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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

A PALAVRA DO FUNDO


Notícias

13/01/2016

As 10 principais dúvidas sobre investimentos da PREVI

Selecionamos os temas mais comentados pelos associados e esclarecemos questões sobre as aplicações de recursos dos planos de benefícios da Entidade.

Gestora de recursos da ordem de R$ 170 bilhões e responsável pelo complemento de aposentadoria de duzentas mil famílias, a PREVI desperta interesse em seus participantes, que demonstram ter dúvidas em questionamentos encaminhados à Entidade pelos canais de atendimento e comunicação. A ideia com essa publicação é reunir os principais temas que geram consultas e comentários sobre os investimentos realizados pela PREVI e trazer breves esclarecimentos, com o intuito de melhor informar aos associados. Confira a seguir a lista com as dez principais questões levantadas e as respectivas respostas.

1 – A PREVI tem muito dinheiro, portanto deveria pagar benefícios maiores a aposentados e pensionistas.
Os recursos da PREVI são do tamanho dos seus compromissos, que por sua vez são de longuíssimo prazo. Ter um patrimônio robusto não torna a Entidade rica, mas sim sólida e segura para cumprir os contratos previdenciários firmados com seus participantes, pagando em dia os complementos de aposentadoria e pensões. Vale lembrar que o benefício de aposentadoria é definido com base na carreira que cada um fez no Banco, quando estava na ativa.
2 – Por que tanto dinheiro do Plano 1 está alocado em renda variável, mesmo em momentos como o que vivemos de crise econômica e Bolsa de Valores em baixa?
A estratégia de diversificação dos investimentos adotada pela PREVI, em especial com relação aos recursos do Plano 1 desde o fim da década de 1990, foi uma das principais responsáveis pelos sucessivos superávits conquistados nos últimos anos e que proporcionaram diversos benefícios extraordinários aos associados, como suspensão de contribuições e pagamento do BET, por exemplo. A maior alocação em ações proporcionou no longo prazo rentabilidades significativamente superiores ao atuarial e aos principais indicadores de mercado.
3 – E por que ter investimentos tão vultosos em poucas empresas? Não seria melhor diluir esses recursos em outros ativos, nessa linha da diversificação?
Cerca de 80% dos recursos do Plano 1 alocados em renda variável estão aplicados em dez empresas. São ativos sólidos, da economia real, que mesmo em momentos adversos da economia mostram resiliência, e nos períodos de alta apresentam excelentes rentabilidades e pagam volumosos dividendos aos acionistas. Nos últimos anos, cerca de 50% do valor pago em benefícios teve como origem dos recursos dividendos e juros sobre capital próprio das empresas participadas, permitindo assim que não se precisasse vender outros ativos para pagar benefícios. A alocação em renda variável do Plano 1 está hoje em torno de 57% do total de recursos do Plano, e tem diminuído a cada exercício, com venda de cerca de R$ 3 bilhões em ações por ano. A diversificação dos investimentos se dá por meio de alocação em outros segmentos como renda fixa, imóveis, operações com participantes, investimentos estruturados e no exterior, o que já assegura uma boa proteção ao patrimônio e a busca por bons retornos aos planos de benefícios.
4 – Por que investir em Vale, Petrobras, Brasil Foods, Ambev, empresas de energia e bancos, e não alocar mais recursos em títulos públicos federais, por exemplo, que estão oferecendo rentabilidades maiores com os juros básicos mais altos?
Tanto Plano 1 quanto PREVI Futuro detém importantes alocações em renda fixa, com destaque para títulos públicos federais, cujos papeis possuem baixo risco e rentabilidades adequadas a investidores de longo prazo como os fundos de pensão. No entanto, não seria prudente investir recursos exclusivamente em renda fixa, uma vez que num cenário consistente de taxa de juros baixa, como, aliás, houve há poucos anos, dificultaria alcançar a meta atuarial dos planos em função do menor potencial de retorno desses papeis nesse ambiente. De qualquer forma, o atual momento de taxa de juros elevada é uma janela de oportunidade para novos investimentos no segmento de renda fixa, notadamente no Plano 1, por conta do menor risco e boa rentabilidade dos títulos, aliada a sua característica de prover liquidez, necessária aos pagamentos de benefícios dos participantes ao longo dos anos.
5 - Como acontece a negociação especifica para a venda de ativos de determinadas empresas, conforme preveem seus respectivos Acordos de Acionistas?
Os investimentos em grandes empresas, geralmente feitos dentro do bloco de controle das companhias por meios de acordos de acionistas, necessitam de tempo e planejamento para seus futuros desinvestimentos, em função do grande volume de recursos a serem movimentados, que podem inclusive afetar cotações de ações na Bolsa se feitos de forma equivocada ou precipitada.
6 – Os valores atuais das ações das empresas na Bolsa de Valores espelham seus respectivos valores patrimoniais?
A cotação de uma ação em Bolsa não necessariamente reflete seu valor patrimonial. Ela indica quanto os acionistas topam pagar, no momento, pelo patrimônio líquido da companhia. As cotações são influenciadas pela expectativa dos investidores quanto a fatores internos daquela empresa, tais como resultado operacional e seu endividamento, além de variáveis externas como taxa de juros, câmbio, questões setoriais e etc.
7 - Quais são as empresas relevantes avaliadas por valor econômico?
Antes de tudo é importante ressaltar que apenas o Plano 1 detém participações acionárias por meio de bloco de controle de empresas, ou seja, de ações vinculadas a acordo de acionistas e que não podem ser negociadas em Bolsa livremente. O PREVI Futuro não detém participações desse tipo, apenas ações de companhias desvinculadas de acordos de acionistas. As empresas nas quais o Plano 1 detém participação em bloco de controle e que são avaliadas a valor econômico são Litel (Vale), Neoenergia e Invepar. Vale lembrar ainda que essas avaliações são feitas por bancos de investimentos e seguem premissas consideradas médias de mercado, portanto consideram os cenários mais realistas na precificação desses ativos.
8 – A cotação da Bovespa está em um dos patamares mais baixos nos últimos anos. Não seria o momento de diminuir a alocação em ações e levar os recursos para outros segmentos de investimentos, como renda fixa e imóveis, por exemplo?
O índice Bovespa, que reflete o valor das empresas listadas na Bolsa, está sendo negociado abaixo da série histórica. Estamos vivendo um cenário doméstico e internacional extremamente desafiador, que muitos analistas chamam de tempestade perfeita: uma combinação de baixo crescimento em grandes economias do mundo (Europa, Japão e China); instabilidade fiscal, política e de confiança no Brasil, com juros e dólar altos e crescimento econômico negativo. Portanto, esse não nos parece ser o melhor momento para vendermos nossas posições, pois assim estaríamos realizando prejuízos com as desvalorizações verificadas. Avaliações frequentes de cada um dos ativos são realizadas para monitorar o momento ideal e aproveitarmos oportunidades de vendas e realizações de ganhos. É com esse cuidado e criteriosa análise de condições que, nos últimos cinco anos, foram vendidos aproximadamente R$14,1 bilhões em ativos de renda variável.
9 - O que pode provocar o déficit no Plano 1?
A PREVI tem boa parte dos seus recursos aplicados em ações de empresas. E o valor das ações oscila na Bolsa. Quem acompanha o noticiário econômico sabe que a Bolsa de Valores passou por um ano muito difícil, com queda generalizada no valor das ações. Além disso, nossas obrigações com os associados aumentaram. A cada ano, a PREVI desembolsa mais recursos com o pagamento de benefícios, que são reajustados anualmente com base no INPC, que em 2015 alcançou dois dígitos (cerca de 11%). Portanto, o provável déficit tem teve como principais fatores o aumento da reserva matemática e a queda temporária no preço das ações.
10 – A PREVI tinha R$ 12 bilhões de Reserva de Contingência em 2014. Onde foi parar esse dinheiro?
Quando falamos que a PREVI tem ativos no valor de R$ 170 bilhões, isso não significa, obviamente, que são pilhas de cédulas guardadas em um cofre. O dinheiro está investido, boa parte dele em ações, cujos valores sofrem oscilações de mercado para cima ou para baixo. Neste ano, a oscilação foi majoritariamente para baixo. Além disso, a PREVI usou mais de R$ 9 bilhões para pagar benefícios aos aposentados em pensionistas em 2015. Foi desta forma que os recursos foram consumidos.
www.previ.com.br

OBSERVAÇÃO DO BLOG
Utilizamos recursos de colorir perguntas e respostas e outras técnicas editoriais, sem, contudo, alterar o teor escrito.

27 comentários:

Jorge Teixeira - Araruama (RJ) disse...

“O que pode provocar o déficit no Plano “1”? O provável déficit tem teve como principais fatores o aumento da reserva matemática e a queda temporária no preço das ações”. Faltou acrescentar que o aumento da reserva matemática é impactado pelo pagamento de salários aos que se tornam pós-laborais e continuam sem teto, e ao vergonhoso e imoral bônus de remuneração variável criado e pago aos membros da diretoria executiva.

joao trindade disse...

O Fundo (Previ,no caso) sempre irá falar o que o patrocinador (à mando do governo) quer que o povo (nós) fiquemos sabendo e nunca o que precisamos saber.

Anônimo disse...

Assim como são os homens também são as criaturas. E quanto mais principalmente

Alcides Maurício disse...

WTorre também faturou na Previ

Brasil 14.01.16 15:43
A Previ, o fundo de previdência dos servidores do BB, deu uma ajuda importante à WTorre. Em 2010, adquiriu o complexo WTorre Nações Unidas.

No portfólio de imóveis da Previ, o empreendimento está avaliado em R$ 427 milhões.I
(Oantagonisra)

Alcides Maurício disse...

Tudo em casa

Brasil 14.01.16 16:07
A Previ também adquiriu o edifício Eco Berrini por cerca de R$ 600 milhões, com o compromisso de locar por R$ 5 milhões mensais para o Banco do Brasil.

Mas o BB cancelou a locação e a Previ teve de procurar outro inquilino. A Vivo topou o negócio, mas pagando bem menos: R$ 3,5 milhões. Na brincadeira, a Previ perdeu R$ 150 milhões.

Um detalhe: quem vendeu o edifício ao fundo de pensão do BB foi a Prosperitas, fundada por Luciano Lewandowski.
(Oantagonista)

luiz carlos disse...

Prof. Ari,

Li há algum tempo, creio que foi no blog da Cecilia, que a Vale representava 30% do investimento da Previ; ou, estava registrada na Previ com valor de 30 bilhões. Não me recordo bem. Será que o tombo Amazônico, ao qual se referiu hoje o colunista Ancelmo Gois na sua coluna, referia-se à nossa Previ. Será que a Vela está valendo alguma coisa hoje?

Anônimo disse...

As participações acionárias da PREVI ...
Posição em 30/9/2015
Empresas % PREVI Empresas % PREVI
521 PARTICIPAÇÕES 100,00 JEREISSATI PARTICIP 18,42
AFLUENTE GERAÇÃO 2,29 JEREISSATI TELECOM 19,78
AFLUENTE TRANSMISSÃO 2,29 KEPLER WEBER 17,47
AMBEV 2,49 KLABIN 0,11
BANCO DO BRASIL 10,38 MAGAZINE LUIZA 1,76
BB SEGURIDADE 0,67 METALÚRGICA GERDAU S.A. 1,61
BRADESCO 1,44 NEOENERGIA S.A. 49,01
BRF - BRASIL FOODS S.A. 10,03 NEWTEL PART. 22,53
COELBA 2,29 OI S.A. 0,75
COSERN 1,54 PARANAPANEMA 23,96
CPFL ENERGIA 29,45 PETROBRAS 2,81
EMBRAER 5,31 RANDON 6,80
FIAGO 51,89 RUMO LOGÍSTICA 2,67
FIBRIA CELULOSE 0,96 SAUÍPE 100,00
FORJAS TAURUS 6,78 SETE BRASIL 2,30*
FRAS-LE 22,50 SUL 116 PARTICIPAÇÕES 11,17
GERDAU 0,68 SUZANO PAPEL E CELULOSE 0,64
INVEPAR 25,56 TUPY 26,70
INVITEL LEG 19,99 ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES 5,52
ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.1,59 VALE 15,61**
ITAUSA 2,14 WEG 0,07
* Participação via Fundo de Investimentos em Participações Sondas - FIP Sondas.
** Reflete a participação direta (Previ Futuro) e indireta (Plano1), considerando ações resgatáveis.

Fonte: http://www.previ.com.br/investimentos/empresas-participadas/

Padilha disse...

Colegas Aposentados e Pensionistas, não consigo me conformar que uma empresa tão COMPETENTE como a PREVI, teve como propósito em aplicar grande parte de seus investimentos em Renda Variável (ações), acho, na minha ignorância, uma TEMERIDADE, que discordem os analistas capacitados, mestrados e pós graduados em finanças........

Anônimo disse...

Saiu a folha de Janeiro/16, com aumento.

Anônimo disse...

Alguem concorda com o ítem 1?
Não creio que o valor dos benefícios seja resultado da vida laboral do assistido e sim, de sob qual regulamento ele se aposentou.
Ao longo dos anos foram alterando os regulamentos e sempre pondo na espinha dos próximos a se aposentarem, que o digam os que se aposentaram depois de 98.

Anônimo disse...

Ja esta no site o contracheque de Janeiro. A Cooperforte também já alterou os limites.

Claudio Roberto disse...

Foi o mercado de renda variável que fez a magnitude da Previ. Esse mesmo mercado pode fazer a sua derrocada.

Anônimo disse...

Prof. Zanella,
como pode o PT, "partido do trabalhador", corrigir a tabela do Imposto de Renda em apenas 4,5% com uma inflação manipulada de 11,28%?

Unknown disse...

Cláudio,
Você tem toda razão. A grande preocupação é com a Petrobras e a Vale. Parece-me que a dívida da Petrobras é maior que seu PL. Quanto a Vale, devido à sua responsabilidade com o estouro das barreiras em Minas, poderia haver um desembolso tamanho que inviabilizará a empresa. E a Previ está muito aplicada na Petrobras e na Vale. Ou seja, o risco de a médio prazo os ativos da Previ tornarem se insuficientes, atuarialmente falando, é considerável.
Saiu a folha com o aumento de 11,28%. A princípio pode parecer significativo. Mas é só passarmos na porta do supermercado que voltamos atrás. Só a inflação de janeiro deverá ser superior a 1%. Ou seja, o salário aumentou porque os produtos e serviços aumentaram; os produtos e serviços aumentarão devido ao aumento dos salários. Isso se chama inércia. Um perigo. Já conhecemos este filme.
Celio

Anônimo disse...

Prof. Ari,

Solicito, antecipadamente, a sua autorização para publicar uma dúvida que tive na folha de Pagamento, em referência a Verba C764:


C764 CASSI - PROG ASSIST 01/2016 51,07-

O que significa a verba acima?

Alguém pode me esclarecer?

Um abraço de james.

Anônimo disse...

Caro Prof. Ari,

Separei duas questões para comentar:
2) Por que tanto dinheiro do Plano 1 está alocado em renda variável, ...?
A pergunta trata de concentração dos investimentos em renda variável, mas a resposta, que não explica, começa por "A estratégia de diversificação dos investimentos adotada pela Previ..."
4) Por que investir em Vale, Petrobrás,..., e não alocar mais recursos em títulos públicos federais...?
A resposta cita que "... não seria prudente investir recursos exclusivamente em renda fixa, uma vez que..."
Ora, onde está na pergunta que seria "exclusivamente"?
Não me convenceu.

Ari Zanella disse...

Caro James,

A Verba C764 - Cassi Programa de Assistência de medicamentos de uso contínuo.

É aquele acordo de Assistência farmacêutica ( aqui no Sul é a com a PANVEL FARMÁCIAS) onde o medicamento é entregue em casa. A Cassi cobre 90% se for medicamento genérico e 70% para medicamentos "de marca"

Almira disse...

O sobrenome citado pelo colega Maurício eu conheço não sei de onde. Mas influência na Previ? Não entendi ...

pADILHA disse...

Caro Ari Zanella, colega e Professor, peço por favor, ler a notícia no Site da Federação dos Bancarios do Paraná, no ítem noticias de hoje (dia 15/01/2016), que fala que os Economiários pedem o afastamento da Diretoria do Fundo de Pensão da FUNCEF, peço por favor ler e se possivel repassar a quem de direito, se achar conveniente, pois toda diretoria de Fundo de Pensão (da pREVI) , nos diz respeito, não achas? colega.pois acho que o nosso Fundo de Pensão tem deixado der lado muitas reinvidicações dos Aposentados e Pensionistas, não é verdade? Tudo de bom...

Anônimo disse...

Sr. Ari, tem como "esmiuçar" o sumiço dos 12 bilhoes da reserva de contingencia?.e o nosso dinheiro na Neoenergia,Invepar. causa arrepios de medo...........

Ari Zanella disse...

Caro Padilha,

Não é o caso da PREVI. A Funcef teve muito mais ingerência política sendo uma das mais afetadas junto com o Postalis. O fato da PREVI não atender às nossas reivindicações não é motivo justo para afastamento tendo em conta que a administração tem que ser justa, não "bondosa". Em primeiro lugar é preciso administrar atuarialmente os recursos para que eles não venham a faltar no meio do caminho.

Anônimo 22:19

Em 2013 as reservas eram de 24 bi, em 2014 caíram para 12 bi e agora em 2015 desapareceram. Não há outro motivo a não ser a constante e paulatina queda do mercado acionário. Ora, a Bolsa que já esteve em 63 mil pontos, hoje está em 38 mil e os compromissos de pagamentos de aposentadorias cresceram. As ações e empresas (Vale a principal delas) que outrora nos deram excelentes resultados, agora estão ladeira abaixo. Mas não dá para vender na baixa, é preciso esperar melhorar para se desfazer aos poucos.

Padilha disse...

Correto Mestre Ari, agradeço o seu ponderado e correto parecer, estamos aprendendo sempre, e todo bom comentário, desde que seja sério e competente como o seu, deve ter o senso de responsabilidade e reflexão, tudo de bom, e fique com Deus.

Anônimo disse...

Onde foi que o colega das 10.32hs viu que aCooperforte aumentou.

Anônimo disse...

06:24, ora bolas, no site da Cooperforte. No meu caso foi alterado.

Anônimo disse...

Esse sobrenome Dona Almira, é de um ministro do STF. Agora não sei o grau de parentesco.

De repente poder ser igual SILVA. Tem vários sem nenhuma ligação familiar

Anônimo disse...

O meu limite , na Cooperforte, NÂO foi alterado.

Zé 100 Grana.

Anônimo disse...

Prof. Ari,

Obrigado pelo esclarecimento da verba C764.

Abraço, james.