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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

CASSI SEM SOLUÇÃO (AINDA)

Em reunião realizada nesta segunda-feira (21), a Comissão de Negociação das Entidades de Representação dos Funcionários e aposentados deram continuidade às negociações com o Banco do Brasil acerca da Cassi. Os representantes dos funcionários cobraram do banco respostas quanto à finalização dos projetos que compõem as ações estruturantes e também sobre o banco fazer os investimentos necessários para concretização desses projetos de sustentabilidade, apresentados pelos representantes dos funcionários durantes as negociações.

Na reunião anterior foi apresentada ao banco proposta de antecipação de contribuições para que se tenha um reforço de caixa emergencial na Cassi, de forma a garantir o bom funcionamento da Caixa de Assistência e as negociações se concentrem nas soluções de longo prazo. O Banco informou que não fará aporte de recursos na Cassi por ter impacto muito significativo nas demonstrações contábeis e que o financiamento dos projetos na forma apresentada pelo banco anteriormente, com a proposta que previa a constituição de um fundo, havia boa condição para fazer os investimentos.

A Comissão de Negociação cobrou do banco que fizesse a conclusão dos projetos conforme havia promessa da empresa, para se chegar a um acordo quanto à precificação e projeção de ganhos com os projetos, algo que o BB havia questionado em rodadas anteriores.

O banco explicou que os projetos foram realmente apresentados no âmbito da Cassi e houve impasse sobre precificação, que é um passo importante na elaboração. O banco insistiu que para a conclusão dos projetos somente poderia ser feita no âmbito de uma proposta estruturante, sem de fato explicar que proposta seria essa.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, ficou clara na negociação a estratégia do banco em querer fugir da responsabilidade pela gestão da Cassi, quando retrocedeu quanto à validação dos projetos apresentados pelos representantes dos funcionários há mais de um ano na Cassi e na mesa de negociação desde maio. "Se os projetos não fossem sérios e importantes para a Cassi, o banco não teria incluído os mesmos na sua proposta junto com o fundo para pós-laboral. Não vale agora usar da 'má vontade' habitual para postergar soluções. Esperamos que em janeiro as negociações aconteçam de forma mais efetiva. O banco não pode deixar que falte atendimento para nenhum funcionário da ativa e aposentado. É sua responsabilidade como patrocinador da Cassi", destacou Wagner.

Embora destacando que está preocupado com a situação do caixa da Cassi, o banco registrou que a questão está sendo debatida na governança da Caixa de Assistência. Portanto, a nosso ver, houve um retrocesso da rodada anterior, quando havíamos entendido que o banco teria sinalizado com a possibilidade de investimento pela empresa para implantação das medidas estruturantes.

Os representantes das entidades cobraram do banco sua responsabilidade com a Cassi já que há quase um ano os projetos foram apresentados e o banco posterga a validação dos cálculos, de responsabilidade da área financeira, de indicação do BB.

O banco informou que não fará antecipação de contribuições sem uma proposta estruturante e deixou claro que não pretende, em nenhuma hipótese, elevar contribuição referente aos aposentados.
A reunião foi marcada por momento de tensão, onde foi inclusive pedido um intervalo pelas entidades, uma vez que a diretoria do banco estabeleceu o rito do retrocesso para conduzir a negociação, principalmente quanto a participação nos projetos de ações estruturantes.

O banco afirmou que não havia consenso na Comissão de Negociação quanto a proposta de custeio, mas o banco não apresentou nenhuma proposta nova. Na proposta anteriormente apresentada pelo banco, a Comissão de Negociação, por consenso, já afirmou ao BB que não concorda com rateio de déficit que quebre a solidariedade e que a proposta do fundo não (há) acordo da forma como apresentada pelo BB.

Após o intervalo e cobrada a manifestação do banco a respeito da sua avaliação dos projetos denominados de medidas estruturantes, o BB concordou em se reunir, nos próximos dias, com os diretores eleitos para uma apresentação mais detalhada e ajuste de procedimentos para avaliação.

As entidades farão debates internos com os funcionários e aposentados sobre a continuidade das negociações e nova rodada está prevista para o dia 19 de janeiro.


Diante do impasse criado e estando no final do ano de 2015 sem apontamento de proposta de solução para a sustentabilidade da CASSI, ANABB, FAABB e AAFBB, divulgarão até o dia de hoje (23/12/2015) texto comum de proposta para a CASSI, proposta esta que ainda está sendo analisada por CONTRAF e CONTEC.

16 comentários:

joao trindade disse...

Ninguém se esqueça que o Banco é um galho da árvore chamada governo petista.
Esperar o que desse pessoal?
Feliz Natal e triste ano novo.

Anônimo disse...



" EU JA SABA !!! A HISTORIA SE REPETE !!! '

Mestre, esta historia do BB x CASSI é repetição do que ocorre
na vida, onde o rico , aqui o velho rico trapaceando o velho pobre,
que um dia, ha muitos anos,o ajudou a ficar grande. divany silvera
sete Lagoas-mg



celso camargo disse...

Não acompanho essa negociação, mas observo que já existe há um bom tempo, minha ignorância nesse assunto é muito grande, então gostaria que me esclarecessem, se não houver a dita cuja, o que pode acontecer?

Anônimo disse...

Sabemos de onde vem a ordem incontinenti e imperativa. Os subservientes se deleitam com os cargos altamente remunerados de office boy de luxo. CUMPRA-SE.

Anônimo disse...

Colegas,

Aproveito o veículo blog do Sr. Ari,

para desejar um FELIZ NATAL E UM DIGNO ANO NOVO.

Apesar das turbulências esperemos dias melhores.

Quando governos deixarem de ser perdulários com o dinheiro público, teremos uma vida melhor, quiçá para nossos netos e bisnetos.

FELIZ NATAL SR. DOUTOR JUIZ SÉRGIO MORO!

FELIZ NATAL SRS. PROCURADORES E POLÍCIA FEDERAL!


Jeanne disse...

Prof Ari, feliz natal para você e toda sua família. Mande um feliz natal para o Gilvan e sua familia. Abracos, Jeanne.

WILSON LUIZ disse...


QUOSQUE TANDEM ABUTARE, LUIS IGNATIUS, PATIENTIA NOSTRA?
DELENDA LULA DELENDA PT

Pérolas pinçadas do depoimento de Lula à Polícia Federal. O instituto lula diz que ele compareceu como informante, o comentarista político Josias de Souza escreveu que parecia interrogatório de suspeito.

-“consegui o apoio da base aliada baseado na afinidade dos partidos com o meu programa”, respondendo como funcionava seu presidencialismo de coalizão.

-“nada tenho a ver com a indicação de Renato Duque para diretor da Petrobrás, o nome foi trazido pelo Zé Dirceu”.

-“ o Duque foi indicado por um partido da base que não lembro o nome”.

-“a palavra final sobre as nomeações era do presidente da república, eu concordava ou não com as indicações”.

-“”EU NÃO SABIA”, sobre seu primeiro-amigo Bumlai ter confessado que os R$ 12 milhões que tomou emprestado no banco Schahin e nunca pagou, foram repassados ao PT.

-“porque o Vaccari conhece a legislação”, respondendo ao delegado que lhe perguntou por que achava que o ex-tesoureiro do PT era inocente.

Luís Eustaquio Castro disse...

Colegas não se iludam,enquanto for mantido o atual sistema de contribuição à Cassi não sobrevive.
A contribuição mensal cobrada deve ser proporcional ao número de dependentes.
Não tem como um associado que tem 4, 5 dependentes contribuir igual a um associado que não tem dependentes ou que tem apenas um dependente.

Anônimo disse...

Feliz natal Sr Ari e Gilvan. Deus abençoe e todos!

Lena.

joao trindade disse...

Salvo melhor juízo, o colega Luis Eustáquio Castro, das 17:58 tem razão.
Tem gente gastando muito e gente gastando menos e a contribuição é igual.
A matemática não bate.
A questão é óbvia.
Por que ninguém atentou para isso antes?

Unknown disse...

Amigos,
A verdade é que a negociação caminha para o impasse, o que é bom para o BB. Sinceramente, o que nós ganhamos nos últimos tempos? Algumas migalhas no ES e só. Não tenham ilusão, o caixa da Cassi caminha para o fim e quando este estiver próximo e chegarmos com o pires na mão, estarão satisfeitas as condições para o BB fazer valer a sua proposta.
A proposta de pagar por dependente embora inaceitável pela maioria, não deveria ser descartada. Afinal, a solidariedade é um dos fatores responsáveis pela atual crise. Quando o BB reduziu o salário de ingresso para milhares de novos funcionário, muitos percebendo R$ 3.000 contribuíam com R$ 90 de mensalidade para 3 ou 4 dependentes. Assim não tem Cassi que aguente. Celio

Feliz Natal, Feliz Ano novo para todos. Que Deus nos abençoe e guarde.

Anônimo disse...

O BB não aceita quebrar o principio de solidariedade. Já afirmou na reunião. E esse é o principio basico da Cassi.

celso camargo disse...

Teem razão os comentários a respeito da quantidade de dependentes e a devida contribuição, não existe milagre, é matemático, quanto maior for o número de dependentes, proporcionalmente, maior será a contribuição, claríssimo.

Anônimo disse...

Não adianta nada dar "pedaladas" na Cassi. O que é necessário fazer é adequar as mensalidades pagas ao plano, caso contrário vamos todos acabar sem nenhum plano de saúde. Qualquer plano individual tem mensalidades acima de R$ 1.000,00, além de prazos de carência que podem chegar a dois anos, e os reajustes são por faixa etária (INPC ou IGP) mais a "inflacão médica...
A Cassi deve atender o(a) funcionário(a), e os demais membros da família incluídos no Cassi Família. O resto (inclusive o plano do BB, de repassar o tal de "fundo") não passa de bobagem, e pura discussão do sexo dos anjos.

Anônimo disse...

Prof Ari, como aconteceu na PREVI, com idéia de colegas, aumentaram os seguros, voltou a contribuição , enfim, agora a Cassi, a mesma coisa. Estamos abrindo mão de direitos de anos conquistados ,e o BB, rindo à toa. Tudo que eles querem.Vai sair de fininho da Cassi, já não somos chamados de ex-funcionários, e a PREVI, enquanto lhe convêm, fica abraçada. Estamos nos matando, a míngua. NO mais , FEliz Natal e 2016, com saúde.

Anônimo disse...

25/12/15 13:12

Proporcionalidade equivocada, pois a solidariedade só ocorre se a divisão for aritmética.
Fora disto os que eventualmente mais necessitarem não terão como arcar com as contribuições.
E sei de inúmeros casos em que colegas não utilizam os serviços da CASSI, apesar de para ela contribuírem.
Tenho mulher e quatro filhos e somente o mais velho, durante um bom espaço de tempo, efetuou despesas em volume maior do que todos os demais.
Cabe, aí sim, talvez uma maior coparticipação nos eventos.