BANNER

Acesse aqui!
atendimento@anaplab.com.br
Joinville/SC: (47) 3026-3937
S.J. Pinhais/PR: (41) 3035-2095

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

O CORPORATIVISMO DENTRO DO NOSSO FUNDO

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "APOIO AO ABAIXO-ASSINADO DA MARISA NO CHANGE.ORG":

Sr Ari, 



Os nossos funcionários, os funcis dA PREVI, paralisaram por 24 horas, muito justamente, por sinal, em defesa de uma sua colega (deles) que seria devolvida ao quadro do Banco, no Banco, por uma Diretoria, por sinal eleita.Claro que têm razão, pois, um razoável contingente, dos funcis da Previ, tem essa situação de emprestados à Previ, para exercerem a função compartilhada com os nativos, visando uma gestão favorável ao "Patrocinador", atuação em que se juntam aos oportunistas de plantão.Eles não são burros e se apoiam uns nos outros visando o seu bem está comum. Já disse anteriormente e repito, nunca vi os funcis da Previ reclamarem de salário ou fazerem greve para conseguir aumento. Os Sindicatos tão indiferentes à causa dos aposentados foram céleres e solícitos no apoio aos seus infiltrados no nosso Fundo (que pensam que é deles e do Patrão). Podem não gostar dessa cantilena mas, indignação contra usurpação cinica e continuada, nunca é demais. Algum dia seremos ouvidos. 

Publicar
Excluir
Marcar como spam

     O comentário acima diz tudo o que é necessário saber sobre o corporativismo existente desde longo tempo na PREVI. As despesas administrativas tem crescido sistematicamente nos últimos anos e bem acima da inflação. Estas despesas são previamente autorizada pelo Conselho Deliberativo que as coloca no orçamento aprovado para o exercício seguinte. E quem as fiscaliza, obviamente, é o Conselho Fiscal. O problema é que tudo atende aos interesses do patrocinador, através do detestável "Contrato de Cessão." Nós associados, os mais interessados pela redução de gastos, nada decidimos. Somos meramente descartáveis.
         A diretora Cecília está fazendo o que deve ser feito. O que pode ser "devolvido" ao Banco que seja! Mas viram que a devolução de um só ao BB gerou uma "solidariedade" de 24h de paralisação da parte dos corporativistas?
      As despesas administrativas na PREVI custa por participante R$ 1.524,98 ou seja, como somos mais de 200 mil nos dois planos, temos um montante de mais de 350 milhões de reais. E nós somos obrigados a voltar a contribuir para ajudar neste custo monumental.
      É imperioso que se reduza drasticamente as despesas. O nosso fundo não carece de tanta estrutura para ser administrado. A metade já estaria de bom tamanho. No entanto, o fundo precisa manter o "status" de fundo rico e atender aos interesses maiores de seu patrocinador.
      A Associação que presido, a ANAPLAB, com cerca de 1.800 associados paga um salário mínimo ao escritório de contabilidade, outro salário ao web designer. Nossas maiores despesas são com o judiciário por mantermos dez ações judiciais em atividade. Mesmo assim, conseguimos em menos de quatro anos manter um saldo positivo nas aplicações de R$ 240.000,00. Nem isso sensibilizou o BB que já nos avisou sobre o cancelamento do contrato de débito em conta a partir de janeiro/2017. Seria retaliação ou inveja pela nossa boa administração?
      Um dia vamos administrar a PREVI. Então vamos demonstrar com quantos paus se faz uma canoa.
A PREVI ESTÁ MUITO INCHADA, DEVE RAPIDAMENTE TORNAR-SE MUITO MAIS ENXUTA, MAIS ÁGIL E MAIS EFICIENTE. DIAGNÓSTICO EFETUADO.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

APOIO AO ABAIXO-ASSINADO DA MARISA NO CHANGE.ORG

   A colega Marisa Moreira dos Santos, do Estado do Rio de Janeiro, iniciou um abaixo-assinado no CHANGE.ORG com o objetivo de pressionar a PREVI a suspender, a quem assim o desejar, a cobrança do ES por três meses. O título da petição é:

SUSPENSÃO DAS PARCELAS DO ES NOS MESES DE DEZEMBRO/2016 E JANEIRO/FEVEREIRO/2017.

   Você poderá assinar a respectiva petição, caso ainda não tenha feito, através do link aqui inserido. Para aderir clique AQUI.

      Quanto maior forem as adesões mais facilmente será obtido o objetivo colimado. Vá lá, vote, seja mais um. O abaixo-assinado já conta com 2.085 assinaturas. Vamos chegar nos 10.000? Apoie essa ideia, faça como a Marisa e a Santina Sbardella. A corrente circula também no Facebook. Avante pessoal! Vamos que vamos!!!

PEDIR É PRECISO, SE NÃO PEDIR FICA MAIS DIFÍCIL CONSEGUIR. PEÇA SEM CERIMÔNIAS.




ESTIVE NESTE SÁBADO EM BALNEÁRIO CAMBORIÚ(SC) NA CASA DE MEU IRMÃO MAIS NOVO (VALDIR LUÍS - FOTO DO MEIO) SABOREANDO UMA EXCELENTE FEIJOADA. NA FOTO ABAIXO, COM O VALDIR, A MARIA CARMEN E A IRMA (MAIS VELHA, 81 ANOS, DE RIO DO SUL). AUSENTE O IRMÃO EUCLIDES (MAIS VELHO AINDA VIVO) POR ENCONTRAR-SE ADOENTADO.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

PETIÇÃO SEMPRE REITERADA

    Depois de esclarecidas as entrelinhas da margem consignável, vamos insistir num velho pedido que tem se repetido nos últimos anos: A suspensão dos débitos do Empréstimo Simples nos meses de dezembro até fevereiro.
       Embora haja muitas opiniões contrárias - todas com toda a razão - minha inclinação é pelo deferimento do pedido. São muitos os colegas que devido à nova margem consignável não conseguirão renovar o empréstimo. Há casos de pagamento de mais de vinte parcelas e mesmo assim estão impedidos. Para estes casos a suspensão é a única alternativa de um alívio financeiro.
     Outro ponto a ser analisado é a má-vontade do nosso fundo em buscar uma solução definitiva para o ES. Já restou provado que a atual sistemática de cobrança de juros compostos já não atende aos anseios dos associados. Neste viés, até a dívida dos estados brasileiros para com a União, também usuária do sistema de juros compostos, está sob julgamento do STF. Mas a PREVI adora uma demanda judicial. Poderia antecipar-se e mudar o ES, por exemplo, pelo sistema SAC prefixado.
     Enquanto não chega uma solução para o caso, continuamos pedindo a suspensão periódica como lenitivo às agruras pelas quais passamos.
O BLOGUEIRO ANIVERSARIA AMANHÃ. SERÁ QUE VIRÁ O PRESENTE DA SUSPENSÃO DAS PARCELAS DO EMPRÉSTIMO SIMPLES?

terça-feira, 25 de outubro de 2016

ANÁLISE EMPÍRICA DAS NOTÍCIAS PREVI

24/10/2016

Em busca do equilíbrio do Plano 1

Saiba mais sobre o Plano de Equacionamento que está sendo elaborado pela PREVI


O Plano 1 da PREVI fechou 2015 com um déficit acumulado e precisa fazer um plano para equacionar R$ 2,9 bilhões. A legislação exige a aprovação desse plano até dezembro de 2016, como já foi explicado em matéria publicada em 28/9, sobre a regra de solvência estabelecida pela Resolução CNPC 22. Uma vez aprovado, o plano de equacionamento será implementado em até 60 dias, caso o resultado dos investimentos de 2016 não seja suficiente para compensar o limite de tolerância de déficit estabelecido pela lei.
Mesmo com o cenário difícil dos últimos anos, a carteira de investimento do Plano 1 não tem problemas estruturais. Por diversos exercícios, ela proporcionou rentabilidades muito acima das metas atuariais, o que prova que a estratégia de investimentos tem se mostrado acertada no longo prazo.
Leia a matéria completa neste LINK

     O que não falta à PREVI é precaução. Aliás, isso ela tem de sobra. Na prevenção acima eles continuam a bater na tecla do "plano de equacionamento", como se de fato fosse acontecer. Em reunião no mês de agosto na AABB de Balneário Camboriú(SC), o atual diretor de Seguridade afirmou sua confiança de que não haveria necessidade de equacionamento. Há dias o presidente do fundo apresentou-se num "Hotsite" com vídeo ainda em ser no site da PREVI comentando os resultados alvissareiros do 3º trimestre, com superávit acumulado de 3,19 bilhões até 30.09.2016. Ora, porventura este número já não é maior do que o déficit a ser equacionado (2,91 bilhões)?
     Com efeito, se as aplicações foram desde a década de 90 sempre boas, conforme diz o texto da PREVI, por que então, produziu tanto déficit em 2015? O texto diz bem que o problema não é estrutural senão conjuntural. Ora, se é conjuntural só pode advir da desastrosa administração do PT/parte podre do PMDB. sem tirar a culpa maior do PT que foi o executivo condutor de tudo. Estes líderes, Lula e Dilma, são muito admirados por algum diretor da PREVI. O nosso fundo também não cansa de elogiar o ex-ministro Nelson Barbosa que já foi o "nosso" conselheiro na Cia Vale no tempo em que Lula quis lá colocar suas "regras" de boa governança, exigindo a saída do falecido Roger Agnelli.
      Portanto, o conjuntural, responsabilizado pelos insucessos financeiros, custando-nos, inclusive, a terrível volta das contribuições ao fundo.  Pior ainda, custou-nos o corte antecipado do BET. Aliás, este simplesmente jamais deveria ter existido. Só apareceu devido ao pensamento devorador do PT (os atores da 26 todos conhecem) que desvirtuou completamente o espírito da Lei Complementar 109/2001, capítulo 20. Sabem qual foi a resposta do ex-presidente Dan Conrado, ladeado por Marcel de Barros e Odali Cardoso, em novembro de 2013 na sede da PREVI, na reunião com representantes dos associados conhecida como Novembrada? Foi essa: "A PREVI apenas cumpre a legislação em vigor", como a dizer que a Resolução 26 era, de fato, uma legislação. (O termo "legis" no latim significa "lei"; e as leis só podem ser criadas pelo Poder Legislativo (Câmara e Senado, com sanção presidencial). A Resolução 26 foi criada no âmbito do Executivo, no Ministério da Previdência Social através de uma de suas secretarias chamada de Secretaria de Previdência Complementar (SPC), depois mudada para CGPC (Conselho Gestor da Previdência Complementar) que tratou de elevar um simples decreto à condição de lei...
      Retornando, pois, ao tema conjuntural (responsável pelo déficit dos anos Dilma). Mudou o que para sair do déficit ao superavit parcial em 2016? Mudou o governo desastrado para um governo mais sensato que teve a coragem de cortar gastos, não ainda consolidado pois depende da aprovação da PEC 241. Apenas este gesto de boa condução animou o mercado internacional que voltou a deixar seus investimentos na bolsa brasileira. Hoje a GloboNews ressalta que as ações das estatais subiram bastante como o BB (91%), Petrobras (190%) e Eletrobras quase 300%. As mais atingidas pela irresponsabilidade do governo Dilma agora são a nossa tábua de salvação! 

sábado, 22 de outubro de 2016

A TRANSPARÊNCIA QUE O FUNDO NÃO TEM

    No sítio da PREVI foi dada uma nota na qual a nova margem consignável será aplicada a partir do dia 25 de outubro. Como a referida nota não é esclarecedora, vamos tentar elucidar o que a ASCOM não fez. O texto abaixo foi elaborado no arquivo formato word em apanhado geral, assim cada um poderá deduzir facilmente como será sua nova margem consignável. De antemão esclarecemos que o fato tornará bem difícil contrair renovações tendo em conta que o aperto será maior. A PREVI finalmente se enquadrará na lei. Doravante não mais será necessária a ação dos 30% Consignado. Interessante observar que o empréstimo imobiliário também precisa ajustar-se a esta nova margem. Até as cooperativas de crédito e o próprio BB precisam ajustar-se à nova sistemática.

Definição:
É o desconto efetuado na folha de pagamento por imposição legal ou mandado judicial (Consignação Obrigatória) ou por sua expressa autorização (Consignação Facultativa).

Requisitos Básicos:
A inclusão e/ou exclusão do desconto efetuado na folha de pagamento será efetuado diretamente pela consignatária.

Informações Gerais:
1.     As Consignações em Folha de Pagamento são classificadas em Obrigatórias ou Facultativas.
2.     São Consignações Obrigatórias os descontos e Recolhimentos efetuados por força de lei ou mandados judiciais:
2.1          Contribuições para o Plano de benefícios (Contribuição PREVI);
2.2          Pensões alimentícias;
2.3          Imposto sobre rendimentos do trabalho (Imposto de Renda);
2.4          Outros descontos decorrentes de mandado judicial ou por força de lei.
2.5          Contribuições para planos de saúde relativas a entidades fechadas ou abertas de previdência privada que operem com planos de saúde (Contribuição CASSI)

3.               São Consignações Facultativas as que, a CRITÉRIO DA PREVI, se efetuam por acordo entre o aposentado (consignante), o terceiro (consignatário) e a PREVI, podendo referir a:

3.1          Prêmio de seguro de vida relativo a entidades fechadas ou abertas de previdência privada, que operem com planos de pecúlios, saúde, seguros de vida ou renda mensal ou a seguradoras que operem com plano de seguro de vida (CAPEC);
3.2          Mensalidades de associações, clubes ou cooperativas;
3.3          Pagamento de parcelas de empréstimos concedidos por instituições financeiras e/ou entidades de previdência complementar (Empréstimos PREVI).

4           A soma mensal das Consignações não pode exceder a 30% (trinta por cento) da remuneração.

5           As Consignações Obrigatórias PRECEDEM as Facultativas.



sexta-feira, 21 de outubro de 2016

QUANDO SE USUFRUI DE JOGADAS ALHEIAS

    A economia ensaia seus primeiros bons resultados, frutos de esforços de um notável ministro da Fazenda, após frustrantes péssimos resultados de administração governamental anterior, o administrador do nosso fundo de pensão enfatiza no site os mais alvissareiros números, todos gerados pelas expectativas do mercado, com ênfase para o mercado de capitais e valorização das ações das empresas.
       Com efeito, não foi pela ação dos valorosos dirigentes de nosso fundo, aliás, muito bem remunerados; senão pelo otimismo na condução da política econômica, antes colocada num charco de lama por irresponsáveis corruptos, alguns já presos  e outros a caminho.
       A filosofia da PREVI continua a mesma: Mostrar apenas o que é bom. Não toleram críticas mesmo que construtivas. Vivem na ilusão de que a governança corporativa, fruto da paridade do Banco (no comando de tudo) com os pseudos eleitos que depois aderem ao patrocinador, permanecendo uma governança corporativa governada por um só lado. Assim, para ficar bem na foto é dada muita ênfase aos excelentes números atuais (até setembro 2016) e procurando olvidar o terrível fiasco econômico de 31.12.2015. Incrível como até o Conselho Fiscal, onde detemos o voto de minerva, aprova as contas sem ressalvas. Será que nenhum dos investimentos não mereceria uma simples ressalva? Nem na Sete Brasil? Nem Guarulhos?
      Assista ao vídeo do sr. Gueitiro dando boas notícias neste LINK

QUANDO CLICAR LINK, VOCÊ NOTARÁ QUE O RESULTADO DO PREVI FUTURO FOI AINDA BEM MELHOR DO QUE O NOSSO (EM PERCENTUAL). TEMOS QUE AGRADECER MUITO ESTES VALOROSOS DIRETORES DA PREVI!

terça-feira, 18 de outubro de 2016

PREVI É SUBSIDIÁRIA DO BB

    Já li alhures que no organograma do BB a PREVI consta como subsidiária. Isso explica o tratamento dispensado ao fundo pelo patrocinador. O pensamento capitalista do Banco é mais ou menos esse: Se o BB sempre entrou na meação desde a criação da PREVI (1966) por que o Banco não pode usufruir desta meação quando a árvore produz os frutos?
     Este pensamento egoísta não encontra respaldo no espírito de criação de uma EFPC. Todo investimento feito por patrocinador a uma EFPC (Entidade Fechada de Previdência Complementar) em seu balanço patrimonial é lançado como Ativo Diferido que conta como Ativo (gastos com investimentos que poderão render em exercícios futuros, por exemplo) quem é contador sabe. No caso de uma EFPC não há esse caráter de receber em exercícios futuros. É o mesmo que qualquer empresa faz ao recolher a parte empresarial do INSS onde a empresa recolhe como Obrigações Sociais ou coisa que o valha. Assim acontece com a contribuição patronal do patrocinador ao seu fundo de pensão. Uma vez capitalizado, o fundo só deve pagar as aposentadorias (e corrigi-las quando houver superavit). Nada de reversão de valores a pessoa jurídica. Tudo pertence ao associado ou beneficiário do fundo de pensão.
       O golpe nesse conceito foi dado no segundo governo Lula (hoje quase preso pela Lava Jato). Nasceu com a ideia de deputados e senadores petistas, aliados a ministros da Previdência Social, Planejamento e Fazenda. Os traidores dos aposentados criaram a inescrupulosa Resolução CNPC Nº 26 para ajudar os amigos do rei (Lula) e o BB (patrocinador). A maioria destes traidores agora estão réus da Lava Jato (inclusive o senador José Barroso Pimentel) por má condução do dinheiro público ou de estatais. Outro que foi nosso algoz protagonista é o ex-ministro das Comunicações e Planejamento Paulo Bernardo, marido da senadora petista Gleisi Hoffmann.
      Tendo em vista que Resolução 26 foi elaborada por pessoas que possivelmente receberão condenação na Lava Jato, temos um gritante argumento para anulá-la ou mesmo reeditá-la sem os artigos que fizeram dela uma exceção cloacal. A Lava Jato está em sua fase final, sendo investigados os ex-ministros da Fazenda dos governos Lula e Dilma: Antonio Palocci e Guido Mantega. Ora, querem melhor argumento contra a 26 criada sob a égide destas pessoas?
       Aguardem porque o nosso fundo de pensão vai mudar. Precisamos apoiar o governo Temer que mesmo não sendo uma "brastemp" tem feito mais por nós associados da PREVI do que os governos de Lula e Dilma juntos. Claro que dentre nós há muitos alienados que ainda tem Lula e Dilma, apesar de tudo o que fizeram, como rei e rainha do Brasil.
       Em breve não seremos mais subsidiária do BB. Que o Senhor ouça nosso clamor!

CHARGE RETIRADA  DA COLUNA  DIÁRIO DO PODER DE CLÁUDIO HUMBERTO (VIA TWITTER)

sábado, 15 de outubro de 2016

SUSPENSÃO DAS CONTRIBUIÇÕES EM FAVOR DA PREVI





Caro Ari e colegas,


Vejamos o que a Diretoria Executiva da PREVI disse, ipsis verbis, no seu site, sobre o resultado financeiro do período de janeiro a agosto/16:

“Rentabilidade acumulada do Plano 1 continua a superar a meta em 2016.
O Plano mais antigo e maior da PREVI obteve em agosto uma rentabilidade acumulada de 12,64% no ano, enquanto a meta atuarial foi de 9,60% no mesmo período. A rentabilidade apenas do mês agosto foi de 1,45%, frente a uma meta atuarial de 0,72% naquele mesmo mês. Ou seja, a rentabilidade foi mais que o dobro da meta no último mês fechado. Esse desempenho elevou o superávit do ano para R$ 2,6 bilhões.

O segmento de renda variável foi o que apresentou melhor desempenho tanto no mês de agosto (2,06%) quanto no acumulado no ano (15,72%). Banco do Brasil e Petrobras foram os destaques da carteira, cada papel teve valorização em torno de 10% só em agosto. Outro destaque tem sido as ações da CPFL Energia, que continuaram se valorizando influenciadas pelo anúncio da operação de venda de ações de controle da empresa, ocorrido em 01/07/2016. Deve-se salientar que o Plano detém participações acionárias em bloco de controle, como é o caso de Vale, Neoenergia e Invepar, que são avaliadas apenas ao final de cada exercício”.

DIGO EU: A situação começa a melhorar e os ventos da economia, em especial no âmbito da Bovespa, estão soprando a nosso favor, tanto que hoje (14/10) fechou com quase 62.000 pontos. Inobstante o maior risco que corremos derivar da concentração equivocada em uma empresa apenas (Vale S.A), investimento em Rendas Variáveis que superou a cifra de R$ 30 bilhões e, agora, felizmente, a exposição foi reduzida para R$ 24 bilhões, o que ainda é bastante elevada e configura muita banana para um só macaco, medida efetivada em cabal desobediência à precavida e cautelosa estratégia negocial de não colocar todos os ovos em uma única cesta, com vistas a possibilitar a diversificação dos recursos em outros ativos (Renda Fixa) para pulverizar riscos e perdas. 
Em face disso, estamos à mercê e na dependência do bom desempenho da Vale S.A, produtora e exportadora de minério de ferro, cujo mercado é monopolizado pela China, que impõe o preço e fixa a demanda que lhe interessa. 

Inobstante, tudo indica, pelo cenário positivo das Bolsas de Valores, que a situação desastrosa verificada no balanço de 31/12/15, da PREVI, fruto do pífio desempenho da Vale S.A, não irá se repetir no exercício de 2016, uma vez que os preços das ações dessa empresa estão ascendentes e o próprio preço do minério de ferro teve reajuste razoável, fatos que poderão alavancar o faturamento e robustecer a sua capacidade geradora de receitas. Na realidade, a Vale foi responsável, sozinha, pela fração substancial de R$ 7.5 bilhões do déficit de R$ 16 bilhões apurado nas demonstrações contábeis da PREVI em 2015.

Debalde o exposto, mas levando em conta que o superávit contábil de R$ 2.6 bilhões registrado no balancete de agosto/16 é firme e sustentável pelas perspectivas alvissareiras ora elencadas, corroboradas pelos experts do mercado de capitais que sinalizam que a Bovespa poderá atingir 70.000 pontos no final deste ano, patamar suficiente para produzir superávit significativo e talvez até Reserva Especial para revisão do PB-1. 

Estando o fundo de pensão equilibrado, como efetivamente está, com boa sobra técnica, nada impede que a Diretoria Executiva tome a iniciativa de autorizar, sem correr risco algum, a suspensão da contribuição a partir de setembro/16, haja vista que não é justo, a par das atuais dificuldades enfrentadas pelo Corpo Social, de manter a cobrança da contribuição dos associados, no momento em que a EFPC está superavitária e o déficit de 2015 revertido. 

Em última análise, o aspecto fundamental a ser analisado e ponderado está na tese filosófica de que fundos de pensão não são criados para gerar superávits e nem perdas. O princípio precípuo é de que as contas de receitas e despesas estejam sempre equilibradas, em pé-de-igualdade, e eventuais sobras e ou perdas técnicas indicam que há distorções a ser corrigidas, contudo, havendo superávit, como é o caso presente, não há espaço e necessidade para cobrar contribuição e sim um excesso de receita.

Esta é uma decisão urgente que pedimos seja tomada pela Diretoria Executiva, apesar de sabermos que o superávit de R$ 2.6 bilhões de agosto/16 não caracteriza Reserva Especial, todavia, a tese bosquejada no tópico precedente nos confere raciocínio lógico para embasar a regalia ora requerida.

Autor: João Rossi Neto



                   TEMPOS DE NOVAS COLHEITAS JÁ CHEGARAM.



quinta-feira, 13 de outubro de 2016

BB TROCA DIRETORES E INCENTIVA DEMISSÕES

   O BB pretende encerrar o ciclo de funcionários pertencentes ao quadro do PB1, cerca de 18.000 pessoas que deverão engrossar o dispêndio no pagamento de aposentados na PREVI. Se considerarmos o valor médio salarial da parte do fundo em R$7.500,00 haverá um acréscimo aproximado de 135 milhões na folha da PREVI. Levando em conta os valores pagos atualmente (2015), de 9,5 bilhões para cerca de 97 mil aposentados e pensionistas  de um total geral de 115.929, o incremento seria de aproximadamente 2% em média em cima dos 9,5 bilhões. Deduz-se que não seria tão elevado o valor acrescido às despesas.
           Com essa medida o Banco pretende ficar somente com o pessoal pertencente ao PREVI Futuro, os pós-97. Óbvio que o BB deverá manter uma centena do PB1 para continuar dominando no comando da PREVI, a fim de manter o elevado padrão salarial recebido pela governança (ou gastança) corporativa.
       É necessário acabar com gastos supérfluos na PREVI. Poderiam começar acabando com o inútil Encontro anual de Governança Corporativa, muito caro. Mesmo que parte das despesas sejam pagas pelas participadas, imperioso é que elas deem mais lucros e obviamente custos diminuem os lucros.
        E hoje e sempre, o que mais desejamos visar é ao lucro.

Participantes

20112012201320142015
Ativos30.65928.82625.84923.98118.658
Aposentados65.03665.78467.63068.39572.586
Ativos externos 1840829800760712
Aposentados externos 23.5093.5223.5573.5733.588
Pensionistas19.28519.55519.93220.15420.385
Total119.329118.516117.768116.863115.929
DADOS DO RELATÓRIO PREVI 2015 (site previ)