a assistência médico hospitalar para o devedor e seus dependentes.

Caso não prevaleça o bom sendo e a sugestão seja considerada impraticável, então que a Diretoria de Seguridade proponha a exclusão das contribuições da CASSI do cálculo da margem dos 30%, porque a rigor, hoje, os detentores de planos de saúde, pelas práticas usuais do mercado, não são obrigados a pagar o seu contrato de saúde com trânsito por fopag, por configurar exigência inadequada, descabida e fora dos padrões racionais e exequíveis que balizam o funcionamento operacional eficiente e eficaz desse importante segmento.

Embora o Diretor de Seguridade seja eleito, depreende-se que não prioriza e nem dá a mínima atenção para a defesa dos interesses dos seus eleitores, porquanto sempre que elabora mudanças no PB-1, essas são nocivas e prejudicais às conquistas dos participantes e assistidos. Parece aquele sádico que gosta de ver o circo pegar fogo, agindo em consonância com a velha máxima: “É possível aprofundar e piorar o que já era ruim”.

Exemplo contundente disso, sem dúvida, é a alteração na fórmula de cálculo da MC do ES, visto que a ilegal inclusão do Financiamento Imobiliário, operação específica de investimento, na MC de 30%, estrangulou e reverteu para “negativa” as margens positivas que milhares de devedores dos empréstimos simples possuíam em out/16, as quais eram suficientes para renová-los, todavia, viraram fumaça.

Tal providência arbitrária efetivou essa mistura heterogênea, incompatível e perversa que resultou em patente contingenciamento de crédito, estreitando as margens de acesso à linha de crédito e culminando por alijar milhares de tomadores ao ES, os quais possuíam Margens Consignáveis positivas em out/16 e estas viraram pó em jan./17 por força dessa tresloucada inovação sem base técnica plausível.

De uma só tacada, a Diretoria de Seguridade retira direitos arraigados e cristalizados ao longo de décadas, abolindo um processo sistematizado que sempre deu certo.

Cabe observar que o FINIMOB antes deferido com arrimo no artigo 16 do Regulamento da Carteira de Financiamentos Imobiliários Carim Plano 1, abaixo reproduzido, e enquadramento regulamentar na MC de 70%, por ser operação de investimento, destinada a compra de casa própria e com garantia real (hipoteca), agora sofreu ruptura inaceitável no funcionamento do seu modus operandi eficaz e que deveria ser inatacável.

Eis o que reza o artigo 16: “A prestação inicial estará limitada ao menor valor entre 25% (vinte e cinco por cento) da renda bruta e a margem consignável de 70% (setenta por cento) descrita na folha de pagamento do participante”.

Assim é que, originalmente formatado para repousar na MC de 70%, é evidente que o saldo devedor do FINIMOB não caberá nunca na margem de 30% da renda líquida, limite este específico e reservado para suportar os débitos dos empréstimos consignados contraídos, contribuições da PREVI, CASSI e IR, etc., basicamente gastos de custeio.

Portanto, esse deslocamento do financiamento imobiliário para a MC de 30% é uma traição insólita e uma punhalada nas costas do associado com o fim exclusivo de manietar a sua vida financeira. Como se a PREVI fosse uma agência reguladora governamental, com essa alteração engessou o nível de endividamento do associado, exercendo sobre ele um controle forçado e indesejado. Será que a Diretoria de Seguridade pensa que todo aposentado do BB é um velho trambiqueiro?

Isto posto, em face dos argumentos aqui produzidos, por uma questão de justiça e de direito líquido e certo, caberá a Diretoria de Seguridade, de ofício, rever o assunto e recalcular as MCs de todos os associados, de forma que os limites corretos dos 30% sejam estampados na fopag de fev./17.

Não se pode mudar as regras com o jogo em andamento, ou seja, com os contratos dos financiamentos imobiliários “em ser”, concedidos com base na margem de 70% prevista no Regulamento da Carteira Imobiliária que continua em pleno vigor.

Esse documento jurídico infraconstitucional tem força de lei e precisa ser respeitado, porque ninguém está acima da lei, tampouco a Diretoria de Seguridade. Essa alteração esdrúxula, inoportuna e que fere direitos adquiridos no cálculo da MC do ES é passível de ser contestada no Judiciário e a PREVI seguramente será a parte vulnerável em eventual disputa judicial.

Outra diretoria que tem atuação ineficiente, claudicante e criticada pelos associados é a de Planejamento por ser ela responsável pelos estudos e proposição de políticas orientadoras da gestão dos ativos aportados na PREVI, sobretudo na etapa que diz respeito à alocação de recursos, análise de risco, aderência às necessidades de liquidez, solvência dos planos, programação orçamentária e rigorosa obediência aos princípios da compliance, mas que lamentavelmente não cumpre a contento a sua importante missão.

De fato a ausência de providências para reduzir a nível prudente a elevada exposição dos recursos em Renda Variável catalisa os riscos da perigosa volatilidade das Bolsas de Valores, na cotação dos preços das ações, e atrela o destino futuro dos associados ao desse paiol de pólvora sujeito a ir pelos ares em tempo imprevisível e os estragos supervenientes difíceis de serem dimensionados. Debalde as gestões e diatribes tecidas sobre o assunto pelo Corpo Social, muito pouco foi feito, pela Diretoria Executiva, até o momento, para desarmar essa tragédia anunciada.

Quando o funcionário do BB requer a sua aposentadoria, cálculos atuariais são feitos com base na sua reserva matemática e estipula-se o valor do benefício inicial, o qual se altera, depois dessa data, apenas anualmente com a reposição da inflação medida pelo INPC ou com eventual revisão do plano para distribuir Reserva Especial. De modo que a contribuição atual de 4,8% paga a PREVI, pós-aposentadoria, não agrega vantagem alguma para o associado no gozo da sua aposentadoria.

Como o PB-1 está fechado desde dez/1997 para novas inclusões e em processo de extinção, é inconcebível aceitar que um plano superavitário, ou seja, com sobras técnicas bilionárias, continue cobrando contribuição de seus associados, ainda que esses superávits não sejam suficientes para acobertar a Reserva de Contingência de 25%. Digo mais, é um despautério que esse mesmo superávit sirva para pagar Renda Variável (bônus) para os Diretores, beneficiando-os exclusivamente em detrimento dos legítimos donos do fundo de pensão, que são os associados.

É premissa básica nas EFPCs, sociedades sem fins lucrativos, que resultados financeiros, positivos e ou negativos, superávits ou déficits, sejam considerados anomalias e distorções, porque essas instituições, em essência, não foram criadas para ter sobras e ou perdas, mas sim equilíbrio entre as rubricas de receitas e despesas, de sorte que só se justifica cobrar contribuições adicionais no caso de déficits, como, aliás, está previsto no artigo 21 da LC 109/2001.

Embora, no estatuto do fundo esteja prevista a contribuição de 4,8%, cabe ponderar, no entanto, que o mercado de Previdência Completar extinguiu essa cobrança pós-aposentadoria, uma vez cumprido o pedágio, isto é, o prazo de contribuição, esta cessa automaticamente.

Ante este fato, de certa forma, o associado da PREVI está sendo lesado moralmente, porque com uma mão o fundo de pensão paga “X” de aposentadoria e, com a outra, deduz “Y” da contribuição de 4,8%. Para agravar a situação o valor dessa contribuição ainda o penaliza no cálculo da MC do ES, porque inviabiliza a tomada do empréstimo ou reduz absurdamente o seu limite de crédito.

Muitos defendem que a PREVI deveria isentar de contribuição quem já tenha pago mais de 360 parcelas, computando-se o tempo de ativa e de aposentado, o que não seria favor algum, posto que a grande maioria dos associados fez mais do que a sua obrigação, tendo em vista que poucas vezes o nosso fundo teve déficits durante a sua existência e que não houve necessidade de equacionar os resultados deficitários com contribuições adicionais, o que reforça a tese para isentar de todos, sem exceção, a cobrança da contribuição contratual de 4,8%.

(João Rossi Neto - Goiânia - GO)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

PACIÊNCIA, SANTA PACIÊNCIA!

   Há dois dias fizemos um apelo à diretoria de Seguridade para revogar a carência de seis meses excepcionalmente agora nesta nova fase do ES. E o que aconteceu? Nada. Fizeram ouvido de mercador. Ou por partir deste blogueiro simplesmente não levaram em consideração, aliás, como muitos pedidos já feitos aqui.
    Ontem, por ocasião do dia do aposentado, o nosso fundo de pensão foi bem seletivo nas pessoas que compuseram a bela foto a cada um de nós enviada. Não teria sido mais justo lembrar-se daqueles (mais da metade dos assistidos) que mais sofrem? Que tal resolver alguns problemas cruciais, como margem consignável, suspensão da carência, CARIM tratada fora da MC posto que não é empréstimo, é financiamento. Esta seria a melhor, a mais justa forma de homenagear os aposentados.
    Em vez disso, o nosso fundo senta num trono de soberba, sem enxergar os "lázaros" que engrossam as camadas mais necessitadas, justamente os que ganham menos, bem menos que os de sorrisos abertos da fotografia oficial.
     Estamos vivendo tempos de angústia, de um futuro incerto, próximo do juízo de Deus. Se existe algo que o Senhor detesta é a iniquidade. Neste sentido, os assistidos, na proporção dada acima, podem ser considerados sem pai nem mãe. São órfãos. Quando muito podem dizer que têm padrasto e madrasta. Ou estarei exagerando nestas ponderações?

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

RENDA VARIÁVEL É FACA DE DOIS GUMES

   A bolsa rompeu neste 23 de janeiro a casa dos 65 mil pontos, fechando a 65.749 com avanço de 1,90% na maior cotação dos últimos cinco anos. Para nós importa o crescimento da Vale que hoje valorizou 4,82% no patamar de 31,50 por ação negociada. Importante ressaltar que a Vale é cotada na PREVI por valor econômico, ou seja, avaliada economicamente por valor de mercado após o encerramento de cada exercício (31.12).
    Apesar da boa cotação em bolsa, o valor cambial do dólar é um fator que deve ser considerado. Quanto mais valorizado estiver a moeda americana em relação ao real, melhor. Hoje a cotação do dólar caiu para 3,17, ruim para a Vale que exporta bastante.
     É possível que em função da Vale o déficit em 31.12.2016 caia substancialmente. Temos, ainda, outras participações que dependem de avaliação econômica.
     O xis da questão é que o Plano Um não precisa correr todo este risco. Poderíamos ficar tranquilos com imóveis e renda fixa. Por isso, precisamos baixar cada vez mais nossa participação em renda variável. Vinte por cento estaria de bom tamanho. E que esses 20% fossem administrados por uma corretora/consultora do tipo da Empiricus (estes conhecem o mercado a fundo).
    Terceirizar o nosso fundo mediante contratos de risco é a solução para a renda variável. Tal providência já está contemplada no PLP 268 que está parado na Câmara. Nós da PREVI deveríamos cuidar somente das demais aplicações e outros investimentos. Lembrando que para renda fixa não há necessidade de "experts" senão bons negociadores. Que tem milhões para investir tem mais chances de obter a melhores taxas. Sempre foi assim.
     Na minha modesta opinião o controle da PREVI pelo Banco do Brasil torna o fundo aprisionado, preso ao patrocinador que se julga o dono de tudo, achando que pode agir como bem quer. O nosso fundo tem muita despesa supérflua que nos tira, (e muito!) nossa competitividade. Estamos muitos inchados e por tal caminhamos muito devagar.

FOTO DA MENSAGEM DO DIA DO APOSENTADO RECEBIDA DA PREVI SOBRE A QUAL O BONÍSSIMO COLEGA FERNANDO FAZ REFERÊNCIA EM SEU COMENTÁRIO DAS 11H. (5% DE APOSENTADOS FELIZES).

domingo, 22 de janeiro de 2017

PROBLEMÁTICA COM FÁCIL SOLUCIONÁTICA

   Faço mais um pedido dirigido ao caro diretor de Seguridade da PREVI, Marcel Juviniano de Barros, qual seja o de - excepcionalmente - permitir a renovação do ES àqueles e àquelas que estão na carência de seis meses. Sabemos que nas "Perguntas frequentes" a posição da Seguridade é de preservar mais despesas ao tomador do empréstimo, conforme já respondido:
"A carência de seis prestações mensais pagas para renovação dos empréstimos evita renovações sucessivas, em intervalos curtos, e que oneram o participante com a cobrança de taxa de administração incidente sobre o valor do empréstimo solicitado, mesmo na renovação."
    Entretanto, todavia, nada obstante, porém, no entanto, os argumentos acima em nada prejudicam o nosso fundo de pensão, são somente mais encargos para o tomador, que por sua vez, alega que já foi prejudicado pela não concessão da suspensão das cobranças em dezembro, janeiro e fevereiro e obrigou-se a renovar seu empréstimo em novembro por extrema necessidade de fim de ano. Alie-se ao fato de em janeiro a PREVI ter efetuado uma série de modificações nos componentes da margem consignável, fato que gerou condições favoráveis a novos empréstimos que agora esbarram na carência dos seis meses.
    Insistimos que a presente permissibilidade é tão exclusivamente para este caso, sem quebrar normas para futuras renovações. Isto posto, confiamos no bom senso da PREVI que precisa atender, quando é o caso como agora, aos anseios e necessidades de seus associados, afinal, este é o fim último de um fundo de pensão.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

FOI BOM PARA VOCÊ?

   Tem coisa que por mais seguro que você esteja não ser possível acontecer na Seguridade da PREVI, às vezes, é possível. Ocorre hoje com o ES contratação/renovação. Cliquei no autoatendimento para verificar as minhas condições. Inicialmente minha MC estava em 156,00 negativa. Mesmo assim cliquei em "Novo Empréstimo". Deu que minha prestação era de 2.090,00 na modalidade "A" e o saldo devedor era de pouco mais de 133.000,00.
Daí a surpresa: Seu eu renovasse por 141.000,00 em 120 meses, com parcelas de 1.934,00 (156,00 menor que a prestação anterior) teria um crédito de 7.000,00. Então fiz a operação.
    Interessante observar que nesta operação nada bateu com nada. Nem com a margem 30%, nem 40% pois ambas estavam positivas mas a margem do ES estava negativa. Desconfio que na hora da operação não tenha sido considerada a CAPEC.
    Já que acontece estas idiossincrasias, o nosso caro departamento de Seguridade poderia abandonar de vez o anatocismo, pegar o modelo prefixado do BB, então sim, poderíamos elogiar o novo ES. Neste novo modelo prefixado o percentual dos juros estariam aglutinados em juros, correção, FQM e outros penduricalhos.
    E por hoje ficamos bem com a posse de Donald Trump. 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

MARGEM SIMPLES DO EMPRÉSTIMO

 4 - As novas margens consignáveis de 30% e 40% são cumulativas? Ou seja, posso ter 30% do meu benefício consignado com empréstimos e financiamentos e mais 40% de outras consignações?

Não. A margem consignável de 30% representa o valor máximo que pode ser consignado para o desconto de empréstimos e financiamentos em folha de pagamentos, e está inserida na margem consignável de 40%, que representa o total de descontos que podem ser debitados em folha de pagamentos.


5 - Como é feito o cálculo dessas margens?

A apuração das margens consignáveis é feita pela aplicação das alíquotas de 30% ou 40% sobre os rendimentos disponíveis. Os rendimentos disponíveis, por sua vez, são apurados a partir da soma de todos os benefícios percebidos pelo assistido (BB, INSS e PREVI), descontadas as consignações compulsórias de origem legal (imposto de renda, pensão alimentícia e descontos determinados judicialmente) ou contratuais (contribuição para a PREVI).

Veja mais no site da  PREVI  
JANEIRO DE 2017 VERBAS
PREVI + INSS 10.150,03 P300+P400
DEDUÇÕES OBRIGATÓRIAS
IMPOSTO DE RENDA 0,00
PREVI CONTR PESSOAL MENSAL 366,27 C800/815
PENSÃO ALIMENTÍCIA 2.030,00
CAPEC / ESPECIAL 441,77 C753
CASSI - PROG ASSIST 0,96 C764
CASSI - CONTR. PESSOAL MENSAL 304,50 C820
CASSI - CONTR EXTRA 101,50 C821
EMPRÉSTIMOS SIMPLES 2.228,17 C560
CASSI CO-PARTICIPAÇÃO 9,29 C769
TOTAL DESCONTOS 5.482,46
LÍQUIDO DA FOLHA 4.667,57
MARGEM CONSIGNÁVEL 30% 97,96
MARGEM CONSIGNÁVEL 40% 15,31
MEMÓRIA DE CÁLCULO:
Margem de 30%:
Rendimento bruto - descontos obrigatórios ( IR, PENSÃO e CONTR. PREVI) * 0,3
10.150,03 -2.396,27 * 0,3 = 2.326,13
Limite máximo para empréstimos e financiamentos = R$ 2.326,13
Parcela utilizada: 2.228,17
Parcela disponivel: R$ 97,96
Margem de 40%
Rendimento bruto - descontos obrigatórios ( IR, PENSÃO e CONTR. PREVI) * 0,4
10.150,03 -2.396,27 * 0,4 = 3.101,50
A margem de 40% é o limite máximo para as consignações próprias (EMP SIMPLES + IMOB)  e de terceiros
Consignações de terceiros: R$ 858,02
Consginações Próprias: R$ 2.228,17
Margem de 40% - Consignações totais = 3.101,50 - 3.086,19 = 15,31
Parcela disponivel: R$ 15,31
Logo o valor disponivel para aumentar parcela de empréstimos e financiamentos ou consignações de terceiros é de R$ 15,31





segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

ROSAS NEGRAS

   Mesmo para sempre afastado das aulas de inglês, no viço dos meus 40 anos, nutria admiração por um conjunto de negros chamado "Inner Circle". Uma de suas músicas que mais me intrigava era a "Black Roses" justo por jamais ter visto "rosas negras". Sucintamente a música quer saber o que aconteceu com o jardim de rosas negras que o autor plantou com tanto carinho...
   Se pudermos comparar as rosas negras com o nosso "BET" podemos parafrasear a letra da música "o que aconteceu com meu jardim de rosas negras" para "o que aconteceu com meu BET que eu trabalhei muito para que fosse permanente. Alguém cuidou mal dele assim como trataram mal as rosas. Quem o distribuiu deixou os aposentados (justamente os únicos que tinham direito) a ver navios. O patrocinador e os membros da ativa não deixaram de receber suas partes integrais porque foram postas em outras contas que rendiam juros de 5% a.a. mais o INPC. Por que não fizeram o mesmo com a nossa parte???
    Por oportuno, coloco aqui dois comentários bem esclarecedores:

SUPERAVIT EM EXCESSO AO BB deixou um novo comentário sobre a sua postagem "SERÁ QUE O REPASSE NÃO OCORREU?": 

A utilização do Superávit 2010 foi autorizada em 16/02/2011, onde implementou-se o tal "BET" que vigorou até 2013.
Os valores correspondentes aos patrocinadores (BB e PREVI) e aos participantes ATIVOS foram registrados na rubrica "Utilização de Superávit - 2010". Em 2015, a movimentação dessas rubricas registrou: (V.Pág.147 do Relatório Anual)

BB, tinha R$ 8.155.242 em 2014, cuja atualização pelo INPC +5% rendeu R$ 1.334.159, utilizando-se de R$ 532.350 para pagar as suas contribuições patronais, resultou num saldo positivo de R$ 8.942.255;

PREVI tinha R$ 14.796, somou mais 2.492 de atualização (INPC+5%), nada utilizou em 2015, restando um saldo credor de R$ 17.288;

ATIVOS (ERAM UNS 20 MIL!), tinham R$ 1.327.090 nos seus SISBET em 2014, atualizados com mais R$ 192.992 e diminuidos com -R$ 385.587 de utilizações, restou um saldo credor de R$ 1.134.495.

Aos aposentados e pensionistas (exceto os 7 mil pré-67, da Verba P-220 que NÃO ganharam BET)restou um saldo a distribuir de R$ 1 bilhão, que foi suspenso e não distribuído, um ano antes de se encerrar a nossa conta. Não se sabe o destino dessas sobras...
Aguardamos o relatório de 2016, onde verificaremos que o "BET de 7,5 bi" do BB está rendendo uma fortuna, pois esse soube administrar bem seus (nossos!) recursos.

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "SERÁ QUE O REPASSE NÃO OCORREU?": 

Em 03/01/2014 a Diretoria da PREVI publicou no seu site a "Carta Sobre o Fim do BET e Volta das Contribuições", reproduzida pela Revista PREVI, Edição n.175, de dezembro de 2013, também disponível ainda no site da PREVI.

Causa espanto, ao meio da missiva, a afirmação:

"...No entanto, em consequência do resultado do exercício encerrado em 31/12/2013, existe a necessidade de recompor a Reserva de Contingência com os recursos existentes noS Fundos de destinação e de Contribuições do Superávit dos Participantes E DO PATROCINADOR!!! conforme determina o artigo 18 da Resolução CGPC n.26/2008".

Se nosso Fundo de Destinação do Superavit 2010 (dos Participantes Aposentado)) foi zerado e canalizado para recompor a Reserva de Contingência, como se explica que o Fundo de Destinação do Patrocinador Banco do Brasil tenha sempre saldo credor, originado dos R$ 7,5 bilhões iniciais, subindo para R$ 8,14 Bilhões em fins de 2014, subindo para R$ 8,94 bilhões em 2015 e, quiçá, superando os R$ 9 BILHÕES neste último exercício de 2016 ????

Não utilizaram esse Fundo como manda o artigo 18 da Resolução 26 ?Ainda é tempo, pois encerraremos esse exercício ainda com PREJUÍZOS....

O BB QUE TINHA INTERESSE NA RESOLUÇÃO 26 FICOU COM DINHEIRO DE SOBRA (SURRUPIADO DOS APOSENTADOS) PARA PAGAR SEUS COMPROMISSOS COM O FUNDO PELOS PRÓXIMOS 30 ANOS.


TERREMOTO NOS FUNDOS

   Eu havia pensado que com a CPI dos fundos de pensão o assunto havia morrido com o fim da CPI. Ledo engano. Agora, pululam notícias oriundas de outros blogues. A Leopoldina, (http://olharcoruja.blogspot.com.br/) aborda o assunto fazendo referência ao Blog do Vicente, no Correio Braziliense cujo link é este:


E assim caminha a humanidade.
E assim quem prejudicou os fundos de pensão terá que prestar contas.


domingo, 15 de janeiro de 2017

SERÁ QUE O REPASSE NÃO OCORREU?

"Brasília (DF), 9 de janeiro de 2017 

Ao Senhor Fabiano Felix - presidente do Conselho Deliberativo da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil 


Vimos solicitar a disponibilização do comprovante do depósito de R$ 23.000.000,00 a ser feito pelo Banco em razão do acordo celebrado para cobrir parte do déficit operacional, valor que deveria ter sido depositado em dezembro de 2016. Esperaremos o envio do documento no prazo máximo de 48 horas após o recebimento desta mensagem. Nosso interesse se origina em informações que nos teriam chegado de fonte confiável e de outras que transitam pela Internet, de que o Banco, até a presente data, não estaria cumprindo o compromisso assumido. Assim, sejam as denúncias confirmadas, o que muito nos preocupa, o acordo firmado estará em resilição

A divulgação mensal dos depósitos comprovará a honradez do Banco e da administração da Cassi.


Atenciosamente,


Fernando Arthur Tollendal Pacheco - 3.214.820-4 

Valéria Batista Corrêa - 9.440.676-6 

Vera Maria Neves - 9.472.645-0



sábado, 14 de janeiro de 2017

CENTÉSIMOS DE MILÉSIMO

    A PREVI deixará de pagar uns 400 mil reais, segundo os cálculos magistrais do nosso eterno diretor do BB, José Aristophanes Pereira. Seus cálculos esmiuçados são postos aqui, retirados de um comentário que o insigne mestre fez na postagem que a esta precede:

Aristophanes deixou um novo comentário sobre a sua postagem "PREVI NÃO É PREVIDÊNCIA PÚBLICA": 

Prezado Prof.Ari Zanella

Recuperado do choque financeiro, conforme comentei ontem, dei uma passada, aqui no blog, para ver como estavam as coisas, e vi que a questão da diferença do INPC não está pacificada, mesmo depois de a Previ ter retirado a notícia do reajuste dos benefícios da sua página inicial. 
Preocupado e curioso com a “economia de palitos” a que você se referiu, fiz uma estimativa, para dimensionar, com maior rigor científico, a “economia” da Previ, ao utilizar o INPC=6,57994, em vez do divulgado na mídia – e adotado pelo INSS – de 6,58000, gerando, assim, uma diferença de 0, 00006...
Recorrendo às minhas velhas apostilas de Cálculo Infinitesimal e considerando que a massa mensal de benefícios M(b) pagos pela Previ é da ordem de R$550.000.000, com pequena margem de erro, para mais ou para menos, e que os INPCs divergentes são D(b) e D(a), apliquei a fórmula Sa²= [{f(x) d(x²)>M(b)}-{D(b)-D(a)}], chegando à conclusão de que a “economia” da Previ – mesmo perdendo uma pequena parcela da nossa contribuição, e subtraindo valores da Cassi e do IRPF – será da ordem de {(6,58-6,57994)*(550000000*13)-(Cp+Cbb+Ir)}= R$402.037,09538/ano, valor equivalente a 133.333,33333... caixas de palitos
Finalmente, um alerta importante da Previ: ”Como não houve tempo hábil de aguardar a divulgação do índice do INSS no Diário Oficial da União, adiantamos esse reajuste pelo mesmo índice da PREVI, de modo que os eventuais ajustes ocorrerão na folha de pagamento seguinte” PORTANTO, FIQUEM ATENTOS PARA A BOLADA DA DIFERENÇA, EM FEVEREIRO. E TEM CARNAVAL!
Como dizia uma antiga página de humor, na “Seleções do Reader´s Digest”: Sorrir é o melhor remédio(Laughter is the best medicine)!

    A PREVI vai aplicar os seis centésimos de milésimo reduzidos em ambos PREVI INSS. Hoje recebi email confirmando o índice com as cinco casas decimais.

11/01/2017
Benefícios do Plano 1 são reajustados

Aposentados e pensionistas do Plano 1 receberão neste mês de janeiro seus benefícios atualizados pelo INPC em 6,57994%.
Os aposentados e pensionistas do Plano de Benefícios 1 da PREVI receberão seus benefícios reajustados neste mês de janeiro. Para as concessões até 31/1/2016, o índice de reajuste da PREVI será de 6,57994%, correspondente ao INPC acumulado entre janeiro e dezembro de 2016. Para os benefícios concedidos entre 1/2/2016 e 31/12/2016, foi utilizado o INPC acumulado entre o primeiro dia do mês de início do benefício e 31/12/2016. O INPC é o indexador dos planos de benefícios da PREVI. Lembramos que para as pensões por morte de participantes aposentados o critério de apuração do índice de reajuste levará em conta o mês de início da aposentadoria, e não o da pensão.

Os aposentados do Plano 1 com início de benefício a partir de 1/1/2017 terão o primeiro reajuste em janeiro de 2018, com base no INPC apurado entre o primeiro dia do mês de início do benefício e 31/12/2017.
O reajuste em janeiro se aplica somente aos benefícios do Plano 1, em conformidade com as disposições do Regulamento do Plano, vigentes a partir de 22/4/2013. Para os assistidos do Plano PREVI Futuro, o reajuste anual permanece no mês de junho. O benefício do INSS é reajustado anualmente no mês de janeiro.

Como não houve tempo hábil de aguardar a divulgação do índice do INSS no Diário Oficial da União, adiantamos esse reajuste pelo mesmo índice da PREVI, de modo que os eventuais ajustes ocorrerão na folha de pagamento seguinte.
Veja como o complemento foi reajustado:
a) Participante filiado até 3/3/1980 com benefício concedido até 23/12/1997:
– o reajuste da PREVI (6,57994%) é aplicado sobre o benefício global (INSS + PREVI). Para saber qual é o valor do complemento PREVI, subtrai-se do total o valor do benefício pago pelo INSS;
b) Participante filiado a partir de 4/3/1980:
– o reajuste da PREVI de 6,57994% é aplicado somente sobre o complemento.
Os funcionários que aderiram ao PEAI 2016 e se aposentaram no mês de dezembro terão um reajuste de 0,14%, correspondente ao INPC apurado entre 1/12/2016 e 31/12/2016.

    Diante do exposto, os "acertos" em virtude do índice do INSS ser maior em 0,00006 virão em fevereiro. E pela primeira vez na história moderna da fusão do mês de aumento, a parcela da PREVI terá (e ficará na história do fundo) um índice diferente do índice oficial do INSS. Com efeito, o nosso fundo se preocupa muito com pequeníssimos detalhes.