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sábado, 31 de dezembro de 2016

DOIS MIL E DEZESSEIS, SEM SAUDADES!

  Em 2016 tivemos muito mais desgostos do que felicidades. É um ano para ser esquecido. Gastamos o nosso precioso tempo para tentar nos livrar de um cachaceiro indomável que nos legou um país em ruínas. O fato mais marcante foi ter-se comparado a uma serpente (Satanás, por extensão) de quem não conseguimos esmagar a cabeça, apenas chuchamos o rabo.
    A internet é um campo de batalha. Foi por jogo obscuro do Kremlin que "hackers" obtiveram êxito nas contas de correio eletrônico de Hillary fazendo-a perder as eleições americanas. Por isso, não podemos confiar na rede mundial. Há muita publicação com montagens, edições, cortes, etc, que deturpam a verdade. Em qualquer reportagem devemos nos perguntar: "A quem interessa a publicação?" Hoje os maiores governantes nem mais usam seus porta-vozes, eles mesmos, se comunicam através da redes sociais. Trump é um exemplo...
    O mundo está mudando muito rápido. Quem diria que a VARIG, uma pioneira da viação brasileira, fosse acabar? Com o jumbo 747, ainda hoje um dos mais modernos
aviões em beleza e segurança. Falar em VARIG - Viação Aérea Rio Grandense - não nos esqueçamos do triste fim de seu fundo de pensão: o AERUS.
Se a empresa estivesse ativa há uns oito anos, seu logo azul teria virado estrela vermelha, com o cachaceiro supracitado posando na escada com o quepe de comandante...
    Saindo pela tangente e ingressando nos assuntos de nossa aposentadoria, quero encerrar com a maravilhosa definição dada pelo mestre José Aristophanes Pereira, acerca da fisiologia de nosso fundo de pensão: "É um caso singular de estudo essa relação incestuosa entre BB e Previ, que beneficia o macho, submete a fêmea a seu mando e mantém sob ração as crias atuariais, a caminho do matadouro." 
   Fecho de ouro para ano de 2016!
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Jeitinho brasileiro...

QUEIRA DEUS QUE ESTA CONSTRUÇÃO CONTINUE EM 2017 CONTRARIANDO AS LEIS DA FÍSICA...


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

JATOS D'ÁGUA PURIFICADORES

Prezados Edgardo, Ari e demais colegas.

O tamanho da angústia é diretamente proporcional à sabedoria da longevidade, por isso causa sofrimento e indignação crescentes. 
O binômio BB+Previ(Plano1) é monolítico, e na confrontação com os objetivos ideais de uma EFPC(Entidade Fechada de Previdência Complementar) prevalecem os objetivos privados da corporação, sob o beneplácito das linhas mestras governamentais. Nosso modelo, conquanto solidário na concepção, é, na prática, estruturalmente desonesto, injusto e, necessariamente, mentiroso. Mormente, na singular simbiose BB+Previ, vez que o patrocinador(banco) pedala, por manobras e expedientes administrativo-financeiros, os avantajados recursos de sua coligada(!), supostamente pertencentes aos milhares de assistidos. 
É um caso singular de estudo essa relação incestuosa entre BB e Previ, que beneficia o macho, submete a fêmea a seu mando e mantém sob ração as crias atuariais, a caminho do matadouro. Há uma lógica perversa dos jovens mandantes, enquanto na ativa, mesmo sabendo que, depois, serão somente assistidos. Daí a auto prevenção amoral de benefícios, com tetos especiais e privilegiados.
Estamos vivendo, como diria o Galbraith, “uma era de incerteza”, entretanto – como eterno otimista – alimento a esperança de que os jatos d´agua purificadores, as novas legislações saneadoras em discussão(PLP 268) e, até, a chegada de 18.000 ex-ativos, agora, assistidos, tragam uma mudança benfazeja. Não, para nos transformar em marajás, mas para gozarmos de um ambiente de efetiva transparência e de retribuição condigna de benefícios e produtos, conforme os ideais de uma EFPC. São as minhas esperanças, para 2017.

Aristophanes

APROVEITANDO A AUDIÊNCIA DESTA POSTAGEM DO NOSSO GRANDE MESTRE ARISTOPHANES, DEIXO ABAIXO O LINK PARA CORTE DE GASTOS/RESPEITO AO TETO, DE NOSSO COLEGA LANGONI:

https://secure.avaaz.org/po/petition/Governo_Federal_Corte_dos_gastos_publicos_extrateto/?cQeZfeb

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

O EXÉRCITO DA SALVAÇÃO

Previ: funcionários e aposentados não terão que fazer aportes extras

Fundo de pensão do BB conseguiu tapar rombo que precisava ser equacionado no Plano 1

POR RENNAN SETTI
16/12/2016 14:53 / ATUALIZADO 16/12/2016 15:02

Agência do Banco do Brasil no Rio de Janeiro - Nadia Sussman / Bloomberg

RIO - Os funcionários e aposentados do Banco do Brasil receberam um presente de Natal antecipado nesta sexta-feira: não vão mais precisar fazer contribuições extras para cobrir o rombo da Previ, seu fundo de pensão.
O déficit da Previ em 2015 foi de R$ 13,9 bilhões, o que obrigaria o fundo a promover um equacionamento (exigência de contribuições extraordinárias) de R$ 2,9 bilhões no seu principal plano (o Previ 1, de benefício definido). Mas a Previ informou nesta sexta que, até 30 de novembro, o Plano 1 acumulou rentabilidade de 15,75% no ano, gerando um excedente de R$ 4,8 bilhões — maior do que o equacionamento exigido, o que evita a necessidade de pagamentos extras. No geral, a rentabilidade acumulada de todos os fundos da Previ foi de 11,30%.
O resultado de dezembro ainda não foi apurado.
A Previ afirmou em nota que “a ausência de contribuições extraordinárias é fruto de uma política de investimentos robusta, que tem foco no longo prazo.
A economia é feita de ciclos e nenhuma crise dura para sempre. Fundos de Pensão precisam mirar no longo prazo. Com uma carteira de ativos forte como a da Previ, a tendência é que a curva de crescimento das rentabilidades seja retomada, melhorando os resultados”, acrescentou a entidade em nota, citando entre os desafios enfrentados este ano a CPI no Congresso que apurou desvios nos fundos de pensão.
Em setembro, a Previ selou um negócio importante para o seu caixa, ao vender sua participação de 29,4% na CPFL, distribuidora de energia do interior de São Paulo. À época, o fundo de pensão previu que o negócio representaria ao todo uma entrada de R$ 7,5 bilhões no caixa da Previ e um ganho de R$ 2,9 bilhões em relação ao valor que a participação que havia sido registrado no balanço de 2015 da Previ, “contribuindo para redução do déficit apurado naquele período”.

    O que o leitor deduz do texto jornalístico acima? Farei aqui algumas considerações, que podem ou não coincidir, com as opiniões mais importantes - as suas, meu caro associado da PREVI.
1. O texto é prepotente, de autor que se julga superior aos outros, que diz saber o que faz, mesmo não tendo justificativa plausível para o estrondoso déficit de 28 bilhões em 2015;
2. Diz, autoritariamente, que o Plano Um, finito e de benefício definido, na medida que "a ausência das contribuições extraordinárias é fruto de uma política de investimentos robusta, que tem foco no longo prazo". E reafirma: "Fundos de pensão precisam mirar no longo prazo."
3. Para que o leitor se situe, "longo prazo" é 20/30 anos. Já pensaram, quantos de nós já se foram neste intervalo de tempo? A ideia é mais ou menos assim: Hoje os que já contribuíram por mais de 30 anos com parte expressiva de seus proventos (e continuam contribuindo!!!) já não estarão mais vivos e assim viveremos (os mais novos) e o patrocinador uma vida maravilhosa, altos salários SEM precisar mais contribuir, pois os trouxas já se foram!
4. Destarte, não foi a conduta dos ativos neste 2016 que nos livraram das "contribuições extras", senão, exclusivamente a venda da participação na CPFL em setembro, que rendeu 7,5 bilhões de reais. Deste valor foram cobertos os 2,9 bilhões do excedente do rombo. Era isso.



segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

BEM PERTO DE UM ELOGIO

   Estava quase a ensejar um enorme elogio ao nosso fundo de pensão pela boa performance do ano de 2016, quando nem precisamos lançar mão da contribuição extra...Mas, eis senão quando, de repente, surge a notícia no Globo.com de que o feito foi devido à venda de ativos, especificamente na participação da CPFL, nada menos do que fabulosos 7,5 bilhões de reais (que número, velho conhecido!) que diminuíram os déficits gerados anos anteriores.

Leiam a matéria na fonte clicando aqui.

   Por consequência, deixarei de emitir o meu selo verde, pois houve apenas uma troca contábil: Tiramos dos ativos (= dinheiro vivo) para cobrir o déficit! Aí não vale! Por falar em Vale, estou curioso para saber sua performance neste fim de ano. Apesar do acidente terrível envolvendo a Samarco e suas péssimas e caras consequências, a Cia Vale tem reagido bem na bolsa de valores (valorização de mais de 100% no ano) em que pese o dólar em queda mas ainda bem cotado (3,35). Acho que teremos aí uma boa recuperação.
    Fico às vezes muito chateado porque o nosso patrocinador coloca o que tem de melhor de seu quadro de pessoal a serviço do nosso fundo e mesmo assim, parece que a coisa não deslancha. Vamos orar neste ano novo para que acertemos o passo. Que nossos dirigentes saibam conduzir o navio a um porto seguro. Vida longa ao Gueitiro, Marcel, Zeca, Marcus, Cecília e ao Renato Proença. Bem como a todos os ilustres conselheiros deliberativos! Um forte abraço e feliz ano novo para todos!



BRASIL AUDITADO, AQUI E LÁ FORA

    Os tempos em que vivemos são peculiares, sem precedentes, inesperados. Antes tudo acabava em pizza. Hoje já temos vários políticos presos, altos empresários há mais de ano encarcerados. A situação só não está melhor porque temos apenas um Sérgio Moro, corajoso, valente, do bem, para enfrentar toda essa poderosa corja de desonestos. Infelizmente, as cortes superiores não ajudam, no dizer do maior mentiroso que este país já viu, "totalmente acovardados". Ouviram bem, senhores juízes do STF e do STJ? E nós somente ficamos sabendo desta afirmação, por um diálogo de escuta (divulgado por Moro) e reprimido pelo STF (confirma Teori?). Na recente descoberta da justiça americana, onde as autoridades não são citadas nominalmente, o diálogo foi entre o "Oficial One" e a "Oficial Two".
    Tempos apocalípticos. A Justiça dos Estados Unidos é rigorosa e cumpre as leis. Basta lembrar os casos de dirigentes da FIFA, inclusive o brasileiro José Maria Marin e o presidente licenciado da CBF Marco Polo Del Nero que não deixa o país com medo de ser preso. No caso da Odebrecht e Braskem que fizeram lá acordo de leniência, houve acordo para devolução de bilhões que devem retornar ao Brasil, EUA e Suiça. O acordo com as empresas não encerram, antes pelo contrário, iniciam a ofensiva da justiça contra os políticos "corruptores", se assim podemos chamá-los. No Brasil, dois deles citamos acima, o oficial um e a oficial dois. Segundo o site O Antagonista, o "Oficial Three" seria o elemento preso na Lava Jato, Antonio Palocci. O "Oficial Four" seria aquele cujo sobrenome se assemelha a um creme produzido do leite, passado no pão. O quinto e o último da lista, o "Oficial Five" seria o eterno homem forte de FHC, Lula e Dilma, Jucá. Todos estão na lista americana que poderá contar com ajuda do FBI, Interpol e o diabo a quatro. Será prudente este quinteto não viajar mais ao exterior.
    Já em terra tupiniquim a situação destes larápios de colarinho branco é muito mais tranquila. Vai demorar longos anos até o STF julgar tantos políticos com foro privilegiado. Marcelo Odebrecht, em combinação com seus notáveis advogados, resolveu salvar toda a cúpula da Odebrecht ao incluir 77 nomes nas delações premiadas. Jogada de mestre! Logo o Marcelo estará na rua, rindo dos otários!
     E já que os americanos "descobriram" as travessuras da empresa Odebrecht, em conluio com tantos políticos desonestos, nada menos que 11 países na América do Sul e no Caribe, querem informações sobre as obras superfaturadas em seus países. E com certeza vão conseguir. Que ano novo promissor, hein?


sábado, 24 de dezembro de 2016

EVANGELHO DE NATAL

Anúncio do Evangelho (Lc 2,1-14)


1 Aconteceu que, naqueles dias, César Augusto publicou um decreto, ordenando o recenseamento de toda a terra.

2 Este primeiro recenseamento foi feito quando Quirino era governador da Síria.

3 Todos iam registrar-se cada um na sua cidade natal.

4 Por ser da família e descendência de Davi, José subiu da cidade de Nazaré, na Galileia, até a cidade de Davi, chamada Belém, na Judeia, 5 para registrar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.

6 Enquanto estavam em Belém, completaram-se os dias para o parto, 7 e Maria deu à luz o seu filho primogênito. Ela o enfaixou e o colocou na manjedoura, pois não havia lugar para eles na hospedaria.

8 Naquela região havia pastores que passavam a noite nos campos, tomando conta do seu rebanho.

9 Um anjo do Senhor apareceu aos pastores, a glória do Senhor os envolveu em luz, e eles ficaram com muito medo. 10 O anjo, porém, disse aos pastores: “Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que o será para todo o povo. 11 Hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós um Salvador, que é o Cristo Senhor. 12 Isto vos servirá de sinal: Encontrareis um recém-nascido envolvido em faixas e deitado numa manjedoura”.

13 E, de repente, juntou-se ao anjo uma multidão da corte celeste. Cantavam louvores a Deus, dizendo: 14 “Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por ele amados”.


quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

APESAR DAS AGRURAS, UM FELIZ NATAL!

    Muita gente gostaria que este ano terminasse o quanto antes, para amainar o sofrimento e sentir-se mais aliviado. O que mais doeu foi a falta de sensibilidade, eu diria até, falta de amor ao próximo, em ignorar, solenemente, os inúmeros apelos para que fossem suspensas as parcelas de dezembro, janeiro e fevereiro do ES. Esta negativa doeu muito porque atingiu pessoas que ganham muito pouco. A mim não atingiu em nada. Graças a Deus consigo sobreviver razoavelmente, sem necessidade de suspensão. Mas há um número considerável de mais necessitados que ansiavam demais por este "presente de Natal". O fundo, por sua vez, não iria "quebrar" por causa deste gesto grandioso. Tenho certeza que a maioria do corpo social aprovaria a medida. Infelizmente, perderam uma grande chance de fazer o bem. Lamentável.
     Em contrapartida, atendendo aos que menos precisam, foi sacramentado o novo teto de benefícios: R$ 52.177,45 (a fonte foi um email que vários receberam e o repassaram a mim: email@compromissocomacassi.com.br Este endereço envia notícias a grupos de pessoas com o intuito de propagar as ações da atual chapa vencedora na PREVI). Está aí o contraste entre criação do teto X não suspensão ES para reflexão nesta ceia natalina.
Que a piedade do Senhor Jesus se aloje nos corações mais empedernidos, a fim de que eles também possam alcançar a vida eterna. O blogueiro deseja a todos os seus leitores e amigos, de qualquer posição social, augúrios de um bom Natal, mesmo sem presentes, mas saciados pela fé e que em suas mesas jamais lhes faltem o pão de cada dia. Que Deus, no mais alto de Sua glória, abençoe a todos, do Oiapoque ao Arroio Chuy, do Rio a Corumbá, formando a cruz redentora d'Aquele que ora nasce para salvar todos os homens.
Feliz Natal!!!
Merry Christmas!!!
Feliz Navidad!!!
Buon Natale!!!
Frohe Weihnachten!


LEMBRE-SE CADA INSTANTE: HÁ SEMPRE ALGUÉM MAIS NECESSITADO DO QUE VOCÊ. DOE QUE O CRISTO TE RECOMPESARÁ NO ÚLTIMO DIA!  

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

É POUCO MAS JÁ É UM COMEÇO

    No sítio do Senado Federal há Consulta Pública PEC 106 2015 que valeria uma visita e um voto SIM. A autoria é do Senador Jorge Viana e outros e propõe Ementa aos artigos 45 e 46 da Constituição Federal para reduzir os membros da Câmara dos Deputados de 513 para 386; e no Senado Federal de 81 membros para 54 (dois por estado).

Para acessar o link da votação clique aqui.

    Considero que é um avanço em relação ao nada ser feito, contudo, deixa de fora as mordomias (que não são poucas) a que todo parlamentar tem direito. Como diz o velho ditado: "Melhor pouco do que nada".


terça-feira, 20 de dezembro de 2016

ESTAMOS PREPARADOS?

   Atravessamos momentos de grande angústia e inquietação. Nada vai adiantar ficar analisando aspectos de nosso fundo de pensão. Fazemos parte de uma engrenagem onde as mudanças passam, obrigatoriamente, por novas eleições gerais. Já deveríamos estar votando, os tribunais não sabem mais o que fazer neste lamaçal que domina o nosso pobre país. Como querer mudanças com pessoas sabidamente corruptas no comando da nação? Não se pode mais achar que devemos "garantir a governabilidade". Está tudo podre! O glorioso exército brasileiro precisa entrar e pôr ordem na casa! Um ano seria o suficiente. Congresso fechado para balanço. Neste 2017, as reformas necessárias. Constituir um grupo de pessoas honestas, ilibadas, da sociedade civil e militar, com apoio de juristas renomados. Neste ano, eleições gerais, congresso renovado, enxuto, salários dentro da Constituição, sem regalias extras. Tudo para colocar a casa em ordem. Só assim o Brasil tem jeito.
     Doravante (2017 em diante) vamos viver tempos difíceis. Os sinais já estão muito claros e o mundo começa a não se entender mais. A China parou de crescer. Está em pré-guerra com o governo Trump. A Europa esfacelada. As guerras recrudescendo. O Anticristo já está entre nós. Acreditem ou não.
    Não sabemos dia nem hora mas as evidências já saltam aos olhos! Cristo nos alerta que viveremos tempos tão agonizantes como nunca houve desde a criação do mundo. Nem haverá jamais. É nosso dever alertar como podemos. Não dá mais para esconder. Nunca um Natal foi tão significativo como este agora. Deus, em sua plena sabedoria, nos ensina que João Batista, o precursor do Messias, no-Lo está anunciando de volta. Isabel, sua mãe, foi visitada por Maria, grávida de Jesus. E os dois fetos se alegraram cada qual em seu ventre. O fim de uma promessa: João Batista, encerrando o Antigo Testamento, nos anuncia, em tempo real, o Cristo, o Messias, desde o Gênesis prometido. E diz ao anunciar o Messias: "Eu sequer sou digno de desatar as Suas sandálias".
   Creiamos em Deus e arrependemo-nos de nossos pecados. Não tiremos o olhar de nossos irmãos desprotegidos. Façamos o bem enquanto há tempo. O Juízo de Deus está às portas!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

O REI SALOMÃO

   Na época dos reis em Israel, segundo o relato bíblico, o rei Salomão, filho do rei Davi, recebeu de Deus o dom da sabedoria. Aconteceu que certa ocasião lhe trouxeram duas mulheres que moravam na mesma tenda onde ambas tiveram filhos recém-nascidos. O filho de uma delas morreu com dois dias de vida e a mãe decidiu tomar o filho da outra enquanto esta dormia. A disputa pelo filho vivo chegou para julgamento do rei Salomão. O rei, para ter certeza de quem era a mãe verdadeira, propôs às duas mulheres o seguinte: "Vamos cortar a criança ao meio, cada uma fica com a metade!" Enquanto a falsa mãe silenciava, a verdadeira implorava ao rei que o desse inteiro à outra mas que não o matasse. O rei, então, decidiu que ela era a mãe verdadeira.
   À semelhança do sábio rei da bíblia, a boa terra da Bahia nos brinda com o médico e juiz federal, de igual nome ao do rei, Salomão Viana. Descobri este magistrado por informações de um outro sábio de nossos dias, Edgardo Amorim Rego, quase nonagenário. Conta Amorim, ao final de um seu comentário:
"...A esse respeito, a novidade é que o ínclito juiz Salomão, se não me engano juiz dos tribunais da Bahia, lavrou recente decisão com base na premissa  de que a LC 109/01 determina que todo recurso de uma EFPC não pertence nada a EFPC, pertence todo aos PARTICIPANTES DO PLANO DE BENEFÍCIOS E TÃO SOMENTE A ELES SE DESTINAM. Vamos buscar de volta a parte que de nós tiraram no início de 2010."
   Em 29.09.2008 foi promulgada a muito injusta e contrária à LC 109/2001 resolução CNPC nº 26, engendrada para roubar de aposentados e pensionistas o valor astronômico de R$ 7.500.000.000,00 (Sete bilhões e Quinhentos milhões de reais), hoje mais de 14 bilhões...Àquela época, muitos assaltantes de velhinhos trambiqueiros elaboraram cuidadosamente o plano de meação com o Banco do Brasil, que na maior aberração da história do Brasil, tornou-se, do dia para a noite, através de uma resolução ilegítima e contrária à lei complementar 109/2001, um beneficiário do fundo de pensão. E o judiciário está cego, surdo e mudo para essa questão. Desta forma, quando despontam juízes federais que merecem ser chamados de MAGISTRADOS, como Sérgio Moro, Wallisney de Souza Oliveira e o agora reconhecido Salomão Viana, reacendem as nossas esperanças de que a justiça vai prevalecer.
VALEU MESTRE EDGARDO PELA "DESCOBERTA" DESTE GRANDE JUIZ, DEFENSOR DA VERDADE!

sábado, 17 de dezembro de 2016

PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR FECHADA

    Valer-me-ei de conceitos da enciclopédia livre "Wikipedia" para atribuir algumas definições de previdência complementar fechada. 
"Os planos de previdência fechada são, necessariamente, destinados a profissionais ligados a empresas, sindicatos ou associações e entidades de classe, onde o grupo de funcionários ou associados contribui para a formação de um fundo de pensão, geridos por entidades sem fins lucrativos. São regulados pelo Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) e fiscalizados pela Superintendência de Previdência Privada (PREVIC). Nessa modalidade, o trabalhador contribui mensalmente com uma parcela do salário, que será complementada pela empresa contratante, geralmente em partes iguais. Em alguns casos, as contribuições são feitas inteiramente pela empresa."
    Já na Previdência Complementar Aberta (que não será definida aqui) são empresas (bancos e outros) que administram COM fins lucrativos e são fiscalizadas pela SUSEP.  Aqui existem taxas de carregamento e de administração voltadas para a gestão dos fundos de investimento nos quais o valor será aplicado durante a fase de acumulação. 
No entanto, nos planos de previdência fechada NÃO HÁ fins lucrativos (são geridos por entidades SEM  fins lucrativos), caso da nossa PREVI. Mas ando um pouco desconfiado que o nosso fundo "fechado" anda pagando as taxas para que terceiros o administrem, caso da DTVM do BB. Outra constatação é que embora a PREVI seja considerada uma entidade SEM FINS LUCRATIVOS é considerada por muitos e pelo próprio patrocinador com sua SUBSIDIÁRIA, para onde o Banco do Brasil S.A. (entidade COM fins lucrativos) desloca seus melhores e mais caros contingentes (diretores e vice-presidentes).
    Quero alertar ao núcleo jurídico da PREVI, profissionais que oneram bastante as despesas de nosso fundo, que não estou citando nomes aqui. Estou fazendo uma análise institucional, sem agredir a imagem de nenhum profissional, aliás, diga-se de passagem, cumprindo o papel que lhes compete. Apenas combato a PREVI que, a meu ver e baseado nas definições de um fundo de pensão fechado, não deveria dispender tantos recursos com salários diretos e indiretos. Tenho este direito, afinal, os associados são donos dos recursos que ali depositaram.
    O leitor já deve ter percebido que o pobre do Ari está sozinho nesta luta contra os leões. Sozinho nada, estou revestido pelas armas da justiça e das "armaduras celestes", combatendo, como diz Paulo, "o bom combate". Pouco ou nada importa que eu perca tudo na vida. Deus dá, Deus tira. Só não posso perder a fé. Jamais!
Ontem um anônimo perguntou-me se eu poderia declinar o nome de quem me decepcionara (um imenso amigo meu). Posso dizer sim, é o nobre doutor Medeiros. Para não ser crucificado no fundo, mudou completamente seus conceitos, a ponto de sua última postagem enfatizar a notícia de que estamos livres da contribuição extra ano que vem. Como se isso fosse um grande favor, um sinal de que a administração do fundo está excelente. Antes disso é uma obrigação: Só faltava essa, um fundo com valores bilionários, ser incapaz, com uma gerência tão onerosa, de reverter um quadro tão simples. Amigos, eu já disse, numa conta de padeiro, aplica 100 bilhões na renda fixa (1,1% ao mês) que rende 13,2 bilhões sem sobressaltos. Dá para pagar todos os compromissos e sobra dinheiro!
    Administração e economia não têm mistério! E notem que para esta simples aplicação não precisa ter diretor disso nem daquilo. Os custos cairiam vertiginosamente. Mas, isso interessa ao patrocinador?

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

AMBIÇÃO AO DINHEIRO

    É triste constatar que os homens preferem se agarrar a cargos, posições sociais, benefícios ou favores que o mundo oferece.
    Lendo e relendo os evangelhos de Cristo, o Filho de Deus, Salvador de toda a humanidade, observamos que o ensinamento é o oposto das vaidades e cobiças humanas. No encontro que Jesus teve com o jovem rico (Marcos 10:17-22 ou Mateus 19:16-22), depois de lhe ter recomendado vender tudo o que possuía e dar aos pobres; o jovem saiu triste porque tinha muitos bens.
    Hoje eu vejo, com muita tristeza, que o conteúdo ensinado pelo Deus vivo e verdadeiro é ignorado pela maioria dos nossos irmãos. Imagine um determinado fundo de pensão de um país sul-americano: Nele há diversos postos onde se trabalha pouco e se ganha proporcionalmente muito. Para usufruir das mordomias basta que não se oponha a nada nem ao modo como agem. Até um grande amigo meu, muito combativo, já aderiu ao esquema.
    Fico meditando nas palavras do Divino Mestre, que viveu por aqui 33 anos, sem ter um tostão no bolso. Já li umas cem vezes os capítulos 5,6,7 do evangelho de Mateus. O famoso Sermão da montanha. Outra parábola que retrata nossa situação, na posição de cima ou debaixo, é a do mendigo Lázaro e a do homem rico de bens materiais (Lucas 16:19-31). Peço que leiam e reflitam sobre o tema.
   Doravante, os anos vão requerer de todos nós, muita coragem, desapego e amor ao próximo. Os sinais, a meu ver, estão muito claros. Brevemente, seremos julgados exatamente pelo que fizemos baseados nos ensinamentos dos evangelhos. Não nos esqueçamos de que estamos na parte finita da vida e que logo atingiremos a parte infinita.

"EU VIM PARA QUE TODOS TENHAM VIDA...QUE TODOS TENHAM VIDA PLENAMENTE" João 10:10
MAS PARA QUAL VIDA JESUS VEIO??? A TERRENA QUE DURA 50, 60, 70, 80 ANOS? OU A VIDA ETERNA QUE JAMAIS SE EXTINGUE???

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

MEDEIRÃO DE RETORNO

   Boas notícias advindas do sul do Brasil, da terra dos pampas de Getúlio Vargas e de Borges de Medeiros, do mate e do bom chimarrão, das lindas gurias deste torrão meridional do Brasil. Falo do intrépido doutor Medeiros de um vozeirão inconfundível, vara verde que se verga ao extremo mas não quebra.
   Achei certo exagero do mestre em afirmar que o excesso da próstata extirpada se assemelhava ao tamanho de uma laranja...Todavia, acreditemos!
   O que mais desejamos ao ilustre paciente é saúde! Que sua recuperação seja breve para voltar em plena força com sua calejada sapiência a nos mostrar o caminho.
   Logo, logo, se Deus quiser, ele estará, de novo, a mil por hora. Cuide bem dele dona Ana! Tem enfermeira nova no pedaço!

REPRODUÇÃO FOTO EXTRAÍDA DO FACEBOOK.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

MODERAÇÃO E CUIDADO

   Mais uma notificação extrajudicial no dia de hoje recebida por Sedex da PREVI. A primeira fora por uma postagem, esta por um comentário anônimo na postagem do dia 07.12 "Um Fundo de Pensão por Excelência" cujo comentário às 23:56 daquela data, foi devidamente excluído por obediência à notificação.  No seu item 3, a notificação esclarece os motivos pelos quais solicita a supressão:
"No comentário há flagrante mácula à imagem da PREVI, quando se afirma que na entidade há prática de maracutaísmo e de super avaliação ou aquisição em virtude de interesses duvidosos. Do mesmo modo, possui carga difamatória aos seus dirigentes, quando acusa-os de incompetentes. 
   Basta um pequeno descuido na moderação para fazer um enorme estrago. Todos precisamos estar conscientes que alguém na PREVI monitora todas as postagens e todos os comentários. Portanto, quando for comentar devemos observar que liberdade de crítica e de manifestação de opinião NÃO deve dispensar o uso de linguagem adequada e de educação. Críticas contundentes podem ser feitas de forma civilizada, ironia não se confunde com desnecessário deboche.
Por isso, será necessário que o blog seja mais enérgico e rigoroso nas publicações. Podem ser citados como exemplos positivos muitos anônimos, o Filomeno Linard, o Fernando Lamas, o João Trindade...Sem mencionar os catedráticos Aristophanes Pereira e Edgardo Amorim Rego.
    Podem usar o espaço à vontade desde que com argumentos e provas do que afirma. Como alguém pode afirmar que existem "maracutaias" se não pode prová-las? Então vai ser assim. Pode opinar com educação e respeito, sem ferir ou ofender a outrem.

Para visualizar a Notificação na íntegra CLIQUE AQUI




NOS DIAS ATUAIS, AS REDES SOCIAIS SE TORNARAM ARMADILHAS, QUE SE NÃO VIGIADAS, PODEM SER UMA ARMA CONTRA VOCÊ.

sábado, 10 de dezembro de 2016

EMPRÉSTIMO MUITO COMPLICADO

    Não sei como a Seguridade consegue complicar tanto um produto que até no nome é simples. Sabemos que o ES não salva o fundo de déficit, devido ao pequeno percentual do ativo aplicado mas salva o associado de pesados encargos do mercado, a quem ele via de regra, recorre.
     O diretor reeleito (por favor: Jamais reeleja ninguém a nenhum cargo) resolveu agora moralizar, do dia para a noite, uma margem quase sempre no vermelho. Tudo bem que é preciso colocar a casa em ordem, só não de supetão. Concorda-se em retirar os débitos de terceiros, afinal, é válido que se priorize os empréstimos da PREVI. Todavia, ameaçar retirar a CAPEC por ser causadora da MC negativa, aí já é demais. A CAPEC é mais velha do que a tosse, tem prioridade sobre os débitos na fopag. E que diferença faz 300 ou 400 reais, não irá explodir uma margem que já está negativa!
     Outro assunto foi a estupenda resposta da Seguridade ao colega Linard que reclamou da prática do Anatocismo, rechaçada pela PREVI no contrato do próprio Linard. Ora, o contrato foi feito em setembro/16, sendo óbvio e ululante que só haverá a cobrança de juros sobre juros após transcorridos doze parcelas, ou seja, durante o primeiro ano a parcela é fixa. Se conseguir renovar sempre antes do pagamento da 12ª parcela, é lógico que não ocorrerá o anatocismo! Via de regra, não é isto que ocorre. Cedo ou tarde, pela via judicial ou não, o fundo vai ter que mudar o pós-fixado. O que está errado sucumbe às evidências!

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08/12/2016

Alteração nos parâmetros de consignação de débitos em folha de pagamentos

A partir de janeiro de 2017, aposentados e pensionistas devem ficar atentos às mudanças. Confira as orientações.

Com as mudanças nos parâmetros de consignação de débitos de entidades em folha de pagamentos, a PREVI orienta a todos os participantes que estejam atentos às possíveis providências que eventualmente precisem adotar a partir de janeiro de 2017, com a implementação da limitação de descontos.
Os associados que possuem seguros descontados na folha de pagamentos devem prestar atenção para que não haja cancelamento e consequente perda de cobertura em decorrência do não processamento do débito, em caso de ausência de margem.
É fundamental que os associados façam uma análise cuidadosa do contracheque de dezembro, verificando as consignações constantes e, por ocasião do recebimento do benefício do mês de janeiro, acessem seu espelho no Autoatendimento do portal PREVI ou nos terminais de autoatendimento do BB, de modo a verificarem a ausência de alguma consignação habitual relativa a transações com entidades.
Os contracheques de aposentados e pensionistas passarão a trazer também as informações sobre as margens consignáveis de 30% e 40%, que irão representar os limites disponíveis para o desconto de empréstimos e financiamentos, bem como o dos demais descontos facultativos em folha de pagamento, respectivamente. Esses percentuais representam as frações dos rendimentos disponíveis que podem ser comprometidos com descontos em folha de pagamentos.
Desde 1º de fevereiro de 2016, as operações de Financiamento Imobiliário da PREVI já consideram os novos limites de consignação de débitos no ato da sua concessão. As operações de Empréstimo Simples, por sua vez, consideram os novos limites para a concessão de créditos desde 25 de outubro de 2016.
Atenção: A quitação de débitos eventualmente não processados em folha deverá ser verificada diretamente pelo participante com as entidades administradoras desses produtos.

Empréstimos e financiamentos vigentes

Os participantes que possuem descontos de valores relativos a outros produtos, como empréstimos e seguros contratados com essas entidades e que estejam dentro do limite legal, terão um período de transição para que providenciem a migração desses pagamentos para outros canais.
A transição observará algumas premissas:
- Proibição de "novos entrantes” para o desconto de empréstimos e seguros (somente aposentados e pensionistas que já tiverem contratado esses produtos poderão ter o débito no contracheque durante o período de transição);
- Limite para desconto de seguros: 36 meses;
- Limite para empréstimos já contratados: vencimento da última parcela do contrato vigente;
- Impossibilidade de renovação dos empréstimos contratados junto às entidades.
LINK  para a fonte da matéria.

TROCAMOS A IMAGEM ANTERIOR POR PARECER MUITO SINISTRA.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

BREVE DESABAFO

   Havia outras questões não pessoais a tratar aqui no blog mas como o assunto ora tratado originou-se aqui, vou utilizar, bor breve tempo, a matéria a seguir.
     Não é novidade para ninguém uma ação por danos morais movida contra mim pelo Sr. Odali Dias Cardoso, à época Conselheiro Fiscal da PREVI. Em fevereiro deste ano saiu a sentença condenatória a minha pessoa no valor de um salário mínimo, R$ 884,00. Por uma distração de minha advogada que não peticionou o devido boleto para o pagamento no tempo devido, a Dra. Juíza do V Juizado Especial Civil do Rio de Janeiro, sito à rua Siqueira Campos, 143, lojas 40/41 em Copacabana, enviou ao Banco Central do Brasil em Brasília, correspondência para o devido bloqueio e arresto do valor respectivo em minhas contas Brasil afora. Isso realmente aconteceu no dia 20.05.2016 sendo retirado de minha conta corrente da Ag. 2981-5 do BB 1.194.XXX-X do bairro Anita Garibaldi em Joinville-SC o valor de R$ 884,57; mais R$ 98,37 de outra conta salário na mesma agência, cujos valores somados perfazem exatamente o valor da Ordem Judicial devida ao Sr. Odali, ou seja, R$ 982,94 (valor do SM corrigido até a data do pagamento). Os referidos comprovantes podem ser visualizados neste endereço
    Nesta mesma data, outro bloqueio havia sido feito na minha conta na CEF - Ag. 0419  000096X-X
Centro Joinville. O valor foi de R$ 471,72 bloqueado até 30.09.2016 quando foi transferido da Caixa à disposição do Juizado no RJ. A CEF foi muito detalhista na mensagem à Juíza mencionando além da conta destinatária um número de ID que poderá ser visualizado NESTE LINK
     Neste dia 30 de novembro o Arizinho tinha um saldo de R$ 198,52 que foi zerado por arresto ao mesmo processo. Veja este documento no TERCEIRO LINK. Neste comunicado do BB o valor pedido pela Justiça era de R$ 549,05 ou seja, valor que somado ao da Caixa (471,72) dá o valor da causa (982,94) corrigido até 30.11.2016, isto é, R$ 1.020,77.
Isto que dizer que o Juizado não reconheceu os valores repassados pelo BB em 20.05.2016 que obviamente, não os repassou com a devida explicação detalhada como fez, EXEMPLARMENTE, a Caixa Econômica Federal. (Pois esta a Justiça do Rio reconheceu).
     Concluindo, digo que meu advogado atual está fazendo reiteradas petições para a Douta Juíza do caso, sem sucesso. A advogada da parte contrária (Odali) faz reclamação que não recebeu e neste caso a nobre Juíza atende com novo arresto. O sr. Odali, que numa das sessões de conciliação disse-me, soberbamente, que isso servia de lição para mim (sic), que seria "didático"! Disse além, em outro diálogo com a conciliadora que seu temor era que isso "lhe prejudicasse" em eleições futuras na PREVI. Fique sossegado, sr. Odali, o senhor venceu as eleições pela chapa 3 e hoje é Conselheiro Deliberativo Suplente, na chapa do doutor Marcel. São mais R$ 6.000,00 que o senhor embolsa todo mês por apenas UMA reunião mensal...
    Minha maior preocupação é que este salário mínimo que lhe devo não lhe chegue às mãos! Mas a culpa NÃO é minha, antes é do Banco do Brasil por sequer saber repassar valores à Justiça! Que o BB siga o exemplo da Caixa!!!!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

UM FUNDO DE PENSÃO POR EXCELÊNCIA

   Difícil expressar o título acima sem arranhar a imagem da PREVI. Peço mil desculpas ao nosso fundo mas ressalto não ser esta a intenção. Apenas desejo enaltecer os verdadeiros atributos de um fundo de pensão na previdência privada. Para tanto, empresto o exemplo do Fundo Valia, da Cia Vale do Rio Doce onde a própria PREVI tem sua maior fatia entre as participadas. Pois muito bem. Antes a Vale era uma estatal, parecida com o Banco do Brasil em que o governo federal tem a maioria das ações. No segundo mandato do ex-presidente FHC (de triste lembrança para os bancários do BB) a Vale foi privatizada e seu fundo de pensão, o Valia, passou a ter um patrocinador privatizado, deixando de ser visado financeiramente pelo patrocinador (como deve ser qualquer fundo, ter vida autônoma). O fundo BD de Benefícios Definidos, igual ao "nosso" BD Plano Um, da Vale (Valia) distribuiu uma nota em seu sítio que pode ser acessada  neste link sobre alterações em seu Plano de Benefício Definido cujo principal objetivo é criar um novo fundo de superávit posto que o anterior está vencendo agora em 2017. O que nos causa inveja é que estes fundos se destinam exclusivamente aos associados, não têm o patrocinador guloso na parada. Eis o texto reproduzido na íntegra:

"23 nov 2016

Conheça as propostas de alterações no regulamento do plano BD

Informamos que, em reunião extraordinária do Conselho Deliberativo da Valia realizada hoje (23/11), foi aprovada, por unanimidade, proposta de alteração do Regulamento do Plano de Benefício Definido, feita pela Diretoria-Executiva da Fundação.

O principal objetivo dessa alteração regulamentar, que está disponível para consulta abaixo, foi viabilizar a constituição de um novo fundo de distribuição de superávit, já que o fundo que atualmente viabiliza o pagamento mensal equivalente a 25% do benefício líquido de contribuição está previsto para se extinguir em abril de 2017.

Essa alteração regulamentar somente produzirá efeitos após a aprovação por parte da PREVIC (autarquia federal reguladora e fiscalizadora dos fundos de pensão), razão pela qual a Valia, seguindo os trâmites legais aplicáveis, encaminhará ao referido órgão o respectivo pedido de aprovação.

A apuração do saldo desse novo fundo de distribuição de superávit, que se chamará “Fundo de Distribuição de Superávit 3” só poderá ser feita após o fechamento contábil de 2016 e sua aprovação pela auditoria externa e pelo Conselho Fiscal da Valia (inicialmente planejadas para o primeiro trimestre de 2017).

A forma de distribuição “Fundo de Distribuição de Superávit 3”, por determinação do Conselho Deliberativo da Valia, deverá privilegiar a manutenção do pagamento mensal equivalente a 25% do benefício líquido de contribuição. Caso, após o​ fechamento contábil de 2016, se constate a existência de saldo suficiente para manter esse pagamento pelo prazo de 60 meses a partir de abril de 2017, o Conselho Deliberativo analisará, na reunião ordinária de março de 2017, a distribuição de eventual excedente através de abono.

É importante salientar que a destinação de superávit do Plano BD ocorre de forma ininterrupta desde 2007, o que demonstra nosso compromisso com a integridade do patrimônio de nossos participantes e a busca da manutenção do pagamento de superávit pelo maior tempo possível. Entretanto, lembramos que o pagamento mensal equivalente a 25% do benefício líquido não tem caráter permanente e só ocorrerá enquanto houver recursos no respectivo Fundo de Distribuição de Superávit.

A Valia continuará mantendo todos os participantes informados a respeito."
NA VALIA, O QUE É DO HOMEM O PATROCINADOR NÃO COME!


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

SOU LÁZARO E AGRADEÇO A DEUS

   O título pode induzir o leitor a supor que eu esteja fazendo uma postagem para o Pão Celestial ou para o mais recente DESÍGNIOS DE DEUS PARA A HUMANIDADE, ambos de cunho escatológicos; mas não é isso, é neste mesmo blog previano para o qual redijo, embora tenha a ver com os dois meus comandados.
    Refleti um pouco sobre a pessoa do atual presidente do Conselho Deliberativo da PREVI, sem exagero, um dos cargos mais relevantes de nosso fundo de pensão. Lembrei-me que aquela descomunal admoestação quando ainda Conselheiro Consultivo está assinada por este indivíduo. E agora, na infeliz decisão de 25.11 sobre a fixação do teto de benefícios, lembrei-me que o principal interessado na fixação de um teto "elevado" foi igualmente o mesmo indivíduo, o qual tendo 47-48 anos de idade continua no cargo de Vice-Presidente de distribuição de varejo e gestão de pessoas do BB, cargos assumidos após a aposentadoria de Robson Rocha de quem os cargos no BB e no CD da PREVI foram herdados e cuja aposentadoria futura lhe valerá o teto ora estabelecido na PREVI. Certamente, sua aposentadoria será menor do que hoje ganha como vice-presidente do BB e como conselheiro deliberativo da PREVI (12.000,00 para uma reunião mensal).
     Ele é partidário ferrenho do PT conforme informa O Antagonista cujo link pode ser acessado em:


    Na entrevista concedida em 28.07.2013 ao Jornal da Cidade de Bauru, sua terra natal, a repórter Ana Paula Pessoto lhe pergunta sobre seu irmão, o padre Ricci, pessoa muito benquista em Bauru:
"Perto dele, a minha religiosidade é minúscula. Ele é um abençoado. Eu digo que sou a traquinagem da família e ele, a sabedoria."
Pois é. Alguém poderia decifrar o substantivo "traquinagem"?
Veja a entrevista completa ao JC de Bauru clicando AQUI
     De resto, pouco ou nada custava ao nosso bem sucedido "Businessman", votar, na mesma reunião do dia 25.11.2016, a suspensão temporária de três parcelas do empréstimo simples, socorrendo a muitos "lázaros" famintos de nosso fundo de pensão. Será que fosse seu irmão, o bondoso padre Ricci de Bauru, em seu lugar, não o faria? Que Deus te abençoe e a toda a tua família, caro Paulo Roberto Lopes Ricci!

"Amem os seus inimigos e orem por aqueles que vos perseguem" Jesus Cristo em Mateus 5:44 

sábado, 3 de dezembro de 2016

COMO VOTOU, CONSELHEIRO?

   A PREVI diz no texto "por maioria de votos" dos seis membros do Conselho Deliberativo, porém, o associado gostaria muito de saber quem votou a favor e quem votou contra. Pescando em águas turvas, pela falta de transparência em nosso fundo de pensão, completamente dominado pelo patrocinador, Banco do Brasil S.A., deixo espaço aberto nos comentários para o conselheiro eleito que queira declarar o seu voto. Esta atitude é dispensada aos indicados pelo patrocinador que estão nos postos para cumprir as ordens de seu empregador.
     Provavelmente, o mesmo escore aconteceu na diretoria executiva na decisão de não suspender as parcelas do ES no três meses adiante. Posso estar errado, posto que nos foram negadas as informações de "SIM" e "NÃO", mesmo assim gostaria de dar o meu palpite: 05 votos pelo "SIM" (não suspensão na diretoria e teto no CD) e 01 voto pelo "NÃO" em ambas as decisões.
     Declino os nomes dos eleitos, retirado do sítio do fundo:
DIRETORIA EXECUTIVA:
Cecília Mendes Garcez Siqueira - Administração
José Carlos Reis da Silva (Zeca)- Planejamento
Marcel Juviniano Barros  -  Seguridade
CONSELHO DELIBERATIVO - CD
Carlos Alberto Guimarães de Souza
Wagner de Souza Nascimento
Antonio José de Carvalho
     Vale lembrar que na recente votação das 10 medidas, incluindo as emendas madrugada a dentro, não foram omitidos os votos. Recebi relatório dos deputados federais por Santa Catarina que votaram a favor das emendas imorais da madrugada. Pois então, na PREVI houve eleição direta para os acima escolhidos, não vale para nós a mesma regra democrática?
     Infelizmente, o nosso patrocinador é o grande censor. Não é de seu desejo que tudo seja feito às claras. Entretanto, precisamos saber para cobrar "nossos" eleitos. Sequer sabemos a pauta de cada reunião. Somos sempre pegos de surpresa. Elegemos para a democracia "faz de conta" mas estamos alijados das decisões mais importantes de nosso fundo. #MudaBrasil

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25/11/2016

PREVI aprova Teto de Complemento de Benefícios

Conselho Deliberativo decidiu em 25/11 estabelecer Teto para o Plano 1

Na reunião de hoje, 25/11, o Conselho Deliberativo decidiu, por maioria dos votos, estabelecer um Teto de Complemento de Benefícios para o Plano 1, tema que vinha sendo debatido nas instâncias de governança da PREVI há vários anos. É importante ressaltar que a PREVI  sempre esteve  em total conformidade com a Legislação. 
O Teto de Complemento de Benefícios do Plano 1 será correspondente ao valor da remuneração da maior função privativa dos funcionários de carreira do Banco do Brasil, que atualmente é o cargo de Diretor.
Para a implementação efetiva do Teto o regulamento precisa ser alterado e aprovado de acordo com os trâmites legais, que envolve  o patrocinador Banco do Brasil, os órgãos de controle e a Previc.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

O PRINCIPAL FOI RESOLVIDO

   O principal entrave que incomodava os dirigentes em nosso fundo de pensão está resolvido. O teto de benefícios foi estabelecido bem acima das expectativas. São mais de sessenta salários mínimos vigentes em nosso país, portanto, inatingível para a maioria, tornando-se privilégio de uma casta que talvez não ultrapasse a cem sortudos. Sorte deles que estamos num plano BD (Benefício Definido) pois fosse pelo atual regime CD (Contribuição Definida) as reservas matemáticas jamais lhes garantiriam atingir este patamar.
    Neste contexto - até pelo princípio da transparência em voga num estado democrático - a PREVI precisa divulgar em seu sítio os valores que correspondem ao vencimento de um diretor do BB, tomado como base do referido teto. Além, os associados eleitores têm o direito de saber como votaram os eleitos na definição da matéria. É muito importante para nós saber se houve empate, consequentemente, se foi usado o chamado "voto de qualidade" para decidir a celeuma. Ou se o Banco do Brasil, principal interessado no assunto, conseguiu dar uma "goleada" de seis a zero. Com a palavra a direção da PREVI.
     Resta-nos a esperança de que referido valor seja contestado e não liberado pelos órgãos de fiscalização e controle das estatais (Ministérios da Fazenda e Planejamento, DEST e Previc) que poderão, entre outros argumentos, contra-atacar alegando que nosso fundo de pensão não pode ultrapassar os limites constituídos no maior vencimento de servidor público, ou seja, 33.700,00.
     Enquanto isso, nós, donos dos recursos do fundo, sequer conseguimos um mísero adiamento de três prestações de nosso empréstimo! Eta mundo cão!


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

ALÔ DOUTOR MARCEL!

   Ontem, em meio à comoção pelo acidente aéreo que vitimou o querido "Verdão do Oeste" de SC, chegou-me um apelo feito pelo grupo "Reagir", dirigindo a mim um pedido de intermediação junto à PREVI, trazendo uma sugestão muito válida na tentativa de destravar o motivo gerador da não-suspensão das parcelas do ES.
    De pronto, repassei a mensagem às cinco diretorias do nosso fundo bem como ao presidente Gueitiro, reforçando o pedido recebido que está reproduzido abaixo, ao final destas minhas ponderações.
    Aproveito para sugerir ao Marcel, nosso mui digno diretor de Seguridade, um roteiro de estudo sintetizado para reverter o chamado "Anatocismo bancário" praticado no ES:
1) Transformar o ES em prefixado.
2) Sugerir uma taxa de juros pré ao redor de 1,3% ao mês na qual estariam englobadas: atuarial 0,45% ao mês, INPC 0,35% ao mês, FQM 0,5% ao mês para todas as faixas. 
Na contabilização pela PREVI cada percentual iria para a conta específica. Com essa prática estaria assegurado um superávit na rubrica FQM posto que você põe nela mais que o atuarial e mais que a inflação.
3) Simulação feita na internet, as condições do meu ES mantido no fundo hoje:
-Prazo em meses: 120
-Taxa de juros:  1,300% ao mês
-Valor tomado: R$ 140.000,00
-Valor prestação fixa: R$ 2.310,40
-Valor pago hoje ES:   R$ 2.228,17
    O corpo técnico do fundo, leia-se equipe do Manoel Jorge, está plenamente capacitado para efetuar simulações ainda melhores do que a minha. Solicito, para o bem geral, que o nobre diretor autorize um estudo detalhado da matéria e coloque à apreciação dos demais membros de diretoria e Conselho Deliberativo. Creio que esta mudança é fundamental para sobrevivência de todos.
     A seguir a transcrição de inteiro teor da remessa eletrônica enviada à PREVI no dia 29.11.2016:

Ilustre Presidente Gueitiro Genso,

Ilustres Diretores: Marcel J. Barros, José Carlos Reis da Silva, Marcus M. Almeida, Renato Proença. Cecília Garcez

Repasso sugestão tal qual recebida considerando-a plenamente exequível. Peço humildemente que analisem esta possibilidade real de cobrança das três parcelas referentes ao FQM com a finalidade de atender ao principal entrave pela suspensão das parcelas referente a dezembro/2016, janeiro e fevereiro/2017. Desta forma, endosso o pedido feito na mensagem abaixo, ao tempo em que reforço a necessidade da suspensão tendo em conta  a precária situação financeira pela qual atravessam muitos usuários de ES.

Cordialmente,

Ari Zanella
Joinville/SC

De: Grupo Reagir [mailto:gruporeagir@gmail.com] 

Enviada em: terça-feira, 29 de novembro de 2016 01:10
Para: azarizanella@gmail.com
Assunto: SUSPENSÃO DAS PRESTAÇÕES DO ES


Prezado Zanella,
Tenho acompanhado a dramática situação da maioria dos colegas que contavam com a suspensão da cobrança das parcelas dos meses DEZ/JAN/FEV do ES para poderem ter um Natal menos ruim e que, pela decisão da PREVI, se a mesma prevalecer, terão que amargar, com certeza, o pior fim de ano de todas as nossas vidas.
No entanto, enquanto houver diálogo, deve haver esperança.
Por acreditar que ainda seja possível o atendimento do pleito justo dos tomadores do ES, arvoro-me em encaminhar a você, uma sugestão que, se julgada sensata, peço que a encaminhe à PREVI para que seja estudada. 
Parece que o problema em que a PREVI se ampara, para negar a suspensão das parcelas do ES, está no impacto que esta suspensão causa no FQM, o que, evidentemente, é um argumento difícil de contestar, já que, durante o período de suspensão, deixam de ser vertida para o referido fundo, as parcelas a ele referentes, causando assim, uma arrecadação muito menor que nos meses em que são descontadas as parcelas normalmente. 
Ora, talvez possamos oferecer à PREVI uma saída para o impasse, qual seja: que sejam abatidos dos valores das prestações a serem suspensas, os valores respectivos do FQM relativos aos meses de suspensão e que tais valores sejam destinados, imediatamente e de uma única vez, àquele fundo. Assim, o recolhimento do FQM não sofreria solução de continuidade, podendo ser corrigido atuarialmente, inclusive com uma rentabilidade ainda maior que o normal, pois seriam aplicados, de única vez, os valores referentes aos meses de suspensão. 
Com relação à 2ª justificativa da PREVI, a qual alega que os valores referentes à suspensão são corrigidos atuarialmente e lançados para o final, o que acabará por gerar um saldo que terá necessidade de ser refinanciado, também, não podemos negar que a PREVI tenha razão em sua precaução. No entanto, entendo que poderíamos propor que os valores suspensos fossem atualizados atuarialmente e as respectivas diferenças fossem cobradas nos meses de MARÇO, ABRIL e MAIO, juntamente com as parcelas normais, não mais ficando para o final a dita diferença atuarial.
Esta é apenas uma forma para negociar com a PREVI e que não abalará, de nenhuma forma, a tão propalada sustentabilidade dos fundos. 
Penso que todos os colegas aceitariam fazer tal acordo com a PREVI e, assim, ela poderia atender ao pleito e às verdadeiras necessidades de todos os participantes que contrataram o ES. 
Envio esta sugestão ao prezado colega, para sua apreciação, autorizando desde já as alterações que entender serem necessárias, solicitando que, caso aprovada, faça-a chegar às mãos da Diretoria da PREVI.

Em tempo: A presente sugestão vai em caráter confidencial, cabendo ao nobre colega a decisão de divulgá-la ou não.     
Atenciosamente,
José Madeira