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sábado, 12 de novembro de 2016

EFEITO TRUMP DEVASTADOR

     Não se sabe até quando seguirá a derrubada da bolsa brasileira; saímos de uma situação tranquila, de crescimento do índice da Bovespa, que havia ultrapassado a marca dos 64.000 pontos; para uma perda de três dias consecutivos que já recua mais de 4.000 pontos: Hoje a cotação do Ibovespa foi de -3,30% com 59.184 pontos.
     Se continuar assim, como já venho afirmando há algum tempo, de pouco ou nada adiantarão ao nosso fundo os "talentos" cedidos a peso de ouro pelo patrocinador. Vamos todos amargar mais um déficit em 31.12.2016. Repito: Se continuar nessa marcha a ré por muito tempo. É uma pena que o desempenho do 3º trimestre/16, tão festejado pelo sr. Gueitiro Genso, possa ser engolido por este último trimestre do ano.
      Contudo, resta provado que o desempenho de nosso nosso fundo está atrelado ao bom desempenho de nossa economia, do portfólio de empresas em que somos acionistas, das participadas e principalmente do corte significativo de nossas despesas no fundo. Já analisei que a PREVI funciona na prática como uma extensão do patrocinador que visa ao lucro, quer queiram quer não. Precisamos urgente de um choque de consciência para percebermos que mudar é preciso, senão vital para o ciclo de vida do Plano Um. Temos que mudar a mentalidade do fundo e entrar para o regime de um fundo de pensão. Hoje a nossa poupança está sendo usada para engordar os interesses maléficos do nosso "sócio" patrocinador. Se não houver mudança de rumo, conversão, foco na finalidade do fundo poderemos chegar quase ao estágio do Aerus. Se não temos na PREVI a devastação que houve na PETROS, FUNCEF e POSTALIS, via corrupção deslavada; temos a mão pesada do patrocinador, apoiado por hostes governamentais.
      A boa notícia é que o dólar se valoriza frente ao real. Bom para a Cia Vale que exporta e tem na moeda americana sua fonte de elevação. É na Vale do Rio Doce que nosso fundo tem mais participação.
EXIT (SAÍDA) DOS ESTADOS UNIDOS, COMPARANDO COM O BRITAIN EXIT (BREXIT) SAÍDA DA GRÃ-BRETANHA DA UNIÃO EUROPEIA.

26 comentários:

Anônimo disse...

Com Trump presidente de lá e Bolsonaro de cá, existe a possibilidade de juntar os eixos para enDIREITAr.
O partido do sapo me ensinou que esse negocio de socialismo, comunismo, é colocar a maioria na maior M...., e uns poucos vivendo nababescamente. É aquela história de Direito dos Manos.
Anos atrás se dizer anti esquerda era assinar atestado de incauto. Hoje se transformou em Atestado de Bons Antecedentes

Anônimo disse...

Em outubro, a liquidação de ações judiciais impetradas pela ANABB garantiu para 289 associados o valor de R$ 6.022.962.55 (seis milhões, vinte e dois mil, novecentos e sessenta e dois reais e cinquenta e cinco centavos). Pergunto: alguém conhece algum sortudo?

Anônimo disse...

Cabeça de bacalhau, enterro de anão, ex boiola, perna de coba, beneficiário de ação da "mardita" ...

Anônimo disse...


O Maduro tá frito com o Tramp. Se com Obama já era ruim pra Venezuela, imaginem como vai ficar agora!

Anônimo disse...

Comissão de Empresa e entidades negociaram acordo da Cassi

A partir de 11 de novembro os associados ativos e aposentados participam de Consulta ao Corpo Social para votar o acordo negociado com o Banco do Brasil pelas entidades representativas dos associados – Contraf-CUT, Anabb, AAFBB e FAABB.
O acordo garante aporte de R$ 40 milhões mensais à Cassi até dezembro de 2019. Os associados ativos e aposentados recolherão R$ 17 milhões, por meio de contribuição extraordinária de 1% sobre o salário ou aposentadoria, até dezembro de 2019. Durante o mesmo período o BB aportará R$ 23 milhões mensais, reajustados anualmente, para reembolsar despesas com programas e unidades próprias da Cassi, obrigação que será prevista em contrato a ser celebrado entre a Cassi e o banco.
Será implantado Comitê de Auditoria e será feita a revisão de processos com auxílio de Consultoria contratada com recursos do banco, para melhorar os serviços de saúde, agilizar o atendimento e racionalizar despesas visando equacionar o déficit estrutural da Cassi.
O acordo preserva todos os direitos dos associados, programas de saúde como fornecimento de remédios e atendimento domiciliar a doentes crônicos e garante a sustentabilidade da Cassi. A solução foi construída em dois anos de negociação. As entidades do funcionalismo rechaçaram a proposta inicial do banco, que jogava nas costas dos associados a cobertura do déficit e quebrava a solidariedade que sempre foi a maior força da Cassi. Depois de muita pressão o banco admitiu que precisa arcar com seus compromissos com a Cassi e fazer os aportes negociados.

Votação atropelada pode comprometer aprovação – A Contraf considera que é preciso mais tempo para debater e esclarecer a proposta junto aos associados, para que todos saibam que estão aprovando ao mesmo tempo a contribuição adicional e extraordinária de 1% e os aportes do banco. Até mesmo a pergunta feita na tela de votação não esclarece totalmente as duas partes da proposta. A falta de clareza pode comprometer a aprovação da proposta. Apesar de alertado, o banco não aceitou dar mais tempo para esclarecimentos.

Contraf defende aprovação porque Cassi precisa dos novos recursos para manter o Plano de Associados – Desde a última alteração estatutária em 2007 até 2015, as despesas cresceram mais que as receitas. As despesas obedecem às condições do mercado de saúde e as receitas, aos salários e aposentadorias. As despesas com o atendimento à saúde aumentaram muito mais que as receitas, conforme mostram as tabelas 1 e 2. O índice VCMH, que mede o aumento das despesas com consultas, exames, internação, terapias no Brasil, cresceu 203,8% no período, enquanto as despesas da Cassi cresceram bem menos, 147,6%, e as receitas de contribuições, 84,9%.
O acordo negociado reequilibra as contas da Cassi e garante a tranquilidade do associado e de sua família. A Contraf e a Comissão de Empresa apoiam a sua aprovação.


PROFESSOR ARI, POR FAVOR NOS ORIENTE. NÃO CONFIO ABSOLUTAMENTE EM NINGUÉM QUE PARTICIPOU DESSE MISTER.
POR ENQUANTO O MEU VOTO É NÃO ATÉ OUVIR A SUA OPINIÃO. SÓ CONFIO NA POSIÇÃO DA ANAPLAB ENQUANTO SUA PESSOA FIZER PARTE.

Ari Zanella disse...

Meu Caro das 11:14

Ainda vou conversar com os colegas do CONAD para assumirmos um posicionamento oficial da ANAPLAB. Mas já que você quer saber a minha opinião (pessoal) vou votar no NÃO. Não confio nestas entidades que estiveram à frente das negocições. Muito menos no BB que sempre quer nos pegar de surpresa. Lembra daquele "acordo" de 2010 em que as mesmas entidades de agora estiveram a nos (MAL) representar? Foram 7 bilhões e meio que "doamos" ao BB-Guloso.

Confesso que ainda não LI o acordo da CASSI mas já ouvi algo estilo alçapão no último parágrafo. De todo o modo devemos nos pronunciar em nosso sítio, possivelmente amanhã.
Agradeço a sua confiança.
Forte abraço.

Edmilson lopes de sousa disse...

Não está faltando dinheiro?

Brasil 12.11.16 10:53
Paulo Caffarelli se reúne hoje com a Sauber para negociar a renovação do patrocínio milionário do Banco do Brasil ao piloto Felipe Nars.

Coisa de 50 milhões de reais. É uma brincadeira.

O ANTAGONISTA AGORA TE

Anônimo disse...

Pelo que li nos memorandos de entendimentos e comentários de inúmeros colegas, parece que o melhor será dizer SIM.

Não temos outro caminho para solucionar os problemas de caixa de nossa CASSI.

De outro lado, porém, também não acredito naquelas entidades que firmaram ditos memorandos, exceto a CONTEC que julgo ser a mais expressiva de nossas representantes.

Anônimo disse...

Aposto a minha unha (aquele pedacinho que eu corto) que esse dinheiro do patrocínio da F1 sai do PB1, quem paga é a Previ.
Não tem aquela estória de fulano faz e ciclano leva a fama. Aplica-se.

E tenho dito.

Rubens disse...


Estou assustado, em saber do patrocínio do Banco do Brasil, ao piloto Felipe Nars, 50 milhões??? é muita grana não acham??? Pelo que diz o comentário do dia 12/11/16, às 15:01 hrs., do Edmilson Lopes. E de pensar que o Banco não pode ou não quer suspender as prestações do ES...

Tadeu Luis Valentim disse...

Acho que todos nós devemos votar "NÃO" neste acordo BB X CASSI. Não tem transparência nisto. O Banco do Brasil nunca joga para não levar vantagem. Eles colocam os "comprados" para fazer a apologia do "medo". Não existe honestidade nisto. Quem discutiu este acordo não nos representa efetivamente. EU VOTO "NÃO".

Anônimo disse...

Caro Professor Ari,

Contudo, resta provado que o desempenho de nosso fundo está atrelado ao bom desempenho de nossa economia, do portfólio de empresas em que somos acionistas, das participadas...

- A Bolsa é um ambiente enclausurado longe do resto da economia...

Trader anônimo

Anônimo disse...

Não se sabe até quando seguirá a derrubada da bolsa brasileira; saímos de uma situação tranqüila, de crescimento do índice da Bovespa, que havia ultrapassado a marca dos 64.000 pontos; para uma perda de três dias consecutivos que já recua mais de 4.000 pontos: Hoje a cotação do Ibovespa foi de -3,30% com 59.184 pontos.

- O ÚNICO objetivo da Bolsa brasileira hodierna é transferência de renda entre seus participantes. Entretanto, como os preços das ações estão nada baratinhos quer nos parecer que os movimentos em direção ao sul devem prevalecer...

Trader anônimo

Anônimo disse...

É só chegar a época de reajustar nossos proventos (ou pró-ventos) e a inflação cai, a bolsa despenca...
Não bastasse, vem aumento a contribuição para a Cassi...

Edmilson lopes de sousa disse...

Pit stop

Brasil 12.11.16 16:18
O Antagonista foi informado de que Paulo Caffarelli não vai se reunir com a diretoria da Sauber e que dificilmente renovará o patrocínio de Felipe Nasr.

O contrato vence no final do ano, portanto, não há multa rescisória.

Segundo uma fonte, o BB só toparia continuar se houvesse a entrada de novos patrocinadores, com consequente redução da cota do banco.Parece que o BB voltou atrás .edmílson em Januária mg.

Anônimo disse...

Sobre a CASSI não adianta ficar aqui dizendo SIM ou NÃO, pois a grande maioria continua com a bunda no sofá e quem decide é o pessoal que usa o SISBB...

Anônimo disse...


Estou arrepiado só de pensar no risco que corremos novamente com a Cassi. Como diz o prof. Ari, em 2010 essas mesmas entidades fizeram a maior palhaçada do século ao assinar um acordo que nunca foi cumprido. O BB prometeu que em 90 dias voltaria a negociar outras melhorias para nós, só que depois de quase 6 anos isso nunca aconteceu e o banco nem foi cobrado pelos inteligentes negociadores.

Anônimo disse...

Emérito Professor ZANELLA:


Por favor, o Mestre saberia ou poderia explicar essa "necessidade" dos Aposentados votarem "exclusivamente" nos Terminais de Autoatendimento do BB (TAAs)? Muito obrigado.

Anônimo disse...

Pessoal,

Ja que foram empurradas de goela a baixo, sem nos consultar, tenho uma condição para concordar com essa marmota que estão propondo, seria suspender as contribuições que voltaram a ser descontadas nos nossos benefícios.

Abraço

Anônimo disse...

É muito comum se pedir atitude do associado da CASSI, a pergunta: A que nos cabe? Eu diria, informação é o mais importante, acompanho os blogs e eu diria que estão todos no "ar" tenho receio das frases de "rodapé" embutidos em parágrafos e alíneas, cujos efeitos devastadores pegam a todos de surpresa, o BB não é confiável, todos sabem disso, prometem uma devassa posterior ao acordo para auditar a sua própria administração, todos nós sabemos que a despesa supera a receita no correr do tempo, aporte é preciso, mas, e a má gestão? E o ralo? 1% a mais não preocupa, o que preocupa é o diâmetro do "buraco", só com auditoria independente.

Ari Zanella disse...

Caro Anônimo das 09:13

Pois é. Preparam tudo de acordo com seus interesses. Os da ativa (a maioria) vota confortavelmente pelo SISBB. Nós aposentados sequer podemos fazer uso do Internet Banking ou no próprio sítio da CASSI.

Perceberam a sutileza das armações?

Já que vamos perder de qualquer jeito, MEU VOTO É NÃO! (Até como protesto do jeito unilateral como fazem acontecer).

E por que na PREVI não há consulta ao corpo social???!!!!

José Roberto Eiras Henriques disse...

Ari,
Não concordo da maneira como você decidiu seu voto, mas respeito sua opinião.
Se prevalecer o voto não e o acordo não for aprovado, teremos que arcar as consequências que advirão de nossa decisão assumindo-as sem lamentações ou ficar buscando culpados, pois o que está em jogo é a nossa assistência médica e de nossos familiares.
A CASSI não vai quebrar, mas pode restringir sua assistência aos usuários com redução de serviços e procedimentos, dentre os quais destaco:
1. Passará a cobrir apenas os procedimentos obrigatórios preconizados pela ANS;
2. Vários programas complementares de assistência médica por ela disponibilizados aos participantes serão desativados entre eles o PAF;
3. Sem recursos financeiros para cumprir suas obrigações junto aos prestadores de serviços médicos, haverá rescisão de credenciamento generalizada de hospitais, clínicas médicos, etc., inviabilizando o plano;
4. Nas internações, se ainda houver hospitais credenciados, não tereremos mais apartamento individual, seremos acomodados em quartos coletivos(enfermarias).
Em matéria de assistência médica estamos habituados a, vamos dizer assim, consumir filé mignon e será muito difícil ter que roer ossos.
Esse acordo pode não trazer uma solução definitiva para a CASSI,apenas a retira da UTI em que se encontra, possibilitando oportunidade de busca de soluções para seu saneamento financeiro, permitindo que continue prestando assistência médica de qualidade aos participantes do plano de associados e a seus familiares.
Meu voto é pela aprovação do acordo.

Ari Zanella disse...

Prezado José Roberto,

Concordo com suas razões pelo voto SIM. Acho que votaria no SIM, sem problemas. Mas vou dar-lhe algumas CONTRA-ARGUMENTAÇÕES:

1. Num plebiscito deve-se dar AS MESMAS CONDIÇÕES de votação para TODOS. Tal não acontece agora. O pessoal da ativa estão no conforto do computador em seus locais de trabalho (SISBB). Já os aposentados (velhinhos...) PRECISAM, para votar, DESLOCAR-SE ATÉ AS AGÊNCIAS.

2. Os aposentados tradicionalmente NÃO VOTAM. O agravante hoje é o TAA. Por que não disponibilizar o site da CASSI, comum a TODOS?

3. Os "NOSSOS NEGOCIADORES" (ANABB, FAABB, AAFBB E CONTRAF-CUT) aliás, sempre "ESCOLHIDOS" PELO BB, foram OS MESMOS que assinaram aquele MEMORANDO DE ENTENDIMENTO de 2010 no qual "DOARAM" 7,5 BILHÕES AO PATROCINADOR. Não dá para acreditar em gente assim, né?

4. Do jeito que a consulta foi montada pelo BB, não há a MÍNIMA CHANCE do voto NÃO ganhar. Portanto, fique tranquilo, o BB GANHA SEMPRE! Não foi por acaso que o ZECA ganhou a última eleição tampão no Planejamento da PREVI.

5. Quando na vida laboral, as adesões para PREVI e para a CASSI foram OBRIGATÓRIAS, COMPULSÓRIAS. Portanto, concederam os benefícios de AMBOS porque quiseram (em cláusulas pétreas). Agora aguentem até o fim!

6. Mesmo assim, você que ainda não se libertou do antigo patrão, pode ficar na mais absoluta tranquilidade: o seu SIM vai ganhar!

Anônimo disse...

Acho o "SIM" perigoso. Parece que o BB não se comprometeu em NADA, pode suspender suas contribuições a qualquer momento até 2019, reduziu - unilateralmente - a paridade de 1/1,5 para 1/1,35 e, AINDA POR CIMA, colocou a votação no TAA, confiando na habitual "inércia" dos velhinhos trambiqueiros..rs. Tudo bem.
Mas, numa quase impossível hipótese: Se o NÃO ganhasse, o que aconteceria , NESTE MOMENTO? A Cassi quebraria de vez? O já quase inexistente atendimento em consultas médicas seria suspenso? Internações e cirurgias(que, na minha opinião, ainda funcionam muito bem)? Exames laboratoriais: PAF = que, pra mim, FUNCIONA?
Gostaria dos esclarecimentos de quem REALMENTE ENTENDA da situação, na defesa do SIM e do NÃO!
Eu dependo, e MUITO, da Cassi. E preciso votar corretamente, até para não me sentir culpado futuramente.

Nascimento.

Anônimo disse...

14/11/16 09:43

Não estou aqui querendo defender a posição do patrocinador, mas parece que a redução gradativa de aporte de recursos do patrocinador nos planos PREVI e CASSI, equiparando sua contribuição à dos participantes, decorreria de determinação legal.

Infelizmente não consegui localizar a legislação pertinente, mas acredito que seja do tempo de FHC, à época da edição das LCs 108 e 109/2001.

O objetivo seria atingir o 1x1.

Claudio Roberto disse...

Relativamente ao assunto CASSI faço
alguns comentários que julgo pertinentes:
1-Quando qualquer empresa/entidade/pessoa física, etc., tem receitas continuamente menores que as despesas estamos diante de uma falência, quebra e/ou da inviabilidade do negócio/atividade;
2-Sou do tempo em que a CASSI era parte do setor de funcionalismo em cada agência/departamento. Seguiam-se religiosamente os parâmetros da TGA. Desnecessário dizer que o atendimento e os auxílios eram muito, mas muito melhores, maiores e descomplicados. Longe de qualquer influência política interna ou externa, o funcionamento era ágil, eficiente, junto do associado que necessitasse assistência. Administrada dentro das dependências do empregador não havia despesas de pessoal, despesas de aluguel e todas as outras despesas/investimentos hoje existentes na estrutura que foi sendo paulatinamente criada. Tudo isso porque o empregador tinha interesse na saúde de seu maior patrimônio. Mas os tempos mudam, a medicina avança e as pessoas vivem mais tempo dando despesa e a Babel formada parece que não se sustenta.
3-Meu voto não é nem SIM, nem NÃO. Se o sistema está falido não será uma contribuição paliativa de ambas as partes destinada a postergar o trágico desfecho para mais adiante/próxima administração/próximo governo, deixando tudo como está. É preciso enfrentar o problema de frente, mudando tudo eu disse TUDO que não se comporta no binômio receitas e despesas equilibradas. E digo mais, entendo que mudando TUDO não seriam necessários nem aportes e nem aumento de contribuições. Faça-se uma CASSI cujas despesas caibam nas Receitas. Simples assim.
4-Por outro lado gostaria de dizer que, quando se fica doente de verdade não é a CASSI, nem a seus médicos/médicas dedicados que se procura. Médicos renomados custarão muito caro, o ressarcimento será ridículo mas será, talvez, a tábua de salvação da valiosa vida.Todos associados sabem disso.

5-Portanto, de alguma forma, a mudança a que me refiro já iniciou seu curso. Aumento de contribuição nada modificará no que concerne à saúde e, pasmadamente, nem equilibrará receitas e despesas, servirá para prolongar a duração da pesada estrutura deficitária. Na minha opinião, com aumento das contribuições e aporte do patrocinador, mantido o status quo, a deterioração do sistema continuará crescendo, como se constata olhando para o passado para reconhecer o futuro. É a triste realidade.
Claudio Roberto Chiele