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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

UMA CHANCE A QUEM SEMPRE PERDEU

FATORES CONJUNTURAIS ADVERSOS, INTERNOS E EXTERNOS COLOCARAM EM FRANGALHOS AS FINANÇAS DOS PARTICIPANTES E ASSISTIDOS DA PREVI.
Antes do advento da LC 109/2001, não havia sequer a hipótese de reverter os superávits das EFPCs, popularmente chamadas de Fundos de Pensão, para a melhoria dos benefícios dos participantes e assistidos que continuariam alijados dessa partilha, não fosse à fórmula justa e inovadora inserida pelo legislador no texto desse diploma legal, o qual, diga-se de passagem, foi editado por exigência contida na Emenda Constitucional 20, de 15/12/1998 e no artigo 202 da CF.
Inobstante a peremptória vedação, o patrocinador BB, por táticas ardilosas e caminhos escabrosos, sempre fez uso da sua pungente ingerência na Diretoria Executiva e no Conselho Deliberativo (LC 108/2001) para obter, a custo zero, graciosamente, recursos financeiros para suprir as suas necessidades de caixa.
Em várias oportunidades, o BB abocanhou (para não dizer roubou), mediante subterfúgios velhacos e desonestos, sobras técnicas da PREVI, numa espécie de assalto branco à luz do dia, tudo feito à socapa por meio de conchavos com dirigentes eleitos pelos associados, que mal intencionados ou não, caiam no canto da sereia e participavam de negociatas duvidosas, mediante concessões irregulares, imorais e prejudiciais ao Corpo Social.
Só para contextualizar, cito o Contrato pactuado em 24.12.1997, entre a PREVI e o BB, no valor de cerca de R$ 11 bilhões para disciplinar a integralização das Reservas Matemáticas pelo regime financeiro de capitalização para pagamento do “Complemento de Aposentadorias” dos funcionários admitidos no BB até 14.04.1967, denominado de “Grupo 67”. Em 31/12/2015 ainda havia 17.925 integrantes do Grupo 67.
Na constituição dessa a Reserva a Amortizar o patrocinador não desembolsou um centavo do seu cofre, uma vez que tudo foi quitado com o superávit daquela época (1997). O banco se livrou dos encargos das aposentadorias do Grupo 67, logrando brutal redução de despesas, ônus que foi transferido para a PREVI a partir do leonino contrato. O que salta aos olhos, no entanto, é que o complemento previdencial do BB sobre esse grupamento ficou limitado a 53,6883529% e o restante sobre os ombros da PREVI.
Ao longo do tempo os golpes, rombos e desfalques nos recursos do nosso fundo foram sucedâneos. Agora mesmo, na última destinação do superávit, em 24.11.2010, com a fabricação encomendada da Resolução 26/2008, a LC 109/2001 sofreu afronta e foi inovada à revelia do Poder Legislativo.
De fato, efetivamente, a introdução irregular e ilegal da “Reversão de Valores” possibilitou que o patrocinador BB embolsasse a fantástica fortuna de R$ 7.5 bilhões, correspondente a 50% dos superávits de R$ 15 bilhões acumulados até 2009, todavia, nem tudo ficou por isso mesmo, eis que, a posteriori, a dita resolução foi contestada e cancelada, em sentença de primeira instância, pela Ação Civil Pública impetrada pelo MPF e o patrocinador BB, se condenado em decisões finais, transitadas em julgado, em outras superiores (STJ e STF), será obrigado a devolver os R$ 7.5 bilhões usurpados ilicitamente.
Pelo que se infere do artigo 20 da LC 109/2001, o patrocinador BB nunca foi e nem poderia vir a ser beneficiário de superávits da PREVI, dado que isso seria enriquecimento ilícito. Toda essa roubalheira bilionária foi obra de abutres inescrupulosos e fruto da cobiça desmedida do Governo Lula que viu no nosso fundo, um veio de ouro inesgotável e vulnerável, terra de muro baixo, à disposição de quem fosse mais esperto e sagaz. 
Todo batedor de carteira sabe onde é mais fácil meter a mão. Nessa linha de raciocínio, o PT arregimentou as EFPCs e petetizou os cargos chaves com o objetivo de que tudo ficasse dominado para o cumprimento das ordens governamentais.
Outro certeiro golpe nas finanças dos associados foi o corte do BET, a partir de janeiro/14. O superávit do balanço de 2013 foi de R$ 24.7 bilhões, algo estrondoso para empresas de grande porte do País, onde poucas conseguem obter façanha financeira dessa magnitude, no entanto, essa grandeza foi considerada desprezível porque não foi suficiente para cobrir os 25% da Reserva de Contingência de R$ 28.5 bilhões.
Faltaram apenas R$ 3.7 bilhões (R$ 28.5 bilhões – R$ 24.7 bilhões = R$ 3.7 bilhões) para respaldar a Reserva de Contingência, porém, a pródiga, infalível e inflexível Diretoria Executiva, de imediato, como se fosse dona absoluta da verdade, invocou o artigo 18 da Resolução 26/2008, e mesmo sem esperar o resultado definitivo do balanço que se encerrava em 31/12/2013, estribada em levantamentos contábeis preliminares, divulgou no seu site que a partir de 01/01/2014, o BET estaria suspenso e que a cobrança da contribuição voltaria. Foi lamentável, incorreto, precipitado e indevido.
O açodamento e precipitação são marcas equivocadas dessa Diretoria Executiva da PREVI que se assemelha muito ao jeito de administrar dos donos de postos de combustíveis. Os aumentos são instantâneos e automáticos, na medida em que são aprovados, contudo, a recíproca não é verdadeira, porquanto as reduções nos preços demoram uma eternidade para serem efetivadas, isto quando o são. 
Na PREVI, corte de benefícios e cobrança de déficits são feitos em velocidade espantosa, mas na outra ponta, em relação a eventuais regalias, a coisa é morosa e caminha a passo de tartaruga. Os gestores indicados pelo patrocinador BB são submissos e vassalos para cima, com os seus superiores, e ditadores, cruéis e carrascos para baixo, com os assistidos.
Sabemos que a Reserva de Contingência é essencialmente uma reserva técnica, uma gordura que se guarda para os momentos de escassez, à maneira das formigas, um colchão de liquidez, por sinal muito elevado, porque representa um quarto (25%) do patrimônio total da entidade. Enfim, sem ponderação alguma, o Termo de Compromisso de 24/11/2014 foi quebrado e a utilização saldo do fundo previdenciário para o BET foi interrompido.
Os participantes e assistidos são um saco de pancadas e cansados de aguentar reuniões presenciais da Diretoria para discussão de temas superficiais, infrutíferos e laterais, com vistas a solucionar os seus graves problemas financeiros, que esvaziam os seus bolsos, propõe que seja feita uma REUNIÃO DE VERDADE, que envolva a Diretoria Executiva e o Conselho Deliberativo, voltada para criar fórmula para elevar os valores dos benefícios líquidos, seja através de aumento de prazo dos empréstimos para reduzir o valor das prestações ou outros mecanismos no mesmo rumo.
Por que não acolher sugestões dos associados para equacionar as intrincadas questões financeiras, uma vez que são eles que sofrem no dia-a-dia os impactos das carências e da penúria? Sugiro, a título de compensar as perdas até aqui sofridas, para vigorar a partir de janeiro/2018, que seja pago o INPC acumulado em 2017, que certamente será baixíssimo, mais um ganho de produtividade ou algo que o valha, da ordem de 25%, ideia que se coaduna com o resultado financeiro superavitário desenhado para 2017, já que o balancete acumulado até agosto/17, segundo noticias dessa Caixa, registrou o superávit de R$ 4.6 bilhões. A suspensão da contribuição também está no nosso radar para ser examinada. Ressalte-se que essas medidas não dependem de anu&e circ;ncia da PREVIC.
Por outro lado, argumentos negativos e repetitivos de que não existem Reservas Especiais para fazer melhorias e da existência de déficit técnico acumulado não nos interessam. A questão é de sobrevivência, pois os associados estão respirando por aparelhos. 
Urge a tomada de medidas práticas e urgentes. A EFPC-PREVI foi criada para administrar os recursos, pagar as aposentadorias e melhorar a qualidade de vida dos associados, não o contrário. Ao longo da sua história o que temos observado é que o patrocinador BB foi mais favorecido e o Corpo Social lesado com a conivência e leniência da Diretoria chapa-branca, tal é o astronômico volume de recursos que já embolsou. Chegou a hora e a vez dos assistidos receberem algum tipo de ajuda para mitigar as suas perdas.
Talvez fosse o caso do blog enriquecer o texto e costurar um abaixo assinado para postular, junto a Diretoria da PREVI, um rol de reivindicações para melhoria dos benefícios. Pior do que está não vai ficar e pedir não é proibido, especialmente se os pleitos forem justos e necessários.

Texto de João Rossi Neto.

A petição endereçada ao presidente da PREVI pode ser acessada nesse LINK.

Acesse e assine, colabore com todos.

LIBERDADE DE PENSAMENTO

      Na postagem anterior "Paradigma cinquentenário"  fiz nascer uma nova PREVI porque é sob a égide deste Estatuto que nos achamos vinculados. Deixo claro que não sou obrigado a seguir a história real; possuo, pelo meu livre arbítrio a opção de fazer a própria história, não admitindo por esta opção, ser tachado de faltar com a verdade.
        Está lá no sítio do fundo, em "Nossa História" a verdade real para quem quiser deleitar-se e regojizar-se com a verdade: "...Em 16 de abril de 1904 é criada a Caixa Montepio dos Funccionarios do Banco da Republica do Brazil, com 52 associados." Toda a verdadeira história pode ser visualizada neste link.
        Entretanto, como em 1966/67, houve uma série de mudanças na Previdência oficial, criação do FGTS e principalmente o surgimento de uma nova PREVI com a obrigatoriedade de adesão ao fundo em casos de novas admissões, ou seja, a totalidade dos funcionários que aderiram, mais os novos, sendo associados à PREVI onde vigeu o primeiro e melhor Estatuto que o fundo já teve.
           Dito isso, gostaria de reportar-me ao ano de 1997, ano em que aconteceu muita coisa importante, como a criação do Plano PREVI Futuro (dez/1997) e ingerências estranhas do governo federal e absorção do primeiro superávite da história. Leia tudo isso no link abaixo, intitulado "O Operativo BBxPREVI":


Conjunto dos Bancários, situado entre a Rua Marquês de
Abrantes e Senador Vergueiro, Flamengo , Zona Sul do
Rio de Janeiro. Foi construído em 1939 pelo IAPB
(Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Bancários).

terça-feira, 10 de outubro de 2017

PARADIGMA CINQUENTENÁRIO

   A PREVI nasceu em 1967, em plena ditadura militar, com funcionários do BB que eram modelos de funcionalismo público. Com o crescimento de seu ativo, sempre despertou (e ainda desperta) a cobiça de muitos pelo seu vultoso capital que pode ser um dos pilares do desenvolvimento nacional.
      Na década de 70, vivíamos a euforia do "milagre brasileiro", com o super ministro Antonio Delfim Neto cujo crescimento anual chegou ao pico de 10%. O Banco do Brasil detinha a chamada "Conta Movimento" do governo federal que chegou ao seu termo quase no final da década de 80 (considerada a década perdida). Em 1984, com a morte de Tancredo Neves, assumiu a presidência o incompetente José Sarney se autoproclamando da "Nova República", sendo ele mesmo pertencente ao "velho" quadro político nacional, da velha Arena. Em 1990 assumiu Collor de Melo e logo depois o primeiro "impeachment" da história do Brasil. Veio Itamar Franco (vice de Collor) até 1994. Então assumiu Fernando Henrique Cardoso, eleito no rastro de plano Real de quem fora o gestor como ministro da Fazenda de Itamar Franco. O "reizinho" ficou até 2002. Foi no seu governo que houve privatizações aos montes, foi numa delas que a PREVI entrou na Cia Vale do Rio Doce, com forte participação (mais de 30%) e foi pela Vale que tivemos os maiores superávites de nossa história. Hoje ela é o nosso calvário. Logo em 2002 entrou o "Lulinha paz e amor" no dizer de FHC. Foi com Lula que tivemos grandes superávites, o primeiro, em 2006, manchado em sua distribuição pelo injusto "Renda Certa" que premiou poucos privilegiados. Em 2010, novo superávit, mais robusto que o primeiro. Desta vez foi o governo Lula que meteu os pés pelas mãos ao criar através do apoio de parlamentares partidários (PT) dos quais destacamos o funcionário do BB Paulo Bernardo, marido da senadora Gleisi Hoffmann, que era ministro do governo Lula. O senador José Barroso Pimentel (PT-CE) da base sindicalista (esse o nosso principal carrasco!), dos deputados federais lastreados pela CUT provenientes do chamado sindicalismo bancário (SP); todos se uniram para criar a Resolução CNPC 26 que deu ao patrocinador medate do superávite. Felizmente, agora, essa maldita resolução foi totalmente extinta pela Justiça Federal, já com sentença vitoriosa na 2ª instância. Vai subir à terceira e última instância!!!
      Para concluir, a nossa PREVI foi e continua sendo cobiçada por políticos inescrupulosos, que criaram a PREVIC (cabide de emprego) para a PREVI pagar a Tafic, maior taxa entre os fundos, a resolução acima referida, e as nomeações do nosso patrocinador em nosso fundo, numa estrutura de alto custo para o nosso fundo. Será que num futuro breve iremos nos libertar destas algemas?

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

O GATO SUBIU NO TELHADO. HORA DE APERTAR O CINTO DOS GASTOS.

Existem ameaças graves e contundentes no atual cenário político e econômico que irão impactar fortemente a situação financeira dos associados da PREVI, pelo menos neste último trimestre de 2017 e durante todo o ano de 2018, tendo presente que o atual Governo do Michel Temer, debalde as graves denúncias de corrupção e de formação de organização criminosa que lhes são imputadas, sob investigação, vai se safar e sobreviver às tempestades jurídico-políticas e concluir o seu mandato tampão, conquanto conseguirá votos também para sufocar e arquivar essa segunda denúncia na Câmara dos Deputados.
Desmoralizado e arrastando-se pelo beco da podridão, em face dos supostos crimes elencados pela PGR, hoje, é o Chefe do Executivo que está quase tendo deflação no seu índice de popularidade, haja vista os míseros e rasos 5% verificados pela recente pesquisa Data Folha, por sinal o menor nível de aceitação da história de todos os ex-presidentes.
A imprensa americana veiculou que o Presidente Donald Trump se referiu ao Temer com ironia e deboche: “Esse senhor é aquele da mala”.  Esse tipo de tratamento mordaz e vergonhoso desonra a imagem da República Brasileira perante a comunidade mundial.
O outro ex-presidente, o Lula, que o Obama em declaração infeliz disse que era o “cara”, se julga substituto de Deus e o homem mais “honesto” da galáxia – mentira deslavada --, quebrou e enxovalhou o Brasil com a sua organização criminosa e a maior rede de corrupção da história, aguarda decisão de segunda instância, no TRF, para ser preso, já que foi condenado a quase dez anos de cadeia pelo Juiz Moro.
É nesse mar de lama que o país está inserido e só se destaca nas páginas policiais dos jornais, mundo afora. O conceito do político brasileiro é degradante ao extremo e vale menos do que uma cédula de R$ 3,00.
Em consequência, o Temer luta incessantemente para mitigar o seu quadro caótico, tanto que emprega todas as armas do arsenal da máquina pública, limpas ou sujas, lícitas ou ilícitas, nessa batalha praticamente perdida, com o escopo de melhorar a sua imagem junto à sociedade que o avalia, valendo-se inclusive de artifícios deploráveis e de contabilidade criatividade para tentar confundir a opinião do povo e vender uma falsa recuperação econômica, contudo, os resultados são pálidos e os números das estatísticas não mentem, são insuficientes, sobretudo em relação à geração de empregos que continua estagnada, com mais de treze milhões de desempregados.
Aliás, os índices inflacionários que o Presidente Michel Temer apresenta para ludibriar o povo são baixos, ótimos e ideais se não fossem artificiais e manipulados.  Fechada na “marreta”, a inflação oficial (IPCA) deste ano vai ficar abaixo do centro da meta de 4,5%, enquanto que a inflação real, aquela que norteia o mercado, suplanta de longe a chapa-branca, sendo, no mínimo, o triplo da alardeada pelo Governo. 
Somente o IBGE consegue enxergar redução nos preços, porque faz coleta viciada, com cartas marcadas. Doutra parte, os vários aumentos nas cotações dos combustíveis teriam que impactar, para cima, forçosamente, a inflação, todavia, não foi isso que aconteceu.
As lufadas vitaminadas dos altos preços dos combustíveis, ao que tudo indica, sequer foram computadas nas planilhas dos cálculos da inflação. Os reajustes da gasolina e do diesel pela sua natureza irradiadora têm o condão de se espraiar por todo o processo produtivo e majorar preços. Esse pessoal do IBGE, vinculado ao Ministério do Planejamento, não tem decência e vergonha na cara, eis que fabricaram até índices negativos (deflação) em determinados meses, numa desfaçatez sem precedentes, descurando-se por inteiro que estamos no olho do furacão de uma crise econômica catastrófica.
De forma estratégica e astuciosa o Governo FHC adotou o IPCA para medir a inflação oficial, por ser o menor índice do mercado daquela época, e, ainda, o é. Tal índice continua a medir a inflação oficial. Se antes serviu para ilaquear a boa-fé do FMI e facilitar o cumprimento das metas, agora cumpre o papel de dourar a pílula para o povo.
Sabíamos, de antemão, que se tratava de uma inflação irreal, falsa e mentirosa. O que é inaceitável, injusto e ilegal é que essa fajuta inflação maquiada, medida pelo IPCA, por incrível que pareça, no acumulado, de janeiro a setembro/17, somou 1,78% e foi superior aos 1,25% do INPC, no mesmo período, indexador este que corrige as aposentadorias pagas pelo INSS e os nossos benefícios junto a PREVI.
Em suma, teremos uma reposição pífia da inflação, abaixo do IPCA, em janeiro/2018, portanto, inferior até à mascarada inflação do Governo. Inexoravelmente, a cada mês que escorre, o nosso poder de compra vai sendo paulatinamente achatado e derretendo como sorvete ao sol, o que equivale dizer que as perdas financeiras por força das trapaças governamentais serão eternamente progressivas.
Está mais que escancarado que o Presidente Michel Temer quer reduzir os gastos públicos, em especial com a Previdência Oficial, à custa dos aposentados, manobra aleivosa que no fundo tem por objeto o aumento do seu prestígio pessoal junto à sociedade.  É sempre assim, a conta da roubalheira, notadamente na Petrobras, iniciada lá atrás, em 2002, que a Lava Jato trouxe a lume vai ser paga pelos aposentados e pelo povo mais humilde.
Sem a intenção de ser pessimista, vislumbro anos cinzentos para a nossa vida financeira. Penso que a Diretoria Executiva da PREVI não fará revisão substancial no ES e tampouco uma análise humana e realista da situação de penúria enfrentada pelo Corpo Social, amplamente do seu conhecimento. Sempre vai alegar que a falta de superávit técnico para constituir a Reserva Especial é razão determinante e impeditiva para revisões no PB-1 e, enfim, para quaisquer outras melhorias nos benefícios.
Os associados que necessitarem de ajuda podem bater noutra porta, porque a fonte de recursos da PREVI, no longo prazo, secou para operações com limites novos para os participantes de assistidos. O jeito é buscar remédio em outra farmácia para dores financeiras e da alma (depressão, stress, etc.). Infelizmente, essa é a dura e crua realidade.
A Diretoria Executiva se vale das dificuldades de natureza conjunturais em benefício próprio, para encobrir os seus fracassos em relação aos déficits técnicos dos últimos anos e totalmente fria e insensível com os problemas financeiros dos associados. São dois pesos e duas medidas e nada é feito em prol dos donos do Fundo de Pensão para facilitar a travessia da crise política, social, econômica, de confiança, ética que recrudesce com a sucessão dos escândalos diários.
Os balanços patrimoniais tiveram déficits bilionários monumentais, sendo R$ 16.137.922 e R$ 13.943.338, em 2015 e 2016, respectivamente. Cabe observar que vale sempre o resultado publicado no último exercício, isto é, de 2016 (R$13.943.338), descartando-se o anterior (2015). Como na visão otimista ou pessimista de quem vê o copo d’água pelo meio, alguns têm a perspectiva de copo cheio e outros de vazio.
Na PREVI, no entanto, a Diretoria Executiva, inteligentemente, faz a leitura parecida com a dos otimistas do copo “cheio” e afirma que o fundo teve superávit de R$ 2.194.584 bilhões em 2016. Discordo dessa contabilidade criativa e do raciocínio otimista e entendo que o houve, efetivamente, foi uma redução do “DÉFICIT TÉCNICO ACUMULADO” de 2015 (R$ 16.137.922 – R$ 13.943.338 = R$ 2.194.584) para 2016. Logicamente, nas duas leituras possíveis, a Diretoria opta pela que melhor lhe convém.
Calcado nessa premissa, de igual forma, discordo do resultado de superávit divulgado pela Diretoria da PREVI, de janeiro a agosto/17. A equação é simples e basta computar o Patrimônio de Cobertura do Plano, no “PASSIVO”, do Balanço Patrimonial e as Provisões Matemáticas para se obter o resultado real que, no caso, é déficit.
Em 2016, por exemplo, o Patrimônio de cobertura foi de R$ 139.435.024 e a Provisão Matemática de R$ 153.378.362, o que resultou no déficit de R$ 13.943.338 bilhões.  Assim, nesta ótica, não há o que se falar em superávit em 2016, a não ser que isto sirva apenas para justificar o pagamento de gordas “Remunerações Variáveis” para os Diretores.
A propósito, cumpre notar que as Provisões Matemáticas de um ano para o outro vem crescendo muito acima da meta atuarial e da inflação do período, fato importante que merece ser detalhadamente explicado pela Diretoria. Há sintomas visíveis de que as precificações dos ativos não estão acompanhando as variações das Provisões Matemáticas e que o Ativo Total está subavaliado.
A prevalecer esse estado de coisas, nem se a Bolsa de Valores extravasar os 100.000 pontos iremos reverter o atual déficit técnico acumulado, sem falar que eventual superávit futuro terá primeiro que cobrir a Reserva de Contingência de 25% sobre os R$ 153.3 bilhões da Reserva Matemática de 2016, algo em torno de R$ 38.3 bilhões. Com números permeando grandeza dessa magnitude, podemos dar adeus a Reserva Especial que é constituída com os excessos da Reserva de Contingência.

Por fim, com a boataria que se propala sobre a possível privatização do BB, muito bem escorada na teoria do ex-presidente do BC, Gustavo Franco, caso isso ocorra, a PREVI poderá sofrer sérias perdas, uma vez que possui quase R$ 8 bilhões em ações do BB, papéis que, em tal circunstância, poderão sofrer robusta desvalorização. É uma tragédia anunciada e um risco calculado que o fundo está a correr. Certamente que o dinheiro aplicado no BB estaria melhor se estivesse aportado em empresas de maior rentabilidade.

(Texto de autoria de João Rossi Neto - Aposentado, ex-gerente geral Ag. Goiânia-GO)

O BOM AMIGO RAFA; E O PAS DO BB


rafa deixou um novo comentário sobre a sua postagem "REUNIÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO": 

Não acredito que o povo brasileiro possa se constituir num "poder moderador", seguindo os moldes clássicos.


Tal poder, ou uma caricatura dele, no Brasil é exercido de forma ostensiva e velada ( ao mesmo tempo ), pelos meios de comunicação.


Explico.


Após a inclusão da liberdade de expressão na CF, debaixo dessa pretensa SUPERIORIDADE as mídias "se acham" acima de tudo e de todos!


Tenho acompanhado nos últimos anos quase que diuturnamente a atuação do Grupo Globo, Veja, FSP e Estadão, principalmente!


Eles não "informam" apenas os FATOS como eles são!


Eles muitas vezes instrumentalizam o "povo" ... e DEPOIS DIZEM à exaustão que é o povo que pede ... MENTIRA ...


Os casos escandalosos de corrupção nos últimos anos SEMPRE EXISTIRAM! 


E a PETROBRAS, VALE, BANCOS ESTATAIS, FRIBOI, JBS, CONSTRUTORAS etc SEMPRE FORAM OS MAIORES PAGADORES DE VERBAS DE COMUNICAÇÃO E PROPAGANDA; A MOLA QUE MOVE OS GRANDES MEIOS DE COMUNICAÇÃO.


ESSE DINHEIRO QUE PAGA BILHÕES TAMBÉM NÃO VEIO ( E VEM ) DA CORRUPÇÃO????


O mesmo dinheiro do mensalão, petrolão etc TEM A MESMA ORIGEM!


Tomara que as REDES DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA INTERNET DEVOLVAM A SOBERANIA DO POVO ...


A coisa mais difícil hoje é SABER EXATAMENTE A REAL VERDADE DOS FATOS QUE SE NOS APRESENTAM!


É bom sempre ficar desconfiado!


O povo é FACILMENTE MANIPULADO, não só pelos políticos!



Acordemos!

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Caros colegas,

Ao tempo em que coloco essas ótimas colocações do amigo Rafael, que sempre nos brinda com excelentes reflexões, aproveito hoje para divulgar sobre o PAS - Programa de Assistência Social do BB, texto extraído do site da AFABB-DF:

  

A partir desta sexta-feira (01/07), os pedidos de auxílio e adiantamento pelo Programa de Assistência Social (PAS) feitos por funcionários aposentados e pensionistas passarão a ser acolhidos pela agência de relacionamento do interessado.


                Até então, tais solicitações aqui no Distrito Federal eram encaminhadas à GEPES Brasília II que atende no Centro Empresarial Ed. Brasília 50, SEP Sul - Quadra 702/902 (tel. 61.3104.2177).
                Na publicação Cartilha PAS, a Cassi informa que o PAS é um programa de benefícios do Banco do Brasil destinado a prestar assistência financeira e, de forma complementar, coberturas relativas a procedimentos de saúde.
                E acrescenta que o Banco complementa as coberturas nas modalidades adiantamento e auxílio. Na modalidade adiantamento é passível a concessão de assistência financeira diretamente no BB para situações regulamentadas, sem juros e com reposição parcelada do valor. É o caso de tratamento odontológico e aquisição de óculos e lentes de contato.
                A modalidade auxílio, objetiva o atendimento de necessidades específicas e a complementação de coberturas do Plano de Associados da Cassi. É concedido pelo BB também para situações regulamentadas, sem restituição por parte dos usuários do programa, como é o caso de perícia odontológica.
                Para conhecer todos os produtos passíveis de atendimento pelo PAS, inclusive aqueles que precisam de análise prévia da Cassi, clique em http://www.cassi.com.br/images/requerimentos/associados/Cartilha_PAS.pdf

    Caso não consiga acessar por aqui, por favor, entre neste link:


      O blog Semente de União nos brinda com o mesmo tema e neste LINK é possível fazer download dos formulários para preenchimento, inclusive, com as instruções detalhadas:

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

TEMOS RAZÃO EM RECLAMAR?

   Um fundo de pensão - por definição - é uma entidade fechada de previdência, organizada por empresa ou grupo de empresas, com o objetivo de realizar investimentos para garantir uma complementação de aposentadoria aos empregados que aderirem ao plano.
    Ora, a definição diz claramente que uma ou mais empresas formam gradativamente um fundo para dele realizar investimentos, a fim de, com o intuito de, com a finalidade de garantir a complementação de aposentadoria aos empregados que aderirem ao plano.
     Gostaria de perguntar aos advogados, inclusive os colegas vinculados ao Plano Um e que defendem o BB ou a PREVI, se, pela definição de um fundo, o patrocinador (empresa que organiza um fundo de pensão) pode locupletar-se (favorecer-se) do fundo investido para pagar (exclusivamente) os empregados que aderiram ao plano???
      Então fica evidente que temos razão em nos incomodar. Por tantas outras razões também. Uma delas a comunicação que o fundo hoje tenta melhorar apenas para cuidar da aparência, já que no âmago a lei da mordaça continua. Se não, por que nos é negada a simples pauta de uma reunião de um conselho que em última instância, define os rumos do fundo dos empregados.
      Hoje, já em outubro, sequer estamos sabendo se vamos ter aumento no limite do ES. Dá a impressão que a pessoa responsável pelo setor desdenha dos associados. Sonega-nos informação ou no-la prestam de forma lacônica, em mensagens pré-elaboradas.
       Com efeito, a PREVI que muito preza pela sua imagem junto à sociedade, deixa o seu associado quase sempre sem a informação desejada. O nonagenário Edgardo Amorim  Rego possui um slogan - tirado da CF/88 - O Pleno Acesso. Saber o que vai ser tratado em reuniões não significa burlar ou divulgar o que é confidencial. 

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

REUNIÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO

    Neste dia 29 se reúnem os membros do CD da PREVI no Rio de Janeiro e não ficamos sequer sabendo os assuntos que serão tratados. O CD é o órgão máximo do fundo e sua pauta deveria ser do conhecimento de todos. A última decisão que mexeu com as finanças do fundo foi a implantação do teto de benefícios, fixado há mais de um ano, em que prevaleceu a vontade do patrocinador e de colegas eleitos, embora veladamente e com discurso contrário. A fixação do teto superior a R$ 50.000,00 foi uma bofetada na cara dos associados.
    O Empréstimo Simples, produto de interesse do fundo e dos associados, fica relegado a questões menores ou sem importância posto que os interesses do patrocinador não coincidem com os nossos interesses. Como já disse noutra postagem, o BB propôs a um colega daqui da cidade que liquidasse seu ES com um CDC especial à taxa de 1,45%. E o Nelson aceitou. Isso mesmo, o patrocinador concorreu neste ato com o nosso fundo.
E o leitor já se perguntou porque a PREVI é obrigada a manter em sua carteira de ações, 7% delas do próprio BB, não sendo essa uma ação muito valorizada. O BB impõe a compra por decisão do CD, onde possui o voto de qualidade e ninguém contesta.
    Há alguns associados que esperam seja decidida alguma coisa sobre o ES na reunião desta sexta. Mas, talvez, o assunto sequer esteja na pauta. Mamma mia!...

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

A CORAGEM DE UM JOVEM

"A vida é combate, Que os fracos abate, Que os fortes, os bravos, Só pode exaltar!" (Poeta Gonçalves Dias).

    I-Juca-Pirama, poema tipicamente indianista que, em tupi, significa "o que deve morrer".
Compõe-se de 10 partes.

Na 1ª parte, os índios Timbiras se preparam para sacrificar um prisioneiro. Há também a descrição da taba indígena.

Na 2ª parte, continuam os preparativos para a morte do prisioneiro.

Na 3ª parte, o chefe timbira convida o prisioneiro para que conte os seus feitos.

Na 4ª parte, o guerreiro prisioneiro começa a cantar seus feitos:
       Meu canto de morte,
              Guerreiros, ouvi:
              Sou filho das selvas,
              Nas selvas cresci...

     Após narrar seus feitos, o prisioneiro implora ao cacique que lhe poupe a vida, a fim de que possa cuidar do pai, que é muito velho e cego:

             Ao velho coitado
             De penas ralado,
             Já cego e quebrado,
             Que resta? --- Morrer.
             Enquanto descreve
             O giro tão breve
             Da vida que teve,
             Deixai-me viver!

        Na 5ª parte, aparecem o prisioneiro e o cacique timbira dialogando. O prisioneiro tupi chora e o cacique ordena que o soltem, por considerá-lo fraco perante a morte:

              --- És livre: parte!
              --- Ora, não partirei; quero provar-te
              Que um filho dos Tupis vive com honra.
              --- Mentiste, que um Tupi não chora nunca,
              E tu choraste!... parte; não queremos
              Com carne vil enfraquecer os fortes.

        Na 6ª parte, o filho conversa com o pai cego. Este, ao saber do que lhe acontecera, obriga o filho a voltar ao acampamento inimigo.
           Na 7ª parte, o pai vai à taba dos Timbiras para entregar o filho, mas o cacique não aceita:

               --- Não farei do que dizes:
               É teu filho imbele e fraco
               Aviltaria o triunfo
               Da mais guerreira das tribos
               Derramar seu ignóbil sangue:
               Ele chorou de cobarde;
               Nós outros, fortes Timbiras,
               Só de heróis fazemos pasto.

     O velho pai fica furioso e, na 8ª parte, lança a maldição sobre o filho:

               --- Tu choraste em presença da morte?
               Na presença de estranhos choraste?
               Não descende o cobarde do forte;
               Pois choraste, meu filho não és!

      Na 9ª parte, o filho, ao escutar a maldição do pai, fica fora de si e atira-se à luta com força incrível. derrotando todos os adversários que com ele se debatem. O cacique timbira, ao ver tanta bravura, manda cessar a luta, e o pai emocionado:

             --- Este sim, que é meu filho muito amado!
             E pois que o acho enfim, qual sempre o tive,
             Corram livres as lágrimas que choro.
             Estas lágrimas, sim, que não desonram.

     A 10ª parte refere-se a um timbira que presenciara todas aquelas cenas e que termina afirmando:

             --- Meninos eu vi!


AMIGO, SE TENS CORAGEM PARA RENUNCIAR A TI MESMO, TOMAR A TUA CRUZ TODOS OS DIAS E SEGUIR A CRISTO PARA SEMPRE, ALEGRA-TE: TU ESTÁS INSCRITO NO LIVRO DA VIDA! LANÇA FORA DE TI TODOS OS TEMORES. O REI DOS REIS, AQUELE QUE TEM O PODER DE TE SALVAR OU CONDENAR ESTÁ CONTIGO!!! NÃO TENHAS NENHUM MEDO!!!    

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

ES TERÁ LIMITE DE HUM MILHÃO DE REAIS

    Claro que o título é hipérbole, uma figura de linguagem que denota exagero, porém poderia ser real posto que em nada alteraria o assim chamado 'status quo'. O amigo João Rossi Neto que o ratifique. A verdade nua e crua é que quem estabelece o limite do ES na prática é uma famosa e formosa dama intitulada 'Margem Consignável'.
        O nosso fundo de pensão deve oferecer o produto a quem tem MC por bons motivos como segurança e rendimentos do atuarial. Penso que esse produto deve sair da Seguridade, que não tem vocação para o assunto, e ficar com a DIRIN onde a ousadia é maior. A meta deve(ria) ser dobrar em um ano o volume de recursos aplicados nesse segmento. Tem que ser agressivo como é o patrocinador com seus CDCs. Abrindo um parênteses, dias atrás a PREVI anunciou um boletim mensal de suas posições que será enviado a cada participante, por correio eletrônico. Por coincidência, hoje recebi posição idêntica de um tal de Portal UniBB Família, Universidade Banco do Brasil:

COMO DIZIA UM AMIGO: "O BB ME TRATA COMO SE EU SESSE UM CACHORRO".
   Com isso fica muito evidente que a nova comunicação da PREVI esteja impulsionada pela idêntica comunicação do Banco do Brasil. Qualquer semelhança não é mera coincidência.
    Voltando ao limite, a governança corporativa deve exigir sua liberação pelos motivos expostos acima. Esta é uma questão crucial ao fundo e aos associados. A diretoria como um todo, coordenados pelo senhor presidente, deve tomar uma atitude coletiva, além da Diseg as demais, Dirin, Dipar, Dirad e Dipla, em votação assistida pelo fator decisivo, o nobre patrocinador. Das três diretorias eleitas há pelos menos uma delas que grite por nós? Das três, a mais emblemática é a Dipla que já teve dois eleitos renunciados e o atual ocupante cumpre mandato tampão...
     Apesar dos pesares, a proposta do sem limite, ou melhor, o que limita é a margem, tem que ser aprovada! A razão é acabar com essa ideia tacanha de aumentar o limite ano a ano.

sábado, 23 de setembro de 2017

NA DEMOCRACIA ESTÁ IMPLÍCITO LIBERDADE

    Democracia é o melhor regime de governança até hoje inventado. Na teoria é uma perfeição, até a formação da palavra, provinda do grego, expressa perfeição: "demo" = povo e "cracia" = governo.
   Na prática, contudo, a teoria é outra. Por aqui a nossa democracia está eivada de elementos ditatoriais, próprios de regimes de exceção. Já à época da II guerra mundial foi proibido no sul do Brasil de se falar a língua dos imigrantes, alemão ou italiano. No regime militar (1964 - 1984) quem divergisse dos comandantes era preso e torturado.
     Nesta semana finda, tivemos o Encontro de Governança Corporativa na sede da Bolsa do Rio. O tema foi "Comunicação" com acompanhamento pelas redes sociais (internet). O nosso valioso Dr. Medeiros encerrou a postagem que fez sobre o encontro com este parágrafo:
"No final do encontro foi observado que conselheiro ou funcionário vinculado a empresas não podem ter manifestações em facebook ou blog que contrarie os interesses da entidade. Ele não tem mais identidade própria, voo próprio. Tem um dever com a empresa. Não pode arranhar a imagem da empresa de nenhum modo."
O mais importante para o nosso fundo de pensão é a imagem da empresa. Tem uma música de Osvaldo Montenegro cujo trecho diz: "Eu amava como amava um pescador que se encanta mais com a rede que com o mar" Comparando, a PREVI é a rede do pescador; os associados são o mar. Fui suficientemente claro?
      Não quero com isso dizer que a rede não seja importante. Realmente é. Com ela conseguimos os recursos para pagar as aposentadorias. Inobstante, devemos ter sempre em mente que nós, associados e donos, fomos quem construíram essa valiosa rede da qual o nobre patrocinador se julga o único dono. E como a rede não está conseguindo capturar peixes suficientes para alimentar a todos, precisamos comprar peixes no mercado, através da volta das contribuições desde janeiro de 2014 (há três anos e meio). Além do corte ilegal no compromisso de receber as últimas doze parcelas do B.E.T.
      Quem "arranha a imagem" é o próprio fundo ao não cumprir os compromissos assumidos. Olhem o exemplo do fundo Valia que até hoje não parou de pagar BET! Eu garanto à PREVI. se fizesse igual ao que faz a VALIA, a imagem do fundo seria 3-D, digital e insofismável. Para tal é basal que estejamos desvinculados da política partidária, seja ela de que partido for.
CHARGE DE SPONHOLZ, DIÁRIO DO PODER, DO JORNALISTA CLÁUDIO HUMBERTO.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

AS CRÍTICAS DO GENERAL MOURÃO

   Existe um portal serviçal do PT há muito tempo defendendo o indefensável. Chama-se "Brasil 247" cuja centena somada totaliza o fatídico e corrupto número 13. Puseram no site hoje, 21.09, a opinião de um tal Janio de Freitas, obviamente a serviço partidário.

"O que faltava não falta mais. Assim é, antes de tudo, a contribuição do general Antonio Hamilton Mourão ao agravamento da situação crítica do Brasil. O golpismo militar retoma sua tradição. Pela voz e pela posição do general, que as fortaleceu com o aviso de que tem a concordância do Alto Comando do Exército, estamos informados de que o país recuou 53 anos em sua lerda e retardada história. De volta aos antecedentes de tutela armada vividos, com as ameaças, os medos e os perigos cegos do pré-golpe de 1964", escreve o colunista Janio de Freitas.
21 DE SETEMBRO DE 2017 ÀS 06:27 // 247 NO TELEGRAM Telegram // 247 NO YOUTUBE Youtube

FREITAS (À ESQUERDA), E O GENERAL ANTONIO HAMILTON MOURÃO (À DIREITA) (MORO - MOURÃO, DÁ MEDO, NÃO É FREITAS?)

     Para defenestrar esses pseudos defensores da "democracia" basta dizer numa democracia tão frágil como a nossa em que as leis já são feitas para proteger bandidos e corruptos, nas quais as verdadeiras quadrilhas estão agindo livremente, melhor não ter esse tipo de democracia. Ressalte-se que a única forma de conseguir desmantelá-las foi o uso pleno do recurso das delações premiadas.
      O sr. Janio de Freitas devia saber é que nessa "democracia" velada como a nossa, mais frágil que uma casca de ovo, o Brasil, tão rico em matérias-primas e recursos naturais, vai se afundando a níveis abissais, ficando o seu valoroso cidadão à mercê de políticas públicas que o prende cada vez mais à dependência química de uma bolsa qualquer. Enquanto isso, Lula e Dilma, aposentados pelo INSS, estão vivendo vida de nababos.
    Está corretíssimo o general Mourão, afinal, é fundamental que uma entidade secular como o nosso glorioso exército dê seu grito de alerta, como a dizer que se tudo continuar impune como está, o exército vai moralizar, por um curto período, como a colocar "ordem na casa brasileira", posto que, a deixar para senadores e deputados corruptos elaborarem novas leis para mudar o que aí está, vamos continuar com mais do mesmo!
    O dado concreto é que os três poderes, com raríssimas exceções, estão mais podres que as vísceras de Carlos Marighella. Até o boçal Pedro Bial querendo punição ao general!!! Que vão se coçar ele e sua Globo imunda!!!
HOMENAGEM AO DIA DA ÁRVORE, 21 DE SETEMBRO (CHARGE: DIÁRIO DO PODER)

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

ASSIM CAMINHAM HOMENS E MULHERES NO MUNDO

    Peço vênia aos nobres amigos apoiadores pela leitura do blog para tratar de assunto alheio aos propósitos deste diário eletrônico. Como todos já me conhecem, sou um crente convicto, tenho uma profunda fé no Deus de Abraão, Isaac e Jacó; na revelação a nós expressa nos mais de 70 livros que compõem as sagradas escrituras, sendo os mais importantes os evangelhos em que o próprio Filho de Deus se nos é apresentado como cumprimento de uma promessa feita pelo próprio Deus no primeiro livro da Bíblia, o livro de Gênesis, ocasião em que o Senhor nos prometeu (e cumpriu, como sempre é fiel), após a desobediência de Adão e Eva e a consequente perda da graça, enviar o Messias, único redentor da humanidade, o "caminho, a verdade e a vida" para se alcançar a vida eterna. Seu Nome é Jesus Cristo a quem o Pai permitiu que fosse humilhado e ultrajado a fim de nos resgatar (por um incalculável preço) dando a sua própria vida terrena para nos remir da culpa original.
     Diante de nossos olhos está acontecendo o que foi descrito por Jesus em Mateus 24. Prestemos atenção aos sinais. Eles são muito evidentes. Ameaça de guerra nuclear (real), desagregação da família tradicional criada por Deus (homem e mulher, macho e fêmea), hoje a serpente primitiva, o demônio, conseguiu disseminar a tal "ideologia de gênero", ou seja, a pessoa nasce homem ou mulher mas pode "escolher" o que prefere ser. Grandes prodígios estão acontecendo: um mero ditador coreano consegue ameaçar toda a humanidade...as profecias bíblicas estão aí (Daniel, Ezequiel, Amós, Joel, Habacuc e principalmente Apocalipse) dando-nos, com extrema coerência, os últimos acontecimentos. A sã doutrina será esquecida, o amor de muitos esfriará por causa das iniquidades.
      Meus irmãos, o Senhor, antes de ser o Deus justo é o Deus da misericórdia. Buscai-O enquanto há tempo. Arrependei-vos de todos os vossos pecados e fazei penitência! Faça o que disse Jesus ao bom moço: "Uma coisa só te falta; vai, vende todos os teus bens e distribua-os aos pobres e terás um tesouro no céu". Mt 19:21
"Alegrai-vos porque a vossa recompensa no céu será grande!" Mt 5:12



SENHOR, QUE JAMAIS NOS ESQUEÇAMOS DE OLHAR AO NOSSO REDOR E SOCORRER A QUEM TEM FOME E SEDE! AMÉM!    

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

BOM OU PODERIA MELHORAR?

Notícias

 

15/09/2017
 

Plano 1 está com 4,21 bilhões de resultado superavitário em 2017


Confira o Boletim de Desempenho, comunicação com o resultado do Plano que será enviada para os associados mensalmente

 

Apesar do conturbado cenário político-econômico, o ano de 2017 está sendo positivo para a PREVI. O Plano 1, que tem R$ 165,81 bilhões de patrimônio, acumula um superávit de R$ 4,21 bilhões até agosto de 2017, com uma rentabilidade de 8,35%. A taxa atuarial do período, que é a meta a ser perseguida, foi de 4,61%. Atualmente o Plano 1 tem 114.351 associados.

Diversos fatores influenciaram nesses números. O principal deles é a governança fortalecida da PREVI, que possibilita manter a resiliência em um cenário político e econômico tão adverso. A utilização de um Planejamento Estratégico robusto como norteador de suas ações, a aplicação diligente das Políticas de Investimentos e a prudência nas decisões, entre outros fatores, possibilitou a mitigação dos efeitos negativos da crise. O resultado parcial de 2017 replica o do ano de 2016, que já apontava para o acerto na estratégia definida pela entidade.
Um dos destaques deste resultado parcial de 2017 foram os Investimentos Estruturados, segmento de ativos de investimentos em empresas com potencial de crescimento. Ainda uma fatia pequena dos ativos do Plano, com apenas 0,55% da alocação, a rentabilidade do segmento no Plano 1 foi de 20,89%. O número é reflexo do sucesso do investimento realizado no FIP Caixa Barcelona, que superou a marca de 400% de rentabilidade acumulada. Outro segmento que se sobressaiu foi a Renda Variável, com uma rentabilidade acumulada de 10,63% no Plano 1. O avanço do novo acordo de acionistas da Vale, um dos principais ativos da carteira, teve relevância nesse resultado. Com um novo modelo de governança implementado, endividamento reduzido, um ciclo de investimentos encerrado e fortes ganhos de produtividade, a Vale reafirma sua posição como um ativo de grande valor para a PREVI.
Essas e outras informações fundamentais sobre o desempenho do Plano 1 serão enviadas mensalmente para os associados por um e-mail, em uma newsletter com a rentabilidade de todos os segmentos de investimentos e a relação completa dos ativos das carteiras de Renda Variável, Renda Fixa, Investimentos Imobiliários, Investimentos Estruturados e no Exterior. Clique aqui ou na imagem abaixo para fazer o download do desempenho do Plano 1 de janeiro até agosto de 2017.
Os ativos da PREVI são sólidos, compostos por empresas da economia real, de setores produtivos e que investem vultosos recursos em seus negócios – além de não haver investimentos em ativos de alto risco ou baixo potencial de retorno, como títulos de dívidas soberanas de países em crise ou bancos que deram default, por exemplo –, e que, portanto, têm potencial de recuperar ao longo do tempo seus valores de mercado habituais, como já demonstraram o resultado superavitário parcial de 2017 e o de 2016.
A PREVI também investe em transparência. A prestação de contas é um compromisso para entidade com seus participantes. Ao longo do ano, várias ações reforçaram essa postura pautada por valores éticos na relação com os associados, como a publicação do Relatório Anual e a Apresentação de Resultados, em que a Diretoria Executiva visitou 15 capitais do país para apresentar seus números aos participantes.
Nosso modelo de governança, maduro e transparente, e políticas de investimentos criteriosas estão entre os fatores que proporcionaram um equacionamento do déficit de 2015 sem contribuições extraordinárias para os associados. Os participantes da PREVI nunca tiveram e não têm contribuições extras. Temos um corpo técnico qualificado e as decisões de investimento são pautadas por políticas e diretrizes bem definidas, que sempre buscam a remuneração adequada do capital no longo prazo.
A PREVI reforça o seu compromisso com o aprimoramento do sistema de Previdência Complementar Fechado e segue confiante na solvência e liquidez de seus planos, firme na sua missão de pagar benefícios aos seus mais de 200 mil associados.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

LA PERGUNTA?

Notícias

 

14/09/2017

Que perguntas você gostaria de fazer no Encontro PREVI de Governança Corporativa?

 

Associados podem acompanhar evento pelo Facebook e enviar dúvidas. Tema desta edição é "Comunicação como ferramenta estratégica".

 

Na próxima quarta-feira, 20/9, será realizado no Centro de Convenções Bolsa do Rio o Encontro PREVI de Governança Corporativa. Associados da PREVI podem enviar perguntas sobre os temas debatidos para os palestrantes e diretores da entidade, além de acompanhar a cobertura completa do evento pelo Facebook. É só acessar a página em http://www.facebook.com/EncontroPREVI. Os melhores questionamentos poderão ser respondidos ao vivo no Encontro. Visite já a página do evento e envie a sua pergunta!
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O tema do Encontro em 2017 é “Comunicação como ferramenta estratégica”. Alguma das reflexões incentivadas no evento são sobre a comunicação eficaz, que transforma informações em conhecimento, servindo de suporte aos gestores no processo de elaboração e execução das estratégias. Entre os assuntos abordados nas palestras estão o Planejamento Estratégico, Integridade como mecanismo de Governança e Comunicação e Integração. Confira a programação completa.
O Encontro, que está em sua 18ª edição, reunirá presidentes de conselho de administração e CEOs de empresas, gestores de recursos e de bancos de investimento, instituições representativas do mercado de capitais, órgãos reguladores, fundos de pensão, além de conselheiros fiscais e de administração das empresas participadas da PREVI.
A página do Encontro no Facebook terá fotos, vídeos e entrevistas do evento, ao vivo. Curta, acesse e fique por dentro, usando a hashtag #EncontroPREVI.

Fonte: www.previ.com.br