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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

NONO ANO DE SUPERÁVIT? (MAMMA MIA!)



QUAL O SEGREDO DO FUNDO DE PENSÃO VALIA?
Valia fecha 2015 com nono ano de superávit
22/01/2016 - Fonte:  Valor Online
Na contramão dos resultados de grandes fundos de pensão brasileiros, a Valia, que reúne funcionários da Vale, apresentou em 2015 seu nono ano consecutivo de superávit.
O balanço do ano passado ainda precisa da aprovação do conselho deliberativo, mas conforme dados preliminares, a rentabilidade consolidada do fundo de pensão foi de 11,37%, pouco acima do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).
Os resultados positivos não foram suficientes, pelo terceiro ano seguido, para que a Valia batesse a meta atuarial, de 16,56% (INPC + 4,75%) em 2015.
Mas a presidente da Valia, Maria Gurgel, ressalta que os fundos de pensão possuem horizonte de longo prazo e, quando se olha os resultados nesse contexto, a situação é bastante confortável.
No acumulado de 15 anos, em dados consolidados, o fundo tem rentabilidade média anual de 17,3%, superior aos benchmarks de meta atuarial (13,20%); CDI (13,64%) e Ibovespa (7,21%).
"Os últimos três anos têm sido difíceis para os investimentos por uma situação conjuntural, com inflação em alta e bolsa em baixa.
A meta de curto prazo é algo que perseguimos, estamos atentos a ela, mas nossa situação é confortável", afirma Maria.
Ainda conforme dados preliminares, o patrimônio da Valia fechou 2015 em R$ 19,5 bilhões, São 120 mil participantes, 99 mil ativos.
O maior fundo é o de benefício definido (BD) com R$ 10,9 bilhões. Fechado desde 2000, ele distribui, há oito anos, superávits que somam R$ 2 bilhões.
Isso equivale dizer que os participantes, além dos 13 benefícios anuais (janeiro a dezembro e 13º salário), receberam mais 57, uma média de 6,33 benefícios extras ao ano.
Mesmo com a distribuição bilionária, o plano BD tem 127% de cobertura, ou seja, uma solvência bastante acima do necessário para cobrir o passivo.
Depois da aprovação do balanço de 2015, quando tiver o valor exato do superávit, a Valia vai definir como será a distribuição deste ano, já sob a mudança nas regras de equalização dos planos, que incluiu as características de solvência e "duration" de cada um na conta.
"Ainda estamos estudando as novas regras para definirmos o que fazer. Desde 2008 pagamos 25% a mais no benefício e em alguns anos distribuímos bônus extras.
Mas sempre discutimos essa distribuição com a associação dos participantes e o sindicato.
Temos um grupo de estudos com representantes de todos, formado para tratar disso", afirma Maria.
A estratégia desses últimos anos foi aumentar a exposição a títulos de renda fixa, em função da alta dos juros e da inflação, além de reduzir a participação em renda variável.
Historicamente, a Valia operava com cerca de 25% do patrimônio em ações, mas em 2015 esse percentual caiu para 4%; ante 12% em 2014, e 17% em 2013.
Não há mais participação relevante em ações da Vale, que têm machucado o resultado de algumas fundações.
Apenas por meio de fundos passivos, atrelados ao Ibovespa.
Maria afirma que os investimentos em renda variável foram essenciais para que o fundo BD pudesse distribuir superávits nos últimos anos.
"Somente com a renda fixa, não teríamos obtido esse resultado", diz.
Ela espera que a bolsa recupere o papel de diversificação de investimentos.
No acumulado de 15 anos, além da renda variável, que rendeu em média 18,91% ao ano, outros dois investimentos deram mais retorno para a Valia do que os 16,25% da renda fixa.
Os empréstimos a participantes (18%), que representam 5% do patrimônio do fundo; e os imóveis, 10 empreendimentos comerciais no Rio e em São Paulo alugados, que renderam 19% em média ao ano e eram 6% do fundo.
Maria atribui os bons resultados aos sistemas de gestão e qualificação da equipe e a uma governança robusta e estruturada.
A Valia fez uma baixa contábil do investimento na Sete Brasil, única operação que gera estresse entre seus participantes.
A rentabilidade de 11,37% em 2015 já leva em conta essa baixa.
"À época em que o investimento foi feito, em 2010, o cenário era favorável à indústria de óleo e gás, houve participação dos principais bancos, BNDES e demanda da Petrobras.
O que aconteceu com a petroleira foi totalmente imponderável", diz.
O investimento da Valia na Sete foi de R$ 200 milhões.
Para este ano, a estratégia focada em renda fixa está mantida, mas a equipe está atenta a mudanças de cenário.
Dos R$ 10,9 bilhões do plano BD, 13% está em caixa, disponível para oportunidades de investimento de acordo com a política do fundo.
INOBSTANTE A CIA VALE ESTAR PATINANDO, SEU FUNDO DE PENSÃO TEM SIDO EXEMPLAR, NOTADAMENTE PELO CAMINHO SEGURO DAS APLICAÇÕES EM RENDA FIXA. E PERCEBAM QUE SOFRERAM 200 MILHÕES DE PREJUÍZO COM A SETE BRASIL!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

VINHO NOVO EM ODRES VELHOS

      Apesar das boas intenções, o novo empréstimo imobiliário (CARIM) alongando seu prazo para até 420 meses (35 anos) não atenderá aos anseios da maioria do Plano Um pois os assistidos vão avançando na idade  e beneficiários dos 420 meses serão pouquíssimos. De bondade nesta renovação vi quase nada, a não ser os cinco anos que alongam o prazo, porém em sã consciência alguém acha que o assistido de 65 ou 70 anos terá ânimo para comprar um imóvel devido a esse pequeno aumento no prazo?
      Outra decisão que inviabiliza a tomada do financiamento é a mudança na margem consignável, antes de 70% para 30% (a mesma que baliza todos os empréstimos consignados). Ora, se já não temos margem para tomar um simples empréstimo que dirá para um valor alto como o de um financiamento imobiliário?! Em minha opinião, para a grande maioria, os novos parâmetros inviabilizam novos financiamentos. Talvez haja algum benefício quando forem adequados os contratos existentes, a partir de 30 de junho.
      Aguardemos a divulgação das novas margens que começará com o novo empréstimo imobiliário em fevereiro. Eu, que já tive à disposição 130 mil, hoje preciso me contentar com o limite de R$ 35.153,00. As imobiliárias andam "loucas" atrás de mim para fechar negócio. Mamma Mia!
                        IMÓVEL À VENDA EM BAIRRO DE JOINVILLE POR R$ 170.000,00


"A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original". (Albert Einstein)
  

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

MEIO DE CAMPO EMBOLADO

    O Jornal Correio Braziliense condensa a situação periclitante em sua recente primeira página mostrada abaixo:

    A revista Veja desta semana traz na capa "a hora da verdade" para Lula que teria sido denunciado por um Procurador sobre seu apartamento no litoral paulista.



   No twitter tem imagem antiga de O Globo em que o Paulo Maluf teria dito a mesma frase dita por Lula de que "não existe viva alma mais honesta do que ele". Aqui não se sabe até onde vai o real de uma possível "montagem", notadamente a expressão de Maluf numa rede social.


     Pelo sim pelo não, vamos considerar as duas primeiras, reconhecidamente verdadeiras, lembrando que no caso de Lula, ele não possui mais foro privilegiado e eventual aceite de denúncia via procuradoria, cairá em primeira instância, não necessariamente ao juiz Sérgio Moro, se bem que haveria ligação com a Lava Jato, posto que o apartamento teria sido construído por empresa investigada (OAS).

sábado, 23 de janeiro de 2016

NOTÍCIAS RUINS DA SEMANA NÃO COUBERAM NA SEXTA-FEIRA

      O mercado internacional tinha dois pilares de credibilidade da política econômica brasileira: O primeiro era o ex-ministro Joaquim Levy e o segundo era o Banco Central. Na terça-feira Alexandre Tombini deu uma declaração (não se sabe se de comum acordo com Dilma) que parece ter refletido na decisão do Copom na quarta, de não elevar a taxa Selic. Como resultado o dólar bateu seu recorde em 4,17.
       Noutro momento a presidente Dilma criticou duramente, dizendo-se "estarrecida" com trechos do relatório do FMI. Esta crítica teria sido recebida com reservas até mesmo no Palácio do Planalto. E se ela, Dilma, influenciou Tombini nas declarações de terça, deixou-o em saia justa.
      É notório o despreparo desta senhora para exercer a presidência. É caso de incompetência explícita que não vai resistir e governar com um congresso de maioria oposicionista. Vai perder quase todas as votações no Congresso, chegando a um ponto de ingovernabilidade.
      Quando chegar a volta do recesso parlamentar teremos um visão mais clara mas pelo andar da carruagem, não há como a presidente prosseguir...Sabe o que diz o relatório do FMI? Diz que em 2016 o Brasil será responsável por 1 (UM) em cada 3 (TRÊS) desempregos no mundo!
 DILMA E A PRESIDENTE DO FMI CHRISTINE LAGARDE (FOTO EM SEPARADO)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

CASSI SOB A ÓTICA DA FEDERAÇÃO

AVALIAÇÃO DA FAABB

 1. A CASSI vive em dificuldades desde 1992. Em 1996 foi feita uma enorme mudança nos paradigmas da CASSI e, quem defendeu tais mudanças, o fez advogando que essas resolveriam a questão. A realidade apontou outra história. Não resolveu. Já em 1999 os Auditores Independentes já temiam pela sustentabilidade da CASSI e o Conselho Fiscal de então recomendou que as contas do exercício não fossem aprovadas. Depois em 2005, 2006 a crise voltou com força. Em mesas de negociação o BB decidiu por novas mudanças estatutárias e fez: botou dinheiro vivo na CASSI. Veio o BET e deu certo fôlego à CASSI. Em 2014 novo déficit fez arrepiar a todos nós e nova mesa de negociação foi criada para discutir não só a cobertura do déficit, mas as questões de gestão e sustentabilidade na CASSI.

2. Ao longo de todo ano de 2015 inúmeras reuniões foram feitas com o Banco e este apresentou como "solução", nos empurrar os 5,830 bi e desvencilhar-se de vez de sua responsabilidade para com a saúde de aposentados e pensionistas. Evidentemente ninguém em sã consciência aceitou essa proposta indecorosa, razão pela qual as negociações se arrastam em busca de uma solução.

3. Enquanto isso, fora da CASSI, a saúde entrava em crise atingido a maioria das operadoras, seja as de mercado ou as de auto gestão e o Diretor da CASSI William bem trouxe essas informações.

4. Em de 18/01/16, a Folha de São Paulo publicava que os pacientes ganham 9 em cada 10 ações contra plano.  Quem realizou a pesquisa afirmou que o problema que leva à Justiça está em constante movimento e tem a ver com lacunas da regulação.  Observa-se, entretanto, que a maioria das sentenças favoráveis aos usuários e contra os planos de saúde estão ferindo os contratos de cobertura dos planos e determinando fazer procedimentos ou fornecer materiais e medicamentos que não estão previstos nem na regulação e nem na legislação da Agência Nacional de Saúde.

5. O Diretor da CASSI, William Mendes considera que se essa tendência não for revista não vai sobrar um plano de saúde coletivo sério nos próximos anos, com mensalidades possíveis de serem pagas, e assim a maioria dos milhões de usuários terá que recorrer ao SUS, pois não terão como pagar os custos rateados coletivamente por pagar decisões da justiça para casos individuais não previstos nos contratos, legislação e custo dos planos.

6. Por mais que entendamos urgente aperfeiçoar a gestão da CASSI é forçoso reconhecer que não há milagre que dê conta da equação perversa residente no setor saúde com problemas estruturais e conjunturais, por exemplo:

- inflação médica;

- judicialização que cria despesa assistencial não prevista nos contratos e legislação;

- rede hospitalar atuando com cheque em branco ao internar pacientes dos planos conveniados;

- a contribuição pessoal e patronal atrelada a reajustes de proventos e benefícios de pensão ou aposentadoria que nem de longe acompanham a inflação oficial e a médica (que é maior do que a oficial).

7. Para piorar, ainda segundo análise do Diretor William, a Resolução 259/268 da ANS, de garantia de atendimento, cujo objetivo correto era não deixar usuários desassistidos, teve como consequência negativa uma desorganização negocial na relação operadoras de saúde/rede credenciada, porque os planos de saúde não estão mais conseguindo credenciar profissionais de saúde, clínicas e cooperativas de médicos, pois a Resolução acaba obrigando os planos a pagarem o valor que eles quiserem em suas consultas.

8. Pode-se somar a tudo isso as fraudes absurdas no fornecimento materiais e medicamentos e a forma de organização praticamente em monopólio em que estão organizados os setores de exames e diagnóstico no país, a falta de ética de alguns segmentos ou profissionais na área da saúde e o mais importante nessa discussão da (in)sustentabilidade no setor de saúde: a mudança cultural e estrutural do modelo de saúde atual, focado na doença e na cura caríssima dela e não na prevenção e cuidado das pessoas, coletivamente, ao longo da vida.

9. As questões CASSI  não estão imunes a tantas intempéries. Há necessidade urgente de se rever a gestão, processos, procedimentos, relação com prestadores e associados. Nessa última reunião, ao que parece, o próprio BB compreendeu isso. Talvez tenha reconhecido a sua parcela de culpa na incompetência que o ex-Diretor do BB e ex-Presidente da CASSI alardeia em seus vídeos. Tanto que decidiu pela contratação de  empresas especializadas em gestão para promover estudos aprofundados nos processos internos, na gestão dos modelos, em medidas estruturantes para aumentar a eficiência da gestão da Cassi nas áreas de procedimentos e de regulação e gestão de prestadores de modo a implantar dois pilotos do modelo assistencial da Cassi de Atenção Integral para 100% dos participantes em duas cidades (pilotos)  - determinando as correções necessárias para as medidas estruturantes para que essas tragam economias nos próximos anos e permitir que a Cassi persiga seu objetivo central de implantar o Modelo Assistencial de Atenção Integral à Saúde, com foco na prevenção de doenças e promoção de saúde, reabilitação e recuperação. Examinar e aprofundar a viabilidade do eixo do modelo na Cassi, baseado na Estratégia Saúde da Família (ESF) que foi planejado para ser estendido para o conjunto dos participantes (Plano de Associados e Cassi Família).


Isa Musa de Noronha




ISA MUSA DE NORONHA E O DOUTOR MEDEIROS (FOTO AFABB-RS)

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

CASSI - CUSTO MÉDIO X CONTRIBUIÇÕES (III)


Prezados colegas,

Tendo em vista que a CASSI se nega a fornecer quaisquer informações detalhadas sobre seus registros contábeis, repito que os dados que constam do anexo à minha mensagem inicial sobre o assunto foram "garimpados" nos balanços da CASSI, da PREVI e do BB, o que os tornam incontestáveis. 


Os cálculos efetuados evidenciam o resultado final, que é a insuficiência da contribuição do pessoal da ativa. 

Conforme os números levantados o demonstram, o custo médio da CASSI é de R$ 752,74 por contribuinte/mês, enquanto que a contribuição média mensal do grupamento de funcionários ativos é de R$ 529,17 (média salarial mensal de R$ 7.055,66 x 7,5%).  Portanto, uma deficiência de 42,2%. 


Enquanto isso, para o mesmo custo médio assistencial de R$ 752,74, a contribuição média mensal dos aposentados é de R$ 792,18 (R$ 10.562,40 x 7,5%).  Portanto, superior ao custo.

É importantíssimo ressaltar que a insuficiência de contribuição do grupamento da ativa é bem maior que 42,2%  porque no montante de salários pagos pelo Banco em 2014 (R$ 9.454.352mil), sobre o qual foi apurada a média salarial citada, estão incluídas verbas sobre as quais não há contribuição à CASSI.
Portanto, se o Banco quer que os funcionários da ativa usufruam da assistência à saúde que lhes foi prometida, é óbvio que deve arcar com a diferença entre os custos da CASSI e as contribuições vertidas pelo grupamento (contribuição pessoal + patronal).  Não pode pretender que a deficiência de contribuição seja compartida com os aposentados, que já contribuem mais do que  suficientemente conforme os cálculos demonstram.
Cordialmente
Ebenézer

Texto enviado por e-mail pelo excelente Ebenezer Nascimento para enriquecer o debate ora em questão sobre o nosso plano de saúde.

ebenezer.w@gmail.com

sábado, 16 de janeiro de 2016

DEFESA, ATAQUE E O MEIO DE CAMPO

    Quando jovem gostava de ouvir futebol pelo rádio, narradores e comentaristas diziam que o jogo se ganha no meio de campo, outros diziam que a melhor defesa é um bom ataque, e outros falavam que aqueles que preferem uma boa defesa são retranqueiros, sem tesão para vencer jogos.
    A economia pode valer-se das estratégias futebolísticas para ganhar ou perder. Um bom presidente (técnico) escala uma equipe de auxiliares que vão fazer o time (jogadores) ganhar muito mais do que perder. O exemplo clássico é o Santos de outrora que tomava 3 gols mas fazia 6. O que estraga qualquer estratégia é a política (no futebol chama-se apadrinhamento). Vale lembrar o velho ditado inglês: "The right man in the right place", isto é, o homem certo no lugar certo.
     Vemos a FIFA - a poderosa Federação Internacional de Futebol - envolta em escândalos de corrupção, com seus principais dirigentes presos ou banidos de seus cargos. O principal motivo é a longa permanência nos cargos, espécie de ditadura branca, e se não fosse a confiável polícia norte-americana, talvez nem teria havido punição a estes larápios de colarinho branco.
     Em nossa política a situação é idêntica. O irretocável juiz Sérgio Moro já decretou a prisão de vários empresários famosos, entretanto, o que se vê em Brasília é um descaso total para com os políticos. Nenhum deles foi preso, à exceção do senador Delcídio Amaral que deu "bandeira" contra a honra do STF, apesar da solidez de provas de enriquecimento ilícito. Ora, é tão fácil obter as provas (se a Procuradoria ou mesmo o próprio STF quiser). Basta a Receita Federal convocar o fulano, o beltrano e o sicrano e verificar seu patrimônio. Se o fulano (pai) não tiver bens em seu nome, verificar os filhos/filhas e fazer um comparativo de evolução dos seus patrimônios. Verificar suas RENDAS e observar se com ESSAS RENDAS seria possível adquirir fazendas e gados, imóveis e carros importados que constam de seu patrimônio (aqui é preciso investigar até os chamados "laranjas", pessoas que "emprestam" seus nomes e CPF para serem utilizados como "proprietários". Com tudo na mão, parece que os órgãos que deveriam prender e punir estão coniventes com os crimes. Por favor, vamos nos espelhar na justiça americana, que foram em cima dos responsáveis maiores.
     Aqui chamam ex-presidente para "dar informação" se está ou não envolvido. Certamente esperam que o mesmo diga "Sim, estou envolvido com X, Y e Z. Podem me prender!". Gente minha, quanta hipocrisia! Os advogados dele ficam rindo à toa...(Aliás, a pessoa para dar um simples testemunho precisa ficar acompanhado o tempo todo de um advogado?)
      Abram bem os olhos, brasileiros e brasileiras! Estamos sendo aprisionados como animais dependentes da comida de seus criadores!
EM DEPOIMENTO, BUMLAI DISSE QUE ESTEVE DUAS VEZES NO SÍTIO DE LULA, MAS PELO QUE SE SABE LULA NÃO POSSUI NENHUM SÍTIO.


quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

A PALAVRA DO FUNDO


Notícias

13/01/2016

As 10 principais dúvidas sobre investimentos da PREVI

Selecionamos os temas mais comentados pelos associados e esclarecemos questões sobre as aplicações de recursos dos planos de benefícios da Entidade.

Gestora de recursos da ordem de R$ 170 bilhões e responsável pelo complemento de aposentadoria de duzentas mil famílias, a PREVI desperta interesse em seus participantes, que demonstram ter dúvidas em questionamentos encaminhados à Entidade pelos canais de atendimento e comunicação. A ideia com essa publicação é reunir os principais temas que geram consultas e comentários sobre os investimentos realizados pela PREVI e trazer breves esclarecimentos, com o intuito de melhor informar aos associados. Confira a seguir a lista com as dez principais questões levantadas e as respectivas respostas.

1 – A PREVI tem muito dinheiro, portanto deveria pagar benefícios maiores a aposentados e pensionistas.
Os recursos da PREVI são do tamanho dos seus compromissos, que por sua vez são de longuíssimo prazo. Ter um patrimônio robusto não torna a Entidade rica, mas sim sólida e segura para cumprir os contratos previdenciários firmados com seus participantes, pagando em dia os complementos de aposentadoria e pensões. Vale lembrar que o benefício de aposentadoria é definido com base na carreira que cada um fez no Banco, quando estava na ativa.
2 – Por que tanto dinheiro do Plano 1 está alocado em renda variável, mesmo em momentos como o que vivemos de crise econômica e Bolsa de Valores em baixa?
A estratégia de diversificação dos investimentos adotada pela PREVI, em especial com relação aos recursos do Plano 1 desde o fim da década de 1990, foi uma das principais responsáveis pelos sucessivos superávits conquistados nos últimos anos e que proporcionaram diversos benefícios extraordinários aos associados, como suspensão de contribuições e pagamento do BET, por exemplo. A maior alocação em ações proporcionou no longo prazo rentabilidades significativamente superiores ao atuarial e aos principais indicadores de mercado.
3 – E por que ter investimentos tão vultosos em poucas empresas? Não seria melhor diluir esses recursos em outros ativos, nessa linha da diversificação?
Cerca de 80% dos recursos do Plano 1 alocados em renda variável estão aplicados em dez empresas. São ativos sólidos, da economia real, que mesmo em momentos adversos da economia mostram resiliência, e nos períodos de alta apresentam excelentes rentabilidades e pagam volumosos dividendos aos acionistas. Nos últimos anos, cerca de 50% do valor pago em benefícios teve como origem dos recursos dividendos e juros sobre capital próprio das empresas participadas, permitindo assim que não se precisasse vender outros ativos para pagar benefícios. A alocação em renda variável do Plano 1 está hoje em torno de 57% do total de recursos do Plano, e tem diminuído a cada exercício, com venda de cerca de R$ 3 bilhões em ações por ano. A diversificação dos investimentos se dá por meio de alocação em outros segmentos como renda fixa, imóveis, operações com participantes, investimentos estruturados e no exterior, o que já assegura uma boa proteção ao patrimônio e a busca por bons retornos aos planos de benefícios.
4 – Por que investir em Vale, Petrobras, Brasil Foods, Ambev, empresas de energia e bancos, e não alocar mais recursos em títulos públicos federais, por exemplo, que estão oferecendo rentabilidades maiores com os juros básicos mais altos?
Tanto Plano 1 quanto PREVI Futuro detém importantes alocações em renda fixa, com destaque para títulos públicos federais, cujos papeis possuem baixo risco e rentabilidades adequadas a investidores de longo prazo como os fundos de pensão. No entanto, não seria prudente investir recursos exclusivamente em renda fixa, uma vez que num cenário consistente de taxa de juros baixa, como, aliás, houve há poucos anos, dificultaria alcançar a meta atuarial dos planos em função do menor potencial de retorno desses papeis nesse ambiente. De qualquer forma, o atual momento de taxa de juros elevada é uma janela de oportunidade para novos investimentos no segmento de renda fixa, notadamente no Plano 1, por conta do menor risco e boa rentabilidade dos títulos, aliada a sua característica de prover liquidez, necessária aos pagamentos de benefícios dos participantes ao longo dos anos.
5 - Como acontece a negociação especifica para a venda de ativos de determinadas empresas, conforme preveem seus respectivos Acordos de Acionistas?
Os investimentos em grandes empresas, geralmente feitos dentro do bloco de controle das companhias por meios de acordos de acionistas, necessitam de tempo e planejamento para seus futuros desinvestimentos, em função do grande volume de recursos a serem movimentados, que podem inclusive afetar cotações de ações na Bolsa se feitos de forma equivocada ou precipitada.
6 – Os valores atuais das ações das empresas na Bolsa de Valores espelham seus respectivos valores patrimoniais?
A cotação de uma ação em Bolsa não necessariamente reflete seu valor patrimonial. Ela indica quanto os acionistas topam pagar, no momento, pelo patrimônio líquido da companhia. As cotações são influenciadas pela expectativa dos investidores quanto a fatores internos daquela empresa, tais como resultado operacional e seu endividamento, além de variáveis externas como taxa de juros, câmbio, questões setoriais e etc.
7 - Quais são as empresas relevantes avaliadas por valor econômico?
Antes de tudo é importante ressaltar que apenas o Plano 1 detém participações acionárias por meio de bloco de controle de empresas, ou seja, de ações vinculadas a acordo de acionistas e que não podem ser negociadas em Bolsa livremente. O PREVI Futuro não detém participações desse tipo, apenas ações de companhias desvinculadas de acordos de acionistas. As empresas nas quais o Plano 1 detém participação em bloco de controle e que são avaliadas a valor econômico são Litel (Vale), Neoenergia e Invepar. Vale lembrar ainda que essas avaliações são feitas por bancos de investimentos e seguem premissas consideradas médias de mercado, portanto consideram os cenários mais realistas na precificação desses ativos.
8 – A cotação da Bovespa está em um dos patamares mais baixos nos últimos anos. Não seria o momento de diminuir a alocação em ações e levar os recursos para outros segmentos de investimentos, como renda fixa e imóveis, por exemplo?
O índice Bovespa, que reflete o valor das empresas listadas na Bolsa, está sendo negociado abaixo da série histórica. Estamos vivendo um cenário doméstico e internacional extremamente desafiador, que muitos analistas chamam de tempestade perfeita: uma combinação de baixo crescimento em grandes economias do mundo (Europa, Japão e China); instabilidade fiscal, política e de confiança no Brasil, com juros e dólar altos e crescimento econômico negativo. Portanto, esse não nos parece ser o melhor momento para vendermos nossas posições, pois assim estaríamos realizando prejuízos com as desvalorizações verificadas. Avaliações frequentes de cada um dos ativos são realizadas para monitorar o momento ideal e aproveitarmos oportunidades de vendas e realizações de ganhos. É com esse cuidado e criteriosa análise de condições que, nos últimos cinco anos, foram vendidos aproximadamente R$14,1 bilhões em ativos de renda variável.
9 - O que pode provocar o déficit no Plano 1?
A PREVI tem boa parte dos seus recursos aplicados em ações de empresas. E o valor das ações oscila na Bolsa. Quem acompanha o noticiário econômico sabe que a Bolsa de Valores passou por um ano muito difícil, com queda generalizada no valor das ações. Além disso, nossas obrigações com os associados aumentaram. A cada ano, a PREVI desembolsa mais recursos com o pagamento de benefícios, que são reajustados anualmente com base no INPC, que em 2015 alcançou dois dígitos (cerca de 11%). Portanto, o provável déficit tem teve como principais fatores o aumento da reserva matemática e a queda temporária no preço das ações.
10 – A PREVI tinha R$ 12 bilhões de Reserva de Contingência em 2014. Onde foi parar esse dinheiro?
Quando falamos que a PREVI tem ativos no valor de R$ 170 bilhões, isso não significa, obviamente, que são pilhas de cédulas guardadas em um cofre. O dinheiro está investido, boa parte dele em ações, cujos valores sofrem oscilações de mercado para cima ou para baixo. Neste ano, a oscilação foi majoritariamente para baixo. Além disso, a PREVI usou mais de R$ 9 bilhões para pagar benefícios aos aposentados em pensionistas em 2015. Foi desta forma que os recursos foram consumidos.
www.previ.com.br

OBSERVAÇÃO DO BLOG
Utilizamos recursos de colorir perguntas e respostas e outras técnicas editoriais, sem, contudo, alterar o teor escrito.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

AS ELEIÇÕES NA PREVI SÃO O FOCO

     Nenhuma eleição é merecedora de tamanha importância, pelo menos para nós associados, do que a de nosso fundo de pensão. O motivo é muito simples, o fundo é cobiçado pelo seu imenso patrimônio e pelos altos salários nele instituído pelo patrocinador que ao "ceder" seus altos executivos para formar a paridade na diretoria e nos conselhos, empresta-lhes a remuneração paritária com o Banco. Não concordo com isso mas quem manda na PREVI não são os associados.
       Leio a postagem do Dr. Medeiros "Iniciou a Peleia" na qual ele declina de vez de pretensões eleitorais. Uma pena! Precisamos, por isso, nos movimentar nos bastidores para outros nomes confiáveis para o cargo de diretor de Seguridade, alguém que, chegando lá, não dance conforme a música do Banco. Esta é a condição essencial para a batalha. Pensei no amigo João Rossi Neto, uma "fera" que poderia revolucionar o cargo de diretor. Mas ele já se posicionou não estar inclinado a fortes emoções pois carrega alguns conselhos médicos de cuidar de suas coronárias. Além do mais, Rossi tem uns semoventes nos arredores de Goiânia, o que lhe garante tranquilidade para o resto da vida.
      Então nos compete buscar em nosso meio elemento talhado para o cargo e que tenha pulmão e pernas para percorrer todas as cidades principais desde o Oiapoque até o Arroio Chuí. Não podemos contar com o apoio logístico da ANABB que possui todos os emails dos funcionários do Banco da ativa e dos aposentados. Será uma luta mas quem está no campo precisa pegar no arado (ou no trator). Só para lembrar, para registrar a chapa são necessárias 1000 assinaturas. A hora é agora. É imperioso que não percamos tempo. Garanto que os adversários estão agindo na surdina, entre eles os detestáveis sindicalistas. Nunca a nossa união foi tão necessária como agora. Coloco-me à disposição para colaborar. Deixo meu email pessoal para eventuais sugestões e novas ideias.

azarizanella@gmail.com

FOTO TROCADA PARA EVITAR INTERPRETAÇÕES INVEROSSÍMEIS.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

DR. MEDEIROS NA ELEIÇÃO DA PREVI

     Leitores começam a inticar o carismático Doutor Medeiros para concorrer a um cargo na próxima eleição da PREVI.
        Medeiros anda um pouco macambúzio com o calote recebido nas eleições da ANABB. Com efeito, foi frustrante o apoio recebido por José naquele pleito, o que o levou a fechar o seu blog para assuntos de PREVI e de CASSI, com reflexos nos demais blogues afins.

MEDEIROS LADEADO POR INÚMERAS PENSIONISTAS SUAS FÃS INCONDICIONAIS NO RS

     A frustração na ANABB não deve levar o nosso amado guru a desistir da PREVI. Antes deve refletir para entrar em chapa que agregue votantes de todo o Brasil, à semelhança do que foi feito na eleição de 2014. Na hora do voto não podemos desprezar o apoio de ninguém. José Bernardo sabe que sozinho ninguém se elege; é preciso de apoio, muito apoio.
Tenho certeza que o sangue híbrido, farrapo com nordestino, que lhe corre nas artérias, não faltará a este clamor previano para que aceite postular à cadeira para a qual ainda não foi eleito: diretoria de Seguridade.
       Vamos lá, destemido gladiador! Estamos seguros de sua eleição, desde que a militância saia às ruas com determinação (às ruas é força de expressão) posto que nós estamos em débito desde a eleição da ANABB. Ali nossos votos não foram o bastante e temos que ter em conta que na PREVI serão necessários no mínimo quintuplicar os votos, dado à relevância do cargo.
FOTO DE UMA REUNIÃO SOBRE A CASSI EM 2015 NAS DEPENDÊNCIAS DA AFABB-RS. O ESBELTO PROFESSOR ARI ZANELLA É O PRIMEIRO À DIREITA, ESTANDO O ELEGÍVEL DOUTOR MEDEIROS NA TERCEIRA POSIÇÃO TAMBÉM À DIREITA.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

REPOSIÇÃO SALARIAL - INPC 2015

     O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) acaba de divulgar o IPCA e o INPC de 2015, o primeiro registra a inflação oficial e o segundo é usado para corrigir as aposentadorias:

IPCA referente a dezembro/2015 -  0,96%
Acumulado no ano -  10,67%

INPC referente a dezembro/2015 -  0,90%
Acumulado no ano -  11,28%

Portanto, a correção de nossas aposentadorias será de 11,28%

Tanto a parte da PREVI quanto a parte do INSS terão esse reajuste a partir de janeiro/2016

Desta vez o índice do mês foi abaixo do IPCA-15 fazendo com que a minha previsão que era de 1,30% caísse para 0,90%.

Em consequência do presente reajuste, a cada mil reais de salário corresponde a um acréscimo de R$ 112,80.

Só um detalhe, prestem muita atenção ao índice deste mês (janeiro/2016) que deverá ser alto em função do aumento generalizado dos produtos.


quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O PIOR PARTIDO DO BRASIL

    O Partido do Movimento Democrático Brasileiro transformou-se  ao longo dos anos no maior embusteiro dentre os partidos existentes no Brasil. Sua meta é o poder para obter cargos e como não consegue em suas alas ter líderes capazes de vencer eleições majoritárias a presidente, prefere agir como o chopim que põe seus ovos em ninho de terceiros. Daí resulta uma simbiose virótica, prejudicial, porquanto nem preserva a sua identidade nem assume a identidade do partido com quem aliou-se.
          O presidente atual do partido vive o dilema de Hamlet, do ser ou não ser governo. Ontem, em vez de tomar uma decisão firme de desembarque, comentou que o partido precisa decidir-se entre ficar no governo pelos cargos ou sair. Ora, o presidente precisa ter pulso firme e impor sua vontade pois a maioria decide no voto. Eduardo Cunha, apesar de tudo, é bem mais lúcido em direção ao desembarque.
       Falando em Eduardo Cunha, a PF declarou que ele e sua família possuem patrimônio incompatível com sua declaração de IR. Mas, só ele? E os demais? Será que por ser oposição a Dilma a PF age de acordo com a vontade da presidenta? E o patrimônio de Lula, dos filhos, de José Dirceu, de Renan Calheiros e de outros 90% estão todos ok? É óbvio que a Receita Federal está atendendo ordens da Presidência que deseja ver o Cunha sangrar à exaustão.
       Neste ponto que o presidente do PMDB devia agir, confrontando a presidência e defendendo seu correligionário...Porém, entra em cena o caráter de quem dirige o partido que, em suma, se funde como que por osmose, com os próprios objetivos partidários descritos no topo. A que ponto chegamos onde o maior partido do Brasil tornou-se uma verdadeira meretriz.
PARA GARANTIR PRESIDÊNCIA DO PMDB, TEMER FAZ RECUO ESTRATÉGICO EM RELAÇÃO AO IMPEACHMENT.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

ANO COMEÇANDO PESADO

     2016 mostrando a que veio. Já no primeiro dia as bolsas do mundo todo estavam bem vermelhas. Não bastassem os conflitos entre Irã X Arábia Saudita com fechamento das relações diplomáticas, o sempre traiçoeiro Estado Islâmico com seu terrorismo multinacional, ontem a esdrúxula e minúscula Coreia do Norte resolveu testar a bomba de hidrogênio (bomba H) alegando defender-se dos Estados Unidos. Ora, os Estados Unidos não são ameaça posto estar a Coreia do Norte situada muito próximo da Rússia e da China, países que eventualmente a protegeriam. Todavia, este paisinho inexpressivo quer botar banca, alardeando que seus mísseis podem atingir toda a costa oeste dos EEUU. País como esse, fechado e ameaçador, deveria ser riscado do mapa.
        No Brasil a crise é política. Ninguém sabe até onde vamos suportar o desemprego, a inflação e o descontrole das contas públicas. O povo é pacífico mas as reformas que deveriam ter sido feitas no passado, agora estão fazendo muita falta. A bolsa já atingiu um de seus níveis mais baixos. A inflação é um dragão ameaçador. A situação cada vez mais se encaminha para um beco sem saída. Ou seria excesso de pessimismo? Pode ser, entretanto os sintomas nos induzem a níveis de apreensão com a popular estagflação, combinação de estagnação com inflação.

sábado, 2 de janeiro de 2016

PROPÓSITOS PARA O NASCENTE

     Qual é o seu ânimo para o ano entrante?  Otimista, pessimista ou indiferente? A operação Lava Jato adentra lentamente sobre os políticos. Nenhum dos acusados sequer conhece os portadores de dinheiro entregues sem qualquer recibo (provas). As evidências se materializam em bens materiais como carros de luxo, contas em paraísos fiscais de difícil rastreamento, com exceção da Suiça. As evidências estão no lado pagador. Ninguém pode negar o mensalão, tampouco a Lava Jato porque já possui provas cabais, inclusive acordos com empresas envolvidas para devolução do dinheiro. Não é possível negar o superfaturamento proposital da compra da refinaria de Pasadena. Nem o poder de fogo (dinheiro sobrando) que tiveram os partidos aliados na última campanha. Nem o enriquecimento ilícito de parentes dos principais mentores da Lava Jato e do BNDES (por enquanto não investigado). Os meliantes são tão espertos que não deixam provas, com exceção da delação premiada. A Bíblia diz que "os filhos das trevas são mais espertos que os filhos da luz" e cai como uma luva em nosso Brasil.
      Mesmo que continuem a governar o país, o quadro econômico vai se agravar, setores essenciais irão causar revolta popular, o apoio no Congresso vai ser minoria porque a popularidade vai cair ainda mais. A não ser que surja alguém conciliador, um salvador da pátria, que consiga uma união nacional em torno da salvação maior do bem comum, sem cores partidárias. Nesse sentido, eu sou pessimista ao extremo.
      Mas então, qual será a solução? Difícil responder, certo? Há muito mais perguntas do que respostas. Uma solução seria o PCO - Partido da Causa Operária que no último programa em rede nacional defendeu o compositor e cantor Chico Buarque, que de operário não tem nada.