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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

O EXÉRCITO DA SALVAÇÃO

Previ: funcionários e aposentados não terão que fazer aportes extras

Fundo de pensão do BB conseguiu tapar rombo que precisava ser equacionado no Plano 1

POR RENNAN SETTI
16/12/2016 14:53 / ATUALIZADO 16/12/2016 15:02

Agência do Banco do Brasil no Rio de Janeiro - Nadia Sussman / Bloomberg

RIO - Os funcionários e aposentados do Banco do Brasil receberam um presente de Natal antecipado nesta sexta-feira: não vão mais precisar fazer contribuições extras para cobrir o rombo da Previ, seu fundo de pensão.
O déficit da Previ em 2015 foi de R$ 13,9 bilhões, o que obrigaria o fundo a promover um equacionamento (exigência de contribuições extraordinárias) de R$ 2,9 bilhões no seu principal plano (o Previ 1, de benefício definido). Mas a Previ informou nesta sexta que, até 30 de novembro, o Plano 1 acumulou rentabilidade de 15,75% no ano, gerando um excedente de R$ 4,8 bilhões — maior do que o equacionamento exigido, o que evita a necessidade de pagamentos extras. No geral, a rentabilidade acumulada de todos os fundos da Previ foi de 11,30%.
O resultado de dezembro ainda não foi apurado.
A Previ afirmou em nota que “a ausência de contribuições extraordinárias é fruto de uma política de investimentos robusta, que tem foco no longo prazo.
A economia é feita de ciclos e nenhuma crise dura para sempre. Fundos de Pensão precisam mirar no longo prazo. Com uma carteira de ativos forte como a da Previ, a tendência é que a curva de crescimento das rentabilidades seja retomada, melhorando os resultados”, acrescentou a entidade em nota, citando entre os desafios enfrentados este ano a CPI no Congresso que apurou desvios nos fundos de pensão.
Em setembro, a Previ selou um negócio importante para o seu caixa, ao vender sua participação de 29,4% na CPFL, distribuidora de energia do interior de São Paulo. À época, o fundo de pensão previu que o negócio representaria ao todo uma entrada de R$ 7,5 bilhões no caixa da Previ e um ganho de R$ 2,9 bilhões em relação ao valor que a participação que havia sido registrado no balanço de 2015 da Previ, “contribuindo para redução do déficit apurado naquele período”.

    O que o leitor deduz do texto jornalístico acima? Farei aqui algumas considerações, que podem ou não coincidir, com as opiniões mais importantes - as suas, meu caro associado da PREVI.
1. O texto é prepotente, de autor que se julga superior aos outros, que diz saber o que faz, mesmo não tendo justificativa plausível para o estrondoso déficit de 28 bilhões em 2015;
2. Diz, autoritariamente, que o Plano Um, finito e de benefício definido, na medida que "a ausência das contribuições extraordinárias é fruto de uma política de investimentos robusta, que tem foco no longo prazo". E reafirma: "Fundos de pensão precisam mirar no longo prazo."
3. Para que o leitor se situe, "longo prazo" é 20/30 anos. Já pensaram, quantos de nós já se foram neste intervalo de tempo? A ideia é mais ou menos assim: Hoje os que já contribuíram por mais de 30 anos com parte expressiva de seus proventos (e continuam contribuindo!!!) já não estarão mais vivos e assim viveremos (os mais novos) e o patrocinador uma vida maravilhosa, altos salários SEM precisar mais contribuir, pois os trouxas já se foram!
4. Destarte, não foi a conduta dos ativos neste 2016 que nos livraram das "contribuições extras", senão, exclusivamente a venda da participação na CPFL em setembro, que rendeu 7,5 bilhões de reais. Deste valor foram cobertos os 2,9 bilhões do excedente do rombo. Era isso.



24 comentários:

Blog do Ed disse...

Eu também acho que há algo de errado nessa política de previdência complementar. Tento, de todas as formas, entender. Tenho meus palpites. Mas, entre o que se comprometeram comigo, sob a cláusula da boa fé, e o que hoje, às vésperas da morte, recebo, eu me sinto SUBTRAÍDO. A distância da minha aposentadoria para a do posto em que me aposentei é simplesmente infinita... Acho todo esse discurso lindo... Mas, na prática, não me convence, muito menos me tranquiliza... Acho também que estou sustentando injustamente um grupo, talvez mítico, de futuros privilegiados... Sei não... estarei ou não diante de um tremendo fracasso social... construído paulatinamente... pedra sobre pedra... sei lá... pelo DESTINO ou por competentíssimos técnicos coarctados pelas inelutáveis leis do mercado?.. Pikety afirma que são leis da vontade política dos governos... ou do povo... da sociedade... ou do grupelho que manda... Sabe-se lá... Governos do Brasil... dos Estados Unidos... da Rússia... da China... Tudo tão hermético... Agora, o mote político é transparência... Mas, não vejo a PLENA transparência constitucional. Explicações existem... Tudo na conformidade com as leis... até constitucionais... Tudo isso é terrível... Em que tremenda construção ou armadilha me acho preso... Isso é a angústia existencial de Heidegger... ou o naufrágio de Karl Jaspers...
Edgardo Amorim Rego














e



























Anônimo disse...

E os outros 11 bilhões do rombo de 2015 vão continuar...não conseguiram cobrir neste ano.

rafa disse...

Mestre Edgar! Essa é a angústia que assola a todos nós! Mesmo até quando na ativa, poucos anos atrás, não sentia e não tinha nenhum "medo" do futuro ... Acreditava quase que cegamente que ESTAVA TUDO CERTO na minha vida quando fiz a opção de sair da profissão de escrevente do Fórum e entrar, sob todos os aplausos familiares e sociais, para o glorioso BB. "Lá é ótimo, além do salário e carreira ( cheguei até a gerente geral de ag nível 2 no estado de SP ), tem plano de assistência médica e complemento de aposentaria incomparáveis no Brasil " ... etc. Agora, já quase sexagenário e sem a vitalidade e energia que deixei para o BB por 32 anos de trabalho, sem nenhuma falta ou processo administrativo, fico totalmente à mercê da "mão invisível do mercado" ... Em 2010 aplaudimos de pé o então presidente pela compra da Nossa Caixa : " demos um chute na canela de muitos e passamos o Itaú para trás" ... Ledo engano: agora o Banco Itaú É O DONO DO GOVERNO!!!

Anônimo disse...

Pelo balanço, as ações do setor elétrico estão entre as que mais tiveram rentabilidade.
Daí por que vender justamente a CPFL ? Que distribuía polpudos rendimentos. Tento explicar, na minha ótica de SUBTRAIDO, como diz o senhor Edgardo.
A Previ, como explicou anteriormente, precisava de "caixa" para desembolso com o pagamento de aposentadorias. Tá bom !
Agora a venda foi para cobrir pequena parte do rombo. Paralelamente LIVROU o patrocinaDOR do desembolso de sua obrigação na cobertura do equacionamento. O Banco está se enxugando e já fala em se desfazer de sua participação na NEOENERGIA e na Kepler Weber.
Outra opção, talvez: a CPFL tinha na composição acionária também a Camargo Correa construtora que se dispôs a vender sua parte ao grupo CHINES. Os outros sócios ou cobriam ou também vendiam.
Quanto ao dito pelo representante da Previ, a fala guarda similaridade com o que sempre costumam explicar. Ações seguras, longo prazo... bah!!!
Prepotencia, transparência insuficiente e uma ajudazinha da Bolsa.
Elogios teriam , se tivessem vendido COSTA DO SAUIPE.

Anônimo disse...


Fiquei com uma dúvida no caso CPFL.

Lembrei-me do Denzel Washington em um filme que ele policial sempre
afirmava: " Me explique como se eu tivesse 6 anos"

Neste caso, venda da CPFL, não foi uma troca de ativos?
Gostaria,se possível,de um detalhamento.
Obrigado.

Anônimo disse...

colegas,


Depois do escrito pelo Edgardo, não há mais o que comentar.

A única coisa que acrescentaria, de minha lavra, é que essa Previ deveria ser AUDITADA URGENTEMENTE, PAPEL POR PAPEL, NOTA POR NOTA, ATO POR ATO, CONTA POR CONTA NA MAIOR PROPORÇÃO ANALÍTICA POSSÍVEL.

Tenho, também, a certeza de que isto teria efeito se fosse executado pelo Ministério Público Federal, Pela Polícia Federal e pelo Juizado Federal de Curitiba, pois há tempos se disse que na Previ se construíram dossiês para incriminar adversários políticos, a peso de imensos valores de recompensa.

TRANSPARENCIA JÁ!

Desculpa a intromissão caro Amigo Edgardo.





Anônimo disse...

Venderam um ativo do novo mercado, com longo horizonte de rentabilidade.
https://app.tororadar.com.br/empresa/CPFE3/?utm_campaign=232389708&utm_term=9249428028&utm_source=%2Bacoes%20%2Bcpfl&utm_medium=cpc
A CPFL Energia é uma holding que atua em toda cadeia do mercado de energia elétrica, distribuindo, gerando e comercializando energia . A empresa é o maior player privado do setor elétrico brasileiro e tem 100 anos de história.
https://www.cpfl.com.br/releases/Paginas/cpfl-brasil-leva-rede-pontes-para-o-mercado-livre-de-energia.aspx
A CPFL Energia tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa ...

Parabéns patrocinador, outro presentão de natal - BET 7,5 bi, isenção de contribuições extras e outros.

Cade Araujo disse...

Bem! Palavras adequadas para explicar a venda de um ativo. Um texto feito sob encomenda.
Política robusta incluiria ações administrativa de redução de custos da máquina, por exemplo. Um fundo de pensão tem que ter foco no longo prazo sem comprometer o curto prazo. Afinal! O desafio é manter o fluxo de caixa e a qualidade de vida dos associados enquanto estes estiverem vivos. Todos nós na época própria contribuímos com sangue, suor e lágrimas para manter o fundo. O dia de hoje é um presente, fruto das decisões que tomamos no passado visando o dia do amanhã.
É agradável saber que não teremos nossos benefícios reduzidos devidos a uma equalização de déficit do passado. Mas, nunca devemos esquecer que a meta do nosso fundo é manter o bem estar do associado hoje.
Portanto, é oportuno lembrar aos senhores administradores do nosso fundo que revejam a política de concessão do ES (ativo muito rentável e com risco financeiro próximo de zero, para que muitos de nós possamos regularizar pendências financeiras diárias, frutos de nossas carências financeiras mensais. Haja vista que nossos benefícios são carcomidos pela conjuntura econômica.
Finalizo, agradecendo a ti Ari, por tua luta em prol da nossa causa, e desejo um feliz 2017, repleto de saúde, paz, alegria.
Cadé

Anônimo disse...

..........................A BÚSSOLA................................

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Quando leio o Sr. Edgardo tenho plena convicção que não existe nenhuma "teoria da conspiração" criada por um grupo de perdulários que gostariam de receber aposentadoria de diretor tendo trabalhado como Caixa Executivo.

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Não perceberam que não há mais condições de tapar o sol com um peneira comprada numa loja de R$ 1,99.

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Algo precisa ser feito com urgência. De minha parte só tenho a contribuir com os "meus instintos mais primitivos".

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Para piorar nossas associações não decidiram a qual senhor querem servir. Basta ver a recente visita feita pelo presidente do guloso a maior delas

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Fazer grandes coisas é difícil; mas comandar grandes coisas é ainda mais difícil.
Friedrich Nietzsche

Supostamente há falta de capacidade ou honestidade

Não vos aconselho o trabalho, mas a luta. Não vos aconselho a paz, mas a vitória! Seja o vosso trabalho uma luta! Seja a vossa paz uma vitória!
Friedrich Nietzsche

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As pessoas só percebem que são ricas, quando descobrem que o que delas é tirado tornam outras milionárias
Friedrich Nietzsche

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Se alguém tiver acesso a Juiz Moro favor relatar o que está escancarado e tentam camuflar deliberadamente

sivani silveira-SLagoas-mg disse...



MESTRE EDGARDO, SENHOR AINDA NÃO ENTENDEU ,NEM EU !!!

Mestre Edgardo,obrigado pela sinceridade de sua postagem,pois
tenho vivido últimamente sob uma pressão enorme,mas não tinha co-
ragem de dizer que não entendia a PREVI não emprestar aos
donos do fundo que dão o sangue como garantia,perdão, o salário
e preferem beneficiar a SETEBRASIL e outras do gênero .0utra coi-
sa, quem tem mais de 100.000 clientes que recebem no banco paga-
dor, qual a razão de não criar uma linha de crédito para pagamen-
to parcial quando do 13° e quando houver correção salarial e es-
taria disputando o mercado da Cooperforte que nada de braçada
nO mercado onde a PREVI é dona mas não domina e permanece deitada
em berço esplêndido.Não acho que há risco,pois a Cooperforte opera
com milhares de colegas,a exemplo da FHE e outras entidades,além
de agiotas.

Anônimo disse...

PREVI – Resultados de Novembro/2016
A PREVI divulgou em 26.12.2016 e sem muito alarde o resultado de Novembro/2016.
Em função do fraco desempenho dos investimentos em Renda Variável em Novembro, o resultado do Plano de Benefícios 1 foi deficitário em R$ 2,802 bilhões.
Com isso o déficit técnico acumulado aumentou para R$ 12,158 bilhões, correspondendo a uma insuficiência de recursos de 9,2% nos ativos líquidos do Plano de Benefícios 1.
Graças a uma conjuntura muito favorável no ano de 2016, com aumento expressivo das cotações na BOVESPA, desempenho também muito positivo na Renda Fixa, venda dos ativos da CPFL e redução expressiva do INPC, notadamente no período de setembro a novembro, o resultado de 2016 continua superavitário em R$ 3,979 bilhões, o que eliminou a possibilidade de haver equacionamento de déficit no próximo ano.
Destaque-se que os resultados das empresas avaliadas pelo critério de valor econômico, como Vale, Neoenergia e Invepar, ainda não foram incluídos nesse resultado, o que poderá ainda impactar de forma muito positiva e expressiva os números finais de 2016.
Porém, os riscos decorrentes da concentração de investimentos em renda variável permanecem muito elevados e não há garantias de que esse desempenho será sustentável no futuro.
O Plano Previ Futuro apresentou déficit de R$ 8,787 milhões, sendo que o acumulado do ano está superavitário em R$ 112,341 milhões.
Como os riscos dos investimentos permanecem muito elevados, há falta de austeridade nos gastos administrativos, falta transparência nas decisões e as demandas dos associados não serem consideradas como deveriam, estamos trabalhando intensamente pela Petição PREVI: ABUSOS NA GESTÃO DOS NOSSOS RECURSOS.
Essa Petição é um processo de construção coletiva com os associados. Participe, assine a Petição, confirme a assinatura através de email, compartilhe com os nossos amigos e colegas do BB, através do Facebook, Whats, email, etc, etc.

Blog do Ed disse...

Caro amigo das 10:54
O estilo GRITA a pessoa. O amigo é um cidadão nobre. A sua manifestação engrandece o que expressei, que é simplesmente uma dor imensa do tamanho de minha decepção. Nada, pois, a desculpar e, sim, a agradecer. O filme dos últimos anos de aposentado é um fluxo de cenas tais de obter vantagens, no mundo bancário e brasileiro, a que nunca assisti nos mues tempos de atividade.
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Parabéns ao anônimo das 10:54!
Porém, seria necessário existir união entre todos os associados do plano 1.É lamentável deixarmos o Professor Ari, lutar e se expor sozinho.
Só conseguiremos alguma conquista se unirmos.
Pressão, abaixo assinados, coragem e determinação, seria algumas das atitudes que a maioria deveria pensar em ter ou realizar.
Líder já temos.

Anônimo disse...

Esqueci de fazer o login
cmarciasantana@gmail.com

Anônimo disse...

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/senadores-do-pmdb-andam-com-o-sinal-de-alerta-ligado/

Os senadores Edison Lobão (PMDB) e João Alberto Souza (PMDB) estão apreensivos. Tudo isso porque o terceiro da chapa maranhense, ROBERTO ROCHA (PSB),...
Rocha, licenciado para tratar de questões pessoais...

Matéria comum, não fosse o afastamento do senador citado para tratar de questões pessoais. Até aí, tudo bem ainda. Entretanto, um pequeno detalhe: se o suplente do senador afastado por motivos de ordem pessoal ficar 180 dias no cargo, conquistará todas as regalias do titular, tais como: aposentadoria, assistência odontológica e plano de saúde vitalício, pensão para filhos e esposa, etc. É por isso que urgem reformas na Previdência Social para equacionar a conta, é óbvio.

Anônimo disse...

Plano 1 gastou de R$ 12 a 13 bilhões por ano para pagar seus beneficios.

Tem que vender uma grande participação a cada ano, senão falta dinheiro em caixa

Em 2015 vendeu a USIMINAS, agora em 2016 vendeu a CPFL por R$ 7,5 bilhões, Com certeza em 2017 terão que vender ativos de valor superior a R$ 5 bilhões, senão o caixa não fecha....

Chegou a época de VENDER, chega de comprar. Agora é que saberemos o real valor ou prejuizo das "coisas compradas".

Fundo Equityy, Sete Brasil, Sauipe, é tudo MICO, não valem NADA e Ninguém comprará....

Zé Luiz Castro disse...

Meus caros,
É evidente que as necessidades e ideais dessa turma que comanda a Previ (indicados pelo BB e eleitos) são totalmente diferentes das nossas. É só observar a prepotência e arrogância desses "colegas" que legislam em causa própria e sempre na surdina. Até parece sindicato.
Castrojl

WILSON LUIZ disse...


AINDA SOBRE A VENDA DAS AÇÕES DA CPFL

Transcrevo postagem de colega, feita na matéria anterior:

“A hora de vender ações é sempre quando as mesmas estão no maior patamar e não quando lucramos alguns caraminguás”.

Esta é a fórmula infalível para se perder dinheiro, no mercado de ações. Como saber o “maior patamar”? É aí que os investidores sem experiência se ferram, a ganância lhe sussurra ao ouvido “não venda agora, vai subir mais”. Como uma hora para de subir, e começa a cair, aí ele não vende porque quer recuperar o “lucro” que deixou escapar. Os profissionais, geralmente, não vendem no”maior patamar”, vendem após conseguirem um “lucro razoável”. Eventualmente, aplico em ações, sempre que esperava o”maior patamar”, quase sempre perdia dinheiro, agora, quando atinjo uma rentabilidade razoável, superior à renda fixa, pulo fora.

Ainda considero a venda das ações da CPFL um negócio muito bom. Ela aconteceu no rastro da aquisição que a empresa chinesa efetuou do lote em poder da Camargo Correa; um diretor que, surpreendentemente, não estava fazendo palavras-cruzadas, resolveu ver como ficaria a posição da PREVI face àquela transação. Descobriu que a empresa chinesa seria obrigada a comprar a participação da PREVI, se ela quisesse vender, pelo mesmo valor por ação pago à Camargo Correa. Pelo que andei lendo, tal valor foi 25% superior ao valor cotado na BOVESPA, naquele dia. Se não vendesse, e a empresa chinesa conseguisse 50% das ações mais uma, comprando de outros acionistas, a PREVI não teria mais qualquer influência na administração da CPFL.

Concordo que as ações do setor elétrico tiveram excelente valorização, este ano, mas é apenas uma recuperação parcial do baixíssimo valor que atingiram, dois andares abaixo do fundo do poço do mercado de ações, devido à desastrosa política da presidenta Dilma, com a contenção das tarifas.

Discordo de quem afirmou que a CPFL pagava polpudos dividendos, o setor elétrico ainda está em uma situação muito difícil, com alto endividamento.

Agora, rio bastante quando colegas inventam “teoria da conspiração”, que a venda da CPFL é maracutaia para o Banco do Brasil não precisar contribuir para regularização do déficit. Acordem, se o Banco. Acordem, se o Banco contribuir para equacionar déficit, teremos que pagar na mesma proporção.

Anônimo disse...

Detalhes da venda da CPFL e de demais ações que a Previ detinha estão no site da própria PREVI em "noticias e publicações " data de 23/09/2016.
É para fazer caixa, é a busca por liquidez dado o crescimento de despesas com o pagamento de aposentadorias e pensões.
As ações de desinvestimento vão continuar. Já tinham vendido a Linea Amarilla Parc Rimac.
Como o fundo está maduro, finito,só não dá para entender o investimento via Invepar no Gru Airport.

Anônimo disse...

Preocupante é essa névoa de legalidade nas medidas impostas. Da mesma maneira a falsa impressão de representatividade com eleitos amarrados e amordaçados.
o PLP 268 é tão importante que foi capaz de mobilizar os lobos na pele de cordeiro.
Deve ser a cura



PLP 268 JÁ !!!!

Anônimo disse...

sivani silveira-SLagoas-mg disse...

Professor Ari,

Aí tem treta nessa fábrica de queijos. Não bastasse o Divany das 7 X 1 Lagoas, agora temos o Sivani das 7 X 1 Lagoas (13:44)
Seriam parentes? Vai faltar queijo na praça...

Aristophanes disse...

Prezado Edgard, Ari e demais colegas.
O tamanho da angústia é diretamente proporcional à sabedoria da longevidade, por isso causa sofrimento e indignação crescentes.
O binômio BB+Previ(Plano1) é monolítico, e na confrontação com os objetivos ideais de uma EFPC(Entidade Fechada de Previdência Complementar) prevalecem os objetivos privados da corporação, sob o beneplácito das linhas mestras governamentais. Nosso modelo, conquanto solidário na concepção, é, na prática, estruturalmente desonesto, injusto e, necessariamente, mentiroso. Mormente, na singular simbiose BB+Previ, vez que o patrocinador(banco) pedala, por manobras e expedientes administrativo-financeiros, os avantajados recursos de sua coligada(!), supostamente pertencentes aos milhares de assistidos.
È um caso singular de estudo essa relação incestuosa entre BB e Previ, que beneficia o macho, submete a fêmea a seu mando e mantem sob ração as crias atuariais, a caminho do matadouro. Há uma lógica perversa dos jovens mandantes, enquanto na ativa, mesmo sabendo que, depois, serão somente assistidos. Daí a auto prevenção amoral de benefícios, com tetos especiais e privilegiados.
Estamos vivendo, como diria o Galbraith, “uma era de incerteza”, entretanto – como eterno otimista – alimento a esperança de que os jatos d´agua purificadores, as novas legislações saneadoras em discussão(PLP 268) e, até, a chegada de 18.000 ex-ativos, agora, assistidos, tragam uma mudança benfazeja. Não, para nos transformar em marajás, mas para gozarmos de um ambiente de efetiva transparência e de retribuição condigna de benefícios e produtos, conforme os ideais de uma EFPC. São as minhas esperanças, para 2017. Aristophanes

Anônimo disse...

Polpudos rendimentos. Palavras da PREVI
De 2004 a 2014 a CPFL energia repassou à PREVI R$ 3,58 bilhões em dividendos.
Em 2015 mais elogios ao investimento.
O equacionamento de parte do déficit cabe aos "sócios" na Previ: O patrocinador e os participantes , nisso não há nenhuma dúvida.
A verdade é que nenhum dos dois lados gostaria de contribuição extra, ainda mais em época de vacas magras.

Anônimo disse...

Caro Wilson Luiz,

Concordo em parte, mas falei em bola de cristal, alguns tem a dita em casa, ou na cabeça.
Respeito seu pensamento.
Pense que se quando atingiu perto dos 70.000 pontos deveriam ter equalizado e convertido em LT e não aumentado a exposição em bolsa.
Cada qual com seu pensamento.
Agradeço as referencias e o tenho em alta consideração.

Estou de pleno acordo com o estimado e sábio Aristophanes.