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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

RESPOSTA DA PREVI


O silêncio dos bons


TAGS: Eliane Cantanhêde, fundos de pensão, O Estado de S. Paulo, Bancoop, Petros, Petrobrás, Correios, Previ, Funcef, PT, Caixa Econômica Federal
Eliane Cantanhêde
17 Fevereiro 2016 | 03h 00

"Na Bancoop, os dirigentes pintaram e bordaram, deixando centenas de famílias a ver navios e tríplex no Guarujá. No Petros (Petrobrás), no Postalis (Correios), na Previ (BB) e na Funcef (CEF), os presidentes e diretores também fizeram a maior farra, deixando milhares de funcionários com uma aposentadoria incerta e uma dívida já estimada em R$ 46 bilhões.
O que uma cooperativa de bancários de São Paulo tem a ver com os fundos de pensão das principais estatais brasileiras? Todas viveram o mesmo aparelhamento, com o mesmo modo de fazer as coisas e personagens que têm origens parecidas: os presidentes da Bancoop e dos fundos de pensão eram do PT, ou indicados pelo partido de Lula, e fizeram carreira em sindicatos. Exemplo: João Vaccari Neto, da Bancoop, ex-tesoureiro do PT e hoje preso na Lava Jato.
É preciso reconstituir essa história e mostrar o que há de tão intrigantemente igual na escolha dos dirigentes, na origem sindical e partidária de cada um, na ausência de limites entre público e privado, na forma invertida de tirar da maioria para favorecer a minoria do poder. Como lembrou o chefe da Casa Civil, o também petista Jaques Wagner, “quem nunca comeu melado, quando come...” A turma encheu a pança.
Há muitos detalhes cruéis nessa trama, mas o principal deles é que os governos passam, os partidos passam, os presidentes dos fundos de pensão passam, mas as vítimas ficam e se tornam vítimas para sempre. Aí, entra uma curiosidade, resvalando para uma cobrança: como tudo isso pôde acontecer, durante tanto tempo, atingindo tanta gente, prejudicando tantas instituições, e ninguém meteu a boca no trombone? 
Funcionários do Banco do Brasil, da Petrobrás, dos Correios, da Caixa Econômica Federal são historicamente reconhecidos e admirados por vestirem a camisa e defenderem suas instituições. Por que, depois da posse de Luiz Inácio Lula da Silva, eles passaram a também não ver, não ouvir, não saber e não falar? Um mistério.
Vejamos a Petrobrás. O desastre e o escândalo que marcaram para sempre a história da maior empresa brasileira refletiram diretamente sobre a gestão do fundo de pensão dos funcionários, desenrolando-se dia após dia, semana após semana, anos após anos, à luz do sol, envolvendo bilhões de reais, dólares, euros. E não havia um só diretor, gerente, engenheiro, secretária, telefonista, garçom, servente, motorista, para defender a companhia e impedir que o Titanic afundasse?
A bem da verdade, registro aqui que, em outubro de 2011, dois anos e meio antes do início da Lava Jato, recebi o e-mail de um engenheiro da Petrobrás que, obviamente, assinava com um pseudônimo, “Miamoto Kojuro”: “Causa espanto o que vem acontecendo nas obras de expansão das refinarias e de construção das novas, na verdade, em praticamente todos os empreendimentos que levam o nome Petrobrás”.
Segundo esse engenheiro, “se a corrupção no Ministério dos Transportes chocou a opinião pública, levando a uma pseudo faxina do governo, motivada por denúncias da imprensa, o que acontece na Petrobrás excede em muito as irregularidades dos Transportes”. E acrescentava algo que o juiz Sérgio Moro agora diz claramente: “Notadamente empresas doadoras de campanha para o PT são bem aquinhoadas na Petrobrás. (...) Mesmo que orcem as obras baixo, elas nunca perdem dinheiro mediante os mais diversos expedientes”.
“Kojuro”, se você estiver me lendo, entre em contato, por favor! Aliás, senhores funcionários da Petrobrás e da Petros, do BB e da Previ, da ECT e do Postalis, da CEF e da Funcef, é hora de falar. Além das suas instituições, os atingidos são o País e cada um de vocês. Como ensinou Martin Luther King Jr. (1929-1968), o pior não é o grito dos violentos, corruptos, desonestos e sem caráter. “O que preocupa é o silêncio dos bons.”



17/02/2016

PREVI se posiciona com relação à nota em veículo de imprensa

Entidade reforça seu compromisso com a boa governança, gestão ativa e transparência na comunicação com seus associados.

Em relação à coluna “O Silêncio dos Bons”, publicada em 17/02, a PREVI informa que sua gestão é feita por funcionários do Banco do Brasil, participantes da PREVI. Ou seja, são os próprios beneficiários que cuidam dos seus benefícios, o que gera um grande comprometimento com a Entidade. Conforme previsto em seu Estatuto, todos os membros da Administração têm mais de dez anos como participantes da PREVI. Seus presidentes necessariamente são funcionários de carreira do Banco do Brasil, ainda na ativa, sendo escolhidos por seus perfis técnicos. A indicação para o cargo é prerrogativa do Conselho de Administração do Banco do Brasil e a aprovação se dá pelo Conselho Deliberativo da PREVI. O atual presidente da PREVI, Gueitiro Genso, é funcionário de carreira do Banco do Brasil, desde 1985. Seu perfil e trajetória foram alvo de matéria (reproduzida abaixo) do próprio jornal Estado de São Paulo, em 20/02/2015, quando de sua indicação à presidência da PREVI.



Adicionalmente, ressaltamos que a PREVI tem um modelo de governança maduro e transparente, reconhecidamente um dos mais modernos entre previdências complementares do país. As decisões de investimento da PREVI são pautadas por políticas e diretrizes bem definidas, que sempre buscam a remuneração adequada do capital no longo prazo. A boa governança corporativa é uma prática e militância da PREVI, com transparência na comunicação com seus stakeholderse foco na gestão responsável dos recursos para o pagamento dos benefícios atuais e futuros dos nossos participantes.
Nesse sentido, a PREVI tem realizado diversas comunicações com os participantes, seja através de matérias em nossos veículos institucionais (como a reportagem de capa da revista PREVI de dezembro e a matéria “Olha o trem” publicada no site em 21/12/15, por exemplo), divulgação constante dos resultados parciais (Painel Informativo, atualizado trimestralmente no site e disponível no endereço www.previ.com.br/painel), encontros presenciais com associados e entidades de representação, gravações com representantes de empresas participadas para esclarecimentos aos participantes (Vale e BRF já publicados no site), entre outras iniciativas. A política da PREVI é de total transparência com os seus participantes e com a sociedade de uma forma geral.


20 de fevereiro de 2015
Previ | O Estado de S. Paulo | Economia | BR
Diretor do Banco do Brasil é nomeado presidente da Previ

Gueitiro Matsuo Genso foi aprovado pelo conselho deliberativo do fundo de pensão; BB também anunciou mudanças

Aline Bronzati

O conselho deliberativo da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), o maior fundo de pensão da América Latina, aprovou ontem o nome do executivo Gueitiro Matsuo Genso, como presidente da Previ. Genso foi o nome indicado pelo Banco do Brasil para o cargo e é considerado executivo de confiança do atual presidente da instituição, Alexandre Abreu.

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      Eliane Castanhêde é jornalista que trabalha para um grande jornal, reconhecido mundialmente. Não sei o que a levou a incluir a PREVI junto com Postalis, Funcef e Petros. Deve ter seus motivos os quais não me cabe questioná-los.
       A resposta da PREVI é que me pareceu parcial. Exemplifica a nomeação do atual presidente Gueitiro Genso, aliás, "considerado executivo de confiança do atual presidente da instituição, Alexandre Abreu." Ora, "de confiança" do BB mas dos associados? Alexandre Abreu foi colocado no cargo  por ser "de confiança" de ministros de estado da Fazenda ou Casa Civil. Que dizer das nomeações de Dan Conrado, Sérgio Rosa, Ricardo Flores que tiveram a ingerência nas nomeações de instâncias políticas superiores? Além disso, o texto de Eliane Castanhêde não se refere exclusivamente a presidentes atuais senão há anos passados em que Lula era o chefe das nomeações. Ou ele ou delegados por ele como o ex-ministro José Dirceu. A Lava Jato provou que  estatais foram utilizadas estrategicamente, por indicações aos cargos em seus fundos de pensão, feitas por elementos hoje investigados (todos com o beneplácito do ex-presidente Lula). Fizeram o que fizeram. Pobres dos associados agora chamados para cobrir o rombo.
     O dado concreto é que a nossa (ops!) PREVI foi a menos afetada às investidas dos meliantes da corrupção. Contudo, sabemos que há diretores e conselheiros eleitos cuja origem são os variados sindicatos os quais defendem, com unhas e dentes o governo e o patrocinador. Se estivéssemos totalmente isentos por que carga d'água a atual CPI dos fundos inclui o nosso fundo de pensão? Será que os nobres deputados querem propositalmente nos denegrir?
     Há um dado intrigante nessa história. Nos Estados Unidos a Petrobras sofreu Ação de Reparação por parte de pequenos investidores. Por que aqui a PREVI não fez o mesmo? Ela deveria posto que é investidora da estatal. Era o mínimo que se esperaria de diretores e conselheiros, notadamente fiscais e deliberativos. Afinal, transparência é isso. Mostrar não apenas o lado bom mas ambos os lados.
     Eu desejo ardentemente que a PREVI seja totalmente transparente.


27 comentários:

Anônimo disse...

Caro Ari,
Não devemos esquecer a edição da Resolução 26, norma macabra do Senador José Pimentel( do PT) que surrupiou R$ 7,5 bilhões dos cofres da Previ, para favorecer o BB, inovando uma Lei Complementar, cuja competência é do Congresso Nacional.
Isso se chama usurpação de direitos, e até hoje não houve reparação.

Anônimo disse...

Mudando de assunto, se algum colega de S.Paulo estiver procurando dentista credenciado ODONTOPREV indico a Dra.Samanta Cristina Maezi que juntamente com outros dentistas atende em todas as especialidades, inclusive implantes.Tive muitos problemas com alguns credenciados até encontrar essa dentista que fez um bom trabalho.

Anônimo disse...

Caro Prof. Ari,

Até o presente momento, não foi divulgado o balanço final de 2015 da Previ, mas por alguns comentários já temos o prenúncio de que a situação não é nada boa e o resultado pífio deve vir acompanhado de um discurso no estilo cantiga de ninar.
Acho que não devemos nos contentar com a ideia de que estamos numa situação melhor ou menos delicada que os associados de outros fundos de pensão. Penso que devemos nos articular e até nos juntar aos demais e exigir as reparações necessárias, já que esperar de braços cruzados pode ser uma opção covarde e suicida, e o pote pode não parar de se esvaziar.

Anônimo disse...

.e nosso salario estah desaparecendo!!!!!!!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

Que tal enviar esse texto final para a Castanhêde, pois é justamente isso que ela está reclamando, do silêncio dos "bons".

rafael campagnoli disse...

ao anônimo das 12:02: por conta da "consulta" feita na distribuição do superávit em 2010, podem alegar ter havido transparência e não se poderia falar em ilegalidade na doação dos R$7,5 bilhões ao patrocinador. Muitos disseram que a tal "consulta" era desnecessária e inócua, pois a Lei Complementar 108/109 não dá direito de assembleia aos assistidos: responsabilidade exclusiva da entidade e do patrocinador. Mas agora, depois de tudo o que aconteceu com o BET, juntamente com a deterioração das reservas da Previ, pode ser que a consulta tenha sido pensada para anular contestação quanto à bilionária transferência. Talvez a jurisprudência de alguns tribunais é que poderia dar guarida à repartição ocorrida.

Anônimo disse...

Salvo engano, o pai de Eliane Catanhede era colega do BB.

FUZINELLI disse...

Não concordo que a PREVI foi menos afetada, é só fazer as contas e comparar com os demais fundos. No futuro, após contabilizar PETROBRÁS, AEROPORTO DE GUARULHOS, INVEPAR, 7 BRASIL, RES.26,etc. ficaremos sabendo a verdade da boa governança. E nós temos uma CPI em andamento e não fazemos nada, não denunciamos nada, todos preocupados com a próxima eleição. Onde está a Isa Musa, o Medeiros, o Ruy, a ANABB, o Paulo Bernardo, e todos os demais defensores de esquerda. No momento só sei onde está o EXX Diretor de Seguridade de muitos anos de Banco, apoiado pela administração do BB e pelo Governo o nosso mui colega Pizzolato.

Cade Araujo disse...

Caro Ari, gostei muito da citação de Martin Luther King Jr. "O QUE PREOCUPA É O SILÊNCIO DOS BONS". O Governo brasileiro precisa ser passado a limpo. Não basta o grito e o destemor de um Juiz Federal. É preciso que todos nós brasileiros façamos algo. Do dia para a noite a Petrobrás passou de o melhor investimento brasileiro para um dos piores. Quantas campanhas já ouvimos e assistimos. Ouvimos o ex-presidente dizer que o Brasil era autossuficiente em petróleo;assistimos toda a campanha do Petróleo via a camada do pré sal, enfim, assistimos a muitas campanhas que não deram em nada e de repente saíram da mídia. Porque será que a imprensa não fala do quanto foi gasto pelo BB com a campanha implementada no inicio do governo do ex-presidente, em titulada de FOME ZERO, e tantas outras campanhas que foram financiadas pelo dinheiro público via Banco do Brasil. O Banco do Brasil que outrora já foi uma das empresas mais respeitadas no Brasil, hoje é uma verdadeira "caixa preta". Para ilustrar basta citar o escândalo da campanha publicitária envolvendo o Vôlei. Tá na hora da justiça deste país passar a limpo a atuação do BB, da PREVI, da Caixa Econômica etc.. Por fim, eu diria os responsáveis pela propaganda do Governo são muito hábeis. Haja vista que todas as vezes que os escândalos chegam perto do Planalto eles plantam uma notícia na mídia para abafar o assunto. Agora, diante da ameaça de prisão de um ex-presidente estão plantando notícias sobre a vida amorosa de um outro ex-presidente, quando o ideal seria apontar os seus erros e colocá-los também para o julgamento popular. Concorda contigo e principalmente com o grande Luther King, o silêncio dos bons preocupa e incomoda, mas, incomoda mais ainda quando o país todo é ludibriado via uma campanha para erradicar um mosquito. A luta contra o mosquito é válida, mas não podemos esquecer que os danos maiores ao país, são causados por todos aqueles que ocupam A GRANDE CABEÇA DO PAÍS. São os brasileiros de cabeça grande que estão no Governo que incomodam muito mais do que uma criança ameaçada de microcefalia. O problema do Brasil não é a ameaça de recém nascido com microcefalia, mas um Governo administrado por pessoas com a cabeça grande, cujo interesses pessoais superam os interesses da nação. Por fim, aproveito para externar o meu ponto de vista, no Brasil não existe liberdade de imprensa e nem liberdade de pensamento, o que predomina é uma falsa democracia.

Anônimo disse...

A proclamada transparência da PREVI no que se refere aos participantes é claramente condicionada aos desejos e ordens do patrocinador.

E isto ocorre desde os primórdios.

Só não vê quem não quer.

Anônimo disse...

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,cpi-dos-fundos-de-pensao-comeca-a-bater-nas-portas-do-planalto--diz-presidente-da-comissao,10000017071

Parece que a questão dos Fundos está ganhando vulto na mídia. Muito bom!

Anônimo disse...

Concordo com a matéria: nossas entidades representativas são frouxas.

WILSON LUIZ disse...

ELEIÇÕES PREVI – O tempo ruge, o prazo para inscrição de chapas termina no próximo dia 29, falta apenas 11 dias corridos. A situação, como sempre, vem com seus golpes baixos. Primeiro se organiza toda, faz seus conchavos para a eleição, e depois que está preparada, divulga um prazo exíguo para inscrição de chapas. Em se confirmando a candidatura do diretor-traidor Marcel, acho que isto será um grande reforço para a nossa campanha.

Precisamos nos organizar rapidamente, para não perder o trem da história.

Anônimo disse...

Sra. Cantanhede,

Existe uma pessoa super inteligente que pode lhe fornecer dados irrefutáveis, sobre as leis que regem os fundo de aposentadoria.

Essa pessoa chama-se EDGARDO AMORIM REGO.

ESSE CIDADÃO COM LETRAS MAIÚSCULAS SERIA MEU CANDIDATO A PRESIDENTE, DIRETOR DA PREVI.
Mas sei que a idade lhe é avançada e seria muito desgastante para ele enfrentar a falta de transparência da Previ.

WILSON LUIZ disse...


DECISÃO HISTÓRICA – O Supremo Tribunal Federal decidiu, por 7 votos a 4, que condenados por crimes que tenham recurso negado em segunda instância(órgão colegiado), já poderão ser encaminhados à prisão, para cumprimento da pena. Isto acaba com o famoso “trânsito em julgado”, mina de ouro para advogados que viviam de gordos honorários recebidos apenas para protelar decisões da Justiça com recursos infindáveis (há processo que, apenas no Supremo, teve 62 recursos). A OAB já passou recibo, protestando contra a decisão.

Causou-me estranheza o voto a favor de 2 Ministros nomeados por Dilma, Edison Fachin e Dias Toffoli(ex-advogado do PT), o que parece demonstrar como o partido no governo está cada vez mais isolado.

LAVA-JATO – Pode ser que, agora, o trio parada dura preso em Curitiba, o mega-empresário Marcelo Odebrecht, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e o ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, indicado por Zé Dirceu, resolvam abandonar sua postura de tudo negar e abrir o bico, aderindo à delação premiada. Acho que eles esperavam que, mesmo condenados, poderiam recorrer em liberdade, e protelar “ad infinitum” a decisão final dos processos. Estes três juntos não são homens-bomba, mas poderão ser homens-bomba atômica.

Ainda sobre a Lava-Jato, o que me deixa um pouco frustrado é, até agora, não ter surgido nenhuma gravação sobre as tenebrosas transações da Petrobras. Uma gravação seria o baton na cueca, a estaca no coração, como ocorreu com o senador-presidiário Delcídio DO Amaral.

Anônimo disse...

Ari,

Você já externou a desconfiança dos assistidos com a confiança do patrocinador.

Parabéns com a sua coragem em confrontar os indicados "Diretores" da Previ.

Agora sabemos que os indicados Presidentes da Previ estavam a serviço do aparelhamento do Governo.

Temos um CPI em andamento para investigar a contabilidade do passado, porém os Assistidos e seus 'dirigentes' ignoram que o memento é propicio para se desnudar os 'feitos' havidos outrora.

Gostaria que o colega João, de Goiás, também fizesse a sua análise sobre a matéria de fundos mal dirigidos e nos brindasse com a sua sabedoria e conhecimento sobre as 'contabilidades', 'inversões', de investimentos e leis.

Estamos a ver os navios passarem. Não temos portos, ancoradouros e nem tri-plex.

james

Anônimo disse...

Será que construções de hospitais, escolas públicas, etc., não poderiam ser contemplados com recursos da lei Rouanet?
Renúncia fiscal, desonerações, anistias, milhões para clubes de futebol, Lei Rouanet, enfim, tudo em prol do curral eleitoral e que não sofrerão contingência em função do equilíbrio fiscal. Para pagar a conta: reforma na Previdência Social, CPMF, majoração das alíquotas do impostos, etc. Ah, a manutenção dos 22000 cargos comissionados está garantida e livre do "corte na própria carne". Até quando??????????

http://veja.abril.com.br/blog/cidades-sem-fronteiras/arquitetura-2/lei-rouanet-passa-a-valer-para-projetos-de-arquitetura/

PQP!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Marcelino Maus disse...

Caro colega Cade Araujo, sobre sua postagem.
..."Ouvimos o ex-presidente dizer que o Brasil era autossuficiente em petróleo;assistimos toda a campanha do Petróleo via a camada do pré sal, enfim, assistimos a muitas campanhas que não deram em nada e de repente saíram da mídia."...

Quero discordar e registrar que UMA CAMPANHA SERVIU, SIM, PARA A PTROBRAS...

A campanha do BB para aplicar no PRÉ-SALGADO FUNDO DO FGTS...
Alguém sabe quanto nossos colegas perderam?

Eu não entrei nessa pq meu FGTS estava zerado desde 2010.

Anônimo disse...

Acabaram com A PTroubrás.

Esfaquearam o Pixuleco.

ò céus, ó vida, ó azar parafraseando a hiena do desenho animado que chorava ao invés de rir.

Como esse governo(?) será ensinado nas escolas no futuro? Haverá escolas? Se o apedeuta cachaceiro passou a perna em meio mundo sem ter passado por escola, para que escolas? Os comunas traidores do povo prevalecerão? as zelites se utilizarão de mais um bastardo inglório para perpetuar a roubalheira? As riquezas produzidas continuarão como águas que correm para o bolso de uns poucos?

Onde estão os bons?

Quem são os bons?

Existem bons?

Anônimo disse...

Com oposição dividida, certamente seremos vencidos nas eleições da Previ. Quem tem as graças do patrocinador está coeso e confiante. Temos bons nomes mas não temos coesão. Por que tem que ser assim?

Anônimo disse...



"GENTE ,SÓ FALTAVA ESTA . . . .

Mestre Ari , ouça esta !

Dilma diz que Lula é vítima de grande injustiça
comentário de um leitor : "não bebe mais não ,
dona "

divany silveira -sete lagoas-mg

Anônimo disse...

Deu um nó na minha CPU.

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/fachin-retira-da-pauta-do-supremo-denuncia-contra-renan-calheiros

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/zavascki-libera-denuncia-contra-cunha-para-julgamento-no-stf

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/justica-expede-alvara-de-soltura-de-delcidio

Ester Blamire disse...

Anônima. Vejam o q a Isa comentou no Previ sem censura ela fala de um projeto sobre o teto dos diretores da Previ e num comentário uma mulher defendo os PTRALHAS fiquei espantada meu DEUS ainda tem gente apoiando esses ladrões

Anônimo disse...

jah imaginaram como vamos chegar em 2018???dilma foi reeleita ha mais de um ano e estah tudo igualzinho,os tres poderes ora se beijam,ora se mordem e esqueceram do povo!a luta eh desumana, a saida,p quem pode, eh o aeroporto,p quem nao pode,sofrimento.

Anônimo disse...

O povo brasileiro merece o governo que tem porque votaram neles. Não acredito em justiça, ministros no STF, são eles que desgraçam o pais e povo esta deixando. Quero que tudo vai para o buraco desgraça total.
Quem sabe o povo miserável (ignorante) que depende de esmola de programas em vez de trabalhar, morram de vez ou criem vergonha na cara e vote de forma conciente.
Desculpe caro colega ARI, mas é um desabafo estava na garganta. Se você não puder publicar vou entender mas pelo menos você fica sabendo. Me desculpe...

Anônimo disse...

Colega Ester (19/02/16 20:52)

Não consegui link para a matéria citada, sendo que a última manifestação de Isa Noronha no Previ sem censura teria sido em 28/08/2015, onde se referiu aos problemas da CASSI.

Anônimo disse...

Revendo a citada NOTA da PREVI:

...
A indicação para o cargo é prerrogativa do Conselho Diretor do Banco do Brasil e a aprovação se dá pelo Conselho Deliberativo da PREVI, onde existe paridade entre conselheiros eleitos e indicados.
...

Fica evidente a omissão de que ao Presidente do Conselho Deliberativo (indicado pelo patrocinador), cabe o VOTO MINERVA.

Se houvesse real transparência, este fato teria que ser citado, pois é componente importante nas decisões e afasta, de imediato, a tal paridade suscitada.